O segundo jogo das pistas

Quando o primeiro Jogo das Pistas acabar (O comunicador e o portal), saibam que já há a "segunda temporada".

Trata-se, no entanto, de um programa de TV, que "cria" situações. Diferente do primeiro, assim que alguém adivinhar, já mando a história na íntegra.

O caso me foi relatado pela pessoa que se envolveu na história.



Quando o primeiro Jogo das Pistas acabar (O comunicador e o portal), saibam que já há a "segunda temporada".

Trata-se, no entanto, de um programa de TV, que "cria" situações. Diferente do primeiro, assim que alguém adivinhar, já mando a história na íntegra.

O caso me foi relatado pela pessoa que se envolveu na história.



Quando o primeiro Jogo das Pistas acabar (O comunicador e o portal), saibam que já há a "segunda temporada".

Trata-se, no entanto, de um programa de TV, que "cria" situações. Diferente do primeiro, assim que alguém adivinhar, já mando a história na íntegra.

O caso me foi relatado pela pessoa que se envolveu na história.



Pataquada de Vitonez às 18h30
[] [mande para quem quiser] []



A fila de banco, não no banco

Devidamente disfarçado com meu kit BOB (barba, óculos e boné), fui às Casas Pernambucanas para comprar toalha e travesseiro, visto que estes dois pertences já não fazem mais parte de um estado considerado usável há algum tempo. Depois de muito escolher cores e textura, aventurei-me na fila única.

Daí duas senhouras, uma loira, magra e de aparelho nos dentes, provavelmente fumante, com idade aparentando 40 anos, conversava com uma negra, cabelo sbloft, resmungona.

Enquanto eu segurava minhas compras e ouvia à aprazível "Because The Night", de 10.000 Maniacs, as duas começaram a reclamar da demora.

"Tem quatro caixas e não vai", constatou a loira.

"Deveria ter uma caixa rápida", replicou a negra.

"É, isso aqui tá parecendo a fila da Nossa Caixa."

Foi a deixa para que a negra rodasse a baiana.

"Nossa Caixa? Não fala assim da Nossa Caixa."

"Humpf, o Bradesco é bem melhor, queridinha."

"Mas não é, mesmo. Aquela porcaria de banco."

"Olha como você fala do Bradesco."

"Você viu como você falou da Nossa Caixa? Pelamordedeus, né?

Em tom alto e ríspido, as duas começaram a discutir. Talvez não tivessem caído em si que por causa de banco e que atraíram a atenção de meio mundo.

Ali à frente, ainda bem que eu estava disfarçado.



Devidamente disfarçado com meu kit BOB (barba, óculos e boné), fui às Casas Pernambucanas para comprar toalha e travesseiro, visto que estes dois pertences já não fazem mais parte de um estado considerado usável há algum tempo. Depois de muito escolher cores e textura, aventurei-me na fila única.

Daí duas senhouras, uma loira, magra e de aparelho nos dentes, provavelmente fumante, com idade aparentando 40 anos, conversava com uma negra, cabelo sbloft, resmungona.

Enquanto eu segurava minhas compras e ouvia à aprazível "Because The Night", de 10.000 Maniacs, as duas começaram a reclamar da demora.

"Tem quatro caixas e não vai", constatou a loira.

"Deveria ter uma caixa rápida", replicou a negra.

"É, isso aqui tá parecendo a fila da Nossa Caixa."

Foi a deixa para que a negra rodasse a baiana.

"Nossa Caixa? Não fala assim da Nossa Caixa."

"Humpf, o Bradesco é bem melhor, queridinha."

"Mas não é, mesmo. Aquela porcaria de banco."

"Olha como você fala do Bradesco."

"Você viu como você falou da Nossa Caixa? Pelamordedeus, né?

Em tom alto e ríspido, as duas começaram a discutir. Talvez não tivessem caído em si que por causa de banco e que atraíram a atenção de meio mundo.

Ali à frente, ainda bem que eu estava disfarçado.



Devidamente disfarçado com meu kit BOB (barba, óculos e boné), fui às Casas Pernambucanas para comprar toalha e travesseiro, visto que estes dois pertences já não fazem mais parte de um estado considerado usável há algum tempo. Depois de muito escolher cores e textura, aventurei-me na fila única.

Daí duas senhouras, uma loira, magra e de aparelho nos dentes, provavelmente fumante, com idade aparentando 40 anos, conversava com uma negra, cabelo sbloft, resmungona.

Enquanto eu segurava minhas compras e ouvia à aprazível "Because The Night", de 10.000 Maniacs, as duas começaram a reclamar da demora.

"Tem quatro caixas e não vai", constatou a loira.

"Deveria ter uma caixa rápida", replicou a negra.

"É, isso aqui tá parecendo a fila da Nossa Caixa."

Foi a deixa para que a negra rodasse a baiana.

"Nossa Caixa? Não fala assim da Nossa Caixa."

"Humpf, o Bradesco é bem melhor, queridinha."

"Mas não é, mesmo. Aquela porcaria de banco."

"Olha como você fala do Bradesco."

"Você viu como você falou da Nossa Caixa? Pelamordedeus, né?

Em tom alto e ríspido, as duas começaram a discutir. Talvez não tivessem caído em si que por causa de banco e que atraíram a atenção de meio mundo.

Ali à frente, ainda bem que eu estava disfarçado.



Pataquada de Vitonez às 16h19
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Tragédia na Legolândia

E no meu país, uma funcionária de 21 anos morreu na montanha-russa (leia). Ela foi pegar uma carteira de um idiota que deixou cair e foi atropelada pelo carrinho.

Para os desavisados, a Dinamarca foi a criadora do brinquedo de pecinhas de montar. Do mesmo modo que deve ter ficado a pobre mocinha.

Maldade.

A Legolândia não pertence mais aos dinamarqueses. Foi comprada pela Blackstone, que representou uma "pedra negra" estadunidense na vida da nórdica.

Maldade².

 



E no meu país, uma funcionária de 21 anos morreu na montanha-russa (leia). Ela foi pegar uma carteira de um idiota que deixou cair e foi atropelada pelo carrinho.

Para os desavisados, a Dinamarca foi a criadora do brinquedo de pecinhas de montar. Do mesmo modo que deve ter ficado a pobre mocinha.

Maldade.

A Legolândia não pertence mais aos dinamarqueses. Foi comprada pela Blackstone, que representou uma "pedra negra" estadunidense na vida da nórdica.

Maldade².

 



E no meu país, uma funcionária de 21 anos morreu na montanha-russa (leia). Ela foi pegar uma carteira de um idiota que deixou cair e foi atropelada pelo carrinho.

Para os desavisados, a Dinamarca foi a criadora do brinquedo de pecinhas de montar. Do mesmo modo que deve ter ficado a pobre mocinha.

Maldade.

A Legolândia não pertence mais aos dinamarqueses. Foi comprada pela Blackstone, que representou uma "pedra negra" estadunidense na vida da nórdica.

Maldade².

 



Pataquada de Vitonez às 14h33
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Ego, superego, alter-ego

Começa em instantes a transmissão da IRL na TV. Na ausência do narrador titular, Téo José.

O comentarista, ex-narrador, deve estar saltitando de tão putito. Foi rifado.

Ô dó.



Começa em instantes a transmissão da IRL na TV. Na ausência do narrador titular, Téo José.

O comentarista, ex-narrador, deve estar saltitando de tão putito. Foi rifado.

Ô dó.



Começa em instantes a transmissão da IRL na TV. Na ausência do narrador titular, Téo José.

O comentarista, ex-narrador, deve estar saltitando de tão putito. Foi rifado.

Ô dó.



Pataquada de Vitonez às 16h34
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Você, você e você

De fato, você me faz falta. Lembro das vezes em que exercíamos o dever cívico e se tornava igual obrigação passar em sua casa para irmos juntos à mesma sala do colégio estadual. Agora nem isso vai acontecer. Mas eu queria ver seu sorriso meigo, a voz empolgada pedindo uma musse de maracujá, o cansaço proveniente do trabalho maçante, as piadinhas e a mímica de quem estaria tocando uma nota de piano, os tempos em que combinávamos um mês antes onde deveríamos combinar de comemorar nossos aniversários.

E você, então, sumiu e levou consigo suas notícias. A labuta da vida tragou-lhe e falar com você é impossível, praticamente. Quase um ano que não sei de seu paradeiro, de seus pais, meus segundos nesta vida, sua avó, seu irmão e o filho deste. Olho para o prédio amarelo às vezes e me vêm à mente toda a velha infância, a piscina, o salão, a conversa, as pistas e os jogos. O quarto andar, o 43.

Você me mandou duas mensagens pelo celular e expressou o que jamais eu pensaria: que seu orgulho tem sido dissipado. Falta só você aparecer. Sei que as coisas, como cá, estão difíceis. Outro dia, arrisquei ligar para você, fato que também faz a vaidade ir às favas. Errei o telefone. Normal. Mas você, no fundo, nunca saiu daqui. Sempre foi das mais importantes, da base, dos sete anos, das brigas, os tapas, os beijos, os amores, as vinganças e as confissões.

Você, você e você. Bordão de um cara que faz terror, que me veio à mente às cinco da manhã, no frio, na solidão com mais cinco pessoas, no olhar das nuvens que tentavam se dispersar, mas que juntas caminhavam pela ação do vento. E bem que o vento podia trazer você, você e você, não só naquele momento, mas agora, amanhã e sempre, para que eu pudesse matar quem está me matando.

Saudade de vocês.



De fato, você me faz falta. Lembro das vezes em que exercíamos o dever cívico e se tornava igual obrigação passar em sua casa para irmos juntos à mesma sala do colégio estadual. Agora nem isso vai acontecer. Mas eu queria ver seu sorriso meigo, a voz empolgada pedindo uma musse de maracujá, o cansaço proveniente do trabalho maçante, as piadinhas e a mímica de quem estaria tocando uma nota de piano, os tempos em que combinávamos um mês antes onde deveríamos combinar de comemorar nossos aniversários.

E você, então, sumiu e levou consigo suas notícias. A labuta da vida tragou-lhe e falar com você é impossível, praticamente. Quase um ano que não sei de seu paradeiro, de seus pais, meus segundos nesta vida, sua avó, seu irmão e o filho deste. Olho para o prédio amarelo às vezes e me vêm à mente toda a velha infância, a piscina, o salão, a conversa, as pistas e os jogos. O quarto andar, o 43.

Você me mandou duas mensagens pelo celular e expressou o que jamais eu pensaria: que seu orgulho tem sido dissipado. Falta só você aparecer. Sei que as coisas, como cá, estão difíceis. Outro dia, arrisquei ligar para você, fato que também faz a vaidade ir às favas. Errei o telefone. Normal. Mas você, no fundo, nunca saiu daqui. Sempre foi das mais importantes, da base, dos sete anos, das brigas, os tapas, os beijos, os amores, as vinganças e as confissões.

Você, você e você. Bordão de um cara que faz terror, que me veio à mente às cinco da manhã, no frio, na solidão com mais cinco pessoas, no olhar das nuvens que tentavam se dispersar, mas que juntas caminhavam pela ação do vento. E bem que o vento podia trazer você, você e você, não só naquele momento, mas agora, amanhã e sempre, para que eu pudesse matar quem está me matando.

Saudade de vocês.



De fato, você me faz falta. Lembro das vezes em que exercíamos o dever cívico e se tornava igual obrigação passar em sua casa para irmos juntos à mesma sala do colégio estadual. Agora nem isso vai acontecer. Mas eu queria ver seu sorriso meigo, a voz empolgada pedindo uma musse de maracujá, o cansaço proveniente do trabalho maçante, as piadinhas e a mímica de quem estaria tocando uma nota de piano, os tempos em que combinávamos um mês antes onde deveríamos combinar de comemorar nossos aniversários.

E você, então, sumiu e levou consigo suas notícias. A labuta da vida tragou-lhe e falar com você é impossível, praticamente. Quase um ano que não sei de seu paradeiro, de seus pais, meus segundos nesta vida, sua avó, seu irmão e o filho deste. Olho para o prédio amarelo às vezes e me vêm à mente toda a velha infância, a piscina, o salão, a conversa, as pistas e os jogos. O quarto andar, o 43.

Você me mandou duas mensagens pelo celular e expressou o que jamais eu pensaria: que seu orgulho tem sido dissipado. Falta só você aparecer. Sei que as coisas, como cá, estão difíceis. Outro dia, arrisquei ligar para você, fato que também faz a vaidade ir às favas. Errei o telefone. Normal. Mas você, no fundo, nunca saiu daqui. Sempre foi das mais importantes, da base, dos sete anos, das brigas, os tapas, os beijos, os amores, as vinganças e as confissões.

Você, você e você. Bordão de um cara que faz terror, que me veio à mente às cinco da manhã, no frio, na solidão com mais cinco pessoas, no olhar das nuvens que tentavam se dispersar, mas que juntas caminhavam pela ação do vento. E bem que o vento podia trazer você, você e você, não só naquele momento, mas agora, amanhã e sempre, para que eu pudesse matar quem está me matando.

Saudade de vocês.



Pataquada de Vitonez às 14h37
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Balcão para jornaleiros

Christian Fittipaldi tem novo assessor de imprensa. O nome dele? Saberão em breve.

Não se trata de um jogo das pistas, mas vai uma dica bem fácil para quem lê esse blog: ele não só esgota, ele...

Le Mans que se cuide...



Christian Fittipaldi tem novo assessor de imprensa. O nome dele? Saberão em breve.

Não se trata de um jogo das pistas, mas vai uma dica bem fácil para quem lê esse blog: ele não só esgota, ele...

Le Mans que se cuide...



Christian Fittipaldi tem novo assessor de imprensa. O nome dele? Saberão em breve.

Não se trata de um jogo das pistas, mas vai uma dica bem fácil para quem lê esse blog: ele não só esgota, ele...

Le Mans que se cuide...



Pataquada de Vitonez às 19h06
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Que fracasso!

Explicações dos comentaristas esportivos para o fato de se jogar barras de gelo em água nas piscinas de competições brasileiras de natação, às vésperas do Pan do Brasil, meu Brasil brasileiro. 

"Quando chegamos em Atenas, estava uma poeirada."

"Em Atlanta também estava assim."

Comentaristas do SporTV, emissora do grupo Globo, comparando o evento de logo mais (?) no Rio às Olimpíadas supramencionadas.



Explicações dos comentaristas esportivos para o fato de se jogar barras de gelo em água nas piscinas de competições brasileiras de natação, às vésperas do Pan do Brasil, meu Brasil brasileiro. 

"Quando chegamos em Atenas, estava uma poeirada."

"Em Atlanta também estava assim."

Comentaristas do SporTV, emissora do grupo Globo, comparando o evento de logo mais (?) no Rio às Olimpíadas supramencionadas.



Explicações dos comentaristas esportivos para o fato de se jogar barras de gelo em água nas piscinas de competições brasileiras de natação, às vésperas do Pan do Brasil, meu Brasil brasileiro. 

"Quando chegamos em Atenas, estava uma poeirada."

"Em Atlanta também estava assim."

Comentaristas do SporTV, emissora do grupo Globo, comparando o evento de logo mais (?) no Rio às Olimpíadas supramencionadas.



Pataquada de Vitonez às 10h07
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Que sucesso!

Atualizado às 13h13

Puxa, começaram as vendas dos ingressos dos Jogos Pan-americanos de 2007, os Jogos do Brasil, meu Brasil, seu Brasil, o nosso Brasil, o grande Brasil. E 59 mil já compraram pela internet entradas para ver os Jogos do Brasil, sil, sil.

O PAC da educação se faz necessário. Bem como uma CPI para ver em que ponto da história começamos a errar.



Atualizado às 13h13

Puxa, começaram as vendas dos ingressos dos Jogos Pan-americanos de 2007, os Jogos do Brasil, meu Brasil, seu Brasil, o nosso Brasil, o grande Brasil. E 59 mil já compraram pela internet entradas para ver os Jogos do Brasil, sil, sil.

O PAC da educação se faz necessário. Bem como uma CPI para ver em que ponto da história começamos a errar.



Atualizado às 13h13

Puxa, começaram as vendas dos ingressos dos Jogos Pan-americanos de 2007, os Jogos do Brasil, meu Brasil, seu Brasil, o nosso Brasil, o grande Brasil. E 59 mil já compraram pela internet entradas para ver os Jogos do Brasil, sil, sil.

O PAC da educação se faz necessário. Bem como uma CPI para ver em que ponto da história começamos a errar.



Pataquada de Vitonez às 09h57
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Rádio GP

Onde não se ouviu o podcast do Grande Prêmio no Brasil neste primeiro dia: Acre, Amapá, Roraima e Tocantins.

Onde não se ouviu o podcast do Grande Prêmio no Brasil neste primeiro dia: Acre, Amapá, Roraima e Tocantins.

Onde não se ouviu o podcast do Grande Prêmio no Brasil neste primeiro dia: Acre, Amapá, Roraima e Tocantins.

Pataquada de Vitonez às 12h35
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Defecatório da Imprensa

Não contém erros. O erro foi o nascimento de Anderson Marsili, assessor de Tony Kanaan, que veio com essa em seu "relixo":

Precisa explicar o trocadalho?



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da Imprensa

Não contém erros. O erro foi o nascimento de Anderson Marsili, assessor de Tony Kanaan, que veio com essa em seu "relixo":

Precisa explicar o trocadalho?



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da Imprensa

Não contém erros. O erro foi o nascimento de Anderson Marsili, assessor de Tony Kanaan, que veio com essa em seu "relixo":

Precisa explicar o trocadalho?



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 10h04
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Programa do Xô

Bom dia, caros. Começo a quinta falando da quarta à noite.

Como está cada vez mais insuportável acompanhar o programa de Jô Soares.

Movido pela curiosidade, ao assistir o jornal televisivo que o antecede, vi uma chamada de seu "talk-show" e o rotundo apresentador anunciou uma surpresa, que viria de um link do exterior.

Pois bem. Aguardei.

Eis que veio na imagem no telão o papa. Bento XVI. Um sósia dele, que estava no estúdio ao lado. Após meia dúzia de perguntas totalmente sem graça, chamou o falso pontífice ao palco. Mudei de canal e pensei nos 12 pontos que "Lost" e "24 Horas" davam de audiência, o dobro daquela atração não mais deglutível.

Como o próprio diz para seu "mordomo" Alex, já estava na hora de ele procurar outro emprego.



Bom dia, caros. Começo a quinta falando da quarta à noite.

Como está cada vez mais insuportável acompanhar o programa de Jô Soares.

Movido pela curiosidade, ao assistir o jornal televisivo que o antecede, vi uma chamada de seu "talk-show" e o rotundo apresentador anunciou uma surpresa, que viria de um link do exterior.

Pois bem. Aguardei.

Eis que veio na imagem no telão o papa. Bento XVI. Um sósia dele, que estava no estúdio ao lado. Após meia dúzia de perguntas totalmente sem graça, chamou o falso pontífice ao palco. Mudei de canal e pensei nos 12 pontos que "Lost" e "24 Horas" davam de audiência, o dobro daquela atração não mais deglutível.

Como o próprio diz para seu "mordomo" Alex, já estava na hora de ele procurar outro emprego.



Bom dia, caros. Começo a quinta falando da quarta à noite.

Como está cada vez mais insuportável acompanhar o programa de Jô Soares.

Movido pela curiosidade, ao assistir o jornal televisivo que o antecede, vi uma chamada de seu "talk-show" e o rotundo apresentador anunciou uma surpresa, que viria de um link do exterior.

Pois bem. Aguardei.

Eis que veio na imagem no telão o papa. Bento XVI. Um sósia dele, que estava no estúdio ao lado. Após meia dúzia de perguntas totalmente sem graça, chamou o falso pontífice ao palco. Mudei de canal e pensei nos 12 pontos que "Lost" e "24 Horas" davam de audiência, o dobro daquela atração não mais deglutível.

Como o próprio diz para seu "mordomo" Alex, já estava na hora de ele procurar outro emprego.



Pataquada de Vitonez às 08h58
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Será que...?

Deu no "Jornal da Globo", tanto na abertura quanto na passagem de bloco:

"Richarlyson comemora de um jeito 'esquisitão' (o gol do São Paulo contra o Audax Italiano)."

Descoberta mundial. Falta só o e-mail para ele.



Deu no "Jornal da Globo", tanto na abertura quanto na passagem de bloco:

"Richarlyson comemora de um jeito 'esquisitão' (o gol do São Paulo contra o Audax Italiano)."

Descoberta mundial. Falta só o e-mail para ele.



Deu no "Jornal da Globo", tanto na abertura quanto na passagem de bloco:

"Richarlyson comemora de um jeito 'esquisitão' (o gol do São Paulo contra o Audax Italiano)."

Descoberta mundial. Falta só o e-mail para ele.



Pataquada de Vitonez às 23h23
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Informação Victal

Até o presente momento, acessaram o blog da "Rádio GP" pessoas de 14 países. Os mais "exóticos": Suécia, Israel e Panamá.

Tiveram dois internautas da França, um de Carcassonne e outro de Villeurbonne — há aportuguesamento destes nomes?

Pernambuco e Bahia aparecem no "top-10" dos Estados de onde vem maior audiência.

Em São Paulo, na mesma quantidade, destaque para as cidades de Hortolândia e Salto.



Até o presente momento, acessaram o blog da "Rádio GP" pessoas de 14 países. Os mais "exóticos": Suécia, Israel e Panamá.

Tiveram dois internautas da França, um de Carcassonne e outro de Villeurbonne — há aportuguesamento destes nomes?

Pernambuco e Bahia aparecem no "top-10" dos Estados de onde vem maior audiência.

Em São Paulo, na mesma quantidade, destaque para as cidades de Hortolândia e Salto.



Até o presente momento, acessaram o blog da "Rádio GP" pessoas de 14 países. Os mais "exóticos": Suécia, Israel e Panamá.

Tiveram dois internautas da França, um de Carcassonne e outro de Villeurbonne — há aportuguesamento destes nomes?

Pernambuco e Bahia aparecem no "top-10" dos Estados de onde vem maior audiência.

Em São Paulo, na mesma quantidade, destaque para as cidades de Hortolândia e Salto.



Pataquada de Vitonez às 13h54
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Defecatório da imprensa

Essa foi feita pelo Grande Prêmio no último domingo, lembrada pelo conhecido Anonymous em comentário em post abaixo:

Washington chora a perda da Casa Branca.



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da imprensa

Essa foi feita pelo Grande Prêmio no último domingo, lembrada pelo conhecido Anonymous em comentário em post abaixo:

Washington chora a perda da Casa Branca.



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da imprensa

Essa foi feita pelo Grande Prêmio no último domingo, lembrada pelo conhecido Anonymous em comentário em post abaixo:

Washington chora a perda da Casa Branca.



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 09h03
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Surpreendente: a criptonita existe

 

O universo, agora com novo planeta à la Terra, anda bem serelepe. Agora descobriram a criptonita.

 

Ela não foi achada na sede do Planeta Diário, como se imaginava, mas sim na Sérvia.

 

Ela não é verde, como se imaginava, mas sim branca.

 

Ela não brilha, como se imaginava. É bem opaca.

 

Menos mal. O Super-Homem não precisa se preocupar.



 

O universo, agora com novo planeta à la Terra, anda bem serelepe. Agora descobriram a criptonita.

 

Ela não foi achada na sede do Planeta Diário, como se imaginava, mas sim na Sérvia.

 

Ela não é verde, como se imaginava, mas sim branca.

 

Ela não brilha, como se imaginava. É bem opaca.

 

Menos mal. O Super-Homem não precisa se preocupar.



 

O universo, agora com novo planeta à la Terra, anda bem serelepe. Agora descobriram a criptonita.

 

Ela não foi achada na sede do Planeta Diário, como se imaginava, mas sim na Sérvia.

 

Ela não é verde, como se imaginava, mas sim branca.

 

Ela não brilha, como se imaginava. É bem opaca.

 

Menos mal. O Super-Homem não precisa se preocupar.



Pataquada de Vitonez às 08h50
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Viver em outro planeta agora é possível

APOs cientistas que ficam a procurar coisas no céu com seus megabinóculos fizeram uma descoberta hoje que pode mudar os rumos da Terra: um planeta fora do Sistema Solar — sistema que ainda não tem um nome — que tem características similares às do mundinho onde vivemos e que pode armazenar água.

A Super-Terra, nome não oficializado e pouco criativo, tem temperaturas que oscilam de 0ºC a 40ºC, dependendo do instituto de meteorologia que avaliá-la; se for brasileiro, a margem de erro é de 20 graus para mais ou para menos.

Fato relevante é a posição do corpo celestial: a constelação de Libra, em torno da estrela Gilese 581. As demais devem estar morrendo de inveja, creio. E logo vão mandar uma turma de astronautas para buscar infos.

Pois o dito popular que fala que "a pessoa está em outro planeta" ganha, enfim, ares de realidade.



APOs cientistas que ficam a procurar coisas no céu com seus megabinóculos fizeram uma descoberta hoje que pode mudar os rumos da Terra: um planeta fora do Sistema Solar — sistema que ainda não tem um nome — que tem características similares às do mundinho onde vivemos e que pode armazenar água.

A Super-Terra, nome não oficializado e pouco criativo, tem temperaturas que oscilam de 0ºC a 40ºC, dependendo do instituto de meteorologia que avaliá-la; se for brasileiro, a margem de erro é de 20 graus para mais ou para menos.

Fato relevante é a posição do corpo celestial: a constelação de Libra, em torno da estrela Gilese 581. As demais devem estar morrendo de inveja, creio. E logo vão mandar uma turma de astronautas para buscar infos.

Pois o dito popular que fala que "a pessoa está em outro planeta" ganha, enfim, ares de realidade.



APOs cientistas que ficam a procurar coisas no céu com seus megabinóculos fizeram uma descoberta hoje que pode mudar os rumos da Terra: um planeta fora do Sistema Solar — sistema que ainda não tem um nome — que tem características similares às do mundinho onde vivemos e que pode armazenar água.

A Super-Terra, nome não oficializado e pouco criativo, tem temperaturas que oscilam de 0ºC a 40ºC, dependendo do instituto de meteorologia que avaliá-la; se for brasileiro, a margem de erro é de 20 graus para mais ou para menos.

Fato relevante é a posição do corpo celestial: a constelação de Libra, em torno da estrela Gilese 581. As demais devem estar morrendo de inveja, creio. E logo vão mandar uma turma de astronautas para buscar infos.

Pois o dito popular que fala que "a pessoa está em outro planeta" ganha, enfim, ares de realidade.



Pataquada de Vitonez às 18h41
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Balcão para jornaleiros

Chamou-me a mignon Meg Cotrim ao MSN e perguntou se eu conhecia alguma jornalista (mulher, não aqueles que se sintam uma) ou formanda para trabalhar como assistente. Imaginem, aqueles que já ouviram a voz cotrimesca, então, ela solicitando:

"Quero que seja organizada, comprometida com o trabalho, tenha conhecimentos de informtática — elaboração de mailing, agenda, essa parte burocrática que me toma um tempão —, me dê um suporte na administração e se não for pedir muito, tenha um texto razoável."

Interessadas devem contatar Meg Cotrim pelo meg@cotrim.net.



Chamou-me a mignon Meg Cotrim ao MSN e perguntou se eu conhecia alguma jornalista (mulher, não aqueles que se sintam uma) ou formanda para trabalhar como assistente. Imaginem, aqueles que já ouviram a voz cotrimesca, então, ela solicitando:

"Quero que seja organizada, comprometida com o trabalho, tenha conhecimentos de informtática — elaboração de mailing, agenda, essa parte burocrática que me toma um tempão —, me dê um suporte na administração e se não for pedir muito, tenha um texto razoável."

Interessadas devem contatar Meg Cotrim pelo meg@cotrim.net.



Chamou-me a mignon Meg Cotrim ao MSN e perguntou se eu conhecia alguma jornalista (mulher, não aqueles que se sintam uma) ou formanda para trabalhar como assistente. Imaginem, aqueles que já ouviram a voz cotrimesca, então, ela solicitando:

"Quero que seja organizada, comprometida com o trabalho, tenha conhecimentos de informtática — elaboração de mailing, agenda, essa parte burocrática que me toma um tempão —, me dê um suporte na administração e se não for pedir muito, tenha um texto razoável."

Interessadas devem contatar Meg Cotrim pelo meg@cotrim.net.



Pataquada de Vitonez às 15h31
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Abaixo, farei uma recapitulação das quatro pistas já dadas, até para constarem em um link à parte.

Jogo das pistas (4)

De volta, para deleite dos leitores, que já andam até buscando fontes para saber.

Vamos lá: já há um contrato do portal, e só precisa, claro, da assinatura do comunicador. Não falta muito para que ele coloque seu nome no papel. "Ele está puto", definiu uma pessoa ligada a ele, referente às condições dadas por sua atual hospedagem.

No entanto, a estréia na nova casa pode demorar. Apesar da rescisão não requerer multa, há um limite de tempo na questão, ainda não averiguado, para que haja uma "liberação", façam sóis, chuvas, tempestades.

O clima no portal é de euforia. Vem muita coisa por aí.

Digo que há uma mensagem implícita. Não captou? Estamos na pista 4.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (3)

Como o universo é pequeno, diria o poeta. Descobri que as negociações entre o comunicador e o portal já estão avançadas. Já se fala em cancelamento do contrato com o atual espaço que o hospeda.

A reunião da última segunda deu um passo de elefante, rinoceronte, jamanta, iéti, seja lá o que for. O acordo está próximo; detalhes tão pequenos são a questão. Já falam até na estréia.  

Sacou? Esse post tem muita mensagem implícita. Não, mesmo? Terceira pista.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (2)

Às 18h30 (de Brasília) desta segunda (16), o comunicador em questão terá uma reunião a portas nem tão fechadas com diretores-executivos e papas do portal rival.

O comunicador pulou etapas. Nem havia avisado seu “empresário” do encontro. “Já está mais adiantado do que pensei”, comentou-me, hoje de manhã. “O homem é um avião.”

Avião, ele não é, longe disso. Mas de avião, ele entende.

Ainda não conseguiu? Ótimo. Estamos só na segunda pista.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (1)

Acabou passando, mas eu tenho uma bomba daquelas...

Um importante comunicador que também atua em rádio e em TV deve deixar o conhecido portal de internet em que hospeda seu site e seu blog em breve. Houve uma reunião/um almoço na última quinta-feira (12), nos arredores da Avenida Paulista, entre o homem que passou a cuidar de seus patrocinadores na mídia e um jornalista esportivo — não da área de futebol — que pode ter selado a transferência para um concorrente.

Há um descontentamento federal com o atual portal, sobretudo à falta de destaque que tal potência da internet dá a tal comunicador. O contrato foi renovado há pouco, mas não há cláusula de rescisão alguma. O "representante", coincidentemente, terá um encontro neste portal rival nesta semana para apresentar um projeto paralelo, relativo à publicidade dentro de textos.

O jornalista, até pego de surpresa, encheu a bola do rival por nele ser praticamente "terceirizado". O "dono do passe" do comunicador saiu convencido de que a mudança é necessária e viável. Aproveitará, pois, para oferecê-lo ao portal, que, diante do rumor, viu com muitíssimos bons olhos a possibilidade de abrigá-lo.

Mistério? Sim. Mas tenho certeza de que não é necessário ser Sherlock Holmes ou Hercule Poirot para descobrir.

Não conseguiu? Ótimo. Bem-vindo ao jogo das várias pistas.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas

Abaixo, farei uma recapitulação das quatro pistas já dadas, até para constarem em um link à parte.

Jogo das pistas (4)

De volta, para deleite dos leitores, que já andam até buscando fontes para saber.

Vamos lá: já há um contrato do portal, e só precisa, claro, da assinatura do comunicador. Não falta muito para que ele coloque seu nome no papel. "Ele está puto", definiu uma pessoa ligada a ele, referente às condições dadas por sua atual hospedagem.

No entanto, a estréia na nova casa pode demorar. Apesar da rescisão não requerer multa, há um limite de tempo na questão, ainda não averiguado, para que haja uma "liberação", façam sóis, chuvas, tempestades.

O clima no portal é de euforia. Vem muita coisa por aí.

Digo que há uma mensagem implícita. Não captou? Estamos na pista 4.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (3)

Como o universo é pequeno, diria o poeta. Descobri que as negociações entre o comunicador e o portal já estão avançadas. Já se fala em cancelamento do contrato com o atual espaço que o hospeda.

A reunião da última segunda deu um passo de elefante, rinoceronte, jamanta, iéti, seja lá o que for. O acordo está próximo; detalhes tão pequenos são a questão. Já falam até na estréia.  

Sacou? Esse post tem muita mensagem implícita. Não, mesmo? Terceira pista.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (2)

Às 18h30 (de Brasília) desta segunda (16), o comunicador em questão terá uma reunião a portas nem tão fechadas com diretores-executivos e papas do portal rival.

O comunicador pulou etapas. Nem havia avisado seu “empresário” do encontro. “Já está mais adiantado do que pensei”, comentou-me, hoje de manhã. “O homem é um avião.”

Avião, ele não é, longe disso. Mas de avião, ele entende.

Ainda não conseguiu? Ótimo. Estamos só na segunda pista.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (1)

Acabou passando, mas eu tenho uma bomba daquelas...

Um importante comunicador que também atua em rádio e em TV deve deixar o conhecido portal de internet em que hospeda seu site e seu blog em breve. Houve uma reunião/um almoço na última quinta-feira (12), nos arredores da Avenida Paulista, entre o homem que passou a cuidar de seus patrocinadores na mídia e um jornalista esportivo — não da área de futebol — que pode ter selado a transferência para um concorrente.

Há um descontentamento federal com o atual portal, sobretudo à falta de destaque que tal potência da internet dá a tal comunicador. O contrato foi renovado há pouco, mas não há cláusula de rescisão alguma. O "representante", coincidentemente, terá um encontro neste portal rival nesta semana para apresentar um projeto paralelo, relativo à publicidade dentro de textos.

O jornalista, até pego de surpresa, encheu a bola do rival por nele ser praticamente "terceirizado". O "dono do passe" do comunicador saiu convencido de que a mudança é necessária e viável. Aproveitará, pois, para oferecê-lo ao portal, que, diante do rumor, viu com muitíssimos bons olhos a possibilidade de abrigá-lo.

Mistério? Sim. Mas tenho certeza de que não é necessário ser Sherlock Holmes ou Hercule Poirot para descobrir.

Não conseguiu? Ótimo. Bem-vindo ao jogo das várias pistas.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas

Abaixo, farei uma recapitulação das quatro pistas já dadas, até para constarem em um link à parte.

Jogo das pistas (4)

De volta, para deleite dos leitores, que já andam até buscando fontes para saber.

Vamos lá: já há um contrato do portal, e só precisa, claro, da assinatura do comunicador. Não falta muito para que ele coloque seu nome no papel. "Ele está puto", definiu uma pessoa ligada a ele, referente às condições dadas por sua atual hospedagem.

No entanto, a estréia na nova casa pode demorar. Apesar da rescisão não requerer multa, há um limite de tempo na questão, ainda não averiguado, para que haja uma "liberação", façam sóis, chuvas, tempestades.

O clima no portal é de euforia. Vem muita coisa por aí.

Digo que há uma mensagem implícita. Não captou? Estamos na pista 4.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (3)

Como o universo é pequeno, diria o poeta. Descobri que as negociações entre o comunicador e o portal já estão avançadas. Já se fala em cancelamento do contrato com o atual espaço que o hospeda.

A reunião da última segunda deu um passo de elefante, rinoceronte, jamanta, iéti, seja lá o que for. O acordo está próximo; detalhes tão pequenos são a questão. Já falam até na estréia.  

Sacou? Esse post tem muita mensagem implícita. Não, mesmo? Terceira pista.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (2)

Às 18h30 (de Brasília) desta segunda (16), o comunicador em questão terá uma reunião a portas nem tão fechadas com diretores-executivos e papas do portal rival.

O comunicador pulou etapas. Nem havia avisado seu “empresário” do encontro. “Já está mais adiantado do que pensei”, comentou-me, hoje de manhã. “O homem é um avião.”

Avião, ele não é, longe disso. Mas de avião, ele entende.

Ainda não conseguiu? Ótimo. Estamos só na segunda pista.

E é a mais pura verdade.

Jogo das pistas (1)

Acabou passando, mas eu tenho uma bomba daquelas...

Um importante comunicador que também atua em rádio e em TV deve deixar o conhecido portal de internet em que hospeda seu site e seu blog em breve. Houve uma reunião/um almoço na última quinta-feira (12), nos arredores da Avenida Paulista, entre o homem que passou a cuidar de seus patrocinadores na mídia e um jornalista esportivo — não da área de futebol — que pode ter selado a transferência para um concorrente.

Há um descontentamento federal com o atual portal, sobretudo à falta de destaque que tal potência da internet dá a tal comunicador. O contrato foi renovado há pouco, mas não há cláusula de rescisão alguma. O "representante", coincidentemente, terá um encontro neste portal rival nesta semana para apresentar um projeto paralelo, relativo à publicidade dentro de textos.

O jornalista, até pego de surpresa, encheu a bola do rival por nele ser praticamente "terceirizado". O "dono do passe" do comunicador saiu convencido de que a mudança é necessária e viável. Aproveitará, pois, para oferecê-lo ao portal, que, diante do rumor, viu com muitíssimos bons olhos a possibilidade de abrigá-lo.

Mistério? Sim. Mas tenho certeza de que não é necessário ser Sherlock Holmes ou Hercule Poirot para descobrir.

Não conseguiu? Ótimo. Bem-vindo ao jogo das várias pistas.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 13h38
[] [mande para quem quiser] []



Experiência de quase-toda-vida

Despretensiosamente, escrevi num micropapel meu nome e o veículo de comunicação para o qual presto serviços jornalísticos e o entreguei a Fernanda Gonçalves, boa assessora (hum!) da equipe Terra Avallone, da Stock Car. Haveria um sorteio, às 14h30, não pontualmente, e deveria estar presente para concorrer efetivamente. Seriam dois contemplados para uma volta no carro de dois lugares, guiado por Felipe Maluhy.

Grande parte das pessoas que souberam de tal mimo chacotearam a escolha de tal piloto. Maluhy é tido como aloprado, quebrador de carros, retardado. Nunca achei; até torci para ele no título do ano passado. Creio que ninguém que tenha tais atributos dispute a taça.

Uns oito minutos antes do horário determinado, estava eu com mais dois colegas de profissão, Rafael Lopes e Carlos Garcia. Fernanda veio com a urna não muito cheia de celulose em pedacinhos, entregou-a a Felipe, que deu cabo ao sorteio. "Para mim é indiferente", esnobei. Os demais estavam ouriçadíssimas, cruzes! O primeiro nome foi de um tal Vandeirson, Vandinelson, Van tuerson, que, pelo silêncio, não compareceu. Veio o segundo: eu. "Ele não quer, ele não quer!", bradaram as representantes masculinas da gaiola das loucas.

Sempre tive sorte para esse tipo de coisa. Ri.

O próximo laureado seria Bruno Vicaria. Mas o pobre ficou a trabalhar na sala de imprensa. Emburrou-se, depois. Garcia foi o contemplado final.

Cleocinei ZontaFomos para a entrada dos pits de Interlagos e lá esperamos mais de uma hora para darmos uma voltinha. Vi-me, por uns instantes, como VIP de algo. Betto D'Elboux chegou para entrevistar-me. Fotógrafos aproximavam-se para seus cliques. Respondi com aceno. Ninguém apareceu para pedir autógrafos. Fracos.

Outras celebridades top como Preta Gil, Marisol-que-fez-alguma-novela-da-Globo-mas-ninguém-soube-dizer-o-sobrenome, e Diego Gasquez, o Alemão do BBB, também sentaram nos carros. Só a filha de Gilberto (ministro ainda?) é que andou no mesmo carro que eu.

Talvez por isso tenha zicado o pobre veículo. Na minha volta e na de Carlos, houve falha. De qualquer forma, uma sensação única, porém descritível. O modelo da Stock Car, como o do WTCC, é rapidíssimo de arrancada e tem uma frenagem e uma aderência impressionantes. Tem-se a nítida impressão que o carro vai escapar nas curvas, porém se mostra quase uma ilusão de ótica e demais sentidos.

Dois minutos depois, acabava a aventura. Sem tremeliques, sem ansiedade, feliz, apenas. Mas que logo virou uma das experiências que levo por minha existência.



Despretensiosamente, escrevi num micropapel meu nome e o veículo de comunicação para o qual presto serviços jornalísticos e o entreguei a Fernanda Gonçalves, boa assessora (hum!) da equipe Terra Avallone, da Stock Car. Haveria um sorteio, às 14h30, não pontualmente, e deveria estar presente para concorrer efetivamente. Seriam dois contemplados para uma volta no carro de dois lugares, guiado por Felipe Maluhy.

Grande parte das pessoas que souberam de tal mimo chacotearam a escolha de tal piloto. Maluhy é tido como aloprado, quebrador de carros, retardado. Nunca achei; até torci para ele no título do ano passado. Creio que ninguém que tenha tais atributos dispute a taça.

Uns oito minutos antes do horário determinado, estava eu com mais dois colegas de profissão, Rafael Lopes e Carlos Garcia. Fernanda veio com a urna não muito cheia de celulose em pedacinhos, entregou-a a Felipe, que deu cabo ao sorteio. "Para mim é indiferente", esnobei. Os demais estavam ouriçadíssimas, cruzes! O primeiro nome foi de um tal Vandeirson, Vandinelson, Van tuerson, que, pelo silêncio, não compareceu. Veio o segundo: eu. "Ele não quer, ele não quer!", bradaram as representantes masculinas da gaiola das loucas.

Sempre tive sorte para esse tipo de coisa. Ri.

O próximo laureado seria Bruno Vicaria. Mas o pobre ficou a trabalhar na sala de imprensa. Emburrou-se, depois. Garcia foi o contemplado final.

Cleocinei ZontaFomos para a entrada dos pits de Interlagos e lá esperamos mais de uma hora para darmos uma voltinha. Vi-me, por uns instantes, como VIP de algo. Betto D'Elboux chegou para entrevistar-me. Fotógrafos aproximavam-se para seus cliques. Respondi com aceno. Ninguém apareceu para pedir autógrafos. Fracos.

Outras celebridades top como Preta Gil, Marisol-que-fez-alguma-novela-da-Globo-mas-ninguém-soube-dizer-o-sobrenome, e Diego Gasquez, o Alemão do BBB, também sentaram nos carros. Só a filha de Gilberto (ministro ainda?) é que andou no mesmo carro que eu.

Talvez por isso tenha zicado o pobre veículo. Na minha volta e na de Carlos, houve falha. De qualquer forma, uma sensação única, porém descritível. O modelo da Stock Car, como o do WTCC, é rapidíssimo de arrancada e tem uma frenagem e uma aderência impressionantes. Tem-se a nítida impressão que o carro vai escapar nas curvas, porém se mostra quase uma ilusão de ótica e demais sentidos.

Dois minutos depois, acabava a aventura. Sem tremeliques, sem ansiedade, feliz, apenas. Mas que logo virou uma das experiências que levo por minha existência.



Despretensiosamente, escrevi num micropapel meu nome e o veículo de comunicação para o qual presto serviços jornalísticos e o entreguei a Fernanda Gonçalves, boa assessora (hum!) da equipe Terra Avallone, da Stock Car. Haveria um sorteio, às 14h30, não pontualmente, e deveria estar presente para concorrer efetivamente. Seriam dois contemplados para uma volta no carro de dois lugares, guiado por Felipe Maluhy.

Grande parte das pessoas que souberam de tal mimo chacotearam a escolha de tal piloto. Maluhy é tido como aloprado, quebrador de carros, retardado. Nunca achei; até torci para ele no título do ano passado. Creio que ninguém que tenha tais atributos dispute a taça.

Uns oito minutos antes do horário determinado, estava eu com mais dois colegas de profissão, Rafael Lopes e Carlos Garcia. Fernanda veio com a urna não muito cheia de celulose em pedacinhos, entregou-a a Felipe, que deu cabo ao sorteio. "Para mim é indiferente", esnobei. Os demais estavam ouriçadíssimas, cruzes! O primeiro nome foi de um tal Vandeirson, Vandinelson, Van tuerson, que, pelo silêncio, não compareceu. Veio o segundo: eu. "Ele não quer, ele não quer!", bradaram as representantes masculinas da gaiola das loucas.

Sempre tive sorte para esse tipo de coisa. Ri.

O próximo laureado seria Bruno Vicaria. Mas o pobre ficou a trabalhar na sala de imprensa. Emburrou-se, depois. Garcia foi o contemplado final.

Cleocinei ZontaFomos para a entrada dos pits de Interlagos e lá esperamos mais de uma hora para darmos uma voltinha. Vi-me, por uns instantes, como VIP de algo. Betto D'Elboux chegou para entrevistar-me. Fotógrafos aproximavam-se para seus cliques. Respondi com aceno. Ninguém apareceu para pedir autógrafos. Fracos.

Outras celebridades top como Preta Gil, Marisol-que-fez-alguma-novela-da-Globo-mas-ninguém-soube-dizer-o-sobrenome, e Diego Gasquez, o Alemão do BBB, também sentaram nos carros. Só a filha de Gilberto (ministro ainda?) é que andou no mesmo carro que eu.

Talvez por isso tenha zicado o pobre veículo. Na minha volta e na de Carlos, houve falha. De qualquer forma, uma sensação única, porém descritível. O modelo da Stock Car, como o do WTCC, é rapidíssimo de arrancada e tem uma frenagem e uma aderência impressionantes. Tem-se a nítida impressão que o carro vai escapar nas curvas, porém se mostra quase uma ilusão de ótica e demais sentidos.

Dois minutos depois, acabava a aventura. Sem tremeliques, sem ansiedade, feliz, apenas. Mas que logo virou uma das experiências que levo por minha existência.



Pataquada de Vitonez às 11h27
[] [mande para quem quiser] []



Defecatório da imprensa

Essa quem me alertou foi Dennis Dirani, protótipo de corredor de karts: o Lancenet! dá com exclusividade a informação de um novo piloto na Stock Car. Que, inclusive, venceu a prova de ontem em São Paulo.

Esse vai longe.



Essa quem me alertou foi Dennis Dirani, protótipo de corredor de karts: o Lancenet! dá com exclusividade a informação de um novo piloto na Stock Car. Que, inclusive, venceu a prova de ontem em São Paulo.

Esse vai longe.



Essa quem me alertou foi Dennis Dirani, protótipo de corredor de karts: o Lancenet! dá com exclusividade a informação de um novo piloto na Stock Car. Que, inclusive, venceu a prova de ontem em São Paulo.

Esse vai longe.



Pataquada de Vitonez às 14h39
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Jogo das pistas (4)

De volta, para deleite dos leitores, que já andam até buscando fontes para saber.

Vamos lá: já há um contrato do portal, e só precisa, claro, da assinatura do comunicador. Não falta muito para que ele coloque seu nome no papel. "Ele está puto", definiu uma pessoa ligada a ele, referente às condições dadas por sua atual hospedagem.

No entanto, a estréia na nova casa pode demorar. Apesar da rescisão não requerer multa, há um limite de tempo na questão, ainda não averiguado, para que haja uma "liberação", façam sóis, chuvas, tempestades.

O clima no portal é de euforia. Vem muita coisa por aí.

Digo que há uma mensagem implícita. Não captou? Estamos na pista 4.

E é a mais pura verdade.



De volta, para deleite dos leitores, que já andam até buscando fontes para saber.

Vamos lá: já há um contrato do portal, e só precisa, claro, da assinatura do comunicador. Não falta muito para que ele coloque seu nome no papel. "Ele está puto", definiu uma pessoa ligada a ele, referente às condições dadas por sua atual hospedagem.

No entanto, a estréia na nova casa pode demorar. Apesar da rescisão não requerer multa, há um limite de tempo na questão, ainda não averiguado, para que haja uma "liberação", façam sóis, chuvas, tempestades.

O clima no portal é de euforia. Vem muita coisa por aí.

Digo que há uma mensagem implícita. Não captou? Estamos na pista 4.

E é a mais pura verdade.



De volta, para deleite dos leitores, que já andam até buscando fontes para saber.

Vamos lá: já há um contrato do portal, e só precisa, claro, da assinatura do comunicador. Não falta muito para que ele coloque seu nome no papel. "Ele está puto", definiu uma pessoa ligada a ele, referente às condições dadas por sua atual hospedagem.

No entanto, a estréia na nova casa pode demorar. Apesar da rescisão não requerer multa, há um limite de tempo na questão, ainda não averiguado, para que haja uma "liberação", façam sóis, chuvas, tempestades.

O clima no portal é de euforia. Vem muita coisa por aí.

Digo que há uma mensagem implícita. Não captou? Estamos na pista 4.

E é a mais pura verdade.



Pataquada de Vitonez às 11h52
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O bom Boris

APFoi-se o Boris. O Boris que da distante Rússia nos fez, de alguma forma, ser parecido com ele. Pegou um país com o dobro do tamanho do Brasil, com um incipiente traço de tentativa de democracia, com um povo de passado marcado pelos massacres e pela opressão soviética e pela Guerra Fria. Mas a maioria das coisas que remetia a ele tinha um copo como protagonista.

Yeltsin gostava de beber — oras, terra da vodca. No mundo todo, era razão de chacota. Aqui, como com Lula e sua terra da caipirinha, idem — agora vêm os analistas e ressaltam os feitos do político; é sempre assim: espera-se morrer. Mas cá entre nós: tem muito jornalista triste por perder um mito do álcool.



APFoi-se o Boris. O Boris que da distante Rússia nos fez, de alguma forma, ser parecido com ele. Pegou um país com o dobro do tamanho do Brasil, com um incipiente traço de tentativa de democracia, com um povo de passado marcado pelos massacres e pela opressão soviética e pela Guerra Fria. Mas a maioria das coisas que remetia a ele tinha um copo como protagonista.

Yeltsin gostava de beber — oras, terra da vodca. No mundo todo, era razão de chacota. Aqui, como com Lula e sua terra da caipirinha, idem — agora vêm os analistas e ressaltam os feitos do político; é sempre assim: espera-se morrer. Mas cá entre nós: tem muito jornalista triste por perder um mito do álcool.



APFoi-se o Boris. O Boris que da distante Rússia nos fez, de alguma forma, ser parecido com ele. Pegou um país com o dobro do tamanho do Brasil, com um incipiente traço de tentativa de democracia, com um povo de passado marcado pelos massacres e pela opressão soviética e pela Guerra Fria. Mas a maioria das coisas que remetia a ele tinha um copo como protagonista.

Yeltsin gostava de beber — oras, terra da vodca. No mundo todo, era razão de chacota. Aqui, como com Lula e sua terra da caipirinha, idem — agora vêm os analistas e ressaltam os feitos do político; é sempre assim: espera-se morrer. Mas cá entre nós: tem muito jornalista triste por perder um mito do álcool.



Pataquada de Vitonez às 11h35
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Cá estou

Voltei a ter vida. Acabo de chegar de Interlagos. Foram seis dias intensos, uma maratona, nessa fase de clichês.

Logo mais, postarei tudo que vi, depois que vi e venci _ um sorteio.

É coisa para daqui a pouco.



Voltei a ter vida. Acabo de chegar de Interlagos. Foram seis dias intensos, uma maratona, nessa fase de clichês.

Logo mais, postarei tudo que vi, depois que vi e venci _ um sorteio.

É coisa para daqui a pouco.



Voltei a ter vida. Acabo de chegar de Interlagos. Foram seis dias intensos, uma maratona, nessa fase de clichês.

Logo mais, postarei tudo que vi, depois que vi e venci _ um sorteio.

É coisa para daqui a pouco.



Pataquada de Vitonez às 19h48
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Regalos

O primeiro jabá em Interlagos veio de Bela Megale, da Hot Car, equipe de Popó Bueno e Fabio Carreira: uma mochila, com um bloco de anotações, um media-guide da temporada e dois tapa-ouvidos.

Depois veio o almoço da Cimed Action Power, organizado por Rodrigo França. Destaque para as quatro gostosas, uma delas com coxas esplendorosas. Não estavam inclusas na refeição, lamentavelmente.

PS: Sim, acordei e vim para o computador; logo mais dormirei novamente.



O primeiro jabá em Interlagos veio de Bela Megale, da Hot Car, equipe de Popó Bueno e Fabio Carreira: uma mochila, com um bloco de anotações, um media-guide da temporada e dois tapa-ouvidos.

Depois veio o almoço da Cimed Action Power, organizado por Rodrigo França. Destaque para as quatro gostosas, uma delas com coxas esplendorosas. Não estavam inclusas na refeição, lamentavelmente.

PS: Sim, acordei e vim para o computador; logo mais dormirei novamente.



O primeiro jabá em Interlagos veio de Bela Megale, da Hot Car, equipe de Popó Bueno e Fabio Carreira: uma mochila, com um bloco de anotações, um media-guide da temporada e dois tapa-ouvidos.

Depois veio o almoço da Cimed Action Power, organizado por Rodrigo França. Destaque para as quatro gostosas, uma delas com coxas esplendorosas. Não estavam inclusas na refeição, lamentavelmente.

PS: Sim, acordei e vim para o computador; logo mais dormirei novamente.



Pataquada de Vitonez às 01h51
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Grandeza

A Stock tomou-me muito tempo, de ontem à noite para cá. Fiquei organizando um especial até uma da matina e às 5h20 já me punha em pé para ter como destino o autódromo de Interlagos, na zona metropolitana oposta aonde moro.

Hoje tinha coletiva de apresentação da categoria, evento de uma equipe e almoço de outra.

Os quatro representantes das montadoras mais os homens que comandam a categoria, ciceroneados por Otávio Mesquita — impressionante, ele está em todas! —, apresentavam seus discursos sempre monotônicos, reforçando o desejo do sucesso e da prosperidade nos negócios. Posição das cadeiras, ainda que lado a lado, virou momentaneamente um grid de largada para Peugeot, Mitsubishi, Chevrolet e Astra.

Enquanto isso, eu, na parte do fundo do salão, a nada prestava atenção, optando pelos gracejos com os amigos e pelo bebericar de um suco de amora — bicha, não? — com gengibre. Ainda tinha chocolate gelado, suco de abacaxi, chá gelado de limão e outra fruta batida com água que pareceu deliciosa, mas não tive o prazer de beber. Do outro lado, os comes: sanduíche com queijo e tomate, tortinha com frango e outro ingrediente que não descobri, canapés, bolos e outros acepipes. 

E eles falavam, arrotavam o peru, disseram, blá e mais blá.

O circo todo armado, lonas com os logos da nova patrocinadora principal a todo lado, organização britânica para colocar todos os carros a 45º nos pits para as fotos oficiais, laço cortado com tesoura pelo Mr. Nextel e tal. E uma regra, por exemplo, anômala, que privilegia 27 caras por terem ido bem no ano passado, que faz outros 23 se matarem por 11 vagas. E cadê os direitos iguais? E o preço que a melhor paga para se inscrever, não é o mesmo que a pior? E os patrocinadores? E a regra básica do automobilismo que os melhores, na pista, têm vez?

É inegável que a Stock cresceu. Só precisa, agora, controlar sua megalomania.



A Stock tomou-me muito tempo, de ontem à noite para cá. Fiquei organizando um especial até uma da matina e às 5h20 já me punha em pé para ter como destino o autódromo de Interlagos, na zona metropolitana oposta aonde moro.

Hoje tinha coletiva de apresentação da categoria, evento de uma equipe e almoço de outra.

Os quatro representantes das montadoras mais os homens que comandam a categoria, ciceroneados por Otávio Mesquita — impressionante, ele está em todas! —, apresentavam seus discursos sempre monotônicos, reforçando o desejo do sucesso e da prosperidade nos negócios. Posição das cadeiras, ainda que lado a lado, virou momentaneamente um grid de largada para Peugeot, Mitsubishi, Chevrolet e Astra.

Enquanto isso, eu, na parte do fundo do salão, a nada prestava atenção, optando pelos gracejos com os amigos e pelo bebericar de um suco de amora — bicha, não? — com gengibre. Ainda tinha chocolate gelado, suco de abacaxi, chá gelado de limão e outra fruta batida com água que pareceu deliciosa, mas não tive o prazer de beber. Do outro lado, os comes: sanduíche com queijo e tomate, tortinha com frango e outro ingrediente que não descobri, canapés, bolos e outros acepipes. 

E eles falavam, arrotavam o peru, disseram, blá e mais blá.

O circo todo armado, lonas com os logos da nova patrocinadora principal a todo lado, organização britânica para colocar todos os carros a 45º nos pits para as fotos oficiais, laço cortado com tesoura pelo Mr. Nextel e tal. E uma regra, por exemplo, anômala, que privilegia 27 caras por terem ido bem no ano passado, que faz outros 23 se matarem por 11 vagas. E cadê os direitos iguais? E o preço que a melhor paga para se inscrever, não é o mesmo que a pior? E os patrocinadores? E a regra básica do automobilismo que os melhores, na pista, têm vez?

É inegável que a Stock cresceu. Só precisa, agora, controlar sua megalomania.



A Stock tomou-me muito tempo, de ontem à noite para cá. Fiquei organizando um especial até uma da matina e às 5h20 já me punha em pé para ter como destino o autódromo de Interlagos, na zona metropolitana oposta aonde moro.

Hoje tinha coletiva de apresentação da categoria, evento de uma equipe e almoço de outra.

Os quatro representantes das montadoras mais os homens que comandam a categoria, ciceroneados por Otávio Mesquita — impressionante, ele está em todas! —, apresentavam seus discursos sempre monotônicos, reforçando o desejo do sucesso e da prosperidade nos negócios. Posição das cadeiras, ainda que lado a lado, virou momentaneamente um grid de largada para Peugeot, Mitsubishi, Chevrolet e Astra.

Enquanto isso, eu, na parte do fundo do salão, a nada prestava atenção, optando pelos gracejos com os amigos e pelo bebericar de um suco de amora — bicha, não? — com gengibre. Ainda tinha chocolate gelado, suco de abacaxi, chá gelado de limão e outra fruta batida com água que pareceu deliciosa, mas não tive o prazer de beber. Do outro lado, os comes: sanduíche com queijo e tomate, tortinha com frango e outro ingrediente que não descobri, canapés, bolos e outros acepipes. 

E eles falavam, arrotavam o peru, disseram, blá e mais blá.

O circo todo armado, lonas com os logos da nova patrocinadora principal a todo lado, organização britânica para colocar todos os carros a 45º nos pits para as fotos oficiais, laço cortado com tesoura pelo Mr. Nextel e tal. E uma regra, por exemplo, anômala, que privilegia 27 caras por terem ido bem no ano passado, que faz outros 23 se matarem por 11 vagas. E cadê os direitos iguais? E o preço que a melhor paga para se inscrever, não é o mesmo que a pior? E os patrocinadores? E a regra básica do automobilismo que os melhores, na pista, têm vez?

É inegável que a Stock cresceu. Só precisa, agora, controlar sua megalomania.



Pataquada de Vitonez às 18h46
[] [mande para quem quiser] []



Jogo das pistas (3)

Como o universo é pequeno, diria o poeta. Descobri que as negociações entre o comunicador e o portal já estão avançadas. Já se fala em cancelamento do contrato com o atual espaço que o hospeda.

A reunião da última segunda deu um passo de elefante, rinoceronte, jamanta, iéti, seja lá o que for. O acordo está próximo; detalhes tão pequenos são a questão. Já falam até na estréia.  

Sacou? Esse post tem muita mensagem implícita. Não, mesmo? Terceira pista.

E é a mais pura verdade.



Como o universo é pequeno, diria o poeta. Descobri que as negociações entre o comunicador e o portal já estão avançadas. Já se fala em cancelamento do contrato com o atual espaço que o hospeda.

A reunião da última segunda deu um passo de elefante, rinoceronte, jamanta, iéti, seja lá o que for. O acordo está próximo; detalhes tão pequenos são a questão. Já falam até na estréia.  

Sacou? Esse post tem muita mensagem implícita. Não, mesmo? Terceira pista.

E é a mais pura verdade.



Como o universo é pequeno, diria o poeta. Descobri que as negociações entre o comunicador e o portal já estão avançadas. Já se fala em cancelamento do contrato com o atual espaço que o hospeda.

A reunião da última segunda deu um passo de elefante, rinoceronte, jamanta, iéti, seja lá o que for. O acordo está próximo; detalhes tão pequenos são a questão. Já falam até na estréia.  

Sacou? Esse post tem muita mensagem implícita. Não, mesmo? Terceira pista.

E é a mais pura verdade.



Pataquada de Vitonez às 18h58
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Retratação

Como não citei nomes, não voltarei a citar. Mas peço, de coração, desculpas por um texto escrito tempos atrás sobre uma pessoa com quem tinha uma desavença, já plenamente superada.

Esta pessoa conversou comigo hoje pelo telefone e ficou chateada por ter se visto na situação retratada. Bem como seus pais, que devem ter lido, bem como seus amigos. Então, publicamente, reitero meu pedido de desculpas.

A gente faz burradas na vida e tem de assumir quando erra. 

Vida que segue, vam'bora.



Como não citei nomes, não voltarei a citar. Mas peço, de coração, desculpas por um texto escrito tempos atrás sobre uma pessoa com quem tinha uma desavença, já plenamente superada.

Esta pessoa conversou comigo hoje pelo telefone e ficou chateada por ter se visto na situação retratada. Bem como seus pais, que devem ter lido, bem como seus amigos. Então, publicamente, reitero meu pedido de desculpas.

A gente faz burradas na vida e tem de assumir quando erra. 

Vida que segue, vam'bora.



Como não citei nomes, não voltarei a citar. Mas peço, de coração, desculpas por um texto escrito tempos atrás sobre uma pessoa com quem tinha uma desavença, já plenamente superada.

Esta pessoa conversou comigo hoje pelo telefone e ficou chateada por ter se visto na situação retratada. Bem como seus pais, que devem ter lido, bem como seus amigos. Então, publicamente, reitero meu pedido de desculpas.

A gente faz burradas na vida e tem de assumir quando erra. 

Vida que segue, vam'bora.



Pataquada de Vitonez às 16h18
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1 imagem, 100 palavras







Pataquada de Vitonez às 14h09
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Lixo eletrônico

Equipe L&M, da Stock Car, apresenta famosos, quase famosos, aspirantes a famosos e infâmia

Parecia ser a noite da apresentação de um carro da Stock Car. Leda Fonseca, ledo engano. O Bar Brahma reuniu na segunda-feira (16) figuras que costumam (ou devem acostumar-se, não somos ligados a isso) a aparecer em colunas sociais, como as de Fabíola Reipert, programas voltados para o mundo dos que se acham VIPs, como o de Otavio Mesquita e a "reportagem" do TV Fama e convidados deslumbrados da patrocinadora BioRedux, que reduziu a aparição do carro, dos pilotos e da imprensa especializada em automobilismo.

Arrozes-de-festa lá estavam. Um deles enfezou-se com a falta de organização e, em poucos segundos, sumia em direção à esquina das avenidas Ipiranga e São João. "Rapaziadinha, não dá", declarou. Convidados apareceram com invitações personalizadas; à imprensa, restou saber, por alguma via, o endereço de e-mail da assessoria que deu cabo ao "lançamento" para confirmar presença. Ainda assim, algumas mensagens eletrônicas perderam-se no caminho. "Deve ser culpa do trânsito caótico de São Paulo", disse um dos profissionais da área escrita. O bom-senso foi mandado às favas.

Os não-mídia comeram arroz com farofa, bacon, ovo cozido e banana à milanesa, em uma cumbuca de sopa, e arrotaram isso, mesmo.

É que o "evento", que parecia ter caráter esportivo, foi na verdade um rega-bofe para a sociedade emergente, que se viu alvoroçada com a chegada da atriz/garota-propaganda Claudia Raia, e mal deu atenção ao culinarista-padeiro Olivier Anquier e ao cantor Claudio Zoli, que tocou seu maior e único sucesso, "A Noite Do Prazer".

Sabe-se que com prazer é mais caro, mas a noite não foi das mais prazerosas. Não havia mesas para todos, de modo que a cobertura jornalística ficou prejudicada; o local era restrito; comandas foram entregues — já vimos isso antes? — para o caso de o convidado querer um exagero gastronômico.

Devidamente avisado de que se tratava de um encontro de celebridades, Ricardo Zonta, piloto de testes da Renault, contratado para levar todo conhecimento que tinha sobre os pneus Bridgestone à equipe francesa, foi lacônico quando lhe perguntaram se o grupo liderado por Flavio Briatore estava mal. "É...". A segunda pergunta veio. "E não tem jeito de melhorar?". Um minuto de hesitação, e o paranaense respondeu com um "não". Ao que lhe foi entregue o cartão "Betto D'Elboux — revista Racing", tirou o pigarro da garganta. "Bem, é, nós estamos com alguns problemas aerodinâmicos e..."

(A história foi relatada por B D'E, e, portanto, está sob investigação.)

Quem adentrou o recinto recebeu pulseiras amarelas sempre postas em braços direitos. Nem todos os seres, revelamos. Um deles chegou para um jornalista de um site de automobilismo e pediu que pegasse uma cerveja. Atencioso, este solicitou ao garçom, que logo retribuiu com um sinal de agito no peito, indicando sujeira. "Eu não tenho a pulseira que você tem", alegou o embriagado rapaz. O periodista, sempre polido, respondeu com um "problema seu, não posso fazer nada".

Enquanto isso, Tiago Mendonça, cujo fígado melhorou da fase patê, sorria ao conseguir verter um copo de cerveja sem ter efeitos colaterais ou golfar sangue. "E vai ser o único da noite", garantiu. Cumpriu a promessa, com cara de tristeza.

Na hora em que o carro, finalmente protagonista, foi desvelado, veio uma fumaça, daquelas fabricadas em máquina. Mais interessante: do motor. Por um momento, pensou-se que o propulsor havia superaquecido.

Vale lembrar que também esteve presente Pedro Gomes, o outro piloto da L&M.



Equipe L&M, da Stock Car, apresenta famosos, quase famosos, aspirantes a famosos e infâmia

Parecia ser a noite da apresentação de um carro da Stock Car. Leda Fonseca, ledo engano. O Bar Brahma reuniu na segunda-feira (16) figuras que costumam (ou devem acostumar-se, não somos ligados a isso) a aparecer em colunas sociais, como as de Fabíola Reipert, programas voltados para o mundo dos que se acham VIPs, como o de Otavio Mesquita e a "reportagem" do TV Fama e convidados deslumbrados da patrocinadora BioRedux, que reduziu a aparição do carro, dos pilotos e da imprensa especializada em automobilismo.

Arrozes-de-festa lá estavam. Um deles enfezou-se com a falta de organização e, em poucos segundos, sumia em direção à esquina das avenidas Ipiranga e São João. "Rapaziadinha, não dá", declarou. Convidados apareceram com invitações personalizadas; à imprensa, restou saber, por alguma via, o endereço de e-mail da assessoria que deu cabo ao "lançamento" para confirmar presença. Ainda assim, algumas mensagens eletrônicas perderam-se no caminho. "Deve ser culpa do trânsito caótico de São Paulo", disse um dos profissionais da área escrita. O bom-senso foi mandado às favas.

Os não-mídia comeram arroz com farofa, bacon, ovo cozido e banana à milanesa, em uma cumbuca de sopa, e arrotaram isso, mesmo.

É que o "evento", que parecia ter caráter esportivo, foi na verdade um rega-bofe para a sociedade emergente, que se viu alvoroçada com a chegada da atriz/garota-propaganda Claudia Raia, e mal deu atenção ao culinarista-padeiro Olivier Anquier e ao cantor Claudio Zoli, que tocou seu maior e único sucesso, "A Noite Do Prazer".

Sabe-se que com prazer é mais caro, mas a noite não foi das mais prazerosas. Não havia mesas para todos, de modo que a cobertura jornalística ficou prejudicada; o local era restrito; comandas foram entregues — já vimos isso antes? — para o caso de o convidado querer um exagero gastronômico.

Devidamente avisado de que se tratava de um encontro de celebridades, Ricardo Zonta, piloto de testes da Renault, contratado para levar todo conhecimento que tinha sobre os pneus Bridgestone à equipe francesa, foi lacônico quando lhe perguntaram se o grupo liderado por Flavio Briatore estava mal. "É...". A segunda pergunta veio. "E não tem jeito de melhorar?". Um minuto de hesitação, e o paranaense respondeu com um "não". Ao que lhe foi entregue o cartão "Betto D'Elboux — revista Racing", tirou o pigarro da garganta. "Bem, é, nós estamos com alguns problemas aerodinâmicos e..."

(A história foi relatada por B D'E, e, portanto, está sob investigação.)

Quem adentrou o recinto recebeu pulseiras amarelas sempre postas em braços direitos. Nem todos os seres, revelamos. Um deles chegou para um jornalista de um site de automobilismo e pediu que pegasse uma cerveja. Atencioso, este solicitou ao garçom, que logo retribuiu com um sinal de agito no peito, indicando sujeira. "Eu não tenho a pulseira que você tem", alegou o embriagado rapaz. O periodista, sempre polido, respondeu com um "problema seu, não posso fazer nada".

Enquanto isso, Tiago Mendonça, cujo fígado melhorou da fase patê, sorria ao conseguir verter um copo de cerveja sem ter efeitos colaterais ou golfar sangue. "E vai ser o único da noite", garantiu. Cumpriu a promessa, com cara de tristeza.

Na hora em que o carro, finalmente protagonista, foi desvelado, veio uma fumaça, daquelas fabricadas em máquina. Mais interessante: do motor. Por um momento, pensou-se que o propulsor havia superaquecido.

Vale lembrar que também esteve presente Pedro Gomes, o outro piloto da L&M.



Equipe L&M, da Stock Car, apresenta famosos, quase famosos, aspirantes a famosos e infâmia

Parecia ser a noite da apresentação de um carro da Stock Car. Leda Fonseca, ledo engano. O Bar Brahma reuniu na segunda-feira (16) figuras que costumam (ou devem acostumar-se, não somos ligados a isso) a aparecer em colunas sociais, como as de Fabíola Reipert, programas voltados para o mundo dos que se acham VIPs, como o de Otavio Mesquita e a "reportagem" do TV Fama e convidados deslumbrados da patrocinadora BioRedux, que reduziu a aparição do carro, dos pilotos e da imprensa especializada em automobilismo.

Arrozes-de-festa lá estavam. Um deles enfezou-se com a falta de organização e, em poucos segundos, sumia em direção à esquina das avenidas Ipiranga e São João. "Rapaziadinha, não dá", declarou. Convidados apareceram com invitações personalizadas; à imprensa, restou saber, por alguma via, o endereço de e-mail da assessoria que deu cabo ao "lançamento" para confirmar presença. Ainda assim, algumas mensagens eletrônicas perderam-se no caminho. "Deve ser culpa do trânsito caótico de São Paulo", disse um dos profissionais da área escrita. O bom-senso foi mandado às favas.

Os não-mídia comeram arroz com farofa, bacon, ovo cozido e banana à milanesa, em uma cumbuca de sopa, e arrotaram isso, mesmo.

É que o "evento", que parecia ter caráter esportivo, foi na verdade um rega-bofe para a sociedade emergente, que se viu alvoroçada com a chegada da atriz/garota-propaganda Claudia Raia, e mal deu atenção ao culinarista-padeiro Olivier Anquier e ao cantor Claudio Zoli, que tocou seu maior e único sucesso, "A Noite Do Prazer".

Sabe-se que com prazer é mais caro, mas a noite não foi das mais prazerosas. Não havia mesas para todos, de modo que a cobertura jornalística ficou prejudicada; o local era restrito; comandas foram entregues — já vimos isso antes? — para o caso de o convidado querer um exagero gastronômico.

Devidamente avisado de que se tratava de um encontro de celebridades, Ricardo Zonta, piloto de testes da Renault, contratado para levar todo conhecimento que tinha sobre os pneus Bridgestone à equipe francesa, foi lacônico quando lhe perguntaram se o grupo liderado por Flavio Briatore estava mal. "É...". A segunda pergunta veio. "E não tem jeito de melhorar?". Um minuto de hesitação, e o paranaense respondeu com um "não". Ao que lhe foi entregue o cartão "Betto D'Elboux — revista Racing", tirou o pigarro da garganta. "Bem, é, nós estamos com alguns problemas aerodinâmicos e..."

(A história foi relatada por B D'E, e, portanto, está sob investigação.)

Quem adentrou o recinto recebeu pulseiras amarelas sempre postas em braços direitos. Nem todos os seres, revelamos. Um deles chegou para um jornalista de um site de automobilismo e pediu que pegasse uma cerveja. Atencioso, este solicitou ao garçom, que logo retribuiu com um sinal de agito no peito, indicando sujeira. "Eu não tenho a pulseira que você tem", alegou o embriagado rapaz. O periodista, sempre polido, respondeu com um "problema seu, não posso fazer nada".

Enquanto isso, Tiago Mendonça, cujo fígado melhorou da fase patê, sorria ao conseguir verter um copo de cerveja sem ter efeitos colaterais ou golfar sangue. "E vai ser o único da noite", garantiu. Cumpriu a promessa, com cara de tristeza.

Na hora em que o carro, finalmente protagonista, foi desvelado, veio uma fumaça, daquelas fabricadas em máquina. Mais interessante: do motor. Por um momento, pensou-se que o propulsor havia superaquecido.

Vale lembrar que também esteve presente Pedro Gomes, o outro piloto da L&M.



Pataquada de Vitonez às 02h01
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Jogo das pistas (2)

Às 18h30 (de Brasília) desta segunda (16), o comunicador em questão terá uma reunião a portas nem tão fechadas com diretores-executivos e papas do portal rival.


O comunicador pulou etapas. Nem havia avisado seu “empresário” do encontro. “Já está mais adiantado do que pensei”, comentou-me, hoje de manhã. “O homem é um avião.”

 

Avião, ele não é, longe disso. Mas de avião, ele entende.

Ainda não conseguiu? Ótimo. Estamos só na segunda pista.

E é a mais pura verdade.



Às 18h30 (de Brasília) desta segunda (16), o comunicador em questão terá uma reunião a portas nem tão fechadas com diretores-executivos e papas do portal rival.


O comunicador pulou etapas. Nem havia avisado seu “empresário” do encontro. “Já está mais adiantado do que pensei”, comentou-me, hoje de manhã. “O homem é um avião.”

 

Avião, ele não é, longe disso. Mas de avião, ele entende.

Ainda não conseguiu? Ótimo. Estamos só na segunda pista.

E é a mais pura verdade.



Às 18h30 (de Brasília) desta segunda (16), o comunicador em questão terá uma reunião a portas nem tão fechadas com diretores-executivos e papas do portal rival.


O comunicador pulou etapas. Nem havia avisado seu “empresário” do encontro. “Já está mais adiantado do que pensei”, comentou-me, hoje de manhã. “O homem é um avião.”

 

Avião, ele não é, longe disso. Mas de avião, ele entende.

Ainda não conseguiu? Ótimo. Estamos só na segunda pista.

E é a mais pura verdade.



Pataquada de Vitonez às 15h02
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Jogo das pistas (1)

Acabou passando, mas eu tenho uma bomba daquelas...

Um importante comunicador que também atua em rádio e em TV deve deixar o conhecido portal de internet em que hospeda seu site e seu blog em breve. Houve uma reunião/um almoço na última quinta-feira (12), nos arredores da Avenida Paulista, entre o homem que passou a cuidar de seus patrocinadores na mídia e um jornalista esportivo — não da área de futebol — que pode ter selado a transferência para um concorrente.

Há um descontentamento federal com o atual portal, sobretudo à falta de destaque que tal potência da internet dá a tal comunicador. O contrato foi renovado há pouco, mas não há cláusula de rescisão alguma. O "representante", coincidentemente, terá um encontro neste portal rival nesta semana para apresentar um projeto paralelo, relativo à publicidade dentro de textos.

O jornalista, até pego de surpresa, encheu a bola do rival por nele ser praticamente "terceirizado". O "dono do passe" do comunicador saiu convencido de que a mudança é necessária e viável. Aproveitará, pois, para oferecê-lo ao portal, que, diante do rumor, viu com muitíssimos bons olhos a possibilidade de abrigá-lo.

Mistério? Sim. Mas tenho certeza de que não é necessário ser Sherlock Holmes ou Hercule Poirot para descobrir.

Não conseguiu? Ótimo. Bem-vindo ao jogo das várias pistas.

E é a mais pura verdade.



Acabou passando, mas eu tenho uma bomba daquelas...

Um importante comunicador que também atua em rádio e em TV deve deixar o conhecido portal de internet em que hospeda seu site e seu blog em breve. Houve uma reunião/um almoço na última quinta-feira (12), nos arredores da Avenida Paulista, entre o homem que passou a cuidar de seus patrocinadores na mídia e um jornalista esportivo — não da área de futebol — que pode ter selado a transferência para um concorrente.

Há um descontentamento federal com o atual portal, sobretudo à falta de destaque que tal potência da internet dá a tal comunicador. O contrato foi renovado há pouco, mas não há cláusula de rescisão alguma. O "representante", coincidentemente, terá um encontro neste portal rival nesta semana para apresentar um projeto paralelo, relativo à publicidade dentro de textos.

O jornalista, até pego de surpresa, encheu a bola do rival por nele ser praticamente "terceirizado". O "dono do passe" do comunicador saiu convencido de que a mudança é necessária e viável. Aproveitará, pois, para oferecê-lo ao portal, que, diante do rumor, viu com muitíssimos bons olhos a possibilidade de abrigá-lo.

Mistério? Sim. Mas tenho certeza de que não é necessário ser Sherlock Holmes ou Hercule Poirot para descobrir.

Não conseguiu? Ótimo. Bem-vindo ao jogo das várias pistas.

E é a mais pura verdade.



Acabou passando, mas eu tenho uma bomba daquelas...

Um importante comunicador que também atua em rádio e em TV deve deixar o conhecido portal de internet em que hospeda seu site e seu blog em breve. Houve uma reunião/um almoço na última quinta-feira (12), nos arredores da Avenida Paulista, entre o homem que passou a cuidar de seus patrocinadores na mídia e um jornalista esportivo — não da área de futebol — que pode ter selado a transferência para um concorrente.

Há um descontentamento federal com o atual portal, sobretudo à falta de destaque que tal potência da internet dá a tal comunicador. O contrato foi renovado há pouco, mas não há cláusula de rescisão alguma. O "representante", coincidentemente, terá um encontro neste portal rival nesta semana para apresentar um projeto paralelo, relativo à publicidade dentro de textos.

O jornalista, até pego de surpresa, encheu a bola do rival por nele ser praticamente "terceirizado". O "dono do passe" do comunicador saiu convencido de que a mudança é necessária e viável. Aproveitará, pois, para oferecê-lo ao portal, que, diante do rumor, viu com muitíssimos bons olhos a possibilidade de abrigá-lo.

Mistério? Sim. Mas tenho certeza de que não é necessário ser Sherlock Holmes ou Hercule Poirot para descobrir.

Não conseguiu? Ótimo. Bem-vindo ao jogo das várias pistas.

E é a mais pura verdade.



Pataquada de Vitonez às 23h31
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E o que é preciso?

Show da última quinta-feira do Aerosmith no Brasil (vídeo, nota-se, postado no YouTube).



Show da última quinta-feira do Aerosmith no Brasil (vídeo, nota-se, postado no YouTube).



Show da última quinta-feira do Aerosmith no Brasil (vídeo, nota-se, postado no YouTube).



Pataquada de Vitonez às 19h50
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Será?

Quatro pessoas já vieram me falar, após a vitória de Felipe Massa: "A culpa é do Galvão".

Cleber Machado narrou pela TV Globo a corrida neste fim de semana.



Quatro pessoas já vieram me falar, após a vitória de Felipe Massa: "A culpa é do Galvão".

Cleber Machado narrou pela TV Globo a corrida neste fim de semana.



Quatro pessoas já vieram me falar, após a vitória de Felipe Massa: "A culpa é do Galvão".

Cleber Machado narrou pela TV Globo a corrida neste fim de semana.



Pataquada de Vitonez às 15h04
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Bahrein, dia 3

O GP do Bahrein seguiu o tom que das provas da Austrália e da Malásia: sem muitas emoções e domínio soberano do líder. Foi o que eu escrevi no texto do GP. Parece que agora, tudo que ocorrer na F-1 depende estritamente da largada e dos pits. Ultrapassar parece coisa de outro mundo.

Mas dois pilotos provaram o contrário: Coulthard e Heidfeld.

Dois veteranos-de-guerra da categoria. O escocês que sempre acha que "não vejo razão para não achar que não posso brigar pelo título" e o alemão que, para seu país, ficou na sombra. Coulthard passou 14 carros desde a largada; Heidfeld superou Alonso, coisa que Schumacher nunca conseguiu.

Essa história de que é difícil passar na F-1 vai até a página 9, pois.

Massa venceu e está a cinco pontos dos três líderes. Voltou à briga, como o próprio disse. O que é ótimo. Para nós, desperta o interesse do público e movimenta o mercado das anunciantes.

Quatro semanas sem F-1. Ouié.

PS1: Não teve dia 2 porque no dia 2 eu praticamente estava em estado letárgico.

PS2: Acabei matando uma formiga ao digitar este texto. Ela passeava despercebidamente na letra A.



O GP do Bahrein seguiu o tom que das provas da Austrália e da Malásia: sem muitas emoções e domínio soberano do líder. Foi o que eu escrevi no texto do GP. Parece que agora, tudo que ocorrer na F-1 depende estritamente da largada e dos pits. Ultrapassar parece coisa de outro mundo.

Mas dois pilotos provaram o contrário: Coulthard e Heidfeld.

Dois veteranos-de-guerra da categoria. O escocês que sempre acha que "não vejo razão para não achar que não posso brigar pelo título" e o alemão que, para seu país, ficou na sombra. Coulthard passou 14 carros desde a largada; Heidfeld superou Alonso, coisa que Schumacher nunca conseguiu.

Essa história de que é difícil passar na F-1 vai até a página 9, pois.

Massa venceu e está a cinco pontos dos três líderes. Voltou à briga, como o próprio disse. O que é ótimo. Para nós, desperta o interesse do público e movimenta o mercado das anunciantes.

Quatro semanas sem F-1. Ouié.

PS1: Não teve dia 2 porque no dia 2 eu praticamente estava em estado letárgico.

PS2: Acabei matando uma formiga ao digitar este texto. Ela passeava despercebidamente na letra A.



O GP do Bahrein seguiu o tom que das provas da Austrália e da Malásia: sem muitas emoções e domínio soberano do líder. Foi o que eu escrevi no texto do GP. Parece que agora, tudo que ocorrer na F-1 depende estritamente da largada e dos pits. Ultrapassar parece coisa de outro mundo.

Mas dois pilotos provaram o contrário: Coulthard e Heidfeld.

Dois veteranos-de-guerra da categoria. O escocês que sempre acha que "não vejo razão para não achar que não posso brigar pelo título" e o alemão que, para seu país, ficou na sombra. Coulthard passou 14 carros desde a largada; Heidfeld superou Alonso, coisa que Schumacher nunca conseguiu.

Essa história de que é difícil passar na F-1 vai até a página 9, pois.

Massa venceu e está a cinco pontos dos três líderes. Voltou à briga, como o próprio disse. O que é ótimo. Para nós, desperta o interesse do público e movimenta o mercado das anunciantes.

Quatro semanas sem F-1. Ouié.

PS1: Não teve dia 2 porque no dia 2 eu praticamente estava em estado letárgico.

PS2: Acabei matando uma formiga ao digitar este texto. Ela passeava despercebidamente na letra A.



Pataquada de Vitonez às 12h34
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Bahrein, dia 1

Raikkonen nos dois treinos, um fácil, outro nem tanto. A sexta até agora não serviu para muita coisa: Massa foi melhor na Austrália e na Malásia e não chegou nem no pódio.

McLaren e a uau! BMW vão brigar pela pole. Sou ótimo em palpites.

Como já estamos no sábado, e eu vou ter de trabalhar daqui a pouco e depois ir para meu curso, já aviso: pole fica com Massa, de novo. Depois Raikkonen, Alonso e Hamilton.



Raikkonen nos dois treinos, um fácil, outro nem tanto. A sexta até agora não serviu para muita coisa: Massa foi melhor na Austrália e na Malásia e não chegou nem no pódio.

McLaren e a uau! BMW vão brigar pela pole. Sou ótimo em palpites.

Como já estamos no sábado, e eu vou ter de trabalhar daqui a pouco e depois ir para meu curso, já aviso: pole fica com Massa, de novo. Depois Raikkonen, Alonso e Hamilton.



Raikkonen nos dois treinos, um fácil, outro nem tanto. A sexta até agora não serviu para muita coisa: Massa foi melhor na Austrália e na Malásia e não chegou nem no pódio.

McLaren e a uau! BMW vão brigar pela pole. Sou ótimo em palpites.

Como já estamos no sábado, e eu vou ter de trabalhar daqui a pouco e depois ir para meu curso, já aviso: pole fica com Massa, de novo. Depois Raikkonen, Alonso e Hamilton.



Pataquada de Vitonez às 23h18
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Vivendo no limite

Aerospace.com.br

O clichezinho de que valeu cada centavo pago — e foram quase 20 mil deles — é a maior expressão do espetáculo de ontem. Não tenho nenhuma admiração especial por ninguém em particular do grupo, a não ser a tendência mundial de achar que o vocalista é sempre o melhor. E Steven Tyler é isso.

É o cara que sabe dar o significado perfeito para o anglicânico vocábulo show. Tem uma presença de palco inefável, uma voz aguda e afinada, um carisma que faz o público estar ali. E eram 60 mil ouvindo "What It Takes", e as especiais "Dream On", "Livin' On The Edge" e "Falling In Love (Is Hard On The Knees)", e também "Rag Doll", "I Don't Want To Miss A Thing", "Crying", "Jaded", "Janie's Got A Gun", e mais "Love On An Elevator", "Walk This Way", "Dude (Looks Like A Lady)", "Sweet Emotion", "Draw The Line", 17 mais o charme final no total.

E quem se importava em ter achatado a bunda por mais de três horas em um carro, andando no máximo a dez por hora no caos das ruas de São Paulo — precisamos de controladores (bons) de trânsito —, para chegar ao estádio do Morumbi, diante das palmas incessantes de quem estava na pista, nas arquibancadas e na numerada? E quem ligou para a chuva que atrapalhou por alguns minutos a abertura do decente Velvet Revolver, para o atraso de quase duas horas ou mesmo para o aperto e o desconforto de ter de ficar de pé, com gente que empurrava, passava e repassava?

A questão era a diversão, o momento do prazer, da alma flutuante que recebia e incoporava o som. A gritaria que ajudei a promover quando uma "puta", uma "vaca", uma "piranha", subia no ombro do namorado ou do amigo para ter uma visão privilegiada, prejudicando quem estava logo atrás. A sintonia coletiva que permitiu que não surgisse nenhuma briga quando um grupo começou a entoar grito-de-guerra pró-São Paulo, e os corintianos respondiam com seu côro.

É muito bom quando tudo dá certo. E é ótimo quando a gente se sente satisfeito e presencia certos fatos que tem chance zero de serem revividos.

Hoje eu me sinto completo, apesar do cansaço e de não ter feito mais nada além de trabalhar, muito mais horas do que previa a própria escala. Eu vivi algo que não previa descrever com exatidão. Como acho que não consegui.

Eu já tenho o que contar para alguém a marca do meu quarto de século.



Aerospace.com.br

O clichezinho de que valeu cada centavo pago — e foram quase 20 mil deles — é a maior expressão do espetáculo de ontem. Não tenho nenhuma admiração especial por ninguém em particular do grupo, a não ser a tendência mundial de achar que o vocalista é sempre o melhor. E Steven Tyler é isso.

É o cara que sabe dar o significado perfeito para o anglicânico vocábulo show. Tem uma presença de palco inefável, uma voz aguda e afinada, um carisma que faz o público estar ali. E eram 60 mil ouvindo "What It Takes", e as especiais "Dream On", "Livin' On The Edge" e "Falling In Love (Is Hard On The Knees)", e também "Rag Doll", "I Don't Want To Miss A Thing", "Crying", "Jaded", "Janie's Got A Gun", e mais "Love On An Elevator", "Walk This Way", "Dude (Looks Like A Lady)", "Sweet Emotion", "Draw The Line", 17 mais o charme final no total.

E quem se importava em ter achatado a bunda por mais de três horas em um carro, andando no máximo a dez por hora no caos das ruas de São Paulo — precisamos de controladores (bons) de trânsito —, para chegar ao estádio do Morumbi, diante das palmas incessantes de quem estava na pista, nas arquibancadas e na numerada? E quem ligou para a chuva que atrapalhou por alguns minutos a abertura do decente Velvet Revolver, para o atraso de quase duas horas ou mesmo para o aperto e o desconforto de ter de ficar de pé, com gente que empurrava, passava e repassava?

A questão era a diversão, o momento do prazer, da alma flutuante que recebia e incoporava o som. A gritaria que ajudei a promover quando uma "puta", uma "vaca", uma "piranha", subia no ombro do namorado ou do amigo para ter uma visão privilegiada, prejudicando quem estava logo atrás. A sintonia coletiva que permitiu que não surgisse nenhuma briga quando um grupo começou a entoar grito-de-guerra pró-São Paulo, e os corintianos respondiam com seu côro.

É muito bom quando tudo dá certo. E é ótimo quando a gente se sente satisfeito e presencia certos fatos que tem chance zero de serem revividos.

Hoje eu me sinto completo, apesar do cansaço e de não ter feito mais nada além de trabalhar, muito mais horas do que previa a própria escala. Eu vivi algo que não previa descrever com exatidão. Como acho que não consegui.

Eu já tenho o que contar para alguém a marca do meu quarto de século.



Aerospace.com.br

O clichezinho de que valeu cada centavo pago — e foram quase 20 mil deles — é a maior expressão do espetáculo de ontem. Não tenho nenhuma admiração especial por ninguém em particular do grupo, a não ser a tendência mundial de achar que o vocalista é sempre o melhor. E Steven Tyler é isso.

É o cara que sabe dar o significado perfeito para o anglicânico vocábulo show. Tem uma presença de palco inefável, uma voz aguda e afinada, um carisma que faz o público estar ali. E eram 60 mil ouvindo "What It Takes", e as especiais "Dream On", "Livin' On The Edge" e "Falling In Love (Is Hard On The Knees)", e também "Rag Doll", "I Don't Want To Miss A Thing", "Crying", "Jaded", "Janie's Got A Gun", e mais "Love On An Elevator", "Walk This Way", "Dude (Looks Like A Lady)", "Sweet Emotion", "Draw The Line", 17 mais o charme final no total.

E quem se importava em ter achatado a bunda por mais de três horas em um carro, andando no máximo a dez por hora no caos das ruas de São Paulo — precisamos de controladores (bons) de trânsito —, para chegar ao estádio do Morumbi, diante das palmas incessantes de quem estava na pista, nas arquibancadas e na numerada? E quem ligou para a chuva que atrapalhou por alguns minutos a abertura do decente Velvet Revolver, para o atraso de quase duas horas ou mesmo para o aperto e o desconforto de ter de ficar de pé, com gente que empurrava, passava e repassava?

A questão era a diversão, o momento do prazer, da alma flutuante que recebia e incoporava o som. A gritaria que ajudei a promover quando uma "puta", uma "vaca", uma "piranha", subia no ombro do namorado ou do amigo para ter uma visão privilegiada, prejudicando quem estava logo atrás. A sintonia coletiva que permitiu que não surgisse nenhuma briga quando um grupo começou a entoar grito-de-guerra pró-São Paulo, e os corintianos respondiam com seu côro.

É muito bom quando tudo dá certo. E é ótimo quando a gente se sente satisfeito e presencia certos fatos que tem chance zero de serem revividos.

Hoje eu me sinto completo, apesar do cansaço e de não ter feito mais nada além de trabalhar, muito mais horas do que previa a própria escala. Eu vivi algo que não previa descrever com exatidão. Como acho que não consegui.

Eu já tenho o que contar para alguém a marca do meu quarto de século.



Pataquada de Vitonez às 16h03
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Esmola demasiada

Ao receber o boleto bancário com um aumento estrondoso de R$ 0,79, revoltei-me na última terça-feira e liguei para o Terra, provedor que escolhi para acessar minha bela internet. Depois de "estar falando com um dos nossos atendentes", fui remetido a outro, a quem tive de explicar a história novamente.

A queixa, também, referia-se ao fato de que tal confirmação de pagamento não havia chegado à minha residência no mês passado, sendo que pago por ele importantes R$ 2,30.

Após esperar quase 25 minutos, entre ofertas de desconto diante de minhas ameaças atávicas de cancelar o plano, o atendente percebe que, eureka!, sou antigo cliente do portal/provedor e, oh, puxa!, resolve me fazer uma oferta. "O sr. tem MP3?".

Roubaram-me, no dia do enterro de meu tio, há dois anos.

"O sr. gostaria de ganhar?"

Mas é claro. E quanto eu teria de desembolsar para tal?

"Nada".

O santo desconfiou.

"É um presente do Terra para o sr. Vai demorar no máximo 30 dias."

Sei, 30 dias. Vai demorar 70 anos. Não vão mandar nada.

Agora há pouco, em meio às preparações para ir ao show aerosmithiano e escrevendo uma matéria de Stock Car para a revista, toca a campainha o nobre e amarelo representante do correio/sedex.

É o MP3 (tchanan!). R$ 3,09, no fundo, por um MP3!

Mas vou ligar lá para reclamar. Só 128 MB de espaço não dá.



Ao receber o boleto bancário com um aumento estrondoso de R$ 0,79, revoltei-me na última terça-feira e liguei para o Terra, provedor que escolhi para acessar minha bela internet. Depois de "estar falando com um dos nossos atendentes", fui remetido a outro, a quem tive de explicar a história novamente.

A queixa, também, referia-se ao fato de que tal confirmação de pagamento não havia chegado à minha residência no mês passado, sendo que pago por ele importantes R$ 2,30.

Após esperar quase 25 minutos, entre ofertas de desconto diante de minhas ameaças atávicas de cancelar o plano, o atendente percebe que, eureka!, sou antigo cliente do portal/provedor e, oh, puxa!, resolve me fazer uma oferta. "O sr. tem MP3?".

Roubaram-me, no dia do enterro de meu tio, há dois anos.

"O sr. gostaria de ganhar?"

Mas é claro. E quanto eu teria de desembolsar para tal?

"Nada".

O santo desconfiou.

"É um presente do Terra para o sr. Vai demorar no máximo 30 dias."

Sei, 30 dias. Vai demorar 70 anos. Não vão mandar nada.

Agora há pouco, em meio às preparações para ir ao show aerosmithiano e escrevendo uma matéria de Stock Car para a revista, toca a campainha o nobre e amarelo representante do correio/sedex.

É o MP3 (tchanan!). R$ 3,09, no fundo, por um MP3!

Mas vou ligar lá para reclamar. Só 128 MB de espaço não dá.



Ao receber o boleto bancário com um aumento estrondoso de R$ 0,79, revoltei-me na última terça-feira e liguei para o Terra, provedor que escolhi para acessar minha bela internet. Depois de "estar falando com um dos nossos atendentes", fui remetido a outro, a quem tive de explicar a história novamente.

A queixa, também, referia-se ao fato de que tal confirmação de pagamento não havia chegado à minha residência no mês passado, sendo que pago por ele importantes R$ 2,30.

Após esperar quase 25 minutos, entre ofertas de desconto diante de minhas ameaças atávicas de cancelar o plano, o atendente percebe que, eureka!, sou antigo cliente do portal/provedor e, oh, puxa!, resolve me fazer uma oferta. "O sr. tem MP3?".

Roubaram-me, no dia do enterro de meu tio, há dois anos.

"O sr. gostaria de ganhar?"

Mas é claro. E quanto eu teria de desembolsar para tal?

"Nada".

O santo desconfiou.

"É um presente do Terra para o sr. Vai demorar no máximo 30 dias."

Sei, 30 dias. Vai demorar 70 anos. Não vão mandar nada.

Agora há pouco, em meio às preparações para ir ao show aerosmithiano e escrevendo uma matéria de Stock Car para a revista, toca a campainha o nobre e amarelo representante do correio/sedex.

É o MP3 (tchanan!). R$ 3,09, no fundo, por um MP3!

Mas vou ligar lá para reclamar. Só 128 MB de espaço não dá.



Pataquada de Vitonez às 13h23
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Um novo \/M

A partir deste fim de semana tem \/M em jornada dupla no site. Vitor Matsubara é o novo estagiário do site em que exerço funções jornalístico-artísticas. Tem 20 anos, estuda na ESPM — publicidade —, descende de nipônicos e é folgado, requisito básico para trampo no GP.

Não sei como vão ser as transmissões com as siglas. Ele que use VY, de seu outro sobrenome.



A partir deste fim de semana tem \/M em jornada dupla no site. Vitor Matsubara é o novo estagiário do site em que exerço funções jornalístico-artísticas. Tem 20 anos, estuda na ESPM — publicidade —, descende de nipônicos e é folgado, requisito básico para trampo no GP.

Não sei como vão ser as transmissões com as siglas. Ele que use VY, de seu outro sobrenome.



A partir deste fim de semana tem \/M em jornada dupla no site. Vitor Matsubara é o novo estagiário do site em que exerço funções jornalístico-artísticas. Tem 20 anos, estuda na ESPM — publicidade —, descende de nipônicos e é folgado, requisito básico para trampo no GP.

Não sei como vão ser as transmissões com as siglas. Ele que use VY, de seu outro sobrenome.



Pataquada de Vitonez às 17h03
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Na vida tudo se explica

Muitos de vocês já devem ter ouvido a narração do ex-narrador em atividade (infelizmente) Luciano de Valle nas corridas de IRL. Coisas como [Don] Wheldon, Sam Hor[nísh], Da[ní]ca Patrick. E Vitinho Meira.

Vitinho? Vitinho? Fosse Helinho, a quem já acostumaram já chamar assim, vá lá. Mas Luciano não fala Tonynho, nunca falou Marquinho (Grecco), Airtinho (Daré), Felipinho (Giaffone).

Abaixo, o Blog Victal explica, após informação de fonte quente borbulhante:

Vitor é sobrinho do rapaz cujo nome está sublinhado.



Muitos de vocês já devem ter ouvido a narração do ex-narrador em atividade (infelizmente) Luciano de Valle nas corridas de IRL. Coisas como [Don] Wheldon, Sam Hor[nísh], Da[ní]ca Patrick. E Vitinho Meira.

Vitinho? Vitinho? Fosse Helinho, a quem já acostumaram já chamar assim, vá lá. Mas Luciano não fala Tonynho, nunca falou Marquinho (Grecco), Airtinho (Daré), Felipinho (Giaffone).

Abaixo, o Blog Victal explica, após informação de fonte quente borbulhante:

Vitor é sobrinho do rapaz cujo nome está sublinhado.



Muitos de vocês já devem ter ouvido a narração do ex-narrador em atividade (infelizmente) Luciano de Valle nas corridas de IRL. Coisas como [Don] Wheldon, Sam Hor[nísh], Da[ní]ca Patrick. E Vitinho Meira.

Vitinho? Vitinho? Fosse Helinho, a quem já acostumaram já chamar assim, vá lá. Mas Luciano não fala Tonynho, nunca falou Marquinho (Grecco), Airtinho (Daré), Felipinho (Giaffone).

Abaixo, o Blog Victal explica, após informação de fonte quente borbulhante:

Vitor é sobrinho do rapaz cujo nome está sublinhado.



Pataquada de Vitonez às 14h53
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A frase e o contexto

"Eu sou caipira, mano. Nunca sei de nada."

Fábio Beretta Rossi Jr., piloto da Bassani na F-3 Sul-americana, oriundo de Americana, no interior de São Paulo, ao ser questionado se iria à festa promovida pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) na sexta-feira da semana que vem



"Eu sou caipira, mano. Nunca sei de nada."

Fábio Beretta Rossi Jr., piloto da Bassani na F-3 Sul-americana, oriundo de Americana, no interior de São Paulo, ao ser questionado se iria à festa promovida pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) na sexta-feira da semana que vem



"Eu sou caipira, mano. Nunca sei de nada."

Fábio Beretta Rossi Jr., piloto da Bassani na F-3 Sul-americana, oriundo de Americana, no interior de São Paulo, ao ser questionado se iria à festa promovida pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) na sexta-feira da semana que vem



Pataquada de Vitonez às 10h45
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Canal campeão (em erros)

Chamada do SporTV nesta terça:

"Treinos oficiais para o GP do Bahrei, ao vivo..."

O pessoal dos caracteres da Rede TV! faz escola.



Chamada do SporTV nesta terça:

"Treinos oficiais para o GP do Bahrei, ao vivo..."

O pessoal dos caracteres da Rede TV! faz escola.



Chamada do SporTV nesta terça:

"Treinos oficiais para o GP do Bahrei, ao vivo..."

O pessoal dos caracteres da Rede TV! faz escola.



Pataquada de Vitonez às 21h09
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15 filmes param São Paulo por três dias

Recebo e-mail do amigo Celso Forster Little, integrante da Banda 4Free e filho do renomado publicitário Celso Forster, com a mais retumbante das informações:

 

“Neste domingo, 15/4, começa a promoção “São Paulo no Cinema”, promovida pelo Sindicato dos Exibidores.

 

Vc (sic) vai ao cinema (rede credenciada...), no domingo, 15 de abril, pagando o valor normal do ingresso. Na hora da compra, vc (sic de novo) ganha um passaporte que dá direito a ir ao cinema mais 14 vezes pagando somente 3 reais. O passaporte pode ser utilizado a partir do mesmo domingo 15, e vale até terça 17.”

 

Ou seja, se bem entendi, você tem três dias, o domingo 15, a segunda 16 e a terça 17, para ir 1 + 14 vezes ao cinema para pagando x + três reais.

 

Estupendo. E vou além: considerando que cada filme tem, em média, duas horas, o felizardo cinéfilo gastará 30 horas para assistir às películas.

 

Indo mais à frente, pensemos que as salas de cinema devidamente credenciadas, sem propagandas acima de 4 m² e certamente aconchegantes e ululantes por estarem inclusas em vibrante campanha, geralmente localizam-se em shoppings. Coloco, como término do filme do último horário de sessão, 2h da manhã, sendo bonzinho. E que a primeira tem início às 16h, sendo mais bonzinho ainda. Isto significa que o cinema funciona dez horas por dia. Nos três dias da (uau!) promoção, 30 horas.

 

Levando em conta que o ser humano tem de dormir oito horas para estar bem descansado e geralmente trabalha ou estuda no mínimo seis horas, ocuparia tais encargos no espaço de 2h às 16h. Assim, nestes três dias, sobram zero horinhas para que ele, basicamente, coma, durma e vá ao banheiro defecar ou urinar. Coisas supérfluas que ele deixaria apenas para a quarta 18, a quinta 19, a sexta 20...

 

São Paulo, temo, como deve temer Celso e todos os demais, vai viver uma catarse de três dias por causa dessa maratona de cinema.



Recebo e-mail do amigo Celso Forster Little, integrante da Banda 4Free e filho do renomado publicitário Celso Forster, com a mais retumbante das informações:

 

“Neste domingo, 15/4, começa a promoção “São Paulo no Cinema”, promovida pelo Sindicato dos Exibidores.

 

Vc (sic) vai ao cinema (rede credenciada...), no domingo, 15 de abril, pagando o valor normal do ingresso. Na hora da compra, vc (sic de novo) ganha um passaporte que dá direito a ir ao cinema mais 14 vezes pagando somente 3 reais. O passaporte pode ser utilizado a partir do mesmo domingo 15, e vale até terça 17.”

 

Ou seja, se bem entendi, você tem três dias, o domingo 15, a segunda 16 e a terça 17, para ir 1 + 14 vezes ao cinema para pagando x + três reais.

 

Estupendo. E vou além: considerando que cada filme tem, em média, duas horas, o felizardo cinéfilo gastará 30 horas para assistir às películas.

 

Indo mais à frente, pensemos que as salas de cinema devidamente credenciadas, sem propagandas acima de 4 m² e certamente aconchegantes e ululantes por estarem inclusas em vibrante campanha, geralmente localizam-se em shoppings. Coloco, como término do filme do último horário de sessão, 2h da manhã, sendo bonzinho. E que a primeira tem início às 16h, sendo mais bonzinho ainda. Isto significa que o cinema funciona dez horas por dia. Nos três dias da (uau!) promoção, 30 horas.

 

Levando em conta que o ser humano tem de dormir oito horas para estar bem descansado e geralmente trabalha ou estuda no mínimo seis horas, ocuparia tais encargos no espaço de 2h às 16h. Assim, nestes três dias, sobram zero horinhas para que ele, basicamente, coma, durma e vá ao banheiro defecar ou urinar. Coisas supérfluas que ele deixaria apenas para a quarta 18, a quinta 19, a sexta 20...

 

São Paulo, temo, como deve temer Celso e todos os demais, vai viver uma catarse de três dias por causa dessa maratona de cinema.



Recebo e-mail do amigo Celso Forster Little, integrante da Banda 4Free e filho do renomado publicitário Celso Forster, com a mais retumbante das informações:

 

“Neste domingo, 15/4, começa a promoção “São Paulo no Cinema”, promovida pelo Sindicato dos Exibidores.

 

Vc (sic) vai ao cinema (rede credenciada...), no domingo, 15 de abril, pagando o valor normal do ingresso. Na hora da compra, vc (sic de novo) ganha um passaporte que dá direito a ir ao cinema mais 14 vezes pagando somente 3 reais. O passaporte pode ser utilizado a partir do mesmo domingo 15, e vale até terça 17.”

 

Ou seja, se bem entendi, você tem três dias, o domingo 15, a segunda 16 e a terça 17, para ir 1 + 14 vezes ao cinema para pagando x + três reais.

 

Estupendo. E vou além: considerando que cada filme tem, em média, duas horas, o felizardo cinéfilo gastará 30 horas para assistir às películas.

 

Indo mais à frente, pensemos que as salas de cinema devidamente credenciadas, sem propagandas acima de 4 m² e certamente aconchegantes e ululantes por estarem inclusas em vibrante campanha, geralmente localizam-se em shoppings. Coloco, como término do filme do último horário de sessão, 2h da manhã, sendo bonzinho. E que a primeira tem início às 16h, sendo mais bonzinho ainda. Isto significa que o cinema funciona dez horas por dia. Nos três dias da (uau!) promoção, 30 horas.

 

Levando em conta que o ser humano tem de dormir oito horas para estar bem descansado e geralmente trabalha ou estuda no mínimo seis horas, ocuparia tais encargos no espaço de 2h às 16h. Assim, nestes três dias, sobram zero horinhas para que ele, basicamente, coma, durma e vá ao banheiro defecar ou urinar. Coisas supérfluas que ele deixaria apenas para a quarta 18, a quinta 19, a sexta 20...

 

São Paulo, temo, como deve temer Celso e todos os demais, vai viver uma catarse de três dias por causa dessa maratona de cinema.



Pataquada de Vitonez às 15h29
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BRV 2007

E passo a divulgar neste blog os lindos releases da Freada's Assessorie de la Merd, a melhor dentre as especializadas na área, que promove o maior dos bolões de F-1. Esta é a edição número 74.

FERRESI NÃO SE FERRA E ASSUME PRIMEIRO POSTO
"Borgino Realidade" destaca erros dos apostadores sempre pobres

 
MOINHO SANTO ANTONIO/Badyear (São Paulo) — A vida e o BRV são uma caixinha de surpresas. Corroborando o que o último release da Freada's apresentou, Kleber de Carvalho já não aparece mais na primeira posição da competição. O cavalo-britânico-paraguaio é segundo, agora. O ponteiro é Ruben Ferresi, campineira que tem como atividade principal o furto na área de imóveis.
 
Ferradesi somou 165 pontos com as apostas defecantes para o GP da Malásia, embolsou valiosos R$ 40 e, pela primeira vez, não vê ninguém à sua frente. "Quer comprar uma mansão? Um albergue? Um salão para festas de debutante e cunho religioso? É só falar comigo", comentou Fudesi, o líder, que comprará oito Papa-Tudo do Dia das Mães com o prêmio.
 
Para nossa tristeza, Felipe MarMotta está em terceiro. "É Massa, meu nome", declarou o radialista da Rádio Jovem Pan-2007, o Pan do Brasil-sil-sil. "Eu gostaria de saber de vocês, nobres colegas do BRV, se eu tenho alguma chance de ser o primeiro colocado no fim da próxima rodada?", questionou.

Victor Martins, CEO do BRV, esforçou-se para não responder, mas não se conteve. "Nenhuma. A gente não come cocô para estar em estado tamanho de insanidade." Motta observou que o campeonato "poderia estar sendo manipulado". "Por que ele não poderia estar calando sua boca?"

Depois de casar uma filha, encher o pandu de goró, abraçar Lito Cavalcanti, Wagner Gonzalez e Flavio Gomes e formar o "Quarteto Em Dá", Reginaldo Leme, gripado, quase pneumônico e asmático, aparece já entre os dez primeiros. "Bem, amigos do... BRV. Esse é um começo muito... satisfatório... e quero agradecer demais ao Robinho."
 
Todos: ARGH!
 
Tiago Mendonça, que trabalha, se sobreviver aos porres que vem tomando e torcer para que seu fígado não dissolva, para a assessoria RLeme, está em 13º. "Nossa, que maré de azar", comentou. "Tomara que a maré seja de caipirinha."
 
Na parte de baixo da tabela, Lucas Tosoni está tosado de pontos: 30 em duas rodadas. Aí os amigos fluminenses dele vão mandar um sem número de e-mails aloprando a posição do nobre colega. "Pobres!", definiu Rodrigo Borges, em horário impróprio. "Claro, porque minha hora só chega agora".
 
Sim. Vem aí o...
 

 
 
* E agora tem mais um coió que tem a Síndrome de Stringari. Carlo Neto, nome pomposo, no fundo tem cérebro de titica. Abrimos as apostas e o que encontramos como primeiro abandono? Tiago Monteiro. Aliás, Monteiro, não: "Montero", como ele colocou. Às vezes penso que sapateei na Santa Ceia por tantos pecados que tenho de pagar. Sr. Carlo, seria interessante o sr. ler o site "Grande Prêmio", sabe? Lá, saiu uma entrevista, sabe (clique aqui)? Com o Tiago Monteiro, sabe — e não com o "Montero"? Ele não corre mais na F-1, sabe? E o bolão é de F-1, sabe? Aproveite e acesse o Estado de Circo, meu blog, para melhor se informar.
 
Para você, minha dedicatória: !!
 
* Stringari, aliás, que zerou no fim de semana. Acho que pintou o lanterna. Acho que não vai ter nem graça de zuar o citado o ano todo. Acho que ele deveria considerar a hipótese de suicídio.
 
* Outro que fez zero ponto foi Plínio Rocha, a pessoa que mais se aproxima do formato de um pardal. Podia se afogar na Lagoa Rodrigo de Freitas, já que agora se diz carioca.
 
* Tem, também, a Meg Cotrim, aquela que, bastou meu colega e amigo Victal criar o bordão "Ingooooo!", todo mundo segue. Povo sem criação. Aí a mocinha da voz escalafobética chega e manda: "Pole: Felipe Massa". Ok, sem problemas. "Grid aleatório: Felipe Massa". Puxa, seria isso torcida excessiva? Onipresença? Como Massa pode largar em primeiro e em outra posição? Mas que falta de raciocínio, viu? Cabeça não é feita só para fazer luzes no cabelo, não, viu? A sorte é que nós cometemos um erro, coisa rara, e depois ela corrigiu. Por osmose, claro.
 
* Coisa semelhante cometeu Dennis Dirani. E não é porque é pilotinho que nós vamos poupar. "5º: Kubica"; "6º: Kubica". Por que não colocou logo Kubica em todas as posições, cazzo? Coloca Kubica para pole, melhor volta, primeiro abandono, grid aleatório, entrega de troféu, organizador, público, cantor, ator, presidente. Nas próximas eleições, ô, Dirani Menor, vá à urna eletrônica, aperte 10, que é o número do carro dele. Daí aparece a foto, se o nariz permitir. Aí confirma. Vote Kubica. Pronto.
 
* Aí a gente pensa que mulher é mais evoluída. Vem a Marina Lima, e coloca: "5º: Kubica"; 8º: Kubica". O que que é isso? Que que vocês tomam antes de apostar, Lexotan? Dramin? Calminex? Água de salsicha? Que proteção, que apoio é esse ao Kubica? A Polônia não é mais comunista, meus caros. Até Gomes, soviético e anão que é, sabe disso. Vão tomar no Kubica, faça-me o favor. E Marina, vá cantar, vá.
 
(continua)


E passo a divulgar neste blog os lindos releases da Freada's Assessorie de la Merd, a melhor dentre as especializadas na área, que promove o maior dos bolões de F-1. Esta é a edição número 74.

FERRESI NÃO SE FERRA E ASSUME PRIMEIRO POSTO
"Borgino Realidade" destaca erros dos apostadores sempre pobres

 
MOINHO SANTO ANTONIO/Badyear (São Paulo) — A vida e o BRV são uma caixinha de surpresas. Corroborando o que o último release da Freada's apresentou, Kleber de Carvalho já não aparece mais na primeira posição da competição. O cavalo-britânico-paraguaio é segundo, agora. O ponteiro é Ruben Ferresi, campineira que tem como atividade principal o furto na área de imóveis.
 
Ferradesi somou 165 pontos com as apostas defecantes para o GP da Malásia, embolsou valiosos R$ 40 e, pela primeira vez, não vê ninguém à sua frente. "Quer comprar uma mansão? Um albergue? Um salão para festas de debutante e cunho religioso? É só falar comigo", comentou Fudesi, o líder, que comprará oito Papa-Tudo do Dia das Mães com o prêmio.
 
Para nossa tristeza, Felipe MarMotta está em terceiro. "É Massa, meu nome", declarou o radialista da Rádio Jovem Pan-2007, o Pan do Brasil-sil-sil. "Eu gostaria de saber de vocês, nobres colegas do BRV, se eu tenho alguma chance de ser o primeiro colocado no fim da próxima rodada?", questionou.

Victor Martins, CEO do BRV, esforçou-se para não responder, mas não se conteve. "Nenhuma. A gente não come cocô para estar em estado tamanho de insanidade." Motta observou que o campeonato "poderia estar sendo manipulado". "Por que ele não poderia estar calando sua boca?"

Depois de casar uma filha, encher o pandu de goró, abraçar Lito Cavalcanti, Wagner Gonzalez e Flavio Gomes e formar o "Quarteto Em Dá", Reginaldo Leme, gripado, quase pneumônico e asmático, aparece já entre os dez primeiros. "Bem, amigos do... BRV. Esse é um começo muito... satisfatório... e quero agradecer demais ao Robinho."
 
Todos: ARGH!
 
Tiago Mendonça, que trabalha, se sobreviver aos porres que vem tomando e torcer para que seu fígado não dissolva, para a assessoria RLeme, está em 13º. "Nossa, que maré de azar", comentou. "Tomara que a maré seja de caipirinha."
 
Na parte de baixo da tabela, Lucas Tosoni está tosado de pontos: 30 em duas rodadas. Aí os amigos fluminenses dele vão mandar um sem número de e-mails aloprando a posição do nobre colega. "Pobres!", definiu Rodrigo Borges, em horário impróprio. "Claro, porque minha hora só chega agora".
 
Sim. Vem aí o...
 

 
 
* E agora tem mais um coió que tem a Síndrome de Stringari. Carlo Neto, nome pomposo, no fundo tem cérebro de titica. Abrimos as apostas e o que encontramos como primeiro abandono? Tiago Monteiro. Aliás, Monteiro, não: "Montero", como ele colocou. Às vezes penso que sapateei na Santa Ceia por tantos pecados que tenho de pagar. Sr. Carlo, seria interessante o sr. ler o site "Grande Prêmio", sabe? Lá, saiu uma entrevista, sabe (clique aqui)? Com o Tiago Monteiro, sabe — e não com o "Montero"? Ele não corre mais na F-1, sabe? E o bolão é de F-1, sabe? Aproveite e acesse o Estado de Circo, meu blog, para melhor se informar.
 
Para você, minha dedicatória: !!
 
* Stringari, aliás, que zerou no fim de semana. Acho que pintou o lanterna. Acho que não vai ter nem graça de zuar o citado o ano todo. Acho que ele deveria considerar a hipótese de suicídio.
 
* Outro que fez zero ponto foi Plínio Rocha, a pessoa que mais se aproxima do formato de um pardal. Podia se afogar na Lagoa Rodrigo de Freitas, já que agora se diz carioca.
 
* Tem, também, a Meg Cotrim, aquela que, bastou meu colega e amigo Victal criar o bordão "Ingooooo!", todo mundo segue. Povo sem criação. Aí a mocinha da voz escalafobética chega e manda: "Pole: Felipe Massa". Ok, sem problemas. "Grid aleatório: Felipe Massa". Puxa, seria isso torcida excessiva? Onipresença? Como Massa pode largar em primeiro e em outra posição? Mas que falta de raciocínio, viu? Cabeça não é feita só para fazer luzes no cabelo, não, viu? A sorte é que nós cometemos um erro, coisa rara, e depois ela corrigiu. Por osmose, claro.
 
* Coisa semelhante cometeu Dennis Dirani. E não é porque é pilotinho que nós vamos poupar. "5º: Kubica"; "6º: Kubica". Por que não colocou logo Kubica em todas as posições, cazzo? Coloca Kubica para pole, melhor volta, primeiro abandono, grid aleatório, entrega de troféu, organizador, público, cantor, ator, presidente. Nas próximas eleições, ô, Dirani Menor, vá à urna eletrônica, aperte 10, que é o número do carro dele. Daí aparece a foto, se o nariz permitir. Aí confirma. Vote Kubica. Pronto.
 
* Aí a gente pensa que mulher é mais evoluída. Vem a Marina Lima, e coloca: "5º: Kubica"; 8º: Kubica". O que que é isso? Que que vocês tomam antes de apostar, Lexotan? Dramin? Calminex? Água de salsicha? Que proteção, que apoio é esse ao Kubica? A Polônia não é mais comunista, meus caros. Até Gomes, soviético e anão que é, sabe disso. Vão tomar no Kubica, faça-me o favor. E Marina, vá cantar, vá.
 
(continua)


E passo a divulgar neste blog os lindos releases da Freada's Assessorie de la Merd, a melhor dentre as especializadas na área, que promove o maior dos bolões de F-1. Esta é a edição número 74.

FERRESI NÃO SE FERRA E ASSUME PRIMEIRO POSTO
"Borgino Realidade" destaca erros dos apostadores sempre pobres

 
MOINHO SANTO ANTONIO/Badyear (São Paulo) — A vida e o BRV são uma caixinha de surpresas. Corroborando o que o último release da Freada's apresentou, Kleber de Carvalho já não aparece mais na primeira posição da competição. O cavalo-britânico-paraguaio é segundo, agora. O ponteiro é Ruben Ferresi, campineira que tem como atividade principal o furto na área de imóveis.
 
Ferradesi somou 165 pontos com as apostas defecantes para o GP da Malásia, embolsou valiosos R$ 40 e, pela primeira vez, não vê ninguém à sua frente. "Quer comprar uma mansão? Um albergue? Um salão para festas de debutante e cunho religioso? É só falar comigo", comentou Fudesi, o líder, que comprará oito Papa-Tudo do Dia das Mães com o prêmio.
 
Para nossa tristeza, Felipe MarMotta está em terceiro. "É Massa, meu nome", declarou o radialista da Rádio Jovem Pan-2007, o Pan do Brasil-sil-sil. "Eu gostaria de saber de vocês, nobres colegas do BRV, se eu tenho alguma chance de ser o primeiro colocado no fim da próxima rodada?", questionou.

Victor Martins, CEO do BRV, esforçou-se para não responder, mas não se conteve. "Nenhuma. A gente não come cocô para estar em estado tamanho de insanidade." Motta observou que o campeonato "poderia estar sendo manipulado". "Por que ele não poderia estar calando sua boca?"

Depois de casar uma filha, encher o pandu de goró, abraçar Lito Cavalcanti, Wagner Gonzalez e Flavio Gomes e formar o "Quarteto Em Dá", Reginaldo Leme, gripado, quase pneumônico e asmático, aparece já entre os dez primeiros. "Bem, amigos do... BRV. Esse é um começo muito... satisfatório... e quero agradecer demais ao Robinho."
 
Todos: ARGH!
 
Tiago Mendonça, que trabalha, se sobreviver aos porres que vem tomando e torcer para que seu fígado não dissolva, para a assessoria RLeme, está em 13º. "Nossa, que maré de azar", comentou. "Tomara que a maré seja de caipirinha."
 
Na parte de baixo da tabela, Lucas Tosoni está tosado de pontos: 30 em duas rodadas. Aí os amigos fluminenses dele vão mandar um sem número de e-mails aloprando a posição do nobre colega. "Pobres!", definiu Rodrigo Borges, em horário impróprio. "Claro, porque minha hora só chega agora".
 
Sim. Vem aí o...
 

 
 
* E agora tem mais um coió que tem a Síndrome de Stringari. Carlo Neto, nome pomposo, no fundo tem cérebro de titica. Abrimos as apostas e o que encontramos como primeiro abandono? Tiago Monteiro. Aliás, Monteiro, não: "Montero", como ele colocou. Às vezes penso que sapateei na Santa Ceia por tantos pecados que tenho de pagar. Sr. Carlo, seria interessante o sr. ler o site "Grande Prêmio", sabe? Lá, saiu uma entrevista, sabe (clique aqui)? Com o Tiago Monteiro, sabe — e não com o "Montero"? Ele não corre mais na F-1, sabe? E o bolão é de F-1, sabe? Aproveite e acesse o Estado de Circo, meu blog, para melhor se informar.
 
Para você, minha dedicatória: !!
 
* Stringari, aliás, que zerou no fim de semana. Acho que pintou o lanterna. Acho que não vai ter nem graça de zuar o citado o ano todo. Acho que ele deveria considerar a hipótese de suicídio.
 
* Outro que fez zero ponto foi Plínio Rocha, a pessoa que mais se aproxima do formato de um pardal. Podia se afogar na Lagoa Rodrigo de Freitas, já que agora se diz carioca.
 
* Tem, também, a Meg Cotrim, aquela que, bastou meu colega e amigo Victal criar o bordão "Ingooooo!", todo mundo segue. Povo sem criação. Aí a mocinha da voz escalafobética chega e manda: "Pole: Felipe Massa". Ok, sem problemas. "Grid aleatório: Felipe Massa". Puxa, seria isso torcida excessiva? Onipresença? Como Massa pode largar em primeiro e em outra posição? Mas que falta de raciocínio, viu? Cabeça não é feita só para fazer luzes no cabelo, não, viu? A sorte é que nós cometemos um erro, coisa rara, e depois ela corrigiu. Por osmose, claro.
 
* Coisa semelhante cometeu Dennis Dirani. E não é porque é pilotinho que nós vamos poupar. "5º: Kubica"; "6º: Kubica". Por que não colocou logo Kubica em todas as posições, cazzo? Coloca Kubica para pole, melhor volta, primeiro abandono, grid aleatório, entrega de troféu, organizador, público, cantor, ator, presidente. Nas próximas eleições, ô, Dirani Menor, vá à urna eletrônica, aperte 10, que é o número do carro dele. Daí aparece a foto, se o nariz permitir. Aí confirma. Vote Kubica. Pronto.
 
* Aí a gente pensa que mulher é mais evoluída. Vem a Marina Lima, e coloca: "5º: Kubica"; 8º: Kubica". O que que é isso? Que que vocês tomam antes de apostar, Lexotan? Dramin? Calminex? Água de salsicha? Que proteção, que apoio é esse ao Kubica? A Polônia não é mais comunista, meus caros. Até Gomes, soviético e anão que é, sabe disso. Vão tomar no Kubica, faça-me o favor. E Marina, vá cantar, vá.
 
(continua)


Pataquada de Vitonez às 22h17
[] [mande para quem quiser] []



* Não vou falar, não vou falar, não vou falar, falei. Segue a lista dos apostadores que não tem o mínimo respeito com os pilotos e erram os nomes dos pobres coitados.

 
Anderson Marsili: 7º: Heiki Kovalaine
André Staschower: Melhor volta e 3º: Haikkonen
Antonio Purri: 1º abandono: Wurtz
Bruno Terena: 6º: Giancarlo Fisichela
Dennis Dirani: 7º: Giancarlo Fisichela
Edson Gomes: Grid aleatório e 3º: Kimi Raikonen
Eduardo Vieira: Melhor volta e 2º: Raikonnen; 6º: Fisichela
José Roberto Gallo: Grid aleatório, melhor volta e 2º: Kimi Raikkonnen; 8º: Jenson Buttom
Luis Fernando Kemp: Primeiro abandono: Couthard
Mario Lago: Melhor volta: Häikönen; 6º: Ralf Shum
Renato Senise: Grid aleatório: Kimi Raikonen
Sérgio Soares: 8º: Kubika
Talles Lima: 2º: Raikonem; 7º: Fusichella
 
E os mestres no assunto:
 
Pelo lado feminino:
MEG COTRIM
Melhor volta: Haikonen
3º: Kimi Haikonen
7º: Mark Weber
8º: Rubens Barrichelo
 
Pelo lado masculino (?):
FÀBIO BERETTA ROSSI JR.
Primeiro abandono: Hosberg
5º: Kubika
6º: Kovalain

E o gran finale: 4º: Neguinho.
Neguinho? O da Beija-Flor?
 

 
O release da Freada's é um oferecimento de...
 
 
Calhorda Martins
MTB 69.171

Resmunguinho Borgino
MTB não sabido de cabeça


* Não vou falar, não vou falar, não vou falar, falei. Segue a lista dos apostadores que não tem o mínimo respeito com os pilotos e erram os nomes dos pobres coitados.

 
Anderson Marsili: 7º: Heiki Kovalaine
André Staschower: Melhor volta e 3º: Haikkonen
Antonio Purri: 1º abandono: Wurtz
Bruno Terena: 6º: Giancarlo Fisichela
Dennis Dirani: 7º: Giancarlo Fisichela
Edson Gomes: Grid aleatório e 3º: Kimi Raikonen
Eduardo Vieira: Melhor volta e 2º: Raikonnen; 6º: Fisichela
José Roberto Gallo: Grid aleatório, melhor volta e 2º: Kimi Raikkonnen; 8º: Jenson Buttom
Luis Fernando Kemp: Primeiro abandono: Couthard
Mario Lago: Melhor volta: Häikönen; 6º: Ralf Shum
Renato Senise: Grid aleatório: Kimi Raikonen
Sérgio Soares: 8º: Kubika
Talles Lima: 2º: Raikonem; 7º: Fusichella
 
E os mestres no assunto:
 
Pelo lado feminino:
MEG COTRIM
Melhor volta: Haikonen
3º: Kimi Haikonen
7º: Mark Weber
8º: Rubens Barrichelo
 
Pelo lado masculino (?):
FÀBIO BERETTA ROSSI JR.
Primeiro abandono: Hosberg
5º: Kubika
6º: Kovalain

E o gran finale: 4º: Neguinho.
Neguinho? O da Beija-Flor?
 

 
O release da Freada's é um oferecimento de...
 
 
Calhorda Martins
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Resmunguinho Borgino
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* Não vou falar, não vou falar, não vou falar, falei. Segue a lista dos apostadores que não tem o mínimo respeito com os pilotos e erram os nomes dos pobres coitados.

 
Anderson Marsili: 7º: Heiki Kovalaine
André Staschower: Melhor volta e 3º: Haikkonen
Antonio Purri: 1º abandono: Wurtz
Bruno Terena: 6º: Giancarlo Fisichela
Dennis Dirani: 7º: Giancarlo Fisichela
Edson Gomes: Grid aleatório e 3º: Kimi Raikonen
Eduardo Vieira: Melhor volta e 2º: Raikonnen; 6º: Fisichela
José Roberto Gallo: Grid aleatório, melhor volta e 2º: Kimi Raikkonnen; 8º: Jenson Buttom
Luis Fernando Kemp: Primeiro abandono: Couthard
Mario Lago: Melhor volta: Häikönen; 6º: Ralf Shum
Renato Senise: Grid aleatório: Kimi Raikonen
Sérgio Soares: 8º: Kubika
Talles Lima: 2º: Raikonem; 7º: Fusichella
 
E os mestres no assunto:
 
Pelo lado feminino:
MEG COTRIM
Melhor volta: Haikonen
3º: Kimi Haikonen
7º: Mark Weber
8º: Rubens Barrichelo
 
Pelo lado masculino (?):
FÀBIO BERETTA ROSSI JR.
Primeiro abandono: Hosberg
5º: Kubika
6º: Kovalain

E o gran finale: 4º: Neguinho.
Neguinho? O da Beija-Flor?
 

 
O release da Freada's é um oferecimento de...
 
 
Calhorda Martins
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Resmunguinho Borgino
MTB não sabido de cabeça


Pataquada de Vitonez às 22h16
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Uns pitacos sobre TV

Está estampado no site do SBT:

É verdade
Record cresce, mas não é vice-líder
A propaganda da Record a respeito de sua suposta vice-liderança é poderosa, mas exagerada.
Os números do Ibope de janeiro e fevereiro revelam que a rede está crescendo, sim, mas o SBT ainda tem mais audiência no país. Aos números: neste bimestre, entre 7 da manhã e meia-noite, a Globo aparece com 51% de participação total, o SBT com 15% e a Record com 13%. Dois anos atrás, o SBT tinha 20%, a rede do bispo Macedo, 9% e a emissora presidida por Roberto Irineu Marinho, 53%.
Tudo indica que ainda neste ano a Record chegará de fato ao segundo lugar. E, embora a léguas de distância da Globo, não será apenas uma troca de vice-líderes: a Record tem estrutura e dinheiro farto, o que a emissora de Silvio Santos nunca teve.
E, portanto, tem condições inéditas para competir com a Globo.

O SBT escancarou a realidade, em tom que me lembrou o que a Red Bull faz na F-1 — sem humor. Falou abertamente que sua mediocridade na programação + mandos e desmandos de Silvio Santos + falta de dinheiro (?) resultaram em sua queda.

É bem verdade que a Record é uma rede pública, afinal abastece-se do dinheiro de pobres coitados que são lavados cerebralmente em nome da religião e de quem a pratica. E soube explorar a falta de cultura e o credo do povo para aumentar o número de evangélicos e ter orçamentos que proporcionaram, por exemplo, a exclusividade das Olimpíadas de 2012. Nesta relação, pois, vejo que o aumento de audiência da TV dos bispos está diretamente ligada ao crescimento dos seguidores desta igreja.

Considerando que a) outrora eram 0,5% e agora os pró-IURD são mais de 13% no Brasil e b) a Globo tem feito muita coisa para afastar seus telespectadores — programas como o da Xuxa, os humorísticos, as novelas enfadonhas, Fantástico e BBB, já começo a pensar que é possível a meta da Record, de superar a Platinada em 2009.

E o que isso pode mudar no país? Tudo ou nada. Tudo se a emissora adotar uma postura de que o Brasil que ela passa não é o que a Globo retrata, sempre anti-Lula, sempre perfeito quando compra direitos de transmissão, sempre formando e informando opiniões a seu bel-prazer, enxáguando a cabeça, como fazem os pastores, da gente mais desprovida de raciocínio. Nada se a Record continuar achando que copiar a rival, como tem feito até em geração de caracteres, é a solução.

Por essas e outras que TV paga se tornou um bem incalculável e necessário. O ouro dos não-tolos.



Está estampado no site do SBT:

É verdade
Record cresce, mas não é vice-líder
A propaganda da Record a respeito de sua suposta vice-liderança é poderosa, mas exagerada.
Os números do Ibope de janeiro e fevereiro revelam que a rede está crescendo, sim, mas o SBT ainda tem mais audiência no país. Aos números: neste bimestre, entre 7 da manhã e meia-noite, a Globo aparece com 51% de participação total, o SBT com 15% e a Record com 13%. Dois anos atrás, o SBT tinha 20%, a rede do bispo Macedo, 9% e a emissora presidida por Roberto Irineu Marinho, 53%.
Tudo indica que ainda neste ano a Record chegará de fato ao segundo lugar. E, embora a léguas de distância da Globo, não será apenas uma troca de vice-líderes: a Record tem estrutura e dinheiro farto, o que a emissora de Silvio Santos nunca teve.
E, portanto, tem condições inéditas para competir com a Globo.

O SBT escancarou a realidade, em tom que me lembrou o que a Red Bull faz na F-1 — sem humor. Falou abertamente que sua mediocridade na programação + mandos e desmandos de Silvio Santos + falta de dinheiro (?) resultaram em sua queda.

É bem verdade que a Record é uma rede pública, afinal abastece-se do dinheiro de pobres coitados que são lavados cerebralmente em nome da religião e de quem a pratica. E soube explorar a falta de cultura e o credo do povo para aumentar o número de evangélicos e ter orçamentos que proporcionaram, por exemplo, a exclusividade das Olimpíadas de 2012. Nesta relação, pois, vejo que o aumento de audiência da TV dos bispos está diretamente ligada ao crescimento dos seguidores desta igreja.

Considerando que a) outrora eram 0,5% e agora os pró-IURD são mais de 13% no Brasil e b) a Globo tem feito muita coisa para afastar seus telespectadores — programas como o da Xuxa, os humorísticos, as novelas enfadonhas, Fantástico e BBB, já começo a pensar que é possível a meta da Record, de superar a Platinada em 2009.

E o que isso pode mudar no país? Tudo ou nada. Tudo se a emissora adotar uma postura de que o Brasil que ela passa não é o que a Globo retrata, sempre anti-Lula, sempre perfeito quando compra direitos de transmissão, sempre formando e informando opiniões a seu bel-prazer, enxáguando a cabeça, como fazem os pastores, da gente mais desprovida de raciocínio. Nada se a Record continuar achando que copiar a rival, como tem feito até em geração de caracteres, é a solução.

Por essas e outras que TV paga se tornou um bem incalculável e necessário. O ouro dos não-tolos.



Está estampado no site do SBT:

É verdade
Record cresce, mas não é vice-líder
A propaganda da Record a respeito de sua suposta vice-liderança é poderosa, mas exagerada.
Os números do Ibope de janeiro e fevereiro revelam que a rede está crescendo, sim, mas o SBT ainda tem mais audiência no país. Aos números: neste bimestre, entre 7 da manhã e meia-noite, a Globo aparece com 51% de participação total, o SBT com 15% e a Record com 13%. Dois anos atrás, o SBT tinha 20%, a rede do bispo Macedo, 9% e a emissora presidida por Roberto Irineu Marinho, 53%.
Tudo indica que ainda neste ano a Record chegará de fato ao segundo lugar. E, embora a léguas de distância da Globo, não será apenas uma troca de vice-líderes: a Record tem estrutura e dinheiro farto, o que a emissora de Silvio Santos nunca teve.
E, portanto, tem condições inéditas para competir com a Globo.

O SBT escancarou a realidade, em tom que me lembrou o que a Red Bull faz na F-1 — sem humor. Falou abertamente que sua mediocridade na programação + mandos e desmandos de Silvio Santos + falta de dinheiro (?) resultaram em sua queda.

É bem verdade que a Record é uma rede pública, afinal abastece-se do dinheiro de pobres coitados que são lavados cerebralmente em nome da religião e de quem a pratica. E soube explorar a falta de cultura e o credo do povo para aumentar o número de evangélicos e ter orçamentos que proporcionaram, por exemplo, a exclusividade das Olimpíadas de 2012. Nesta relação, pois, vejo que o aumento de audiência da TV dos bispos está diretamente ligada ao crescimento dos seguidores desta igreja.

Considerando que a) outrora eram 0,5% e agora os pró-IURD são mais de 13% no Brasil e b) a Globo tem feito muita coisa para afastar seus telespectadores — programas como o da Xuxa, os humorísticos, as novelas enfadonhas, Fantástico e BBB, já começo a pensar que é possível a meta da Record, de superar a Platinada em 2009.

E o que isso pode mudar no país? Tudo ou nada. Tudo se a emissora adotar uma postura de que o Brasil que ela passa não é o que a Globo retrata, sempre anti-Lula, sempre perfeito quando compra direitos de transmissão, sempre formando e informando opiniões a seu bel-prazer, enxáguando a cabeça, como fazem os pastores, da gente mais desprovida de raciocínio. Nada se a Record continuar achando que copiar a rival, como tem feito até em geração de caracteres, é a solução.

Por essas e outras que TV paga se tornou um bem incalculável e necessário. O ouro dos não-tolos.



Pataquada de Vitonez às 19h41
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Imperdível

É algo próximo a isso, mas a chamada do "Fantástico" é: "Ele agora é milionário, mas será que ele vai cumprir a promessa e levar Siri para um piquenique?"

Essa é a revista eletrônica, a Caras da TV. E como bem disse Rodrigo Borges, a Globo está ouriçadíssima com a hipótese de cair para o segundo lugar e ser superada pela clone Record.



É algo próximo a isso, mas a chamada do "Fantástico" é: "Ele agora é milionário, mas será que ele vai cumprir a promessa e levar Siri para um piquenique?"

Essa é a revista eletrônica, a Caras da TV. E como bem disse Rodrigo Borges, a Globo está ouriçadíssima com a hipótese de cair para o segundo lugar e ser superada pela clone Record.



É algo próximo a isso, mas a chamada do "Fantástico" é: "Ele agora é milionário, mas será que ele vai cumprir a promessa e levar Siri para um piquenique?"

Essa é a revista eletrônica, a Caras da TV. E como bem disse Rodrigo Borges, a Globo está ouriçadíssima com a hipótese de cair para o segundo lugar e ser superada pela clone Record.



Pataquada de Vitonez às 18h12
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Domingo, eu quero ver...

E deu Alonso.

E não vai dando Palmeiras.

E está chovendo o tempo todo.

E acho que nem vai dar para sair.

Domingo é sempre a mesma merda.



E deu Alonso.

E não vai dando Palmeiras.

E está chovendo o tempo todo.

E acho que nem vai dar para sair.

Domingo é sempre a mesma merda.



E deu Alonso.

E não vai dando Palmeiras.

E está chovendo o tempo todo.

E acho que nem vai dar para sair.

Domingo é sempre a mesma merda.



Pataquada de Vitonez às 15h57
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Palpite, palpite

Se chover, dá Alonso; em condições normais de temperatura e pressão, Massa vence.

Começa em instantes. Até daqui a pouco.

Se chover, dá Alonso; em condições normais de temperatura e pressão, Massa vence.

Começa em instantes. Até daqui a pouco.

Se chover, dá Alonso; em condições normais de temperatura e pressão, Massa vence.

Começa em instantes. Até daqui a pouco.

Pataquada de Vitonez às 02h47
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E foi ontem

Moscas na casa. Faz dois anos.

Por estes dias, sempre quando pensava em escrever algo, bolei vários finais para um texto que mal sabia por onde começar e de que forma trataria o assunto. É duro aceitar a perda de alguém que entrou num hospital apenas para operar uma perna. Ou de não duvidar da eficiência dos médicos e enfermeiros — porque é certeza que o hospital foi negligente — que apontaram uma causa mortis contestada pela autópsia.

Foi saindo da cozinha de minha casa que vi meu tio Wilson pela última vez bem. Encostado no sofá, com a mão esquerda na cintura, de camisa clara e calça social, pensando sabe Deus em quê. Foi naquele 9 de março, naquela quarta-feira de sol que foi minando a presença dele entre nós. “Não é fratura, se fosse, estaria com a boca seca”, dizia ele de dentro do carro de meu vizinho que foi socorrê-lo no fim da rua, onde caiu. Aquela velha mania de se automedicar, de teimar — uma de suas várias. Pois o colo do fêmur direito se rompeu, e pro Servidor Público, aquele prédio em que a atividade principal costuma ser um parco atendimento médico, lá foi ele.

 

Meu tio sempre tocou a vida, essa é que parecia ser a verdade. “O que tiver de ser, será”, repetia. Mas este mês provou que não era bem isso. Que ele tinha muita vontade de viver. De voltar para casa. De se recuperar. De ver sua novela das sete, de ver jogos de futebol, de tocar violão de vez em quando, de trabalhar. De fazer seu joguinho na loteria do lado de casa. O jeito em que ele vivia era simples demais, essa, sim, é que é a verdade verdadeira.

 

Ficou oito dias no pronto-socorro, foi então para o quarto, fizeram os exames, passou pela cirurgia e se recuperou bem. Estava pronto para voltar a viver. Mas aí prenderam-no lá, alegaram que deveria ficar por observação — os cardiologistas, afinal os ortopedistas haviam dado alta —, acumulou água no pulmão. E saúde pública é um cazzo, e lá ele permaneceu sem o devido cuidado.

 

Tio Wilson foi agonizando aos poucos, e ele sentia isso. Minha mãe sentia isso. Meu avô sentia isso. Eu, não. Percebi que não tenho nem a intuição nem a percepção espiritual que todos da minha família dominam. Ele chorou, contavam mãe e avô, por estar naquela situação. Desesperou-se. Não comia porque fazia mal ao estômago, empachava. E foi ficando fraco, à base de sopa e líquidos. Lúcido, perguntava de todos e ia contando seus temores, ia revelando seus sentimentos, coisa que nunca fez entre nós.

 

E foi nosso erro nunca ter expressado o que sentíamos por ele. Quando depois de tudo minha mãe dizia em prantos “meu velhinho não vai mais voltar”, ela mesma desabafou e revelou que seu tio era mais pai para ela do que o próprio pai. Porque tio Wilson sempre esteve ao lado dela, décadas de convivência das quais é impossível se desvincular de uma hora para outra, por mais que a doutrina religiosa que seguimos seja clara em relação à continuidade da vida. Não é num estalar de dedos que se esquece o “tchau” que ele dizia todo santo dia ao sair, de vê-lo sentado em sua cama assistindo TV, dos telefonemas de manhã, de assobiar junto ao canto e o pio dos passarinhos.

 

Quis o destino que eu só o veria uma única vez vivo depois da fratura. 24 de março, uma quinta, naquele quarto 10, leito 37, coberto por um avental. “Você precisa ver, Victor, como é isso. A gente precisa escrever uma carta, uma representação contra o hospital”, tio Wilson me dizia com os olhos tristes e a aparência cansada. Daquele dia lembro da pêra e do pão que ele não quis comer, dele mostrando o corte da cirurgia, das senhoras crentes que oraram. Do beijo que dei. E que seria o último contato físico.

 
E quis, este mesmo destino, que eu recebesse junto à minha mãe a notícia do falecimento. Eu sempre digo que a vida é feita de ironias. Ele estava na UTI por precaução e eu sei lá por que, resolvi visitá-lo. Encontramos meu avô no andar térreo, minha mãe queria que nós dois subíssemos. E ele: “Não, eu venho todo dia, subam vocês”. E naquele sétimo andar, duas senhoras, que estavam ali para visitar um parente se aproximam e perguntam se somos parentes de “seu” Wilson. Assentindo a resposta, falam que os médicos queriam conversar conosco. Não demoraram dois segundos para minha mãe estremecer e começar a chorar. (continua)



Moscas na casa. Faz dois anos.

Por estes dias, sempre quando pensava em escrever algo, bolei vários finais para um texto que mal sabia por onde começar e de que forma trataria o assunto. É duro aceitar a perda de alguém que entrou num hospital apenas para operar uma perna. Ou de não duvidar da eficiência dos médicos e enfermeiros — porque é certeza que o hospital foi negligente — que apontaram uma causa mortis contestada pela autópsia.

Foi saindo da cozinha de minha casa que vi meu tio Wilson pela última vez bem. Encostado no sofá, com a mão esquerda na cintura, de camisa clara e calça social, pensando sabe Deus em quê. Foi naquele 9 de março, naquela quarta-feira de sol que foi minando a presença dele entre nós. “Não é fratura, se fosse, estaria com a boca seca”, dizia ele de dentro do carro de meu vizinho que foi socorrê-lo no fim da rua, onde caiu. Aquela velha mania de se automedicar, de teimar — uma de suas várias. Pois o colo do fêmur direito se rompeu, e pro Servidor Público, aquele prédio em que a atividade principal costuma ser um parco atendimento médico, lá foi ele.

 

Meu tio sempre tocou a vida, essa é que parecia ser a verdade. “O que tiver de ser, será”, repetia. Mas este mês provou que não era bem isso. Que ele tinha muita vontade de viver. De voltar para casa. De se recuperar. De ver sua novela das sete, de ver jogos de futebol, de tocar violão de vez em quando, de trabalhar. De fazer seu joguinho na loteria do lado de casa. O jeito em que ele vivia era simples demais, essa, sim, é que é a verdade verdadeira.

 

Ficou oito dias no pronto-socorro, foi então para o quarto, fizeram os exames, passou pela cirurgia e se recuperou bem. Estava pronto para voltar a viver. Mas aí prenderam-no lá, alegaram que deveria ficar por observação — os cardiologistas, afinal os ortopedistas haviam dado alta —, acumulou água no pulmão. E saúde pública é um cazzo, e lá ele permaneceu sem o devido cuidado.

 

Tio Wilson foi agonizando aos poucos, e ele sentia isso. Minha mãe sentia isso. Meu avô sentia isso. Eu, não. Percebi que não tenho nem a intuição nem a percepção espiritual que todos da minha família dominam. Ele chorou, contavam mãe e avô, por estar naquela situação. Desesperou-se. Não comia porque fazia mal ao estômago, empachava. E foi ficando fraco, à base de sopa e líquidos. Lúcido, perguntava de todos e ia contando seus temores, ia revelando seus sentimentos, coisa que nunca fez entre nós.

 

E foi nosso erro nunca ter expressado o que sentíamos por ele. Quando depois de tudo minha mãe dizia em prantos “meu velhinho não vai mais voltar”, ela mesma desabafou e revelou que seu tio era mais pai para ela do que o próprio pai. Porque tio Wilson sempre esteve ao lado dela, décadas de convivência das quais é impossível se desvincular de uma hora para outra, por mais que a doutrina religiosa que seguimos seja clara em relação à continuidade da vida. Não é num estalar de dedos que se esquece o “tchau” que ele dizia todo santo dia ao sair, de vê-lo sentado em sua cama assistindo TV, dos telefonemas de manhã, de assobiar junto ao canto e o pio dos passarinhos.

 

Quis o destino que eu só o veria uma única vez vivo depois da fratura. 24 de março, uma quinta, naquele quarto 10, leito 37, coberto por um avental. “Você precisa ver, Victor, como é isso. A gente precisa escrever uma carta, uma representação contra o hospital”, tio Wilson me dizia com os olhos tristes e a aparência cansada. Daquele dia lembro da pêra e do pão que ele não quis comer, dele mostrando o corte da cirurgia, das senhoras crentes que oraram. Do beijo que dei. E que seria o último contato físico.

 
E quis, este mesmo destino, que eu recebesse junto à minha mãe a notícia do falecimento. Eu sempre digo que a vida é feita de ironias. Ele estava na UTI por precaução e eu sei lá por que, resolvi visitá-lo. Encontramos meu avô no andar térreo, minha mãe queria que nós dois subíssemos. E ele: “Não, eu venho todo dia, subam vocês”. E naquele sétimo andar, duas senhoras, que estavam ali para visitar um parente se aproximam e perguntam se somos parentes de “seu” Wilson. Assentindo a resposta, falam que os médicos queriam conversar conosco. Não demoraram dois segundos para minha mãe estremecer e começar a chorar. (continua)



Moscas na casa. Faz dois anos.

Por estes dias, sempre quando pensava em escrever algo, bolei vários finais para um texto que mal sabia por onde começar e de que forma trataria o assunto. É duro aceitar a perda de alguém que entrou num hospital apenas para operar uma perna. Ou de não duvidar da eficiência dos médicos e enfermeiros — porque é certeza que o hospital foi negligente — que apontaram uma causa mortis contestada pela autópsia.

Foi saindo da cozinha de minha casa que vi meu tio Wilson pela última vez bem. Encostado no sofá, com a mão esquerda na cintura, de camisa clara e calça social, pensando sabe Deus em quê. Foi naquele 9 de março, naquela quarta-feira de sol que foi minando a presença dele entre nós. “Não é fratura, se fosse, estaria com a boca seca”, dizia ele de dentro do carro de meu vizinho que foi socorrê-lo no fim da rua, onde caiu. Aquela velha mania de se automedicar, de teimar — uma de suas várias. Pois o colo do fêmur direito se rompeu, e pro Servidor Público, aquele prédio em que a atividade principal costuma ser um parco atendimento médico, lá foi ele.

 

Meu tio sempre tocou a vida, essa é que parecia ser a verdade. “O que tiver de ser, será”, repetia. Mas este mês provou que não era bem isso. Que ele tinha muita vontade de viver. De voltar para casa. De se recuperar. De ver sua novela das sete, de ver jogos de futebol, de tocar violão de vez em quando, de trabalhar. De fazer seu joguinho na loteria do lado de casa. O jeito em que ele vivia era simples demais, essa, sim, é que é a verdade verdadeira.

 

Ficou oito dias no pronto-socorro, foi então para o quarto, fizeram os exames, passou pela cirurgia e se recuperou bem. Estava pronto para voltar a viver. Mas aí prenderam-no lá, alegaram que deveria ficar por observação — os cardiologistas, afinal os ortopedistas haviam dado alta —, acumulou água no pulmão. E saúde pública é um cazzo, e lá ele permaneceu sem o devido cuidado.

 

Tio Wilson foi agonizando aos poucos, e ele sentia isso. Minha mãe sentia isso. Meu avô sentia isso. Eu, não. Percebi que não tenho nem a intuição nem a percepção espiritual que todos da minha família dominam. Ele chorou, contavam mãe e avô, por estar naquela situação. Desesperou-se. Não comia porque fazia mal ao estômago, empachava. E foi ficando fraco, à base de sopa e líquidos. Lúcido, perguntava de todos e ia contando seus temores, ia revelando seus sentimentos, coisa que nunca fez entre nós.

 

E foi nosso erro nunca ter expressado o que sentíamos por ele. Quando depois de tudo minha mãe dizia em prantos “meu velhinho não vai mais voltar”, ela mesma desabafou e revelou que seu tio era mais pai para ela do que o próprio pai. Porque tio Wilson sempre esteve ao lado dela, décadas de convivência das quais é impossível se desvincular de uma hora para outra, por mais que a doutrina religiosa que seguimos seja clara em relação à continuidade da vida. Não é num estalar de dedos que se esquece o “tchau” que ele dizia todo santo dia ao sair, de vê-lo sentado em sua cama assistindo TV, dos telefonemas de manhã, de assobiar junto ao canto e o pio dos passarinhos.

 

Quis o destino que eu só o veria uma única vez vivo depois da fratura. 24 de março, uma quinta, naquele quarto 10, leito 37, coberto por um avental. “Você precisa ver, Victor, como é isso. A gente precisa escrever uma carta, uma representação contra o hospital”, tio Wilson me dizia com os olhos tristes e a aparência cansada. Daquele dia lembro da pêra e do pão que ele não quis comer, dele mostrando o corte da cirurgia, das senhoras crentes que oraram. Do beijo que dei. E que seria o último contato físico.

 
E quis, este mesmo destino, que eu recebesse junto à minha mãe a notícia do falecimento. Eu sempre digo que a vida é feita de ironias. Ele estava na UTI por precaução e eu sei lá por que, resolvi visitá-lo. Encontramos meu avô no andar térreo, minha mãe queria que nós dois subíssemos. E ele: “Não, eu venho todo dia, subam vocês”. E naquele sétimo andar, duas senhoras, que estavam ali para visitar um parente se aproximam e perguntam se somos parentes de “seu” Wilson. Assentindo a resposta, falam que os médicos queriam conversar conosco. Não demoraram dois segundos para minha mãe estremecer e começar a chorar. (continua)



Pataquada de Vitonez às 06h14
[] [mande para quem quiser] []



E que papel eu poderia ter ali? Se eu chorasse, daria a entender que estava pensando o mesmo que ela. E alguma força eu tinha de ter para continuar aquele discurso de que era só uma informação, “vamos esperar para ver o que vão dizer”. E esperamos uns dez minutos, até que as portas da unidade de terapia intensiva se abrissem e o cara de sei-lá-qual-função nos barrasse. Eu firme, minha mãe tremendo. E nada melhor que um abraço nestas horas. Eu a puxei de lado e fiz um carinho. Chega o médico e decreta a sentença fatal. A piora no estado de saúde durante a madrugada, o agito, a complicação pulmonar. Continuei resistindo enquanto minha mãe teve de se sentar.

 

Foi então que o médico falou que “fizemos tudo que poderia ser feito”. E aí foi minha forma de defesa soltar o que sentia. “Vocês não fizeram tudo que poderiam ter feito coisa nenhuma. Deixaram o pobre coitado em pronto-socorro, foi mal atendido e você vem com essa? Mal sabiam que ele era funcionário público.” 

 

(Na manhã daquele dia, a assistente social ligou aqui para informar sua internação e perguntou se ele era funcionário público. Oras, quase um mês no hospital e não sabiam, vagabundos cretinos?)

 

E quando disse que era jornalista e que denunciaria o caso, o médico empalideceu. Não forneceria, de qualquer forma, o atestado de óbito porque não queria se responsabilizar.

 

A primeira lágrima veio na espera do elevador. E depois passar num corredor para encontrar meu avô e dar a notícia. Assim que nos viu, fez um sinal com a mão de inconformidade e um chiado. Era o terceiro irmão que via morrer. Não o vi chorar, mas estava visivelmente desnorteado. Liguei para meu pai e sua voz silenciosa denunciou a tristeza.

 

Meu avô contou que naquela madrugada havia sonhado que ele não estava bem. E aí relacionei com as perguntas que minha mãe houvera feito na noite anterior. “Será que ele volta?”. “Volta, mãe, o caso é simples, você vai ver, tenho certeza de em breve ele estará aqui.”

 

Ainda fui à ouvidoria relatar o caso. Foram duas folhas com riqueza de detalhes para expressar a indignação em que estávamos. Aí tínhamos de lidar com a burocracia de velório, liberação para IML, quase discussão na delegacia para registrar boletim de ocorrência e tal. Na volta para casa, notei que meu avô, no banco de trás do carro, comentava qualquer banalidade, tipo “olha a pomba no alto daquela casa”, para aliviar os olhos úmidos da filha. (continua)

E que papel eu poderia ter ali? Se eu chorasse, daria a entender que estava pensando o mesmo que ela. E alguma força eu tinha de ter para continuar aquele discurso de que era só uma informação, “vamos esperar para ver o que vão dizer”. E esperamos uns dez minutos, até que as portas da unidade de terapia intensiva se abrissem e o cara de sei-lá-qual-função nos barrasse. Eu firme, minha mãe tremendo. E nada melhor que um abraço nestas horas. Eu a puxei de lado e fiz um carinho. Chega o médico e decreta a sentença fatal. A piora no estado de saúde durante a madrugada, o agito, a complicação pulmonar. Continuei resistindo enquanto minha mãe teve de se sentar.

 

Foi então que o médico falou que “fizemos tudo que poderia ser feito”. E aí foi minha forma de defesa soltar o que sentia. “Vocês não fizeram tudo que poderiam ter feito coisa nenhuma. Deixaram o pobre coitado em pronto-socorro, foi mal atendido e você vem com essa? Mal sabiam que ele era funcionário público.” 

 

(Na manhã daquele dia, a assistente social ligou aqui para informar sua internação e perguntou se ele era funcionário público. Oras, quase um mês no hospital e não sabiam, vagabundos cretinos?)

 

E quando disse que era jornalista e que denunciaria o caso, o médico empalideceu. Não forneceria, de qualquer forma, o atestado de óbito porque não queria se responsabilizar.

 

A primeira lágrima veio na espera do elevador. E depois passar num corredor para encontrar meu avô e dar a notícia. Assim que nos viu, fez um sinal com a mão de inconformidade e um chiado. Era o terceiro irmão que via morrer. Não o vi chorar, mas estava visivelmente desnorteado. Liguei para meu pai e sua voz silenciosa denunciou a tristeza.

 

Meu avô contou que naquela madrugada havia sonhado que ele não estava bem. E aí relacionei com as perguntas que minha mãe houvera feito na noite anterior. “Será que ele volta?”. “Volta, mãe, o caso é simples, você vai ver, tenho certeza de em breve ele estará aqui.”

 

Ainda fui à ouvidoria relatar o caso. Foram duas folhas com riqueza de detalhes para expressar a indignação em que estávamos. Aí tínhamos de lidar com a burocracia de velório, liberação para IML, quase discussão na delegacia para registrar boletim de ocorrência e tal. Na volta para casa, notei que meu avô, no banco de trás do carro, comentava qualquer banalidade, tipo “olha a pomba no alto daquela casa”, para aliviar os olhos úmidos da filha. (continua)

E que papel eu poderia ter ali? Se eu chorasse, daria a entender que estava pensando o mesmo que ela. E alguma força eu tinha de ter para continuar aquele discurso de que era só uma informação, “vamos esperar para ver o que vão dizer”. E esperamos uns dez minutos, até que as portas da unidade de terapia intensiva se abrissem e o cara de sei-lá-qual-função nos barrasse. Eu firme, minha mãe tremendo. E nada melhor que um abraço nestas horas. Eu a puxei de lado e fiz um carinho. Chega o médico e decreta a sentença fatal. A piora no estado de saúde durante a madrugada, o agito, a complicação pulmonar. Continuei resistindo enquanto minha mãe teve de se sentar.

 

Foi então que o médico falou que “fizemos tudo que poderia ser feito”. E aí foi minha forma de defesa soltar o que sentia. “Vocês não fizeram tudo que poderiam ter feito coisa nenhuma. Deixaram o pobre coitado em pronto-socorro, foi mal atendido e você vem com essa? Mal sabiam que ele era funcionário público.” 

 

(Na manhã daquele dia, a assistente social ligou aqui para informar sua internação e perguntou se ele era funcionário público. Oras, quase um mês no hospital e não sabiam, vagabundos cretinos?)

 

E quando disse que era jornalista e que denunciaria o caso, o médico empalideceu. Não forneceria, de qualquer forma, o atestado de óbito porque não queria se responsabilizar.

 

A primeira lágrima veio na espera do elevador. E depois passar num corredor para encontrar meu avô e dar a notícia. Assim que nos viu, fez um sinal com a mão de inconformidade e um chiado. Era o terceiro irmão que via morrer. Não o vi chorar, mas estava visivelmente desnorteado. Liguei para meu pai e sua voz silenciosa denunciou a tristeza.

 

Meu avô contou que naquela madrugada havia sonhado que ele não estava bem. E aí relacionei com as perguntas que minha mãe houvera feito na noite anterior. “Será que ele volta?”. “Volta, mãe, o caso é simples, você vai ver, tenho certeza de em breve ele estará aqui.”

 

Ainda fui à ouvidoria relatar o caso. Foram duas folhas com riqueza de detalhes para expressar a indignação em que estávamos. Aí tínhamos de lidar com a burocracia de velório, liberação para IML, quase discussão na delegacia para registrar boletim de ocorrência e tal. Na volta para casa, notei que meu avô, no banco de trás do carro, comentava qualquer banalidade, tipo “olha a pomba no alto daquela casa”, para aliviar os olhos úmidos da filha. (continua)

Pataquada de Vitonez às 06h14
[] [mande para quem quiser] []



Nunca chegar em casa foi tão difícil, mas eu precisava daquele momento. Subi ao quarto dele, acendi a luz e vi sua pasta preta, as roupas no armário antigo, a cama sem lençol, o rádio de cabeceira, o abajur de lâmpada roxa. E ele de alguma forma ali, com o controle da TV em alto volume na mão, quase sempre cochilando. Era como se só naquele momento a ficha tivesse caído. Que as coisas ficariam ali, intactas, sem vida. Logo vieram os parentes, os vizinhos e a série de telefonemas que, de alguma forma, ajudaram a não pensar na figura dele. E como chorei.

 

Já era quase de madrugada quando no meio do sofá de três lugares minha tia, médium, irmã de tio Wilson, recebeu um espírito. A mensagem era da mãe dos dois. Que, de forma geral, do outro lado estavam prontos para recebê-lo. E as frases finais para minha mãe. “Obrigado por tudo. Obrigado por cuidar dele.”

 

Nos últimos tempos, pelo avanço da idade, minha mãe tratou de meu tio como se fora um filho. Eu dizia até que só faltava dar comida na boca dele. Ao menos, Wilson morreu evoluído em termos espirituais, o que facilita em sua chegada ao plano mais avançado que este, de fato bem melhor e mais pacífico.

 

No velório, o caixão lacrado e a pequena fresta para ver seu rosto pálido. Por um bom tempo fiquei olhando esperando que os olhos se abrissem, ele se levantasse e perguntasse o que estava acontecendo, como se fosse um mero estado de catalepsia. No transporte do caixão até o túmulo, chorei desbragadamente.

 

O enterro em si foi menos sofrido. A dor estava anestesiada, o passo agora era tratar de cuidar da minha mãe. Aquele sentimento de incredulidade, que não estamos vivendo o tempo que tarda a passar, tempo que vai servir de cicatriz no imenso vácuo, tempo que deixou de ter por instantes horas, minutos e segundos, e que sentido faz o tempo?, e quem naquele momento se importaria com um detalhe tão insignificante como o tempo?

 

Daqui, olho para o telefone que ele recentemente comprou porque eu o pressionei a adquirir outro aparelho, o anterior estava velho, ficava mudo de repente e ele começava a bater e chacoalhar a relíquia. Falta aquela voz rouca e falando “bom dia, é o oficial Wilson”, ele sentado no banco do piano, tirando ou calçando os sapatos, faltam os passos lentos e firmes. Falta ele para mostrar os livros devorados pelos anos, dos radialistas, dos espiritualistas, dos artistas de que gostava, faltam as músicas que compunha, faltam as lições e seu jeito teimoso. Falta ele para tomar o chá de madrugada, para colocar água na garrafa que deixava do lado da cama na hora de dormir, para misturar café e chocolate com leite, para comer o pão com queijo e tocar a vidinha dele naquela toada tão simplória que fazia a gente até ficar com raiva e pensar que ele enterraria um de nós.

 

Dói lembrar que na última vez que minha mãe o viu vivo, ainda no quarto do hospital, ela estava prestes a ir embora e ele apertou a mão dela. O carro estava estacionado em zona azul. E ele: “Olha, não vai, fica aqui comigo. Deus ajuda, Ele sabe o que faz.”

 

Ele sabe o que fez, certamente. E aqui estamos, tentando fazer nossa passagem voltar ao normal. As salas com seus objetos, a cozinha e as bananas que comia, os pássaros que limpava na gaiola, a cadela que late na casa ao lado e sente, como não?, uma ausência. A luz na fresta da porta que indicava que ele estava acordado noite adentro, o quarto sem seu ocupante, a cama sem função, os chocolates guardados na estante. O vazio e as moscas em sua casa.



Nunca chegar em casa foi tão difícil, mas eu precisava daquele momento. Subi ao quarto dele, acendi a luz e vi sua pasta preta, as roupas no armário antigo, a cama sem lençol, o rádio de cabeceira, o abajur de lâmpada roxa. E ele de alguma forma ali, com o controle da TV em alto volume na mão, quase sempre cochilando. Era como se só naquele momento a ficha tivesse caído. Que as coisas ficariam ali, intactas, sem vida. Logo vieram os parentes, os vizinhos e a série de telefonemas que, de alguma forma, ajudaram a não pensar na figura dele. E como chorei.

 

Já era quase de madrugada quando no meio do sofá de três lugares minha tia, médium, irmã de tio Wilson, recebeu um espírito. A mensagem era da mãe dos dois. Que, de forma geral, do outro lado estavam prontos para recebê-lo. E as frases finais para minha mãe. “Obrigado por tudo. Obrigado por cuidar dele.”

 

Nos últimos tempos, pelo avanço da idade, minha mãe tratou de meu tio como se fora um filho. Eu dizia até que só faltava dar comida na boca dele. Ao menos, Wilson morreu evoluído em termos espirituais, o que facilita em sua chegada ao plano mais avançado que este, de fato bem melhor e mais pacífico.

 

No velório, o caixão lacrado e a pequena fresta para ver seu rosto pálido. Por um bom tempo fiquei olhando esperando que os olhos se abrissem, ele se levantasse e perguntasse o que estava acontecendo, como se fosse um mero estado de catalepsia. No transporte do caixão até o túmulo, chorei desbragadamente.

 

O enterro em si foi menos sofrido. A dor estava anestesiada, o passo agora era tratar de cuidar da minha mãe. Aquele sentimento de incredulidade, que não estamos vivendo o tempo que tarda a passar, tempo que vai servir de cicatriz no imenso vácuo, tempo que deixou de ter por instantes horas, minutos e segundos, e que sentido faz o tempo?, e quem naquele momento se importaria com um detalhe tão insignificante como o tempo?

 

Daqui, olho para o telefone que ele recentemente comprou porque eu o pressionei a adquirir outro aparelho, o anterior estava velho, ficava mudo de repente e ele começava a bater e chacoalhar a relíquia. Falta aquela voz rouca e falando “bom dia, é o oficial Wilson”, ele sentado no banco do piano, tirando ou calçando os sapatos, faltam os passos lentos e firmes. Falta ele para mostrar os livros devorados pelos anos, dos radialistas, dos espiritualistas, dos artistas de que gostava, faltam as músicas que compunha, faltam as lições e seu jeito teimoso. Falta ele para tomar o chá de madrugada, para colocar água na garrafa que deixava do lado da cama na hora de dormir, para misturar café e chocolate com leite, para comer o pão com queijo e tocar a vidinha dele naquela toada tão simplória que fazia a gente até ficar com raiva e pensar que ele enterraria um de nós.

 

Dói lembrar que na última vez que minha mãe o viu vivo, ainda no quarto do hospital, ela estava prestes a ir embora e ele apertou a mão dela. O carro estava estacionado em zona azul. E ele: “Olha, não vai, fica aqui comigo. Deus ajuda, Ele sabe o que faz.”

 

Ele sabe o que fez, certamente. E aqui estamos, tentando fazer nossa passagem voltar ao normal. As salas com seus objetos, a cozinha e as bananas que comia, os pássaros que limpava na gaiola, a cadela que late na casa ao lado e sente, como não?, uma ausência. A luz na fresta da porta que indicava que ele estava acordado noite adentro, o quarto sem seu ocupante, a cama sem função, os chocolates guardados na estante. O vazio e as moscas em sua casa.



Nunca chegar em casa foi tão difícil, mas eu precisava daquele momento. Subi ao quarto dele, acendi a luz e vi sua pasta preta, as roupas no armário antigo, a cama sem lençol, o rádio de cabeceira, o abajur de lâmpada roxa. E ele de alguma forma ali, com o controle da TV em alto volume na mão, quase sempre cochilando. Era como se só naquele momento a ficha tivesse caído. Que as coisas ficariam ali, intactas, sem vida. Logo vieram os parentes, os vizinhos e a série de telefonemas que, de alguma forma, ajudaram a não pensar na figura dele. E como chorei.

 

Já era quase de madrugada quando no meio do sofá de três lugares minha tia, médium, irmã de tio Wilson, recebeu um espírito. A mensagem era da mãe dos dois. Que, de forma geral, do outro lado estavam prontos para recebê-lo. E as frases finais para minha mãe. “Obrigado por tudo. Obrigado por cuidar dele.”

 

Nos últimos tempos, pelo avanço da idade, minha mãe tratou de meu tio como se fora um filho. Eu dizia até que só faltava dar comida na boca dele. Ao menos, Wilson morreu evoluído em termos espirituais, o que facilita em sua chegada ao plano mais avançado que este, de fato bem melhor e mais pacífico.

 

No velório, o caixão lacrado e a pequena fresta para ver seu rosto pálido. Por um bom tempo fiquei olhando esperando que os olhos se abrissem, ele se levantasse e perguntasse o que estava acontecendo, como se fosse um mero estado de catalepsia. No transporte do caixão até o túmulo, chorei desbragadamente.

 

O enterro em si foi menos sofrido. A dor estava anestesiada, o passo agora era tratar de cuidar da minha mãe. Aquele sentimento de incredulidade, que não estamos vivendo o tempo que tarda a passar, tempo que vai servir de cicatriz no imenso vácuo, tempo que deixou de ter por instantes horas, minutos e segundos, e que sentido faz o tempo?, e quem naquele momento se importaria com um detalhe tão insignificante como o tempo?

 

Daqui, olho para o telefone que ele recentemente comprou porque eu o pressionei a adquirir outro aparelho, o anterior estava velho, ficava mudo de repente e ele começava a bater e chacoalhar a relíquia. Falta aquela voz rouca e falando “bom dia, é o oficial Wilson”, ele sentado no banco do piano, tirando ou calçando os sapatos, faltam os passos lentos e firmes. Falta ele para mostrar os livros devorados pelos anos, dos radialistas, dos espiritualistas, dos artistas de que gostava, faltam as músicas que compunha, faltam as lições e seu jeito teimoso. Falta ele para tomar o chá de madrugada, para colocar água na garrafa que deixava do lado da cama na hora de dormir, para misturar café e chocolate com leite, para comer o pão com queijo e tocar a vidinha dele naquela toada tão simplória que fazia a gente até ficar com raiva e pensar que ele enterraria um de nós.

 

Dói lembrar que na última vez que minha mãe o viu vivo, ainda no quarto do hospital, ela estava prestes a ir embora e ele apertou a mão dela. O carro estava estacionado em zona azul. E ele: “Olha, não vai, fica aqui comigo. Deus ajuda, Ele sabe o que faz.”

 

Ele sabe o que fez, certamente. E aqui estamos, tentando fazer nossa passagem voltar ao normal. As salas com seus objetos, a cozinha e as bananas que comia, os pássaros que limpava na gaiola, a cadela que late na casa ao lado e sente, como não?, uma ausência. A luz na fresta da porta que indicava que ele estava acordado noite adentro, o quarto sem seu ocupante, a cama sem função, os chocolates guardados na estante. O vazio e as moscas em sua casa.



Pataquada de Vitonez às 06h13
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Esperado, mas nem tanto

Deu Massa, como despontavam os treinos de sexta. Mas não tão fácil. Foi na última volta do treino, em progressão, após as passagens de Raikkonen (primeiro a ficar com a pole) e Alonso (que o superou).

Barrichello é o quarto do fundo do grid para a frente. Segunda vez que é nocauteado na primeira parte do treino. Há certos sinais na vida que abrem olhos e norteiam cabeças. Talvez seja hora de procurar novos rumos na carreira, fora da F-1. Não deu certo, fazer o quê...

Prova de amanhã, quatro de la matina, muito trabalho e poucas horas de sono. E me pego pensando se vou cobrir uma corrida aí fora. Assunto para outro dia.

Eis o grid:



Deu Massa, como despontavam os treinos de sexta. Mas não tão fácil. Foi na última volta do treino, em progressão, após as passagens de Raikkonen (primeiro a ficar com a pole) e Alonso (que o superou).

Barrichello é o quarto do fundo do grid para a frente. Segunda vez que é nocauteado na primeira parte do treino. Há certos sinais na vida que abrem olhos e norteiam cabeças. Talvez seja hora de procurar novos rumos na carreira, fora da F-1. Não deu certo, fazer o quê...

Prova de amanhã, quatro de la matina, muito trabalho e poucas horas de sono. E me pego pensando se vou cobrir uma corrida aí fora. Assunto para outro dia.

Eis o grid:



Deu Massa, como despontavam os treinos de sexta. Mas não tão fácil. Foi na última volta do treino, em progressão, após as passagens de Raikkonen (primeiro a ficar com a pole) e Alonso (que o superou).

Barrichello é o quarto do fundo do grid para a frente. Segunda vez que é nocauteado na primeira parte do treino. Há certos sinais na vida que abrem olhos e norteiam cabeças. Talvez seja hora de procurar novos rumos na carreira, fora da F-1. Não deu certo, fazer o quê...

Prova de amanhã, quatro de la matina, muito trabalho e poucas horas de sono. E me pego pensando se vou cobrir uma corrida aí fora. Assunto para outro dia.

Eis o grid:



Pataquada de Vitonez às 04h25
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Síndrome germânica

O sempre afiado Tutty Vasques manda essa, em sua coluna "No Mínimo":

Schumacher vive
Rubinho (sic) Barrichello não se conforma com vitória do Alemão no Big Brother Brasil. Não consegue se livrar do fantasma de seu velho companheiro na Ferrari.

Barrichello terminou os treinos livres desta sexta na Malásia em 23º, considerando a coisa agregada. Atrás de Adrian Sutil, da Spyker. Que é alemão.



O sempre afiado Tutty Vasques manda essa, em sua coluna "No Mínimo":

Schumacher vive
Rubinho (sic) Barrichello não se conforma com vitória do Alemão no Big Brother Brasil. Não consegue se livrar do fantasma de seu velho companheiro na Ferrari.

Barrichello terminou os treinos livres desta sexta na Malásia em 23º, considerando a coisa agregada. Atrás de Adrian Sutil, da Spyker. Que é alemão.



O sempre afiado Tutty Vasques manda essa, em sua coluna "No Mínimo":

Schumacher vive
Rubinho (sic) Barrichello não se conforma com vitória do Alemão no Big Brother Brasil. Não consegue se livrar do fantasma de seu velho companheiro na Ferrari.

Barrichello terminou os treinos livres desta sexta na Malásia em 23º, considerando a coisa agregada. Atrás de Adrian Sutil, da Spyker. Que é alemão.



Pataquada de Vitonez às 14h33
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A regressiva que não percebo

Fosse em outras épocas, estaria ouriçado para que a próxima quinta-feira chegasse. Faz anos-luz que não vou a um show. O último foi o da Christina Aguilera — passado negro —, quando ela tinha dado as caras no mundo artístico, lançou "Genie In A Bottle", "What A Girl Wants", resolveu fazer um show meia-boca no Brasil e "eu fui". 

Ganhei o ingresso, aviso e ressalto.

Aerosmith. Há muito esperava por isso. Era a dualidade Alanis e Aerosmith, Aerosmith e Alanis. A bocarra e a voz estridente, porém afinada, de Steven Tyler, as músicas inconfundíveis, a comida dos ricos, o amor no elevador, a vida no limite, o sonho que continua, a paixão difícil para os joelhos, o buraco na alma, as garotas do verão, a arma de Janie, o rosa, o choro, o louco, o incrível.

Incrível.

Faltam só seis dias e eu mal estou preparado para isso. A vida anda correndo demais, e estou vendo o tempo passar. Estou perdendo tempo.



Fosse em outras épocas, estaria ouriçado para que a próxima quinta-feira chegasse. Faz anos-luz que não vou a um show. O último foi o da Christina Aguilera — passado negro —, quando ela tinha dado as caras no mundo artístico, lançou "Genie In A Bottle", "What A Girl Wants", resolveu fazer um show meia-boca no Brasil e "eu fui". 

Ganhei o ingresso, aviso e ressalto.

Aerosmith. Há muito esperava por isso. Era a dualidade Alanis e Aerosmith, Aerosmith e Alanis. A bocarra e a voz estridente, porém afinada, de Steven Tyler, as músicas inconfundíveis, a comida dos ricos, o amor no elevador, a vida no limite, o sonho que continua, a paixão difícil para os joelhos, o buraco na alma, as garotas do verão, a arma de Janie, o rosa, o choro, o louco, o incrível.

Incrível.

Faltam só seis dias e eu mal estou preparado para isso. A vida anda correndo demais, e estou vendo o tempo passar. Estou perdendo tempo.



Fosse em outras épocas, estaria ouriçado para que a próxima quinta-feira chegasse. Faz anos-luz que não vou a um show. O último foi o da Christina Aguilera — passado negro —, quando ela tinha dado as caras no mundo artístico, lançou "Genie In A Bottle", "What A Girl Wants", resolveu fazer um show meia-boca no Brasil e "eu fui". 

Ganhei o ingresso, aviso e ressalto.

Aerosmith. Há muito esperava por isso. Era a dualidade Alanis e Aerosmith, Aerosmith e Alanis. A bocarra e a voz estridente, porém afinada, de Steven Tyler, as músicas inconfundíveis, a comida dos ricos, o amor no elevador, a vida no limite, o sonho que continua, a paixão difícil para os joelhos, o buraco na alma, as garotas do verão, a arma de Janie, o rosa, o choro, o louco, o incrível.

Incrível.

Faltam só seis dias e eu mal estou preparado para isso. A vida anda correndo demais, e estou vendo o tempo passar. Estou perdendo tempo.



Pataquada de Vitonez às 13h44
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O sono dos justos

Quase 8h15, fim da primeira jornada de trabalho para mim. Cansaço.

Daqui a pouco, acordo, almoço e volto à labuta. Vida atrevida, essa.

O sol dá as caras agora, em meio às nuvens.

E o que eu acho de tudo? No fim, dá Massa, fácil.



Quase 8h15, fim da primeira jornada de trabalho para mim. Cansaço.

Daqui a pouco, acordo, almoço e volto à labuta. Vida atrevida, essa.

O sol dá as caras agora, em meio às nuvens.

E o que eu acho de tudo? No fim, dá Massa, fácil.



Quase 8h15, fim da primeira jornada de trabalho para mim. Cansaço.

Daqui a pouco, acordo, almoço e volto à labuta. Vida atrevida, essa.

O sol dá as caras agora, em meio às nuvens.

E o que eu acho de tudo? No fim, dá Massa, fácil.



Pataquada de Vitonez às 07h14
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Enquanto o feriado começa

Massa terminou bem à frente o primeiro treineco em Sepang. Chato, bem chato. Ficar vendo uma hora e meia os carros que já conhecem a pista de cor e salteado e escrever o nada é uma tarefa das mais árduas.

E fulano vai à pista, e crava o melhor tempo, e surpreende, e frita o pneu, e dá uma escapada, ah, nada como os clichês e as frases feitas. Daqui a pouco, mais noventa minutos.

E falando em noventa minutos mais pênalti, tinham de roubar o Palmeiras.



Massa terminou bem à frente o primeiro treineco em Sepang. Chato, bem chato. Ficar vendo uma hora e meia os carros que já conhecem a pista de cor e salteado e escrever o nada é uma tarefa das mais árduas.

E fulano vai à pista, e crava o melhor tempo, e surpreende, e frita o pneu, e dá uma escapada, ah, nada como os clichês e as frases feitas. Daqui a pouco, mais noventa minutos.

E falando em noventa minutos mais pênalti, tinham de roubar o Palmeiras.



Massa terminou bem à frente o primeiro treineco em Sepang. Chato, bem chato. Ficar vendo uma hora e meia os carros que já conhecem a pista de cor e salteado e escrever o nada é uma tarefa das mais árduas.

E fulano vai à pista, e crava o melhor tempo, e surpreende, e frita o pneu, e dá uma escapada, ah, nada como os clichês e as frases feitas. Daqui a pouco, mais noventa minutos.

E falando em noventa minutos mais pênalti, tinham de roubar o Palmeiras.



Pataquada de Vitonez às 01h06
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Novo layout

Não está tudo novo, como se nota. Pouco alterei, até porque pouco entendo dessa coisa de HTML e afins. Mas estava mais que na hora de dar uma repaginada, de promover uma cirurgia plástica neste diário eletrônico.

Tirei aquela maçante propaganda do UOL em flash para templates em blogs e fiz uma coisa mais simplezinha, ordinária, mas agradável — a meu gosto, claro. No lado direito, porei os links, com foto — e crédito, viu, Carsten? —, para os sites que acesso — jabás, claro, para Grande Prêmio e F1 Racing. Logo abaixo, os blogs dos "cumpanhêros".

Alguém costuma fazer essa pergunta, mas não me lembro — novidade — quem: e você, o que achou das mudanças?



Não está tudo novo, como se nota. Pouco alterei, até porque pouco entendo dessa coisa de HTML e afins. Mas estava mais que na hora de dar uma repaginada, de promover uma cirurgia plástica neste diário eletrônico.

Tirei aquela maçante propaganda do UOL em flash para templates em blogs e fiz uma coisa mais simplezinha, ordinária, mas agradável — a meu gosto, claro. No lado direito, porei os links, com foto — e crédito, viu, Carsten? —, para os sites que acesso — jabás, claro, para Grande Prêmio e F1 Racing. Logo abaixo, os blogs dos "cumpanhêros".

Alguém costuma fazer essa pergunta, mas não me lembro — novidade — quem: e você, o que achou das mudanças?



Não está tudo novo, como se nota. Pouco alterei, até porque pouco entendo dessa coisa de HTML e afins. Mas estava mais que na hora de dar uma repaginada, de promover uma cirurgia plástica neste diário eletrônico.

Tirei aquela maçante propaganda do UOL em flash para templates em blogs e fiz uma coisa mais simplezinha, ordinária, mas agradável — a meu gosto, claro. No lado direito, porei os links, com foto — e crédito, viu, Carsten? —, para os sites que acesso — jabás, claro, para Grande Prêmio e F1 Racing. Logo abaixo, os blogs dos "cumpanhêros".

Alguém costuma fazer essa pergunta, mas não me lembro — novidade — quem: e você, o que achou das mudanças?



Pataquada de Vitonez às 15h30
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Gomes back

Gomes está de volta ao mundo da F-1. Não o Flavio, que assistirá aos treinos e corrida da Malásia confortavelmente (espero) no aconchego de seu lar (também espero). Julio Gomes, irmão caçula, é o novo repórter da Rádio Bandeirantes durante a temporada 2007.

Gomes Jr, Little ou tão-somente Julio Gomes Filho já está em Sepang, adaptando-se ao modus operandi do mundo do automobilismo. Competente repórter de futebol, já foi editor do UOL e nos últimos anos foi correspondente do grupo Bandeirantes na Europa para os campeonatos locais.

Dividirá transmissão com Fábio Seixas, nas horas vagas jornalista e editor-adjunto Folhesco, e Odinei Edson, sobre o qual não teço comentários.



Gomes está de volta ao mundo da F-1. Não o Flavio, que assistirá aos treinos e corrida da Malásia confortavelmente (espero) no aconchego de seu lar (também espero). Julio Gomes, irmão caçula, é o novo repórter da Rádio Bandeirantes durante a temporada 2007.

Gomes Jr, Little ou tão-somente Julio Gomes Filho já está em Sepang, adaptando-se ao modus operandi do mundo do automobilismo. Competente repórter de futebol, já foi editor do UOL e nos últimos anos foi correspondente do grupo Bandeirantes na Europa para os campeonatos locais.

Dividirá transmissão com Fábio Seixas, nas horas vagas jornalista e editor-adjunto Folhesco, e Odinei Edson, sobre o qual não teço comentários.



Gomes está de volta ao mundo da F-1. Não o Flavio, que assistirá aos treinos e corrida da Malásia confortavelmente (espero) no aconchego de seu lar (também espero). Julio Gomes, irmão caçula, é o novo repórter da Rádio Bandeirantes durante a temporada 2007.

Gomes Jr, Little ou tão-somente Julio Gomes Filho já está em Sepang, adaptando-se ao modus operandi do mundo do automobilismo. Competente repórter de futebol, já foi editor do UOL e nos últimos anos foi correspondente do grupo Bandeirantes na Europa para os campeonatos locais.

Dividirá transmissão com Fábio Seixas, nas horas vagas jornalista e editor-adjunto Folhesco, e Odinei Edson, sobre o qual não teço comentários.



Pataquada de Vitonez às 13h44
[] [mande para quem quiser] []



Lixo eletrônico

A partir desta data, criarei a coluna "Lixo eletrônico". Seria uma espécie de verdades sobre eventos escritos sob forma de releases de assessorias nem tão conceituadas de imprensa.

O primeiro capítulo é sobre a festa que a Goodyear realizou para celebrar seu prêmio de fotografia.

 Com bebida paga, Goodyear comemora (?) evento pró-rali

Salgadinhos pró-azia e ausência de jantar marcam festa em São Paulo

A filial brasileira da fabricante de pneus Goodyear tentou organizar, na noite desta terça-feira (3), um evento para celebrar o quarto ano de um concurso de fotografia e o terceiro ano de premiação dos melhores pilotos e navegadores de rali nacional do ano passado — ou vice-versa, não importa. A casa escolhida foi aquilo que um dia representou o Moinho Santo Antônio, localizado no tradicional bairro mooquense, em São Paulo.

Na entrada, o convidado já notava que teria de desembolsar algo: R$ 15 o estacionamento. Gostosas, posteriormente, solicitavam os nomes dos invitados para confecção de cartões especializados, do tipo balada. Serviam, via de regra, para consumo.

Em suma, a tarjeta significava que o convidado, se quisesse tomar um drinque que não fosse cerveja ou refrigerante acrescido de bastantes pedras de gelo, desembolsava módica quantia. Não havia taxa de consumação nem de entrada.

Num determinado horário, as portas do salão principal foram abertas para que todos pudessem abundar-se. "O ar condicionado está muito frio", agradeceram muitos, com espirros e sem agasalhos. Todas as mesas eram redondas e abrigavam espaço de oito a dez pessoas. A apresentação do evento seria acompanhada de uma entrada e, posteriormente, estava previsto um jantar.

Acepipes pingavam vez ou outra: inicialmente, uma cesta com mini-croissants e pães-borracha, surgiu; depois, vieram os frios: mussarela, presunto e mortadela. Como sugestão, o menu indicou um salgado patê de azeitonas pretas. Os bebes eram coisa rara: e só cerveja e refrigerante, com muita insistência. "Aqui, por favor", pediam jovens, donzelas, idosos e maricotas.

A apresentação do evento da fornecedora ficou por conta de Régis Rösing cover. Foi dividida em maçantes três blocos: o primeiro teve premiação para Deus e o mundo: 26 troféus. Jornalistas renomados como Marcelo Eduardo Braga, Betto D'Elboux e Ricardo Lopes foram chamados ao palco para aplausos. Ouviu-se um "parabéns, Braga!" ao fundo. No segundo, mais laureados e achincalhamentos ao sistema aéreo e o caos — foi a desculpa dada para o vácuo no local. No terceiro, foi a vez da premiação aos fotógrafos.

Puerilmente, a festa foi encerrada pelo desconhecido grupo circense-musical Quasímodo, que tocou sucessos internacionais dos anos 70 e 80. Tão logo a primeira música surgiu, estima-se que 86% da platéia resolveu deixar o Moinho. "Já está na hora", declarou d. Armelinda Otero, 66 anos. Suspiraram aliviados ao saber que o cartão não incluía taxa de couvert. O jantar inexistiu.

Com coxinhas gordurosas, croquetes sem pimenta, bolinhas de queijo sem-vergonhas e empadas esfarelantes, o público ainda pôde refestelar-se com trufas calóricas e quentes e um café — mistura de pó pronto com água fervente — na saída. Como prêmio, o feliz convidado ganhou uma lanterna e uma toalha. "Cadê a cana?", indagou Bruno Terena, 25. "Ainda bem que não tinha nada. Meu fígado está um patê", confessou Tiago Mendonça, 22, que está à base de remédios.

A assessoria do evento ficou por conta de João Alberto Otazú e sua MasterMídia. Que só foram vistos pelo "grande" público no final da patacoada.

Calhorda Martins
MTB: 69.171
Sugestão de legenda: que bosta!
Crédito: Carsten Horst/Divulgação



A partir desta data, criarei a coluna "Lixo eletrônico". Seria uma espécie de verdades sobre eventos escritos sob forma de releases de assessorias nem tão conceituadas de imprensa.

O primeiro capítulo é sobre a festa que a Goodyear realizou para celebrar seu prêmio de fotografia.

 Com bebida paga, Goodyear comemora (?) evento pró-rali

Salgadinhos pró-azia e ausência de jantar marcam festa em São Paulo

A filial brasileira da fabricante de pneus Goodyear tentou organizar, na noite desta terça-feira (3), um evento para celebrar o quarto ano de um concurso de fotografia e o terceiro ano de premiação dos melhores pilotos e navegadores de rali nacional do ano passado — ou vice-versa, não importa. A casa escolhida foi aquilo que um dia representou o Moinho Santo Antônio, localizado no tradicional bairro mooquense, em São Paulo.

Na entrada, o convidado já notava que teria de desembolsar algo: R$ 15 o estacionamento. Gostosas, posteriormente, solicitavam os nomes dos invitados para confecção de cartões especializados, do tipo balada. Serviam, via de regra, para consumo.

Em suma, a tarjeta significava que o convidado, se quisesse tomar um drinque que não fosse cerveja ou refrigerante acrescido de bastantes pedras de gelo, desembolsava módica quantia. Não havia taxa de consumação nem de entrada.

Num determinado horário, as portas do salão principal foram abertas para que todos pudessem abundar-se. "O ar condicionado está muito frio", agradeceram muitos, com espirros e sem agasalhos. Todas as mesas eram redondas e abrigavam espaço de oito a dez pessoas. A apresentação do evento seria acompanhada de uma entrada e, posteriormente, estava previsto um jantar.

Acepipes pingavam vez ou outra: inicialmente, uma cesta com mini-croissants e pães-borracha, surgiu; depois, vieram os frios: mussarela, presunto e mortadela. Como sugestão, o menu indicou um salgado patê de azeitonas pretas. Os bebes eram coisa rara: e só cerveja e refrigerante, com muita insistência. "Aqui, por favor", pediam jovens, donzelas, idosos e maricotas.

A apresentação do evento da fornecedora ficou por conta de Régis Rösing cover. Foi dividida em maçantes três blocos: o primeiro teve premiação para Deus e o mundo: 26 troféus. Jornalistas renomados como Marcelo Eduardo Braga, Betto D'Elboux e Ricardo Lopes foram chamados ao palco para aplausos. Ouviu-se um "parabéns, Braga!" ao fundo. No segundo, mais laureados e achincalhamentos ao sistema aéreo e o caos — foi a desculpa dada para o vácuo no local. No terceiro, foi a vez da premiação aos fotógrafos.

Puerilmente, a festa foi encerrada pelo desconhecido grupo circense-musical Quasímodo, que tocou sucessos internacionais dos anos 70 e 80. Tão logo a primeira música surgiu, estima-se que 86% da platéia resolveu deixar o Moinho. "Já está na hora", declarou d. Armelinda Otero, 66 anos. Suspiraram aliviados ao saber que o cartão não incluía taxa de couvert. O jantar inexistiu.

Com coxinhas gordurosas, croquetes sem pimenta, bolinhas de queijo sem-vergonhas e empadas esfarelantes, o público ainda pôde refestelar-se com trufas calóricas e quentes e um café — mistura de pó pronto com água fervente — na saída. Como prêmio, o feliz convidado ganhou uma lanterna e uma toalha. "Cadê a cana?", indagou Bruno Terena, 25. "Ainda bem que não tinha nada. Meu fígado está um patê", confessou Tiago Mendonça, 22, que está à base de remédios.

A assessoria do evento ficou por conta de João Alberto Otazú e sua MasterMídia. Que só foram vistos pelo "grande" público no final da patacoada.

Calhorda Martins
MTB: 69.171
Sugestão de legenda: que bosta!
Crédito: Carsten Horst/Divulgação



A partir desta data, criarei a coluna "Lixo eletrônico". Seria uma espécie de verdades sobre eventos escritos sob forma de releases de assessorias nem tão conceituadas de imprensa.

O primeiro capítulo é sobre a festa que a Goodyear realizou para celebrar seu prêmio de fotografia.

 Com bebida paga, Goodyear comemora (?) evento pró-rali

Salgadinhos pró-azia e ausência de jantar marcam festa em São Paulo

A filial brasileira da fabricante de pneus Goodyear tentou organizar, na noite desta terça-feira (3), um evento para celebrar o quarto ano de um concurso de fotografia e o terceiro ano de premiação dos melhores pilotos e navegadores de rali nacional do ano passado — ou vice-versa, não importa. A casa escolhida foi aquilo que um dia representou o Moinho Santo Antônio, localizado no tradicional bairro mooquense, em São Paulo.

Na entrada, o convidado já notava que teria de desembolsar algo: R$ 15 o estacionamento. Gostosas, posteriormente, solicitavam os nomes dos invitados para confecção de cartões especializados, do tipo balada. Serviam, via de regra, para consumo.

Em suma, a tarjeta significava que o convidado, se quisesse tomar um drinque que não fosse cerveja ou refrigerante acrescido de bastantes pedras de gelo, desembolsava módica quantia. Não havia taxa de consumação nem de entrada.

Num determinado horário, as portas do salão principal foram abertas para que todos pudessem abundar-se. "O ar condicionado está muito frio", agradeceram muitos, com espirros e sem agasalhos. Todas as mesas eram redondas e abrigavam espaço de oito a dez pessoas. A apresentação do evento seria acompanhada de uma entrada e, posteriormente, estava previsto um jantar.

Acepipes pingavam vez ou outra: inicialmente, uma cesta com mini-croissants e pães-borracha, surgiu; depois, vieram os frios: mussarela, presunto e mortadela. Como sugestão, o menu indicou um salgado patê de azeitonas pretas. Os bebes eram coisa rara: e só cerveja e refrigerante, com muita insistência. "Aqui, por favor", pediam jovens, donzelas, idosos e maricotas.

A apresentação do evento da fornecedora ficou por conta de Régis Rösing cover. Foi dividida em maçantes três blocos: o primeiro teve premiação para Deus e o mundo: 26 troféus. Jornalistas renomados como Marcelo Eduardo Braga, Betto D'Elboux e Ricardo Lopes foram chamados ao palco para aplausos. Ouviu-se um "parabéns, Braga!" ao fundo. No segundo, mais laureados e achincalhamentos ao sistema aéreo e o caos — foi a desculpa dada para o vácuo no local. No terceiro, foi a vez da premiação aos fotógrafos.

Puerilmente, a festa foi encerrada pelo desconhecido grupo circense-musical Quasímodo, que tocou sucessos internacionais dos anos 70 e 80. Tão logo a primeira música surgiu, estima-se que 86% da platéia resolveu deixar o Moinho. "Já está na hora", declarou d. Armelinda Otero, 66 anos. Suspiraram aliviados ao saber que o cartão não incluía taxa de couvert. O jantar inexistiu.

Com coxinhas gordurosas, croquetes sem pimenta, bolinhas de queijo sem-vergonhas e empadas esfarelantes, o público ainda pôde refestelar-se com trufas calóricas e quentes e um café — mistura de pó pronto com água fervente — na saída. Como prêmio, o feliz convidado ganhou uma lanterna e uma toalha. "Cadê a cana?", indagou Bruno Terena, 25. "Ainda bem que não tinha nada. Meu fígado está um patê", confessou Tiago Mendonça, 22, que está à base de remédios.

A assessoria do evento ficou por conta de João Alberto Otazú e sua MasterMídia. Que só foram vistos pelo "grande" público no final da patacoada.

Calhorda Martins
MTB: 69.171
Sugestão de legenda: que bosta!
Crédito: Carsten Horst/Divulgação



Pataquada de Vitonez às 00h05
[] [mande para quem quiser] []



Leão se vai

A torcida do Palmeiras, a do Santos e a do São Paulo lamentam o término do riso da desgraça alheia.

A torcida do Palmeiras, a do Santos e a do São Paulo lamentam o término do riso da desgraça alheia.

A torcida do Palmeiras, a do Santos e a do São Paulo lamentam o término do riso da desgraça alheia.

Pataquada de Vitonez às 12h02
[] [mande para quem quiser] []



Brasil-sil-sil

Vejo na TV, um tal Carlos Alberto, que não o jogador do Fluminense, falar do otimismo das vendas dos ingressos antecipados do Pan 2007, o Pan do Brasil, oh!.

Como vender algo para algo que não se sabe se vai ter?

É só aqui, mesmo.



Vejo na TV, um tal Carlos Alberto, que não o jogador do Fluminense, falar do otimismo das vendas dos ingressos antecipados do Pan 2007, o Pan do Brasil, oh!.

Como vender algo para algo que não se sabe se vai ter?

É só aqui, mesmo.



Vejo na TV, um tal Carlos Alberto, que não o jogador do Fluminense, falar do otimismo das vendas dos ingressos antecipados do Pan 2007, o Pan do Brasil, oh!.

Como vender algo para algo que não se sabe se vai ter?

É só aqui, mesmo.



Pataquada de Vitonez às 10h35
[] [mande para quem quiser] []



Botafogo 2 x 0 Vasco

Ainda bem que o gol 1000 não saiu ontem. O que ia ter de nego se apoiando na brincadeira do 1º de abril...

Ainda bem que o gol 1000 não saiu ontem. O que ia ter de nego se apoiando na brincadeira do 1º de abril...

Ainda bem que o gol 1000 não saiu ontem. O que ia ter de nego se apoiando na brincadeira do 1º de abril...

Pataquada de Vitonez às 11h50
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