Sorte grande

Para não passar o dia em branco.

A Dona Sorte rondou o automobilismo neste mês. Certeza que deveríamos ter acompanhado dois funerais, um na Polônia e outro na Venezuela.

Se pelos lados de Cracóvia, os beatos juram que se tratou de um milagre de João Paulo II, aqui na América do Sul a proteção veio de quem?

Daqui alguns dias, creio, vai ter nego falando em São Chavez.

Sou mais a Madre Florinda, a Santa Chiquinha e a milagreira Clotilde. 



Para não passar o dia em branco.

A Dona Sorte rondou o automobilismo neste mês. Certeza que deveríamos ter acompanhado dois funerais, um na Polônia e outro na Venezuela.

Se pelos lados de Cracóvia, os beatos juram que se tratou de um milagre de João Paulo II, aqui na América do Sul a proteção veio de quem?

Daqui alguns dias, creio, vai ter nego falando em São Chavez.

Sou mais a Madre Florinda, a Santa Chiquinha e a milagreira Clotilde. 



Para não passar o dia em branco.

A Dona Sorte rondou o automobilismo neste mês. Certeza que deveríamos ter acompanhado dois funerais, um na Polônia e outro na Venezuela.

Se pelos lados de Cracóvia, os beatos juram que se tratou de um milagre de João Paulo II, aqui na América do Sul a proteção veio de quem?

Daqui alguns dias, creio, vai ter nego falando em São Chavez.

Sou mais a Madre Florinda, a Santa Chiquinha e a milagreira Clotilde. 



Pataquada de Vitonez às 16h46
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Dez é demais...

Só agora, após duradouro dia de trabalho, encontrei mais um tempo para postar.

Ferrari na F-1, Vermeulen na MotoGP, o rabudo do Franchitti na IRL, Gommendy na Champ Car, Glock na GP2, Romancini na F-3, Giaffone na Truck, Cardoso na Clio. E tem F-Renault Italiana e Rali Cross Country. E amanhã tem a segunda parte (ou final, em alguns casos).

Para que tanta corrida junto? Custava alguém começar a ter uma base para evitar que haja um "overbooking" de provas no mesmo final de semana? Tem gente que acompanha tudo isso???

Pior que eu sei a resposta.



Só agora, após duradouro dia de trabalho, encontrei mais um tempo para postar.

Ferrari na F-1, Vermeulen na MotoGP, o rabudo do Franchitti na IRL, Gommendy na Champ Car, Glock na GP2, Romancini na F-3, Giaffone na Truck, Cardoso na Clio. E tem F-Renault Italiana e Rali Cross Country. E amanhã tem a segunda parte (ou final, em alguns casos).

Para que tanta corrida junto? Custava alguém começar a ter uma base para evitar que haja um "overbooking" de provas no mesmo final de semana? Tem gente que acompanha tudo isso???

Pior que eu sei a resposta.



Só agora, após duradouro dia de trabalho, encontrei mais um tempo para postar.

Ferrari na F-1, Vermeulen na MotoGP, o rabudo do Franchitti na IRL, Gommendy na Champ Car, Glock na GP2, Romancini na F-3, Giaffone na Truck, Cardoso na Clio. E tem F-Renault Italiana e Rali Cross Country. E amanhã tem a segunda parte (ou final, em alguns casos).

Para que tanta corrida junto? Custava alguém começar a ter uma base para evitar que haja um "overbooking" de provas no mesmo final de semana? Tem gente que acompanha tudo isso???

Pior que eu sei a resposta.



Pataquada de Vitonez às 22h18
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Falta de sorte?

Vejo na TV uma reportagem com Maurren Maggi. A atleta top que foi pega no antidoping e ficou dois anos sem atuar.

Na reportagem aparece a filha Sofia, de dois anos e meio. E define: "Ela é meu amuleto".

Acho que o Pizzonia precisava passar mais tempo com Sofia. Ou ter mais uns dez filhos.



Vejo na TV uma reportagem com Maurren Maggi. A atleta top que foi pega no antidoping e ficou dois anos sem atuar.

Na reportagem aparece a filha Sofia, de dois anos e meio. E define: "Ela é meu amuleto".

Acho que o Pizzonia precisava passar mais tempo com Sofia. Ou ter mais uns dez filhos.



Vejo na TV uma reportagem com Maurren Maggi. A atleta top que foi pega no antidoping e ficou dois anos sem atuar.

Na reportagem aparece a filha Sofia, de dois anos e meio. E define: "Ela é meu amuleto".

Acho que o Pizzonia precisava passar mais tempo com Sofia. Ou ter mais uns dez filhos.



Pataquada de Vitonez às 12h10
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What the fuck?

No meu próprio blog, o anúncio.

Devo processar por plágio, também?

E cabeçote é a mãe.

 



No meu próprio blog, o anúncio.

Devo processar por plágio, também?

E cabeçote é a mãe.

 



No meu próprio blog, o anúncio.

Devo processar por plágio, também?

E cabeçote é a mãe.

 



Pataquada de Vitonez às 21h28
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O acesso bem vivido

Aproveitando o post dos números e dos países, verifiquei nas estatísticas bem detalhadas que me fornece o serviço secreto dos blogs que hoje houve meu primeiro acesso da Indonésia.

Da cidade de Denpasar. Na famosa ilha de Bali.

De algum lugar próximo aí do lado...



Aproveitando o post dos números e dos países, verifiquei nas estatísticas bem detalhadas que me fornece o serviço secreto dos blogs que hoje houve meu primeiro acesso da Indonésia.

Da cidade de Denpasar. Na famosa ilha de Bali.

De algum lugar próximo aí do lado...



Aproveitando o post dos números e dos países, verifiquei nas estatísticas bem detalhadas que me fornece o serviço secreto dos blogs que hoje houve meu primeiro acesso da Indonésia.

Da cidade de Denpasar. Na famosa ilha de Bali.

De algum lugar próximo aí do lado...



Pataquada de Vitonez às 21h22
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Treino no SporTV atrasado

Notei pela grade de programação do SporTV que o canal não transmitirá o treino livre 1 da F-1 ao vivo nesta sexta às 5 da manhã. Averigüei com Cleber Bernuci, que presta serviços assessorísticos à emissora, o porquê. "É uma questão de comodidade ao telespectador. O cara acorda, vê o treino até 6h30 e depois tem de esperar até às 9 para ver o segundo", comentou. "Então o primeiro vai ser mostrado às 7h30 para que, ao acabar, o cara continue vendo o segundo treino."

Tá explicado.



Notei pela grade de programação do SporTV que o canal não transmitirá o treino livre 1 da F-1 ao vivo nesta sexta às 5 da manhã. Averigüei com Cleber Bernuci, que presta serviços assessorísticos à emissora, o porquê. "É uma questão de comodidade ao telespectador. O cara acorda, vê o treino até 6h30 e depois tem de esperar até às 9 para ver o segundo", comentou. "Então o primeiro vai ser mostrado às 7h30 para que, ao acabar, o cara continue vendo o segundo treino."

Tá explicado.



Notei pela grade de programação do SporTV que o canal não transmitirá o treino livre 1 da F-1 ao vivo nesta sexta às 5 da manhã. Averigüei com Cleber Bernuci, que presta serviços assessorísticos à emissora, o porquê. "É uma questão de comodidade ao telespectador. O cara acorda, vê o treino até 6h30 e depois tem de esperar até às 9 para ver o segundo", comentou. "Então o primeiro vai ser mostrado às 7h30 para que, ao acabar, o cara continue vendo o segundo treino."

Tá explicado.



Pataquada de Vitonez às 16h50
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Blog Victal em números e países

Falemos deste blog e de sua audiência.

 

Diferente da Rádio GP, não são os norte-americanos nem os portugueses que aparecem no topo da lista dos xenos que me acessam. É o Canadá quem está na ponta, com seus representantes de Toronto e Ottawa (ambos em Ontário), Vancouver e Burnaby (na Columbia Britânica).


Panamá, Colômbia, Taiwan, Bélgica, Polônia e Turquia aparecem no sopé da lista. Você da Cidade do Panamá, de Bogotá, de Hsin-Chu, de Bruxelas, de Sansum e de Varsóvia, obrigado! Mas como só tem um acesso desses países, creio que não terão como ler tal agradecimento.

 

Falarei, então, para os estrangeiros com mais visitas. Aí Reino Unido (Londres, Cambridge, Hatfield (será o Mosley?), Sunbury e Offenham)... Ora pois, Portugal (Lisboa, Linda-a-Velha, Porto, Pedrouças, Madalena, Sobreda e Portimão)... Os yankees (Redwood City, El Segundo, San Diego, Mountain View e das lindas Santa Mônica e Los Angeles, onde já estive, na Calfórnia; Orlando e Miami, na Flórida; Lincolnshire, no Illinois; Livônia, em Michigan; Washington, D.C; Atlanta, na Geórgia; College Park, em Maryland; Richardson (Richarlsyon?), no Texas; e Nova Orleans, na Luisiana)... Na Deustchland, o que tem de acesso de Chemnitz é uma festa. Na Áustria, o Ico deve comentar a turma de Viena. No Chile, quem me lê de Santiago, Ana Ziviani da Matta? Da Itália não vem muita gente: um de Roma (Lácio), outro de Mezzojuso (Sicília), um terceiro de Milão e o último Bérgamo. E Moçambique?

 

E no Brasil, muitos de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Barbacena (surpreendente!), Vitória, Porto Alegre, Brasília, São Bernardo do Campo, Salvador, Campinas, Cuiabá e Joinville.

 

Manifestem-se todos, here, aquí, ici, qui.

 

Comentarei aqui: agradeço aos elogios de Renato, de Vitória; de Eric Locatelli Martini, ótimo jornalista do Usadofacil.com.br; de Marcos Bonilha, paulistano-guarujaense do BlogdoLua; Pablo, de Bragança Paulista e São Carlos; Luciana Sales, assaz visitante deste espaço; um salve ao GG, outro sãocarlense, ao Capelli, único internauta assíduo de Porto Alegre, e ao Blog F1 Grand Prix, que tem o Blog F1 Grand Prix direto e reto do Rio. Também ao Walter, único que me lê da Grande Chemnitz (droga, e eu pensando que era uma comunidade tedesca ampla...), e ao João, que é bem "smart" e gentil, lá do Recife. À Priscila, de Montes Claros, um beijo. Fortes amplexos para Nelson, de São Paulo, para o velhaco do Cowboy e sua agência de Ribeirão Preto, para o taurino Luis Fernando Ramos de Oliveira, popular Ico (já verei se tem mais alguma cidade austríaca), e para Rodrigo Mãozinha Mattar, o Mentiroso e Caluniador. E os demais, hein?



Falemos deste blog e de sua audiência.

 

Diferente da Rádio GP, não são os norte-americanos nem os portugueses que aparecem no topo da lista dos xenos que me acessam. É o Canadá quem está na ponta, com seus representantes de Toronto e Ottawa (ambos em Ontário), Vancouver e Burnaby (na Columbia Britânica).


Panamá, Colômbia, Taiwan, Bélgica, Polônia e Turquia aparecem no sopé da lista. Você da Cidade do Panamá, de Bogotá, de Hsin-Chu, de Bruxelas, de Sansum e de Varsóvia, obrigado! Mas como só tem um acesso desses países, creio que não terão como ler tal agradecimento.

 

Falarei, então, para os estrangeiros com mais visitas. Aí Reino Unido (Londres, Cambridge, Hatfield (será o Mosley?), Sunbury e Offenham)... Ora pois, Portugal (Lisboa, Linda-a-Velha, Porto, Pedrouças, Madalena, Sobreda e Portimão)... Os yankees (Redwood City, El Segundo, San Diego, Mountain View e das lindas Santa Mônica e Los Angeles, onde já estive, na Calfórnia; Orlando e Miami, na Flórida; Lincolnshire, no Illinois; Livônia, em Michigan; Washington, D.C; Atlanta, na Geórgia; College Park, em Maryland; Richardson (Richarlsyon?), no Texas; e Nova Orleans, na Luisiana)... Na Deustchland, o que tem de acesso de Chemnitz é uma festa. Na Áustria, o Ico deve comentar a turma de Viena. No Chile, quem me lê de Santiago, Ana Ziviani da Matta? Da Itália não vem muita gente: um de Roma (Lácio), outro de Mezzojuso (Sicília), um terceiro de Milão e o último Bérgamo. E Moçambique?

 

E no Brasil, muitos de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Barbacena (surpreendente!), Vitória, Porto Alegre, Brasília, São Bernardo do Campo, Salvador, Campinas, Cuiabá e Joinville.

 

Manifestem-se todos, here, aquí, ici, qui.

 

Comentarei aqui: agradeço aos elogios de Renato, de Vitória; de Eric Locatelli Martini, ótimo jornalista do Usadofacil.com.br; de Marcos Bonilha, paulistano-guarujaense do BlogdoLua; Pablo, de Bragança Paulista e São Carlos; Luciana Sales, assaz visitante deste espaço; um salve ao GG, outro sãocarlense, ao Capelli, único internauta assíduo de Porto Alegre, e ao Blog F1 Grand Prix, que tem o Blog F1 Grand Prix direto e reto do Rio. Também ao Walter, único que me lê da Grande Chemnitz (droga, e eu pensando que era uma comunidade tedesca ampla...), e ao João, que é bem "smart" e gentil, lá do Recife. À Priscila, de Montes Claros, um beijo. Fortes amplexos para Nelson, de São Paulo, para o velhaco do Cowboy e sua agência de Ribeirão Preto, para o taurino Luis Fernando Ramos de Oliveira, popular Ico (já verei se tem mais alguma cidade austríaca), e para Rodrigo Mãozinha Mattar, o Mentiroso e Caluniador. E os demais, hein?



Falemos deste blog e de sua audiência.

 

Diferente da Rádio GP, não são os norte-americanos nem os portugueses que aparecem no topo da lista dos xenos que me acessam. É o Canadá quem está na ponta, com seus representantes de Toronto e Ottawa (ambos em Ontário), Vancouver e Burnaby (na Columbia Britânica).


Panamá, Colômbia, Taiwan, Bélgica, Polônia e Turquia aparecem no sopé da lista. Você da Cidade do Panamá, de Bogotá, de Hsin-Chu, de Bruxelas, de Sansum e de Varsóvia, obrigado! Mas como só tem um acesso desses países, creio que não terão como ler tal agradecimento.

 

Falarei, então, para os estrangeiros com mais visitas. Aí Reino Unido (Londres, Cambridge, Hatfield (será o Mosley?), Sunbury e Offenham)... Ora pois, Portugal (Lisboa, Linda-a-Velha, Porto, Pedrouças, Madalena, Sobreda e Portimão)... Os yankees (Redwood City, El Segundo, San Diego, Mountain View e das lindas Santa Mônica e Los Angeles, onde já estive, na Calfórnia; Orlando e Miami, na Flórida; Lincolnshire, no Illinois; Livônia, em Michigan; Washington, D.C; Atlanta, na Geórgia; College Park, em Maryland; Richardson (Richarlsyon?), no Texas; e Nova Orleans, na Luisiana)... Na Deustchland, o que tem de acesso de Chemnitz é uma festa. Na Áustria, o Ico deve comentar a turma de Viena. No Chile, quem me lê de Santiago, Ana Ziviani da Matta? Da Itália não vem muita gente: um de Roma (Lácio), outro de Mezzojuso (Sicília), um terceiro de Milão e o último Bérgamo. E Moçambique?

 

E no Brasil, muitos de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Barbacena (surpreendente!), Vitória, Porto Alegre, Brasília, São Bernardo do Campo, Salvador, Campinas, Cuiabá e Joinville.

 

Manifestem-se todos, here, aquí, ici, qui.

 

Comentarei aqui: agradeço aos elogios de Renato, de Vitória; de Eric Locatelli Martini, ótimo jornalista do Usadofacil.com.br; de Marcos Bonilha, paulistano-guarujaense do BlogdoLua; Pablo, de Bragança Paulista e São Carlos; Luciana Sales, assaz visitante deste espaço; um salve ao GG, outro sãocarlense, ao Capelli, único internauta assíduo de Porto Alegre, e ao Blog F1 Grand Prix, que tem o Blog F1 Grand Prix direto e reto do Rio. Também ao Walter, único que me lê da Grande Chemnitz (droga, e eu pensando que era uma comunidade tedesca ampla...), e ao João, que é bem "smart" e gentil, lá do Recife. À Priscila, de Montes Claros, um beijo. Fortes amplexos para Nelson, de São Paulo, para o velhaco do Cowboy e sua agência de Ribeirão Preto, para o taurino Luis Fernando Ramos de Oliveira, popular Ico (já verei se tem mais alguma cidade austríaca), e para Rodrigo Mãozinha Mattar, o Mentiroso e Caluniador. E os demais, hein?



Pataquada de Vitonez às 23h03
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Brasil perde do México na Copa América

EFE EFE

EFE EFE



EFE EFE

EFE EFE



EFE EFE

EFE EFE



Pataquada de Vitonez às 21h29
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Plágio, derrapada e barbeiragem

Já tinha sido alertado por amigos, colegas de profissão e, diante de um e-mail simbólico repassado por Ivan Capelli, volto a me manifestar.

O império RG da internet volta a usar os serviços do Grande Prêmio como base única para informar/comentar/opinar.

Mais uma vez, os profissionais do GE.com, talvez sem nenhuma inspiração para criar algo decente para suas atrações, resolveram nos copiar. O podcast "Por Dentro dos Boxes", que, informo, é anterior à criação da "Rádio GP", agora contém o quadro "Barbeiragem da Semana". Provável e levemente inspirado no "Derrapada da Semana", protagonizado por este que vos fala.

Como já haviam feito, levemente, com as fotos divulgadas pelo próprio Capelli sobre os carros da Renault e da Williams. Como, levemente, ocorrera com vídeos postados, também por Ivan em seu blog, e reaproveitados até na capa do site do portal esportivo, sem nenhum crédito. Como, também levemente, coitados, requentaram a pauta da avaliação das sete primeiras provas de Lewis Hamilton e outros pilotos de importância, e foi parar, disfarçado e travestido, na atração televisiva de mesmo nome.

Contatei Rafael Lopes, companheiro de coberturas de automobilismo e editor do site, com quem já tergiversei nos comentários deste mesmo blog. A alegação é a mesma da anterior. "Isso era uma piada idéia. Foi uma idéia do (citação de uma pessoa que não conheço, por isso omito o nome) por causa da minha pilotagem nas ruas do Rio e dos meus dois carros batidos (que já vendi)", disse RL. Diante do meu discurso de incredulidade, Lopes continuou. "Vou ser sincero: nem ouço o programa de vocês. Não dá tempo. Sobre as pautas, pauta de números é algo que todos fazem". E acrescentou: "Só não gosto que duvidem do meu caráter. Não gosto de ser colocado no mesmo saco de um monte de gente. Tenho minha consciência limpa: nunca copiei uma pauta ou uma matéria de ninguém."

Consideremos que não seja o Rafael o autor de tudo isso, que até acredito, como disse, por conhecê-lo. Consideremos que haja um "internet-observer" nas organizações G, o que é bem factível. Consideremos que muitos profissionais que trabalham nesta organização acham um asco o sistema a que são submetidos e se enojam do dejeto a que os concorrentes são jogados. E temos a resposta e a opinião de pessoas como a do internauta Marcelo Perecin, de Ribeirão Preto, que retrata o "plágio". "Acho que a próxima 'derrapada da semana' deve ser da Globo", encerrou MP.

A derrapada sempre é da Globo.



Já tinha sido alertado por amigos, colegas de profissão e, diante de um e-mail simbólico repassado por Ivan Capelli, volto a me manifestar.

O império RG da internet volta a usar os serviços do Grande Prêmio como base única para informar/comentar/opinar.

Mais uma vez, os profissionais do GE.com, talvez sem nenhuma inspiração para criar algo decente para suas atrações, resolveram nos copiar. O podcast "Por Dentro dos Boxes", que, informo, é anterior à criação da "Rádio GP", agora contém o quadro "Barbeiragem da Semana". Provável e levemente inspirado no "Derrapada da Semana", protagonizado por este que vos fala.

Como já haviam feito, levemente, com as fotos divulgadas pelo próprio Capelli sobre os carros da Renault e da Williams. Como, levemente, ocorrera com vídeos postados, também por Ivan em seu blog, e reaproveitados até na capa do site do portal esportivo, sem nenhum crédito. Como, também levemente, coitados, requentaram a pauta da avaliação das sete primeiras provas de Lewis Hamilton e outros pilotos de importância, e foi parar, disfarçado e travestido, na atração televisiva de mesmo nome.

Contatei Rafael Lopes, companheiro de coberturas de automobilismo e editor do site, com quem já tergiversei nos comentários deste mesmo blog. A alegação é a mesma da anterior. "Isso era uma piada idéia. Foi uma idéia do (citação de uma pessoa que não conheço, por isso omito o nome) por causa da minha pilotagem nas ruas do Rio e dos meus dois carros batidos (que já vendi)", disse RL. Diante do meu discurso de incredulidade, Lopes continuou. "Vou ser sincero: nem ouço o programa de vocês. Não dá tempo. Sobre as pautas, pauta de números é algo que todos fazem". E acrescentou: "Só não gosto que duvidem do meu caráter. Não gosto de ser colocado no mesmo saco de um monte de gente. Tenho minha consciência limpa: nunca copiei uma pauta ou uma matéria de ninguém."

Consideremos que não seja o Rafael o autor de tudo isso, que até acredito, como disse, por conhecê-lo. Consideremos que haja um "internet-observer" nas organizações G, o que é bem factível. Consideremos que muitos profissionais que trabalham nesta organização acham um asco o sistema a que são submetidos e se enojam do dejeto a que os concorrentes são jogados. E temos a resposta e a opinião de pessoas como a do internauta Marcelo Perecin, de Ribeirão Preto, que retrata o "plágio". "Acho que a próxima 'derrapada da semana' deve ser da Globo", encerrou MP.

A derrapada sempre é da Globo.



Já tinha sido alertado por amigos, colegas de profissão e, diante de um e-mail simbólico repassado por Ivan Capelli, volto a me manifestar.

O império RG da internet volta a usar os serviços do Grande Prêmio como base única para informar/comentar/opinar.

Mais uma vez, os profissionais do GE.com, talvez sem nenhuma inspiração para criar algo decente para suas atrações, resolveram nos copiar. O podcast "Por Dentro dos Boxes", que, informo, é anterior à criação da "Rádio GP", agora contém o quadro "Barbeiragem da Semana". Provável e levemente inspirado no "Derrapada da Semana", protagonizado por este que vos fala.

Como já haviam feito, levemente, com as fotos divulgadas pelo próprio Capelli sobre os carros da Renault e da Williams. Como, levemente, ocorrera com vídeos postados, também por Ivan em seu blog, e reaproveitados até na capa do site do portal esportivo, sem nenhum crédito. Como, também levemente, coitados, requentaram a pauta da avaliação das sete primeiras provas de Lewis Hamilton e outros pilotos de importância, e foi parar, disfarçado e travestido, na atração televisiva de mesmo nome.

Contatei Rafael Lopes, companheiro de coberturas de automobilismo e editor do site, com quem já tergiversei nos comentários deste mesmo blog. A alegação é a mesma da anterior. "Isso era uma piada idéia. Foi uma idéia do (citação de uma pessoa que não conheço, por isso omito o nome) por causa da minha pilotagem nas ruas do Rio e dos meus dois carros batidos (que já vendi)", disse RL. Diante do meu discurso de incredulidade, Lopes continuou. "Vou ser sincero: nem ouço o programa de vocês. Não dá tempo. Sobre as pautas, pauta de números é algo que todos fazem". E acrescentou: "Só não gosto que duvidem do meu caráter. Não gosto de ser colocado no mesmo saco de um monte de gente. Tenho minha consciência limpa: nunca copiei uma pauta ou uma matéria de ninguém."

Consideremos que não seja o Rafael o autor de tudo isso, que até acredito, como disse, por conhecê-lo. Consideremos que haja um "internet-observer" nas organizações G, o que é bem factível. Consideremos que muitos profissionais que trabalham nesta organização acham um asco o sistema a que são submetidos e se enojam do dejeto a que os concorrentes são jogados. E temos a resposta e a opinião de pessoas como a do internauta Marcelo Perecin, de Ribeirão Preto, que retrata o "plágio". "Acho que a próxima 'derrapada da semana' deve ser da Globo", encerrou MP.

A derrapada sempre é da Globo.



Pataquada de Vitonez às 21h02
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E o jogador gay saiu no Debate Bola

A RG programava entrevistar o jogador gay de um grande clube de São Paulo para exibir com exclusividade no Fantástico. Sem querer, um palmeirense revelou no programa Debate Bola, apresentado por Milton Neves.



A RG programava entrevistar o jogador gay de um grande clube de São Paulo para exibir com exclusividade no Fantástico. Sem querer, um palmeirense revelou no programa Debate Bola, apresentado por Milton Neves.



A RG programava entrevistar o jogador gay de um grande clube de São Paulo para exibir com exclusividade no Fantástico. Sem querer, um palmeirense revelou no programa Debate Bola, apresentado por Milton Neves.



Pataquada de Vitonez às 15h01
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Tudo e nada, nada é tudo

Um amigo que muitos freqüentadores deste blog conhecem pediu-me que escrevesse um texto pela situação que passou nos últimos tempos e que teve seu término na terça. Como acompanhei e fui testemunha de diversas situações, me senti à vontade para expor o que ele sentia.

 

Fazia tempo que não escrevia uma coisa dessas. Lá vai.

 

ERA SÁBADO, noite, tempo ameno, rua curva em ladeira, dois anos menos alguns meses atrás. Uma casa de portão que não liberava a vista dos que comemoravam sem razão em uma festa à fantasia em que as vestes eram motivo menor. No carro dos amigos, uma desconhecida. Conheceu-a, e a química, pura, rolou de imediato.

 

Dali em diante, suas vidas seriam diferentes. Não para sempre. Esse negócio de para sempre é de adolescente deslumbrado e ingênuo que acha que encontrou o amor perfeito, que tem dias intensos, que não sabe que a mudança é a tônica da existência. Mas eram adolescentes que tinham certeza de que se amariam pela eternidade e fizeram juras tão logo começaram a ter um contato de dias intensos.

 

Vieram os finais de semana, as celebrações e a sensação da dupla ideal. Ele começou a freqüentar a casa dela, que só retribuiu a visita em duas oportunidades. Conheceu a família e, por sua personalidade, logo fez-se querido, ainda que o pai dela tivesse como lema a sisudez. O local onde ela vivia virou ponto de encontro. Ponto de partida para o crescimento de sentimentos e aumento de todas as expectativas de laços até a morte.

 

Foi noutra festa, agora de formatura, que surgiu o primeiro beijo. Durou menos de um segundo. O encosto de lábio, ele e ela, surpresos, afetados pelo álcool. Ela revelou-lhe que era a melhor pessoa que poderia ter conhecido. Lisonjeado, deu-lha um abraço caloroso. E passou a alimentar a esperança de que, usando da racionalidade, a amizade poderia, enfim, virar amor em si.

 

Talvez tenha sido o grande erro.

 

Não passaram o réveillon juntos. Mas toda a ebulição do íntimo guardada não permitiu que deixasse de pensar nela. Fez do celular um companheiro inseparável e mandou às favas o dinheiro que definitivamente desembolsaria por aquele sem número de ligações. Uma vez encontrou-a pela internet. Foi brincar e a magoou. E mulher sentida é capaz de tudo. Revoltou-se e desdenhou pela primeira vez do seu então companheiro ad eternum.

 

Demorou uns dez dias até que o perdão viesse, e dirá o mais beato que só Deus quem perdoa. Ainda assim, ele já começava a sentir nela uma certa diferença. Esperava revê-la em breve; ela se desmanchava em desculpas. Se começava uma conversa via MSN, sabia que logo mais viria um “já venho” que lhe deixaria no vácuo. Para agradar, soube que ela havia passado na faculdade, contou a seus pais, que lhe deram a notícia. A felicidade momentânea, a impressão de que tudo voltaria aos primórdios e a constatação de um novo engano.

 

Ela foi para o interior, e por duas vezes lá foi ele. Conheceu tanta gente que lá esteve mais em contato com os demais. Resultado do desprezo dela. Convidou e não fazia questão sequer de fazer-lhe um agrado. Ele comentou com ela; ela disse que era bobeira, típica frase feminina quando há alguma coisa que não quer contar.

 

A averiguação da indiferença dela enfim surgiu. No dia do aniversário dele. Não sei por que trato você assim, não tenho razão, gosto tanto de você, ela insistiu, ainda que mal tivesse a consideração de visitá-lo para um abraço forte ou um beijo sem compromisso. Tudo, como sempre, por meio do computador.



Um amigo que muitos freqüentadores deste blog conhecem pediu-me que escrevesse um texto pela situação que passou nos últimos tempos e que teve seu término na terça. Como acompanhei e fui testemunha de diversas situações, me senti à vontade para expor o que ele sentia.

 

Fazia tempo que não escrevia uma coisa dessas. Lá vai.

 

ERA SÁBADO, noite, tempo ameno, rua curva em ladeira, dois anos menos alguns meses atrás. Uma casa de portão que não liberava a vista dos que comemoravam sem razão em uma festa à fantasia em que as vestes eram motivo menor. No carro dos amigos, uma desconhecida. Conheceu-a, e a química, pura, rolou de imediato.

 

Dali em diante, suas vidas seriam diferentes. Não para sempre. Esse negócio de para sempre é de adolescente deslumbrado e ingênuo que acha que encontrou o amor perfeito, que tem dias intensos, que não sabe que a mudança é a tônica da existência. Mas eram adolescentes que tinham certeza de que se amariam pela eternidade e fizeram juras tão logo começaram a ter um contato de dias intensos.

 

Vieram os finais de semana, as celebrações e a sensação da dupla ideal. Ele começou a freqüentar a casa dela, que só retribuiu a visita em duas oportunidades. Conheceu a família e, por sua personalidade, logo fez-se querido, ainda que o pai dela tivesse como lema a sisudez. O local onde ela vivia virou ponto de encontro. Ponto de partida para o crescimento de sentimentos e aumento de todas as expectativas de laços até a morte.

 

Foi noutra festa, agora de formatura, que surgiu o primeiro beijo. Durou menos de um segundo. O encosto de lábio, ele e ela, surpresos, afetados pelo álcool. Ela revelou-lhe que era a melhor pessoa que poderia ter conhecido. Lisonjeado, deu-lha um abraço caloroso. E passou a alimentar a esperança de que, usando da racionalidade, a amizade poderia, enfim, virar amor em si.

 

Talvez tenha sido o grande erro.

 

Não passaram o réveillon juntos. Mas toda a ebulição do íntimo guardada não permitiu que deixasse de pensar nela. Fez do celular um companheiro inseparável e mandou às favas o dinheiro que definitivamente desembolsaria por aquele sem número de ligações. Uma vez encontrou-a pela internet. Foi brincar e a magoou. E mulher sentida é capaz de tudo. Revoltou-se e desdenhou pela primeira vez do seu então companheiro ad eternum.

 

Demorou uns dez dias até que o perdão viesse, e dirá o mais beato que só Deus quem perdoa. Ainda assim, ele já começava a sentir nela uma certa diferença. Esperava revê-la em breve; ela se desmanchava em desculpas. Se começava uma conversa via MSN, sabia que logo mais viria um “já venho” que lhe deixaria no vácuo. Para agradar, soube que ela havia passado na faculdade, contou a seus pais, que lhe deram a notícia. A felicidade momentânea, a impressão de que tudo voltaria aos primórdios e a constatação de um novo engano.

 

Ela foi para o interior, e por duas vezes lá foi ele. Conheceu tanta gente que lá esteve mais em contato com os demais. Resultado do desprezo dela. Convidou e não fazia questão sequer de fazer-lhe um agrado. Ele comentou com ela; ela disse que era bobeira, típica frase feminina quando há alguma coisa que não quer contar.

 

A averiguação da indiferença dela enfim surgiu. No dia do aniversário dele. Não sei por que trato você assim, não tenho razão, gosto tanto de você, ela insistiu, ainda que mal tivesse a consideração de visitá-lo para um abraço forte ou um beijo sem compromisso. Tudo, como sempre, por meio do computador.



Um amigo que muitos freqüentadores deste blog conhecem pediu-me que escrevesse um texto pela situação que passou nos últimos tempos e que teve seu término na terça. Como acompanhei e fui testemunha de diversas situações, me senti à vontade para expor o que ele sentia.

 

Fazia tempo que não escrevia uma coisa dessas. Lá vai.

 

ERA SÁBADO, noite, tempo ameno, rua curva em ladeira, dois anos menos alguns meses atrás. Uma casa de portão que não liberava a vista dos que comemoravam sem razão em uma festa à fantasia em que as vestes eram motivo menor. No carro dos amigos, uma desconhecida. Conheceu-a, e a química, pura, rolou de imediato.

 

Dali em diante, suas vidas seriam diferentes. Não para sempre. Esse negócio de para sempre é de adolescente deslumbrado e ingênuo que acha que encontrou o amor perfeito, que tem dias intensos, que não sabe que a mudança é a tônica da existência. Mas eram adolescentes que tinham certeza de que se amariam pela eternidade e fizeram juras tão logo começaram a ter um contato de dias intensos.

 

Vieram os finais de semana, as celebrações e a sensação da dupla ideal. Ele começou a freqüentar a casa dela, que só retribuiu a visita em duas oportunidades. Conheceu a família e, por sua personalidade, logo fez-se querido, ainda que o pai dela tivesse como lema a sisudez. O local onde ela vivia virou ponto de encontro. Ponto de partida para o crescimento de sentimentos e aumento de todas as expectativas de laços até a morte.

 

Foi noutra festa, agora de formatura, que surgiu o primeiro beijo. Durou menos de um segundo. O encosto de lábio, ele e ela, surpresos, afetados pelo álcool. Ela revelou-lhe que era a melhor pessoa que poderia ter conhecido. Lisonjeado, deu-lha um abraço caloroso. E passou a alimentar a esperança de que, usando da racionalidade, a amizade poderia, enfim, virar amor em si.

 

Talvez tenha sido o grande erro.

 

Não passaram o réveillon juntos. Mas toda a ebulição do íntimo guardada não permitiu que deixasse de pensar nela. Fez do celular um companheiro inseparável e mandou às favas o dinheiro que definitivamente desembolsaria por aquele sem número de ligações. Uma vez encontrou-a pela internet. Foi brincar e a magoou. E mulher sentida é capaz de tudo. Revoltou-se e desdenhou pela primeira vez do seu então companheiro ad eternum.

 

Demorou uns dez dias até que o perdão viesse, e dirá o mais beato que só Deus quem perdoa. Ainda assim, ele já começava a sentir nela uma certa diferença. Esperava revê-la em breve; ela se desmanchava em desculpas. Se começava uma conversa via MSN, sabia que logo mais viria um “já venho” que lhe deixaria no vácuo. Para agradar, soube que ela havia passado na faculdade, contou a seus pais, que lhe deram a notícia. A felicidade momentânea, a impressão de que tudo voltaria aos primórdios e a constatação de um novo engano.

 

Ela foi para o interior, e por duas vezes lá foi ele. Conheceu tanta gente que lá esteve mais em contato com os demais. Resultado do desprezo dela. Convidou e não fazia questão sequer de fazer-lhe um agrado. Ele comentou com ela; ela disse que era bobeira, típica frase feminina quando há alguma coisa que não quer contar.

 

A averiguação da indiferença dela enfim surgiu. No dia do aniversário dele. Não sei por que trato você assim, não tenho razão, gosto tanto de você, ela insistiu, ainda que mal tivesse a consideração de visitá-lo para um abraço forte ou um beijo sem compromisso. Tudo, como sempre, por meio do computador.



Pataquada de Vitonez às 01h16
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Tolo e tonto, começou a deixar o coração de lado. Entendia que havia passado por humilhações que não merecia. Logo a ela, a quem no mínimo tinha dedicado uma atenção nunca d’antes empregada. Discutiu uma vez por ela ter mentido. Duas vezes. Dez vezes. A vida dela, descobriu ele, era um mar de mentiras para que os pais, um pouco repressores, não soubessem de seus atos nem sempre certos.

 

E o tempo, a distância e o orgulho trataram de dar a ele a lição de casa. Ela não se importou, talvez até agradeceu. Viram-se pela última vez no aniversário dela, em que as coisas já eram tão diferentes que comemorar era para ele algo de que não tinha vontade. Mas ele ainda se perguntava o porquê de as coisas terem sido tão cruéis para um par que havia se atado por cordas tão firmes.

 

Ele era ótima pessoa, coitado. Mas uma vez que se enfezasse, o mundo lhe era nada. Aí, sim, ela sentiria o que é desprezo. Só que ela era perita nisso. A ausência lha era conveniente. Dizia que sentia saudade; pura balela. E ele se conformou e admitiu a derrota.

 

Deixou-a de lado por completo. Quase. Diante dos ombros dados dela, ao menos queria uma vantagem para tudo isso. Lembrou-se de que ele havia até comprado um celular para ela. Não lhe custou o olho: de conta e celular, ele dominava. O combinado era que ela pagaria. E foi o levando no bico enquanto seu bico já era de outro havia algum tempo.

 

Nos últimos tempos, tentou contato via celular. Ela, como se tornava praxe, ignorou-o. Usou do dito das três tentativas até mudar de atitude. Na semana passada, ligou para casa dos pais sabendo que lá ela não estava. Não teve coragem de falar à mãe, que atendeu, sobre o caso. Levou em banho-maria, nome da mãe. Foi ontem à noite, então, que contou à veterana o ocorrido. “Paguei a ela um celular, quero meu dinheiro”, não nesses tons. Foi educado, gaguejante, trêmulo. A mãe espantou-se. Nem estava sabendo da história, “ela não me contou”. Ruborizou, ele. Até o pai quis falar. Pediu a conta bancária. E, numa forma de defesa da filha, para sair por cima, pediu de volta uma jaqueta que ele havia pegado num dia de mudança repentina de temperatura e que estava sem agasalho.

 

Ele foi cínico. Atacado, foi cínico. Depois de tudo que havia passado, um pouco de cinismo, ainda que com as pessoas erradas. Se não teve o que quis, de fato queria ao menos o bem material que ela não merecia ter. Os pais ligaram para ela, que cinco minutos depois deu um toque no celular dele. Ainda tinha essa: ela não gastava seus créditos com ele, com o celular que ele havia comprado. Um toque. Ele fez que não ouviu. Não atendeu. Sorriu. Cínico.

 

Horas mais tarde, ela o encontrou no computador. Deixou-lhe mensagens. Em tom arrogante, disse que papai iria pagar e que era só. Abraços e tchau. E ele não respondeu.

 

E naquele momento, se sentiu o mínimo pingo de tristeza, aliviou-se pelo fardo que deixara para trás. Do peso que ela havia sido ao longo e do que ela representava: o egoísmo, a mentira, a injustiça, o nada. Ela era tudo, não era nada. E aquele era o fim.

 

E como nunca, um fim para ele era tudo.

 

O nada era tudo.



Tolo e tonto, começou a deixar o coração de lado. Entendia que havia passado por humilhações que não merecia. Logo a ela, a quem no mínimo tinha dedicado uma atenção nunca d’antes empregada. Discutiu uma vez por ela ter mentido. Duas vezes. Dez vezes. A vida dela, descobriu ele, era um mar de mentiras para que os pais, um pouco repressores, não soubessem de seus atos nem sempre certos.

 

E o tempo, a distância e o orgulho trataram de dar a ele a lição de casa. Ela não se importou, talvez até agradeceu. Viram-se pela última vez no aniversário dela, em que as coisas já eram tão diferentes que comemorar era para ele algo de que não tinha vontade. Mas ele ainda se perguntava o porquê de as coisas terem sido tão cruéis para um par que havia se atado por cordas tão firmes.

 

Ele era ótima pessoa, coitado. Mas uma vez que se enfezasse, o mundo lhe era nada. Aí, sim, ela sentiria o que é desprezo. Só que ela era perita nisso. A ausência lha era conveniente. Dizia que sentia saudade; pura balela. E ele se conformou e admitiu a derrota.

 

Deixou-a de lado por completo. Quase. Diante dos ombros dados dela, ao menos queria uma vantagem para tudo isso. Lembrou-se de que ele havia até comprado um celular para ela. Não lhe custou o olho: de conta e celular, ele dominava. O combinado era que ela pagaria. E foi o levando no bico enquanto seu bico já era de outro havia algum tempo.

 

Nos últimos tempos, tentou contato via celular. Ela, como se tornava praxe, ignorou-o. Usou do dito das três tentativas até mudar de atitude. Na semana passada, ligou para casa dos pais sabendo que lá ela não estava. Não teve coragem de falar à mãe, que atendeu, sobre o caso. Levou em banho-maria, nome da mãe. Foi ontem à noite, então, que contou à veterana o ocorrido. “Paguei a ela um celular, quero meu dinheiro”, não nesses tons. Foi educado, gaguejante, trêmulo. A mãe espantou-se. Nem estava sabendo da história, “ela não me contou”. Ruborizou, ele. Até o pai quis falar. Pediu a conta bancária. E, numa forma de defesa da filha, para sair por cima, pediu de volta uma jaqueta que ele havia pegado num dia de mudança repentina de temperatura e que estava sem agasalho.

 

Ele foi cínico. Atacado, foi cínico. Depois de tudo que havia passado, um pouco de cinismo, ainda que com as pessoas erradas. Se não teve o que quis, de fato queria ao menos o bem material que ela não merecia ter. Os pais ligaram para ela, que cinco minutos depois deu um toque no celular dele. Ainda tinha essa: ela não gastava seus créditos com ele, com o celular que ele havia comprado. Um toque. Ele fez que não ouviu. Não atendeu. Sorriu. Cínico.

 

Horas mais tarde, ela o encontrou no computador. Deixou-lhe mensagens. Em tom arrogante, disse que papai iria pagar e que era só. Abraços e tchau. E ele não respondeu.

 

E naquele momento, se sentiu o mínimo pingo de tristeza, aliviou-se pelo fardo que deixara para trás. Do peso que ela havia sido ao longo e do que ela representava: o egoísmo, a mentira, a injustiça, o nada. Ela era tudo, não era nada. E aquele era o fim.

 

E como nunca, um fim para ele era tudo.

 

O nada era tudo.



Tolo e tonto, começou a deixar o coração de lado. Entendia que havia passado por humilhações que não merecia. Logo a ela, a quem no mínimo tinha dedicado uma atenção nunca d’antes empregada. Discutiu uma vez por ela ter mentido. Duas vezes. Dez vezes. A vida dela, descobriu ele, era um mar de mentiras para que os pais, um pouco repressores, não soubessem de seus atos nem sempre certos.

 

E o tempo, a distância e o orgulho trataram de dar a ele a lição de casa. Ela não se importou, talvez até agradeceu. Viram-se pela última vez no aniversário dela, em que as coisas já eram tão diferentes que comemorar era para ele algo de que não tinha vontade. Mas ele ainda se perguntava o porquê de as coisas terem sido tão cruéis para um par que havia se atado por cordas tão firmes.

 

Ele era ótima pessoa, coitado. Mas uma vez que se enfezasse, o mundo lhe era nada. Aí, sim, ela sentiria o que é desprezo. Só que ela era perita nisso. A ausência lha era conveniente. Dizia que sentia saudade; pura balela. E ele se conformou e admitiu a derrota.

 

Deixou-a de lado por completo. Quase. Diante dos ombros dados dela, ao menos queria uma vantagem para tudo isso. Lembrou-se de que ele havia até comprado um celular para ela. Não lhe custou o olho: de conta e celular, ele dominava. O combinado era que ela pagaria. E foi o levando no bico enquanto seu bico já era de outro havia algum tempo.

 

Nos últimos tempos, tentou contato via celular. Ela, como se tornava praxe, ignorou-o. Usou do dito das três tentativas até mudar de atitude. Na semana passada, ligou para casa dos pais sabendo que lá ela não estava. Não teve coragem de falar à mãe, que atendeu, sobre o caso. Levou em banho-maria, nome da mãe. Foi ontem à noite, então, que contou à veterana o ocorrido. “Paguei a ela um celular, quero meu dinheiro”, não nesses tons. Foi educado, gaguejante, trêmulo. A mãe espantou-se. Nem estava sabendo da história, “ela não me contou”. Ruborizou, ele. Até o pai quis falar. Pediu a conta bancária. E, numa forma de defesa da filha, para sair por cima, pediu de volta uma jaqueta que ele havia pegado num dia de mudança repentina de temperatura e que estava sem agasalho.

 

Ele foi cínico. Atacado, foi cínico. Depois de tudo que havia passado, um pouco de cinismo, ainda que com as pessoas erradas. Se não teve o que quis, de fato queria ao menos o bem material que ela não merecia ter. Os pais ligaram para ela, que cinco minutos depois deu um toque no celular dele. Ainda tinha essa: ela não gastava seus créditos com ele, com o celular que ele havia comprado. Um toque. Ele fez que não ouviu. Não atendeu. Sorriu. Cínico.

 

Horas mais tarde, ela o encontrou no computador. Deixou-lhe mensagens. Em tom arrogante, disse que papai iria pagar e que era só. Abraços e tchau. E ele não respondeu.

 

E naquele momento, se sentiu o mínimo pingo de tristeza, aliviou-se pelo fardo que deixara para trás. Do peso que ela havia sido ao longo e do que ela representava: o egoísmo, a mentira, a injustiça, o nada. Ela era tudo, não era nada. E aquele era o fim.

 

E como nunca, um fim para ele era tudo.

 

O nada era tudo.



Pataquada de Vitonez às 01h12
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Rádio GP audiência

E com quase dois meses de programa, vamos aos dados da Rádio GP:

Quase 22 mil ouvintes de 48 países. A lista do top-10, na ordem: Brasil (líder da América do Sul), EUA (da América do Norte), Japão (da Ásia), Portugal (da Europa), Reino Unido, Espanha, Alemanha, Canadá, França e Austrália (da Oceania). O primeiro centro-americano é o Panamá, 16º no geral e o africano de destaque é Angola, 26º no geral. A Dinamarca está em 29º.

As cinco últimas adesões: Cabo Verde, Bielo-rússia, Hungria, Finlândia e Cingapura.

Em termos nacionais, de estados, apenas Roraima e Amapá não figuram na lista. Tocantins e Acre, sim, em bem menor escala que o antepenúltimo, Rondônia. O primeiro é São Paulo (comandando o Sudeste), seguido de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná (Sul), Distrito Federal (Centro-Oeste), Santa Catarina, Bahia (Nordeste), Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás.

Cidades: São Paulo figura soberana, Rio de Janeiro vem em segundo e Curitiba está em terceiro, seguida bem de perto por Brasília e Belo Horizonte. Depois: Salvador, Brasília, Recife, Porto Alegre e Campinas. Vamos até os 20 primeiros com Florianópolis, Santo André, Natal, Fortaleza, Blumenau, São Caetano do Sul, Goiânia, Santos, Cotia e Cascavel. As de nome curioso ou destino desconhecido: Ilhota, Rajadinha, Monte Mor, Penha de França, Xaxim, Almirante Tamandaré, Porto do Engenho da Pedra, Xapetuba, Rio do Júlio, Jucu, Macaco (!!!), Seringal Setenta, Caaporã, Telêmaco Borba, Neise Central, Dedo Grosso (ui!), Bayeux (française?), Sulacap, Massiambu Pequeno, Cocotá, Heliodora Gomes (onde FG nasceu), Baixa (não, é essa!), Teutônia (von Deutschland), Barão de Geraldo, Bengalas (vizinha de Dedo Grosso e Massiambu Pequeno), Warnow (hã?) e Montenegro (depois da separação com a Sérvia). 



E com quase dois meses de programa, vamos aos dados da Rádio GP:

Quase 22 mil ouvintes de 48 países. A lista do top-10, na ordem: Brasil (líder da América do Sul), EUA (da América do Norte), Japão (da Ásia), Portugal (da Europa), Reino Unido, Espanha, Alemanha, Canadá, França e Austrália (da Oceania). O primeiro centro-americano é o Panamá, 16º no geral e o africano de destaque é Angola, 26º no geral. A Dinamarca está em 29º.

As cinco últimas adesões: Cabo Verde, Bielo-rússia, Hungria, Finlândia e Cingapura.

Em termos nacionais, de estados, apenas Roraima e Amapá não figuram na lista. Tocantins e Acre, sim, em bem menor escala que o antepenúltimo, Rondônia. O primeiro é São Paulo (comandando o Sudeste), seguido de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná (Sul), Distrito Federal (Centro-Oeste), Santa Catarina, Bahia (Nordeste), Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás.

Cidades: São Paulo figura soberana, Rio de Janeiro vem em segundo e Curitiba está em terceiro, seguida bem de perto por Brasília e Belo Horizonte. Depois: Salvador, Brasília, Recife, Porto Alegre e Campinas. Vamos até os 20 primeiros com Florianópolis, Santo André, Natal, Fortaleza, Blumenau, São Caetano do Sul, Goiânia, Santos, Cotia e Cascavel. As de nome curioso ou destino desconhecido: Ilhota, Rajadinha, Monte Mor, Penha de França, Xaxim, Almirante Tamandaré, Porto do Engenho da Pedra, Xapetuba, Rio do Júlio, Jucu, Macaco (!!!), Seringal Setenta, Caaporã, Telêmaco Borba, Neise Central, Dedo Grosso (ui!), Bayeux (française?), Sulacap, Massiambu Pequeno, Cocotá, Heliodora Gomes (onde FG nasceu), Baixa (não, é essa!), Teutônia (von Deutschland), Barão de Geraldo, Bengalas (vizinha de Dedo Grosso e Massiambu Pequeno), Warnow (hã?) e Montenegro (depois da separação com a Sérvia). 



E com quase dois meses de programa, vamos aos dados da Rádio GP:

Quase 22 mil ouvintes de 48 países. A lista do top-10, na ordem: Brasil (líder da América do Sul), EUA (da América do Norte), Japão (da Ásia), Portugal (da Europa), Reino Unido, Espanha, Alemanha, Canadá, França e Austrália (da Oceania). O primeiro centro-americano é o Panamá, 16º no geral e o africano de destaque é Angola, 26º no geral. A Dinamarca está em 29º.

As cinco últimas adesões: Cabo Verde, Bielo-rússia, Hungria, Finlândia e Cingapura.

Em termos nacionais, de estados, apenas Roraima e Amapá não figuram na lista. Tocantins e Acre, sim, em bem menor escala que o antepenúltimo, Rondônia. O primeiro é São Paulo (comandando o Sudeste), seguido de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná (Sul), Distrito Federal (Centro-Oeste), Santa Catarina, Bahia (Nordeste), Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás.

Cidades: São Paulo figura soberana, Rio de Janeiro vem em segundo e Curitiba está em terceiro, seguida bem de perto por Brasília e Belo Horizonte. Depois: Salvador, Brasília, Recife, Porto Alegre e Campinas. Vamos até os 20 primeiros com Florianópolis, Santo André, Natal, Fortaleza, Blumenau, São Caetano do Sul, Goiânia, Santos, Cotia e Cascavel. As de nome curioso ou destino desconhecido: Ilhota, Rajadinha, Monte Mor, Penha de França, Xaxim, Almirante Tamandaré, Porto do Engenho da Pedra, Xapetuba, Rio do Júlio, Jucu, Macaco (!!!), Seringal Setenta, Caaporã, Telêmaco Borba, Neise Central, Dedo Grosso (ui!), Bayeux (française?), Sulacap, Massiambu Pequeno, Cocotá, Heliodora Gomes (onde FG nasceu), Baixa (não, é essa!), Teutônia (von Deutschland), Barão de Geraldo, Bengalas (vizinha de Dedo Grosso e Massiambu Pequeno), Warnow (hã?) e Montenegro (depois da separação com a Sérvia). 



Pataquada de Vitonez às 12h58
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Obituário

Tio Duvaldo morreu.

Da extensa família de meu pai, é o primeiro a ir-se. Foi por méritos próprios.

Entregou-se ao álcool e nunca foi de trabalhar. Internaram-no em uma clínica de reabilitação, voltou em tese sem vontade de beber e foi comemorar. Com uma pinguinha.

Outro dia, o telefone toca 5 e meia da manhã. Era ele. Falou duas palavras e desligou.

Horas mais tarde, apareceu em casa para vender não sei o quê. Diante do não de meu pai, pediu grana na caruda.

Foi, enfim, um suicídio lento. Que aprenda a viver melhor do outro lado.



Tio Duvaldo morreu.

Da extensa família de meu pai, é o primeiro a ir-se. Foi por méritos próprios.

Entregou-se ao álcool e nunca foi de trabalhar. Internaram-no em uma clínica de reabilitação, voltou em tese sem vontade de beber e foi comemorar. Com uma pinguinha.

Outro dia, o telefone toca 5 e meia da manhã. Era ele. Falou duas palavras e desligou.

Horas mais tarde, apareceu em casa para vender não sei o quê. Diante do não de meu pai, pediu grana na caruda.

Foi, enfim, um suicídio lento. Que aprenda a viver melhor do outro lado.



Tio Duvaldo morreu.

Da extensa família de meu pai, é o primeiro a ir-se. Foi por méritos próprios.

Entregou-se ao álcool e nunca foi de trabalhar. Internaram-no em uma clínica de reabilitação, voltou em tese sem vontade de beber e foi comemorar. Com uma pinguinha.

Outro dia, o telefone toca 5 e meia da manhã. Era ele. Falou duas palavras e desligou.

Horas mais tarde, apareceu em casa para vender não sei o quê. Diante do não de meu pai, pediu grana na caruda.

Foi, enfim, um suicídio lento. Que aprenda a viver melhor do outro lado.



Pataquada de Vitonez às 12h41
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Aprendizado para enquetes

É a pergunta que o UOL faz...

Bem interessate. Fico com os olhos até umidecidos por tamanho assassinato ao português... 



Categoria: Defecatório da Imprensa

Aprendizado para enquetes

É a pergunta que o UOL faz...

Bem interessate. Fico com os olhos até umidecidos por tamanho assassinato ao português... 



Categoria: Defecatório da Imprensa

Aprendizado para enquetes

É a pergunta que o UOL faz...

Bem interessate. Fico com os olhos até umidecidos por tamanho assassinato ao português... 



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 01h51
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A bandeirinha pelada e o jogador gay

Diante da discussão que peguei no meio na TV, fui até a internet para saber. E li que um jogador de um grande clube paulistano pretende assumir sua homossexualidade no Fantástico, da RG. Estão em negociações — mais pelo fato de o clube e assessores acharem que isso vai pegar mal.

Paralelo e concomitante a isso tem Ana Paula de Oliveira, a bandeirinha que vai expor seu corpo desnudo nas páginas calientes da Playboy. Afastada pelos comandantes da arbitragem das séries principais do futebol brasileiro, aceitou o convite e já fez as fotos. E tem sido execrada. Parece que até a Fifa pretende tirá-la de seu quadro.

Vivemos ainda cercados por gente do tempo colonial, sem cultura e educação, retrógrada e atrasada. Mal comparando, Ana Paula e o jogador, que provavelmente é do São Paulo e muita gente já sabe de quem se trata, sofrerão como a lei que impõe aos árabes que roubam o corte das mãos ou a pena capital por um delito mais grave. Qualquer atitude que tiverem daqui para frente será mínima diante de quem são, a prostituta que aproveitou seus 15 minutos e o viado rebelde num meio de machos.

O Brasil infelizmente é assolado por gente que requer que todos fechem a boca. Não se entra mosquito e não se tem problemas.



Diante da discussão que peguei no meio na TV, fui até a internet para saber. E li que um jogador de um grande clube paulistano pretende assumir sua homossexualidade no Fantástico, da RG. Estão em negociações — mais pelo fato de o clube e assessores acharem que isso vai pegar mal.

Paralelo e concomitante a isso tem Ana Paula de Oliveira, a bandeirinha que vai expor seu corpo desnudo nas páginas calientes da Playboy. Afastada pelos comandantes da arbitragem das séries principais do futebol brasileiro, aceitou o convite e já fez as fotos. E tem sido execrada. Parece que até a Fifa pretende tirá-la de seu quadro.

Vivemos ainda cercados por gente do tempo colonial, sem cultura e educação, retrógrada e atrasada. Mal comparando, Ana Paula e o jogador, que provavelmente é do São Paulo e muita gente já sabe de quem se trata, sofrerão como a lei que impõe aos árabes que roubam o corte das mãos ou a pena capital por um delito mais grave. Qualquer atitude que tiverem daqui para frente será mínima diante de quem são, a prostituta que aproveitou seus 15 minutos e o viado rebelde num meio de machos.

O Brasil infelizmente é assolado por gente que requer que todos fechem a boca. Não se entra mosquito e não se tem problemas.



Diante da discussão que peguei no meio na TV, fui até a internet para saber. E li que um jogador de um grande clube paulistano pretende assumir sua homossexualidade no Fantástico, da RG. Estão em negociações — mais pelo fato de o clube e assessores acharem que isso vai pegar mal.

Paralelo e concomitante a isso tem Ana Paula de Oliveira, a bandeirinha que vai expor seu corpo desnudo nas páginas calientes da Playboy. Afastada pelos comandantes da arbitragem das séries principais do futebol brasileiro, aceitou o convite e já fez as fotos. E tem sido execrada. Parece que até a Fifa pretende tirá-la de seu quadro.

Vivemos ainda cercados por gente do tempo colonial, sem cultura e educação, retrógrada e atrasada. Mal comparando, Ana Paula e o jogador, que provavelmente é do São Paulo e muita gente já sabe de quem se trata, sofrerão como a lei que impõe aos árabes que roubam o corte das mãos ou a pena capital por um delito mais grave. Qualquer atitude que tiverem daqui para frente será mínima diante de quem são, a prostituta que aproveitou seus 15 minutos e o viado rebelde num meio de machos.

O Brasil infelizmente é assolado por gente que requer que todos fechem a boca. Não se entra mosquito e não se tem problemas.



Pataquada de Vitonez às 19h23
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Um café suave

Recebi um e-mail me convidando para assistir à estréia do Brasil na Copa América num lugar "especial".

"Venha se divertir num local de alto nível", dizia o informe.

Pena que não poderei ir ao Café Photo na quarta...



Recebi um e-mail me convidando para assistir à estréia do Brasil na Copa América num lugar "especial".

"Venha se divertir num local de alto nível", dizia o informe.

Pena que não poderei ir ao Café Photo na quarta...



Recebi um e-mail me convidando para assistir à estréia do Brasil na Copa América num lugar "especial".

"Venha se divertir num local de alto nível", dizia o informe.

Pena que não poderei ir ao Café Photo na quarta...



Pataquada de Vitonez às 17h34
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Montoya vence na Nascar

AP

A Connie continua ótima...



AP

A Connie continua ótima...



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A Connie continua ótima...



Pataquada de Vitonez às 11h24
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Era uma vez um Playcenter

Na folga de sábado, um passeio incomum. O Playcenter.

Playcenter que era o sonho de todo garoto, ao menos aqui de São Paulo. Que chegava para os pais e pedia um dinheiro para ir com os colegas na excursão da escola. Que era o máximo da alegria quando se estava no barco Viking e começava a cantoria do "bota pra subir/essa galera não tem medo de cair".

Hoje o Playcenter é um resquício de parque, com menos brinquedos, menos gente, menos alegria. Não tem mais o teleférico, não fecha mais às 20h, não tem La Bamba funcionando e o Splash não é mais Splash. Agora, tem um ponto para música eletrônica gospel, as mesmas filas e som dos anos 90 para animar enquanto se espera a vez para ir ao brinquedo.

No banheiro, ouvi um funcionário se queixar que "não agüento mais" e, logo mudando de assunto, disse que havia 6 mil pessoas. Creio que não. Quase certeza que não.

Esses tempos modernos mudaram a visão das coisas. Os moleques preferem mais jogar Playstation, Counter Strike, Tíbia e baboseiras on-line.

Mas como disse abaixo, tudo tem um porquê. O Playcenter perdeu sua função, a de divertir.



Na folga de sábado, um passeio incomum. O Playcenter.

Playcenter que era o sonho de todo garoto, ao menos aqui de São Paulo. Que chegava para os pais e pedia um dinheiro para ir com os colegas na excursão da escola. Que era o máximo da alegria quando se estava no barco Viking e começava a cantoria do "bota pra subir/essa galera não tem medo de cair".

Hoje o Playcenter é um resquício de parque, com menos brinquedos, menos gente, menos alegria. Não tem mais o teleférico, não fecha mais às 20h, não tem La Bamba funcionando e o Splash não é mais Splash. Agora, tem um ponto para música eletrônica gospel, as mesmas filas e som dos anos 90 para animar enquanto se espera a vez para ir ao brinquedo.

No banheiro, ouvi um funcionário se queixar que "não agüento mais" e, logo mudando de assunto, disse que havia 6 mil pessoas. Creio que não. Quase certeza que não.

Esses tempos modernos mudaram a visão das coisas. Os moleques preferem mais jogar Playstation, Counter Strike, Tíbia e baboseiras on-line.

Mas como disse abaixo, tudo tem um porquê. O Playcenter perdeu sua função, a de divertir.



Na folga de sábado, um passeio incomum. O Playcenter.

Playcenter que era o sonho de todo garoto, ao menos aqui de São Paulo. Que chegava para os pais e pedia um dinheiro para ir com os colegas na excursão da escola. Que era o máximo da alegria quando se estava no barco Viking e começava a cantoria do "bota pra subir/essa galera não tem medo de cair".

Hoje o Playcenter é um resquício de parque, com menos brinquedos, menos gente, menos alegria. Não tem mais o teleférico, não fecha mais às 20h, não tem La Bamba funcionando e o Splash não é mais Splash. Agora, tem um ponto para música eletrônica gospel, as mesmas filas e som dos anos 90 para animar enquanto se espera a vez para ir ao brinquedo.

No banheiro, ouvi um funcionário se queixar que "não agüento mais" e, logo mudando de assunto, disse que havia 6 mil pessoas. Creio que não. Quase certeza que não.

Esses tempos modernos mudaram a visão das coisas. Os moleques preferem mais jogar Playstation, Counter Strike, Tíbia e baboseiras on-line.

Mas como disse abaixo, tudo tem um porquê. O Playcenter perdeu sua função, a de divertir.



Pataquada de Vitonez às 16h44
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Tudo tem um porquê

A maioria dos internautas deste blog, imagino, não deve acompanhar aqueles ótimos programas vespertinos com os quais a TV brasileira nos brinda. Mas se alguém na rua se apresentasse como pesquisador de uma empresa X e perguntasse de bate-pronto quem é melhor, Claudete Troiano ou Márcia Goldschmidt, aposto um saquinho de jujuba que a maioria optaria pela primeira.

Recentemente, Claudete esteve mais na mídia mais por conta de sua filha, presa por porte de drogas, do que por sua atração na Bandeirantes. Depois, teve seu contrato rescindido. Pelo que soube, reclamou ao vivo em sua última aparição e até foi cortada. Uma semana depois, aparecia Márcia, na "estréia", no único tipo de "programa" que "sabe fazer", o de barracos em tempo real e lavagem de roupa imunda. Creio, foi a 54ª vez que a sra. Goldschmidt voltou com este tipo de "atração".

Aliás, não é sra. Goldschmidt. Hoje, nos jornais, ela assumiu seu romance. Algo do tipo: "Márcia está com Marcelo Parada e diz viver um romance intenso". Marcelo Parada, explico, é vice-presidente do grupo bandeirantino.

Ah, tá...



A maioria dos internautas deste blog, imagino, não deve acompanhar aqueles ótimos programas vespertinos com os quais a TV brasileira nos brinda. Mas se alguém na rua se apresentasse como pesquisador de uma empresa X e perguntasse de bate-pronto quem é melhor, Claudete Troiano ou Márcia Goldschmidt, aposto um saquinho de jujuba que a maioria optaria pela primeira.

Recentemente, Claudete esteve mais na mídia mais por conta de sua filha, presa por porte de drogas, do que por sua atração na Bandeirantes. Depois, teve seu contrato rescindido. Pelo que soube, reclamou ao vivo em sua última aparição e até foi cortada. Uma semana depois, aparecia Márcia, na "estréia", no único tipo de "programa" que "sabe fazer", o de barracos em tempo real e lavagem de roupa imunda. Creio, foi a 54ª vez que a sra. Goldschmidt voltou com este tipo de "atração".

Aliás, não é sra. Goldschmidt. Hoje, nos jornais, ela assumiu seu romance. Algo do tipo: "Márcia está com Marcelo Parada e diz viver um romance intenso". Marcelo Parada, explico, é vice-presidente do grupo bandeirantino.

Ah, tá...



A maioria dos internautas deste blog, imagino, não deve acompanhar aqueles ótimos programas vespertinos com os quais a TV brasileira nos brinda. Mas se alguém na rua se apresentasse como pesquisador de uma empresa X e perguntasse de bate-pronto quem é melhor, Claudete Troiano ou Márcia Goldschmidt, aposto um saquinho de jujuba que a maioria optaria pela primeira.

Recentemente, Claudete esteve mais na mídia mais por conta de sua filha, presa por porte de drogas, do que por sua atração na Bandeirantes. Depois, teve seu contrato rescindido. Pelo que soube, reclamou ao vivo em sua última aparição e até foi cortada. Uma semana depois, aparecia Márcia, na "estréia", no único tipo de "programa" que "sabe fazer", o de barracos em tempo real e lavagem de roupa imunda. Creio, foi a 54ª vez que a sra. Goldschmidt voltou com este tipo de "atração".

Aliás, não é sra. Goldschmidt. Hoje, nos jornais, ela assumiu seu romance. Algo do tipo: "Márcia está com Marcelo Parada e diz viver um romance intenso". Marcelo Parada, explico, é vice-presidente do grupo bandeirantino.

Ah, tá...



Pataquada de Vitonez às 14h35
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A fonte que jorra descrédito

aduaneirossemfronteiras.orgAgradeço ao site da Stock Car, que usou minha reportagem para saber que Caio Travaglini, nosso xodó de bebida, quebrou o pé em acidente na última sexta-feira no segundo treino da Light em Interlagos.

Como disse a Graminho e Letícia Galvão Bueno, que cuidam da página stockística, "vou processar o site e os responsáveis, acionarei meu advogado, Dr. Scaglione, e peço os RGs e CPFs dos senhores para ingressar a ação".

Deram sem a fonte.

Aliás, já discuti isso aqui. Estava também a falar com Ivan Capelli sobre a questão do crédito. Não entendemos qual é o problema de se ressaltar o trabalho de um concorrente quando bem feito ou utilizado por outrem. O blog dele, sensacional, serve para a RG e seus funcionários, como bem sabem, tanto no vídeo quanto na imprensa escrita e virtual. Tem servido até demais. Quando confrontados, dizem se tratar "de mera coincidência". Como se fora uma novela das oito que passa às nove.

Tive aula de Ética em Jornalismo na faculdade, ainda que não tenha passado bons tempos naqueles quatro anos acadêmicos. Das aulas de Anderson Fazoli, hoje coordenador do curso. Dos erros que cometi em ter feito uma reportagem investigativa e não ter ouvido o outro lado. Ainda que eu não seja muito certo em um milhar de coisas, trato meu trabalho com integridade. Já ganhei elogio de gente muito renomada na própria profissão e tenho orgulho disso, ainda que pareça ser pouco aos olhos de quem não está por dentro da situação ou da própria profissão.

E quando Antonio Carvalho, ótimo radialista da Rádio Bandeirantes, insiste que a gente é psicomentalmente infantil para tudo, eu aplaudo.



aduaneirossemfronteiras.orgAgradeço ao site da Stock Car, que usou minha reportagem para saber que Caio Travaglini, nosso xodó de bebida, quebrou o pé em acidente na última sexta-feira no segundo treino da Light em Interlagos.

Como disse a Graminho e Letícia Galvão Bueno, que cuidam da página stockística, "vou processar o site e os responsáveis, acionarei meu advogado, Dr. Scaglione, e peço os RGs e CPFs dos senhores para ingressar a ação".

Deram sem a fonte.

Aliás, já discuti isso aqui. Estava também a falar com Ivan Capelli sobre a questão do crédito. Não entendemos qual é o problema de se ressaltar o trabalho de um concorrente quando bem feito ou utilizado por outrem. O blog dele, sensacional, serve para a RG e seus funcionários, como bem sabem, tanto no vídeo quanto na imprensa escrita e virtual. Tem servido até demais. Quando confrontados, dizem se tratar "de mera coincidência". Como se fora uma novela das oito que passa às nove.

Tive aula de Ética em Jornalismo na faculdade, ainda que não tenha passado bons tempos naqueles quatro anos acadêmicos. Das aulas de Anderson Fazoli, hoje coordenador do curso. Dos erros que cometi em ter feito uma reportagem investigativa e não ter ouvido o outro lado. Ainda que eu não seja muito certo em um milhar de coisas, trato meu trabalho com integridade. Já ganhei elogio de gente muito renomada na própria profissão e tenho orgulho disso, ainda que pareça ser pouco aos olhos de quem não está por dentro da situação ou da própria profissão.

E quando Antonio Carvalho, ótimo radialista da Rádio Bandeirantes, insiste que a gente é psicomentalmente infantil para tudo, eu aplaudo.



aduaneirossemfronteiras.orgAgradeço ao site da Stock Car, que usou minha reportagem para saber que Caio Travaglini, nosso xodó de bebida, quebrou o pé em acidente na última sexta-feira no segundo treino da Light em Interlagos.

Como disse a Graminho e Letícia Galvão Bueno, que cuidam da página stockística, "vou processar o site e os responsáveis, acionarei meu advogado, Dr. Scaglione, e peço os RGs e CPFs dos senhores para ingressar a ação".

Deram sem a fonte.

Aliás, já discuti isso aqui. Estava também a falar com Ivan Capelli sobre a questão do crédito. Não entendemos qual é o problema de se ressaltar o trabalho de um concorrente quando bem feito ou utilizado por outrem. O blog dele, sensacional, serve para a RG e seus funcionários, como bem sabem, tanto no vídeo quanto na imprensa escrita e virtual. Tem servido até demais. Quando confrontados, dizem se tratar "de mera coincidência". Como se fora uma novela das oito que passa às nove.

Tive aula de Ética em Jornalismo na faculdade, ainda que não tenha passado bons tempos naqueles quatro anos acadêmicos. Das aulas de Anderson Fazoli, hoje coordenador do curso. Dos erros que cometi em ter feito uma reportagem investigativa e não ter ouvido o outro lado. Ainda que eu não seja muito certo em um milhar de coisas, trato meu trabalho com integridade. Já ganhei elogio de gente muito renomada na própria profissão e tenho orgulho disso, ainda que pareça ser pouco aos olhos de quem não está por dentro da situação ou da própria profissão.

E quando Antonio Carvalho, ótimo radialista da Rádio Bandeirantes, insiste que a gente é psicomentalmente infantil para tudo, eu aplaudo.



Pataquada de Vitonez às 13h26
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Red Bulletin Stock Car

Recebi na última quarta e esqueci de postar.

Cassio Cortes, assessor e head-office da Red Bull, mandou o link para quem interessar possa do download do "Red Bulletin" da Stock Car. "Na edição inaugural, com 16 páginas, destaque para uma entrevista reveladora com Cacá Bueno (em que o atual campeão da Stock admite ter medo do escuro), um jantar romântico inesperado e outras surpresas dos bastidores da Stock na seção Garage, além das imagens mais comprometedoras da 'Muvuca Paulistana' em Interlagos", fala o gaúcho-norte-americano.

Vale a pena ler a edição primeira. Assim sendo, no se lo pierda y clique aqui para obtê-lo.



Recebi na última quarta e esqueci de postar.

Cassio Cortes, assessor e head-office da Red Bull, mandou o link para quem interessar possa do download do "Red Bulletin" da Stock Car. "Na edição inaugural, com 16 páginas, destaque para uma entrevista reveladora com Cacá Bueno (em que o atual campeão da Stock admite ter medo do escuro), um jantar romântico inesperado e outras surpresas dos bastidores da Stock na seção Garage, além das imagens mais comprometedoras da 'Muvuca Paulistana' em Interlagos", fala o gaúcho-norte-americano.

Vale a pena ler a edição primeira. Assim sendo, no se lo pierda y clique aqui para obtê-lo.



Recebi na última quarta e esqueci de postar.

Cassio Cortes, assessor e head-office da Red Bull, mandou o link para quem interessar possa do download do "Red Bulletin" da Stock Car. "Na edição inaugural, com 16 páginas, destaque para uma entrevista reveladora com Cacá Bueno (em que o atual campeão da Stock admite ter medo do escuro), um jantar romântico inesperado e outras surpresas dos bastidores da Stock na seção Garage, além das imagens mais comprometedoras da 'Muvuca Paulistana' em Interlagos", fala o gaúcho-norte-americano.

Vale a pena ler a edição primeira. Assim sendo, no se lo pierda y clique aqui para obtê-lo.



Pataquada de Vitonez às 23h42
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Maldade, palavra triste...

Chamada do "UOL" na tarde desta quinta, do ex-Ernesto Varela sobre o Grêmio:



Chamada do "UOL" na tarde desta quinta, do ex-Ernesto Varela sobre o Grêmio:



Chamada do "UOL" na tarde desta quinta, do ex-Ernesto Varela sobre o Grêmio:



Pataquada de Vitonez às 15h58
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Jogo das pistas

O Comunicador e o Portal (6)

A pedidos, mais informações sobre o caso.

O contrato já foi discutido e é bem provável que seja assinado em breve. "A demora se deve um pouco à desorganização por parte do portal", comentou-me uma pessoa ligada ao caso. "Mas é certeza que ele estará lá", completou.

O que tenho percebido é que tal comunicador não menciona mais, mesmo, seu atual portal. E já que vão pedir uma dica, eu aponto: sete.

Sete?, perguntar-se-ão.

Sim, sete. Mas não sete ou sept. Complicou? Boa.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas

Jogo das pistas

O Comunicador e o Portal (6)

A pedidos, mais informações sobre o caso.

O contrato já foi discutido e é bem provável que seja assinado em breve. "A demora se deve um pouco à desorganização por parte do portal", comentou-me uma pessoa ligada ao caso. "Mas é certeza que ele estará lá", completou.

O que tenho percebido é que tal comunicador não menciona mais, mesmo, seu atual portal. E já que vão pedir uma dica, eu aponto: sete.

Sete?, perguntar-se-ão.

Sim, sete. Mas não sete ou sept. Complicou? Boa.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas

Jogo das pistas

O Comunicador e o Portal (6)

A pedidos, mais informações sobre o caso.

O contrato já foi discutido e é bem provável que seja assinado em breve. "A demora se deve um pouco à desorganização por parte do portal", comentou-me uma pessoa ligada ao caso. "Mas é certeza que ele estará lá", completou.

O que tenho percebido é que tal comunicador não menciona mais, mesmo, seu atual portal. E já que vão pedir uma dica, eu aponto: sete.

Sete?, perguntar-se-ão.

Sim, sete. Mas não sete ou sept. Complicou? Boa.

E é a mais pura verdade.



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 14h25
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Dando asas e troco

Antes da transmissão voltar "em definitivo" para o GP X, vêm os patrocinadores que compraram suas cotas na emissora que transmite a principal categoria do automobilismo.

Nos 30 segundos finais, espaço para um anunciante extra. Mais ou menos assim:

"Você vai ver agora as equipes Red Bull e a Toro Rosso participarem de mais uma corrida do Campeonato Mundial de F-1. Acompanhem, na RG, narração de GB e comentários de RL e LB". Seria um sonho, não?

Que, informo, quase virou realidade. Principalmente por vontade do dono, o austríaco bilionário Dietrich Mateschitz.



Antes da transmissão voltar "em definitivo" para o GP X, vêm os patrocinadores que compraram suas cotas na emissora que transmite a principal categoria do automobilismo.

Nos 30 segundos finais, espaço para um anunciante extra. Mais ou menos assim:

"Você vai ver agora as equipes Red Bull e a Toro Rosso participarem de mais uma corrida do Campeonato Mundial de F-1. Acompanhem, na RG, narração de GB e comentários de RL e LB". Seria um sonho, não?

Que, informo, quase virou realidade. Principalmente por vontade do dono, o austríaco bilionário Dietrich Mateschitz.



Antes da transmissão voltar "em definitivo" para o GP X, vêm os patrocinadores que compraram suas cotas na emissora que transmite a principal categoria do automobilismo.

Nos 30 segundos finais, espaço para um anunciante extra. Mais ou menos assim:

"Você vai ver agora as equipes Red Bull e a Toro Rosso participarem de mais uma corrida do Campeonato Mundial de F-1. Acompanhem, na RG, narração de GB e comentários de RL e LB". Seria um sonho, não?

Que, informo, quase virou realidade. Principalmente por vontade do dono, o austríaco bilionário Dietrich Mateschitz.



Pataquada de Vitonez às 23h37
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Kimi Raikkonen fora da Ferrari

As pessoas na Alemanha foram às ruas, de Mainz a Nuremberg, e só falam nisso: Kimi Raikkonen pode ser defenestrado da Ferrari.

Tudo porque, tirando a prova da Austrália, onde venceu, o finlandês foi um engodo no resto. Na Malásia, foi passivo; no Bahrein, terminou em terceiro, ofuscado pela vitória de Massa; na Espanha, quebrou e nada fazia até então; em Mônaco, perdeu-se na classificação, estacionou na Rascasse, e achou um ponto por conta das estratégias dos demais; no Canadá, ficou em quinto numa corrida que teve Wurz no pódio e Kovalainen à sua frente; e nos EUA, tinha melhor carro que Felipe e não passou o companheiro.

O "Auto-Bild-Motorsport" informou hoje que a Ferrari já começa a procurar um sucessor para Raikkonen. Duas são as opções, segundo rumores: Fernando Alonso, que tem comido o pão inglês que Hamilton amassou, e Nico Rosberg, co-astro do Mundial e que só não aparece mais porque a Williams impede.

Paralelo a isso, a Toyota vê em Raikkonen uma bela reposição para a vaga de Ralf Schumacher, que, graças!, faz sua última temporada na F-1, se já não fez a última prova em Indianápolis.

Palpite: na Ferrari e na McLaren, como está fica. E a Toyota, desta vez justamente, repetir o ato que teve com Cristiano da Matta três anos atrás.



As pessoas na Alemanha foram às ruas, de Mainz a Nuremberg, e só falam nisso: Kimi Raikkonen pode ser defenestrado da Ferrari.

Tudo porque, tirando a prova da Austrália, onde venceu, o finlandês foi um engodo no resto. Na Malásia, foi passivo; no Bahrein, terminou em terceiro, ofuscado pela vitória de Massa; na Espanha, quebrou e nada fazia até então; em Mônaco, perdeu-se na classificação, estacionou na Rascasse, e achou um ponto por conta das estratégias dos demais; no Canadá, ficou em quinto numa corrida que teve Wurz no pódio e Kovalainen à sua frente; e nos EUA, tinha melhor carro que Felipe e não passou o companheiro.

O "Auto-Bild-Motorsport" informou hoje que a Ferrari já começa a procurar um sucessor para Raikkonen. Duas são as opções, segundo rumores: Fernando Alonso, que tem comido o pão inglês que Hamilton amassou, e Nico Rosberg, co-astro do Mundial e que só não aparece mais porque a Williams impede.

Paralelo a isso, a Toyota vê em Raikkonen uma bela reposição para a vaga de Ralf Schumacher, que, graças!, faz sua última temporada na F-1, se já não fez a última prova em Indianápolis.

Palpite: na Ferrari e na McLaren, como está fica. E a Toyota, desta vez justamente, repetir o ato que teve com Cristiano da Matta três anos atrás.



As pessoas na Alemanha foram às ruas, de Mainz a Nuremberg, e só falam nisso: Kimi Raikkonen pode ser defenestrado da Ferrari.

Tudo porque, tirando a prova da Austrália, onde venceu, o finlandês foi um engodo no resto. Na Malásia, foi passivo; no Bahrein, terminou em terceiro, ofuscado pela vitória de Massa; na Espanha, quebrou e nada fazia até então; em Mônaco, perdeu-se na classificação, estacionou na Rascasse, e achou um ponto por conta das estratégias dos demais; no Canadá, ficou em quinto numa corrida que teve Wurz no pódio e Kovalainen à sua frente; e nos EUA, tinha melhor carro que Felipe e não passou o companheiro.

O "Auto-Bild-Motorsport" informou hoje que a Ferrari já começa a procurar um sucessor para Raikkonen. Duas são as opções, segundo rumores: Fernando Alonso, que tem comido o pão inglês que Hamilton amassou, e Nico Rosberg, co-astro do Mundial e que só não aparece mais porque a Williams impede.

Paralelo a isso, a Toyota vê em Raikkonen uma bela reposição para a vaga de Ralf Schumacher, que, graças!, faz sua última temporada na F-1, se já não fez a última prova em Indianápolis.

Palpite: na Ferrari e na McLaren, como está fica. E a Toyota, desta vez justamente, repetir o ato que teve com Cristiano da Matta três anos atrás.



Pataquada de Vitonez às 12h11
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Perguntar não ofende

Após os nove pontos feitos por Heikki Kovalainen na América, eis que vem a declaração:

Quanto está levando o bicampeão cabo-eleitoral do tricampeão pai-empresário? 



Após os nove pontos feitos por Heikki Kovalainen na América, eis que vem a declaração:

Quanto está levando o bicampeão cabo-eleitoral do tricampeão pai-empresário? 



Após os nove pontos feitos por Heikki Kovalainen na América, eis que vem a declaração:

Quanto está levando o bicampeão cabo-eleitoral do tricampeão pai-empresário? 



Pataquada de Vitonez às 17h01
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Que Jornalismo é esse?

De volta à ativa.

Ontem e hoje, a RG apresentou uma matéria que colocamos no site, feita pelo inenarrável Ivan Capelli. Falava sobre o desempenho de Lewis Hamilton e dos demais grandes pilotos após sete etapas no Mundial F-1.

Nada de anormal. Eles nunca dão crédito para ninguém. O que os outros produzem é lenda, é um vômito. Só o Jornalismo da RG que presta.

Jornalismo que fez de tudo para que o presidente que atualmente comanda o país não ganhasse as eleições do ano passado.

Jornalismo que ainda mantém a tese de que, no acidente aéreo de 1996 em São Paulo, o piloto informou que desviaria a aeronave da escola para evitar uma maior tragédia.

Jornalismo que, ainda na área política, pôs o cara do saco-roxo no Planalto; depois, entrou no clima do impeachment criado por um jornal e adotou-o como seu.

Jornalismo que vejo na sala de imprensa nos autódromos por pessoas que se sentem maiores que a própria RG, que me contam, que leio, que sinto, que deduzo.

O que a RG chama de Jornalismo eu faço todo dia.

Sentado quando estou à privada.

(Ler comentários)



De volta à ativa.

Ontem e hoje, a RG apresentou uma matéria que colocamos no site, feita pelo inenarrável Ivan Capelli. Falava sobre o desempenho de Lewis Hamilton e dos demais grandes pilotos após sete etapas no Mundial F-1.

Nada de anormal. Eles nunca dão crédito para ninguém. O que os outros produzem é lenda, é um vômito. Só o Jornalismo da RG que presta.

Jornalismo que fez de tudo para que o presidente que atualmente comanda o país não ganhasse as eleições do ano passado.

Jornalismo que ainda mantém a tese de que, no acidente aéreo de 1996 em São Paulo, o piloto informou que desviaria a aeronave da escola para evitar uma maior tragédia.

Jornalismo que, ainda na área política, pôs o cara do saco-roxo no Planalto; depois, entrou no clima do impeachment criado por um jornal e adotou-o como seu.

Jornalismo que vejo na sala de imprensa nos autódromos por pessoas que se sentem maiores que a própria RG, que me contam, que leio, que sinto, que deduzo.

O que a RG chama de Jornalismo eu faço todo dia.

Sentado quando estou à privada.

(Ler comentários)



De volta à ativa.

Ontem e hoje, a RG apresentou uma matéria que colocamos no site, feita pelo inenarrável Ivan Capelli. Falava sobre o desempenho de Lewis Hamilton e dos demais grandes pilotos após sete etapas no Mundial F-1.

Nada de anormal. Eles nunca dão crédito para ninguém. O que os outros produzem é lenda, é um vômito. Só o Jornalismo da RG que presta.

Jornalismo que fez de tudo para que o presidente que atualmente comanda o país não ganhasse as eleições do ano passado.

Jornalismo que ainda mantém a tese de que, no acidente aéreo de 1996 em São Paulo, o piloto informou que desviaria a aeronave da escola para evitar uma maior tragédia.

Jornalismo que, ainda na área política, pôs o cara do saco-roxo no Planalto; depois, entrou no clima do impeachment criado por um jornal e adotou-o como seu.

Jornalismo que vejo na sala de imprensa nos autódromos por pessoas que se sentem maiores que a própria RG, que me contam, que leio, que sinto, que deduzo.

O que a RG chama de Jornalismo eu faço todo dia.

Sentado quando estou à privada.

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Pataquada de Vitonez às 13h45
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Interlagos e afins

Esgotado estou, hipérbatos usar eu vou.

1) Antonio Pizzonia é muito simpático, tal. Mas acho que não precisa ser tão agradável para esconder tão bem humorado que foi demitido à la Justus ou Trump.

2) Chegou sexta-feira ao autódromo Vinicius de Paula. Todos não sabem, eu sei. Vinny é um faz-tudo-quase-nada da Officer, ex-gordo, vítima das operações de estômago, que parou no hospital nesta semana com uma perfuração no pulmão. Vida desregrada, Coca-Cola e porcarias, bebidas e fumo excessivo. Abriram-lhe o pulmão, tacaram-lhe o dreno. Saiu quinta, indicaram repouso e lá estava ele nos boxes na sexta. Voz de anêmico, mas disposto. Gente boa, esse cara.

3) Neste quesito, aliás, todos me perguntam. Cito alguns: Duda Pamplona, Juliano Moro, Danilo Dirani, Allam Khodair. Pessoas tranqüilas de se levar um papo. Duda é o carioca, o esperto tímido; Moro é admirador do site, simples, sossgeado; Dirani, como o irmão Dennis, já é dos "brotheres"; e o Khodair é mais pelo "e aí, Martins, beleza?"

4) O sábado de manhã apresentava um sol incipiente e um céu meio azul na zona norte. Bobo e pimpão, deixei minha casa com uma camiseta vermelha, óculos escuro e minhas mochilas. Fui para o autódromo com Anderson Marsili, trajado nas mesmas bases. De repente, o trajeto apresenta o fechamento do tempo, o branco do céu e o chuvisco. E eu havia ouvido e não dado bola para o pessoal que tinha cravado que o clima seria outro. Ao fim e ao cabo, passei frio.

5) Pizzada na casa do Léo Murgel na sexta à noite, com Marsili, Terena, França, Mendonça, Kacelnik, Tigur e esposa. Oitava edição, mas minha segunda presença. Conversas sobre todos os temas, massas redondas variadas. E para beber, no meu caso, água. Gastrite bocó.

6) Os colegas-não-amigos da sala de imprensa estão mais amáveis no fim de semana. O fotógrafo me chama pelo nome, dá abraços, tira fotos minhas... tudo para ver seu nome no site; o segundo, assessor, redimiu-se: pediu desculpas pelos erros do passado à chefia, deixou a antipatia (um pouco) de lado e está mais sociável; o terceiro, não que esteja melhor, mas sentiu um pouco o golpe da saída de seu pedestal na empresa RG e agora começou a ver a "importância" dos profissionais. Comigo, pouco mudou. Mas ainda é um casco-de-cavalo.

7) Jorge Neto na pole, Camilo em segundo, Cacá em terceiro e Daniel Serra em quarto. Palpite: Jorge Neto vence. E acho que Moro e o surpreendente Alan Hellmeister vão espantar ainda mais.



Esgotado estou, hipérbatos usar eu vou.

1) Antonio Pizzonia é muito simpático, tal. Mas acho que não precisa ser tão agradável para esconder tão bem humorado que foi demitido à la Justus ou Trump.

2) Chegou sexta-feira ao autódromo Vinicius de Paula. Todos não sabem, eu sei. Vinny é um faz-tudo-quase-nada da Officer, ex-gordo, vítima das operações de estômago, que parou no hospital nesta semana com uma perfuração no pulmão. Vida desregrada, Coca-Cola e porcarias, bebidas e fumo excessivo. Abriram-lhe o pulmão, tacaram-lhe o dreno. Saiu quinta, indicaram repouso e lá estava ele nos boxes na sexta. Voz de anêmico, mas disposto. Gente boa, esse cara.

3) Neste quesito, aliás, todos me perguntam. Cito alguns: Duda Pamplona, Juliano Moro, Danilo Dirani, Allam Khodair. Pessoas tranqüilas de se levar um papo. Duda é o carioca, o esperto tímido; Moro é admirador do site, simples, sossgeado; Dirani, como o irmão Dennis, já é dos "brotheres"; e o Khodair é mais pelo "e aí, Martins, beleza?"

4) O sábado de manhã apresentava um sol incipiente e um céu meio azul na zona norte. Bobo e pimpão, deixei minha casa com uma camiseta vermelha, óculos escuro e minhas mochilas. Fui para o autódromo com Anderson Marsili, trajado nas mesmas bases. De repente, o trajeto apresenta o fechamento do tempo, o branco do céu e o chuvisco. E eu havia ouvido e não dado bola para o pessoal que tinha cravado que o clima seria outro. Ao fim e ao cabo, passei frio.

5) Pizzada na casa do Léo Murgel na sexta à noite, com Marsili, Terena, França, Mendonça, Kacelnik, Tigur e esposa. Oitava edição, mas minha segunda presença. Conversas sobre todos os temas, massas redondas variadas. E para beber, no meu caso, água. Gastrite bocó.

6) Os colegas-não-amigos da sala de imprensa estão mais amáveis no fim de semana. O fotógrafo me chama pelo nome, dá abraços, tira fotos minhas... tudo para ver seu nome no site; o segundo, assessor, redimiu-se: pediu desculpas pelos erros do passado à chefia, deixou a antipatia (um pouco) de lado e está mais sociável; o terceiro, não que esteja melhor, mas sentiu um pouco o golpe da saída de seu pedestal na empresa RG e agora começou a ver a "importância" dos profissionais. Comigo, pouco mudou. Mas ainda é um casco-de-cavalo.

7) Jorge Neto na pole, Camilo em segundo, Cacá em terceiro e Daniel Serra em quarto. Palpite: Jorge Neto vence. E acho que Moro e o surpreendente Alan Hellmeister vão espantar ainda mais.



Esgotado estou, hipérbatos usar eu vou.

1) Antonio Pizzonia é muito simpático, tal. Mas acho que não precisa ser tão agradável para esconder tão bem humorado que foi demitido à la Justus ou Trump.

2) Chegou sexta-feira ao autódromo Vinicius de Paula. Todos não sabem, eu sei. Vinny é um faz-tudo-quase-nada da Officer, ex-gordo, vítima das operações de estômago, que parou no hospital nesta semana com uma perfuração no pulmão. Vida desregrada, Coca-Cola e porcarias, bebidas e fumo excessivo. Abriram-lhe o pulmão, tacaram-lhe o dreno. Saiu quinta, indicaram repouso e lá estava ele nos boxes na sexta. Voz de anêmico, mas disposto. Gente boa, esse cara.

3) Neste quesito, aliás, todos me perguntam. Cito alguns: Duda Pamplona, Juliano Moro, Danilo Dirani, Allam Khodair. Pessoas tranqüilas de se levar um papo. Duda é o carioca, o esperto tímido; Moro é admirador do site, simples, sossgeado; Dirani, como o irmão Dennis, já é dos "brotheres"; e o Khodair é mais pelo "e aí, Martins, beleza?"

4) O sábado de manhã apresentava um sol incipiente e um céu meio azul na zona norte. Bobo e pimpão, deixei minha casa com uma camiseta vermelha, óculos escuro e minhas mochilas. Fui para o autódromo com Anderson Marsili, trajado nas mesmas bases. De repente, o trajeto apresenta o fechamento do tempo, o branco do céu e o chuvisco. E eu havia ouvido e não dado bola para o pessoal que tinha cravado que o clima seria outro. Ao fim e ao cabo, passei frio.

5) Pizzada na casa do Léo Murgel na sexta à noite, com Marsili, Terena, França, Mendonça, Kacelnik, Tigur e esposa. Oitava edição, mas minha segunda presença. Conversas sobre todos os temas, massas redondas variadas. E para beber, no meu caso, água. Gastrite bocó.

6) Os colegas-não-amigos da sala de imprensa estão mais amáveis no fim de semana. O fotógrafo me chama pelo nome, dá abraços, tira fotos minhas... tudo para ver seu nome no site; o segundo, assessor, redimiu-se: pediu desculpas pelos erros do passado à chefia, deixou a antipatia (um pouco) de lado e está mais sociável; o terceiro, não que esteja melhor, mas sentiu um pouco o golpe da saída de seu pedestal na empresa RG e agora começou a ver a "importância" dos profissionais. Comigo, pouco mudou. Mas ainda é um casco-de-cavalo.

7) Jorge Neto na pole, Camilo em segundo, Cacá em terceiro e Daniel Serra em quarto. Palpite: Jorge Neto vence. E acho que Moro e o surpreendente Alan Hellmeister vão espantar ainda mais.



Pataquada de Vitonez às 22h06
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Martins, o hoster

Ligaram-me, da agência publicitária que cuida da conta da Chevrolet-GM, perguntando se eu poderia ser uma espécie de apresentador de um evento rápido que a montadora fará em seu centro de hospitalidade (HC) em Interlagos. Logo eu, ocupado até o topo com a própria Stock e com a F-1.

Topei.



Ligaram-me, da agência publicitária que cuida da conta da Chevrolet-GM, perguntando se eu poderia ser uma espécie de apresentador de um evento rápido que a montadora fará em seu centro de hospitalidade (HC) em Interlagos. Logo eu, ocupado até o topo com a própria Stock e com a F-1.

Topei.



Ligaram-me, da agência publicitária que cuida da conta da Chevrolet-GM, perguntando se eu poderia ser uma espécie de apresentador de um evento rápido que a montadora fará em seu centro de hospitalidade (HC) em Interlagos. Logo eu, ocupado até o topo com a própria Stock e com a F-1.

Topei.



Pataquada de Vitonez às 21h46
[] [mande para quem quiser] []



Frase do dia

"Sim, sou gotoso"

Marcelo Eduardo Braga, assessor de imprensa da Stock Car, cujo joelho esquerdo sofre de gota



"Sim, sou gotoso"

Marcelo Eduardo Braga, assessor de imprensa da Stock Car, cujo joelho esquerdo sofre de gota



"Sim, sou gotoso"

Marcelo Eduardo Braga, assessor de imprensa da Stock Car, cujo joelho esquerdo sofre de gota



Pataquada de Vitonez às 12h57
[] [mande para quem quiser] []



Era uma vez um boletim

O Blog Victal apurou na manhã desta terça-feira (12) que o "Boletim de Ocorrência", folhetim-pasquim feito pelos jornalistas-assessores Rodrigo França e Tiago Mendonça na Stock Car, foi vendido para a Red Bull.

A distribuição já começa neste fim de semana e terá, obviamente, mudanças: o nome será "Red Bulletin", como ocorre na F-1, e terá a edição geral de Carol Hanashiro. Denis de Almeida será uma espécie de editor-adjunto. França e Mendonça foram rebaixados à condição de meros redatores.

A Red Bull, que tinha verba curta para anunciar em sites de automobilismo, promoverá uma festa na próxima quinta-feira em São Paulo, às vésperas da quarta etapa do campeonato de turismo brasileiro.

Informei.



O Blog Victal apurou na manhã desta terça-feira (12) que o "Boletim de Ocorrência", folhetim-pasquim feito pelos jornalistas-assessores Rodrigo França e Tiago Mendonça na Stock Car, foi vendido para a Red Bull.

A distribuição já começa neste fim de semana e terá, obviamente, mudanças: o nome será "Red Bulletin", como ocorre na F-1, e terá a edição geral de Carol Hanashiro. Denis de Almeida será uma espécie de editor-adjunto. França e Mendonça foram rebaixados à condição de meros redatores.

A Red Bull, que tinha verba curta para anunciar em sites de automobilismo, promoverá uma festa na próxima quinta-feira em São Paulo, às vésperas da quarta etapa do campeonato de turismo brasileiro.

Informei.



O Blog Victal apurou na manhã desta terça-feira (12) que o "Boletim de Ocorrência", folhetim-pasquim feito pelos jornalistas-assessores Rodrigo França e Tiago Mendonça na Stock Car, foi vendido para a Red Bull.

A distribuição já começa neste fim de semana e terá, obviamente, mudanças: o nome será "Red Bulletin", como ocorre na F-1, e terá a edição geral de Carol Hanashiro. Denis de Almeida será uma espécie de editor-adjunto. França e Mendonça foram rebaixados à condição de meros redatores.

A Red Bull, que tinha verba curta para anunciar em sites de automobilismo, promoverá uma festa na próxima quinta-feira em São Paulo, às vésperas da quarta etapa do campeonato de turismo brasileiro.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 12h27
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Aversão à parentada

Muitas pessoas me pararam e me perguntaram na rua o porquê de eu não ter meus parentes pessoas tão próximas. Respondo com este texto, uma obra-prima da literatura Victal, feito em março de 2005.

Isso cheira mal

Foi no domingo de Carnaval que os dois, pai e filho, vieram aqui. Estava com uma amiga na sala conversando, chegaram, apossaram-se de dois lugares no sofá e contaram do trabalho que o desfile deu, afinal o pai empenhou-se nos últimos meses em auxiliar, remuneradamente, uma escola de samba de São Paulo, acho que a Tom Maior, não tenho certeza. O filho foi no embalo dos dias da festa e gabou-se por ter dado ajuda, mesmo não tendo feito patavina.

 

Os dois são meus primos. E descrever o grau de parentesco é difícil para quem é tão distante e indiferente à família como eu. São todos da parte de minha mãe. O pai da minha mãe, meu avô, portanto, tem uma irmã. Esta irmã tem um filho, que é o que trabalhou na escola de samba. Pondo nomes aos bois, ou porcos, e aí a compreensão fica melhor nos parágrafos vindouros, Edith, minha tia-avó, filho Ademir; neto, o fedelho de 15 anos mais alto que eu, Renan.

 

Era de noite e eles estavam aqui, sem propósito algum. Por chegarem sempre na hora da janta e entrarem na casa como se minha mãe chamasse Joana, desconfio que a visita deles deve-se à barriga vazia. Tinha acabado de encomendar esfihas e parecia que o cheiro das especiarias árabes já adentrava as narinas atentas deles. Mas foi outro tipo de odor que predominou.

 

Fiquei de pé, atrás do sofá de dois lugares onde minha amiga estava. Num átimo, um embrulho de estômago. Disfarçadamente, levantei os braços para ver se era comigo. Humpf, mal sei por que fizera aquilo, afinal sou um cara cheiroso, que preza o banho e os desodorantes, e até então aquele cheiro putrefato não havia batido a porta de minha residência.

 

Eram eles, claro. Ranço, cheiro de ranço, gorgonzola é supérfluo para definir, nada melhor que alteração que o contato que o ar produz nas substâncias gordas e que se caracteriza por cheiro forte e sabor acre, ou ainda, obrigado, Aurélio, ao bafio de coisa velha ou estragada. Ranço, apesar de ambos não serem substâncias gordas, muito pelo contrário, beiram o raquitismo. Mas são substâncias rançosas.

 

Resolvi ir para a cozinha. Do curto espaço que tinha para adentrar o outro cômodo, um vendaval de ranço veio em minha direção. Fiquei por lá dois minutos, pensei que era coisa de uma provável imaginação maléfica, mas logo me senti na posição de herói, voltei e levei minha amiga para a outra sala. “Você sentiu aquele cheiro?”. Diante do não dela, que pensei ser mentiroso, joguei limpo. “Nossa, não senti mesmo.”

 

Pouco tempo depois, foram embora os gambás, e dei graças a Deus, até duplamente, porque as esfihas não haviam chegado. Minha mãe apareceu e eu perguntei-lhe. Ela se fez de boba, depois me confessou, “que cheiro? Não senti nada”. “Como não, um puta cheiro de ranço, porcos, não tomam banho, não lavam a roupa, suínos”. E as palmas da porta denunciavam a chegada da comida.


Saí em disparada. Para o banheiro de cima de casa. Para pegar o Bom Ar. Aposto que o Bom Ar nunca foi usado aqui para eliminar ranço, diante disso preferiria até a prazerosa companhia das fezes. Após um sem número de borrifadas, o ar agradecia e as plantas que ficam na mesinha da sala pareciam mais vivas e verdes.



Muitas pessoas me pararam e me perguntaram na rua o porquê de eu não ter meus parentes pessoas tão próximas. Respondo com este texto, uma obra-prima da literatura Victal, feito em março de 2005.

Isso cheira mal

Foi no domingo de Carnaval que os dois, pai e filho, vieram aqui. Estava com uma amiga na sala conversando, chegaram, apossaram-se de dois lugares no sofá e contaram do trabalho que o desfile deu, afinal o pai empenhou-se nos últimos meses em auxiliar, remuneradamente, uma escola de samba de São Paulo, acho que a Tom Maior, não tenho certeza. O filho foi no embalo dos dias da festa e gabou-se por ter dado ajuda, mesmo não tendo feito patavina.

 

Os dois são meus primos. E descrever o grau de parentesco é difícil para quem é tão distante e indiferente à família como eu. São todos da parte de minha mãe. O pai da minha mãe, meu avô, portanto, tem uma irmã. Esta irmã tem um filho, que é o que trabalhou na escola de samba. Pondo nomes aos bois, ou porcos, e aí a compreensão fica melhor nos parágrafos vindouros, Edith, minha tia-avó, filho Ademir; neto, o fedelho de 15 anos mais alto que eu, Renan.

 

Era de noite e eles estavam aqui, sem propósito algum. Por chegarem sempre na hora da janta e entrarem na casa como se minha mãe chamasse Joana, desconfio que a visita deles deve-se à barriga vazia. Tinha acabado de encomendar esfihas e parecia que o cheiro das especiarias árabes já adentrava as narinas atentas deles. Mas foi outro tipo de odor que predominou.

 

Fiquei de pé, atrás do sofá de dois lugares onde minha amiga estava. Num átimo, um embrulho de estômago. Disfarçadamente, levantei os braços para ver se era comigo. Humpf, mal sei por que fizera aquilo, afinal sou um cara cheiroso, que preza o banho e os desodorantes, e até então aquele cheiro putrefato não havia batido a porta de minha residência.

 

Eram eles, claro. Ranço, cheiro de ranço, gorgonzola é supérfluo para definir, nada melhor que alteração que o contato que o ar produz nas substâncias gordas e que se caracteriza por cheiro forte e sabor acre, ou ainda, obrigado, Aurélio, ao bafio de coisa velha ou estragada. Ranço, apesar de ambos não serem substâncias gordas, muito pelo contrário, beiram o raquitismo. Mas são substâncias rançosas.

 

Resolvi ir para a cozinha. Do curto espaço que tinha para adentrar o outro cômodo, um vendaval de ranço veio em minha direção. Fiquei por lá dois minutos, pensei que era coisa de uma provável imaginação maléfica, mas logo me senti na posição de herói, voltei e levei minha amiga para a outra sala. “Você sentiu aquele cheiro?”. Diante do não dela, que pensei ser mentiroso, joguei limpo. “Nossa, não senti mesmo.”

 

Pouco tempo depois, foram embora os gambás, e dei graças a Deus, até duplamente, porque as esfihas não haviam chegado. Minha mãe apareceu e eu perguntei-lhe. Ela se fez de boba, depois me confessou, “que cheiro? Não senti nada”. “Como não, um puta cheiro de ranço, porcos, não tomam banho, não lavam a roupa, suínos”. E as palmas da porta denunciavam a chegada da comida.


Saí em disparada. Para o banheiro de cima de casa. Para pegar o Bom Ar. Aposto que o Bom Ar nunca foi usado aqui para eliminar ranço, diante disso preferiria até a prazerosa companhia das fezes. Após um sem número de borrifadas, o ar agradecia e as plantas que ficam na mesinha da sala pareciam mais vivas e verdes.



Muitas pessoas me pararam e me perguntaram na rua o porquê de eu não ter meus parentes pessoas tão próximas. Respondo com este texto, uma obra-prima da literatura Victal, feito em março de 2005.

Isso cheira mal

Foi no domingo de Carnaval que os dois, pai e filho, vieram aqui. Estava com uma amiga na sala conversando, chegaram, apossaram-se de dois lugares no sofá e contaram do trabalho que o desfile deu, afinal o pai empenhou-se nos últimos meses em auxiliar, remuneradamente, uma escola de samba de São Paulo, acho que a Tom Maior, não tenho certeza. O filho foi no embalo dos dias da festa e gabou-se por ter dado ajuda, mesmo não tendo feito patavina.

 

Os dois são meus primos. E descrever o grau de parentesco é difícil para quem é tão distante e indiferente à família como eu. São todos da parte de minha mãe. O pai da minha mãe, meu avô, portanto, tem uma irmã. Esta irmã tem um filho, que é o que trabalhou na escola de samba. Pondo nomes aos bois, ou porcos, e aí a compreensão fica melhor nos parágrafos vindouros, Edith, minha tia-avó, filho Ademir; neto, o fedelho de 15 anos mais alto que eu, Renan.

 

Era de noite e eles estavam aqui, sem propósito algum. Por chegarem sempre na hora da janta e entrarem na casa como se minha mãe chamasse Joana, desconfio que a visita deles deve-se à barriga vazia. Tinha acabado de encomendar esfihas e parecia que o cheiro das especiarias árabes já adentrava as narinas atentas deles. Mas foi outro tipo de odor que predominou.

 

Fiquei de pé, atrás do sofá de dois lugares onde minha amiga estava. Num átimo, um embrulho de estômago. Disfarçadamente, levantei os braços para ver se era comigo. Humpf, mal sei por que fizera aquilo, afinal sou um cara cheiroso, que preza o banho e os desodorantes, e até então aquele cheiro putrefato não havia batido a porta de minha residência.

 

Eram eles, claro. Ranço, cheiro de ranço, gorgonzola é supérfluo para definir, nada melhor que alteração que o contato que o ar produz nas substâncias gordas e que se caracteriza por cheiro forte e sabor acre, ou ainda, obrigado, Aurélio, ao bafio de coisa velha ou estragada. Ranço, apesar de ambos não serem substâncias gordas, muito pelo contrário, beiram o raquitismo. Mas são substâncias rançosas.

 

Resolvi ir para a cozinha. Do curto espaço que tinha para adentrar o outro cômodo, um vendaval de ranço veio em minha direção. Fiquei por lá dois minutos, pensei que era coisa de uma provável imaginação maléfica, mas logo me senti na posição de herói, voltei e levei minha amiga para a outra sala. “Você sentiu aquele cheiro?”. Diante do não dela, que pensei ser mentiroso, joguei limpo. “Nossa, não senti mesmo.”

 

Pouco tempo depois, foram embora os gambás, e dei graças a Deus, até duplamente, porque as esfihas não haviam chegado. Minha mãe apareceu e eu perguntei-lhe. Ela se fez de boba, depois me confessou, “que cheiro? Não senti nada”. “Como não, um puta cheiro de ranço, porcos, não tomam banho, não lavam a roupa, suínos”. E as palmas da porta denunciavam a chegada da comida.


Saí em disparada. Para o banheiro de cima de casa. Para pegar o Bom Ar. Aposto que o Bom Ar nunca foi usado aqui para eliminar ranço, diante disso preferiria até a prazerosa companhia das fezes. Após um sem número de borrifadas, o ar agradecia e as plantas que ficam na mesinha da sala pareciam mais vivas e verdes.



Pataquada de Vitonez às 22h40
[] [mande para quem quiser] []



(segue)

Foi um dos assuntos daquele fim de dia, prolongados quando uma segunda amiga chegou.

 

Passei a reparar mais nas vestes destes parentes quando vinham em casa. A questão agravar-se-ia quando os outros dois filhos de Ademir chegassem. Wirley, sei lá como se escreve ou se pronuncia essa caca, esse ranço, e Maiara, sabe Deus se com I ou Y o nome da fedida-mirim. A característica daquele ramo da família: o mau cheiro.

 

Às vezes, quando eu desisto de pensar em algo que verdadeiramente traga alguma utilidade em minha vida, ponho-me na posição da obra de Rodin e busco as respostas para amenidades. O caso era sério, de onde vinha aquele inexplicável ranço, ou formulando melhor, como ele surgia. Por ter aparecido qualquer outra futilidade momentânea, concluí que usavam uma roupa, guardavam, usavam outra, guardavam, e nessa, iam acumulando suor e daí a semelhança com o Cascão não ser mera coincidência.

 

Não pelo ranço, mas não gosto dos dois filhos mais novos. O primeiro é chato, mala, inconveniente, tem uma pinta no rosto que lembra a marca da perna da Angélica, mas duvido que a Angélica não faça uso de uma colônia qualquer. A menina, então, é lastimável. Tem lá seus 11, 12 anos, anda com uma outra prima que dispenso a existência, e talvez por isso tenha adquirido as mesmas características comportamentais imundas, desta vez sem relação com o ranço. Dizem que ela tem medo de vir falar comigo, mas creio ser balela.

 

(Toda vez que entrou em casa, e eu fui incumbido de abrir a porta, ela jamais me cumprimentou e sai gritando “tia” para pedir um favor à minha mãe. Na saída, a mesma coisa, como se minha pequena e vil figura mal existisse, afinal o meu processo de emagrecimento permite que, por alguns meros instantes, alguns deixem de me avistar.

 

Essa Mayara aí, com Y ou com I, é sui generis. Até pensei em compará-la maldosamente com os habitantes/freqüentadores da APAE, mas acho que seria, de fato, muita maldade com os excepcionais, ainda que ela tenha cara de quem carrega o cromossomo 47 que indica a deficiência. Sei que não foi mal-educada, pelo menos Ademir fez uso de boas bifas —gosto de usar a palavra bifa, é velhusca, mas é engraçada — para colocar seus filhos no eixo. E timidez não é desculpa para agir daquela forma. Outro dia eu estava numa rua próxima à de minha casa, ela vinha atravessando e me viu. Pois tratou de ir para a outra calçada e passar reto.

 

Esse tipo de coisa é o estopim para eu pegar birra de alguém — birra é outra palavra de tiozão, esses vocábulos dos anos trololó definem muita coisa. Das duas vezes que ela veio em casa depois disso, uma logo após minha chegada de Ibiúna num domingo e outra ontem, só percebi que ela estava em casa por causa do ranço. Soube que minha mãe, dia desses, abriu a boca para a avó dela, que ultimamente anda cheirando naftalina, de um comentário que eu fiz por ela ter fingido que não me viu. Pois ao me ver, quando desci as escadas, soltou um oi. Segui reto e cumprimentei seu pai. “Você me deixou até com um frio na barriga, você não existe”, soltou minha mãe assim que foram embora. Realmente, sou mau.)

 

Família cada um tem aquela que merece, e eu devo ter cometido um pecado imperdoável em outra vida, devo ter sido um mal à sociedade humilhada, devo ter sapateado na mesa da Santa Ceia e derrubado vinho e migalhas de pão nas roupas dos apóstolos para passar por semelhante provação. Só espero que eles tenham lavado as vestes para que não apresentassem nenhum odor desagradável.

 



(segue)

Foi um dos assuntos daquele fim de dia, prolongados quando uma segunda amiga chegou.

 

Passei a reparar mais nas vestes destes parentes quando vinham em casa. A questão agravar-se-ia quando os outros dois filhos de Ademir chegassem. Wirley, sei lá como se escreve ou se pronuncia essa caca, esse ranço, e Maiara, sabe Deus se com I ou Y o nome da fedida-mirim. A característica daquele ramo da família: o mau cheiro.

 

Às vezes, quando eu desisto de pensar em algo que verdadeiramente traga alguma utilidade em minha vida, ponho-me na posição da obra de Rodin e busco as respostas para amenidades. O caso era sério, de onde vinha aquele inexplicável ranço, ou formulando melhor, como ele surgia. Por ter aparecido qualquer outra futilidade momentânea, concluí que usavam uma roupa, guardavam, usavam outra, guardavam, e nessa, iam acumulando suor e daí a semelhança com o Cascão não ser mera coincidência.

 

Não pelo ranço, mas não gosto dos dois filhos mais novos. O primeiro é chato, mala, inconveniente, tem uma pinta no rosto que lembra a marca da perna da Angélica, mas duvido que a Angélica não faça uso de uma colônia qualquer. A menina, então, é lastimável. Tem lá seus 11, 12 anos, anda com uma outra prima que dispenso a existência, e talvez por isso tenha adquirido as mesmas características comportamentais imundas, desta vez sem relação com o ranço. Dizem que ela tem medo de vir falar comigo, mas creio ser balela.

 

(Toda vez que entrou em casa, e eu fui incumbido de abrir a porta, ela jamais me cumprimentou e sai gritando “tia” para pedir um favor à minha mãe. Na saída, a mesma coisa, como se minha pequena e vil figura mal existisse, afinal o meu processo de emagrecimento permite que, por alguns meros instantes, alguns deixem de me avistar.

 

Essa Mayara aí, com Y ou com I, é sui generis. Até pensei em compará-la maldosamente com os habitantes/freqüentadores da APAE, mas acho que seria, de fato, muita maldade com os excepcionais, ainda que ela tenha cara de quem carrega o cromossomo 47 que indica a deficiência. Sei que não foi mal-educada, pelo menos Ademir fez uso de boas bifas —gosto de usar a palavra bifa, é velhusca, mas é engraçada — para colocar seus filhos no eixo. E timidez não é desculpa para agir daquela forma. Outro dia eu estava numa rua próxima à de minha casa, ela vinha atravessando e me viu. Pois tratou de ir para a outra calçada e passar reto.

 

Esse tipo de coisa é o estopim para eu pegar birra de alguém — birra é outra palavra de tiozão, esses vocábulos dos anos trololó definem muita coisa. Das duas vezes que ela veio em casa depois disso, uma logo após minha chegada de Ibiúna num domingo e outra ontem, só percebi que ela estava em casa por causa do ranço. Soube que minha mãe, dia desses, abriu a boca para a avó dela, que ultimamente anda cheirando naftalina, de um comentário que eu fiz por ela ter fingido que não me viu. Pois ao me ver, quando desci as escadas, soltou um oi. Segui reto e cumprimentei seu pai. “Você me deixou até com um frio na barriga, você não existe”, soltou minha mãe assim que foram embora. Realmente, sou mau.)

 

Família cada um tem aquela que merece, e eu devo ter cometido um pecado imperdoável em outra vida, devo ter sido um mal à sociedade humilhada, devo ter sapateado na mesa da Santa Ceia e derrubado vinho e migalhas de pão nas roupas dos apóstolos para passar por semelhante provação. Só espero que eles tenham lavado as vestes para que não apresentassem nenhum odor desagradável.

 



(segue)

Foi um dos assuntos daquele fim de dia, prolongados quando uma segunda amiga chegou.

 

Passei a reparar mais nas vestes destes parentes quando vinham em casa. A questão agravar-se-ia quando os outros dois filhos de Ademir chegassem. Wirley, sei lá como se escreve ou se pronuncia essa caca, esse ranço, e Maiara, sabe Deus se com I ou Y o nome da fedida-mirim. A característica daquele ramo da família: o mau cheiro.

 

Às vezes, quando eu desisto de pensar em algo que verdadeiramente traga alguma utilidade em minha vida, ponho-me na posição da obra de Rodin e busco as respostas para amenidades. O caso era sério, de onde vinha aquele inexplicável ranço, ou formulando melhor, como ele surgia. Por ter aparecido qualquer outra futilidade momentânea, concluí que usavam uma roupa, guardavam, usavam outra, guardavam, e nessa, iam acumulando suor e daí a semelhança com o Cascão não ser mera coincidência.

 

Não pelo ranço, mas não gosto dos dois filhos mais novos. O primeiro é chato, mala, inconveniente, tem uma pinta no rosto que lembra a marca da perna da Angélica, mas duvido que a Angélica não faça uso de uma colônia qualquer. A menina, então, é lastimável. Tem lá seus 11, 12 anos, anda com uma outra prima que dispenso a existência, e talvez por isso tenha adquirido as mesmas características comportamentais imundas, desta vez sem relação com o ranço. Dizem que ela tem medo de vir falar comigo, mas creio ser balela.

 

(Toda vez que entrou em casa, e eu fui incumbido de abrir a porta, ela jamais me cumprimentou e sai gritando “tia” para pedir um favor à minha mãe. Na saída, a mesma coisa, como se minha pequena e vil figura mal existisse, afinal o meu processo de emagrecimento permite que, por alguns meros instantes, alguns deixem de me avistar.

 

Essa Mayara aí, com Y ou com I, é sui generis. Até pensei em compará-la maldosamente com os habitantes/freqüentadores da APAE, mas acho que seria, de fato, muita maldade com os excepcionais, ainda que ela tenha cara de quem carrega o cromossomo 47 que indica a deficiência. Sei que não foi mal-educada, pelo menos Ademir fez uso de boas bifas —gosto de usar a palavra bifa, é velhusca, mas é engraçada — para colocar seus filhos no eixo. E timidez não é desculpa para agir daquela forma. Outro dia eu estava numa rua próxima à de minha casa, ela vinha atravessando e me viu. Pois tratou de ir para a outra calçada e passar reto.

 

Esse tipo de coisa é o estopim para eu pegar birra de alguém — birra é outra palavra de tiozão, esses vocábulos dos anos trololó definem muita coisa. Das duas vezes que ela veio em casa depois disso, uma logo após minha chegada de Ibiúna num domingo e outra ontem, só percebi que ela estava em casa por causa do ranço. Soube que minha mãe, dia desses, abriu a boca para a avó dela, que ultimamente anda cheirando naftalina, de um comentário que eu fiz por ela ter fingido que não me viu. Pois ao me ver, quando desci as escadas, soltou um oi. Segui reto e cumprimentei seu pai. “Você me deixou até com um frio na barriga, você não existe”, soltou minha mãe assim que foram embora. Realmente, sou mau.)

 

Família cada um tem aquela que merece, e eu devo ter cometido um pecado imperdoável em outra vida, devo ter sido um mal à sociedade humilhada, devo ter sapateado na mesa da Santa Ceia e derrubado vinho e migalhas de pão nas roupas dos apóstolos para passar por semelhante provação. Só espero que eles tenham lavado as vestes para que não apresentassem nenhum odor desagradável.

 



Pataquada de Vitonez às 22h38
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1 imagem, 100 palavras

 da AP



 da AP



 da AP



Pataquada de Vitonez às 15h19
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E eles cobrem "in loco"

22h40, Fantástico, Rede Globo: "Kubica apenas fraturou uma perna".

19h, notícia ao redor do mundo: "Não aconteceu nada com Kubica".

22h, boletim médico do hospital Sacre-Coeur: "Kubica torceu tornozelo direito".

Está na hora de a F-1 trocar de emissora.



22h40, Fantástico, Rede Globo: "Kubica apenas fraturou uma perna".

19h, notícia ao redor do mundo: "Não aconteceu nada com Kubica".

22h, boletim médico do hospital Sacre-Coeur: "Kubica torceu tornozelo direito".

Está na hora de a F-1 trocar de emissora.



22h40, Fantástico, Rede Globo: "Kubica apenas fraturou uma perna".

19h, notícia ao redor do mundo: "Não aconteceu nada com Kubica".

22h, boletim médico do hospital Sacre-Coeur: "Kubica torceu tornozelo direito".

Está na hora de a F-1 trocar de emissora.



Pataquada de Vitonez às 22h42
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O top-10 do se

1) Se Kubica não fosse obediente, teria passado o sinal vermelho dos boxes, não teria ficado atrás do Trulli na relargada e não teria batido.

2) Se Nelsão ia viajar para Indianápolis para pressionar a Renault para colocar o filho no lugar do Kovalainen, o quarto lugar do finlandês cancelou a passagem do tricampeão.

3) Se Heidfeld tiver um carro um pouquinho melhor, ganha uma corrida neste ano.

4) Se Wurz parecia fadado à aposentadoria, o pódio deu a ele mais 11 provas no mínimo.

5) Se Massa chegar ao Brasil na disputa pelo título e perder por alguns pontinhos, ele deveria trocar o polegar de negação à sua desclassificação, usar outro dedo e enfiá-lo reto abaixo. 

6) Se Sato for o maior pontuador da Honda no ano, que façam uma estátua dele em todos os autódromos japoneses e na frente da sede da montadora.

7) Se Ralf continuar na Toyota depois de Indianápolis, podemos concluir que ele mantém a vaga fazendo serviços extra pista.

8) Se Davidson fosse menos bocó, teria mais destaque e defesa da mídia inglesa.

9) Se Webber disse que não entendeu a prova no Canadá, que direi eu?

10) Se Hamilton ganhar o campeonato, bota todo mundo (digo Alonso, Massa e Raikkonen) para correr porque são um bando de incompetentes.



1) Se Kubica não fosse obediente, teria passado o sinal vermelho dos boxes, não teria ficado atrás do Trulli na relargada e não teria batido.

2) Se Nelsão ia viajar para Indianápolis para pressionar a Renault para colocar o filho no lugar do Kovalainen, o quarto lugar do finlandês cancelou a passagem do tricampeão.

3) Se Heidfeld tiver um carro um pouquinho melhor, ganha uma corrida neste ano.

4) Se Wurz parecia fadado à aposentadoria, o pódio deu a ele mais 11 provas no mínimo.

5) Se Massa chegar ao Brasil na disputa pelo título e perder por alguns pontinhos, ele deveria trocar o polegar de negação à sua desclassificação, usar outro dedo e enfiá-lo reto abaixo. 

6) Se Sato for o maior pontuador da Honda no ano, que façam uma estátua dele em todos os autódromos japoneses e na frente da sede da montadora.

7) Se Ralf continuar na Toyota depois de Indianápolis, podemos concluir que ele mantém a vaga fazendo serviços extra pista.

8) Se Davidson fosse menos bocó, teria mais destaque e defesa da mídia inglesa.

9) Se Webber disse que não entendeu a prova no Canadá, que direi eu?

10) Se Hamilton ganhar o campeonato, bota todo mundo (digo Alonso, Massa e Raikkonen) para correr porque são um bando de incompetentes.



1) Se Kubica não fosse obediente, teria passado o sinal vermelho dos boxes, não teria ficado atrás do Trulli na relargada e não teria batido.

2) Se Nelsão ia viajar para Indianápolis para pressionar a Renault para colocar o filho no lugar do Kovalainen, o quarto lugar do finlandês cancelou a passagem do tricampeão.

3) Se Heidfeld tiver um carro um pouquinho melhor, ganha uma corrida neste ano.

4) Se Wurz parecia fadado à aposentadoria, o pódio deu a ele mais 11 provas no mínimo.

5) Se Massa chegar ao Brasil na disputa pelo título e perder por alguns pontinhos, ele deveria trocar o polegar de negação à sua desclassificação, usar outro dedo e enfiá-lo reto abaixo. 

6) Se Sato for o maior pontuador da Honda no ano, que façam uma estátua dele em todos os autódromos japoneses e na frente da sede da montadora.

7) Se Ralf continuar na Toyota depois de Indianápolis, podemos concluir que ele mantém a vaga fazendo serviços extra pista.

8) Se Davidson fosse menos bocó, teria mais destaque e defesa da mídia inglesa.

9) Se Webber disse que não entendeu a prova no Canadá, que direi eu?

10) Se Hamilton ganhar o campeonato, bota todo mundo (digo Alonso, Massa e Raikkonen) para correr porque são um bando de incompetentes.



Pataquada de Vitonez às 19h54
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Parente da gente

Em meio à labuta deste sábado, desliguei-me por um momento do computador e resolvi ver o que passava na TV. Coloquei no SBT, outrora um canal, e Celso Portiolli, bom apresentador, coitado, foi incumbido de passar longas quatro horas ao vivo para tocar um tal "Namoro na TV e etc.", e coisa e tal. É uma reedição do programa que Silvio Santos comandava, com requintes de crueldade por jovens pusilânimes serem tão toscos. É gente que liga para lá querendo paquerar a pessoa do sexo oposto, pedindo que ela dance, cante, desfile, rebole, fale o que faz, conte suas manias, pague micos e todos os demais primatas que se sentem lesados.

Numa conversa de um minuto, é possível, na concepção da atração, pedir a pessoa em namoro, ganhar uns trocados, um jantar, uma nova visita aos estúdios da Anhangüera, segunda aparição ao vivo em rede nacional, e, então, o fim da farsa. Daí a loira gostosa, com dentes quase postiços, fica sem graça ao ouvir do pretendente que ele só a considera como amiga.

Por volta das 20h, resisito bravamente. Até vir o espanto-mor: entram no palco seis indivíduos, três de cada tipo de sexo. Um deles veste uma camisa branca, usa um topete à la Johnny Bravo, cabelos bem escuros. Marcio, meu primo. Que mora no máximo a 100 metros da minha casa e não vejo há anos, mesmo depois do tempo em que voltou do xilindró, sua moradia por alguns meses. "Trabalho com automóveis", disse um par de vezes quando indagado, para meu deleite. Claro. Com automóveis. Sei. Automóveis.

Se bem entendi, o participante ganhava x se a pessoa que estivesse ao telefone o escolhesse para uma conversa mais detalhada. O parente só foi chamado uma vez. Revelou seus 28 anos, tímido, coitado, disse "que interessante" quando a moçoila afirmou ter um restaurante japonês, falou que gosta de sair, mas que também gosta de coisas a dois em casa e se prestou a ir ao palco e mexer o quadril com os braços levantados.

Como ainda parte da família, mesmo não gostando dela, senti-me envergonhado. O que não se faz, em vez do trabalho, para ganhar um troquinho. Nós e a TV perdemos o senso de ridículo.



Em meio à labuta deste sábado, desliguei-me por um momento do computador e resolvi ver o que passava na TV. Coloquei no SBT, outrora um canal, e Celso Portiolli, bom apresentador, coitado, foi incumbido de passar longas quatro horas ao vivo para tocar um tal "Namoro na TV e etc.", e coisa e tal. É uma reedição do programa que Silvio Santos comandava, com requintes de crueldade por jovens pusilânimes serem tão toscos. É gente que liga para lá querendo paquerar a pessoa do sexo oposto, pedindo que ela dance, cante, desfile, rebole, fale o que faz, conte suas manias, pague micos e todos os demais primatas que se sentem lesados.

Numa conversa de um minuto, é possível, na concepção da atração, pedir a pessoa em namoro, ganhar uns trocados, um jantar, uma nova visita aos estúdios da Anhangüera, segunda aparição ao vivo em rede nacional, e, então, o fim da farsa. Daí a loira gostosa, com dentes quase postiços, fica sem graça ao ouvir do pretendente que ele só a considera como amiga.

Por volta das 20h, resisito bravamente. Até vir o espanto-mor: entram no palco seis indivíduos, três de cada tipo de sexo. Um deles veste uma camisa branca, usa um topete à la Johnny Bravo, cabelos bem escuros. Marcio, meu primo. Que mora no máximo a 100 metros da minha casa e não vejo há anos, mesmo depois do tempo em que voltou do xilindró, sua moradia por alguns meses. "Trabalho com automóveis", disse um par de vezes quando indagado, para meu deleite. Claro. Com automóveis. Sei. Automóveis.

Se bem entendi, o participante ganhava x se a pessoa que estivesse ao telefone o escolhesse para uma conversa mais detalhada. O parente só foi chamado uma vez. Revelou seus 28 anos, tímido, coitado, disse "que interessante" quando a moçoila afirmou ter um restaurante japonês, falou que gosta de sair, mas que também gosta de coisas a dois em casa e se prestou a ir ao palco e mexer o quadril com os braços levantados.

Como ainda parte da família, mesmo não gostando dela, senti-me envergonhado. O que não se faz, em vez do trabalho, para ganhar um troquinho. Nós e a TV perdemos o senso de ridículo.



Em meio à labuta deste sábado, desliguei-me por um momento do computador e resolvi ver o que passava na TV. Coloquei no SBT, outrora um canal, e Celso Portiolli, bom apresentador, coitado, foi incumbido de passar longas quatro horas ao vivo para tocar um tal "Namoro na TV e etc.", e coisa e tal. É uma reedição do programa que Silvio Santos comandava, com requintes de crueldade por jovens pusilânimes serem tão toscos. É gente que liga para lá querendo paquerar a pessoa do sexo oposto, pedindo que ela dance, cante, desfile, rebole, fale o que faz, conte suas manias, pague micos e todos os demais primatas que se sentem lesados.

Numa conversa de um minuto, é possível, na concepção da atração, pedir a pessoa em namoro, ganhar uns trocados, um jantar, uma nova visita aos estúdios da Anhangüera, segunda aparição ao vivo em rede nacional, e, então, o fim da farsa. Daí a loira gostosa, com dentes quase postiços, fica sem graça ao ouvir do pretendente que ele só a considera como amiga.

Por volta das 20h, resisito bravamente. Até vir o espanto-mor: entram no palco seis indivíduos, três de cada tipo de sexo. Um deles veste uma camisa branca, usa um topete à la Johnny Bravo, cabelos bem escuros. Marcio, meu primo. Que mora no máximo a 100 metros da minha casa e não vejo há anos, mesmo depois do tempo em que voltou do xilindró, sua moradia por alguns meses. "Trabalho com automóveis", disse um par de vezes quando indagado, para meu deleite. Claro. Com automóveis. Sei. Automóveis.

Se bem entendi, o participante ganhava x se a pessoa que estivesse ao telefone o escolhesse para uma conversa mais detalhada. O parente só foi chamado uma vez. Revelou seus 28 anos, tímido, coitado, disse "que interessante" quando a moçoila afirmou ter um restaurante japonês, falou que gosta de sair, mas que também gosta de coisas a dois em casa e se prestou a ir ao palco e mexer o quadril com os braços levantados.

Como ainda parte da família, mesmo não gostando dela, senti-me envergonhado. O que não se faz, em vez do trabalho, para ganhar um troquinho. Nós e a TV perdemos o senso de ridículo.



Pataquada de Vitonez às 22h47
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Dia corrido

É um daqueles dias que dá início a um fim de semana terrível. Temo que não verei a cor da rua. F-1, MotoGP, IRL, Champ Car e F-3 Sul-americana.

E só está começando...



É um daqueles dias que dá início a um fim de semana terrível. Temo que não verei a cor da rua. F-1, MotoGP, IRL, Champ Car e F-3 Sul-americana.

E só está começando...



É um daqueles dias que dá início a um fim de semana terrível. Temo que não verei a cor da rua. F-1, MotoGP, IRL, Champ Car e F-3 Sul-americana.

E só está começando...



Pataquada de Vitonez às 13h48
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Ufanismo também lá

Bastou Jacques Villeneuve se manifestar contra as manobras de Lewis Hamilton nas largadas que a imprensa inglesa logo tratou de ir procurar nos adversários alguém que apoiasse seu piloto. Logo achou quem preferisse atacar o canadense, como Giancarlo Fisichella ("Ele fala demais"), e Alexander Wurz/Nick Heidfeld ("Não vi nada demais nos movimentos (de Hamilton)") e Mark Webber, que até esboçou uma alfinetada ("Vi um replay da Malásia e ele foi um pouco audacioso com Massa, mas tudo bem").

Sim, há uma imprensa pior do que a nossa.



Bastou Jacques Villeneuve se manifestar contra as manobras de Lewis Hamilton nas largadas que a imprensa inglesa logo tratou de ir procurar nos adversários alguém que apoiasse seu piloto. Logo achou quem preferisse atacar o canadense, como Giancarlo Fisichella ("Ele fala demais"), e Alexander Wurz/Nick Heidfeld ("Não vi nada demais nos movimentos (de Hamilton)") e Mark Webber, que até esboçou uma alfinetada ("Vi um replay da Malásia e ele foi um pouco audacioso com Massa, mas tudo bem").

Sim, há uma imprensa pior do que a nossa.



Bastou Jacques Villeneuve se manifestar contra as manobras de Lewis Hamilton nas largadas que a imprensa inglesa logo tratou de ir procurar nos adversários alguém que apoiasse seu piloto. Logo achou quem preferisse atacar o canadense, como Giancarlo Fisichella ("Ele fala demais"), e Alexander Wurz/Nick Heidfeld ("Não vi nada demais nos movimentos (de Hamilton)") e Mark Webber, que até esboçou uma alfinetada ("Vi um replay da Malásia e ele foi um pouco audacioso com Massa, mas tudo bem").

Sim, há uma imprensa pior do que a nossa.



Pataquada de Vitonez às 15h47
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Sobre filosofia, mudança e tempo

Eu já fiz muitos riscos. De textos, passando por comidas, por situações e pessoas. Comecei a entender, com mais maturidade, consciência, resiliência e teimosia, que se pode e deve escolher o que ter consigo e quem ter a seu lado.

Já tirei e evitei matérias inteiras que considerei, digamos, horríveis do site; uma gastrite e uma bactéria fazem-me afastar de tomate e pimenta; beber jurupinga e cerveja em festas por duas vezes me deixaram aéreo por cerca de três horas; quantos e quantos amigos de meses, um ano ou até dez se foram por conveniência mútua.

E como tudo é mudança, como diria o filósofo, está na hora de pensar. Em separar joios de trigos. Se bem que o tempo, também já disse alguém, tem se encarregado disso.

Isso tudo veio à mente com mais clareza depois de ouvir da boca de Luciano do Valle, ontem à noite, em uma partida de futebol que Müller, ex-jogador e agora comentarista, é uma espécie rara de novo Platão.

Está na hora de repensar. Profundamente. Sobre muito ou tudo.



Eu já fiz muitos riscos. De textos, passando por comidas, por situações e pessoas. Comecei a entender, com mais maturidade, consciência, resiliência e teimosia, que se pode e deve escolher o que ter consigo e quem ter a seu lado.

Já tirei e evitei matérias inteiras que considerei, digamos, horríveis do site; uma gastrite e uma bactéria fazem-me afastar de tomate e pimenta; beber jurupinga e cerveja em festas por duas vezes me deixaram aéreo por cerca de três horas; quantos e quantos amigos de meses, um ano ou até dez se foram por conveniência mútua.

E como tudo é mudança, como diria o filósofo, está na hora de pensar. Em separar joios de trigos. Se bem que o tempo, também já disse alguém, tem se encarregado disso.

Isso tudo veio à mente com mais clareza depois de ouvir da boca de Luciano do Valle, ontem à noite, em uma partida de futebol que Müller, ex-jogador e agora comentarista, é uma espécie rara de novo Platão.

Está na hora de repensar. Profundamente. Sobre muito ou tudo.



Eu já fiz muitos riscos. De textos, passando por comidas, por situações e pessoas. Comecei a entender, com mais maturidade, consciência, resiliência e teimosia, que se pode e deve escolher o que ter consigo e quem ter a seu lado.

Já tirei e evitei matérias inteiras que considerei, digamos, horríveis do site; uma gastrite e uma bactéria fazem-me afastar de tomate e pimenta; beber jurupinga e cerveja em festas por duas vezes me deixaram aéreo por cerca de três horas; quantos e quantos amigos de meses, um ano ou até dez se foram por conveniência mútua.

E como tudo é mudança, como diria o filósofo, está na hora de pensar. Em separar joios de trigos. Se bem que o tempo, também já disse alguém, tem se encarregado disso.

Isso tudo veio à mente com mais clareza depois de ouvir da boca de Luciano do Valle, ontem à noite, em uma partida de futebol que Müller, ex-jogador e agora comentarista, é uma espécie rara de novo Platão.

Está na hora de repensar. Profundamente. Sobre muito ou tudo.



Pataquada de Vitonez às 10h40
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Lá longe

Renê Bauer, campeão da Copa Clio de 2004, atualmente disputando o Paranaense de Marcas, vai para a Nova Zelândia. Ficará três meses no país da Oceania.

Motivo: curso de inglês.

Informei.



Renê Bauer, campeão da Copa Clio de 2004, atualmente disputando o Paranaense de Marcas, vai para a Nova Zelândia. Ficará três meses no país da Oceania.

Motivo: curso de inglês.

Informei.



Renê Bauer, campeão da Copa Clio de 2004, atualmente disputando o Paranaense de Marcas, vai para a Nova Zelândia. Ficará três meses no país da Oceania.

Motivo: curso de inglês.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 19h45
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Palmeirense convicto

Como eu não sou de citar nomes, omito quem informou semelhante ocorrido pelo MSN:

arrotei, veio sobrinhas do almoço.... boa... vou cuspir no lixo, e voa um monte de cinzas de cigarro em mim

BURRO

agora, estou com aquele gostinho maravilhoso na boxa

vou escovar o dente

Notem o "sobrinhas". O "gostinho". O "'boxa'". Vai escovar o dente. Um dente só.

Cantaria a torcida: "Dá-lhe, Porco! Dá-lhe, Porco!..."



Como eu não sou de citar nomes, omito quem informou semelhante ocorrido pelo MSN:

arrotei, veio sobrinhas do almoço.... boa... vou cuspir no lixo, e voa um monte de cinzas de cigarro em mim

BURRO

agora, estou com aquele gostinho maravilhoso na boxa

vou escovar o dente

Notem o "sobrinhas". O "gostinho". O "'boxa'". Vai escovar o dente. Um dente só.

Cantaria a torcida: "Dá-lhe, Porco! Dá-lhe, Porco!..."



Como eu não sou de citar nomes, omito quem informou semelhante ocorrido pelo MSN:

arrotei, veio sobrinhas do almoço.... boa... vou cuspir no lixo, e voa um monte de cinzas de cigarro em mim

BURRO

agora, estou com aquele gostinho maravilhoso na boxa

vou escovar o dente

Notem o "sobrinhas". O "gostinho". O "'boxa'". Vai escovar o dente. Um dente só.

Cantaria a torcida: "Dá-lhe, Porco! Dá-lhe, Porco!..."



Pataquada de Vitonez às 13h26
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Um blog pensante

Indicado por Rodrigo Borges, o Blog Victal foi tido, por ele, como um dos cinco blogs que mais o levam a pensar, ganhando um selo do Thinking Blogger Award. Caso você tenha sido laureado, você deve colocar este selo na página principal de seu diário na internet e publicar um link para o blog que explica as regras do prêmio. Eis os meus cinco:

Blig do Gomes: pertence ao jornalista Flavio Gomes, e fala de automobilismo e coisas velhas.

Blog do Capelli: uma das maiores cabeças do automobilismo, o jornalista Ivan Capelli fala com maestria do passado e do presente do esporte.

Estado de Circo: Rodrigo Borges mostra que a vida é um picadeiro de um modo crítico e incisivo.

PandiniGP: Luiz Alberto Pandini, o Panda, e suas deliciosas histórias para compartilhamento de idéias.

Tudo junto mesmo II: a segunda parte da saga de Camilo Castelo Branco, que faz um apanhado bem-humorado do cotidiano.



Indicado por Rodrigo Borges, o Blog Victal foi tido, por ele, como um dos cinco blogs que mais o levam a pensar, ganhando um selo do Thinking Blogger Award. Caso você tenha sido laureado, você deve colocar este selo na página principal de seu diário na internet e publicar um link para o blog que explica as regras do prêmio. Eis os meus cinco:

Blig do Gomes: pertence ao jornalista Flavio Gomes, e fala de automobilismo e coisas velhas.

Blog do Capelli: uma das maiores cabeças do automobilismo, o jornalista Ivan Capelli fala com maestria do passado e do presente do esporte.

Estado de Circo: Rodrigo Borges mostra que a vida é um picadeiro de um modo crítico e incisivo.

PandiniGP: Luiz Alberto Pandini, o Panda, e suas deliciosas histórias para compartilhamento de idéias.

Tudo junto mesmo II: a segunda parte da saga de Camilo Castelo Branco, que faz um apanhado bem-humorado do cotidiano.



Indicado por Rodrigo Borges, o Blog Victal foi tido, por ele, como um dos cinco blogs que mais o levam a pensar, ganhando um selo do Thinking Blogger Award. Caso você tenha sido laureado, você deve colocar este selo na página principal de seu diário na internet e publicar um link para o blog que explica as regras do prêmio. Eis os meus cinco:

Blig do Gomes: pertence ao jornalista Flavio Gomes, e fala de automobilismo e coisas velhas.

Blog do Capelli: uma das maiores cabeças do automobilismo, o jornalista Ivan Capelli fala com maestria do passado e do presente do esporte.

Estado de Circo: Rodrigo Borges mostra que a vida é um picadeiro de um modo crítico e incisivo.

PandiniGP: Luiz Alberto Pandini, o Panda, e suas deliciosas histórias para compartilhamento de idéias.

Tudo junto mesmo II: a segunda parte da saga de Camilo Castelo Branco, que faz um apanhado bem-humorado do cotidiano.



Pataquada de Vitonez às 13h57
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Constrange Open

Numa das competições criadas pelo imparável Rodrigo França, a patuléia afirmou na sexta-feira em Campo Grande que ganhei o troféu de constrangimento do ano. Pessoal exagerado.

Tudo porque estavam à mesa, numa churrascaria, na ordem: Fabiano Monteiro, eu, França, Erika Akie (única mulher da mesa e de ascendência perceptível pelo sobrenome) e Tiago Mendonça; no outro lado, Carlos Garcia, Bruno Terena, Alexandre Kacelnik, Wagner Gonzalez, Claudio Stringari e Adriano Winckler. Tergiversávamos sobre as mulheres da região e acabamos falando da beleza das potrancas que habitam nossa sala de imprensa.

São poucas, devo citar. Fixas são Meg Cotrim, Fernanda Gonçalves, Milla Delfino e a fotógrafa Fernanda Freixosa. E tem também a japonesa Alessandra Horst, que consideramos bela.

Aí eu me empolgo e solto minha teoria: "Bom, é que japonesa é oito ou oitenta: ou é muito bonita ou é muito feia."

Silêncio. Cara de fezes dos demais. Eu, claro, não percebo. E repito a tese.

Só, então, me recordo da presença de Erika. A saída.

"Bem, eu não quis me referir a ela."

Faltou só a placa de aplausos.



Numa das competições criadas pelo imparável Rodrigo França, a patuléia afirmou na sexta-feira em Campo Grande que ganhei o troféu de constrangimento do ano. Pessoal exagerado.

Tudo porque estavam à mesa, numa churrascaria, na ordem: Fabiano Monteiro, eu, França, Erika Akie (única mulher da mesa e de ascendência perceptível pelo sobrenome) e Tiago Mendonça; no outro lado, Carlos Garcia, Bruno Terena, Alexandre Kacelnik, Wagner Gonzalez, Claudio Stringari e Adriano Winckler. Tergiversávamos sobre as mulheres da região e acabamos falando da beleza das potrancas que habitam nossa sala de imprensa.

São poucas, devo citar. Fixas são Meg Cotrim, Fernanda Gonçalves, Milla Delfino e a fotógrafa Fernanda Freixosa. E tem também a japonesa Alessandra Horst, que consideramos bela.

Aí eu me empolgo e solto minha teoria: "Bom, é que japonesa é oito ou oitenta: ou é muito bonita ou é muito feia."

Silêncio. Cara de fezes dos demais. Eu, claro, não percebo. E repito a tese.

Só, então, me recordo da presença de Erika. A saída.

"Bem, eu não quis me referir a ela."

Faltou só a placa de aplausos.



Numa das competições criadas pelo imparável Rodrigo França, a patuléia afirmou na sexta-feira em Campo Grande que ganhei o troféu de constrangimento do ano. Pessoal exagerado.

Tudo porque estavam à mesa, numa churrascaria, na ordem: Fabiano Monteiro, eu, França, Erika Akie (única mulher da mesa e de ascendência perceptível pelo sobrenome) e Tiago Mendonça; no outro lado, Carlos Garcia, Bruno Terena, Alexandre Kacelnik, Wagner Gonzalez, Claudio Stringari e Adriano Winckler. Tergiversávamos sobre as mulheres da região e acabamos falando da beleza das potrancas que habitam nossa sala de imprensa.

São poucas, devo citar. Fixas são Meg Cotrim, Fernanda Gonçalves, Milla Delfino e a fotógrafa Fernanda Freixosa. E tem também a japonesa Alessandra Horst, que consideramos bela.

Aí eu me empolgo e solto minha teoria: "Bom, é que japonesa é oito ou oitenta: ou é muito bonita ou é muito feia."

Silêncio. Cara de fezes dos demais. Eu, claro, não percebo. E repito a tese.

Só, então, me recordo da presença de Erika. A saída.

"Bem, eu não quis me referir a ela."

Faltou só a placa de aplausos.



Pataquada de Vitonez às 12h11
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Do céu ao inferno

Bateu uma tristeza quando o celular, às 2h40, começou a apitar. Estava na hora de aprontar as coisas, caminhar para o aeroporto e deixar Campo Grande. Encontrei Miguel Costa Jr. no saguão do hotel e fomos encontrar a caravana que lotou o avião das 4 e tantas.

Popó Bueno chegou a comentar que a namorada sonhou que o aeroplano cairia. E eu logo pensei: se isso acontecer, a Stock acaba. Tinha lá uma boa parte dos pilotos, esposas dos tais, assessores e afins.

Falando em esposas dos tais, em breve terei o áudio de uma cena que rolou no sábado à noite em um hotel, que fez Marcelo Eduardo Braga (aliás, parabéns, Braga!) não dormir. Um piloto que representa os rincões do Centro-Oeste aí...

Chegamos por volta das 7 em São Paulo. O sono a pleno, o táxi para o metrô, o trânsito de sempre. A volta para o inferno.

Toda vez é a impressão que tenho ao chegar nesta terra.



Bateu uma tristeza quando o celular, às 2h40, começou a apitar. Estava na hora de aprontar as coisas, caminhar para o aeroporto e deixar Campo Grande. Encontrei Miguel Costa Jr. no saguão do hotel e fomos encontrar a caravana que lotou o avião das 4 e tantas.

Popó Bueno chegou a comentar que a namorada sonhou que o aeroplano cairia. E eu logo pensei: se isso acontecer, a Stock acaba. Tinha lá uma boa parte dos pilotos, esposas dos tais, assessores e afins.

Falando em esposas dos tais, em breve terei o áudio de uma cena que rolou no sábado à noite em um hotel, que fez Marcelo Eduardo Braga (aliás, parabéns, Braga!) não dormir. Um piloto que representa os rincões do Centro-Oeste aí...

Chegamos por volta das 7 em São Paulo. O sono a pleno, o táxi para o metrô, o trânsito de sempre. A volta para o inferno.

Toda vez é a impressão que tenho ao chegar nesta terra.



Bateu uma tristeza quando o celular, às 2h40, começou a apitar. Estava na hora de aprontar as coisas, caminhar para o aeroporto e deixar Campo Grande. Encontrei Miguel Costa Jr. no saguão do hotel e fomos encontrar a caravana que lotou o avião das 4 e tantas.

Popó Bueno chegou a comentar que a namorada sonhou que o aeroplano cairia. E eu logo pensei: se isso acontecer, a Stock acaba. Tinha lá uma boa parte dos pilotos, esposas dos tais, assessores e afins.

Falando em esposas dos tais, em breve terei o áudio de uma cena que rolou no sábado à noite em um hotel, que fez Marcelo Eduardo Braga (aliás, parabéns, Braga!) não dormir. Um piloto que representa os rincões do Centro-Oeste aí...

Chegamos por volta das 7 em São Paulo. O sono a pleno, o táxi para o metrô, o trânsito de sempre. A volta para o inferno.

Toda vez é a impressão que tenho ao chegar nesta terra.



Pataquada de Vitonez às 12h02
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Campo Grande "in loco"

Em dias de trabalho, já percebi, é difícil atualizar este espaço. No autódromo, mais difícil. Em Campo Grande, tarefa quase heróica.

A internet, neste meio do nada, é parca. Nem uma mega conexão faria todos trabalharem dignamente e sem problemas. Disseram ainda que temos de agradecer, já que no ano passado era bem pior. Que seja.

Campo Grande é uma cidade ótima. Entra em terceiro na lista - a primeira é Florianópolis, a segunda, Goiânia. Gente muito agradável, hospitaleira e gentil. O taxista, esqueci de dizer, ao saber que nunca havia vindo para cá, logo transformou-se em cicerone.

Problema aqui são os restaurantes. Nada aqui é top do top. Nem mesmo churrascaria.

No mesmo hotel, pilotos e colegas de imprensa: Khodair, Medeiros, Salustiano, Carvalho; Kacelnik, Fonseca, Miguel Costa, sra. Horst.

As mulheres são belas, mas nada que mereça exagerados elogios. Belas. Nota 7.

Ganhei, ontem à noite, o prêmio Constrange Open. Depois explico mais.

A qualquer momento, volto.



Em dias de trabalho, já percebi, é difícil atualizar este espaço. No autódromo, mais difícil. Em Campo Grande, tarefa quase heróica.

A internet, neste meio do nada, é parca. Nem uma mega conexão faria todos trabalharem dignamente e sem problemas. Disseram ainda que temos de agradecer, já que no ano passado era bem pior. Que seja.

Campo Grande é uma cidade ótima. Entra em terceiro na lista - a primeira é Florianópolis, a segunda, Goiânia. Gente muito agradável, hospitaleira e gentil. O taxista, esqueci de dizer, ao saber que nunca havia vindo para cá, logo transformou-se em cicerone.

Problema aqui são os restaurantes. Nada aqui é top do top. Nem mesmo churrascaria.

No mesmo hotel, pilotos e colegas de imprensa: Khodair, Medeiros, Salustiano, Carvalho; Kacelnik, Fonseca, Miguel Costa, sra. Horst.

As mulheres são belas, mas nada que mereça exagerados elogios. Belas. Nota 7.

Ganhei, ontem à noite, o prêmio Constrange Open. Depois explico mais.

A qualquer momento, volto.



Em dias de trabalho, já percebi, é difícil atualizar este espaço. No autódromo, mais difícil. Em Campo Grande, tarefa quase heróica.

A internet, neste meio do nada, é parca. Nem uma mega conexão faria todos trabalharem dignamente e sem problemas. Disseram ainda que temos de agradecer, já que no ano passado era bem pior. Que seja.

Campo Grande é uma cidade ótima. Entra em terceiro na lista - a primeira é Florianópolis, a segunda, Goiânia. Gente muito agradável, hospitaleira e gentil. O taxista, esqueci de dizer, ao saber que nunca havia vindo para cá, logo transformou-se em cicerone.

Problema aqui são os restaurantes. Nada aqui é top do top. Nem mesmo churrascaria.

No mesmo hotel, pilotos e colegas de imprensa: Khodair, Medeiros, Salustiano, Carvalho; Kacelnik, Fonseca, Miguel Costa, sra. Horst.

As mulheres são belas, mas nada que mereça exagerados elogios. Belas. Nota 7.

Ganhei, ontem à noite, o prêmio Constrange Open. Depois explico mais.

A qualquer momento, volto.



Pataquada de Vitonez às 09h34
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