Campo Grande tem campo grande

O mundo visto do céu é outro. Ao decolar de São Paulo, aquele matagal de nuvens, se me permite a figura de linguagem, formavam um céu convidativo, como se fora uma cama macia, a mais macia possível. O sol veio e acalentou a blusa de lã, quase me levando a tirá-la. A metrópole ficou para trás e a visão da terra fez-se possível.

Caminhando pelo interior e chegando ao Mato Grosso do Sul, uma série de polígonos sem forma definida, tons de verde que formavam borrões no chão, que criança alguma faria, que o pintor não saberia retratar. Um concentrado de água, um rio, seus braços e afluentes. Estradas de terra sinuosas, casas isoladas, gado não vi.

O piloto anunciou o processo de aterrissagem no momento onde absolutamente nada de civilização havia. Andamos minutos e mais minutos, e mais minutos, mesmo, enquanto o horizonte e todos os lugares apontavam a mesma cena que vejo agora, da janela do hotel: a natureza.

Até que veio o esboço de cidade. Era Campo Grande. Um local predominantemente interiorano que, por determinação político-geográfica, tornou-se a principal deste estado. Organizadinha, bonita, inacabada pela imensidão de espaço que oferece à construção e à destruição do que falta em São Paulo e que o resto do planeta implora para ter. Sem trânsito ou buzinaço ou arranha-céus ou a neurose que virou ciclo.

Gente hospitaleira, cordial, simples, características perceptíveis nas meras duas horas em que cá estou.

Como tudo deveria ser. 



O mundo visto do céu é outro. Ao decolar de São Paulo, aquele matagal de nuvens, se me permite a figura de linguagem, formavam um céu convidativo, como se fora uma cama macia, a mais macia possível. O sol veio e acalentou a blusa de lã, quase me levando a tirá-la. A metrópole ficou para trás e a visão da terra fez-se possível.

Caminhando pelo interior e chegando ao Mato Grosso do Sul, uma série de polígonos sem forma definida, tons de verde que formavam borrões no chão, que criança alguma faria, que o pintor não saberia retratar. Um concentrado de água, um rio, seus braços e afluentes. Estradas de terra sinuosas, casas isoladas, gado não vi.

O piloto anunciou o processo de aterrissagem no momento onde absolutamente nada de civilização havia. Andamos minutos e mais minutos, e mais minutos, mesmo, enquanto o horizonte e todos os lugares apontavam a mesma cena que vejo agora, da janela do hotel: a natureza.

Até que veio o esboço de cidade. Era Campo Grande. Um local predominantemente interiorano que, por determinação político-geográfica, tornou-se a principal deste estado. Organizadinha, bonita, inacabada pela imensidão de espaço que oferece à construção e à destruição do que falta em São Paulo e que o resto do planeta implora para ter. Sem trânsito ou buzinaço ou arranha-céus ou a neurose que virou ciclo.

Gente hospitaleira, cordial, simples, características perceptíveis nas meras duas horas em que cá estou.

Como tudo deveria ser. 



O mundo visto do céu é outro. Ao decolar de São Paulo, aquele matagal de nuvens, se me permite a figura de linguagem, formavam um céu convidativo, como se fora uma cama macia, a mais macia possível. O sol veio e acalentou a blusa de lã, quase me levando a tirá-la. A metrópole ficou para trás e a visão da terra fez-se possível.

Caminhando pelo interior e chegando ao Mato Grosso do Sul, uma série de polígonos sem forma definida, tons de verde que formavam borrões no chão, que criança alguma faria, que o pintor não saberia retratar. Um concentrado de água, um rio, seus braços e afluentes. Estradas de terra sinuosas, casas isoladas, gado não vi.

O piloto anunciou o processo de aterrissagem no momento onde absolutamente nada de civilização havia. Andamos minutos e mais minutos, e mais minutos, mesmo, enquanto o horizonte e todos os lugares apontavam a mesma cena que vejo agora, da janela do hotel: a natureza.

Até que veio o esboço de cidade. Era Campo Grande. Um local predominantemente interiorano que, por determinação político-geográfica, tornou-se a principal deste estado. Organizadinha, bonita, inacabada pela imensidão de espaço que oferece à construção e à destruição do que falta em São Paulo e que o resto do planeta implora para ter. Sem trânsito ou buzinaço ou arranha-céus ou a neurose que virou ciclo.

Gente hospitaleira, cordial, simples, características perceptíveis nas meras duas horas em que cá estou.

Como tudo deveria ser. 



Pataquada de Vitonez às 15h00
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Campo Grande, muito erro

Estão lá dez camisetas, três blusas, duas calças, cuecas, meias. Na mochila, os pertences do trampo. Tudo arrumado. A viagem, que seria às 16h e pouco, foi antecipada. Coisas que a grandiosa empresa de marketing esportivo organizada pelo clã Bueno e que faz as relações públicas da Stock Car é capaz de fornecer. Depois querem serviços de renomados jornalistas e não entendem por que recebem não como resposta...

Aliás, por enquanto, nada está caminhando a passos corretos. Às 11h45, pelo horário marcado, o avião decola.

Vou fazer um bolão de quanto atrasa. A minha aposta: 40 minutos.



Estão lá dez camisetas, três blusas, duas calças, cuecas, meias. Na mochila, os pertences do trampo. Tudo arrumado. A viagem, que seria às 16h e pouco, foi antecipada. Coisas que a grandiosa empresa de marketing esportivo organizada pelo clã Bueno e que faz as relações públicas da Stock Car é capaz de fornecer. Depois querem serviços de renomados jornalistas e não entendem por que recebem não como resposta...

Aliás, por enquanto, nada está caminhando a passos corretos. Às 11h45, pelo horário marcado, o avião decola.

Vou fazer um bolão de quanto atrasa. A minha aposta: 40 minutos.



Estão lá dez camisetas, três blusas, duas calças, cuecas, meias. Na mochila, os pertences do trampo. Tudo arrumado. A viagem, que seria às 16h e pouco, foi antecipada. Coisas que a grandiosa empresa de marketing esportivo organizada pelo clã Bueno e que faz as relações públicas da Stock Car é capaz de fornecer. Depois querem serviços de renomados jornalistas e não entendem por que recebem não como resposta...

Aliás, por enquanto, nada está caminhando a passos corretos. Às 11h45, pelo horário marcado, o avião decola.

Vou fazer um bolão de quanto atrasa. A minha aposta: 40 minutos.



Pataquada de Vitonez às 21h56
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Info exclusiva: Douglas Soares fora

O paulista Douglas Soares não é mais piloto da Prop Car na F-3 Sul-americana. O piloto pediu para se desligar da equipe no fim da noite desta segunda, após conversa com Dárcio Santos, o chefe do time.

Soares estava descontente com o equipamento que recebeu. Recebeu o chassi que foi do argentino Pablo Perez, um primor em batidas. Afetado, o carro apresenta problemas de diversas naturezas: freio, embreagem, motor, câmbio. Sem mudanças, optou pela saída.

No fim de semana em Curitiba, Douglas mal conseguiu ir para a classificação e na primeira prova só deu uma volta; na segunda, ainda chegou em sétimo. Tem nove pontos contra 30 companheiro Fernando Galera, que é vice-líder da competição.

Informei.



O paulista Douglas Soares não é mais piloto da Prop Car na F-3 Sul-americana. O piloto pediu para se desligar da equipe no fim da noite desta segunda, após conversa com Dárcio Santos, o chefe do time.

Soares estava descontente com o equipamento que recebeu. Recebeu o chassi que foi do argentino Pablo Perez, um primor em batidas. Afetado, o carro apresenta problemas de diversas naturezas: freio, embreagem, motor, câmbio. Sem mudanças, optou pela saída.

No fim de semana em Curitiba, Douglas mal conseguiu ir para a classificação e na primeira prova só deu uma volta; na segunda, ainda chegou em sétimo. Tem nove pontos contra 30 companheiro Fernando Galera, que é vice-líder da competição.

Informei.



O paulista Douglas Soares não é mais piloto da Prop Car na F-3 Sul-americana. O piloto pediu para se desligar da equipe no fim da noite desta segunda, após conversa com Dárcio Santos, o chefe do time.

Soares estava descontente com o equipamento que recebeu. Recebeu o chassi que foi do argentino Pablo Perez, um primor em batidas. Afetado, o carro apresenta problemas de diversas naturezas: freio, embreagem, motor, câmbio. Sem mudanças, optou pela saída.

No fim de semana em Curitiba, Douglas mal conseguiu ir para a classificação e na primeira prova só deu uma volta; na segunda, ainda chegou em sétimo. Tem nove pontos contra 30 companheiro Fernando Galera, que é vice-líder da competição.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 23h54
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Miss Brasil Universo

E Natalia Guimarães, miss brasileira, acaba de ser escolhida como a segunda mais bela do mundo. Deu Japão.

E a nipônica é bela, de fato. Mas a brasileira...

 da EFE

 da AP

PS: Comentários maldosos de um jornalista que não acompanhou:

1) "O sobrenome dela é Barrichello?"
2) A vencedora foi a Miss Alemanha?



E Natalia Guimarães, miss brasileira, acaba de ser escolhida como a segunda mais bela do mundo. Deu Japão.

E a nipônica é bela, de fato. Mas a brasileira...

 da EFE

 da AP

PS: Comentários maldosos de um jornalista que não acompanhou:

1) "O sobrenome dela é Barrichello?"
2) A vencedora foi a Miss Alemanha?



E Natalia Guimarães, miss brasileira, acaba de ser escolhida como a segunda mais bela do mundo. Deu Japão.

E a nipônica é bela, de fato. Mas a brasileira...

 da EFE

 da AP

PS: Comentários maldosos de um jornalista que não acompanhou:

1) "O sobrenome dela é Barrichello?"
2) A vencedora foi a Miss Alemanha?



Pataquada de Vitonez às 22h59
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Mato Grosso do Sul "in loco"

Nesta quarta, viajo para Campo Grande. Não sei por que cargas d'água é, das praças da Stock, a que tenho mais vontade de conhecer, ao lado de Santa Cruz do Sul. Relatos já me indicam que se tratam de lugares sem nada para fazer.

Não deve ser, claro, a cidade que tem uma praça, uma igreja, a rua principal e mato. Deve ter um espaço campestre vasto, visto seu nome. A vida noturna não deve ser agitada, mas não deve ser pacata do que jeito que pintam.

Afinal, o que é Campo Grande?

Procurarei relatar nos próximos dias.



Nesta quarta, viajo para Campo Grande. Não sei por que cargas d'água é, das praças da Stock, a que tenho mais vontade de conhecer, ao lado de Santa Cruz do Sul. Relatos já me indicam que se tratam de lugares sem nada para fazer.

Não deve ser, claro, a cidade que tem uma praça, uma igreja, a rua principal e mato. Deve ter um espaço campestre vasto, visto seu nome. A vida noturna não deve ser agitada, mas não deve ser pacata do que jeito que pintam.

Afinal, o que é Campo Grande?

Procurarei relatar nos próximos dias.



Nesta quarta, viajo para Campo Grande. Não sei por que cargas d'água é, das praças da Stock, a que tenho mais vontade de conhecer, ao lado de Santa Cruz do Sul. Relatos já me indicam que se tratam de lugares sem nada para fazer.

Não deve ser, claro, a cidade que tem uma praça, uma igreja, a rua principal e mato. Deve ter um espaço campestre vasto, visto seu nome. A vida noturna não deve ser agitada, mas não deve ser pacata do que jeito que pintam.

Afinal, o que é Campo Grande?

Procurarei relatar nos próximos dias.



Pataquada de Vitonez às 16h13
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Horóscopo do dia

Disse a apresentadora na TV: "O momento é para fazer triagem. Separar o joio do trigo. Ver quem presta e que deva continuar."

Exatamente, já está feito. O horóscopo é a tábula de mandamentos da vida.



Disse a apresentadora na TV: "O momento é para fazer triagem. Separar o joio do trigo. Ver quem presta e que deva continuar."

Exatamente, já está feito. O horóscopo é a tábula de mandamentos da vida.



Disse a apresentadora na TV: "O momento é para fazer triagem. Separar o joio do trigo. Ver quem presta e que deva continuar."

Exatamente, já está feito. O horóscopo é a tábula de mandamentos da vida.



Pataquada de Vitonez às 16h08
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Kanaan perde em Indy

AP

Isso só tem um nome: Anderson Marsili.

Ê, zica.



AP

Isso só tem um nome: Anderson Marsili.

Ê, zica.



AP

Isso só tem um nome: Anderson Marsili.

Ê, zica.



Pataquada de Vitonez às 22h22
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Vila Pan bluft

Informam-me lá do Rio com estas palavras: "A Vila Pan está ruindo".

Sim, a vila olímpica construída no autódromo de Jacarepaguá e região para abrigar os lindíssimos Jogos Olímpicos, que levaram à destruição do circuito.

"As ruas estão afundando e não vai demorar em começar a rachar os prédios", continuou o informante.

Além disso, a prefeitura carioca resolveu colocar postes ao lado da pista.

Isso aqui, ô, ô...



Informam-me lá do Rio com estas palavras: "A Vila Pan está ruindo".

Sim, a vila olímpica construída no autódromo de Jacarepaguá e região para abrigar os lindíssimos Jogos Olímpicos, que levaram à destruição do circuito.

"As ruas estão afundando e não vai demorar em começar a rachar os prédios", continuou o informante.

Além disso, a prefeitura carioca resolveu colocar postes ao lado da pista.

Isso aqui, ô, ô...



Informam-me lá do Rio com estas palavras: "A Vila Pan está ruindo".

Sim, a vila olímpica construída no autódromo de Jacarepaguá e região para abrigar os lindíssimos Jogos Olímpicos, que levaram à destruição do circuito.

"As ruas estão afundando e não vai demorar em começar a rachar os prédios", continuou o informante.

Além disso, a prefeitura carioca resolveu colocar postes ao lado da pista.

Isso aqui, ô, ô...



Pataquada de Vitonez às 22h56
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Ingressos GP do Brasil

Eis aqui a matéria que fiz sobre os ingressos do site "alternativo" ao do GP do Brasil, que vende entradas por no mínimo R$ 100 a mais do que seu preço original. Bruno Vicaria completa, contando como é, passo a passo, a aquisição do tíquete.

Leiam e comentem.



Eis aqui a matéria que fiz sobre os ingressos do site "alternativo" ao do GP do Brasil, que vende entradas por no mínimo R$ 100 a mais do que seu preço original. Bruno Vicaria completa, contando como é, passo a passo, a aquisição do tíquete.

Leiam e comentem.



Eis aqui a matéria que fiz sobre os ingressos do site "alternativo" ao do GP do Brasil, que vende entradas por no mínimo R$ 100 a mais do que seu preço original. Bruno Vicaria completa, contando como é, passo a passo, a aquisição do tíquete.

Leiam e comentem.



Pataquada de Vitonez às 01h01
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Ó, que porcaria, ó

O propósito da saída para elas era ver o tal filme "Ó, Pai, Ó"; o meu, apenas espairecer e refestelar-me com a pizza e a salada de uma famosa pizzaria. Chegamos ao shopping às 20h, sentamo-nos rapidamente ao local alimentício, pedimos a promoção para três, com direito à carteirinha falsiê de estudante de Administração da Unip que sou, e esperamos os comes e bebes. Pusemos a conversa em dia, ainda que havia visto ambas tinha nove dias. Veio a vasilha de alface americana com frango, tempero italiano e cogumelos, os pães finos com calabresa e molho cheddar à parte, sucos, chope e refrigerantes. Então veio a massa redonda, de tamanho errado — era gigante, recebemos grande; ganhamos outra grande pelo preço da maioral. Diria Gugu: "Pontoooo".

Notei que elas estavam empolgadas para assistir a película, otimistas que são em relação ao cinema nacional, "está melhorando, é de primeiro mundo", arrotavam enquanto devoravam o pedaço brasileiro misturado com os quatro queijos da outra metade. Confesso que só fui porque me venderam que o peixe que passaria no projetor era uma comédia, com Lázaro Ramos "e grande elenco".

Vinte minutos antes do começo de tal pérola mundial, deixamos a pizzaria, partimos para o outro lado do shopping, famoso pelas lojas de vendas de produtos do lar, um centro do lar, subimos os andares até chegarmos no velho corredor do velho cinema. Vazio, desviamos das divisórias e, utilizando da combinação quarta-feira/carteirinha, gastei mais R$ 5. Sem indicação de qual sala era, caminhamos até a 3. Lá estavam duas pessoas. Um casal. Abraçado na sétima ou oitava fileira de baixo para cima.

Logo pensei em sexo.

Subimos até o topo das cadeiras. Logo que sentamos, as imagens do filme se iniciaram. Lamentei a perda dos trâileres. O estado de lamentação prolongou-se até a aparição dos créditos, sendo que na saída, os funcionários que ficavam a vender badulaques e acepipes de cinema quase imploravam por uma dispersão mais rápida daquele vasto contingente para chegarem logo a suas casas. 

Um filme sem pé nem cabeça rodado no carnaval baiano do Pelô que, nos passou tal impressão, funciona como antipropaganda para visitar aquele local. Meninos que roubam, polícias que matam os meninos, vendedor de loja fazendo acordos escusos, proprietária de bar sapatão que sai brigando com meio mundo, dona de pensão falsamente devota e beata que prejudica os demais inquilinos, traveco que dá em cima de rapaz que tem esposa grávida, drogado que quer levar a vida no seu estilo, brasileira que volta da Europa prostituída, irmã médica que faz aborto, espaço aberto para liberar a putaria que há em nós. E, claro, o mocinho do filme, honesto, mas que também se deixa seduzir pela magia do feriado e permite receber um sexo oral do travesti.

Saímos na solidão do local que estava sob controle dos funcionários de limpeza, eu mais queixante por ter perdido preciosos cinco reais. "Da próxima vez, eu pago nossa próxima vinda", consolou-me a loira das garotas. Viemos para casa. Atordoado, ainda esqueci meus óculos no banco traseiro. Tive de pedir para que voltassem e me trouxessem o desembaçador de visões astigmatísticas e míopes.

A indústria de filmes nacional tem muito que melhorar. Iluminai a cabeça dos diretores, cineastas e roteiristas, ó, Pai.



Categoria: Lixo Eletrônico

Ó, que porcaria, ó

O propósito da saída para elas era ver o tal filme "Ó, Pai, Ó"; o meu, apenas espairecer e refestelar-me com a pizza e a salada de uma famosa pizzaria. Chegamos ao shopping às 20h, sentamo-nos rapidamente ao local alimentício, pedimos a promoção para três, com direito à carteirinha falsiê de estudante de Administração da Unip que sou, e esperamos os comes e bebes. Pusemos a conversa em dia, ainda que havia visto ambas tinha nove dias. Veio a vasilha de alface americana com frango, tempero italiano e cogumelos, os pães finos com calabresa e molho cheddar à parte, sucos, chope e refrigerantes. Então veio a massa redonda, de tamanho errado — era gigante, recebemos grande; ganhamos outra grande pelo preço da maioral. Diria Gugu: "Pontoooo".

Notei que elas estavam empolgadas para assistir a película, otimistas que são em relação ao cinema nacional, "está melhorando, é de primeiro mundo", arrotavam enquanto devoravam o pedaço brasileiro misturado com os quatro queijos da outra metade. Confesso que só fui porque me venderam que o peixe que passaria no projetor era uma comédia, com Lázaro Ramos "e grande elenco".

Vinte minutos antes do começo de tal pérola mundial, deixamos a pizzaria, partimos para o outro lado do shopping, famoso pelas lojas de vendas de produtos do lar, um centro do lar, subimos os andares até chegarmos no velho corredor do velho cinema. Vazio, desviamos das divisórias e, utilizando da combinação quarta-feira/carteirinha, gastei mais R$ 5. Sem indicação de qual sala era, caminhamos até a 3. Lá estavam duas pessoas. Um casal. Abraçado na sétima ou oitava fileira de baixo para cima.

Logo pensei em sexo.

Subimos até o topo das cadeiras. Logo que sentamos, as imagens do filme se iniciaram. Lamentei a perda dos trâileres. O estado de lamentação prolongou-se até a aparição dos créditos, sendo que na saída, os funcionários que ficavam a vender badulaques e acepipes de cinema quase imploravam por uma dispersão mais rápida daquele vasto contingente para chegarem logo a suas casas. 

Um filme sem pé nem cabeça rodado no carnaval baiano do Pelô que, nos passou tal impressão, funciona como antipropaganda para visitar aquele local. Meninos que roubam, polícias que matam os meninos, vendedor de loja fazendo acordos escusos, proprietária de bar sapatão que sai brigando com meio mundo, dona de pensão falsamente devota e beata que prejudica os demais inquilinos, traveco que dá em cima de rapaz que tem esposa grávida, drogado que quer levar a vida no seu estilo, brasileira que volta da Europa prostituída, irmã médica que faz aborto, espaço aberto para liberar a putaria que há em nós. E, claro, o mocinho do filme, honesto, mas que também se deixa seduzir pela magia do feriado e permite receber um sexo oral do travesti.

Saímos na solidão do local que estava sob controle dos funcionários de limpeza, eu mais queixante por ter perdido preciosos cinco reais. "Da próxima vez, eu pago nossa próxima vinda", consolou-me a loira das garotas. Viemos para casa. Atordoado, ainda esqueci meus óculos no banco traseiro. Tive de pedir para que voltassem e me trouxessem o desembaçador de visões astigmatísticas e míopes.

A indústria de filmes nacional tem muito que melhorar. Iluminai a cabeça dos diretores, cineastas e roteiristas, ó, Pai.



Categoria: Lixo Eletrônico

Ó, que porcaria, ó

O propósito da saída para elas era ver o tal filme "Ó, Pai, Ó"; o meu, apenas espairecer e refestelar-me com a pizza e a salada de uma famosa pizzaria. Chegamos ao shopping às 20h, sentamo-nos rapidamente ao local alimentício, pedimos a promoção para três, com direito à carteirinha falsiê de estudante de Administração da Unip que sou, e esperamos os comes e bebes. Pusemos a conversa em dia, ainda que havia visto ambas tinha nove dias. Veio a vasilha de alface americana com frango, tempero italiano e cogumelos, os pães finos com calabresa e molho cheddar à parte, sucos, chope e refrigerantes. Então veio a massa redonda, de tamanho errado — era gigante, recebemos grande; ganhamos outra grande pelo preço da maioral. Diria Gugu: "Pontoooo".

Notei que elas estavam empolgadas para assistir a película, otimistas que são em relação ao cinema nacional, "está melhorando, é de primeiro mundo", arrotavam enquanto devoravam o pedaço brasileiro misturado com os quatro queijos da outra metade. Confesso que só fui porque me venderam que o peixe que passaria no projetor era uma comédia, com Lázaro Ramos "e grande elenco".

Vinte minutos antes do começo de tal pérola mundial, deixamos a pizzaria, partimos para o outro lado do shopping, famoso pelas lojas de vendas de produtos do lar, um centro do lar, subimos os andares até chegarmos no velho corredor do velho cinema. Vazio, desviamos das divisórias e, utilizando da combinação quarta-feira/carteirinha, gastei mais R$ 5. Sem indicação de qual sala era, caminhamos até a 3. Lá estavam duas pessoas. Um casal. Abraçado na sétima ou oitava fileira de baixo para cima.

Logo pensei em sexo.

Subimos até o topo das cadeiras. Logo que sentamos, as imagens do filme se iniciaram. Lamentei a perda dos trâileres. O estado de lamentação prolongou-se até a aparição dos créditos, sendo que na saída, os funcionários que ficavam a vender badulaques e acepipes de cinema quase imploravam por uma dispersão mais rápida daquele vasto contingente para chegarem logo a suas casas. 

Um filme sem pé nem cabeça rodado no carnaval baiano do Pelô que, nos passou tal impressão, funciona como antipropaganda para visitar aquele local. Meninos que roubam, polícias que matam os meninos, vendedor de loja fazendo acordos escusos, proprietária de bar sapatão que sai brigando com meio mundo, dona de pensão falsamente devota e beata que prejudica os demais inquilinos, traveco que dá em cima de rapaz que tem esposa grávida, drogado que quer levar a vida no seu estilo, brasileira que volta da Europa prostituída, irmã médica que faz aborto, espaço aberto para liberar a putaria que há em nós. E, claro, o mocinho do filme, honesto, mas que também se deixa seduzir pela magia do feriado e permite receber um sexo oral do travesti.

Saímos na solidão do local que estava sob controle dos funcionários de limpeza, eu mais queixante por ter perdido preciosos cinco reais. "Da próxima vez, eu pago nossa próxima vinda", consolou-me a loira das garotas. Viemos para casa. Atordoado, ainda esqueci meus óculos no banco traseiro. Tive de pedir para que voltassem e me trouxessem o desembaçador de visões astigmatísticas e míopes.

A indústria de filmes nacional tem muito que melhorar. Iluminai a cabeça dos diretores, cineastas e roteiristas, ó, Pai.



Categoria: Lixo Eletrônico
Pataquada de Vitonez às 22h24
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No irromper do dia

Bom dia a todos. Boa noite, no Japão.

Estou acordado desde às 5, na labuta. Treino chato, como sempre, Alonso na frente. Já dei boas risadas. Estou empolgado, não sei para que, nem por quê.

Vi um filme ontem no cinema de doer. "Ó, Pai, Ó". Detalhes ao longo do dia. Digo desde já que representei 20% da sala.

O bom mesmo foi a saladinha e a pizza.



Bom dia a todos. Boa noite, no Japão.

Estou acordado desde às 5, na labuta. Treino chato, como sempre, Alonso na frente. Já dei boas risadas. Estou empolgado, não sei para que, nem por quê.

Vi um filme ontem no cinema de doer. "Ó, Pai, Ó". Detalhes ao longo do dia. Digo desde já que representei 20% da sala.

O bom mesmo foi a saladinha e a pizza.



Bom dia a todos. Boa noite, no Japão.

Estou acordado desde às 5, na labuta. Treino chato, como sempre, Alonso na frente. Já dei boas risadas. Estou empolgado, não sei para que, nem por quê.

Vi um filme ontem no cinema de doer. "Ó, Pai, Ó". Detalhes ao longo do dia. Digo desde já que representei 20% da sala.

O bom mesmo foi a saladinha e a pizza.



Pataquada de Vitonez às 06h57
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Defecatório da imprensa 2

As vitórias que o povo não viu

O portal da Globo.com, que nas semanas passadas achincalhou Rubens Barrichello ao caracterizá-lo como uma tartaruga em um jogo pró-Massa, hoje se desculpa. E traz, em primeira-mão, uma info bombástica.

E a declaração de Rubens sobre Mônaco, aquele famoso circuito de rua...

Silvio Brito cantaria: "Tá todo mundo louco, oba..."



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da imprensa 2

As vitórias que o povo não viu

O portal da Globo.com, que nas semanas passadas achincalhou Rubens Barrichello ao caracterizá-lo como uma tartaruga em um jogo pró-Massa, hoje se desculpa. E traz, em primeira-mão, uma info bombástica.

E a declaração de Rubens sobre Mônaco, aquele famoso circuito de rua...

Silvio Brito cantaria: "Tá todo mundo louco, oba..."



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da imprensa 2

As vitórias que o povo não viu

O portal da Globo.com, que nas semanas passadas achincalhou Rubens Barrichello ao caracterizá-lo como uma tartaruga em um jogo pró-Massa, hoje se desculpa. E traz, em primeira-mão, uma info bombástica.

E a declaração de Rubens sobre Mônaco, aquele famoso circuito de rua...

Silvio Brito cantaria: "Tá todo mundo louco, oba..."



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 16h05
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Defecatório da imprensa

Um caso agora revelado

Márcio Fonseca é o melhor dos assessores de imprensa no meio automobilístico. Mas na tarde desta quarta, revelou ao mundo um caso que apenas Bruno Vicaria, sempre solerte nos assuntos mexeriqueiros do meio, contou a posteriori:

Comentário vicariano: "Chico Serra para irmã de Senna na época da F-3 e dá a luz ao novo rebento: Bruno Senna Serra".

 



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da imprensa

Um caso agora revelado

Márcio Fonseca é o melhor dos assessores de imprensa no meio automobilístico. Mas na tarde desta quarta, revelou ao mundo um caso que apenas Bruno Vicaria, sempre solerte nos assuntos mexeriqueiros do meio, contou a posteriori:

Comentário vicariano: "Chico Serra para irmã de Senna na época da F-3 e dá a luz ao novo rebento: Bruno Senna Serra".

 



Categoria: Defecatório da Imprensa

Defecatório da imprensa

Um caso agora revelado

Márcio Fonseca é o melhor dos assessores de imprensa no meio automobilístico. Mas na tarde desta quarta, revelou ao mundo um caso que apenas Bruno Vicaria, sempre solerte nos assuntos mexeriqueiros do meio, contou a posteriori:

Comentário vicariano: "Chico Serra para irmã de Senna na época da F-3 e dá a luz ao novo rebento: Bruno Senna Serra".

 



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 15h59
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Ingressos para GP do Brasil

Na próxima sexta-feira, o Grande Prêmio deve publicar uma extensa reportagem sobre os ingressos e os cambistas, em versão on-line, que lesam em no mínimo R$ 100 os espectadores e fãs. Quem já comprou ingresso, fique atento: eles ainda nem estão à venda.

Trechos: "No Google, o internauta que requer informações a respeito dos tíquetes encontra o www.gpbrasil.com no topo das buscas. Lá, a venda já rola solta. As entradas do setor G, por três dias, não saem por menos de R$ 445. Já os do "premium paddock" custam, cada, R$ 8.895,00. O frete não está incluso. "A taxa de envio para entrega do pedido a (sic) domicílio, (sic) é calculada pelo destino (CEP)." Quem compra agora, só recebe em setembro.

A companhia age em outros setores e vende ingressos até para o famoso festival de cinema de Cannes. Interessante é a explanação da funcionária para o domínio gpbrasil.com": "o nome do site é mera coincidência".



Na próxima sexta-feira, o Grande Prêmio deve publicar uma extensa reportagem sobre os ingressos e os cambistas, em versão on-line, que lesam em no mínimo R$ 100 os espectadores e fãs. Quem já comprou ingresso, fique atento: eles ainda nem estão à venda.

Trechos: "No Google, o internauta que requer informações a respeito dos tíquetes encontra o www.gpbrasil.com no topo das buscas. Lá, a venda já rola solta. As entradas do setor G, por três dias, não saem por menos de R$ 445. Já os do "premium paddock" custam, cada, R$ 8.895,00. O frete não está incluso. "A taxa de envio para entrega do pedido a (sic) domicílio, (sic) é calculada pelo destino (CEP)." Quem compra agora, só recebe em setembro.

A companhia age em outros setores e vende ingressos até para o famoso festival de cinema de Cannes. Interessante é a explanação da funcionária para o domínio gpbrasil.com": "o nome do site é mera coincidência".



Na próxima sexta-feira, o Grande Prêmio deve publicar uma extensa reportagem sobre os ingressos e os cambistas, em versão on-line, que lesam em no mínimo R$ 100 os espectadores e fãs. Quem já comprou ingresso, fique atento: eles ainda nem estão à venda.

Trechos: "No Google, o internauta que requer informações a respeito dos tíquetes encontra o www.gpbrasil.com no topo das buscas. Lá, a venda já rola solta. As entradas do setor G, por três dias, não saem por menos de R$ 445. Já os do "premium paddock" custam, cada, R$ 8.895,00. O frete não está incluso. "A taxa de envio para entrega do pedido a (sic) domicílio, (sic) é calculada pelo destino (CEP)." Quem compra agora, só recebe em setembro.

A companhia age em outros setores e vende ingressos até para o famoso festival de cinema de Cannes. Interessante é a explanação da funcionária para o domínio gpbrasil.com": "o nome do site é mera coincidência".



Pataquada de Vitonez às 20h33
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F-1 na Record ou na Globo

Record vs. GloboA Record quer tirar a F-1 da Globo. Executivos da emissora já se reuniram com Bernie Ecclestone, o todo-poderoso da categoria, e basearam-se no (forte) argumento de que a emissora carioca tem mais eventos do que pode transmitir, visto que não conseguiram passar os GPs da Bélgica de 2004, dos EUA de 2005 e da Espanha deste ano.

O que fiquei sabendo ontem, via Rodrigo Borges, é que Bernie concordou e topou fazer uma nova reunião com os evangélicos. Que terão mais uma forte defesa: a Globo não transmitiu a vitória de um piloto brasileiro ao vivo para seu país.

Briga boa, essa. E não é no patamar de Campeonato Paulista, em que outros aspectos que não o tutu foram analisados, mas sim no nível de Olimpíadas: quem pagar mais leva, seja lá quem forem. O placar do ano é empate em um entre Barra Funda e Jacarepaguá-Jardim Botânico.



Record vs. GloboA Record quer tirar a F-1 da Globo. Executivos da emissora já se reuniram com Bernie Ecclestone, o todo-poderoso da categoria, e basearam-se no (forte) argumento de que a emissora carioca tem mais eventos do que pode transmitir, visto que não conseguiram passar os GPs da Bélgica de 2004, dos EUA de 2005 e da Espanha deste ano.

O que fiquei sabendo ontem, via Rodrigo Borges, é que Bernie concordou e topou fazer uma nova reunião com os evangélicos. Que terão mais uma forte defesa: a Globo não transmitiu a vitória de um piloto brasileiro ao vivo para seu país.

Briga boa, essa. E não é no patamar de Campeonato Paulista, em que outros aspectos que não o tutu foram analisados, mas sim no nível de Olimpíadas: quem pagar mais leva, seja lá quem forem. O placar do ano é empate em um entre Barra Funda e Jacarepaguá-Jardim Botânico.



Record vs. GloboA Record quer tirar a F-1 da Globo. Executivos da emissora já se reuniram com Bernie Ecclestone, o todo-poderoso da categoria, e basearam-se no (forte) argumento de que a emissora carioca tem mais eventos do que pode transmitir, visto que não conseguiram passar os GPs da Bélgica de 2004, dos EUA de 2005 e da Espanha deste ano.

O que fiquei sabendo ontem, via Rodrigo Borges, é que Bernie concordou e topou fazer uma nova reunião com os evangélicos. Que terão mais uma forte defesa: a Globo não transmitiu a vitória de um piloto brasileiro ao vivo para seu país.

Briga boa, essa. E não é no patamar de Campeonato Paulista, em que outros aspectos que não o tutu foram analisados, mas sim no nível de Olimpíadas: quem pagar mais leva, seja lá quem forem. O placar do ano é empate em um entre Barra Funda e Jacarepaguá-Jardim Botânico.



Pataquada de Vitonez às 14h44
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Meus 20 e poucos anos

Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Casemiro de Abreu, pessimista por natureza, começa um de seus mais preciosos poemas, "Meus oito anos", assim. Eu, otimista sempre, nunca passei mais do que dez minutos sob árvores frutíferas, mas a analiso da forma exposta pelo escritor.

Não só meus oito anos. Épocas distintas me marcaram. E inevitavelmente deixam saudade pela impossibilidade de voltarem. A dos 18 anos, a do colegial, que não víamos maldade, a que brincar era tudo, que férias tinham tempo determinado, que problemas com os demais eram tão ingênuos quanto nós.

Hoje, o tempo passa e não nos permite sentir falta dos últimos dias, brincadeiras são raras, tempo livre é escasso e torna-se surpresa. E os contratempos surgem com gente que não é gente, que se preocupa mais em ser uma barreira do que uma solução, que teima em fazer parte sendo que não se quer, que cuida bem mais do que sua própria vida.

Vida que nós todos poderíamos fazer ser mais simples. Sob uma folha de bananeira ou de um laranjal.



Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Casemiro de Abreu, pessimista por natureza, começa um de seus mais preciosos poemas, "Meus oito anos", assim. Eu, otimista sempre, nunca passei mais do que dez minutos sob árvores frutíferas, mas a analiso da forma exposta pelo escritor.

Não só meus oito anos. Épocas distintas me marcaram. E inevitavelmente deixam saudade pela impossibilidade de voltarem. A dos 18 anos, a do colegial, que não víamos maldade, a que brincar era tudo, que férias tinham tempo determinado, que problemas com os demais eram tão ingênuos quanto nós.

Hoje, o tempo passa e não nos permite sentir falta dos últimos dias, brincadeiras são raras, tempo livre é escasso e torna-se surpresa. E os contratempos surgem com gente que não é gente, que se preocupa mais em ser uma barreira do que uma solução, que teima em fazer parte sendo que não se quer, que cuida bem mais do que sua própria vida.

Vida que nós todos poderíamos fazer ser mais simples. Sob uma folha de bananeira ou de um laranjal.



Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Casemiro de Abreu, pessimista por natureza, começa um de seus mais preciosos poemas, "Meus oito anos", assim. Eu, otimista sempre, nunca passei mais do que dez minutos sob árvores frutíferas, mas a analiso da forma exposta pelo escritor.

Não só meus oito anos. Épocas distintas me marcaram. E inevitavelmente deixam saudade pela impossibilidade de voltarem. A dos 18 anos, a do colegial, que não víamos maldade, a que brincar era tudo, que férias tinham tempo determinado, que problemas com os demais eram tão ingênuos quanto nós.

Hoje, o tempo passa e não nos permite sentir falta dos últimos dias, brincadeiras são raras, tempo livre é escasso e torna-se surpresa. E os contratempos surgem com gente que não é gente, que se preocupa mais em ser uma barreira do que uma solução, que teima em fazer parte sendo que não se quer, que cuida bem mais do que sua própria vida.

Vida que nós todos poderíamos fazer ser mais simples. Sob uma folha de bananeira ou de um laranjal.



Pataquada de Vitonez às 14h08
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Romário 1000

E, enfim, Romário entra para a história com seus mil gols. De pênalti, contra o Sport, em São Januário.

E a ironia de ser do mesmo jeito que Pelé.

E mais que isso, a hipérbole nos próximos dias no noticiário: a opinião do treinador que lançou Romário ao futebol; as palavras dos pais; entrevistas com todas as mulheres do jogador; qual dos 1.000 foi o mais bonito; em quem Romário pensou no momento que respirou fundo e partiu para o chute; as testemunhas que estiveram também no Maracanã em 1969; a comparação.

A mesmice.



E, enfim, Romário entra para a história com seus mil gols. De pênalti, contra o Sport, em São Januário.

E a ironia de ser do mesmo jeito que Pelé.

E mais que isso, a hipérbole nos próximos dias no noticiário: a opinião do treinador que lançou Romário ao futebol; as palavras dos pais; entrevistas com todas as mulheres do jogador; qual dos 1.000 foi o mais bonito; em quem Romário pensou no momento que respirou fundo e partiu para o chute; as testemunhas que estiveram também no Maracanã em 1969; a comparação.

A mesmice.



E, enfim, Romário entra para a história com seus mil gols. De pênalti, contra o Sport, em São Januário.

E a ironia de ser do mesmo jeito que Pelé.

E mais que isso, a hipérbole nos próximos dias no noticiário: a opinião do treinador que lançou Romário ao futebol; as palavras dos pais; entrevistas com todas as mulheres do jogador; qual dos 1.000 foi o mais bonito; em quem Romário pensou no momento que respirou fundo e partiu para o chute; as testemunhas que estiveram também no Maracanã em 1969; a comparação.

A mesmice.



Pataquada de Vitonez às 18h21
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Tá no dicionário

Fofoca. S. f. Bras. Pop. Mexerico, intriga, bisbilhotice.

Parabéns a todos os que dela fazem seu modo de vida. A de 360º, inclusive e principalmente.



Fofoca. S. f. Bras. Pop. Mexerico, intriga, bisbilhotice.

Parabéns a todos os que dela fazem seu modo de vida. A de 360º, inclusive e principalmente.



Fofoca. S. f. Bras. Pop. Mexerico, intriga, bisbilhotice.

Parabéns a todos os que dela fazem seu modo de vida. A de 360º, inclusive e principalmente.



Pataquada de Vitonez às 14h02
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A sexta-feira

Morto. Cansado.

Desde às 7 da matina em pé, fui para o Morumbi para gravar três programas da Rádio Stock, uma versão da categoria da Rádio GP. Entre os entrevistados, Giuliano Losacco, Allam Khodair, Ruben Carrapatoso, Rafael Daniel, Thiago Riberi e Zequinha Giaffone. A apresentação ficou a cargo de Vecchio Babbone (Wagner Gonzalez) e dividi a bancada com a loira, simpática e agradável e tudo mais Cléo Brandão. Deveremos formar a equipe fixa da atração.

Propostas surgem, mas não devo aceitá-las. As coisas começam a melhorar.

Soube que já pensam em tirar alguns esportes do Pan. Poderiam tirar, também, o próprio Pan.

Quero dormir.



Morto. Cansado.

Desde às 7 da matina em pé, fui para o Morumbi para gravar três programas da Rádio Stock, uma versão da categoria da Rádio GP. Entre os entrevistados, Giuliano Losacco, Allam Khodair, Ruben Carrapatoso, Rafael Daniel, Thiago Riberi e Zequinha Giaffone. A apresentação ficou a cargo de Vecchio Babbone (Wagner Gonzalez) e dividi a bancada com a loira, simpática e agradável e tudo mais Cléo Brandão. Deveremos formar a equipe fixa da atração.

Propostas surgem, mas não devo aceitá-las. As coisas começam a melhorar.

Soube que já pensam em tirar alguns esportes do Pan. Poderiam tirar, também, o próprio Pan.

Quero dormir.



Morto. Cansado.

Desde às 7 da matina em pé, fui para o Morumbi para gravar três programas da Rádio Stock, uma versão da categoria da Rádio GP. Entre os entrevistados, Giuliano Losacco, Allam Khodair, Ruben Carrapatoso, Rafael Daniel, Thiago Riberi e Zequinha Giaffone. A apresentação ficou a cargo de Vecchio Babbone (Wagner Gonzalez) e dividi a bancada com a loira, simpática e agradável e tudo mais Cléo Brandão. Deveremos formar a equipe fixa da atração.

Propostas surgem, mas não devo aceitá-las. As coisas começam a melhorar.

Soube que já pensam em tirar alguns esportes do Pan. Poderiam tirar, também, o próprio Pan.

Quero dormir.



Pataquada de Vitonez às 18h18
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Menu e mastruz

O cardápio do almoço, numa churrascaria argentina perto de Interlagos:

antepasto: molho ao vinagrete, pães, manteiga e patê;
entrada: arroz branco; salada de agrião, alface, rúcula, tomate seco, palmito e queijo branco; creme de espinafre;
almoço em si: pedaço farto de picanha, sempre sem gordura, dois copos de suco de melancia;
sobremesa: creme de papaia

Tudo isso com os detalhes de "isso não posso comer" e os pitacos do garçom de que "mastruz com leite" é bom para curar gastrite.

E eu que pensava que mastruz com leite era grupo musical.



O cardápio do almoço, numa churrascaria argentina perto de Interlagos:

antepasto: molho ao vinagrete, pães, manteiga e patê;
entrada: arroz branco; salada de agrião, alface, rúcula, tomate seco, palmito e queijo branco; creme de espinafre;
almoço em si: pedaço farto de picanha, sempre sem gordura, dois copos de suco de melancia;
sobremesa: creme de papaia

Tudo isso com os detalhes de "isso não posso comer" e os pitacos do garçom de que "mastruz com leite" é bom para curar gastrite.

E eu que pensava que mastruz com leite era grupo musical.



O cardápio do almoço, numa churrascaria argentina perto de Interlagos:

antepasto: molho ao vinagrete, pães, manteiga e patê;
entrada: arroz branco; salada de agrião, alface, rúcula, tomate seco, palmito e queijo branco; creme de espinafre;
almoço em si: pedaço farto de picanha, sempre sem gordura, dois copos de suco de melancia;
sobremesa: creme de papaia

Tudo isso com os detalhes de "isso não posso comer" e os pitacos do garçom de que "mastruz com leite" é bom para curar gastrite.

E eu que pensava que mastruz com leite era grupo musical.



Pataquada de Vitonez às 15h37
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Ites e oses

Fui ao médico cônscio e tranqüilo de que tinha alguma coisa no estômago e adjacências, após o exame endoscópico que fiz mês atrás e que me atrevi a abrir para bisbilhotar qual seria a causa velhotis.

26 anos. As conseqüências da idade.

Esperei uns 20 minutos além do horário marcado para ser atendido. Uma mãe, uma série de senhoras e senhores, um receptáculo de gemidos e eu. Senti-me caquético. Grita o doutor, que havia tido um problema no coração, meu nome, e eu caminho para a sala.

Após cumprimentos e ameninades, abre o papel e com a calma peculiar dos médicos para tragédias e notícias desgraçadas, sentencia de pronto. "Você tem gastrite crônica."

Poderia ter mansão, iate, mulheres, cem mil dólares, mas não. Tenho gastrite crônica. "E tem uma bactéria, também."

Na mesma linha: tenho dois passarinhos, uma calopsita e uma maritaca. E cultivo um ser monocelular prejudicial à saúde.

"E tem também..."

Interrompo o doutor e pergunto se já devo preparar o ritual fúnebre. Ele ri e diz que tem solução. "O cara lá de cima joga bingo e sua bolinha ainda não foi sorteada."

Primeira vez que havia ouvido tal descrição. No mínimo criativa.

"Duodenite. Inflamação no duodeno."

Perguntei umas três vezes qual era a causa de tudo isso. A resposta veio em forma de papel, com remédios e o que devo evitar e não comer. Café, chocolate, frutas ácidas, legumes ácidos, carnes e queijos gordurosos, chá mate, frituras, refrigerantes. E bebidas alcoólicas.

Em suma, passarei a viver de luz. E por dois meses.

Até julho, assim. Quase em estado de decomposição, fazendo fotossíntese.

Para piorar, no caminho de volta, toca o celular. Wagner Gonzalez, o Beegola, representação máxima da idade avançada do jornalismo. Por um momento, me senti já a caminho do purgatório. Convidou-me para gravar um programa sobre Stock Car na TV Officer. "E depois a gente almoça, come uma coisinha e..."

Não, não posso comer nada. "Tá vendo? Eu que sou velho e você que está mal. Sou de uma época em que as pessoas eram bem feitas", comentou WG, regozijante com a putrefação alheia.

E meu almoço amanhã consistirá de uma bela salada de alface, com tomate, arroz e franguinho. Com água e um palitinho dentro.



Fui ao médico cônscio e tranqüilo de que tinha alguma coisa no estômago e adjacências, após o exame endoscópico que fiz mês atrás e que me atrevi a abrir para bisbilhotar qual seria a causa velhotis.

26 anos. As conseqüências da idade.

Esperei uns 20 minutos além do horário marcado para ser atendido. Uma mãe, uma série de senhoras e senhores, um receptáculo de gemidos e eu. Senti-me caquético. Grita o doutor, que havia tido um problema no coração, meu nome, e eu caminho para a sala.

Após cumprimentos e ameninades, abre o papel e com a calma peculiar dos médicos para tragédias e notícias desgraçadas, sentencia de pronto. "Você tem gastrite crônica."

Poderia ter mansão, iate, mulheres, cem mil dólares, mas não. Tenho gastrite crônica. "E tem uma bactéria, também."

Na mesma linha: tenho dois passarinhos, uma calopsita e uma maritaca. E cultivo um ser monocelular prejudicial à saúde.

"E tem também..."

Interrompo o doutor e pergunto se já devo preparar o ritual fúnebre. Ele ri e diz que tem solução. "O cara lá de cima joga bingo e sua bolinha ainda não foi sorteada."

Primeira vez que havia ouvido tal descrição. No mínimo criativa.

"Duodenite. Inflamação no duodeno."

Perguntei umas três vezes qual era a causa de tudo isso. A resposta veio em forma de papel, com remédios e o que devo evitar e não comer. Café, chocolate, frutas ácidas, legumes ácidos, carnes e queijos gordurosos, chá mate, frituras, refrigerantes. E bebidas alcoólicas.

Em suma, passarei a viver de luz. E por dois meses.

Até julho, assim. Quase em estado de decomposição, fazendo fotossíntese.

Para piorar, no caminho de volta, toca o celular. Wagner Gonzalez, o Beegola, representação máxima da idade avançada do jornalismo. Por um momento, me senti já a caminho do purgatório. Convidou-me para gravar um programa sobre Stock Car na TV Officer. "E depois a gente almoça, come uma coisinha e..."

Não, não posso comer nada. "Tá vendo? Eu que sou velho e você que está mal. Sou de uma época em que as pessoas eram bem feitas", comentou WG, regozijante com a putrefação alheia.

E meu almoço amanhã consistirá de uma bela salada de alface, com tomate, arroz e franguinho. Com água e um palitinho dentro.



Fui ao médico cônscio e tranqüilo de que tinha alguma coisa no estômago e adjacências, após o exame endoscópico que fiz mês atrás e que me atrevi a abrir para bisbilhotar qual seria a causa velhotis.

26 anos. As conseqüências da idade.

Esperei uns 20 minutos além do horário marcado para ser atendido. Uma mãe, uma série de senhoras e senhores, um receptáculo de gemidos e eu. Senti-me caquético. Grita o doutor, que havia tido um problema no coração, meu nome, e eu caminho para a sala.

Após cumprimentos e ameninades, abre o papel e com a calma peculiar dos médicos para tragédias e notícias desgraçadas, sentencia de pronto. "Você tem gastrite crônica."

Poderia ter mansão, iate, mulheres, cem mil dólares, mas não. Tenho gastrite crônica. "E tem uma bactéria, também."

Na mesma linha: tenho dois passarinhos, uma calopsita e uma maritaca. E cultivo um ser monocelular prejudicial à saúde.

"E tem também..."

Interrompo o doutor e pergunto se já devo preparar o ritual fúnebre. Ele ri e diz que tem solução. "O cara lá de cima joga bingo e sua bolinha ainda não foi sorteada."

Primeira vez que havia ouvido tal descrição. No mínimo criativa.

"Duodenite. Inflamação no duodeno."

Perguntei umas três vezes qual era a causa de tudo isso. A resposta veio em forma de papel, com remédios e o que devo evitar e não comer. Café, chocolate, frutas ácidas, legumes ácidos, carnes e queijos gordurosos, chá mate, frituras, refrigerantes. E bebidas alcoólicas.

Em suma, passarei a viver de luz. E por dois meses.

Até julho, assim. Quase em estado de decomposição, fazendo fotossíntese.

Para piorar, no caminho de volta, toca o celular. Wagner Gonzalez, o Beegola, representação máxima da idade avançada do jornalismo. Por um momento, me senti já a caminho do purgatório. Convidou-me para gravar um programa sobre Stock Car na TV Officer. "E depois a gente almoça, come uma coisinha e..."

Não, não posso comer nada. "Tá vendo? Eu que sou velho e você que está mal. Sou de uma época em que as pessoas eram bem feitas", comentou WG, regozijante com a putrefação alheia.

E meu almoço amanhã consistirá de uma bela salada de alface, com tomate, arroz e franguinho. Com água e um palitinho dentro.



Pataquada de Vitonez às 16h23
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Fim de festa

Após dois dias de festas, voltei ao mundo. Nem sei o que andou acontecendo direito.

Voltamos com nossa programação normal. Mas amanhã, afinal são 3h20, o pessoal acabou de sair daqui — Mendonça, Terena, Vicaria, Mindu, Tuvuca, Marsilli e Rapha.

Dois dias intensos e incrivelmente bons. Agradeço a todos pelas mensagens, pela lembrança, pelos presentes.

E vam'bora, agora com 26. 



Após dois dias de festas, voltei ao mundo. Nem sei o que andou acontecendo direito.

Voltamos com nossa programação normal. Mas amanhã, afinal são 3h20, o pessoal acabou de sair daqui — Mendonça, Terena, Vicaria, Mindu, Tuvuca, Marsilli e Rapha.

Dois dias intensos e incrivelmente bons. Agradeço a todos pelas mensagens, pela lembrança, pelos presentes.

E vam'bora, agora com 26. 



Após dois dias de festas, voltei ao mundo. Nem sei o que andou acontecendo direito.

Voltamos com nossa programação normal. Mas amanhã, afinal são 3h20, o pessoal acabou de sair daqui — Mendonça, Terena, Vicaria, Mindu, Tuvuca, Marsilli e Rapha.

Dois dias intensos e incrivelmente bons. Agradeço a todos pelas mensagens, pela lembrança, pelos presentes.

E vam'bora, agora com 26. 



Pataquada de Vitonez às 02h22
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Há um ano

Fui ver o que tinha escrito neste blog nos dias de meu aniversário. Nem lembrava.

2006
E quem é ele?

Disse o vice agora titular governador Claudio Lembo, que pertence a um partido ao qual jamais votaria, com sobriedade: "Não precisamos de ajuda da Polícia Federal. Nós temos a situação sob controle."







2005
Idade que não volta mais...

Dessa vou sentir saudade...



2004
Série de textos sobre "Victor, 23"



Fui ver o que tinha escrito neste blog nos dias de meu aniversário. Nem lembrava.

2006
E quem é ele?

Disse o vice agora titular governador Claudio Lembo, que pertence a um partido ao qual jamais votaria, com sobriedade: "Não precisamos de ajuda da Polícia Federal. Nós temos a situação sob controle."







2005
Idade que não volta mais...

Dessa vou sentir saudade...



2004
Série de textos sobre "Victor, 23"



Fui ver o que tinha escrito neste blog nos dias de meu aniversário. Nem lembrava.

2006
E quem é ele?

Disse o vice agora titular governador Claudio Lembo, que pertence a um partido ao qual jamais votaria, com sobriedade: "Não precisamos de ajuda da Polícia Federal. Nós temos a situação sob controle."







2005
Idade que não volta mais...

Dessa vou sentir saudade...



2004
Série de textos sobre "Victor, 23"



Pataquada de Vitonez às 13h13
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tHe WoRlD iS mInE

Sim, hoje o mundo é meu.

Sim, hoje o mundo é meu.

Sim, hoje o mundo é meu.

Pataquada de Vitonez às 23h48
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Dia das mães

Curioso que me lembrei de 2002. Naquele ano, o país ia ter um domingo mais alegre, contava Cleber Machado. Barrichello ia vencer de ponta a ponta o GP da Áustria. Deu naquilo que todo mundo sabe. Hoje a vitória veio com Massa. Passou a lembrança.

"Fazia tempo que as nossas manhãs de domingo não eram tão felizes", garantiu Galvão Bueno durante a meia transmissão de hoje.

Puxa, até então, todos acordavam no domingo, xucros e meditabundos, com uma cara macambúzia, olhando para o espelho e dizendo: "Oh, que dia triste, é manhã de domingo, não abrirei nenhum sorriso". Mas basta que Massa ganhe para que o Brasil-sil-sil volte a sorrir.

Ao papa devo 30 minutos de ufanismo a menos ao vivo. 



Curioso que me lembrei de 2002. Naquele ano, o país ia ter um domingo mais alegre, contava Cleber Machado. Barrichello ia vencer de ponta a ponta o GP da Áustria. Deu naquilo que todo mundo sabe. Hoje a vitória veio com Massa. Passou a lembrança.

"Fazia tempo que as nossas manhãs de domingo não eram tão felizes", garantiu Galvão Bueno durante a meia transmissão de hoje.

Puxa, até então, todos acordavam no domingo, xucros e meditabundos, com uma cara macambúzia, olhando para o espelho e dizendo: "Oh, que dia triste, é manhã de domingo, não abrirei nenhum sorriso". Mas basta que Massa ganhe para que o Brasil-sil-sil volte a sorrir.

Ao papa devo 30 minutos de ufanismo a menos ao vivo. 



Curioso que me lembrei de 2002. Naquele ano, o país ia ter um domingo mais alegre, contava Cleber Machado. Barrichello ia vencer de ponta a ponta o GP da Áustria. Deu naquilo que todo mundo sabe. Hoje a vitória veio com Massa. Passou a lembrança.

"Fazia tempo que as nossas manhãs de domingo não eram tão felizes", garantiu Galvão Bueno durante a meia transmissão de hoje.

Puxa, até então, todos acordavam no domingo, xucros e meditabundos, com uma cara macambúzia, olhando para o espelho e dizendo: "Oh, que dia triste, é manhã de domingo, não abrirei nenhum sorriso". Mas basta que Massa ganhe para que o Brasil-sil-sil volte a sorrir.

Ao papa devo 30 minutos de ufanismo a menos ao vivo. 



Pataquada de Vitonez às 15h04
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Joguinho do Maffinha

Nesta fria tarde, veja uma coisa que só a Globo faz por você. É só clicar e ajudar. E adivinha quem é o primeiro caracterizado a aparecer?

Sei do sistema da emissora tanto na TV quanto em seu site para a área onde trabalho. De gente que me contou de lá - aliás, não só a mim. É muito ufanismo, muito puxa-saquismo, muita proteção e pouca informação. Tenho afeição ao esculacho por meu senso crítico. Mas, sinceramente, vejo como mudam as coisas num estalar de dedos. O homem que prestou - ou melhor, não prestou - como novo herói do Brasil-sil-sil e da audiência é o neo-vilão.

Não me formei para ser capacho e ter de escrever o que convier e o que interessar aos olhos de uma empresa.



Categoria: Defecatório da Imprensa

Joguinho do Maffinha

Nesta fria tarde, veja uma coisa que só a Globo faz por você. É só clicar e ajudar. E adivinha quem é o primeiro caracterizado a aparecer?

Sei do sistema da emissora tanto na TV quanto em seu site para a área onde trabalho. De gente que me contou de lá - aliás, não só a mim. É muito ufanismo, muito puxa-saquismo, muita proteção e pouca informação. Tenho afeição ao esculacho por meu senso crítico. Mas, sinceramente, vejo como mudam as coisas num estalar de dedos. O homem que prestou - ou melhor, não prestou - como novo herói do Brasil-sil-sil e da audiência é o neo-vilão.

Não me formei para ser capacho e ter de escrever o que convier e o que interessar aos olhos de uma empresa.



Categoria: Defecatório da Imprensa

Joguinho do Maffinha

Nesta fria tarde, veja uma coisa que só a Globo faz por você. É só clicar e ajudar. E adivinha quem é o primeiro caracterizado a aparecer?

Sei do sistema da emissora tanto na TV quanto em seu site para a área onde trabalho. De gente que me contou de lá - aliás, não só a mim. É muito ufanismo, muito puxa-saquismo, muita proteção e pouca informação. Tenho afeição ao esculacho por meu senso crítico. Mas, sinceramente, vejo como mudam as coisas num estalar de dedos. O homem que prestou - ou melhor, não prestou - como novo herói do Brasil-sil-sil e da audiência é o neo-vilão.

Não me formei para ser capacho e ter de escrever o que convier e o que interessar aos olhos de uma empresa.



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 14h24
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Logo mais

Logo mais dormirei. Às 15 para as 5, volto para a labuta. Treino da F-1 em Barcelona, com o colega Rafael Sola e a estréia do austro-brasileiro Luis Fernando Ramos, o pop Ico, direto da capital catalã.

Preciso de férias, já. Ainda tenho de estudar. Comment tu t'appeles? Ça va? Très bien.

Mon Dieu.



Logo mais dormirei. Às 15 para as 5, volto para a labuta. Treino da F-1 em Barcelona, com o colega Rafael Sola e a estréia do austro-brasileiro Luis Fernando Ramos, o pop Ico, direto da capital catalã.

Preciso de férias, já. Ainda tenho de estudar. Comment tu t'appeles? Ça va? Très bien.

Mon Dieu.



Logo mais dormirei. Às 15 para as 5, volto para a labuta. Treino da F-1 em Barcelona, com o colega Rafael Sola e a estréia do austro-brasileiro Luis Fernando Ramos, o pop Ico, direto da capital catalã.

Preciso de férias, já. Ainda tenho de estudar. Comment tu t'appeles? Ça va? Très bien.

Mon Dieu.



Pataquada de Vitonez às 22h42
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Café com as "estrelas"

A Band vai amanhã fazer um café com a imprensa para apresentar suas beldades nos comentários dos Jogos Pan-americanos, se estes de fato acontecerem.

Virna Dias vai falar sobre vôlei. Luisa Parente dará pitacos sobre ginástica artística. Bárbara Borges, não aquela atriz global, fica por conta da natação. Marta, linda, é do basquete. Meg Montão (Cotrim?) discorrerá sobre handebol. A conhecidíssima Duda Yancovich, prima do Weird Al, comenta o boxe. E a Cris Parmigiano tagarela sobre judô.

Lamento perder tal café.



A Band vai amanhã fazer um café com a imprensa para apresentar suas beldades nos comentários dos Jogos Pan-americanos, se estes de fato acontecerem.

Virna Dias vai falar sobre vôlei. Luisa Parente dará pitacos sobre ginástica artística. Bárbara Borges, não aquela atriz global, fica por conta da natação. Marta, linda, é do basquete. Meg Montão (Cotrim?) discorrerá sobre handebol. A conhecidíssima Duda Yancovich, prima do Weird Al, comenta o boxe. E a Cris Parmigiano tagarela sobre judô.

Lamento perder tal café.



A Band vai amanhã fazer um café com a imprensa para apresentar suas beldades nos comentários dos Jogos Pan-americanos, se estes de fato acontecerem.

Virna Dias vai falar sobre vôlei. Luisa Parente dará pitacos sobre ginástica artística. Bárbara Borges, não aquela atriz global, fica por conta da natação. Marta, linda, é do basquete. Meg Montão (Cotrim?) discorrerá sobre handebol. A conhecidíssima Duda Yancovich, prima do Weird Al, comenta o boxe. E a Cris Parmigiano tagarela sobre judô.

Lamento perder tal café.



Pataquada de Vitonez às 12h33
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Papa Bento no São Bento

O sumo pontífice chegou, oh!, Deus. Reparo que apenas a emissora evangélica meio que ignora as primeiras palavras de Bento XVI e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Acompanho por duas emissoras: um Datena emocionado, como narrando um jogo de futebol, descreve os passos do papa e quase grita gol na Band; na Globo, que entrou com atraso, um William Waack mais centrado e analítico.

 

Na frente do mosteiro de São Bento, uma multidão. Particularmente, me remete ao melhor tempo de minha vida. Estudei no colégio de 1996 a 1998. Um lugar com seus mistérios, os padres beneditinos e suas clausuras. Uma vez visitamos, só os homens, claro. Quartos módicos, sem pertences, vida realmente casta e eclesiástica, quase atrasada por imposição do catolicismo igualmente ultrapassado.

 

A entrada à esquerda, onde está a cabine blindada de onde o décimo-sexto bento falará, pertence à escola. Bem ao lado esquerdo, há uma saída para as garagens e o ginásio; à frente, uma escadaria, que leva ao segundo andar, e o caminho para as salas e o teatro; à direita, a tesouraria e o corredor que liga à capela.

 

Descrições à parte, estava conversando com um amigo - não sou de citar nomes -, ligeiramente descrente, que falou que uma gafe ainda será cometida hoje. "Capaz de o presidente falar que se trata do papa São Bento de Sorocaba".

 

Toda a não-cobertura da visita papal, você confere neste blog.



O sumo pontífice chegou, oh!, Deus. Reparo que apenas a emissora evangélica meio que ignora as primeiras palavras de Bento XVI e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Acompanho por duas emissoras: um Datena emocionado, como narrando um jogo de futebol, descreve os passos do papa e quase grita gol na Band; na Globo, que entrou com atraso, um William Waack mais centrado e analítico.

 

Na frente do mosteiro de São Bento, uma multidão. Particularmente, me remete ao melhor tempo de minha vida. Estudei no colégio de 1996 a 1998. Um lugar com seus mistérios, os padres beneditinos e suas clausuras. Uma vez visitamos, só os homens, claro. Quartos módicos, sem pertences, vida realmente casta e eclesiástica, quase atrasada por imposição do catolicismo igualmente ultrapassado.

 

A entrada à esquerda, onde está a cabine blindada de onde o décimo-sexto bento falará, pertence à escola. Bem ao lado esquerdo, há uma saída para as garagens e o ginásio; à frente, uma escadaria, que leva ao segundo andar, e o caminho para as salas e o teatro; à direita, a tesouraria e o corredor que liga à capela.

 

Descrições à parte, estava conversando com um amigo - não sou de citar nomes -, ligeiramente descrente, que falou que uma gafe ainda será cometida hoje. "Capaz de o presidente falar que se trata do papa São Bento de Sorocaba".

 

Toda a não-cobertura da visita papal, você confere neste blog.



O sumo pontífice chegou, oh!, Deus. Reparo que apenas a emissora evangélica meio que ignora as primeiras palavras de Bento XVI e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Acompanho por duas emissoras: um Datena emocionado, como narrando um jogo de futebol, descreve os passos do papa e quase grita gol na Band; na Globo, que entrou com atraso, um William Waack mais centrado e analítico.

 

Na frente do mosteiro de São Bento, uma multidão. Particularmente, me remete ao melhor tempo de minha vida. Estudei no colégio de 1996 a 1998. Um lugar com seus mistérios, os padres beneditinos e suas clausuras. Uma vez visitamos, só os homens, claro. Quartos módicos, sem pertences, vida realmente casta e eclesiástica, quase atrasada por imposição do catolicismo igualmente ultrapassado.

 

A entrada à esquerda, onde está a cabine blindada de onde o décimo-sexto bento falará, pertence à escola. Bem ao lado esquerdo, há uma saída para as garagens e o ginásio; à frente, uma escadaria, que leva ao segundo andar, e o caminho para as salas e o teatro; à direita, a tesouraria e o corredor que liga à capela.

 

Descrições à parte, estava conversando com um amigo - não sou de citar nomes -, ligeiramente descrente, que falou que uma gafe ainda será cometida hoje. "Capaz de o presidente falar que se trata do papa São Bento de Sorocaba".

 

Toda a não-cobertura da visita papal, você confere neste blog.



Pataquada de Vitonez às 16h14
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Seminário Brasil 2014

Acontece no Rio a patacoada para apresentar oficialmente a candidatura do Brasil, à Copa que vai acontecer daqui sete anos. Um sem número de autoridades, pessoas não-relacionadas ao futebol e atletas estão lá para vomitar seus conceitos pré-determinados de apoiar o evento.

Claro que tudo só vai começar em 2013, um ano antes, com supertaturamentos, problemas de infra-estrutura, haverá uma CPI da Copa, empresas que venceram licitações acusadas de desvio de verba com envolvimento de políticos. Isso aqui, ô, ô, é um pouquinho de Brasil, iá, iá.

A candidatura é única. Mas tomara que perca.

 



Acontece no Rio a patacoada para apresentar oficialmente a candidatura do Brasil, à Copa que vai acontecer daqui sete anos. Um sem número de autoridades, pessoas não-relacionadas ao futebol e atletas estão lá para vomitar seus conceitos pré-determinados de apoiar o evento.

Claro que tudo só vai começar em 2013, um ano antes, com supertaturamentos, problemas de infra-estrutura, haverá uma CPI da Copa, empresas que venceram licitações acusadas de desvio de verba com envolvimento de políticos. Isso aqui, ô, ô, é um pouquinho de Brasil, iá, iá.

A candidatura é única. Mas tomara que perca.

 



Acontece no Rio a patacoada para apresentar oficialmente a candidatura do Brasil, à Copa que vai acontecer daqui sete anos. Um sem número de autoridades, pessoas não-relacionadas ao futebol e atletas estão lá para vomitar seus conceitos pré-determinados de apoiar o evento.

Claro que tudo só vai começar em 2013, um ano antes, com supertaturamentos, problemas de infra-estrutura, haverá uma CPI da Copa, empresas que venceram licitações acusadas de desvio de verba com envolvimento de políticos. Isso aqui, ô, ô, é um pouquinho de Brasil, iá, iá.

A candidatura é única. Mas tomara que perca.

 



Pataquada de Vitonez às 14h00
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Jogo das pistas (5)

O comunicador e o portal

Nenhuma notícia nova no ínterim que se seguiu desde o último post. As negociações seguem em andamento. Por parte do comunicador, há já uma relutância explícita em citar o nome do portal, embora acabe fazendo de uma forma ou de outra.

Pediram uma dica. Vai uma: é raro vê-lo trabalhando aos sábados na televisão.

Não sacaram ainda? Trata-se da quinta dica.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas

Jogo das pistas (5)

O comunicador e o portal

Nenhuma notícia nova no ínterim que se seguiu desde o último post. As negociações seguem em andamento. Por parte do comunicador, há já uma relutância explícita em citar o nome do portal, embora acabe fazendo de uma forma ou de outra.

Pediram uma dica. Vai uma: é raro vê-lo trabalhando aos sábados na televisão.

Não sacaram ainda? Trata-se da quinta dica.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas

Jogo das pistas (5)

O comunicador e o portal

Nenhuma notícia nova no ínterim que se seguiu desde o último post. As negociações seguem em andamento. Por parte do comunicador, há já uma relutância explícita em citar o nome do portal, embora acabe fazendo de uma forma ou de outra.

Pediram uma dica. Vai uma: é raro vê-lo trabalhando aos sábados na televisão.

Não sacaram ainda? Trata-se da quinta dica.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 00h00
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Rádio GP

No ar, a terceira edição. Gomes, Capelli, Vicaria e eu dando tostões de nossas vozes. Clique aqui para ouvir.



No ar, a terceira edição. Gomes, Capelli, Vicaria e eu dando tostões de nossas vozes. Clique aqui para ouvir.



No ar, a terceira edição. Gomes, Capelli, Vicaria e eu dando tostões de nossas vozes. Clique aqui para ouvir.



Pataquada de Vitonez às 13h53
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Brasileirês

Não, ninguém errou desta vez. É que me informam que a Nossa Língua Portuguesa, parafraseando o programa do Pasquale, vai mudar. A partir de não sei quando, a trema some e o alfabeto volta a ter 26 letras — o "k", o "w" e o "y" voltam a figurar.

Outros exemplos: não haverá mais acento diferencial em para (verbo e preposição); ditongos abertos (herói, jóia, idéia, colméia) perdão o acento agudo; o circunflexo cai em paroxítonas terminadas em "o" duplo (vôo, enjôo) e nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo e do subjuntivo (!) dos verbos crer, dar, ler e ver (crêem, dêem, lêem, vêem).

Pelo acordo assinado pelos oito membros da CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa —, o português brasileiro será a base da língua destas nações. Em Portugal cai o "h" de palavras como "herva" e "húmido".

Preparem-se, pois.



Não, ninguém errou desta vez. É que me informam que a Nossa Língua Portuguesa, parafraseando o programa do Pasquale, vai mudar. A partir de não sei quando, a trema some e o alfabeto volta a ter 26 letras — o "k", o "w" e o "y" voltam a figurar.

Outros exemplos: não haverá mais acento diferencial em para (verbo e preposição); ditongos abertos (herói, jóia, idéia, colméia) perdão o acento agudo; o circunflexo cai em paroxítonas terminadas em "o" duplo (vôo, enjôo) e nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo e do subjuntivo (!) dos verbos crer, dar, ler e ver (crêem, dêem, lêem, vêem).

Pelo acordo assinado pelos oito membros da CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa —, o português brasileiro será a base da língua destas nações. Em Portugal cai o "h" de palavras como "herva" e "húmido".

Preparem-se, pois.



Não, ninguém errou desta vez. É que me informam que a Nossa Língua Portuguesa, parafraseando o programa do Pasquale, vai mudar. A partir de não sei quando, a trema some e o alfabeto volta a ter 26 letras — o "k", o "w" e o "y" voltam a figurar.

Outros exemplos: não haverá mais acento diferencial em para (verbo e preposição); ditongos abertos (herói, jóia, idéia, colméia) perdão o acento agudo; o circunflexo cai em paroxítonas terminadas em "o" duplo (vôo, enjôo) e nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo e do subjuntivo (!) dos verbos crer, dar, ler e ver (crêem, dêem, lêem, vêem).

Pelo acordo assinado pelos oito membros da CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa —, o português brasileiro será a base da língua destas nações. Em Portugal cai o "h" de palavras como "herva" e "húmido".

Preparem-se, pois.



Pataquada de Vitonez às 13h52
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Sugestões

Os caros leitores poderiam me dar algumas sugestões de lugares onde eu poderia estar comemorando meu aniversário 26 para estar recebendo alguns amigos, colegas e demais.

Sivuplê.



Os caros leitores poderiam me dar algumas sugestões de lugares onde eu poderia estar comemorando meu aniversário 26 para estar recebendo alguns amigos, colegas e demais.

Sivuplê.



Os caros leitores poderiam me dar algumas sugestões de lugares onde eu poderia estar comemorando meu aniversário 26 para estar recebendo alguns amigos, colegas e demais.

Sivuplê.



Pataquada de Vitonez às 13h36
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Faça sua...

Banner de um site espanhol esportivo.



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Pataquada de Vitonez às 14h58
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Seu nome era Enéas

Pouco tenho a dizer sobre um político que revolucionou o marketing em sua área ao criar um bordão para ser mais falado do que seus 17 segundos em sua primeira aparição no horário a que lhe era reservado. Ganhou o apoio da população de uma megalópole na última eleição para deputado estadual, ainda que fosse mais por inconformismo com os demais do que por seus méritos.

O barbudo não mais barbudo em seus últimos dias era um exemplo no sentido de cultura, com suas nove faculdades. Pertencia ao radicalismo da direita e tinha ideais condizentes com sua ideologia. Teve em seu barco Havanir, que hoje ruma pelas regras opostas do tucanato. Foi assunto enquanto se lançou neste mundo.

Seu nome era Enéas, disso todo mundo certamente sabia. É um dos não-caciques que fará falta.



Pouco tenho a dizer sobre um político que revolucionou o marketing em sua área ao criar um bordão para ser mais falado do que seus 17 segundos em sua primeira aparição no horário a que lhe era reservado. Ganhou o apoio da população de uma megalópole na última eleição para deputado estadual, ainda que fosse mais por inconformismo com os demais do que por seus méritos.

O barbudo não mais barbudo em seus últimos dias era um exemplo no sentido de cultura, com suas nove faculdades. Pertencia ao radicalismo da direita e tinha ideais condizentes com sua ideologia. Teve em seu barco Havanir, que hoje ruma pelas regras opostas do tucanato. Foi assunto enquanto se lançou neste mundo.

Seu nome era Enéas, disso todo mundo certamente sabia. É um dos não-caciques que fará falta.



Pouco tenho a dizer sobre um político que revolucionou o marketing em sua área ao criar um bordão para ser mais falado do que seus 17 segundos em sua primeira aparição no horário a que lhe era reservado. Ganhou o apoio da população de uma megalópole na última eleição para deputado estadual, ainda que fosse mais por inconformismo com os demais do que por seus méritos.

O barbudo não mais barbudo em seus últimos dias era um exemplo no sentido de cultura, com suas nove faculdades. Pertencia ao radicalismo da direita e tinha ideais condizentes com sua ideologia. Teve em seu barco Havanir, que hoje ruma pelas regras opostas do tucanato. Foi assunto enquanto se lançou neste mundo.

Seu nome era Enéas, disso todo mundo certamente sabia. É um dos não-caciques que fará falta.



Pataquada de Vitonez às 14h15
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Curitiba, dia 3

Notaram, claro, que não houve dia 2. Ontem foi corrido. Saí do autódromo, fui para o hotel, depois jantar e sono dos justos. Vamos aos fatos:

1) Stringari fez anteontem, como prato principal e único, um risoto de carne de sol com pinhão. Estava bom, nota 7. Problema que ficou rodando no estômago durante o sábado de manhã.

2) Havia uma mocinha de vida fácil na festa, que foi namorada do piloto assessorado pelo cicerone.

3) Sabrina, a mocinha que serve à imprensa comes e bebes, é uma graça. Curitibana, destoa das demais. Simpática. Só voltaremos a vê-la na próxima etapa aqui na capital araucária.

4) Rodrigo França está impossível. É o centro das atenções. Não pára de falar e é assunto.

5) Fábio Carreira saiu chorando ontem do autódromo depois de ter sido ceifado da prova deste domingo. Não quis falar com ninguém. Pegou o avião e foi para São Paulo. Foi notícia. Hoje, ao encontrar Letícia Galvão Bueno - sim, a filha do mesmo -, disse, em tom de tristeza e condescendência: "Poxa, saiu lá do nosso piloto, coitado..." Carreira é piloto Hot Car, assessorado por Bela Megale, amiga do grupo WE, comandado pelos Bueno.

6) A Stock tem muitas relações dessa...

7) Faz um calor danado neste domingo. A sala de imprensa vira um forno, já que é fechada por janelas de vidro. O público, neste momento, começa a ocupar boa parte das dependências do Autódromo Internacional de Curitiba. Quero ver o quanto vão anunciar de pessoas presentes daqui algumas horas.

8) Carlos Alves, que está no mesmo hotel onde fiquei hospedado, estava pimpão nesta manhã tomando café. Paramentado com a roupa do patrocinador, veio ao circuito apenas para constar e aparecer nas fotos. Ele também não conseguiu tempo para largar.

9) Do nada, recebi um boné dos irmãos Sperafico. Algum assessor ontem ouviu o comentário que fiz durante o treino classificatório, sobre a família mais extensa do Brasil nas pistas. Mais um para a coleção.

10) Palpite para hoje: vitória de Thiago Camilo.

A qualquer momento, volto.



Notaram, claro, que não houve dia 2. Ontem foi corrido. Saí do autódromo, fui para o hotel, depois jantar e sono dos justos. Vamos aos fatos:

1) Stringari fez anteontem, como prato principal e único, um risoto de carne de sol com pinhão. Estava bom, nota 7. Problema que ficou rodando no estômago durante o sábado de manhã.

2) Havia uma mocinha de vida fácil na festa, que foi namorada do piloto assessorado pelo cicerone.

3) Sabrina, a mocinha que serve à imprensa comes e bebes, é uma graça. Curitibana, destoa das demais. Simpática. Só voltaremos a vê-la na próxima etapa aqui na capital araucária.

4) Rodrigo França está impossível. É o centro das atenções. Não pára de falar e é assunto.

5) Fábio Carreira saiu chorando ontem do autódromo depois de ter sido ceifado da prova deste domingo. Não quis falar com ninguém. Pegou o avião e foi para São Paulo. Foi notícia. Hoje, ao encontrar Letícia Galvão Bueno - sim, a filha do mesmo -, disse, em tom de tristeza e condescendência: "Poxa, saiu lá do nosso piloto, coitado..." Carreira é piloto Hot Car, assessorado por Bela Megale, amiga do grupo WE, comandado pelos Bueno.

6) A Stock tem muitas relações dessa...

7) Faz um calor danado neste domingo. A sala de imprensa vira um forno, já que é fechada por janelas de vidro. O público, neste momento, começa a ocupar boa parte das dependências do Autódromo Internacional de Curitiba. Quero ver o quanto vão anunciar de pessoas presentes daqui algumas horas.

8) Carlos Alves, que está no mesmo hotel onde fiquei hospedado, estava pimpão nesta manhã tomando café. Paramentado com a roupa do patrocinador, veio ao circuito apenas para constar e aparecer nas fotos. Ele também não conseguiu tempo para largar.

9) Do nada, recebi um boné dos irmãos Sperafico. Algum assessor ontem ouviu o comentário que fiz durante o treino classificatório, sobre a família mais extensa do Brasil nas pistas. Mais um para a coleção.

10) Palpite para hoje: vitória de Thiago Camilo.

A qualquer momento, volto.



Notaram, claro, que não houve dia 2. Ontem foi corrido. Saí do autódromo, fui para o hotel, depois jantar e sono dos justos. Vamos aos fatos:

1) Stringari fez anteontem, como prato principal e único, um risoto de carne de sol com pinhão. Estava bom, nota 7. Problema que ficou rodando no estômago durante o sábado de manhã.

2) Havia uma mocinha de vida fácil na festa, que foi namorada do piloto assessorado pelo cicerone.

3) Sabrina, a mocinha que serve à imprensa comes e bebes, é uma graça. Curitibana, destoa das demais. Simpática. Só voltaremos a vê-la na próxima etapa aqui na capital araucária.

4) Rodrigo França está impossível. É o centro das atenções. Não pára de falar e é assunto.

5) Fábio Carreira saiu chorando ontem do autódromo depois de ter sido ceifado da prova deste domingo. Não quis falar com ninguém. Pegou o avião e foi para São Paulo. Foi notícia. Hoje, ao encontrar Letícia Galvão Bueno - sim, a filha do mesmo -, disse, em tom de tristeza e condescendência: "Poxa, saiu lá do nosso piloto, coitado..." Carreira é piloto Hot Car, assessorado por Bela Megale, amiga do grupo WE, comandado pelos Bueno.

6) A Stock tem muitas relações dessa...

7) Faz um calor danado neste domingo. A sala de imprensa vira um forno, já que é fechada por janelas de vidro. O público, neste momento, começa a ocupar boa parte das dependências do Autódromo Internacional de Curitiba. Quero ver o quanto vão anunciar de pessoas presentes daqui algumas horas.

8) Carlos Alves, que está no mesmo hotel onde fiquei hospedado, estava pimpão nesta manhã tomando café. Paramentado com a roupa do patrocinador, veio ao circuito apenas para constar e aparecer nas fotos. Ele também não conseguiu tempo para largar.

9) Do nada, recebi um boné dos irmãos Sperafico. Algum assessor ontem ouviu o comentário que fiz durante o treino classificatório, sobre a família mais extensa do Brasil nas pistas. Mais um para a coleção.

10) Palpite para hoje: vitória de Thiago Camilo.

A qualquer momento, volto.



Pataquada de Vitonez às 08h32
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Curitiba, dia 1

Caros, só agora encontrei tempo para postar. Vamos lá:

1) Bruno Terena, fotógrafo narigudo, deu um susto ao ver o guard-rail de uma das curvas do autódromo jogar-se sobre ele. Foi parar no centro-médico, a bichola alta e magra. Só um inchaço na testa e um corte no supercílio. Depois estava rejuvenescida, a mona.

2) Thiago Camilo foi o mais rápido nos dois treinos, de novo.

3) A sala de imprensa foi dividida entre fotógrafos e jornalistas/assessores. Uns reclamaram, outros aprovaram. Minha opinião: tirando um ou outro - não sou de citar nomes -, deveriam todos ficar juntos.

4) Faz frio aqui. Mas é aquele frio que não parece frio. Do tipo: estava 11 graus hoje de manhã. Em São Paulo, seriam 16. Coisa de sensação térmica.

5) Hoje à noite tem festa no apartamento de Cláudio Stringari, assessor do Alceu Feldmann. "E quando faço, é aquela festa", exagerou. Ontem, comi numa churrascaria. Mas o melhor foi um risoto de palmito que, arrisco, foi um dos pratos mais deliciosos que saboreei.

6) Curitibanas são bonitas mas proporcionalmente metidas.



Caros, só agora encontrei tempo para postar. Vamos lá:

1) Bruno Terena, fotógrafo narigudo, deu um susto ao ver o guard-rail de uma das curvas do autódromo jogar-se sobre ele. Foi parar no centro-médico, a bichola alta e magra. Só um inchaço na testa e um corte no supercílio. Depois estava rejuvenescida, a mona.

2) Thiago Camilo foi o mais rápido nos dois treinos, de novo.

3) A sala de imprensa foi dividida entre fotógrafos e jornalistas/assessores. Uns reclamaram, outros aprovaram. Minha opinião: tirando um ou outro - não sou de citar nomes -, deveriam todos ficar juntos.

4) Faz frio aqui. Mas é aquele frio que não parece frio. Do tipo: estava 11 graus hoje de manhã. Em São Paulo, seriam 16. Coisa de sensação térmica.

5) Hoje à noite tem festa no apartamento de Cláudio Stringari, assessor do Alceu Feldmann. "E quando faço, é aquela festa", exagerou. Ontem, comi numa churrascaria. Mas o melhor foi um risoto de palmito que, arrisco, foi um dos pratos mais deliciosos que saboreei.

6) Curitibanas são bonitas mas proporcionalmente metidas.



Caros, só agora encontrei tempo para postar. Vamos lá:

1) Bruno Terena, fotógrafo narigudo, deu um susto ao ver o guard-rail de uma das curvas do autódromo jogar-se sobre ele. Foi parar no centro-médico, a bichola alta e magra. Só um inchaço na testa e um corte no supercílio. Depois estava rejuvenescida, a mona.

2) Thiago Camilo foi o mais rápido nos dois treinos, de novo.

3) A sala de imprensa foi dividida entre fotógrafos e jornalistas/assessores. Uns reclamaram, outros aprovaram. Minha opinião: tirando um ou outro - não sou de citar nomes -, deveriam todos ficar juntos.

4) Faz frio aqui. Mas é aquele frio que não parece frio. Do tipo: estava 11 graus hoje de manhã. Em São Paulo, seriam 16. Coisa de sensação térmica.

5) Hoje à noite tem festa no apartamento de Cláudio Stringari, assessor do Alceu Feldmann. "E quando faço, é aquela festa", exagerou. Ontem, comi numa churrascaria. Mas o melhor foi um risoto de palmito que, arrisco, foi um dos pratos mais deliciosos que saboreei.

6) Curitibanas são bonitas mas proporcionalmente metidas.



Pataquada de Vitonez às 15h48
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Congonhas, ao vivo

Não que seja algo para guardar para a vida toda, nem algo que mereça destaque, mas é a primeira vez que atualizo o blog de um aeroporto. Enfim, é para falar dele que cá estou.

Não vou dizer que enfrento as conseqüências do caos aéreo que se estabeleceu desde o ano passado. Mas meu vôo está atrasado. "Informamos aos passageiros que devido a atraso de aeronave, o embarque está remarcado para 13h20. Antes, 12h50."

Os passageiros até reagem aliviados. Com os anúncios de atraso de Florianópolis, Rio e Porto Alegre, ouvem-se suspiros e "ah, é só meia hora."

Duas mesas a minha frente, creio que está a atriz Maria Padilha. Ela está de costas.

A meu lado, um senhor careca, aparenta mais de 60 anos, perde o olhar no horizonte. Volta a si e coloca a Coca-Cola em seu copo.

Agora vejo, com certeza, Marisa Orth. Óculos escuros, blusa verde. Vai-se pelo fim do corredor.

Volto a qualquer momento.  



Não que seja algo para guardar para a vida toda, nem algo que mereça destaque, mas é a primeira vez que atualizo o blog de um aeroporto. Enfim, é para falar dele que cá estou.

Não vou dizer que enfrento as conseqüências do caos aéreo que se estabeleceu desde o ano passado. Mas meu vôo está atrasado. "Informamos aos passageiros que devido a atraso de aeronave, o embarque está remarcado para 13h20. Antes, 12h50."

Os passageiros até reagem aliviados. Com os anúncios de atraso de Florianópolis, Rio e Porto Alegre, ouvem-se suspiros e "ah, é só meia hora."

Duas mesas a minha frente, creio que está a atriz Maria Padilha. Ela está de costas.

A meu lado, um senhor careca, aparenta mais de 60 anos, perde o olhar no horizonte. Volta a si e coloca a Coca-Cola em seu copo.

Agora vejo, com certeza, Marisa Orth. Óculos escuros, blusa verde. Vai-se pelo fim do corredor.

Volto a qualquer momento.  



Não que seja algo para guardar para a vida toda, nem algo que mereça destaque, mas é a primeira vez que atualizo o blog de um aeroporto. Enfim, é para falar dele que cá estou.

Não vou dizer que enfrento as conseqüências do caos aéreo que se estabeleceu desde o ano passado. Mas meu vôo está atrasado. "Informamos aos passageiros que devido a atraso de aeronave, o embarque está remarcado para 13h20. Antes, 12h50."

Os passageiros até reagem aliviados. Com os anúncios de atraso de Florianópolis, Rio e Porto Alegre, ouvem-se suspiros e "ah, é só meia hora."

Duas mesas a minha frente, creio que está a atriz Maria Padilha. Ela está de costas.

A meu lado, um senhor careca, aparenta mais de 60 anos, perde o olhar no horizonte. Volta a si e coloca a Coca-Cola em seu copo.

Agora vejo, com certeza, Marisa Orth. Óculos escuros, blusa verde. Vai-se pelo fim do corredor.

Volto a qualquer momento.  



Pataquada de Vitonez às 12h05
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Cabeçaldo

19 minutos de jogo, a Portuguesa chega à iminência do gol, o atleta X perde-o na cara do retângulo da glória e Everaldo Marques, narrador da ESPN Brasil, grita a palavra de três letras, solta um "mas não valeu" e depois percebe que a bola foi para fora. Disfarça e pede para o comentarista atuar.

Erros acontecem, claro. Mas vou aloprar muito Cabeçaldo, gente da maior estirpe e poucos dentre aqueles que classifico como éticos e amigos no Jornalismo.



19 minutos de jogo, a Portuguesa chega à iminência do gol, o atleta X perde-o na cara do retângulo da glória e Everaldo Marques, narrador da ESPN Brasil, grita a palavra de três letras, solta um "mas não valeu" e depois percebe que a bola foi para fora. Disfarça e pede para o comentarista atuar.

Erros acontecem, claro. Mas vou aloprar muito Cabeçaldo, gente da maior estirpe e poucos dentre aqueles que classifico como éticos e amigos no Jornalismo.



19 minutos de jogo, a Portuguesa chega à iminência do gol, o atleta X perde-o na cara do retângulo da glória e Everaldo Marques, narrador da ESPN Brasil, grita a palavra de três letras, solta um "mas não valeu" e depois percebe que a bola foi para fora. Disfarça e pede para o comentarista atuar.

Erros acontecem, claro. Mas vou aloprar muito Cabeçaldo, gente da maior estirpe e poucos dentre aqueles que classifico como éticos e amigos no Jornalismo.



Pataquada de Vitonez às 14h28
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Na tela da TV

Hoje não é um dia muito postativo. Não estou muito animado. Coisas.

Mas a TV não vai desligar até umas 23h30. Muito futebol interessante hoje. Rio Preto × Portuguesa, pela final da Série A2; Milan × Manchester United, pela semifinal da Liga dos Campeões da Europa; Caracas × Santos, pela Libertadores de América; Grêmio e São Paulo, pela mesma competição continental.

Palpites, na ordem:

Jogo 1: empate.
Jogo 2: Milan vai à final por gol marcado fora.
Jogo 3: Santos vence.
Jogo 4: São Paulo vence.



Hoje não é um dia muito postativo. Não estou muito animado. Coisas.

Mas a TV não vai desligar até umas 23h30. Muito futebol interessante hoje. Rio Preto × Portuguesa, pela final da Série A2; Milan × Manchester United, pela semifinal da Liga dos Campeões da Europa; Caracas × Santos, pela Libertadores de América; Grêmio e São Paulo, pela mesma competição continental.

Palpites, na ordem:

Jogo 1: empate.
Jogo 2: Milan vai à final por gol marcado fora.
Jogo 3: Santos vence.
Jogo 4: São Paulo vence.



Hoje não é um dia muito postativo. Não estou muito animado. Coisas.

Mas a TV não vai desligar até umas 23h30. Muito futebol interessante hoje. Rio Preto × Portuguesa, pela final da Série A2; Milan × Manchester United, pela semifinal da Liga dos Campeões da Europa; Caracas × Santos, pela Libertadores de América; Grêmio e São Paulo, pela mesma competição continental.

Palpites, na ordem:

Jogo 1: empate.
Jogo 2: Milan vai à final por gol marcado fora.
Jogo 3: Santos vence.
Jogo 4: São Paulo vence.



Pataquada de Vitonez às 13h39
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Orgulho do país

E a Dinamarca finalmente ouve a Rádio GP. Você, de Taulove, muito obrigado.



E a Dinamarca finalmente ouve a Rádio GP. Você, de Taulove, muito obrigado.



E a Dinamarca finalmente ouve a Rádio GP. Você, de Taulove, muito obrigado.



Pataquada de Vitonez às 10h04
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Rádio GP

E já está no ar a segunda edição do podcast comandado por F Gomes, do qual eu e I Capelli participam com comentários sempre pertinentes.

Super boggie-woogie. Para ouvirem a atração, cliquem aqui, caros, ou procurem neste blog o selo da Rádio GP.

PS: Não estranhem se ouvirem Shakira no fim do segundo bloco. Ninguém entendeu de onde veio esse som. Sabe-se que provém do microfone de Gomes, mas ele não estava com nada ligado; é coisa da ligação com a Jovem Pan.



E já está no ar a segunda edição do podcast comandado por F Gomes, do qual eu e I Capelli participam com comentários sempre pertinentes.

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PS: Não estranhem se ouvirem Shakira no fim do segundo bloco. Ninguém entendeu de onde veio esse som. Sabe-se que provém do microfone de Gomes, mas ele não estava com nada ligado; é coisa da ligação com a Jovem Pan.



E já está no ar a segunda edição do podcast comandado por F Gomes, do qual eu e I Capelli participam com comentários sempre pertinentes.

Super boggie-woogie. Para ouvirem a atração, cliquem aqui, caros, ou procurem neste blog o selo da Rádio GP.

PS: Não estranhem se ouvirem Shakira no fim do segundo bloco. Ninguém entendeu de onde veio esse som. Sabe-se que provém do microfone de Gomes, mas ele não estava com nada ligado; é coisa da ligação com a Jovem Pan.



Pataquada de Vitonez às 09h33
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