Novo Blog Victal

É o último post aqui. Sentirei saudades e tal, blablá, mais de cinco anos com essa cara.

Oficialmente estreio como colunista do iG hoje. O Blog Victal vai para lá.

Este blog ainda ficará no ar. O novo pode ser acessado clicando aqui.

Convido os caros internautas a migrarem para lá.

Abraços.

PS: A mensagem será repetida três vezes. Não sei por que: o próprio blog fez isso.



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Convido os caros internautas a migrarem para lá.

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Pataquada de Vitonez às 16h49
[] [mande para quem quiser] []



Enquete

Diante dos fatos, todos expostos no Grande Prêmio, os caros internautas acreditam que Rubens Barrichello foi deliberadamente prejudicado na corrida de ontem na Espanha?

Aos que respondem sim, uma outra pergunta: por que acham que acontece isso?

Mandem bala.



Diante dos fatos, todos expostos no Grande Prêmio, os caros internautas acreditam que Rubens Barrichello foi deliberadamente prejudicado na corrida de ontem na Espanha?

Aos que respondem sim, uma outra pergunta: por que acham que acontece isso?

Mandem bala.



Diante dos fatos, todos expostos no Grande Prêmio, os caros internautas acreditam que Rubens Barrichello foi deliberadamente prejudicado na corrida de ontem na Espanha?

Aos que respondem sim, uma outra pergunta: por que acham que acontece isso?

Mandem bala.



Pataquada de Vitonez às 11h18
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Cinco provas, seis pontos

Seria algo para Toro Rosso ou Williams, mas é a Ferrari.

Contemos: dois abandonos por problemas na Austrália, erro por soberba na Malásia com Massa no treino classificatório, carro que para no meio da reta na China — também com o brasileiro —, repetição do erro da Malásia, desta vez com Kimi — ou seja, ao menos democrática, mas burra —, e gasolina de menos com Massa e novo abandono de Kimi na Espanha .

Kimi havia jogado a toalha na China. Agora foi a vez de Massa.

Jean Todt passa por lá de vez em quando. Schumacher vai, mas tem valor de rainha da Inglaterra.

A Ferrari é uma espécie de time grande que está para cair no campeonato. Que parece que precisa bater com a cabeça na parede para aprender. Só que gostou da dor. Gostou de apanhar. Mulher de malandro.

Amanhã estarão todos reunidos com Luca di Montezemolo. Stefano Domenicali já prepara os ouvidos. Ou atualiza o currículo.



Seria algo para Toro Rosso ou Williams, mas é a Ferrari.

Contemos: dois abandonos por problemas na Austrália, erro por soberba na Malásia com Massa no treino classificatório, carro que para no meio da reta na China — também com o brasileiro —, repetição do erro da Malásia, desta vez com Kimi — ou seja, ao menos democrática, mas burra —, e gasolina de menos com Massa e novo abandono de Kimi na Espanha .

Kimi havia jogado a toalha na China. Agora foi a vez de Massa.

Jean Todt passa por lá de vez em quando. Schumacher vai, mas tem valor de rainha da Inglaterra.

A Ferrari é uma espécie de time grande que está para cair no campeonato. Que parece que precisa bater com a cabeça na parede para aprender. Só que gostou da dor. Gostou de apanhar. Mulher de malandro.

Amanhã estarão todos reunidos com Luca di Montezemolo. Stefano Domenicali já prepara os ouvidos. Ou atualiza o currículo.



Seria algo para Toro Rosso ou Williams, mas é a Ferrari.

Contemos: dois abandonos por problemas na Austrália, erro por soberba na Malásia com Massa no treino classificatório, carro que para no meio da reta na China — também com o brasileiro —, repetição do erro da Malásia, desta vez com Kimi — ou seja, ao menos democrática, mas burra —, e gasolina de menos com Massa e novo abandono de Kimi na Espanha .

Kimi havia jogado a toalha na China. Agora foi a vez de Massa.

Jean Todt passa por lá de vez em quando. Schumacher vai, mas tem valor de rainha da Inglaterra.

A Ferrari é uma espécie de time grande que está para cair no campeonato. Que parece que precisa bater com a cabeça na parede para aprender. Só que gostou da dor. Gostou de apanhar. Mulher de malandro.

Amanhã estarão todos reunidos com Luca di Montezemolo. Stefano Domenicali já prepara os ouvidos. Ou atualiza o currículo.



Pataquada de Vitonez às 12h50
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A estrela de Button (e de Barrichello)

Bem, bem... a Hortência provocou uma fuzarca no começo da semana ao confundir Jesus com Genésio, como diria o poeta, citando Rubens Barrichello para falar da suposta evolução que o novo presidente da confederação do esporte que praticou traria ao Brasil. Mas ao ver a corrida de hoje na Espanha, tirando o conteúdo chulo, grosso e biltre, a essência do que Hortência disse é de ser analisada.

A estrela de Barrichello está apagada, não importa como ou onde. Ou pelo menos ofuscada pela estrela cintilante, reluzente e brilhante de Button.

Button, disse ontem, tem pinta de campeão. E será o campeão. Se Barrichello é um piloto competente e bom, Button tem sido ao quadrado. Não é uma simplória questão de que tudo conspira a favor ou dá certo. Uma puta largada de Barrichello, um primeiro trecho excelente, mas... seja lá de quem foi a iniciativa de mudar a estratégia, de três para duas paradas, foi genial.

"Ah, mas então está claro que a equipe está privilegiando Button, coitado do Barrichello, sacaneado no mundinho dos ingleses". Ainda há isso? A Brawn não mudou a estratégia de Rubens no Bahrein, de duas para três paradas? A questão é ver que três paradas para Barrichello não dá certo. Ponto. 

Voltando. Quando Barrichello tinha de continuar rápido demais, após a segunda parada, Button neutralizou seu esforço andando no mesmo ritmo. Ali minou qualquer possibilidade do brasileiro. Quarta vitória no bolso, "sinto muito por Rubens", e 41 a 27 no Mundial.

14 pontos de diferença no campeonato. Se seguisse aquela ideia bocó do sistema de vitórias, a Inês, coitada, já estaria revirada pra lá e pra cá no túmulo. No formato normal e atual, é uma diferença considerável. Por outro lado, não é tanto. Um abandono de Button em Mônaco, por exemplo, e uma vitória de Barrichello reduziria a quatro pontos.

Mas, como diria a filósofa Hortência Gramsci, grã-entendedora de estrelas e bundas, a de Button está viradíssima para a lua.



Bem, bem... a Hortência provocou uma fuzarca no começo da semana ao confundir Jesus com Genésio, como diria o poeta, citando Rubens Barrichello para falar da suposta evolução que o novo presidente da confederação do esporte que praticou traria ao Brasil. Mas ao ver a corrida de hoje na Espanha, tirando o conteúdo chulo, grosso e biltre, a essência do que Hortência disse é de ser analisada.

A estrela de Barrichello está apagada, não importa como ou onde. Ou pelo menos ofuscada pela estrela cintilante, reluzente e brilhante de Button.

Button, disse ontem, tem pinta de campeão. E será o campeão. Se Barrichello é um piloto competente e bom, Button tem sido ao quadrado. Não é uma simplória questão de que tudo conspira a favor ou dá certo. Uma puta largada de Barrichello, um primeiro trecho excelente, mas... seja lá de quem foi a iniciativa de mudar a estratégia, de três para duas paradas, foi genial.

"Ah, mas então está claro que a equipe está privilegiando Button, coitado do Barrichello, sacaneado no mundinho dos ingleses". Ainda há isso? A Brawn não mudou a estratégia de Rubens no Bahrein, de duas para três paradas? A questão é ver que três paradas para Barrichello não dá certo. Ponto. 

Voltando. Quando Barrichello tinha de continuar rápido demais, após a segunda parada, Button neutralizou seu esforço andando no mesmo ritmo. Ali minou qualquer possibilidade do brasileiro. Quarta vitória no bolso, "sinto muito por Rubens", e 41 a 27 no Mundial.

14 pontos de diferença no campeonato. Se seguisse aquela ideia bocó do sistema de vitórias, a Inês, coitada, já estaria revirada pra lá e pra cá no túmulo. No formato normal e atual, é uma diferença considerável. Por outro lado, não é tanto. Um abandono de Button em Mônaco, por exemplo, e uma vitória de Barrichello reduziria a quatro pontos.

Mas, como diria a filósofa Hortência Gramsci, grã-entendedora de estrelas e bundas, a de Button está viradíssima para a lua.



Bem, bem... a Hortência provocou uma fuzarca no começo da semana ao confundir Jesus com Genésio, como diria o poeta, citando Rubens Barrichello para falar da suposta evolução que o novo presidente da confederação do esporte que praticou traria ao Brasil. Mas ao ver a corrida de hoje na Espanha, tirando o conteúdo chulo, grosso e biltre, a essência do que Hortência disse é de ser analisada.

A estrela de Barrichello está apagada, não importa como ou onde. Ou pelo menos ofuscada pela estrela cintilante, reluzente e brilhante de Button.

Button, disse ontem, tem pinta de campeão. E será o campeão. Se Barrichello é um piloto competente e bom, Button tem sido ao quadrado. Não é uma simplória questão de que tudo conspira a favor ou dá certo. Uma puta largada de Barrichello, um primeiro trecho excelente, mas... seja lá de quem foi a iniciativa de mudar a estratégia, de três para duas paradas, foi genial.

"Ah, mas então está claro que a equipe está privilegiando Button, coitado do Barrichello, sacaneado no mundinho dos ingleses". Ainda há isso? A Brawn não mudou a estratégia de Rubens no Bahrein, de duas para três paradas? A questão é ver que três paradas para Barrichello não dá certo. Ponto. 

Voltando. Quando Barrichello tinha de continuar rápido demais, após a segunda parada, Button neutralizou seu esforço andando no mesmo ritmo. Ali minou qualquer possibilidade do brasileiro. Quarta vitória no bolso, "sinto muito por Rubens", e 41 a 27 no Mundial.

14 pontos de diferença no campeonato. Se seguisse aquela ideia bocó do sistema de vitórias, a Inês, coitada, já estaria revirada pra lá e pra cá no túmulo. No formato normal e atual, é uma diferença considerável. Por outro lado, não é tanto. Um abandono de Button em Mônaco, por exemplo, e uma vitória de Barrichello reduziria a quatro pontos.

Mas, como diria a filósofa Hortência Gramsci, grã-entendedora de estrelas e bundas, a de Button está viradíssima para a lua.



Pataquada de Vitonez às 11h11
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O treino das estrelas

Das poles, a mais bonita. Porque Jenson Button realmente não parecia consegui-la. 

As duas primeiras parciais no treino estavam acima daquelas feitas por Sebastian Vettel. A Red Bull já comemorava, ainda que timidamente. E cobriu o riso quando Button fez 1min20s527, 0s133 melhor que o esplêndido rebento alemão. Uma explosão de John Button, da namorada de Button, dos mecânicos de Button, do chefe de Button, de Button.

Dirão muitos que é muito cedo, aquele blablablá todo, retórico, metódico, diplomático e político, mas Button tem mais do que pinta de campeão.

Rubens Barrichello foi bem, chegou a ter a pole nas mãos, cravou o melhor tempo no Q2, já fizera isso na Malásia. Normal a cara glútea, sem referências à Hortência e sua declaração estelar, com o terceiro lugar. De quem sente que a rapadura não é só doce.

Paul Gilham/Getty

Logo atrás, Felipe Massa e um momento de ressurreição. E de confirmação de quem é o primeiro piloto da Ferrari. Numa análise mais extensa, de que Kimi Raikkonen, erro da Ferrari à parte, talve tenha conquistado um título mais porque a McLaren o perdeu em 2007. Kimi já foi muito melhor. Hoje é um piloto desmotivado. Está na Ferrari por conta de um polpudo salário. É mais ou menos o que foi Juan Pablo Montoya em seus momentos derradeiros na F1. 

Kimi, sim, tem uma estrela apagada. Tão logo leva de Luca di Montezemolo um pontapé nos fundilhos. Aí vai curtir a vida. Tomando sorvete e Coca-Cola.

Sobre Nelsinho Piquet, uma declaração relativa ao "pentelho de nada" que o tirou do Q3. Claro que não tem o equipamento nem a qualidade de Fernando Alonso, mas até que não foi mal. Só a dificuldade mórbida para explicar sua frustração.

Logo mais volto. Agora vou acompanhar a Indy em Indy e GP2, com o Lucas Di Grassi correndo com um caror que parece uma caixa de bombons Garoto.



Das poles, a mais bonita. Porque Jenson Button realmente não parecia consegui-la. 

As duas primeiras parciais no treino estavam acima daquelas feitas por Sebastian Vettel. A Red Bull já comemorava, ainda que timidamente. E cobriu o riso quando Button fez 1min20s527, 0s133 melhor que o esplêndido rebento alemão. Uma explosão de John Button, da namorada de Button, dos mecânicos de Button, do chefe de Button, de Button.

Dirão muitos que é muito cedo, aquele blablablá todo, retórico, metódico, diplomático e político, mas Button tem mais do que pinta de campeão.

Rubens Barrichello foi bem, chegou a ter a pole nas mãos, cravou o melhor tempo no Q2, já fizera isso na Malásia. Normal a cara glútea, sem referências à Hortência e sua declaração estelar, com o terceiro lugar. De quem sente que a rapadura não é só doce.

Paul Gilham/Getty

Logo atrás, Felipe Massa e um momento de ressurreição. E de confirmação de quem é o primeiro piloto da Ferrari. Numa análise mais extensa, de que Kimi Raikkonen, erro da Ferrari à parte, talve tenha conquistado um título mais porque a McLaren o perdeu em 2007. Kimi já foi muito melhor. Hoje é um piloto desmotivado. Está na Ferrari por conta de um polpudo salário. É mais ou menos o que foi Juan Pablo Montoya em seus momentos derradeiros na F1. 

Kimi, sim, tem uma estrela apagada. Tão logo leva de Luca di Montezemolo um pontapé nos fundilhos. Aí vai curtir a vida. Tomando sorvete e Coca-Cola.

Sobre Nelsinho Piquet, uma declaração relativa ao "pentelho de nada" que o tirou do Q3. Claro que não tem o equipamento nem a qualidade de Fernando Alonso, mas até que não foi mal. Só a dificuldade mórbida para explicar sua frustração.

Logo mais volto. Agora vou acompanhar a Indy em Indy e GP2, com o Lucas Di Grassi correndo com um caror que parece uma caixa de bombons Garoto.



Das poles, a mais bonita. Porque Jenson Button realmente não parecia consegui-la. 

As duas primeiras parciais no treino estavam acima daquelas feitas por Sebastian Vettel. A Red Bull já comemorava, ainda que timidamente. E cobriu o riso quando Button fez 1min20s527, 0s133 melhor que o esplêndido rebento alemão. Uma explosão de John Button, da namorada de Button, dos mecânicos de Button, do chefe de Button, de Button.

Dirão muitos que é muito cedo, aquele blablablá todo, retórico, metódico, diplomático e político, mas Button tem mais do que pinta de campeão.

Rubens Barrichello foi bem, chegou a ter a pole nas mãos, cravou o melhor tempo no Q2, já fizera isso na Malásia. Normal a cara glútea, sem referências à Hortência e sua declaração estelar, com o terceiro lugar. De quem sente que a rapadura não é só doce.

Paul Gilham/Getty

Logo atrás, Felipe Massa e um momento de ressurreição. E de confirmação de quem é o primeiro piloto da Ferrari. Numa análise mais extensa, de que Kimi Raikkonen, erro da Ferrari à parte, talve tenha conquistado um título mais porque a McLaren o perdeu em 2007. Kimi já foi muito melhor. Hoje é um piloto desmotivado. Está na Ferrari por conta de um polpudo salário. É mais ou menos o que foi Juan Pablo Montoya em seus momentos derradeiros na F1. 

Kimi, sim, tem uma estrela apagada. Tão logo leva de Luca di Montezemolo um pontapé nos fundilhos. Aí vai curtir a vida. Tomando sorvete e Coca-Cola.

Sobre Nelsinho Piquet, uma declaração relativa ao "pentelho de nada" que o tirou do Q3. Claro que não tem o equipamento nem a qualidade de Fernando Alonso, mas até que não foi mal. Só a dificuldade mórbida para explicar sua frustração.

Logo mais volto. Agora vou acompanhar a Indy em Indy e GP2, com o Lucas Di Grassi correndo com um caror que parece uma caixa de bombons Garoto.



Pataquada de Vitonez às 11h16
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Made in Japan

Depois do coice que o touro vermelho italiano deu no começo do ano, Takuma Sato assimilou o golpe. A patada nos fundilhos jogou-lhe na América. É lá que o japonês vai tentar revitalizar a carreira.

Sato está em Indianápolis. Nesta sexta, esteve reunido com a chefia da KV — Kevin Kalkhoven e Jimmy Vasser —, no motorhome da equipe.

A KV tem um caro fixo durante a temporada da Indy, com o brasileiro Mario Moraes. Triplicou as operações para a prova mais importante do campeonato, chamando Paul "Piggy" Tracy e Townsend Bell, conhecido por estas bandas como Sino do Envio da Cidade. Tracy também deve correr, segundo soube o Blog Victal, nas etapas canadenses de Edmonton e Toronto. Sato entraria na equipe na etapa de Motegi, ninado pela Honda, fornecedora única da categoria e responsável pela chegada do piloto à F1.

Bom pra Indy. Melhor pra Sato.



Depois do coice que o touro vermelho italiano deu no começo do ano, Takuma Sato assimilou o golpe. A patada nos fundilhos jogou-lhe na América. É lá que o japonês vai tentar revitalizar a carreira.

Sato está em Indianápolis. Nesta sexta, esteve reunido com a chefia da KV — Kevin Kalkhoven e Jimmy Vasser —, no motorhome da equipe.

A KV tem um caro fixo durante a temporada da Indy, com o brasileiro Mario Moraes. Triplicou as operações para a prova mais importante do campeonato, chamando Paul "Piggy" Tracy e Townsend Bell, conhecido por estas bandas como Sino do Envio da Cidade. Tracy também deve correr, segundo soube o Blog Victal, nas etapas canadenses de Edmonton e Toronto. Sato entraria na equipe na etapa de Motegi, ninado pela Honda, fornecedora única da categoria e responsável pela chegada do piloto à F1.

Bom pra Indy. Melhor pra Sato.



Depois do coice que o touro vermelho italiano deu no começo do ano, Takuma Sato assimilou o golpe. A patada nos fundilhos jogou-lhe na América. É lá que o japonês vai tentar revitalizar a carreira.

Sato está em Indianápolis. Nesta sexta, esteve reunido com a chefia da KV — Kevin Kalkhoven e Jimmy Vasser —, no motorhome da equipe.

A KV tem um caro fixo durante a temporada da Indy, com o brasileiro Mario Moraes. Triplicou as operações para a prova mais importante do campeonato, chamando Paul "Piggy" Tracy e Townsend Bell, conhecido por estas bandas como Sino do Envio da Cidade. Tracy também deve correr, segundo soube o Blog Victal, nas etapas canadenses de Edmonton e Toronto. Sato entraria na equipe na etapa de Motegi, ninado pela Honda, fornecedora única da categoria e responsável pela chegada do piloto à F1.

Bom pra Indy. Melhor pra Sato.



Pataquada de Vitonez às 02h40
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Stock e o "dia livre" nas corridas

Não podia deixar de passar despercebida a programação da D. Stock para Santa Cruz do Sul, na semana que vem.

Aí tá lá: primeiro treino livre da Pick-up Racing marcado para 8 da manhã da sexta, 15. Normal, tem Stock Car e Light no fim de semana. Aí o segundo treino acontece às 11h. Também sussa. Aí a classificação: às 14h. Também da sexta. Porque no sábado não tem nada.

A D. Stock marcou a Pick-up para sexta e para domingo. O que é ótimo para os pilotos, porque eles podem curtir a sexta à noite nas várias baladas de Santa Cruz sem ter preocupação alguma de acordar cedo no sábado. E durante o sábado podem, depois do almoço, fazer um tour pela próspera Santa Cruz, a pizzaria perto da praça, a praça, a igreja perto da praça, jogar pebolim e pingue-pongue no Aquárius ou no Charrua. Só não terão muita facilidade para acessar à internet e ficar jogando conversa para o alto. Nem precisarão de muito cuidado para dormirem um pouco mais cedo depois de um dia de folga num fim de semana de corrida porque a tal corrida do domingo é só às 14h.

Cuidado só aos pilotos da Pick-up para não baterem no segundo treino. Um descuido, e a classificação, pouco mais de duas horas depois, vai para o ralo. Sorte que as equipes, num caso  mais grave, terão mais de um dia para consertarem eventuais estragos, e, uau!, a corrida está garantida.

Uma oferta da D. Stock, também dando mimos e regalos para que os patrocinadores façam suas longas ações promocionais no sábado, afinal os patrocinadores aparecerão por quatro ou cinco minutos na transmissão ao vivo de domingo, e todos saem felizes e contentes.

A D. Stock é muito legal.

Peguei o Troféu Joinha ao lado d'O Blog do Markinho, Não conheço o Markinho, mas simpatizei com seu blog e uma rápida passada em uma auto-entrevista. Se este prêmio for de sua autoria, ganha meus profundos parabéns. É um troféu muito bem desenhado. A D. Stock poderia ter uma livre inspiração nele para as próximas premiações.



Não podia deixar de passar despercebida a programação da D. Stock para Santa Cruz do Sul, na semana que vem.

Aí tá lá: primeiro treino livre da Pick-up Racing marcado para 8 da manhã da sexta, 15. Normal, tem Stock Car e Light no fim de semana. Aí o segundo treino acontece às 11h. Também sussa. Aí a classificação: às 14h. Também da sexta. Porque no sábado não tem nada.

A D. Stock marcou a Pick-up para sexta e para domingo. O que é ótimo para os pilotos, porque eles podem curtir a sexta à noite nas várias baladas de Santa Cruz sem ter preocupação alguma de acordar cedo no sábado. E durante o sábado podem, depois do almoço, fazer um tour pela próspera Santa Cruz, a pizzaria perto da praça, a praça, a igreja perto da praça, jogar pebolim e pingue-pongue no Aquárius ou no Charrua. Só não terão muita facilidade para acessar à internet e ficar jogando conversa para o alto. Nem precisarão de muito cuidado para dormirem um pouco mais cedo depois de um dia de folga num fim de semana de corrida porque a tal corrida do domingo é só às 14h.

Cuidado só aos pilotos da Pick-up para não baterem no segundo treino. Um descuido, e a classificação, pouco mais de duas horas depois, vai para o ralo. Sorte que as equipes, num caso  mais grave, terão mais de um dia para consertarem eventuais estragos, e, uau!, a corrida está garantida.

Uma oferta da D. Stock, também dando mimos e regalos para que os patrocinadores façam suas longas ações promocionais no sábado, afinal os patrocinadores aparecerão por quatro ou cinco minutos na transmissão ao vivo de domingo, e todos saem felizes e contentes.

A D. Stock é muito legal.

Peguei o Troféu Joinha ao lado d'O Blog do Markinho, Não conheço o Markinho, mas simpatizei com seu blog e uma rápida passada em uma auto-entrevista. Se este prêmio for de sua autoria, ganha meus profundos parabéns. É um troféu muito bem desenhado. A D. Stock poderia ter uma livre inspiração nele para as próximas premiações.



Não podia deixar de passar despercebida a programação da D. Stock para Santa Cruz do Sul, na semana que vem.

Aí tá lá: primeiro treino livre da Pick-up Racing marcado para 8 da manhã da sexta, 15. Normal, tem Stock Car e Light no fim de semana. Aí o segundo treino acontece às 11h. Também sussa. Aí a classificação: às 14h. Também da sexta. Porque no sábado não tem nada.

A D. Stock marcou a Pick-up para sexta e para domingo. O que é ótimo para os pilotos, porque eles podem curtir a sexta à noite nas várias baladas de Santa Cruz sem ter preocupação alguma de acordar cedo no sábado. E durante o sábado podem, depois do almoço, fazer um tour pela próspera Santa Cruz, a pizzaria perto da praça, a praça, a igreja perto da praça, jogar pebolim e pingue-pongue no Aquárius ou no Charrua. Só não terão muita facilidade para acessar à internet e ficar jogando conversa para o alto. Nem precisarão de muito cuidado para dormirem um pouco mais cedo depois de um dia de folga num fim de semana de corrida porque a tal corrida do domingo é só às 14h.

Cuidado só aos pilotos da Pick-up para não baterem no segundo treino. Um descuido, e a classificação, pouco mais de duas horas depois, vai para o ralo. Sorte que as equipes, num caso  mais grave, terão mais de um dia para consertarem eventuais estragos, e, uau!, a corrida está garantida.

Uma oferta da D. Stock, também dando mimos e regalos para que os patrocinadores façam suas longas ações promocionais no sábado, afinal os patrocinadores aparecerão por quatro ou cinco minutos na transmissão ao vivo de domingo, e todos saem felizes e contentes.

A D. Stock é muito legal.

Peguei o Troféu Joinha ao lado d'O Blog do Markinho, Não conheço o Markinho, mas simpatizei com seu blog e uma rápida passada em uma auto-entrevista. Se este prêmio for de sua autoria, ganha meus profundos parabéns. É um troféu muito bem desenhado. A D. Stock poderia ter uma livre inspiração nele para as próximas premiações.



Pataquada de Vitonez às 02h11
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Duas deserções?

Corre um incipiente boato na F1 que, ao passo que cinco equipes estão interessadas em entrar na temporada 2010, uma já teria feito reuniões para decidir sua saída e outra começa a repensar seus planos na categoria por ter só atingido 1/10 do que pretendia até esta parte do Mundial.

A ver.



Corre um incipiente boato na F1 que, ao passo que cinco equipes estão interessadas em entrar na temporada 2010, uma já teria feito reuniões para decidir sua saída e outra começa a repensar seus planos na categoria por ter só atingido 1/10 do que pretendia até esta parte do Mundial.

A ver.



Corre um incipiente boato na F1 que, ao passo que cinco equipes estão interessadas em entrar na temporada 2010, uma já teria feito reuniões para decidir sua saída e outra começa a repensar seus planos na categoria por ter só atingido 1/10 do que pretendia até esta parte do Mundial.

A ver.



Pataquada de Vitonez às 22h25
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Nakajima e Barcelona

Um dia sem atualização, e estamos de volta.

Aí eu venho para o iG, ligo a TV, 20 e tantos minutos para o fim, e Kazuki Nakajima na ponta em Barcelona.

O mesmo Nakajima que nos treinos de pré-temporada havia estabelecido o melhor tempo.

Deve ser aquele caso de piloto que se adapta ao circuito. Tipo Massa na Turquia e no Brasil.

Só pode.



Um dia sem atualização, e estamos de volta.

Aí eu venho para o iG, ligo a TV, 20 e tantos minutos para o fim, e Kazuki Nakajima na ponta em Barcelona.

O mesmo Nakajima que nos treinos de pré-temporada havia estabelecido o melhor tempo.

Deve ser aquele caso de piloto que se adapta ao circuito. Tipo Massa na Turquia e no Brasil.

Só pode.



Um dia sem atualização, e estamos de volta.

Aí eu venho para o iG, ligo a TV, 20 e tantos minutos para o fim, e Kazuki Nakajima na ponta em Barcelona.

O mesmo Nakajima que nos treinos de pré-temporada havia estabelecido o melhor tempo.

Deve ser aquele caso de piloto que se adapta ao circuito. Tipo Massa na Turquia e no Brasil.

Só pode.



Pataquada de Vitonez às 10h14
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Erro e outro erro

E Hortência pediu desculpas por ter falado o que falou.

Só que, em seu blog, disse que errou ao falar de "Barriquelo".

É... digamos que foi mais um erro. 

Paulo Tescarolo, sub-editor do Esportes do iG, comentou algo no sentido de que é normal a confusão da ortografia. "Vindo de quem vem... eu aprendi na escola que é hortênsia, com 's'."

Diria o @barrichellogp do Twitter que o Paulo "eh um cara legal".



E Hortência pediu desculpas por ter falado o que falou.

Só que, em seu blog, disse que errou ao falar de "Barriquelo".

É... digamos que foi mais um erro. 

Paulo Tescarolo, sub-editor do Esportes do iG, comentou algo no sentido de que é normal a confusão da ortografia. "Vindo de quem vem... eu aprendi na escola que é hortênsia, com 's'."

Diria o @barrichellogp do Twitter que o Paulo "eh um cara legal".



E Hortência pediu desculpas por ter falado o que falou.

Só que, em seu blog, disse que errou ao falar de "Barriquelo".

É... digamos que foi mais um erro. 

Paulo Tescarolo, sub-editor do Esportes do iG, comentou algo no sentido de que é normal a confusão da ortografia. "Vindo de quem vem... eu aprendi na escola que é hortênsia, com 's'."

Diria o @barrichellogp do Twitter que o Paulo "eh um cara legal".



Pataquada de Vitonez às 17h05
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Enquete rápida

Se você fosse Rubens Barrichello, o que responderia à Hortência?

A melhor resposta ganha o episódio final de Prison Break.



Se você fosse Rubens Barrichello, o que responderia à Hortência?

A melhor resposta ganha o episódio final de Prison Break.



Se você fosse Rubens Barrichello, o que responderia à Hortência?

A melhor resposta ganha o episódio final de Prison Break.



Pataquada de Vitonez às 13h01
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Mosley, sem filho, sem FIA

Max Mosley pode estar tendo ideias estapafúrdias e esdrúxulas, práticas aberrações da natureza da F1. Evidente que não se pode atrelar ao que vem acontecendo à vida pessoal, mas, de fato, as coisas não estão fáceis.

Mosley foi tratado como um velho putanheiro nazista, deixando os eufemismos de lado, quando teve suas brincadeiras com chicotinhos e roupas de menos com várias. Denúncia que, se suspeita, partiu de Ron Dennis, e que nunca será confirmada.

A poeira baixou, Mosley tentou resgatar o respeito que lhe sobrou, a vida começava a seguir. Agora vem a notícia da morte de seu filho.

Perder um filho, por não ser a sequência natural da existência, me parece ser muito mais dolorido do que perder um pai ou a mãe. Alexander Mosley, economista de renome na Inglaterra, 39 anos, possivelmente teve uma overdose.

É mais uma rasteira na alma de Max. E talvez ele não resista a esta, e profissionalmente abandone o comando da FIA para cuidar dos anos que lhe restam.

Pensamentos automobilísticos à parte, é o que ele faria de melhor.



Max Mosley pode estar tendo ideias estapafúrdias e esdrúxulas, práticas aberrações da natureza da F1. Evidente que não se pode atrelar ao que vem acontecendo à vida pessoal, mas, de fato, as coisas não estão fáceis.

Mosley foi tratado como um velho putanheiro nazista, deixando os eufemismos de lado, quando teve suas brincadeiras com chicotinhos e roupas de menos com várias. Denúncia que, se suspeita, partiu de Ron Dennis, e que nunca será confirmada.

A poeira baixou, Mosley tentou resgatar o respeito que lhe sobrou, a vida começava a seguir. Agora vem a notícia da morte de seu filho.

Perder um filho, por não ser a sequência natural da existência, me parece ser muito mais dolorido do que perder um pai ou a mãe. Alexander Mosley, economista de renome na Inglaterra, 39 anos, possivelmente teve uma overdose.

É mais uma rasteira na alma de Max. E talvez ele não resista a esta, e profissionalmente abandone o comando da FIA para cuidar dos anos que lhe restam.

Pensamentos automobilísticos à parte, é o que ele faria de melhor.



Max Mosley pode estar tendo ideias estapafúrdias e esdrúxulas, práticas aberrações da natureza da F1. Evidente que não se pode atrelar ao que vem acontecendo à vida pessoal, mas, de fato, as coisas não estão fáceis.

Mosley foi tratado como um velho putanheiro nazista, deixando os eufemismos de lado, quando teve suas brincadeiras com chicotinhos e roupas de menos com várias. Denúncia que, se suspeita, partiu de Ron Dennis, e que nunca será confirmada.

A poeira baixou, Mosley tentou resgatar o respeito que lhe sobrou, a vida começava a seguir. Agora vem a notícia da morte de seu filho.

Perder um filho, por não ser a sequência natural da existência, me parece ser muito mais dolorido do que perder um pai ou a mãe. Alexander Mosley, economista de renome na Inglaterra, 39 anos, possivelmente teve uma overdose.

É mais uma rasteira na alma de Max. E talvez ele não resista a esta, e profissionalmente abandone o comando da FIA para cuidar dos anos que lhe restam.

Pensamentos automobilísticos à parte, é o que ele faria de melhor.



Pataquada de Vitonez às 11h46
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iSport e Campos procuram Dallara

A iSport e a nova Campos, rebatizada de Addax, foram atrás da Dallara para negociar uma entrada na F1 em 2010, pode confirmar o Blog Victal.

A facilitação que a FIA proporcionou ao ingresso de novas equipes na categoria vai na contramão do tempo que a entidade disponibilizou para que as interessadas garantam inscrição para o ano que vem. Os times debutantes terão de arrumar um orçamento de R$ 129 milhões até 12 de junho.

Paul Jackson, dono da iSport, e Alejandro Agag, proprietário da Addax, procuraram a fabricante italiana para dados sobre a fabricação do chassi e até mesmo ser ela a fornecedora. Entraria nos moldes da Red Bull Technology, que faz os carros da Red Bull e da Toro Rosso.

A iSport já confirmou interesse em, subindo para a F1, ter Bruno Senna em seu elenco.



A iSport e a nova Campos, rebatizada de Addax, foram atrás da Dallara para negociar uma entrada na F1 em 2010, pode confirmar o Blog Victal.

A facilitação que a FIA proporcionou ao ingresso de novas equipes na categoria vai na contramão do tempo que a entidade disponibilizou para que as interessadas garantam inscrição para o ano que vem. Os times debutantes terão de arrumar um orçamento de R$ 129 milhões até 12 de junho.

Paul Jackson, dono da iSport, e Alejandro Agag, proprietário da Addax, procuraram a fabricante italiana para dados sobre a fabricação do chassi e até mesmo ser ela a fornecedora. Entraria nos moldes da Red Bull Technology, que faz os carros da Red Bull e da Toro Rosso.

A iSport já confirmou interesse em, subindo para a F1, ter Bruno Senna em seu elenco.



A iSport e a nova Campos, rebatizada de Addax, foram atrás da Dallara para negociar uma entrada na F1 em 2010, pode confirmar o Blog Victal.

A facilitação que a FIA proporcionou ao ingresso de novas equipes na categoria vai na contramão do tempo que a entidade disponibilizou para que as interessadas garantam inscrição para o ano que vem. Os times debutantes terão de arrumar um orçamento de R$ 129 milhões até 12 de junho.

Paul Jackson, dono da iSport, e Alejandro Agag, proprietário da Addax, procuraram a fabricante italiana para dados sobre a fabricação do chassi e até mesmo ser ela a fornecedora. Entraria nos moldes da Red Bull Technology, que faz os carros da Red Bull e da Toro Rosso.

A iSport já confirmou interesse em, subindo para a F1, ter Bruno Senna em seu elenco.



Pataquada de Vitonez às 19h33
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Twittando

Faltam 4 seguidores para que o Twitter do Grande Prêmio atinja a marca de 1.000.

O Twitter se tornou uma febre mundial. No início era tido como um "reality show" próprio, pelo qual a pessoa explanava, no máximo em 140 caracteres, o que fazia da vida diariamente. Tem, claro, quem faça isso, o que creio ser mais do que uma febre, talvez um pré-estado de coma. Mas até que tem lá seu valor pela concisão do espaço, pelo caráter mais intimista.

O do Grande Prêmio é assim, e às vezes comenta outras coisas da vida. Afinal, como a gente sempre diz, o automobilismo não é tudo.

Indico aos caros internautas deste blog. Para entrar lá, clique aqui.



Faltam 4 seguidores para que o Twitter do Grande Prêmio atinja a marca de 1.000.

O Twitter se tornou uma febre mundial. No início era tido como um "reality show" próprio, pelo qual a pessoa explanava, no máximo em 140 caracteres, o que fazia da vida diariamente. Tem, claro, quem faça isso, o que creio ser mais do que uma febre, talvez um pré-estado de coma. Mas até que tem lá seu valor pela concisão do espaço, pelo caráter mais intimista.

O do Grande Prêmio é assim, e às vezes comenta outras coisas da vida. Afinal, como a gente sempre diz, o automobilismo não é tudo.

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Faltam 4 seguidores para que o Twitter do Grande Prêmio atinja a marca de 1.000.

O Twitter se tornou uma febre mundial. No início era tido como um "reality show" próprio, pelo qual a pessoa explanava, no máximo em 140 caracteres, o que fazia da vida diariamente. Tem, claro, quem faça isso, o que creio ser mais do que uma febre, talvez um pré-estado de coma. Mas até que tem lá seu valor pela concisão do espaço, pelo caráter mais intimista.

O do Grande Prêmio é assim, e às vezes comenta outras coisas da vida. Afinal, como a gente sempre diz, o automobilismo não é tudo.

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Pataquada de Vitonez às 13h18
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Brawn é maior que Honda

Francisco Luz traz no Grande Prêmio uma pesquisa mui interessante: a Brawn, em quatro corridas, conseguiu fazer mais do que a Honda, que tem uma história de 45 anos na F1, considerando sua estreia em 1964.

Aí vem Bernie Ecclestone dizer que "não, o nome Brawn não significa nada. Tinham de manter Honda".

Meu tio Wilson falaria: "Ah, vá lamber sabão."



Francisco Luz traz no Grande Prêmio uma pesquisa mui interessante: a Brawn, em quatro corridas, conseguiu fazer mais do que a Honda, que tem uma história de 45 anos na F1, considerando sua estreia em 1964.

Aí vem Bernie Ecclestone dizer que "não, o nome Brawn não significa nada. Tinham de manter Honda".

Meu tio Wilson falaria: "Ah, vá lamber sabão."



Francisco Luz traz no Grande Prêmio uma pesquisa mui interessante: a Brawn, em quatro corridas, conseguiu fazer mais do que a Honda, que tem uma história de 45 anos na F1, considerando sua estreia em 1964.

Aí vem Bernie Ecclestone dizer que "não, o nome Brawn não significa nada. Tinham de manter Honda".

Meu tio Wilson falaria: "Ah, vá lamber sabão."



Pataquada de Vitonez às 11h51
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Renovar é preciso

A FIA comunicou ao mundo que a temporada do ano que vem vai ter seu campeão definido por quantidade de vitórias, ideia defenestrada, rechaçada e por grande maioria odiada quando tentou ser imposta para este ano. Que, nesta altura do campeonato, já teria Jenson Button com larga vantagem.

Some-se a isso a declaração de Bernie veiculada ontem na mídia inglesa, falando de que o nome Brawn não significava nada e que a equipe deveria ter mantido o nome Honda é uma destas pérolas que corroboram o pouco funcionamento dos neurônios do veterano. Beira o insano querer continuar com Honda, uma equipe sem vínculo algum com a Honda, com motores Mercedes. E não olhar para ver os exemplos de Bruce McLaren e Frank Williams.

Por trás de uma simples proposta e de uma declaração comum, tais fatos evidenciam que a F1 e a FIA precisam de uma renovação em seu comando. Bernie já dedicou muito tempo de sua vida e ganhou uma caixa-forte com seu autorama. O mesmo se aplica a Max Mosley, que trouxe benefícios ao esporte e ao automóvel como um todo. Mas já se faz hora de dar uma arejada.

É difícil largar do bastão do poder. Mas seria a melhor das ideias que eles tomariam nos últimos tempos. 



A FIA comunicou ao mundo que a temporada do ano que vem vai ter seu campeão definido por quantidade de vitórias, ideia defenestrada, rechaçada e por grande maioria odiada quando tentou ser imposta para este ano. Que, nesta altura do campeonato, já teria Jenson Button com larga vantagem.

Some-se a isso a declaração de Bernie veiculada ontem na mídia inglesa, falando de que o nome Brawn não significava nada e que a equipe deveria ter mantido o nome Honda é uma destas pérolas que corroboram o pouco funcionamento dos neurônios do veterano. Beira o insano querer continuar com Honda, uma equipe sem vínculo algum com a Honda, com motores Mercedes. E não olhar para ver os exemplos de Bruce McLaren e Frank Williams.

Por trás de uma simples proposta e de uma declaração comum, tais fatos evidenciam que a F1 e a FIA precisam de uma renovação em seu comando. Bernie já dedicou muito tempo de sua vida e ganhou uma caixa-forte com seu autorama. O mesmo se aplica a Max Mosley, que trouxe benefícios ao esporte e ao automóvel como um todo. Mas já se faz hora de dar uma arejada.

É difícil largar do bastão do poder. Mas seria a melhor das ideias que eles tomariam nos últimos tempos. 



A FIA comunicou ao mundo que a temporada do ano que vem vai ter seu campeão definido por quantidade de vitórias, ideia defenestrada, rechaçada e por grande maioria odiada quando tentou ser imposta para este ano. Que, nesta altura do campeonato, já teria Jenson Button com larga vantagem.

Some-se a isso a declaração de Bernie veiculada ontem na mídia inglesa, falando de que o nome Brawn não significava nada e que a equipe deveria ter mantido o nome Honda é uma destas pérolas que corroboram o pouco funcionamento dos neurônios do veterano. Beira o insano querer continuar com Honda, uma equipe sem vínculo algum com a Honda, com motores Mercedes. E não olhar para ver os exemplos de Bruce McLaren e Frank Williams.

Por trás de uma simples proposta e de uma declaração comum, tais fatos evidenciam que a F1 e a FIA precisam de uma renovação em seu comando. Bernie já dedicou muito tempo de sua vida e ganhou uma caixa-forte com seu autorama. O mesmo se aplica a Max Mosley, que trouxe benefícios ao esporte e ao automóvel como um todo. Mas já se faz hora de dar uma arejada.

É difícil largar do bastão do poder. Mas seria a melhor das ideias que eles tomariam nos últimos tempos. 



Pataquada de Vitonez às 10h59
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Mais um pouquinho de Brasil

Délis Ortiz, competente repórter da Globo, entra ao vivo no Fantástico para falar sobre a gripe suína e o caso de suspeita a mais da doença no Brasil.

Como plano de fundo, o prédio do Ministério da Saúde.

Bem de canto, pontos pretos se mexem no chão.

Dois ratos.



Délis Ortiz, competente repórter da Globo, entra ao vivo no Fantástico para falar sobre a gripe suína e o caso de suspeita a mais da doença no Brasil.

Como plano de fundo, o prédio do Ministério da Saúde.

Bem de canto, pontos pretos se mexem no chão.

Dois ratos.



Délis Ortiz, competente repórter da Globo, entra ao vivo no Fantástico para falar sobre a gripe suína e o caso de suspeita a mais da doença no Brasil.

Como plano de fundo, o prédio do Ministério da Saúde.

Bem de canto, pontos pretos se mexem no chão.

Dois ratos.



Pataquada de Vitonez às 22h52
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Um pouquinho de Brasil

Eu não vi, mas o Bruno Terena me falou, então é isso.

Quer dizer que no horário da corrida da Stock a Globo estava passando um interessante... desafio de judô?

Puxa vida, como é bom para a imagem da Stock ter 1/3 de suas corridas exibidas só cinco minutinhos. Como a Stock é altruísta por dar espaço ao judô, futuramente à bocha, ao pebolim e ao ioiô. Como é inovadora a Globo, por criar um sistema de ter um evento e abrir mão dele apenas para mostrar seu fim. Imaginem só o futebol, só ver a partida a partir dos 35 do segundo tempo.

O Terena diria, cantando: "Isso aqui, ô, ô..."



Eu não vi, mas o Bruno Terena me falou, então é isso.

Quer dizer que no horário da corrida da Stock a Globo estava passando um interessante... desafio de judô?

Puxa vida, como é bom para a imagem da Stock ter 1/3 de suas corridas exibidas só cinco minutinhos. Como a Stock é altruísta por dar espaço ao judô, futuramente à bocha, ao pebolim e ao ioiô. Como é inovadora a Globo, por criar um sistema de ter um evento e abrir mão dele apenas para mostrar seu fim. Imaginem só o futebol, só ver a partida a partir dos 35 do segundo tempo.

O Terena diria, cantando: "Isso aqui, ô, ô..."



Eu não vi, mas o Bruno Terena me falou, então é isso.

Quer dizer que no horário da corrida da Stock a Globo estava passando um interessante... desafio de judô?

Puxa vida, como é bom para a imagem da Stock ter 1/3 de suas corridas exibidas só cinco minutinhos. Como a Stock é altruísta por dar espaço ao judô, futuramente à bocha, ao pebolim e ao ioiô. Como é inovadora a Globo, por criar um sistema de ter um evento e abrir mão dele apenas para mostrar seu fim. Imaginem só o futebol, só ver a partida a partir dos 35 do segundo tempo.

O Terena diria, cantando: "Isso aqui, ô, ô..."



Pataquada de Vitonez às 22h10
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Quando o silêncio é o melhor sentimento

Era o domingo que marcava um feriado que não dava nenhuma folga na escola, o que dispensava a utilidade prática do feriado. Mais um domingo que marcava o perturbante despertar antes das 8 da manhã para que tivesse de me arrumar para ir ao catecismo da igreja pequena do bairro, porque nossos pais ainda carregavam aquela coisa de seguir os dogmas e leis católicos, e eles ficavam com aquele discurso quase papal de que quem não fizesse catecismo teria dificuldades ao casar, e eu, à época, não tinha como discutir ou contra-argumentar, e lá ia eu fazer o tal catecismo. Pelo menos eram só uns quatro meses; a igreja aceitou meu histórico em colégio católico, e eu pude reduzir o prazo, que seria muito pesado chamar de penitência.

 

Era também o domingo que seguia a morte de Ratzenberger, e ainda na minha cabeça de fã de F1, era complicado aceitar que um dos personagens da novela que eu acompanhava desde os 8 havia desaparecido, assim, num estalar de dedos num muro, como qualquer coadjuvante que não faria falta no enredo. Era necessário ouvir rádio e TV, ainda. O novo dia poderia ser só a constatação de um pesadelo; aquilo não tinha acontecido. E quando a transmissão começou direto de Ímola, tudo foi resgatado.

 

Sabia que veria apenas as primeiras voltas. Por tudo, liguei o vídeo-cassete, e as cenas ao vivo começavam a ser gravadas. Tinha de sair para ouvir as lições das quais já estava enfadado, a moça que entoava os cantos, a senhora que se esmerava nos tons mais altos, o padre, os demais colegas, a missa e tudo mais. Fui relutando, e a corrida estava para começar.

 

Vi a largada, Senna, Schumacher, a disputa, o acidente na largada, Lehto e mais um de que não me lembro, a bandeira amarela e o motivo para acompanhar mais um pouco. A segunda, a terceira, a quarta, a quinta, a sexta volta... a volta que não teve fim. A volta que marcou um fim.

 

Nunca fui fã de Senna, devo confessar. Nunca torci por ninguém a não ser por Pierluigi Martini — sempre gostei do 23 e da Minardi — e de Jacques Villeneuve. Admirava e respeitava, como não, a pilotagem, talvez levado por todo mis-en-scene criado por Galvão, o grande responsável pela formação, criação e molde do ídolo e do mito. Não houve quem não ficasse ao menos tocado com a cena do resgate, o sangue, a cabeça que caiu e que parecia demonstrar um sinal de sobrevivência e a voz ensurdecedora da dor da transmissão.

 

Estava atrasado e tive de partir. Pela janela da porta, pedi a minha mãe que assistisse à corrida. Não bem à corrida, se me fiz entender. Cheguei à igreja, contei ao pessoal, a grande maioria não sabia, e logo Marina, a auxiliar, chamou o padre de lado e lhe pediu que ao final da missa fizesse uma oração.

 

Compromissos religiosos findados, corri para casa. Vi minha mãe com os olhos vermelhos, a denúncia clara do choro intenso de segundos atrás com pausas curtas. A corrida ainda não havia acabado, e quem se importava com a corrida?, foda-se a corrida, o rádio ligado, nem me importei com o rádio, a memória não guardou nada que vinha dele, só da sequência de notícias cada vez mais alarmantes da TV que já denunciavam que o pior viria. As argumentações religiosas retornaram, partindo de uma espírita, e a morte era explicada naquele movimento de cabeça: a alma havia deixado o corpo de Senna.

 

E Senna morreu, informou Cabrini. A notícia que nenhum repórter gostaria de dar.

 

Eu já tinha uma parca noção de que seria jornalista, mas pensar que um dia eu provavelmente teria de lidar com isso foi algo que jamais passou por minha cabeça. A notícia do dia anterior tinha me calejado rapidamente, e aceitar a verdade sem achar que aquilo acabaria num estalar de dedos foi mais fácil. Era estranho por ser um nosso. Nesse sentido, a nacionalidade nos aproxima demais, nos irmana. O mundo passaria a olhar para o Brasil por alguns dias como algo uno, como nunca provavelmente aconteceu ou voltará a ocorrer na história. O Brasil não teve violência, não teve roubo, não cometeu crime. Simplesmente dormiu e acordou Senna até o momento em que foi enterrado.

 

O vídeo cassete funcionava a pleno. Todo o noticiário e o desenrolar dos fatos, do hospital de Bolonha ao traslado do corpo para São Paulo e o ritual fúnebre nas ruas, a segunda, a madrugada em claro, o colchão no chão do quarto dos meus pais porque o meu estava sendo pintado e o odor da tinta impregnava, o banho rápido, o uniforme tricolor da escola, a ida à escola, a escola em silêncio, o assunto único, a sala de aula sem aula, as TVs todas ligadas, o choro dos colegas, que traziam preto em algum lugar da roupa para simbolizar o luto, o horário do recreio e o recreio vazio, sem o barulho do pátio ou do vendedor da lanchonete, tudo parado, tudo abissalmente parado, símbolo do tal Brasil único.

 

Não chorei em nenhum momento. O choque da realidade petrificou as ações. O silêncio calou o sentimento.

 



Era o domingo que marcava um feriado que não dava nenhuma folga na escola, o que dispensava a utilidade prática do feriado. Mais um domingo que marcava o perturbante despertar antes das 8 da manhã para que tivesse de me arrumar para ir ao catecismo da igreja pequena do bairro, porque nossos pais ainda carregavam aquela coisa de seguir os dogmas e leis católicos, e eles ficavam com aquele discurso quase papal de que quem não fizesse catecismo teria dificuldades ao casar, e eu, à época, não tinha como discutir ou contra-argumentar, e lá ia eu fazer o tal catecismo. Pelo menos eram só uns quatro meses; a igreja aceitou meu histórico em colégio católico, e eu pude reduzir o prazo, que seria muito pesado chamar de penitência.

 

Era também o domingo que seguia a morte de Ratzenberger, e ainda na minha cabeça de fã de F1, era complicado aceitar que um dos personagens da novela que eu acompanhava desde os 8 havia desaparecido, assim, num estalar de dedos num muro, como qualquer coadjuvante que não faria falta no enredo. Era necessário ouvir rádio e TV, ainda. O novo dia poderia ser só a constatação de um pesadelo; aquilo não tinha acontecido. E quando a transmissão começou direto de Ímola, tudo foi resgatado.

 

Sabia que veria apenas as primeiras voltas. Por tudo, liguei o vídeo-cassete, e as cenas ao vivo começavam a ser gravadas. Tinha de sair para ouvir as lições das quais já estava enfadado, a moça que entoava os cantos, a senhora que se esmerava nos tons mais altos, o padre, os demais colegas, a missa e tudo mais. Fui relutando, e a corrida estava para começar.

 

Vi a largada, Senna, Schumacher, a disputa, o acidente na largada, Lehto e mais um de que não me lembro, a bandeira amarela e o motivo para acompanhar mais um pouco. A segunda, a terceira, a quarta, a quinta, a sexta volta... a volta que não teve fim. A volta que marcou um fim.

 

Nunca fui fã de Senna, devo confessar. Nunca torci por ninguém a não ser por Pierluigi Martini — sempre gostei do 23 e da Minardi — e de Jacques Villeneuve. Admirava e respeitava, como não, a pilotagem, talvez levado por todo mis-en-scene criado por Galvão, o grande responsável pela formação, criação e molde do ídolo e do mito. Não houve quem não ficasse ao menos tocado com a cena do resgate, o sangue, a cabeça que caiu e que parecia demonstrar um sinal de sobrevivência e a voz ensurdecedora da dor da transmissão.

 

Estava atrasado e tive de partir. Pela janela da porta, pedi a minha mãe que assistisse à corrida. Não bem à corrida, se me fiz entender. Cheguei à igreja, contei ao pessoal, a grande maioria não sabia, e logo Marina, a auxiliar, chamou o padre de lado e lhe pediu que ao final da missa fizesse uma oração.

 

Compromissos religiosos findados, corri para casa. Vi minha mãe com os olhos vermelhos, a denúncia clara do choro intenso de segundos atrás com pausas curtas. A corrida ainda não havia acabado, e quem se importava com a corrida?, foda-se a corrida, o rádio ligado, nem me importei com o rádio, a memória não guardou nada que vinha dele, só da sequência de notícias cada vez mais alarmantes da TV que já denunciavam que o pior viria. As argumentações religiosas retornaram, partindo de uma espírita, e a morte era explicada naquele movimento de cabeça: a alma havia deixado o corpo de Senna.

 

E Senna morreu, informou Cabrini. A notícia que nenhum repórter gostaria de dar.

 

Eu já tinha uma parca noção de que seria jornalista, mas pensar que um dia eu provavelmente teria de lidar com isso foi algo que jamais passou por minha cabeça. A notícia do dia anterior tinha me calejado rapidamente, e aceitar a verdade sem achar que aquilo acabaria num estalar de dedos foi mais fácil. Era estranho por ser um nosso. Nesse sentido, a nacionalidade nos aproxima demais, nos irmana. O mundo passaria a olhar para o Brasil por alguns dias como algo uno, como nunca provavelmente aconteceu ou voltará a ocorrer na história. O Brasil não teve violência, não teve roubo, não cometeu crime. Simplesmente dormiu e acordou Senna até o momento em que foi enterrado.

 

O vídeo cassete funcionava a pleno. Todo o noticiário e o desenrolar dos fatos, do hospital de Bolonha ao traslado do corpo para São Paulo e o ritual fúnebre nas ruas, a segunda, a madrugada em claro, o colchão no chão do quarto dos meus pais porque o meu estava sendo pintado e o odor da tinta impregnava, o banho rápido, o uniforme tricolor da escola, a ida à escola, a escola em silêncio, o assunto único, a sala de aula sem aula, as TVs todas ligadas, o choro dos colegas, que traziam preto em algum lugar da roupa para simbolizar o luto, o horário do recreio e o recreio vazio, sem o barulho do pátio ou do vendedor da lanchonete, tudo parado, tudo abissalmente parado, símbolo do tal Brasil único.

 

Não chorei em nenhum momento. O choque da realidade petrificou as ações. O silêncio calou o sentimento.

 



Era o domingo que marcava um feriado que não dava nenhuma folga na escola, o que dispensava a utilidade prática do feriado. Mais um domingo que marcava o perturbante despertar antes das 8 da manhã para que tivesse de me arrumar para ir ao catecismo da igreja pequena do bairro, porque nossos pais ainda carregavam aquela coisa de seguir os dogmas e leis católicos, e eles ficavam com aquele discurso quase papal de que quem não fizesse catecismo teria dificuldades ao casar, e eu, à época, não tinha como discutir ou contra-argumentar, e lá ia eu fazer o tal catecismo. Pelo menos eram só uns quatro meses; a igreja aceitou meu histórico em colégio católico, e eu pude reduzir o prazo, que seria muito pesado chamar de penitência.

 

Era também o domingo que seguia a morte de Ratzenberger, e ainda na minha cabeça de fã de F1, era complicado aceitar que um dos personagens da novela que eu acompanhava desde os 8 havia desaparecido, assim, num estalar de dedos num muro, como qualquer coadjuvante que não faria falta no enredo. Era necessário ouvir rádio e TV, ainda. O novo dia poderia ser só a constatação de um pesadelo; aquilo não tinha acontecido. E quando a transmissão começou direto de Ímola, tudo foi resgatado.

 

Sabia que veria apenas as primeiras voltas. Por tudo, liguei o vídeo-cassete, e as cenas ao vivo começavam a ser gravadas. Tinha de sair para ouvir as lições das quais já estava enfadado, a moça que entoava os cantos, a senhora que se esmerava nos tons mais altos, o padre, os demais colegas, a missa e tudo mais. Fui relutando, e a corrida estava para começar.

 

Vi a largada, Senna, Schumacher, a disputa, o acidente na largada, Lehto e mais um de que não me lembro, a bandeira amarela e o motivo para acompanhar mais um pouco. A segunda, a terceira, a quarta, a quinta, a sexta volta... a volta que não teve fim. A volta que marcou um fim.

 

Nunca fui fã de Senna, devo confessar. Nunca torci por ninguém a não ser por Pierluigi Martini — sempre gostei do 23 e da Minardi — e de Jacques Villeneuve. Admirava e respeitava, como não, a pilotagem, talvez levado por todo mis-en-scene criado por Galvão, o grande responsável pela formação, criação e molde do ídolo e do mito. Não houve quem não ficasse ao menos tocado com a cena do resgate, o sangue, a cabeça que caiu e que parecia demonstrar um sinal de sobrevivência e a voz ensurdecedora da dor da transmissão.

 

Estava atrasado e tive de partir. Pela janela da porta, pedi a minha mãe que assistisse à corrida. Não bem à corrida, se me fiz entender. Cheguei à igreja, contei ao pessoal, a grande maioria não sabia, e logo Marina, a auxiliar, chamou o padre de lado e lhe pediu que ao final da missa fizesse uma oração.

 

Compromissos religiosos findados, corri para casa. Vi minha mãe com os olhos vermelhos, a denúncia clara do choro intenso de segundos atrás com pausas curtas. A corrida ainda não havia acabado, e quem se importava com a corrida?, foda-se a corrida, o rádio ligado, nem me importei com o rádio, a memória não guardou nada que vinha dele, só da sequência de notícias cada vez mais alarmantes da TV que já denunciavam que o pior viria. As argumentações religiosas retornaram, partindo de uma espírita, e a morte era explicada naquele movimento de cabeça: a alma havia deixado o corpo de Senna.

 

E Senna morreu, informou Cabrini. A notícia que nenhum repórter gostaria de dar.

 

Eu já tinha uma parca noção de que seria jornalista, mas pensar que um dia eu provavelmente teria de lidar com isso foi algo que jamais passou por minha cabeça. A notícia do dia anterior tinha me calejado rapidamente, e aceitar a verdade sem achar que aquilo acabaria num estalar de dedos foi mais fácil. Era estranho por ser um nosso. Nesse sentido, a nacionalidade nos aproxima demais, nos irmana. O mundo passaria a olhar para o Brasil por alguns dias como algo uno, como nunca provavelmente aconteceu ou voltará a ocorrer na história. O Brasil não teve violência, não teve roubo, não cometeu crime. Simplesmente dormiu e acordou Senna até o momento em que foi enterrado.

 

O vídeo cassete funcionava a pleno. Todo o noticiário e o desenrolar dos fatos, do hospital de Bolonha ao traslado do corpo para São Paulo e o ritual fúnebre nas ruas, a segunda, a madrugada em claro, o colchão no chão do quarto dos meus pais porque o meu estava sendo pintado e o odor da tinta impregnava, o banho rápido, o uniforme tricolor da escola, a ida à escola, a escola em silêncio, o assunto único, a sala de aula sem aula, as TVs todas ligadas, o choro dos colegas, que traziam preto em algum lugar da roupa para simbolizar o luto, o horário do recreio e o recreio vazio, sem o barulho do pátio ou do vendedor da lanchonete, tudo parado, tudo abissalmente parado, símbolo do tal Brasil único.

 

Não chorei em nenhum momento. O choque da realidade petrificou as ações. O silêncio calou o sentimento.

 



Pataquada de Vitonez às 03h16
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Grid gordo

O fato de a FIA ter aumentado o grid para 26 carros pode significar que, de fato, há quatro interessados em entrar na F1 em 2010.

Anos atrás, lembram-se?, a FIA fez uma espécie de licitação para saber que equipe deveria entrar no grid para compor as então 12 da categoria. Ganhou a Prodrive. E a Prodrive não vingou.

Porque a FIA prometeu um regulamento que auxiliava as equipes novas, que poderiam usar os carros das existentes, deixando de lado a característica de construtor. Aí voltou atrás, e David Richards mandou uma banana caramelada saborosa a Max Mosley.

A US-será-que-vou-ser-GPE-mesmo garantiu que vai. Richards agora quer ir, trazendo o valor da marca Aston Martin à F1. A Lola vem no embalo para resgatar a história e apagar a marca horrível de sua última entrada, há pouco mais de dez anos. E a iSport vai ser a primeira a subir da GP2.

Pelas novas regras, bem convidativas, outras equipes certamente vão se interessar. E terão de correr, afinal o começo de junho é o prazo final para inscrições. Seria uma delícia uma F1 de 15 equipes, pré-classificação, classificação, transformando as sextas-feiras em algo produtivo e útil. É uma ideia.

Eureka! Finalmente alguém pensou. 



O fato de a FIA ter aumentado o grid para 26 carros pode significar que, de fato, há quatro interessados em entrar na F1 em 2010.

Anos atrás, lembram-se?, a FIA fez uma espécie de licitação para saber que equipe deveria entrar no grid para compor as então 12 da categoria. Ganhou a Prodrive. E a Prodrive não vingou.

Porque a FIA prometeu um regulamento que auxiliava as equipes novas, que poderiam usar os carros das existentes, deixando de lado a característica de construtor. Aí voltou atrás, e David Richards mandou uma banana caramelada saborosa a Max Mosley.

A US-será-que-vou-ser-GPE-mesmo garantiu que vai. Richards agora quer ir, trazendo o valor da marca Aston Martin à F1. A Lola vem no embalo para resgatar a história e apagar a marca horrível de sua última entrada, há pouco mais de dez anos. E a iSport vai ser a primeira a subir da GP2.

Pelas novas regras, bem convidativas, outras equipes certamente vão se interessar. E terão de correr, afinal o começo de junho é o prazo final para inscrições. Seria uma delícia uma F1 de 15 equipes, pré-classificação, classificação, transformando as sextas-feiras em algo produtivo e útil. É uma ideia.

Eureka! Finalmente alguém pensou. 



O fato de a FIA ter aumentado o grid para 26 carros pode significar que, de fato, há quatro interessados em entrar na F1 em 2010.

Anos atrás, lembram-se?, a FIA fez uma espécie de licitação para saber que equipe deveria entrar no grid para compor as então 12 da categoria. Ganhou a Prodrive. E a Prodrive não vingou.

Porque a FIA prometeu um regulamento que auxiliava as equipes novas, que poderiam usar os carros das existentes, deixando de lado a característica de construtor. Aí voltou atrás, e David Richards mandou uma banana caramelada saborosa a Max Mosley.

A US-será-que-vou-ser-GPE-mesmo garantiu que vai. Richards agora quer ir, trazendo o valor da marca Aston Martin à F1. A Lola vem no embalo para resgatar a história e apagar a marca horrível de sua última entrada, há pouco mais de dez anos. E a iSport vai ser a primeira a subir da GP2.

Pelas novas regras, bem convidativas, outras equipes certamente vão se interessar. E terão de correr, afinal o começo de junho é o prazo final para inscrições. Seria uma delícia uma F1 de 15 equipes, pré-classificação, classificação, transformando as sextas-feiras em algo produtivo e útil. É uma ideia.

Eureka! Finalmente alguém pensou. 



Pataquada de Vitonez às 14h17
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Memórias de 15 anos

São alguns flashes, apenas. Provavelmente estava na sala da frente, o sofá verde ou branco. Aí veio a batida. Que se a gente for ver e rever hoje, entendam bem, não é das mais impactantes — há muitas outras cujos resultados são visualmente muito piores para o carro e tranquilos ao piloto. O carro roxo da MTV havia batido, dado dois ou três giros, e a cabeça do Berger de maior nome reclinado à esquerda. Era assim que eu tratava na época.

Não tinha a noção do que poderia acontecer. Por mais que se chegasse gente para o socorro, aqueles homens ali faziam parte de um espetáculo teatral ou de uma novela para mim. A morte era ficção, não existia na realidade. Tudo isso foi quebrado com seu anúncio: Roland Ratzenberger não havia resistido ao impacto.

Criança, duvidei. Achava que ainda fazia parte de uma peça. Subi para o andar de cima da casa e fiquei andando diversas vezes pelo corredor que levava ao quarto do meu tio esperando que a Globo confirmasse a notícia no Jornal Hoje. E foi assim que caí em mim, horas mais tarde.

À época, meus pais assinavam o Estadão, e eu segurava fixamente o jornal de sexta olhando para o noticiário dos treinos livres, sobre o acidente de Rubens Barrichello. Transferia tudo que havia ouvido para aquelas linhas, creio escritas pelo Livio Oricchio, e aguardava pela edição de domingo para ratificar de vez tudo aquilo que havia acontecido.

Curiosamente não lembro mais nada daquele dia. Só o de ouvir exaustivamente a morte de Ratzenberger nas rádios e na TV.

A memória tinha de reservar bastante espaço para o dia seguinte.



São alguns flashes, apenas. Provavelmente estava na sala da frente, o sofá verde ou branco. Aí veio a batida. Que se a gente for ver e rever hoje, entendam bem, não é das mais impactantes — há muitas outras cujos resultados são visualmente muito piores para o carro e tranquilos ao piloto. O carro roxo da MTV havia batido, dado dois ou três giros, e a cabeça do Berger de maior nome reclinado à esquerda. Era assim que eu tratava na época.

Não tinha a noção do que poderia acontecer. Por mais que se chegasse gente para o socorro, aqueles homens ali faziam parte de um espetáculo teatral ou de uma novela para mim. A morte era ficção, não existia na realidade. Tudo isso foi quebrado com seu anúncio: Roland Ratzenberger não havia resistido ao impacto.

Criança, duvidei. Achava que ainda fazia parte de uma peça. Subi para o andar de cima da casa e fiquei andando diversas vezes pelo corredor que levava ao quarto do meu tio esperando que a Globo confirmasse a notícia no Jornal Hoje. E foi assim que caí em mim, horas mais tarde.

À época, meus pais assinavam o Estadão, e eu segurava fixamente o jornal de sexta olhando para o noticiário dos treinos livres, sobre o acidente de Rubens Barrichello. Transferia tudo que havia ouvido para aquelas linhas, creio escritas pelo Livio Oricchio, e aguardava pela edição de domingo para ratificar de vez tudo aquilo que havia acontecido.

Curiosamente não lembro mais nada daquele dia. Só o de ouvir exaustivamente a morte de Ratzenberger nas rádios e na TV.

A memória tinha de reservar bastante espaço para o dia seguinte.



São alguns flashes, apenas. Provavelmente estava na sala da frente, o sofá verde ou branco. Aí veio a batida. Que se a gente for ver e rever hoje, entendam bem, não é das mais impactantes — há muitas outras cujos resultados são visualmente muito piores para o carro e tranquilos ao piloto. O carro roxo da MTV havia batido, dado dois ou três giros, e a cabeça do Berger de maior nome reclinado à esquerda. Era assim que eu tratava na época.

Não tinha a noção do que poderia acontecer. Por mais que se chegasse gente para o socorro, aqueles homens ali faziam parte de um espetáculo teatral ou de uma novela para mim. A morte era ficção, não existia na realidade. Tudo isso foi quebrado com seu anúncio: Roland Ratzenberger não havia resistido ao impacto.

Criança, duvidei. Achava que ainda fazia parte de uma peça. Subi para o andar de cima da casa e fiquei andando diversas vezes pelo corredor que levava ao quarto do meu tio esperando que a Globo confirmasse a notícia no Jornal Hoje. E foi assim que caí em mim, horas mais tarde.

À época, meus pais assinavam o Estadão, e eu segurava fixamente o jornal de sexta olhando para o noticiário dos treinos livres, sobre o acidente de Rubens Barrichello. Transferia tudo que havia ouvido para aquelas linhas, creio escritas pelo Livio Oricchio, e aguardava pela edição de domingo para ratificar de vez tudo aquilo que havia acontecido.

Curiosamente não lembro mais nada daquele dia. Só o de ouvir exaustivamente a morte de Ratzenberger nas rádios e na TV.

A memória tinha de reservar bastante espaço para o dia seguinte.



Pataquada de Vitonez às 11h51
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A corrida pelo ouro

A F1 não viu quase mudança nenhuma de 2008 para 2009 a não ser a troca de David Coulthard por Sébastien Buemi e o nome da Honda por Brawn. 2010 irá na mão contrária, certamente.

Porque vejam: dificilmente Giancarlo Fisichella, Sébastien Bourdais e Kazuki Nakajima vão se manter na categoria. Nelsinho Piquet e Rubens Barrichello estão ameaçados pela temporada que têm feito. E é possível que três ou quatro equipes, digamos a US-qualquer-coisa, a Lola, a iSport e a Aston Martin (Prodrive). Só aí são oito novas vagas.

26 carros, possivelmente 13 mudanças. Bruno Senna é o primeiro nome dessa leva. Lucas Di Grassi também está no bolo. Ex-titulares como Vitantonio Liuzzi e Takuma Sato devem retornar. Se alguém lembrar de Christian Klien, o mesmo. E o resto?

Alguém dos EUA, Marco Andretti ou Danica Patrick? Alguém que corre nos EUA e já esteve na F1, tipo Robert Doornbos ou Justin Wilson? Os novatos da GP2, Nico Hülkenberg, Kamui Kobayashi? Quem mais?

Vai ser uma bela corrida pelo ouro. E os tolos ficarão para trás.



A F1 não viu quase mudança nenhuma de 2008 para 2009 a não ser a troca de David Coulthard por Sébastien Buemi e o nome da Honda por Brawn. 2010 irá na mão contrária, certamente.

Porque vejam: dificilmente Giancarlo Fisichella, Sébastien Bourdais e Kazuki Nakajima vão se manter na categoria. Nelsinho Piquet e Rubens Barrichello estão ameaçados pela temporada que têm feito. E é possível que três ou quatro equipes, digamos a US-qualquer-coisa, a Lola, a iSport e a Aston Martin (Prodrive). Só aí são oito novas vagas.

26 carros, possivelmente 13 mudanças. Bruno Senna é o primeiro nome dessa leva. Lucas Di Grassi também está no bolo. Ex-titulares como Vitantonio Liuzzi e Takuma Sato devem retornar. Se alguém lembrar de Christian Klien, o mesmo. E o resto?

Alguém dos EUA, Marco Andretti ou Danica Patrick? Alguém que corre nos EUA e já esteve na F1, tipo Robert Doornbos ou Justin Wilson? Os novatos da GP2, Nico Hülkenberg, Kamui Kobayashi? Quem mais?

Vai ser uma bela corrida pelo ouro. E os tolos ficarão para trás.



A F1 não viu quase mudança nenhuma de 2008 para 2009 a não ser a troca de David Coulthard por Sébastien Buemi e o nome da Honda por Brawn. 2010 irá na mão contrária, certamente.

Porque vejam: dificilmente Giancarlo Fisichella, Sébastien Bourdais e Kazuki Nakajima vão se manter na categoria. Nelsinho Piquet e Rubens Barrichello estão ameaçados pela temporada que têm feito. E é possível que três ou quatro equipes, digamos a US-qualquer-coisa, a Lola, a iSport e a Aston Martin (Prodrive). Só aí são oito novas vagas.

26 carros, possivelmente 13 mudanças. Bruno Senna é o primeiro nome dessa leva. Lucas Di Grassi também está no bolo. Ex-titulares como Vitantonio Liuzzi e Takuma Sato devem retornar. Se alguém lembrar de Christian Klien, o mesmo. E o resto?

Alguém dos EUA, Marco Andretti ou Danica Patrick? Alguém que corre nos EUA e já esteve na F1, tipo Robert Doornbos ou Justin Wilson? Os novatos da GP2, Nico Hülkenberg, Kamui Kobayashi? Quem mais?

Vai ser uma bela corrida pelo ouro. E os tolos ficarão para trás.



Pataquada de Vitonez às 16h03
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Chama o Boris Casoy

É, a FIA insiste em ser bondosa com a McLaren. É a mãe que promete passar pimenta malagueta na boca do filho e dar-lhe umas palmadas quando responde mal a alguém, mas que dá risada com sua peraltice quando estão sozinhos.

A FIA age com mais de dois pesos e duas medidas. A FIA não agiria assim com Brawn ou Force India. A FIA afaga a McLaren, tem piedade mesmo sem a equipe rezar da cartilha do esporte. Por isso que vem com esse cartão amarelo de 12 meses, sem juros, cheque especial ou cobrança de multa.

A FIA é uma vergonha, diria silabadamente o apresentador reacionário da Band.



É, a FIA insiste em ser bondosa com a McLaren. É a mãe que promete passar pimenta malagueta na boca do filho e dar-lhe umas palmadas quando responde mal a alguém, mas que dá risada com sua peraltice quando estão sozinhos.

A FIA age com mais de dois pesos e duas medidas. A FIA não agiria assim com Brawn ou Force India. A FIA afaga a McLaren, tem piedade mesmo sem a equipe rezar da cartilha do esporte. Por isso que vem com esse cartão amarelo de 12 meses, sem juros, cheque especial ou cobrança de multa.

A FIA é uma vergonha, diria silabadamente o apresentador reacionário da Band.



É, a FIA insiste em ser bondosa com a McLaren. É a mãe que promete passar pimenta malagueta na boca do filho e dar-lhe umas palmadas quando responde mal a alguém, mas que dá risada com sua peraltice quando estão sozinhos.

A FIA age com mais de dois pesos e duas medidas. A FIA não agiria assim com Brawn ou Force India. A FIA afaga a McLaren, tem piedade mesmo sem a equipe rezar da cartilha do esporte. Por isso que vem com esse cartão amarelo de 12 meses, sem juros, cheque especial ou cobrança de multa.

A FIA é uma vergonha, diria silabadamente o apresentador reacionário da Band.



Pataquada de Vitonez às 11h03
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Quanta diferença

Mauro Cezar Pereira escreveu em seu blog um post que fala sobre a diferença entre Rubens Barrichello e Jenson Button na Brawn, que pode ser lido clicando aqui.

O jornalista da ESPN Brasil sugere que "talvez fosse melhor" Barrichello "ir para a Stock Car".

É de se pensar, ao ver o desempenho do brasileiro após quatro corridas: não teria sido melhor Barrichello, mais honroso e digno, optar pela aposentadoria da F1 e continuar a carreira em outra categoria em vez de estar à beira, novamente, de se tornar segundo piloto? Uma derrota para Button, nos trilhos atuais, enterra de vez a passagem de Barrichello na categoria?

Do jeito que está, é sim para as duas perguntas. 



Mauro Cezar Pereira escreveu em seu blog um post que fala sobre a diferença entre Rubens Barrichello e Jenson Button na Brawn, que pode ser lido clicando aqui.

O jornalista da ESPN Brasil sugere que "talvez fosse melhor" Barrichello "ir para a Stock Car".

É de se pensar, ao ver o desempenho do brasileiro após quatro corridas: não teria sido melhor Barrichello, mais honroso e digno, optar pela aposentadoria da F1 e continuar a carreira em outra categoria em vez de estar à beira, novamente, de se tornar segundo piloto? Uma derrota para Button, nos trilhos atuais, enterra de vez a passagem de Barrichello na categoria?

Do jeito que está, é sim para as duas perguntas. 



Mauro Cezar Pereira escreveu em seu blog um post que fala sobre a diferença entre Rubens Barrichello e Jenson Button na Brawn, que pode ser lido clicando aqui.

O jornalista da ESPN Brasil sugere que "talvez fosse melhor" Barrichello "ir para a Stock Car".

É de se pensar, ao ver o desempenho do brasileiro após quatro corridas: não teria sido melhor Barrichello, mais honroso e digno, optar pela aposentadoria da F1 e continuar a carreira em outra categoria em vez de estar à beira, novamente, de se tornar segundo piloto? Uma derrota para Button, nos trilhos atuais, enterra de vez a passagem de Barrichello na categoria?

Do jeito que está, é sim para as duas perguntas. 



Pataquada de Vitonez às 18h18
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Nota de falecimento

Condolências à família de Enrique Bernoldi pelo falecimento de seu pai, Mauro Giácomo, na última sexta, aos 51 anos, em Curitiba.

Muita força. Não é nada fácil.



Condolências à família de Enrique Bernoldi pelo falecimento de seu pai, Mauro Giácomo, na última sexta, aos 51 anos, em Curitiba.

Muita força. Não é nada fácil.



Condolências à família de Enrique Bernoldi pelo falecimento de seu pai, Mauro Giácomo, na última sexta, aos 51 anos, em Curitiba.

Muita força. Não é nada fácil.



Pataquada de Vitonez às 15h52
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E depois de quatro corridas...

"Entre os Construtores, a Brawn humilha: 50 pontos, contra 27,5 de Red Bull e 26,5 de Toyota. E eu que chamava de malucos o que previam a Brawn como favorita ao título… Mordi a língua."

Ivan Capelli, trolha do Sul, admitindo a derrota em seu blog.

Dou-lhe um crédito, Capelli. A partir da Espanha, a Brawn não vai ter vida fácil.

Os caros internautas acham o mesmo?



"Entre os Construtores, a Brawn humilha: 50 pontos, contra 27,5 de Red Bull e 26,5 de Toyota. E eu que chamava de malucos o que previam a Brawn como favorita ao título… Mordi a língua."

Ivan Capelli, trolha do Sul, admitindo a derrota em seu blog.

Dou-lhe um crédito, Capelli. A partir da Espanha, a Brawn não vai ter vida fácil.

Os caros internautas acham o mesmo?



"Entre os Construtores, a Brawn humilha: 50 pontos, contra 27,5 de Red Bull e 26,5 de Toyota. E eu que chamava de malucos o que previam a Brawn como favorita ao título… Mordi a língua."

Ivan Capelli, trolha do Sul, admitindo a derrota em seu blog.

Dou-lhe um crédito, Capelli. A partir da Espanha, a Brawn não vai ter vida fácil.

Os caros internautas acham o mesmo?



Pataquada de Vitonez às 14h55
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McLaren no Conselho: vem punição?

É amanhã que a McLaren, só via Martin Whitmarsh, vai ouvir poucas e boas pela mentirinha na Austrália.

Talvez por ser ré confessa, a FIA e seu Conselho Mundial abrandem a eventual pena. Talvez por ser reincidente, a pena seja maior.

A verdade é que o mis-en-scene vai ficar num meio termo que não deixe impune a situação, mas que também nem se pense em expulsar a toque de vassoura a McLaren e Lewis Hamilton do Mundial.

Creio em algo parecido como o aplicado à BAR anos atrás, de tirar a McLaren de campo por duas provas. McLaren fora de Mônaco. Seria um prejuízo financeiro e tanto.

Qualquer coisa menor que isso é um afago e um pedido de "faz de novo".



É amanhã que a McLaren, só via Martin Whitmarsh, vai ouvir poucas e boas pela mentirinha na Austrália.

Talvez por ser ré confessa, a FIA e seu Conselho Mundial abrandem a eventual pena. Talvez por ser reincidente, a pena seja maior.

A verdade é que o mis-en-scene vai ficar num meio termo que não deixe impune a situação, mas que também nem se pense em expulsar a toque de vassoura a McLaren e Lewis Hamilton do Mundial.

Creio em algo parecido como o aplicado à BAR anos atrás, de tirar a McLaren de campo por duas provas. McLaren fora de Mônaco. Seria um prejuízo financeiro e tanto.

Qualquer coisa menor que isso é um afago e um pedido de "faz de novo".



É amanhã que a McLaren, só via Martin Whitmarsh, vai ouvir poucas e boas pela mentirinha na Austrália.

Talvez por ser ré confessa, a FIA e seu Conselho Mundial abrandem a eventual pena. Talvez por ser reincidente, a pena seja maior.

A verdade é que o mis-en-scene vai ficar num meio termo que não deixe impune a situação, mas que também nem se pense em expulsar a toque de vassoura a McLaren e Lewis Hamilton do Mundial.

Creio em algo parecido como o aplicado à BAR anos atrás, de tirar a McLaren de campo por duas provas. McLaren fora de Mônaco. Seria um prejuízo financeiro e tanto.

Qualquer coisa menor que isso é um afago e um pedido de "faz de novo".



Pataquada de Vitonez às 12h57
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Internauta é caro

Recebemos esta hoje pela manhã. Alguém que eu conheço perguntaria neste momento: "Que mal que eu fiz?"

A globo diz que o buton venceu 3 vezes, a quatro rodas idem voces dizem que ele so venceu 1, acho que o reporter esta tomando muito todinho demanha. vide tabelas concorrentes Austrália 29/03/2009´pole Jenson Button Jenson Button Grid | Final vencedor Malásia 05/04/2009 pole Jenson Button Jenson Button Grid | Final vencedor China 19/04/2009 pole Sebastian Vettel Sebastian Vettel Grid | Final vencedor Bahrein 26/04/2009 pole Jarno Trulli Jenson Button Grid | Final vencedor Na sua tabela 1º Jenson Button 10 5 6 10 - - - - 31 O pior de sua tabela nao tem vencedor no premio da Malasia. hehehehe Ja nao se fazem mais reportes como antigamente, que revisavam e depois depublicadas as noticias liam tambem.

 



Recebemos esta hoje pela manhã. Alguém que eu conheço perguntaria neste momento: "Que mal que eu fiz?"

A globo diz que o buton venceu 3 vezes, a quatro rodas idem voces dizem que ele so venceu 1, acho que o reporter esta tomando muito todinho demanha. vide tabelas concorrentes Austrália 29/03/2009´pole Jenson Button Jenson Button Grid | Final vencedor Malásia 05/04/2009 pole Jenson Button Jenson Button Grid | Final vencedor China 19/04/2009 pole Sebastian Vettel Sebastian Vettel Grid | Final vencedor Bahrein 26/04/2009 pole Jarno Trulli Jenson Button Grid | Final vencedor Na sua tabela 1º Jenson Button 10 5 6 10 - - - - 31 O pior de sua tabela nao tem vencedor no premio da Malasia. hehehehe Ja nao se fazem mais reportes como antigamente, que revisavam e depois depublicadas as noticias liam tambem.

 



Recebemos esta hoje pela manhã. Alguém que eu conheço perguntaria neste momento: "Que mal que eu fiz?"

A globo diz que o buton venceu 3 vezes, a quatro rodas idem voces dizem que ele so venceu 1, acho que o reporter esta tomando muito todinho demanha. vide tabelas concorrentes Austrália 29/03/2009´pole Jenson Button Jenson Button Grid | Final vencedor Malásia 05/04/2009 pole Jenson Button Jenson Button Grid | Final vencedor China 19/04/2009 pole Sebastian Vettel Sebastian Vettel Grid | Final vencedor Bahrein 26/04/2009 pole Jarno Trulli Jenson Button Grid | Final vencedor Na sua tabela 1º Jenson Button 10 5 6 10 - - - - 31 O pior de sua tabela nao tem vencedor no premio da Malasia. hehehehe Ja nao se fazem mais reportes como antigamente, que revisavam e depois depublicadas as noticias liam tambem.

 



Pataquada de Vitonez às 10h48
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Teorias conspiratórias

Hoje foi um dia e tanto para que viessem os fãs de Rubens Barrichello defendê-lo com unhas e dentes, fervorosa e pachecamente, ávidos para explicar o que acontece na Brawn após quatro corridas.

Tem gente que acha simplesmente que Rubens é sabotado, que nasceu para isso nesse mundinho contra os brasileiros. Tem quem elabora teses que merecem análise profunda — de terapeutas, psicólogos e psiquiatras.

Por exemplo, a de que a estratégia de três paradas no GP do Bahrein foi uma maneira encontrada pela Brawn para não atrapalhar Lewis Hamilton. O inglês tentava lutar pelo pódio na corrida a fim de espantar a má fase da McLaren neste começo de ano. A determinação teria partido da Mercedes, fornecedora dos motores da McLaren e da Brawn.

E tem quem acredite.  



Hoje foi um dia e tanto para que viessem os fãs de Rubens Barrichello defendê-lo com unhas e dentes, fervorosa e pachecamente, ávidos para explicar o que acontece na Brawn após quatro corridas.

Tem gente que acha simplesmente que Rubens é sabotado, que nasceu para isso nesse mundinho contra os brasileiros. Tem quem elabora teses que merecem análise profunda — de terapeutas, psicólogos e psiquiatras.

Por exemplo, a de que a estratégia de três paradas no GP do Bahrein foi uma maneira encontrada pela Brawn para não atrapalhar Lewis Hamilton. O inglês tentava lutar pelo pódio na corrida a fim de espantar a má fase da McLaren neste começo de ano. A determinação teria partido da Mercedes, fornecedora dos motores da McLaren e da Brawn.

E tem quem acredite.  



Hoje foi um dia e tanto para que viessem os fãs de Rubens Barrichello defendê-lo com unhas e dentes, fervorosa e pachecamente, ávidos para explicar o que acontece na Brawn após quatro corridas.

Tem gente que acha simplesmente que Rubens é sabotado, que nasceu para isso nesse mundinho contra os brasileiros. Tem quem elabora teses que merecem análise profunda — de terapeutas, psicólogos e psiquiatras.

Por exemplo, a de que a estratégia de três paradas no GP do Bahrein foi uma maneira encontrada pela Brawn para não atrapalhar Lewis Hamilton. O inglês tentava lutar pelo pódio na corrida a fim de espantar a má fase da McLaren neste começo de ano. A determinação teria partido da Mercedes, fornecedora dos motores da McLaren e da Brawn.

E tem quem acredite.  



Pataquada de Vitonez às 17h38
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Internauta é caro

Dando sequência à série de e-mails que chegam ao Grande Prêmio, pego o de Luiz Fontes, de Viçosa, em MG.

Gostaria de saber a opinião de voces sobre o desempenho de Rubens Barrichello na Brawn. Eu perguntaria: A Brawn estaria protegendo o Buton pelo fato de ser inglês?, ou o Barrichello é realmente menos competente que o Buton?

 

É difícil para mim que adoro a Fórmula I e sou torcedor do Rubinho acreditar que ele seja tão inferior ao seu companheiro de equipe. Tres vitórias do Buton em quatro corridas e muita diferença. Tem que haver uma explicação para isso.

Os internautas podem responder à vontade, também.



Dando sequência à série de e-mails que chegam ao Grande Prêmio, pego o de Luiz Fontes, de Viçosa, em MG.

Gostaria de saber a opinião de voces sobre o desempenho de Rubens Barrichello na Brawn. Eu perguntaria: A Brawn estaria protegendo o Buton pelo fato de ser inglês?, ou o Barrichello é realmente menos competente que o Buton?

 

É difícil para mim que adoro a Fórmula I e sou torcedor do Rubinho acreditar que ele seja tão inferior ao seu companheiro de equipe. Tres vitórias do Buton em quatro corridas e muita diferença. Tem que haver uma explicação para isso.

Os internautas podem responder à vontade, também.



Dando sequência à série de e-mails que chegam ao Grande Prêmio, pego o de Luiz Fontes, de Viçosa, em MG.

Gostaria de saber a opinião de voces sobre o desempenho de Rubens Barrichello na Brawn. Eu perguntaria: A Brawn estaria protegendo o Buton pelo fato de ser inglês?, ou o Barrichello é realmente menos competente que o Buton?

 

É difícil para mim que adoro a Fórmula I e sou torcedor do Rubinho acreditar que ele seja tão inferior ao seu companheiro de equipe. Tres vitórias do Buton em quatro corridas e muita diferença. Tem que haver uma explicação para isso.

Os internautas podem responder à vontade, também.



Pataquada de Vitonez às 10h24
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