Não fosse suficiente o escândalo internacional de espionagem da F-1, a terça-feira (31) representou uma surpresa em um novo caso envolvendo o automobilismo, de âmbito nacional. Um e-mail enviado por "Reynaldo Ribas Silveira", digamos ser um "nome-fantasia", a 54 indivíduos do meio contesta o posicionamento dos assessores de imprensa nos quesitos responsabilidade de assinatura de materiais (releases), dumping de preços para conseguir mais pilotos/equipes e "queima" de mercado por atitudes.
O "jornalista anônimo", com base na afirmação de que "muita gente acha que assessoria é um trabalho simples e que necessita de pouco esforço para enganar os donos de equipes, pilotos e empresas patrocinadoras", menciona três sites de automobilismo cujos donos acabam também exercendo o papel de assessores, além do preço que um deles cobra, R$ 500, para tal função, repassando a outro jornalista a responsabilidade do texto. Também fala dos periodistas que cobram barato demais e que "tem (sic) que trabalhar com muitos pilotos para poder levar alguma grana pra casa", citando outra página de esporte a motor na internet. Por fim, aponta outro jornalista que "fez assessoria na F-3 apenas em troca de credenciamento, hotel e transporte", fato que, segundo o indivíduo não identificado, "faz com que as empresas, equipes e pilotos que tiveram um trabalho desse nível nunca mais queiram ter um assessor de imprensa".
Dois dos citados nominalmente responderam à "queixa", ambos referentes ao caso de um fazer o texto e outro assinar. O que põe o nome afirma a "Reynaldo" que "isso se chama empresa, sociedade" e que o par é "parceiro na assessoria de comunicação", atribuindo o e-mail a provavelmente um "pai de piloto que não considera fundamental o papel de assessor de imprensa" ou "um assessor de imprensa medíocre que não consegue clientes". O outro, indignado pelo anonimato e pela falta de coragem do resmungão, fala que "não vejo nenhum pecado eu escrever e um jornalista — meu sócio (...) — responsabilizar-se por elas (as matérias)" e questiona: "qual o problema, algo errado nisso? Alguma lei impede isso?". E continua: "O kartismo é muito diferente de uma Stock Car ou Fórmula Truck, onde os orçamentos são enormes e os pilotos e equipes podem pagar valores muito maiores do que os meus 'R$ 500,00'. Desculpe-me, moramos no Brasil, um país onde seus habitantes ainda podem decidir quase tudo por si próprios (...). Ninguém no kartismo, um meio onde sabemos que seus praticantes têm um belo poder aquisitivo, concordaria em manter um péssimo trabalho só para poupar."
Posta a bosta no ventilador, darei minhas opiniões: discordo do anonimato e acho que, se temos de levantar alguma bandeira na vida, que demos a cara a tapa. Um "time-consuming" (gostei dessa expressão, li hoje) fazer um e-mail para expor suas opiniões que, também não sei se tão facilmente, seriam digeridas pelos demais. Mas tenho de concordar que alguns colegas que prestam serviços de assessoria (e muitos deles de razoável para bom) acabam cobrando muito abaixo do que deveriam para um esporte elitista como é o automobilismo, sucumbindo ao choro dos pilotos e equipes e temendo a concorrência.
Como em toda boa profissão, há uma ordem, um sindicato, um conselho. No Jornalismo, costuma ser mera fachada. Numa reunião em um bar no ano passado, alguns colegas e eu, na posição de onisciente, começamos a debater justamente esta questão, a da procura desenfreada por clientes por causa destes praticantes de dumping. E que deveria haver uma reunião dentre todos, incluindo os fotógrafos, e estabelecer um piso a partir do qual todos pudessem trabalhar e oferecer seus serviços dignamente. Não considero certo, por exemplo, saber que o site X de kart cobra Y (que já não é muito) para que uma empresa coloque um banner ou um selo na página principal (home). E o rival direto "oferte" Y/5 e tenha uma penca de patrocinadores. Isso é desvalorizar o mercado e a si mesmo, é falar ao mundo que seu esforço é residual porque, como explana o segundo profissional, "ao que eu saiba nada também me impede de trabalhar com muitos pilotos 'para levar alguma grana para casa'".
Se fosse uma causa minha — não tenho pretensão alguma de ser assessor, apesar de receber dois convites para tal —, defenderia com afinco a tese da base de cobrança — embora haja causas que a gente abraça meramente por questão de justiça ou afinidade. Felizmente ou não, hoje a imprensa tem papel fundamental na formação e no avanço de um esportista. No automobilismo, talvez, seja mais evidente a necessidade da relação piloto/mídia. Os corredores que têm dinheiro não querem gastar justamente porque sabem que um ou dois (antes fosse...) assessores pedem tão pouco que não se preocupam com a qualidade do serviço. E uma grande patota se vê obrigada a garimpar areia para fincar um prego.
Sim, o Jornalismo é igual ao resto do mundo.
Não fosse suficiente o escândalo internacional de espionagem da F-1, a terça-feira (31) representou uma surpresa em um novo caso envolvendo o automobilismo, de âmbito nacional. Um e-mail enviado por "Reynaldo Ribas Silveira", digamos ser um "nome-fantasia", a 54 indivíduos do meio contesta o posicionamento dos assessores de imprensa nos quesitos responsabilidade de assinatura de materiais (releases), dumping de preços para conseguir mais pilotos/equipes e "queima" de mercado por atitudes.
O "jornalista anônimo", com base na afirmação de que "muita gente acha que assessoria é um trabalho simples e que necessita de pouco esforço para enganar os donos de equipes, pilotos e empresas patrocinadoras", menciona três sites de automobilismo cujos donos acabam também exercendo o papel de assessores, além do preço que um deles cobra, R$ 500, para tal função, repassando a outro jornalista a responsabilidade do texto. Também fala dos periodistas que cobram barato demais e que "tem (sic) que trabalhar com muitos pilotos para poder levar alguma grana pra casa", citando outra página de esporte a motor na internet. Por fim, aponta outro jornalista que "fez assessoria na F-3 apenas em troca de credenciamento, hotel e transporte", fato que, segundo o indivíduo não identificado, "faz com que as empresas, equipes e pilotos que tiveram um trabalho desse nível nunca mais queiram ter um assessor de imprensa".
Dois dos citados nominalmente responderam à "queixa", ambos referentes ao caso de um fazer o texto e outro assinar. O que põe o nome afirma a "Reynaldo" que "isso se chama empresa, sociedade" e que o par é "parceiro na assessoria de comunicação", atribuindo o e-mail a provavelmente um "pai de piloto que não considera fundamental o papel de assessor de imprensa" ou "um assessor de imprensa medíocre que não consegue clientes". O outro, indignado pelo anonimato e pela falta de coragem do resmungão, fala que "não vejo nenhum pecado eu escrever e um jornalista — meu sócio (...) — responsabilizar-se por elas (as matérias)" e questiona: "qual o problema, algo errado nisso? Alguma lei impede isso?". E continua: "O kartismo é muito diferente de uma Stock Car ou Fórmula Truck, onde os orçamentos são enormes e os pilotos e equipes podem pagar valores muito maiores do que os meus 'R$ 500,00'. Desculpe-me, moramos no Brasil, um país onde seus habitantes ainda podem decidir quase tudo por si próprios (...). Ninguém no kartismo, um meio onde sabemos que seus praticantes têm um belo poder aquisitivo, concordaria em manter um péssimo trabalho só para poupar."
Posta a bosta no ventilador, darei minhas opiniões: discordo do anonimato e acho que, se temos de levantar alguma bandeira na vida, que demos a cara a tapa. Um "time-consuming" (gostei dessa expressão, li hoje) fazer um e-mail para expor suas opiniões que, também não sei se tão facilmente, seriam digeridas pelos demais. Mas tenho de concordar que alguns colegas que prestam serviços de assessoria (e muitos deles de razoável para bom) acabam cobrando muito abaixo do que deveriam para um esporte elitista como é o automobilismo, sucumbindo ao choro dos pilotos e equipes e temendo a concorrência.
Como em toda boa profissão, há uma ordem, um sindicato, um conselho. No Jornalismo, costuma ser mera fachada. Numa reunião em um bar no ano passado, alguns colegas e eu, na posição de onisciente, começamos a debater justamente esta questão, a da procura desenfreada por clientes por causa destes praticantes de dumping. E que deveria haver uma reunião dentre todos, incluindo os fotógrafos, e estabelecer um piso a partir do qual todos pudessem trabalhar e oferecer seus serviços dignamente. Não considero certo, por exemplo, saber que o site X de kart cobra Y (que já não é muito) para que uma empresa coloque um banner ou um selo na página principal (home). E o rival direto "oferte" Y/5 e tenha uma penca de patrocinadores. Isso é desvalorizar o mercado e a si mesmo, é falar ao mundo que seu esforço é residual porque, como explana o segundo profissional, "ao que eu saiba nada também me impede de trabalhar com muitos pilotos 'para levar alguma grana para casa'".
Se fosse uma causa minha — não tenho pretensão alguma de ser assessor, apesar de receber dois convites para tal —, defenderia com afinco a tese da base de cobrança — embora haja causas que a gente abraça meramente por questão de justiça ou afinidade. Felizmente ou não, hoje a imprensa tem papel fundamental na formação e no avanço de um esportista. No automobilismo, talvez, seja mais evidente a necessidade da relação piloto/mídia. Os corredores que têm dinheiro não querem gastar justamente porque sabem que um ou dois (antes fosse...) assessores pedem tão pouco que não se preocupam com a qualidade do serviço. E uma grande patota se vê obrigada a garimpar areia para fincar um prego.
Sim, o Jornalismo é igual ao resto do mundo.
Não fosse suficiente o escândalo internacional de espionagem da F-1, a terça-feira (31) representou uma surpresa em um novo caso envolvendo o automobilismo, de âmbito nacional. Um e-mail enviado por "Reynaldo Ribas Silveira", digamos ser um "nome-fantasia", a 54 indivíduos do meio contesta o posicionamento dos assessores de imprensa nos quesitos responsabilidade de assinatura de materiais (releases), dumping de preços para conseguir mais pilotos/equipes e "queima" de mercado por atitudes.
O "jornalista anônimo", com base na afirmação de que "muita gente acha que assessoria é um trabalho simples e que necessita de pouco esforço para enganar os donos de equipes, pilotos e empresas patrocinadoras", menciona três sites de automobilismo cujos donos acabam também exercendo o papel de assessores, além do preço que um deles cobra, R$ 500, para tal função, repassando a outro jornalista a responsabilidade do texto. Também fala dos periodistas que cobram barato demais e que "tem (sic) que trabalhar com muitos pilotos para poder levar alguma grana pra casa", citando outra página de esporte a motor na internet. Por fim, aponta outro jornalista que "fez assessoria na F-3 apenas em troca de credenciamento, hotel e transporte", fato que, segundo o indivíduo não identificado, "faz com que as empresas, equipes e pilotos que tiveram um trabalho desse nível nunca mais queiram ter um assessor de imprensa".
Dois dos citados nominalmente responderam à "queixa", ambos referentes ao caso de um fazer o texto e outro assinar. O que põe o nome afirma a "Reynaldo" que "isso se chama empresa, sociedade" e que o par é "parceiro na assessoria de comunicação", atribuindo o e-mail a provavelmente um "pai de piloto que não considera fundamental o papel de assessor de imprensa" ou "um assessor de imprensa medíocre que não consegue clientes". O outro, indignado pelo anonimato e pela falta de coragem do resmungão, fala que "não vejo nenhum pecado eu escrever e um jornalista — meu sócio (...) — responsabilizar-se por elas (as matérias)" e questiona: "qual o problema, algo errado nisso? Alguma lei impede isso?". E continua: "O kartismo é muito diferente de uma Stock Car ou Fórmula Truck, onde os orçamentos são enormes e os pilotos e equipes podem pagar valores muito maiores do que os meus 'R$ 500,00'. Desculpe-me, moramos no Brasil, um país onde seus habitantes ainda podem decidir quase tudo por si próprios (...). Ninguém no kartismo, um meio onde sabemos que seus praticantes têm um belo poder aquisitivo, concordaria em manter um péssimo trabalho só para poupar."
Posta a bosta no ventilador, darei minhas opiniões: discordo do anonimato e acho que, se temos de levantar alguma bandeira na vida, que demos a cara a tapa. Um "time-consuming" (gostei dessa expressão, li hoje) fazer um e-mail para expor suas opiniões que, também não sei se tão facilmente, seriam digeridas pelos demais. Mas tenho de concordar que alguns colegas que prestam serviços de assessoria (e muitos deles de razoável para bom) acabam cobrando muito abaixo do que deveriam para um esporte elitista como é o automobilismo, sucumbindo ao choro dos pilotos e equipes e temendo a concorrência.
Como em toda boa profissão, há uma ordem, um sindicato, um conselho. No Jornalismo, costuma ser mera fachada. Numa reunião em um bar no ano passado, alguns colegas e eu, na posição de onisciente, começamos a debater justamente esta questão, a da procura desenfreada por clientes por causa destes praticantes de dumping. E que deveria haver uma reunião dentre todos, incluindo os fotógrafos, e estabelecer um piso a partir do qual todos pudessem trabalhar e oferecer seus serviços dignamente. Não considero certo, por exemplo, saber que o site X de kart cobra Y (que já não é muito) para que uma empresa coloque um banner ou um selo na página principal (home). E o rival direto "oferte" Y/5 e tenha uma penca de patrocinadores. Isso é desvalorizar o mercado e a si mesmo, é falar ao mundo que seu esforço é residual porque, como explana o segundo profissional, "ao que eu saiba nada também me impede de trabalhar com muitos pilotos 'para levar alguma grana para casa'".
Se fosse uma causa minha — não tenho pretensão alguma de ser assessor, apesar de receber dois convites para tal —, defenderia com afinco a tese da base de cobrança — embora haja causas que a gente abraça meramente por questão de justiça ou afinidade. Felizmente ou não, hoje a imprensa tem papel fundamental na formação e no avanço de um esportista. No automobilismo, talvez, seja mais evidente a necessidade da relação piloto/mídia. Os corredores que têm dinheiro não querem gastar justamente porque sabem que um ou dois (antes fosse...) assessores pedem tão pouco que não se preocupam com a qualidade do serviço. E uma grande patota se vê obrigada a garimpar areia para fincar um prego.
Eu assisti pouco porque estava em Londrina, mas reparei: Galvão Bueno — que mora na cidade paranaense — teve de mencionar uma atração de um programa de uma emissora rival à TV Globo no fim da transmissão do jogo de basquete que valia medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos. Mas segundo a casa onde trabalha, o caso não muda nada.
Para comemorar a vitória sobre Porto Rico por 86 a 65 na partida final neste domingo, a equipe de basquete do Brasil saiu fazendo a dança criada pela dupla Vesgo (Rodrigo Scarpa) e Silvio (Wellington Muniz) no programa Pânico na TV. "É a dança do siri", confirmou o narrador duas vezes.
À "Folha Online", a assessoria de imprensa da Globo declarou que "não é nada demais" e que "não há o que repercutir. "Não é que nada será feito, é que não há o que comentar", completou.
Duas coisas surgem disso: 1) ainda bem que siri tem "r" átono; o que seria agüentar a dança do sirrrrrrrrrri à la Rrrrrrrrrrrronaldinho? 2) se ele falasse "dança DA Siri", ex-BBB, aí, sim, pegaria mal. Ela não é mais da casa...
Eu assisti pouco porque estava em Londrina, mas reparei: Galvão Bueno — que mora na cidade paranaense — teve de mencionar uma atração de um programa de uma emissora rival à TV Globo no fim da transmissão do jogo de basquete que valia medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos. Mas segundo a casa onde trabalha, o caso não muda nada.
Para comemorar a vitória sobre Porto Rico por 86 a 65 na partida final neste domingo, a equipe de basquete do Brasil saiu fazendo a dança criada pela dupla Vesgo (Rodrigo Scarpa) e Silvio (Wellington Muniz) no programa Pânico na TV. "É a dança do siri", confirmou o narrador duas vezes.
À "Folha Online", a assessoria de imprensa da Globo declarou que "não é nada demais" e que "não há o que repercutir. "Não é que nada será feito, é que não há o que comentar", completou.
Duas coisas surgem disso: 1) ainda bem que siri tem "r" átono; o que seria agüentar a dança do sirrrrrrrrrri à la Rrrrrrrrrrrronaldinho? 2) se ele falasse "dança DA Siri", ex-BBB, aí, sim, pegaria mal. Ela não é mais da casa...
Eu assisti pouco porque estava em Londrina, mas reparei: Galvão Bueno — que mora na cidade paranaense — teve de mencionar uma atração de um programa de uma emissora rival à TV Globo no fim da transmissão do jogo de basquete que valia medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos. Mas segundo a casa onde trabalha, o caso não muda nada.
Para comemorar a vitória sobre Porto Rico por 86 a 65 na partida final neste domingo, a equipe de basquete do Brasil saiu fazendo a dança criada pela dupla Vesgo (Rodrigo Scarpa) e Silvio (Wellington Muniz) no programa Pânico na TV. "É a dança do siri", confirmou o narrador duas vezes.
À "Folha Online", a assessoria de imprensa da Globo declarou que "não é nada demais" e que "não há o que repercutir. "Não é que nada será feito, é que não há o que comentar", completou.
Duas coisas surgem disso: 1) ainda bem que siri tem "r" átono; o que seria agüentar a dança do sirrrrrrrrrri à la Rrrrrrrrrrrronaldinho? 2) se ele falasse "dança DA Siri", ex-BBB, aí, sim, pegaria mal. Ela não é mais da casa...
É um momento difícil, sobre o qual escreverei com mais calma assim que a dor se for.
Agradeço ao apoio, sobretudo, de pessoas como Fernanda Gonçalves, a primeira a saber da notícia, como Marcelo Eduardo Braga, como Wagner Gonzalez, como Bruno Terena, como Carlos Garcia, como Clóvis Grelak e como até Fábio Beretta Jr., que na inocência e na pureza tentava um ânimo impossível.
Estou consciente de que foi melhor, de que foi uma passagem tranqüila e de menor sofrimento possível. De que o último ato é o aceno depois do beijo e do pedido para que ficasse mais um pouco a seu lado. E de que todos os outros marcaram um respeito e admiração mútuas que, numa análise proporcional, são maiores que os por meus pais.
Um dia a gente volta a se ver, vô. E quero o sorriso de sempre.
É um momento difícil, sobre o qual escreverei com mais calma assim que a dor se for.
Agradeço ao apoio, sobretudo, de pessoas como Fernanda Gonçalves, a primeira a saber da notícia, como Marcelo Eduardo Braga, como Wagner Gonzalez, como Bruno Terena, como Carlos Garcia, como Clóvis Grelak e como até Fábio Beretta Jr., que na inocência e na pureza tentava um ânimo impossível.
Estou consciente de que foi melhor, de que foi uma passagem tranqüila e de menor sofrimento possível. De que o último ato é o aceno depois do beijo e do pedido para que ficasse mais um pouco a seu lado. E de que todos os outros marcaram um respeito e admiração mútuas que, numa análise proporcional, são maiores que os por meus pais.
Um dia a gente volta a se ver, vô. E quero o sorriso de sempre.
É um momento difícil, sobre o qual escreverei com mais calma assim que a dor se for.
Agradeço ao apoio, sobretudo, de pessoas como Fernanda Gonçalves, a primeira a saber da notícia, como Marcelo Eduardo Braga, como Wagner Gonzalez, como Bruno Terena, como Carlos Garcia, como Clóvis Grelak e como até Fábio Beretta Jr., que na inocência e na pureza tentava um ânimo impossível.
Estou consciente de que foi melhor, de que foi uma passagem tranqüila e de menor sofrimento possível. De que o último ato é o aceno depois do beijo e do pedido para que ficasse mais um pouco a seu lado. E de que todos os outros marcaram um respeito e admiração mútuas que, numa análise proporcional, são maiores que os por meus pais.
Um dia a gente volta a se ver, vô. E quero o sorriso de sempre.
Cheguei de madrugada aqui a Londrina e pouco pude notar, naquele momento, do que se tratava aquela cidade parada e sem movimento. Depois de um descanso, uma pausa para o café-da-manha e novo período de sono, deixei o hotel e fui para o estádio do Café.
Sinceramente achei as coisas meio precárias, dando a sensação de mal cuidadas. O palco do futebol tem um gramado maltratado, as cadeiras azuis nas arquibancadas faltam em alguns postos e a fachada merecia uma pintura. No autódromo, pontos de terra e a mesma impressão de ausência de carinho especial.
A sala de imprensa é um cubículo, a menor que já peguei na Stock. Ao menos, a conexão funciona. Está aqui Fábio Beretta Jr., moçoila de Americana da F-3 Sul-americana, boa gente. No meu quarto, Bruno Terena, cujo sonho-mor é dançar mambo e salsa de trenzinho, revelação feita durante a viagem, descansa momentaneamente. Daqui a pouco vamos a uma choperia — eu devo apenas olhar, ainda na fase "ite". Fernanda Gonçalves, Milla Delfino, Fernanda Freixosa, Wagner Gonzalez, Nei Tessari, Rodrigo França e o próprio Beretta também devem ser as companhias.
Não corre a TM, a popular Tatu — que não tem como pilotos aquelas duas cantoras (russas ou ucranianas, acho) que se diziam lésbicas e cantavam "All The Things She Said —, porque treinou na semana passada com um carro da Stock. A Powertech também foi punida, mas entrou com recurso, alegando que não usou o modelo da categoria. Não farão muita diferença; não largam, mesmo...
A qualquer momento, mais informações.
Cheguei de madrugada aqui a Londrina e pouco pude notar, naquele momento, do que se tratava aquela cidade parada e sem movimento. Depois de um descanso, uma pausa para o café-da-manha e novo período de sono, deixei o hotel e fui para o estádio do Café.
Sinceramente achei as coisas meio precárias, dando a sensação de mal cuidadas. O palco do futebol tem um gramado maltratado, as cadeiras azuis nas arquibancadas faltam em alguns postos e a fachada merecia uma pintura. No autódromo, pontos de terra e a mesma impressão de ausência de carinho especial.
A sala de imprensa é um cubículo, a menor que já peguei na Stock. Ao menos, a conexão funciona. Está aqui Fábio Beretta Jr., moçoila de Americana da F-3 Sul-americana, boa gente. No meu quarto, Bruno Terena, cujo sonho-mor é dançar mambo e salsa de trenzinho, revelação feita durante a viagem, descansa momentaneamente. Daqui a pouco vamos a uma choperia — eu devo apenas olhar, ainda na fase "ite". Fernanda Gonçalves, Milla Delfino, Fernanda Freixosa, Wagner Gonzalez, Nei Tessari, Rodrigo França e o próprio Beretta também devem ser as companhias.
Não corre a TM, a popular Tatu — que não tem como pilotos aquelas duas cantoras (russas ou ucranianas, acho) que se diziam lésbicas e cantavam "All The Things She Said —, porque treinou na semana passada com um carro da Stock. A Powertech também foi punida, mas entrou com recurso, alegando que não usou o modelo da categoria. Não farão muita diferença; não largam, mesmo...
A qualquer momento, mais informações.
Cheguei de madrugada aqui a Londrina e pouco pude notar, naquele momento, do que se tratava aquela cidade parada e sem movimento. Depois de um descanso, uma pausa para o café-da-manha e novo período de sono, deixei o hotel e fui para o estádio do Café.
Sinceramente achei as coisas meio precárias, dando a sensação de mal cuidadas. O palco do futebol tem um gramado maltratado, as cadeiras azuis nas arquibancadas faltam em alguns postos e a fachada merecia uma pintura. No autódromo, pontos de terra e a mesma impressão de ausência de carinho especial.
A sala de imprensa é um cubículo, a menor que já peguei na Stock. Ao menos, a conexão funciona. Está aqui Fábio Beretta Jr., moçoila de Americana da F-3 Sul-americana, boa gente. No meu quarto, Bruno Terena, cujo sonho-mor é dançar mambo e salsa de trenzinho, revelação feita durante a viagem, descansa momentaneamente. Daqui a pouco vamos a uma choperia — eu devo apenas olhar, ainda na fase "ite". Fernanda Gonçalves, Milla Delfino, Fernanda Freixosa, Wagner Gonzalez, Nei Tessari, Rodrigo França e o próprio Beretta também devem ser as companhias.
Não corre a TM, a popular Tatu — que não tem como pilotos aquelas duas cantoras (russas ou ucranianas, acho) que se diziam lésbicas e cantavam "All The Things She Said —, porque treinou na semana passada com um carro da Stock. A Powertech também foi punida, mas entrou com recurso, alegando que não usou o modelo da categoria. Não farão muita diferença; não largam, mesmo...
Fotos de Íris Stefanelli nua na Playboy vazam na internet
Bem como aconteceu com Ana Paula de Oliveira, a ex-bandeirinha em quase-atividade, a procura pelas fotos de Íris Stefanelli nua "vem num crescendo", como diriam os nobres comentaristas de plantão de hospital. A cada palavra que se digita no Google ou em qualquer outro site de busca, as respostas múltiplas apontam a expectativa dos marmanjos dispostos a ver o que Diego Alemão deve ter visto...
Já circula na internet uma suposta capa, obviamente falsa, com uma das fotos da "Maria Antonieta". É só analisar as fontes e o caráter tosco do uso das fontes por parte de algum internauta disposto e desocupado para perceber.
Se bem que... quem quer analisar fontes?
Bem como aconteceu com Ana Paula de Oliveira, a ex-bandeirinha em quase-atividade, a procura pelas fotos de Íris Stefanelli nua "vem num crescendo", como diriam os nobres comentaristas de plantão de hospital. A cada palavra que se digita no Google ou em qualquer outro site de busca, as respostas múltiplas apontam a expectativa dos marmanjos dispostos a ver o que Diego Alemão deve ter visto...
Já circula na internet uma suposta capa, obviamente falsa, com uma das fotos da "Maria Antonieta". É só analisar as fontes e o caráter tosco do uso das fontes por parte de algum internauta disposto e desocupado para perceber.
Se bem que... quem quer analisar fontes?
Bem como aconteceu com Ana Paula de Oliveira, a ex-bandeirinha em quase-atividade, a procura pelas fotos de Íris Stefanelli nua "vem num crescendo", como diriam os nobres comentaristas de plantão de hospital. A cada palavra que se digita no Google ou em qualquer outro site de busca, as respostas múltiplas apontam a expectativa dos marmanjos dispostos a ver o que Diego Alemão deve ter visto...
Já circula na internet uma suposta capa, obviamente falsa, com uma das fotos da "Maria Antonieta". É só analisar as fontes e o caráter tosco do uso das fontes por parte de algum internauta disposto e desocupado para perceber.
Capa da Playboy, Íris Stefanelli vive com outra mulher, diz mídia
Era só o que faltava: os jornais RG noticiaram na última segunda-feira que uma neo-celebridade que posou nua recentemente está vivendo com uma mulher, levando a se pensar que se tratava da boa bandeirinha Ana Paula de Oliveira.
Mas o jornalista Leão Lobo desfez a "confusão". Em seu programa de rádio na emissora pertencente ao conglomerado, o também apresentador de TV afirmou tratar-se de Íris Stefanelli, que, segundo ele, deixou Diego Gasquez, o Alemão, para viver com sua assessora, com quem está decorando um apartamento. "Quando alguém pergunta sobre a 'caipira', Arlete (Braga, a porta-voz) sempre se inclui nos planos, demonstrando que tem bastante intimidade com a sua cliente", disse LL.
Íris assinou contrato recentemente com a Rede TV! para apresentar o TV Fama e com a Playboy para mostrar-se desnuda e bela na edição de agosto. Aliás, as fotos já foram escolhidas por ela.
Estamos no aguardo.
Era só o que faltava: os jornais RG noticiaram na última segunda-feira que uma neo-celebridade que posou nua recentemente está vivendo com uma mulher, levando a se pensar que se tratava da boa bandeirinha Ana Paula de Oliveira.
Mas o jornalista Leão Lobo desfez a "confusão". Em seu programa de rádio na emissora pertencente ao conglomerado, o também apresentador de TV afirmou tratar-se de Íris Stefanelli, que, segundo ele, deixou Diego Gasquez, o Alemão, para viver com sua assessora, com quem está decorando um apartamento. "Quando alguém pergunta sobre a 'caipira', Arlete (Braga, a porta-voz) sempre se inclui nos planos, demonstrando que tem bastante intimidade com a sua cliente", disse LL.
Íris assinou contrato recentemente com a Rede TV! para apresentar o TV Fama e com a Playboy para mostrar-se desnuda e bela na edição de agosto. Aliás, as fotos já foram escolhidas por ela.
Estamos no aguardo.
Era só o que faltava: os jornais RG noticiaram na última segunda-feira que uma neo-celebridade que posou nua recentemente está vivendo com uma mulher, levando a se pensar que se tratava da boa bandeirinha Ana Paula de Oliveira.
Mas o jornalista Leão Lobo desfez a "confusão". Em seu programa de rádio na emissora pertencente ao conglomerado, o também apresentador de TV afirmou tratar-se de Íris Stefanelli, que, segundo ele, deixou Diego Gasquez, o Alemão, para viver com sua assessora, com quem está decorando um apartamento. "Quando alguém pergunta sobre a 'caipira', Arlete (Braga, a porta-voz) sempre se inclui nos planos, demonstrando que tem bastante intimidade com a sua cliente", disse LL.
Íris assinou contrato recentemente com a Rede TV! para apresentar o TV Fama e com a Playboy para mostrar-se desnuda e bela na edição de agosto. Aliás, as fotos já foram escolhidas por ela.
Final da Copa da Ásia tem disputa entre brasileiros
Só ao receber um e-mail do Graphic News que fui saber e pude perceber: a final da quase nada importante Copa da Ásia vai confrontar dois brasileiros.
Primeiro de tudo, o Iraque, invicto na competição, vai enfrentar a Arábia Saudita, igualmente sem derrotas. Os jogadores do país em permanente guerra venceram dois jogos — um na fase de grupos contra a forte Austrália e outro nas quartas-de-final, contra o Vietnã — e empataram três — com Tailândia, Omã e Coréia do Sul, esta nas semis, a quem venceu nos pênaltis. Os sauditas começaram empatando com o sul-coreanos e depois passaram por Indonésia, Bahrein, Usbequistão e Japão.
Confrontos diretos: 24, com 12 vitórias do Iraque e seis da Arábia.
Técnico do Iraque: Jorvan Vieira, brasileiro; técnico da Arábia: Hélio dos Anjos, mais conhecido, ex-treinador do Goiás.
Só ao receber um e-mail do Graphic News que fui saber e pude perceber: a final da quase nada importante Copa da Ásia vai confrontar dois brasileiros.
Primeiro de tudo, o Iraque, invicto na competição, vai enfrentar a Arábia Saudita, igualmente sem derrotas. Os jogadores do país em permanente guerra venceram dois jogos — um na fase de grupos contra a forte Austrália e outro nas quartas-de-final, contra o Vietnã — e empataram três — com Tailândia, Omã e Coréia do Sul, esta nas semis, a quem venceu nos pênaltis. Os sauditas começaram empatando com o sul-coreanos e depois passaram por Indonésia, Bahrein, Usbequistão e Japão.
Confrontos diretos: 24, com 12 vitórias do Iraque e seis da Arábia.
Técnico do Iraque: Jorvan Vieira, brasileiro; técnico da Arábia: Hélio dos Anjos, mais conhecido, ex-treinador do Goiás.
Só ao receber um e-mail do Graphic News que fui saber e pude perceber: a final da quase nada importante Copa da Ásia vai confrontar dois brasileiros.
Primeiro de tudo, o Iraque, invicto na competição, vai enfrentar a Arábia Saudita, igualmente sem derrotas. Os jogadores do país em permanente guerra venceram dois jogos — um na fase de grupos contra a forte Austrália e outro nas quartas-de-final, contra o Vietnã — e empataram três — com Tailândia, Omã e Coréia do Sul, esta nas semis, a quem venceu nos pênaltis. Os sauditas começaram empatando com o sul-coreanos e depois passaram por Indonésia, Bahrein, Usbequistão e Japão.
Confrontos diretos: 24, com 12 vitórias do Iraque e seis da Arábia.
Técnico do Iraque: Jorvan Vieira, brasileiro; técnico da Arábia: Hélio dos Anjos, mais conhecido, ex-treinador do Goiás.
Liguei para Bela Megale, assessora e jornalista do site da Stock Car, que tinha vôo marcado no mesmo horário que o meu para hoje em Londrina.
Bela contou: "Falaram que ia atrasar até as 11h, entramos no avião só meio-dia e meia, aí tivemos de vir para Maringá porque o aeroporto de Londrina estava fechado por causa do tempo. Estou chegando agora, de ônibus."
Carro 2 × 0 Avião.
Liguei para Bela Megale, assessora e jornalista do site da Stock Car, que tinha vôo marcado no mesmo horário que o meu para hoje em Londrina.
Bela contou: "Falaram que ia atrasar até as 11h, entramos no avião só meio-dia e meia, aí tivemos de vir para Maringá porque o aeroporto de Londrina estava fechado por causa do tempo. Estou chegando agora, de ônibus."
Carro 2 × 0 Avião.
Liguei para Bela Megale, assessora e jornalista do site da Stock Car, que tinha vôo marcado no mesmo horário que o meu para hoje em Londrina.
Bela contou: "Falaram que ia atrasar até as 11h, entramos no avião só meio-dia e meia, aí tivemos de vir para Maringá porque o aeroporto de Londrina estava fechado por causa do tempo. Estou chegando agora, de ônibus."
O rapper 50 Cent entrou na justiça para acionar a agência que exibiu um
banner em um site com a mensagem "Shoot the rapper", que usa sua imagem
como alvo a ser abatido em um jogo online.
A página exibe 50 Cent correndo e o internauta tem simplesmente que clicar no
mouse para disparar contra o cantor. O êxito da missão leva o "vencedor" à uma
página de venda de produtos.
Peter Raymond, advogado de autor do
hit "Candy Shop", afirmou que, embora não apareça o nome de 50 Cent, fica claro
na imagem que se trata de seu cliente. "Não há dúvida nenhuma de que o boneco
tem como intenção simbolizá-lo", declarou.
A indenização é bem maior do que os "50 centavos", tradução da "alcunha":
meros € 725 mil.
50 centavos me lembra o desenho do Pica-Pau, o da bruxa que quer um novo cabo
para sua vassoura.
Esse:
(Ler comentários)
O rapper 50 Cent entrou na justiça para acionar a agência que exibiu um
banner em um site com a mensagem "Shoot the rapper", que usa sua imagem
como alvo a ser abatido em um jogo online.
A página exibe 50 Cent correndo e o internauta tem simplesmente que clicar no
mouse para disparar contra o cantor. O êxito da missão leva o "vencedor" à uma
página de venda de produtos.
Peter Raymond, advogado de autor do
hit "Candy Shop", afirmou que, embora não apareça o nome de 50 Cent, fica claro
na imagem que se trata de seu cliente. "Não há dúvida nenhuma de que o boneco
tem como intenção simbolizá-lo", declarou.
A indenização é bem maior do que os "50 centavos", tradução da "alcunha":
meros € 725 mil.
50 centavos me lembra o desenho do Pica-Pau, o da bruxa que quer um novo cabo
para sua vassoura.
Esse:
(Ler comentários)
O rapper 50 Cent entrou na justiça para acionar a agência que exibiu um
banner em um site com a mensagem "Shoot the rapper", que usa sua imagem
como alvo a ser abatido em um jogo online.
A página exibe 50 Cent correndo e o internauta tem simplesmente que clicar no
mouse para disparar contra o cantor. O êxito da missão leva o "vencedor" à uma
página de venda de produtos.
Peter Raymond, advogado de autor do
hit "Candy Shop", afirmou que, embora não apareça o nome de 50 Cent, fica claro
na imagem que se trata de seu cliente. "Não há dúvida nenhuma de que o boneco
tem como intenção simbolizá-lo", declarou.
A indenização é bem maior do que os "50 centavos", tradução da "alcunha":
meros € 725 mil.
50 centavos me lembra o desenho do Pica-Pau, o da bruxa que quer um novo cabo
para sua vassoura.
Tirando a discussão entre Alonso e Massa, que aconteceu após a prova, não tem como não lembrar do GP e ver o líder da segunda volta.
Markus Winkelhock deve ter ouvido o buzinaço da torcida local, que pouco se importava com a chuva. Como nós, queria ver um espetáculo digno.
Após a paralisação, os olhos claros esbugalhados, expressão máxima da incredulidade. O carro laranja da Spyker, o pior do grid, na posição de honra. O aperto de mão do chefe Colin Kolles. Os minutos da realização extrema de um sonho, a adrenalina não cabendo no corpo.
Momentos únicos e surpreendentes em que os pequenos ganham espaço e nos permitem, sem querer, abrir um sorriso.
Pode ser essa a única corrida do filho de Manfred na F-1. Ele já vai ter muita história para contar para seus herdeiros.
(Ler comentários)
Tirando a discussão entre Alonso e Massa, que aconteceu após a prova, não tem como não lembrar do GP e ver o líder da segunda volta.
Markus Winkelhock deve ter ouvido o buzinaço da torcida local, que pouco se importava com a chuva. Como nós, queria ver um espetáculo digno.
Após a paralisação, os olhos claros esbugalhados, expressão máxima da incredulidade. O carro laranja da Spyker, o pior do grid, na posição de honra. O aperto de mão do chefe Colin Kolles. Os minutos da realização extrema de um sonho, a adrenalina não cabendo no corpo.
Momentos únicos e surpreendentes em que os pequenos ganham espaço e nos permitem, sem querer, abrir um sorriso.
Pode ser essa a única corrida do filho de Manfred na F-1. Ele já vai ter muita história para contar para seus herdeiros.
(Ler comentários)
Tirando a discussão entre Alonso e Massa, que aconteceu após a prova, não tem como não lembrar do GP e ver o líder da segunda volta.
Markus Winkelhock deve ter ouvido o buzinaço da torcida local, que pouco se importava com a chuva. Como nós, queria ver um espetáculo digno.
Após a paralisação, os olhos claros esbugalhados, expressão máxima da incredulidade. O carro laranja da Spyker, o pior do grid, na posição de honra. O aperto de mão do chefe Colin Kolles. Os minutos da realização extrema de um sonho, a adrenalina não cabendo no corpo.
Momentos únicos e surpreendentes em que os pequenos ganham espaço e nos permitem, sem querer, abrir um sorriso.
Pode ser essa a única corrida do filho de Manfred na F-1. Ele já vai ter muita história para contar para seus herdeiros.
Vi no Jornal da Globo a primeira reportagem de Mariana Becker como repórter da F-1 em Nürburgring. Fez o trivial, o chucrute com salsicha, no caso, mas cometeu um pecado: a princípio, deve ter confiado na memória e não checou a informação. E a repassou erroneamente.
MB aproveitou-se da presença de Schumacher para falar que o público local se sentia órfão de pilotos que brigassem por vitórias e, por conseqüência, pelo título. "Agora, quatro pilotos representam a Alemanha", disse a jornalista, citando Ralf Schumacher, Nico Rosberg, Nick Heidfeld e a chegada de Markus Winkelhock. Entrevistou torcedores, que se dividiam entre Kimi Raikkonen e Felipe Massa, e falou brevemente do melhor tempo de Lewis Hamilton.
Só que não são quatro os tedescos. Faltou Adrian Sutil. Ninguém percebeu na RG.
Vi no Jornal da Globo a primeira reportagem de Mariana Becker como repórter da F-1 em Nürburgring. Fez o trivial, o chucrute com salsicha, no caso, mas cometeu um pecado: a princípio, deve ter confiado na memória e não checou a informação. E a repassou erroneamente.
MB aproveitou-se da presença de Schumacher para falar que o público local se sentia órfão de pilotos que brigassem por vitórias e, por conseqüência, pelo título. "Agora, quatro pilotos representam a Alemanha", disse a jornalista, citando Ralf Schumacher, Nico Rosberg, Nick Heidfeld e a chegada de Markus Winkelhock. Entrevistou torcedores, que se dividiam entre Kimi Raikkonen e Felipe Massa, e falou brevemente do melhor tempo de Lewis Hamilton.
Só que não são quatro os tedescos. Faltou Adrian Sutil. Ninguém percebeu na RG.
Vi no Jornal da Globo a primeira reportagem de Mariana Becker como repórter da F-1 em Nürburgring. Fez o trivial, o chucrute com salsicha, no caso, mas cometeu um pecado: a princípio, deve ter confiado na memória e não checou a informação. E a repassou erroneamente.
MB aproveitou-se da presença de Schumacher para falar que o público local se sentia órfão de pilotos que brigassem por vitórias e, por conseqüência, pelo título. "Agora, quatro pilotos representam a Alemanha", disse a jornalista, citando Ralf Schumacher, Nico Rosberg, Nick Heidfeld e a chegada de Markus Winkelhock. Entrevistou torcedores, que se dividiam entre Kimi Raikkonen e Felipe Massa, e falou brevemente do melhor tempo de Lewis Hamilton.
Só que não são quatro os tedescos. Faltou Adrian Sutil. Ninguém percebeu na RG.
A revista "E!" é quem conta essa: Angelina Jolie e Brad Pitt, sobre quem dizem estar separados, tiveram uma "recaída" e foram apanhados no bem-bom no camarim dos estúdios onde o ator grava cenas do filme "A Mighty Heart".
"Era meio-dia e os dois estavam se agarrando durante o descanso dele. É evidente que eles ainda se sentem muito atraídos um pelo outro", declarou a inteligente fonte não-identificada à publicação.
Até eu, que sou mais bobo...
A revista "E!" é quem conta essa: Angelina Jolie e Brad Pitt, sobre quem dizem estar separados, tiveram uma "recaída" e foram apanhados no bem-bom no camarim dos estúdios onde o ator grava cenas do filme "A Mighty Heart".
"Era meio-dia e os dois estavam se agarrando durante o descanso dele. É evidente que eles ainda se sentem muito atraídos um pelo outro", declarou a inteligente fonte não-identificada à publicação.
Até eu, que sou mais bobo...
A revista "E!" é quem conta essa: Angelina Jolie e Brad Pitt, sobre quem dizem estar separados, tiveram uma "recaída" e foram apanhados no bem-bom no camarim dos estúdios onde o ator grava cenas do filme "A Mighty Heart".
"Era meio-dia e os dois estavam se agarrando durante o descanso dele. É evidente que eles ainda se sentem muito atraídos um pelo outro", declarou a inteligente fonte não-identificada à publicação.
Hoje a McLaren resolveu suspender Martin Whitmarsh, CEO, e Paddy Lowe, diretor de engenharia. Diante do caso de espionagem, ao qual a equipe jurou que ninguém mais tinha envolvimento, a pergunta é: afastamento por quê?
A McLaren vai ter muito que explicar na próxima quinta-feira. A FIA, muito que ouvir. Ron Dennis teme. Porque sabe que alguém ali no seu grupo deve.
E, pelo jeito, são muitos.
Hoje a McLaren resolveu suspender Martin Whitmarsh, CEO, e Paddy Lowe, diretor de engenharia. Diante do caso de espionagem, ao qual a equipe jurou que ninguém mais tinha envolvimento, a pergunta é: afastamento por quê?
A McLaren vai ter muito que explicar na próxima quinta-feira. A FIA, muito que ouvir. Ron Dennis teme. Porque sabe que alguém ali no seu grupo deve.
E, pelo jeito, são muitos.
Hoje a McLaren resolveu suspender Martin Whitmarsh, CEO, e Paddy Lowe, diretor de engenharia. Diante do caso de espionagem, ao qual a equipe jurou que ninguém mais tinha envolvimento, a pergunta é: afastamento por quê?
A McLaren vai ter muito que explicar na próxima quinta-feira. A FIA, muito que ouvir. Ron Dennis teme. Porque sabe que alguém ali no seu grupo deve.
Canta-me um amigo que Gil de Ferran, ex-diretor-esportivo da Honda na F-1, está de malas prontas para retornar à IRL. Duas são as opções para o brasileiro: continuar na Honda, claro que na categoria, em um belo cargo diretivo ou tornar-se dirigente na Penske.
Informei.
Canta-me um amigo que Gil de Ferran, ex-diretor-esportivo da Honda na F-1, está de malas prontas para retornar à IRL. Duas são as opções para o brasileiro: continuar na Honda, claro que na categoria, em um belo cargo diretivo ou tornar-se dirigente na Penske.
Informei.
Canta-me um amigo que Gil de Ferran, ex-diretor-esportivo da Honda na F-1, está de malas prontas para retornar à IRL. Duas são as opções para o brasileiro: continuar na Honda, claro que na categoria, em um belo cargo diretivo ou tornar-se dirigente na Penske.
Eram quase 2h30 quando estava com Bruno Terena e resolvemos passar pelo cenário facilmente avistável pela incontrolável fumaça que se destina ao céu carregado desde domingo e que não pára de jorrar água. Paramos o carro, descemos, subimos o acesso ao aeroporto na Washington Luis, desviamo-nos das fitas demarcatórias e ficamos de frente para o acidente.
Os prédios da TAM são esqueletos cadavéricos. Ruínas formadas por uma guerra que não houve, fogo que consome, que parece não ter fim. Só a cauda do avião com o logotipo da empresa se mantém quase intacto. O resto é puro destroço. Àquela altura, apenas 40 corpos dos mais de 170 haviam sido encontrados. Eu me pergunto como 130 pessoas poderiam estar ali, carbonizadas, como seriam reconhecidas, a força que os parentes apresentariam. Os bombeiros, sempre eles, mal-remunerados e prestativos, com tendas improvisadas de um lado e o trabalho de contenção das chamas de outro. Terena tira fotos com o celular, fotos borradas, fotos que não ficam boas, e quem se preocupa com fotos de fronte de tamanha tragédia mais crível somente diante de meus olhos?
Um casal abre um guarda-chuva e eu me infiltro. Um fotógrafo começa a discutir com um rapaz que começa a tirar fotos dele com o fundo do desastre. Quando os ânimos deveriam ser de silêncio, eis que ainda encontra ímpeto para a briga. Não há outro foco que não os dois terrenos afetados pelo choque. Dez minutos depois, a desilusão e a consciência nos fazem deixar o local.
As redes de TV todas lá, com estações de transmissão; rádios informando em tempo real e intermitente. Eu me vi em um trabalho que até gostaria de fazer como profissional, Terena, também; cansativo, prolongado, entristecedor, maçante. E que me deixaria com a certeza do que escrevi dias atrás, de que não somos nada, de que acordamos e não sabemos os minutos que nos precedem. Daniel de Oliveira, o ator que fez Cazuza, perdeu o vôo; a TAM enviou um e-mail a uma passageira trocando sua aeronave. O rapaz lá de cima não levantou o indicador e disse "vem".
Não era a hora deles. Não tinha que ser.
Eram quase 2h30 quando estava com Bruno Terena e resolvemos passar pelo cenário facilmente avistável pela incontrolável fumaça que se destina ao céu carregado desde domingo e que não pára de jorrar água. Paramos o carro, descemos, subimos o acesso ao aeroporto na Washington Luis, desviamo-nos das fitas demarcatórias e ficamos de frente para o acidente.
Os prédios da TAM são esqueletos cadavéricos. Ruínas formadas por uma guerra que não houve, fogo que consome, que parece não ter fim. Só a cauda do avião com o logotipo da empresa se mantém quase intacto. O resto é puro destroço. Àquela altura, apenas 40 corpos dos mais de 170 haviam sido encontrados. Eu me pergunto como 130 pessoas poderiam estar ali, carbonizadas, como seriam reconhecidas, a força que os parentes apresentariam. Os bombeiros, sempre eles, mal-remunerados e prestativos, com tendas improvisadas de um lado e o trabalho de contenção das chamas de outro. Terena tira fotos com o celular, fotos borradas, fotos que não ficam boas, e quem se preocupa com fotos de fronte de tamanha tragédia mais crível somente diante de meus olhos?
Um casal abre um guarda-chuva e eu me infiltro. Um fotógrafo começa a discutir com um rapaz que começa a tirar fotos dele com o fundo do desastre. Quando os ânimos deveriam ser de silêncio, eis que ainda encontra ímpeto para a briga. Não há outro foco que não os dois terrenos afetados pelo choque. Dez minutos depois, a desilusão e a consciência nos fazem deixar o local.
As redes de TV todas lá, com estações de transmissão; rádios informando em tempo real e intermitente. Eu me vi em um trabalho que até gostaria de fazer como profissional, Terena, também; cansativo, prolongado, entristecedor, maçante. E que me deixaria com a certeza do que escrevi dias atrás, de que não somos nada, de que acordamos e não sabemos os minutos que nos precedem. Daniel de Oliveira, o ator que fez Cazuza, perdeu o vôo; a TAM enviou um e-mail a uma passageira trocando sua aeronave. O rapaz lá de cima não levantou o indicador e disse "vem".
Não era a hora deles. Não tinha que ser.
Eram quase 2h30 quando estava com Bruno Terena e resolvemos passar pelo cenário facilmente avistável pela incontrolável fumaça que se destina ao céu carregado desde domingo e que não pára de jorrar água. Paramos o carro, descemos, subimos o acesso ao aeroporto na Washington Luis, desviamo-nos das fitas demarcatórias e ficamos de frente para o acidente.
Os prédios da TAM são esqueletos cadavéricos. Ruínas formadas por uma guerra que não houve, fogo que consome, que parece não ter fim. Só a cauda do avião com o logotipo da empresa se mantém quase intacto. O resto é puro destroço. Àquela altura, apenas 40 corpos dos mais de 170 haviam sido encontrados. Eu me pergunto como 130 pessoas poderiam estar ali, carbonizadas, como seriam reconhecidas, a força que os parentes apresentariam. Os bombeiros, sempre eles, mal-remunerados e prestativos, com tendas improvisadas de um lado e o trabalho de contenção das chamas de outro. Terena tira fotos com o celular, fotos borradas, fotos que não ficam boas, e quem se preocupa com fotos de fronte de tamanha tragédia mais crível somente diante de meus olhos?
Um casal abre um guarda-chuva e eu me infiltro. Um fotógrafo começa a discutir com um rapaz que começa a tirar fotos dele com o fundo do desastre. Quando os ânimos deveriam ser de silêncio, eis que ainda encontra ímpeto para a briga. Não há outro foco que não os dois terrenos afetados pelo choque. Dez minutos depois, a desilusão e a consciência nos fazem deixar o local.
As redes de TV todas lá, com estações de transmissão; rádios informando em tempo real e intermitente. Eu me vi em um trabalho que até gostaria de fazer como profissional, Terena, também; cansativo, prolongado, entristecedor, maçante. E que me deixaria com a certeza do que escrevi dias atrás, de que não somos nada, de que acordamos e não sabemos os minutos que nos precedem. Daniel de Oliveira, o ator que fez Cazuza, perdeu o vôo; a TAM enviou um e-mail a uma passageira trocando sua aeronave. O rapaz lá de cima não levantou o indicador e disse "vem".
Garoto que fez filme erótico com Xuxa conta experiência em livro
Em entrevista à jornalista Débora Bergamasco, da Folha Online, Marcelo Ribeiro, que aos 12 anos protagonizou um filme erótico com Xuxa, afirmou que vai escrever um livro detalhando a experiência com a apresentadora em "Amor Estranho Amor".
E mais um que quer ser celebridade-miojo... veja no You Tube o que o tal Marcelo quer contar em minúcias o que fez em 1982.
Em entrevista à jornalista Débora Bergamasco, da Folha Online, Marcelo Ribeiro, que aos 12 anos protagonizou um filme erótico com Xuxa, afirmou que vai escrever um livro detalhando a experiência com a apresentadora em "Amor Estranho Amor".
E mais um que quer ser celebridade-miojo... veja no You Tube o que o tal Marcelo quer contar em minúcias o que fez em 1982.
Em entrevista à jornalista Débora Bergamasco, da Folha Online, Marcelo Ribeiro, que aos 12 anos protagonizou um filme erótico com Xuxa, afirmou que vai escrever um livro detalhando a experiência com a apresentadora em "Amor Estranho Amor".
E mais um que quer ser celebridade-miojo... veja no You Tube o que o tal Marcelo quer contar em minúcias o que fez em 1982.
A nova apresentadora do importante TV Fama, da
Rede TV!, fará suas últimas fotos nesta terça-feira (17) em uma mansão em São
Paulo. Também hoje acontece o making of do ensaio. Que, claro, vai conter alguma
declaração da celebridade-miojo dizendo que só fez pela beleza da arte.
A edição da Playboy de Iris segue a de Ana Paula de Oliveira. Ainda
não se sabem cachê nem quanto a loira mineira vai ganhar em cima das vendas da
revista.
Onanistas do mundo, uni-vos!
A nova apresentadora do importante TV Fama, da
Rede TV!, fará suas últimas fotos nesta terça-feira (17) em uma mansão em São
Paulo. Também hoje acontece o making of do ensaio. Que, claro, vai conter alguma
declaração da celebridade-miojo dizendo que só fez pela beleza da arte.
A edição da Playboy de Iris segue a de Ana Paula de Oliveira. Ainda
não se sabem cachê nem quanto a loira mineira vai ganhar em cima das vendas da
revista.
Onanistas do mundo, uni-vos!
A nova apresentadora do importante TV Fama, da
Rede TV!, fará suas últimas fotos nesta terça-feira (17) em uma mansão em São
Paulo. Também hoje acontece o making of do ensaio. Que, claro, vai conter alguma
declaração da celebridade-miojo dizendo que só fez pela beleza da arte.
A edição da Playboy de Iris segue a de Ana Paula de Oliveira. Ainda
não se sabem cachê nem quanto a loira mineira vai ganhar em cima das vendas da
revista.
O Blog Victal pode contar que viaja hoje para Nürburgring, sede alemã do GP da Europa deste fim de semana, a repórter Mariana Becker. Será ela quem vai cobrir pela RG a corrida, 11ª etapa do Mundial. A informação veio por meio do jornalista Carlos Cintra Mauro, o Lua, durante as gravações da Rádio GP desta segunda.
Pedro Bassan e Carlos Gil, que foram os repórteres da emissora nesta temporada, estão a serviço dos Jogos Pan-Americanos.
Informei.
O Blog Victal pode contar que viaja hoje para Nürburgring, sede alemã do GP da Europa deste fim de semana, a repórter Mariana Becker. Será ela quem vai cobrir pela RG a corrida, 11ª etapa do Mundial. A informação veio por meio do jornalista Carlos Cintra Mauro, o Lua, durante as gravações da Rádio GP desta segunda.
Pedro Bassan e Carlos Gil, que foram os repórteres da emissora nesta temporada, estão a serviço dos Jogos Pan-Americanos.
Informei.
O Blog Victal pode contar que viaja hoje para Nürburgring, sede alemã do GP da Europa deste fim de semana, a repórter Mariana Becker. Será ela quem vai cobrir pela RG a corrida, 11ª etapa do Mundial. A informação veio por meio do jornalista Carlos Cintra Mauro, o Lua, durante as gravações da Rádio GP desta segunda.
Pedro Bassan e Carlos Gil, que foram os repórteres da emissora nesta temporada, estão a serviço dos Jogos Pan-Americanos.
Confidencia um membro envolvido no meio da Stock Car ao Blog Victal que 2008 será a temporada com o maior número de etapas dos últimos tempos: em vez das atuais 12, serão 14.
E mais: as duas novas corridas vão acontecer no Nordeste. Uma, certeza, é Caruaru. A outra, provavelmente, será em Fortaleza.
Informei.
Confidencia um membro envolvido no meio da Stock Car ao Blog Victal que 2008 será a temporada com o maior número de etapas dos últimos tempos: em vez das atuais 12, serão 14.
E mais: as duas novas corridas vão acontecer no Nordeste. Uma, certeza, é Caruaru. A outra, provavelmente, será em Fortaleza.
Informei.
Confidencia um membro envolvido no meio da Stock Car ao Blog Victal que 2008 será a temporada com o maior número de etapas dos últimos tempos: em vez das atuais 12, serão 14.
E mais: as duas novas corridas vão acontecer no Nordeste. Uma, certeza, é Caruaru. A outra, provavelmente, será em Fortaleza.
Como vivemos num mundo kitsch, precisamos ressaltar o tosco, o ruim, o controverso. Assim, o Blog Victal apresenta a eleição d'Os 7 Desastres do Mundo".
Após a eleição das sete novas maravilhas, Os 7 Desastres do Mundo seguem um mesmo molde. Será uma eleição aberta a todos e envolve fatos, causos, pessoas, obras e atitudes do cotidiano, de conhecimento público, preferencialmente atuais, dividida em duas fases: até 15 de agosto, os internautas escolhem aleatoriamente o que consideram ser o maior desastre do mundo. Para tal, devem mandar um e-mail para vitonez@uol.com.br, contendo no assunto (subject) a opção. Exemplos: Hortência na Playboy, Galvão Bueno narrando F-1, Pan 2007, Senado Federal, a mangueira de Christijan Albers, etc..
Acabada a primeira fase, os votos serão computados e logo depois, durante um mês, haverá a votação para a fase final, com 20 nomes entre os indicados pelo público.
Os 7 Desastres do Mundo. Ser pior também tem seu mérito. Vote aqui.
Como vivemos num mundo kitsch, precisamos ressaltar o tosco, o ruim, o controverso. Assim, o Blog Victal apresenta a eleição d'Os 7 Desastres do Mundo".
Após a eleição das sete novas maravilhas, Os 7 Desastres do Mundo seguem um mesmo molde. Será uma eleição aberta a todos e envolve fatos, causos, pessoas, obras e atitudes do cotidiano, de conhecimento público, preferencialmente atuais, dividida em duas fases: até 15 de agosto, os internautas escolhem aleatoriamente o que consideram ser o maior desastre do mundo. Para tal, devem mandar um e-mail para vitonez@uol.com.br, contendo no assunto (subject) a opção. Exemplos: Hortência na Playboy, Galvão Bueno narrando F-1, Pan 2007, Senado Federal, a mangueira de Christijan Albers, etc..
Acabada a primeira fase, os votos serão computados e logo depois, durante um mês, haverá a votação para a fase final, com 20 nomes entre os indicados pelo público.
Os 7 Desastres do Mundo. Ser pior também tem seu mérito. Vote aqui.
Como vivemos num mundo kitsch, precisamos ressaltar o tosco, o ruim, o controverso. Assim, o Blog Victal apresenta a eleição d'Os 7 Desastres do Mundo".
Após a eleição das sete novas maravilhas, Os 7 Desastres do Mundo seguem um mesmo molde. Será uma eleição aberta a todos e envolve fatos, causos, pessoas, obras e atitudes do cotidiano, de conhecimento público, preferencialmente atuais, dividida em duas fases: até 15 de agosto, os internautas escolhem aleatoriamente o que consideram ser o maior desastre do mundo. Para tal, devem mandar um e-mail para vitonez@uol.com.br, contendo no assunto (subject) a opção. Exemplos: Hortência na Playboy, Galvão Bueno narrando F-1, Pan 2007, Senado Federal, a mangueira de Christijan Albers, etc..
Acabada a primeira fase, os votos serão computados e logo depois, durante um mês, haverá a votação para a fase final, com 20 nomes entre os indicados pelo público.
Os 7 Desastres do Mundo. Ser pior também tem seu mérito. Vote aqui.
Estou em pé desde às dez para seis, mas dormi pouco. Misturo a tristeza e a preocupação.
Antes de ir para a cama, conversava com um amigo, Marcio, que me contava que a situação de Dylon piorou.
Dylon é Thiago, que conheci este ano, e por algumas vezes conversei nas ruas da Mooca. Cansei de ganhar no truco dele. Coitado.
Na semana passada, saindo de uma balada com outros dois amigos, Thiago tomou dois tiros. Um perfurou um rim, que teve de ser extirpado, outro atingiu o baço. Se as primeiras informações pareciam acalmadoras, não aconteceu o mesmo nesta madrugada.
Internado na UTI, em coma induzido, teve piora de seu quadro. O pulmão, ao que parece, também foi afetado. Está respirando com ajuda de aparelhos. Hoje será realizada uma missa às dez da manhã em uma igreja no tradicional bairro italiano.
Sorte e a melhor das vibrações para a pronta recuperação do rapaz dos cabelos cacheados e do sorriso fácil.
E a análise de tudo: dormimos num dia, acordamos noutro e não sabemos o que será de nós...
Estou em pé desde às dez para seis, mas dormi pouco. Misturo a tristeza e a preocupação.
Antes de ir para a cama, conversava com um amigo, Marcio, que me contava que a situação de Dylon piorou.
Dylon é Thiago, que conheci este ano, e por algumas vezes conversei nas ruas da Mooca. Cansei de ganhar no truco dele. Coitado.
Na semana passada, saindo de uma balada com outros dois amigos, Thiago tomou dois tiros. Um perfurou um rim, que teve de ser extirpado, outro atingiu o baço. Se as primeiras informações pareciam acalmadoras, não aconteceu o mesmo nesta madrugada.
Internado na UTI, em coma induzido, teve piora de seu quadro. O pulmão, ao que parece, também foi afetado. Está respirando com ajuda de aparelhos. Hoje será realizada uma missa às dez da manhã em uma igreja no tradicional bairro italiano.
Sorte e a melhor das vibrações para a pronta recuperação do rapaz dos cabelos cacheados e do sorriso fácil.
E a análise de tudo: dormimos num dia, acordamos noutro e não sabemos o que será de nós...
Estou em pé desde às dez para seis, mas dormi pouco. Misturo a tristeza e a preocupação.
Antes de ir para a cama, conversava com um amigo, Marcio, que me contava que a situação de Dylon piorou.
Dylon é Thiago, que conheci este ano, e por algumas vezes conversei nas ruas da Mooca. Cansei de ganhar no truco dele. Coitado.
Na semana passada, saindo de uma balada com outros dois amigos, Thiago tomou dois tiros. Um perfurou um rim, que teve de ser extirpado, outro atingiu o baço. Se as primeiras informações pareciam acalmadoras, não aconteceu o mesmo nesta madrugada.
Internado na UTI, em coma induzido, teve piora de seu quadro. O pulmão, ao que parece, também foi afetado. Está respirando com ajuda de aparelhos. Hoje será realizada uma missa às dez da manhã em uma igreja no tradicional bairro italiano.
Sorte e a melhor das vibrações para a pronta recuperação do rapaz dos cabelos cacheados e do sorriso fácil.
E a análise de tudo: dormimos num dia, acordamos noutro e não sabemos o que será de nós...
Mais uma da série Festival de Patacoadas: o guitarrista Kirk Hammett, do Metallica, confessou à revista inglesa "Q" desta semana que carregou durante muito tempo um trauma de infância desde os 11 anos de idade. Tudo porque viu seu vizinho tendo relações sexuais com sua cadela.
"Fui à casa do meu vizinho e reparei que o cara baixou as calças e começou a fazer sexo com a cadela. Não sabia se ria ou se chorava", contou Hammett. "Quando ele terminou, levei a cadela e fui embora". E como ficou o animal?, todos querem saber. "Continuou abanando a cauda", contou.
O músico também revelou que o baterista dinamarquês Lars Ulrich e o vocalista norte-americano James Hetfield partilhavam suas mulheres. "O Lars é provavelmente o rei da promiscuidade. Era comum sexo oral no palco durante os solos de baixo", comentou Kirk.
Esse dinamarquês e esse grupo são fodas...
Mais uma da série Festival de Patacoadas: o guitarrista Kirk Hammett, do Metallica, confessou à revista inglesa "Q" desta semana que carregou durante muito tempo um trauma de infância desde os 11 anos de idade. Tudo porque viu seu vizinho tendo relações sexuais com sua cadela.
"Fui à casa do meu vizinho e reparei que o cara baixou as calças e começou a fazer sexo com a cadela. Não sabia se ria ou se chorava", contou Hammett. "Quando ele terminou, levei a cadela e fui embora". E como ficou o animal?, todos querem saber. "Continuou abanando a cauda", contou.
O músico também revelou que o baterista dinamarquês Lars Ulrich e o vocalista norte-americano James Hetfield partilhavam suas mulheres. "O Lars é provavelmente o rei da promiscuidade. Era comum sexo oral no palco durante os solos de baixo", comentou Kirk.
Esse dinamarquês e esse grupo são fodas...
Mais uma da série Festival de Patacoadas: o guitarrista Kirk Hammett, do Metallica, confessou à revista inglesa "Q" desta semana que carregou durante muito tempo um trauma de infância desde os 11 anos de idade. Tudo porque viu seu vizinho tendo relações sexuais com sua cadela.
"Fui à casa do meu vizinho e reparei que o cara baixou as calças e começou a fazer sexo com a cadela. Não sabia se ria ou se chorava", contou Hammett. "Quando ele terminou, levei a cadela e fui embora". E como ficou o animal?, todos querem saber. "Continuou abanando a cauda", contou.
O músico também revelou que o baterista dinamarquês Lars Ulrich e o vocalista norte-americano James Hetfield partilhavam suas mulheres. "O Lars é provavelmente o rei da promiscuidade. Era comum sexo oral no palco durante os solos de baixo", comentou Kirk.
Confissão de Coughlan: colegas da McLaren viram dossiê
E o jornal la Repubblica dedurou: Mike Coughlan, no depoimento escrito que deu à Ferrari na última quarta, revelou que colegas da McLaren sabiam dos documentos que somam 780 páginas pertencentes à Ferrari, aumentando as evidências de que a equipe inglesa pode ter se beneficiado dos dados técnicos dos rivais italianos.
Ainda não vieram as respostas daquelas dez perguntas que mencionei em post na última segunda. Estão vindo mais novidades, bem cabeludas. A FIA também tem tal depoimento e já pediu a presença da equipe na próxima reunião da Comissão da F-1.
E olhando também para o Mundial, a McLaren deve receber uma bela punição...
E o jornal la Repubblica dedurou: Mike Coughlan, no depoimento escrito que deu à Ferrari na última quarta, revelou que colegas da McLaren sabiam dos documentos que somam 780 páginas pertencentes à Ferrari, aumentando as evidências de que a equipe inglesa pode ter se beneficiado dos dados técnicos dos rivais italianos.
Ainda não vieram as respostas daquelas dez perguntas que mencionei em post na última segunda. Estão vindo mais novidades, bem cabeludas. A FIA também tem tal depoimento e já pediu a presença da equipe na próxima reunião da Comissão da F-1.
E olhando também para o Mundial, a McLaren deve receber uma bela punição...
E o jornal la Repubblica dedurou: Mike Coughlan, no depoimento escrito que deu à Ferrari na última quarta, revelou que colegas da McLaren sabiam dos documentos que somam 780 páginas pertencentes à Ferrari, aumentando as evidências de que a equipe inglesa pode ter se beneficiado dos dados técnicos dos rivais italianos.
Ainda não vieram as respostas daquelas dez perguntas que mencionei em post na última segunda. Estão vindo mais novidades, bem cabeludas. A FIA também tem tal depoimento e já pediu a presença da equipe na próxima reunião da Comissão da F-1.
E olhando também para o Mundial, a McLaren deve receber uma bela punição...
Com 2.379 visitantes nesta sexta, o Blog Victal bateu recorde de audiência nesta última sexta-feira.
Foram acessos de 21 países: Brasil (95,8%), Estados Unidos, Japão, Canadá, Reino Unido, Portugal, Alemanha, Áustria, Suíça, Chile, Espanha, Itália, Venezuela, Porto Rico, Austrália, Paraguai, França, Irlanda, Peru e até Rússia e Estônia (de Tartu).
Agradeço a todos que visitam comumente este espaço de idéias e opiniões e bem recebo os demais que se acostumam a lidar com essa central de patacoadas.
Com 2.379 visitantes nesta sexta, o Blog Victal bateu recorde de audiência nesta última sexta-feira.
Foram acessos de 21 países: Brasil (95,8%), Estados Unidos, Japão, Canadá, Reino Unido, Portugal, Alemanha, Áustria, Suíça, Chile, Espanha, Itália, Venezuela, Porto Rico, Austrália, Paraguai, França, Irlanda, Peru e até Rússia e Estônia (de Tartu).
Agradeço a todos que visitam comumente este espaço de idéias e opiniões e bem recebo os demais que se acostumam a lidar com essa central de patacoadas.
Com 2.379 visitantes nesta sexta, o Blog Victal bateu recorde de audiência nesta última sexta-feira.
Foram acessos de 21 países: Brasil (95,8%), Estados Unidos, Japão, Canadá, Reino Unido, Portugal, Alemanha, Áustria, Suíça, Chile, Espanha, Itália, Venezuela, Porto Rico, Austrália, Paraguai, França, Irlanda, Peru e até Rússia e Estônia (de Tartu).
Agradeço a todos que visitam comumente este espaço de idéias e opiniões e bem recebo os demais que se acostumam a lidar com essa central de patacoadas.
Aproveitando a audiência rotativa, lanço hoje mesmo uma eleição das menos importantes. Mas como vivemos num mundo kitsch, precisamos ressaltar o tosco, o ruim, o controverso.
O Blog Victal apresenta a eleição d'Os 7 Desastres do Mundo".
Após a eleição das sete novas maravilhas, Os 7 Desastres do Mundo seguem um mesmo molde. Será uma eleição aberta a todos e envolve fatos, causos, pessoas, obras e atitudes do cotidiano, de conhecimento público, preferencialmente atuais, dividida em duas fases: até 15 de agosto, os internautas escolhem aleatoriamente o que consideram ser o maior desastre do mundo. Para tal, devem mandar um e-mail para vitonez@uol.com.br, contendo no assunto (subject) a opção. Exemplos: Hortência na Playboy, Galvão Bueno narrando F-1, Pan 2007, Senado Federal, a mangueira de Christijan Albers, etc..
Acabada a primeira fase, os votos serão computados e logo depois, durante um mês, haverá a votação para a fase final, com 20 opções entre os indicados pelo público.
Os 7 Desastres do Mundo. Ser pior também tem seu mérito. Vote aqui.
Aproveitando a audiência rotativa, lanço hoje mesmo uma eleição das menos importantes. Mas como vivemos num mundo kitsch, precisamos ressaltar o tosco, o ruim, o controverso.
O Blog Victal apresenta a eleição d'Os 7 Desastres do Mundo".
Após a eleição das sete novas maravilhas, Os 7 Desastres do Mundo seguem um mesmo molde. Será uma eleição aberta a todos e envolve fatos, causos, pessoas, obras e atitudes do cotidiano, de conhecimento público, preferencialmente atuais, dividida em duas fases: até 15 de agosto, os internautas escolhem aleatoriamente o que consideram ser o maior desastre do mundo. Para tal, devem mandar um e-mail para vitonez@uol.com.br, contendo no assunto (subject) a opção. Exemplos: Hortência na Playboy, Galvão Bueno narrando F-1, Pan 2007, Senado Federal, a mangueira de Christijan Albers, etc..
Acabada a primeira fase, os votos serão computados e logo depois, durante um mês, haverá a votação para a fase final, com 20 opções entre os indicados pelo público.
Os 7 Desastres do Mundo. Ser pior também tem seu mérito. Vote aqui.
Aproveitando a audiência rotativa, lanço hoje mesmo uma eleição das menos importantes. Mas como vivemos num mundo kitsch, precisamos ressaltar o tosco, o ruim, o controverso.
O Blog Victal apresenta a eleição d'Os 7 Desastres do Mundo".
Após a eleição das sete novas maravilhas, Os 7 Desastres do Mundo seguem um mesmo molde. Será uma eleição aberta a todos e envolve fatos, causos, pessoas, obras e atitudes do cotidiano, de conhecimento público, preferencialmente atuais, dividida em duas fases: até 15 de agosto, os internautas escolhem aleatoriamente o que consideram ser o maior desastre do mundo. Para tal, devem mandar um e-mail para vitonez@uol.com.br, contendo no assunto (subject) a opção. Exemplos: Hortência na Playboy, Galvão Bueno narrando F-1, Pan 2007, Senado Federal, a mangueira de Christijan Albers, etc..
Acabada a primeira fase, os votos serão computados e logo depois, durante um mês, haverá a votação para a fase final, com 20 opções entre os indicados pelo público.
Os 7 Desastres do Mundo. Ser pior também tem seu mérito. Vote aqui.
Da série notícias bizarras e falta do que fazer: o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promulgou uma série de leis ontem relativa a hinos. O cantante e pimpão membro do Democratas, além de obrigar a cantoria para a Zona Leste, a Mooca e a Negritude, determina que a minha, a sua, a nossa F-1 também seja “modificada” com a medida.
Lembra o Estadão e me alerta o palhaço Rodrigo Borges que, a partir do GP do Brasil deste ano, que novamente encerra a temporada, o Hino da F-1 terá de ser executado pelo menos duas vezes: na abertura e no encerramento das atividades em Interlagos. E nada de CD ou playback: uma banda terá de estar no autódromo José Carlos Pace para executar a canção, que existe desde 1993.
A letra de Adolphino Rosário Cruz (?) é de uma profundidade e emoção imensas. Para quem for ao autódromo, decore e cante:
Em Interlagos A Fórmula 1 É uma parada! É uma suada! Os gritos dos espectadores Aplaudindo Os competidores!... Com uma rapidez extraordinária Vão se aproximando da faixa final Os integrantes dessa corrida Evento monumental
Além disso, os estudantes das escolas municipais terão de cantar toda semana, com a Bandeira hasteada, o Hino Nacional.
Fazia tempo que não escrevia nada para o Lixo Eletrônico...
Da série notícias bizarras e falta do que fazer: o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promulgou uma série de leis ontem relativa a hinos. O cantante e pimpão membro do Democratas, além de obrigar a cantoria para a Zona Leste, a Mooca e a Negritude, determina que a minha, a sua, a nossa F-1 também seja “modificada” com a medida.
Lembra o Estadão e me alerta o palhaço Rodrigo Borges que, a partir do GP do Brasil deste ano, que novamente encerra a temporada, o Hino da F-1 terá de ser executado pelo menos duas vezes: na abertura e no encerramento das atividades em Interlagos. E nada de CD ou playback: uma banda terá de estar no autódromo José Carlos Pace para executar a canção, que existe desde 1993.
A letra de Adolphino Rosário Cruz (?) é de uma profundidade e emoção imensas. Para quem for ao autódromo, decore e cante:
Em Interlagos A Fórmula 1 É uma parada! É uma suada! Os gritos dos espectadores Aplaudindo Os competidores!... Com uma rapidez extraordinária Vão se aproximando da faixa final Os integrantes dessa corrida Evento monumental
Além disso, os estudantes das escolas municipais terão de cantar toda semana, com a Bandeira hasteada, o Hino Nacional.
Fazia tempo que não escrevia nada para o Lixo Eletrônico...
Da série notícias bizarras e falta do que fazer: o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promulgou uma série de leis ontem relativa a hinos. O cantante e pimpão membro do Democratas, além de obrigar a cantoria para a Zona Leste, a Mooca e a Negritude, determina que a minha, a sua, a nossa F-1 também seja “modificada” com a medida.
Lembra o Estadão e me alerta o palhaço Rodrigo Borges que, a partir do GP do Brasil deste ano, que novamente encerra a temporada, o Hino da F-1 terá de ser executado pelo menos duas vezes: na abertura e no encerramento das atividades em Interlagos. E nada de CD ou playback: uma banda terá de estar no autódromo José Carlos Pace para executar a canção, que existe desde 1993.
A letra de Adolphino Rosário Cruz (?) é de uma profundidade e emoção imensas. Para quem for ao autódromo, decore e cante:
Em Interlagos A Fórmula 1 É uma parada! É uma suada! Os gritos dos espectadores Aplaudindo Os competidores!... Com uma rapidez extraordinária Vão se aproximando da faixa final Os integrantes dessa corrida Evento monumental
Além disso, os estudantes das escolas municipais terão de cantar toda semana, com a Bandeira hasteada, o Hino Nacional.
Fazia tempo que não escrevia nada para o Lixo Eletrônico...
Ainda não foi divulgado oficialmente, mas as primeiras informações garantem que o Brasil estréia nas Eliminatórias da Copa do Mundo fora de casa e faz sua primeira partida em domínios nacionais em um estádio em que não joga há sete anos.
O time de Dunga, se o treinador for mantido até lá, realiza seu jogo de abertura em 14 de outubro, em Bogotá, capital colombiana. Quatro dias depois vai ao Maracanã para jogar com o Equador. A última vez que o templo carioca recebeu um embate pela fase pré-Copa aconteceu em 2000, quando empatou com o Uruguai em um gol, em 28 de junho.
Em outubro, o Brasil visita Lima para enfrentar o Peru; na seqüência, pega o Uruguai, desta vez no Morumbi (dia 21).
Ainda não foi divulgado oficialmente, mas as primeiras informações garantem que o Brasil estréia nas Eliminatórias da Copa do Mundo fora de casa e faz sua primeira partida em domínios nacionais em um estádio em que não joga há sete anos.
O time de Dunga, se o treinador for mantido até lá, realiza seu jogo de abertura em 14 de outubro, em Bogotá, capital colombiana. Quatro dias depois vai ao Maracanã para jogar com o Equador. A última vez que o templo carioca recebeu um embate pela fase pré-Copa aconteceu em 2000, quando empatou com o Uruguai em um gol, em 28 de junho.
Em outubro, o Brasil visita Lima para enfrentar o Peru; na seqüência, pega o Uruguai, desta vez no Morumbi (dia 21).
Ainda não foi divulgado oficialmente, mas as primeiras informações garantem que o Brasil estréia nas Eliminatórias da Copa do Mundo fora de casa e faz sua primeira partida em domínios nacionais em um estádio em que não joga há sete anos.
O time de Dunga, se o treinador for mantido até lá, realiza seu jogo de abertura em 14 de outubro, em Bogotá, capital colombiana. Quatro dias depois vai ao Maracanã para jogar com o Equador. A última vez que o templo carioca recebeu um embate pela fase pré-Copa aconteceu em 2000, quando empatou com o Uruguai em um gol, em 28 de junho.
Em outubro, o Brasil visita Lima para enfrentar o Peru; na seqüência, pega o Uruguai, desta vez no Morumbi (dia 21).
Tarde que começa, e eu passei a noite de ontem e a manhã tendo uma idéia. Nada que vá alterar a cotação do euro. Mas vou pedir o auxílio de todos os blogueiros e internautas para que divulguem e participem.
Trata-se uma eleição às avessas. Ainda vou fazer todas as preparações. Vamos ver se já na segunda-feira lanço aqui.
Aguardem.
Tarde que começa, e eu passei a noite de ontem e a manhã tendo uma idéia. Nada que vá alterar a cotação do euro. Mas vou pedir o auxílio de todos os blogueiros e internautas para que divulguem e participem.
Trata-se uma eleição às avessas. Ainda vou fazer todas as preparações. Vamos ver se já na segunda-feira lanço aqui.
Aguardem.
Tarde que começa, e eu passei a noite de ontem e a manhã tendo uma idéia. Nada que vá alterar a cotação do euro. Mas vou pedir o auxílio de todos os blogueiros e internautas para que divulguem e participem.
Trata-se uma eleição às avessas. Ainda vou fazer todas as preparações. Vamos ver se já na segunda-feira lanço aqui.
Além da Mulher Samambaia (ver mais abaixo post específico), quem Silvio Santos poderia chamar para compor seu "novo" reality show, que deve estrear em janeiro?
Poria Dado Dolabella, para dar confusão, e Bruna Surfistinha, para dar para todo mundo.
Além da Mulher Samambaia (ver mais abaixo post específico), quem Silvio Santos poderia chamar para compor seu "novo" reality show, que deve estrear em janeiro?
Poria Dado Dolabella, para dar confusão, e Bruna Surfistinha, para dar para todo mundo.
Além da Mulher Samambaia (ver mais abaixo post específico), quem Silvio Santos poderia chamar para compor seu "novo" reality show, que deve estrear em janeiro?
Poria Dado Dolabella, para dar confusão, e Bruna Surfistinha, para dar para todo mundo.
Como diria um jornalista de F-1, "meu amigo canadense" me conta que um rapaz de 39 anos foi preso na cidade de Thamesford porque tomou banho em um lava-rápido.
Sentindo-se fedido e maltrapilho, o homem, cujo nome não foi divulgado, tirou as roupas e ligou as máquinas que jorram água e sabão e nelas se enfiou. Um taxista viu a cena, que se deu por volta de dez da noite, e resolveu chamar a polícia — lá, cada um dá uma de frentista e faz o que quiser no posto; coisas de país evoluído.
O então limpo meliante foi levado para a delegacia e foi preso. Porque estava bêbado, e não por atentado ao pudor.
A notícia seria ótima para o velho "Notícias Populares".
Como diria um jornalista de F-1, "meu amigo canadense" me conta que um rapaz de 39 anos foi preso na cidade de Thamesford porque tomou banho em um lava-rápido.
Sentindo-se fedido e maltrapilho, o homem, cujo nome não foi divulgado, tirou as roupas e ligou as máquinas que jorram água e sabão e nelas se enfiou. Um taxista viu a cena, que se deu por volta de dez da noite, e resolveu chamar a polícia — lá, cada um dá uma de frentista e faz o que quiser no posto; coisas de país evoluído.
O então limpo meliante foi levado para a delegacia e foi preso. Porque estava bêbado, e não por atentado ao pudor.
A notícia seria ótima para o velho "Notícias Populares".
Como diria um jornalista de F-1, "meu amigo canadense" me conta que um rapaz de 39 anos foi preso na cidade de Thamesford porque tomou banho em um lava-rápido.
Sentindo-se fedido e maltrapilho, o homem, cujo nome não foi divulgado, tirou as roupas e ligou as máquinas que jorram água e sabão e nelas se enfiou. Um taxista viu a cena, que se deu por volta de dez da noite, e resolveu chamar a polícia — lá, cada um dá uma de frentista e faz o que quiser no posto; coisas de país evoluído.
O então limpo meliante foi levado para a delegacia e foi preso. Porque estava bêbado, e não por atentado ao pudor.
A notícia seria ótima para o velho "Notícias Populares".
A patriotada teve início com Daiane dos Santos e sua contusão no tornozelo. Dias seguidos no JN, a preocupação no semblante dos apresentadores. Daí as outras emissoras seguem o mesmo padrão: será que nossa Nadia Comaneci ficará sem participar do Pan, o nosso Pan, Pan-Pan-Pan-Pan?
Aí ela treina, fica boa. Todo mundo olhando para o movimentar dos pés. Daiane vai participar, brada RG, Record, Band, ESPN Brasil, SporTV, TV qualquer. Daiane é a salvação da ginástica. Daiane, Daiane, Daiane. A mesma Daiane que perdeu a medalha no mundial de sua área anos atrás, daí a repórter foi e começou a induzi-la ao choro para que fosse a imagem de abertura do jornal televisivo já citado.
Alguém destacou da mesma forma que Tayara está fora do Pan?
Tayara, jogadora do basquete. É brasileira, é atleta, participa da mesma competição. Teve uma lesão no ombro. E ninguém foi lá, mostrar drama, ombro para lá e para cá, e a tristeza da jogadora.
Começou cedo. Serão dias de uma lambeção descabida — não só de uma, de todas — e maçante, em que a informação depende de quem é a pessoa e de onde ela é.
Isso aqui, ô, ô...
A patriotada teve início com Daiane dos Santos e sua contusão no tornozelo. Dias seguidos no JN, a preocupação no semblante dos apresentadores. Daí as outras emissoras seguem o mesmo padrão: será que nossa Nadia Comaneci ficará sem participar do Pan, o nosso Pan, Pan-Pan-Pan-Pan?
Aí ela treina, fica boa. Todo mundo olhando para o movimentar dos pés. Daiane vai participar, brada RG, Record, Band, ESPN Brasil, SporTV, TV qualquer. Daiane é a salvação da ginástica. Daiane, Daiane, Daiane. A mesma Daiane que perdeu a medalha no mundial de sua área anos atrás, daí a repórter foi e começou a induzi-la ao choro para que fosse a imagem de abertura do jornal televisivo já citado.
Alguém destacou da mesma forma que Tayara está fora do Pan?
Tayara, jogadora do basquete. É brasileira, é atleta, participa da mesma competição. Teve uma lesão no ombro. E ninguém foi lá, mostrar drama, ombro para lá e para cá, e a tristeza da jogadora.
Começou cedo. Serão dias de uma lambeção descabida — não só de uma, de todas — e maçante, em que a informação depende de quem é a pessoa e de onde ela é.
Isso aqui, ô, ô...
A patriotada teve início com Daiane dos Santos e sua contusão no tornozelo. Dias seguidos no JN, a preocupação no semblante dos apresentadores. Daí as outras emissoras seguem o mesmo padrão: será que nossa Nadia Comaneci ficará sem participar do Pan, o nosso Pan, Pan-Pan-Pan-Pan?
Aí ela treina, fica boa. Todo mundo olhando para o movimentar dos pés. Daiane vai participar, brada RG, Record, Band, ESPN Brasil, SporTV, TV qualquer. Daiane é a salvação da ginástica. Daiane, Daiane, Daiane. A mesma Daiane que perdeu a medalha no mundial de sua área anos atrás, daí a repórter foi e começou a induzi-la ao choro para que fosse a imagem de abertura do jornal televisivo já citado.
Alguém destacou da mesma forma que Tayara está fora do Pan?
Tayara, jogadora do basquete. É brasileira, é atleta, participa da mesma competição. Teve uma lesão no ombro. E ninguém foi lá, mostrar drama, ombro para lá e para cá, e a tristeza da jogadora.
Começou cedo. Serão dias de uma lambeção descabida — não só de uma, de todas — e maçante, em que a informação depende de quem é a pessoa e de onde ela é.
O SBT, agora terceira rede de televisão do Brasil, pressiona Silvio Santos para que volte a pôr no ar mais uma edição de Casa dos Artistas, programa que registrou a maior audiência da história da emissora em 2001, quando levou ao ar a estréia do "reality show" — que teve como vencedora a "atriz" Bárbara Paz.
O jornalista Ricardo Feltrin, do UOL, informou em sua coluna que a idéia é colocar a quinta edição (após três "normais" e uma com "protagonista de novelas") para brigar de frente com o BBB 8, em janeiro do ano que vem. A primeira sondada para participar do confinamento é a Mulher Samambaia, do Pânico na TV — também conhecida por seu nome de nascimento, Danielle Souza —, de 26 anos. Silvio Santos ficou atraído pelas curvas da moçoila quando esteve participando do Qual é a Música?, ao lado dos humoristas.
Casa dos Artistas foi o último programa na TV que esperava ansiosamente pela vinheta inicial e absolutamente parar o que estava fazendo. O contra do programa é SS. A fórmula deixou de dar certo por causa das regras que criava. Para não eliminar Agnaldo Timóteo na edição 3, em que misturou artistas e "fãs", determinou que empates não tirariam ninguém. Depois, quis adaptar os votos de eliminação aos moldes do BBB, via internet — o contato com o público pelo telefone era bem mais interessante.
O fato é que, sem Silvio, o programa não é nada.
O SBT, agora terceira rede de televisão do Brasil, pressiona Silvio Santos para que volte a pôr no ar mais uma edição de Casa dos Artistas, programa que registrou a maior audiência da história da emissora em 2001, quando levou ao ar a estréia do "reality show" — que teve como vencedora a "atriz" Bárbara Paz.
O jornalista Ricardo Feltrin, do UOL, informou em sua coluna que a idéia é colocar a quinta edição (após três "normais" e uma com "protagonista de novelas") para brigar de frente com o BBB 8, em janeiro do ano que vem. A primeira sondada para participar do confinamento é a Mulher Samambaia, do Pânico na TV — também conhecida por seu nome de nascimento, Danielle Souza —, de 26 anos. Silvio Santos ficou atraído pelas curvas da moçoila quando esteve participando do Qual é a Música?, ao lado dos humoristas.
Casa dos Artistas foi o último programa na TV que esperava ansiosamente pela vinheta inicial e absolutamente parar o que estava fazendo. O contra do programa é SS. A fórmula deixou de dar certo por causa das regras que criava. Para não eliminar Agnaldo Timóteo na edição 3, em que misturou artistas e "fãs", determinou que empates não tirariam ninguém. Depois, quis adaptar os votos de eliminação aos moldes do BBB, via internet — o contato com o público pelo telefone era bem mais interessante.
O fato é que, sem Silvio, o programa não é nada.
O SBT, agora terceira rede de televisão do Brasil, pressiona Silvio Santos para que volte a pôr no ar mais uma edição de Casa dos Artistas, programa que registrou a maior audiência da história da emissora em 2001, quando levou ao ar a estréia do "reality show" — que teve como vencedora a "atriz" Bárbara Paz.
O jornalista Ricardo Feltrin, do UOL, informou em sua coluna que a idéia é colocar a quinta edição (após três "normais" e uma com "protagonista de novelas") para brigar de frente com o BBB 8, em janeiro do ano que vem. A primeira sondada para participar do confinamento é a Mulher Samambaia, do Pânico na TV — também conhecida por seu nome de nascimento, Danielle Souza —, de 26 anos. Silvio Santos ficou atraído pelas curvas da moçoila quando esteve participando do Qual é a Música?, ao lado dos humoristas.
Casa dos Artistas foi o último programa na TV que esperava ansiosamente pela vinheta inicial e absolutamente parar o que estava fazendo. O contra do programa é SS. A fórmula deixou de dar certo por causa das regras que criava. Para não eliminar Agnaldo Timóteo na edição 3, em que misturou artistas e "fãs", determinou que empates não tirariam ninguém. Depois, quis adaptar os votos de eliminação aos moldes do BBB, via internet — o contato com o público pelo telefone era bem mais interessante.
Sempre esqueço, mas toda vez que leio algo, me dá a impressão de que, ou chega muito rápido, ou tem dois aniversários no ano.
O dia da pizza.
Quando eu tinha meus 15, 16, 17, 18, 19 anos (and beyond), eu ligava para a pizzaria e perguntava se iam dar algum desconto por se tratar da comemoração da iguaria. Na maioria das vezes, o atendente me brindava com bordas recheadas de catupiri. Apesar de as pizzas já contarem com o queijo cremoso independente de sua celebração.
Embora haja um quase veto para pizza — afinal não posso comer tomate, base do molho —, o dia e o jogo de logo mais requerem uma ligação, uma escolha aprimorada e a degustação da delícia redonda.
Acho que vou de mussarella de búfala e rúcula. Não esquecendo do tomate seco. Na lista de venenos para gastrite só consta tomate...
Sempre esqueço, mas toda vez que leio algo, me dá a impressão de que, ou chega muito rápido, ou tem dois aniversários no ano.
O dia da pizza.
Quando eu tinha meus 15, 16, 17, 18, 19 anos (and beyond), eu ligava para a pizzaria e perguntava se iam dar algum desconto por se tratar da comemoração da iguaria. Na maioria das vezes, o atendente me brindava com bordas recheadas de catupiri. Apesar de as pizzas já contarem com o queijo cremoso independente de sua celebração.
Embora haja um quase veto para pizza — afinal não posso comer tomate, base do molho —, o dia e o jogo de logo mais requerem uma ligação, uma escolha aprimorada e a degustação da delícia redonda.
Acho que vou de mussarella de búfala e rúcula. Não esquecendo do tomate seco. Na lista de venenos para gastrite só consta tomate...
Sempre esqueço, mas toda vez que leio algo, me dá a impressão de que, ou chega muito rápido, ou tem dois aniversários no ano.
O dia da pizza.
Quando eu tinha meus 15, 16, 17, 18, 19 anos (and beyond), eu ligava para a pizzaria e perguntava se iam dar algum desconto por se tratar da comemoração da iguaria. Na maioria das vezes, o atendente me brindava com bordas recheadas de catupiri. Apesar de as pizzas já contarem com o queijo cremoso independente de sua celebração.
Embora haja um quase veto para pizza — afinal não posso comer tomate, base do molho —, o dia e o jogo de logo mais requerem uma ligação, uma escolha aprimorada e a degustação da delícia redonda.
Acho que vou de mussarella de búfala e rúcula. Não esquecendo do tomate seco. Na lista de venenos para gastrite só consta tomate...
Rafael Lopes, citado neste e no blog do Capelli por todo o episódio que dispensa explicações, escreveu a ambos neste fim de semana esclarecendo os fatos e pedindo desculpas por tudo que aconteceu. Também devo proceder da mesma forma, visto que houve ataques pesados, motivados pelos princípios e pelo vídeo no site GE.com. Demorei a responder unicamente pelo excesso de trabalho e falta de horas dormidas. Fi-lo hoje de madrugada; no entanto, Capelli e Lopes já haviam trocado uma série de e-mails. Atrasado, publico abaixo uma resposta de RL, pondo "fim definitivo" ao assunto. Verão que foi respondida a Ivan, de quem copio na caruda.
Vida que, sempre, segue.
"Caros amigos,
Primeiro, gostaria de agradecer ao Capelli por ter me aberto este espaço no blog para expor meus argumentos. Conversamos sobre o tema do post dele na semana passada e nos acertamos. Peço licença ao Capelli para usar uma frase que ele me disse na conversa e que acho que resume bem esta situação: "os grandes desentendimentos normalmente começam em mal-entendidos". Mas conseguimos nos entender antes disso.
Antes de mais nada, gostaria de admitir meu erro quanto ao vídeo que postamos no meu blog e usamos como apresentação do podcast. Não deveria ter feito aquela ironia ou brincadeira. Também aproveito para esclarecer: com aquelas afirmações, não insinuava que alguém copiava a gente, e sim que a gente não copiava ninguém. Mas, se a piada teve dupla interpretação, foi falha. Eu realmente não achava que aquela piada no vídeo fosse algo tão grande assim. Mas já tive certeza do tamanho dela e peço desculpas a quem foi atingido.
Nunca copiei trabalho de ninguém. Todas as vezes em que uso matérias de outros sites, dou o devido crédito. Citei o Blog do Capelli em um dos meus primeiros posts, o do jogo das pistas. Mas concordo quando me dizem que cito pouco colegas blogueiros. E já decidi mudar, como já fiz nos últimos dias.
Não sou mau-caráter, como sugerem vários comentários que recebi e vi em outros blogs. Tampouco sou mentiroso. Acho que esse problema todo poderia ter sido resolvido com um e-mail e com uma postura menos incisiva de minha parte.
Gostaria apenas da compreensão de vocês e que, caso vocês tenham acreditado nestes sinceros argumentos, que a visão de vocês sobre a minha pessoa mudasse. Fui detonado por todo mundo. Tenho apenas 23 anos e esse é apenas meu início de carreira. Estou seguindo um sonho que tenho de infância. Ontem (sábado), pela primeira vez, temi por meu futuro.
Obrigado a todos pela compreensão,
Abraços,
Rafael Lopes"
Rafael Lopes, citado neste e no blog do Capelli por todo o episódio que dispensa explicações, escreveu a ambos neste fim de semana esclarecendo os fatos e pedindo desculpas por tudo que aconteceu. Também devo proceder da mesma forma, visto que houve ataques pesados, motivados pelos princípios e pelo vídeo no site GE.com. Demorei a responder unicamente pelo excesso de trabalho e falta de horas dormidas. Fi-lo hoje de madrugada; no entanto, Capelli e Lopes já haviam trocado uma série de e-mails. Atrasado, publico abaixo uma resposta de RL, pondo "fim definitivo" ao assunto. Verão que foi respondida a Ivan, de quem copio na caruda.
Vida que, sempre, segue.
"Caros amigos,
Primeiro, gostaria de agradecer ao Capelli por ter me aberto este espaço no blog para expor meus argumentos. Conversamos sobre o tema do post dele na semana passada e nos acertamos. Peço licença ao Capelli para usar uma frase que ele me disse na conversa e que acho que resume bem esta situação: "os grandes desentendimentos normalmente começam em mal-entendidos". Mas conseguimos nos entender antes disso.
Antes de mais nada, gostaria de admitir meu erro quanto ao vídeo que postamos no meu blog e usamos como apresentação do podcast. Não deveria ter feito aquela ironia ou brincadeira. Também aproveito para esclarecer: com aquelas afirmações, não insinuava que alguém copiava a gente, e sim que a gente não copiava ninguém. Mas, se a piada teve dupla interpretação, foi falha. Eu realmente não achava que aquela piada no vídeo fosse algo tão grande assim. Mas já tive certeza do tamanho dela e peço desculpas a quem foi atingido.
Nunca copiei trabalho de ninguém. Todas as vezes em que uso matérias de outros sites, dou o devido crédito. Citei o Blog do Capelli em um dos meus primeiros posts, o do jogo das pistas. Mas concordo quando me dizem que cito pouco colegas blogueiros. E já decidi mudar, como já fiz nos últimos dias.
Não sou mau-caráter, como sugerem vários comentários que recebi e vi em outros blogs. Tampouco sou mentiroso. Acho que esse problema todo poderia ter sido resolvido com um e-mail e com uma postura menos incisiva de minha parte.
Gostaria apenas da compreensão de vocês e que, caso vocês tenham acreditado nestes sinceros argumentos, que a visão de vocês sobre a minha pessoa mudasse. Fui detonado por todo mundo. Tenho apenas 23 anos e esse é apenas meu início de carreira. Estou seguindo um sonho que tenho de infância. Ontem (sábado), pela primeira vez, temi por meu futuro.
Obrigado a todos pela compreensão,
Abraços,
Rafael Lopes"
Rafael Lopes, citado neste e no blog do Capelli por todo o episódio que dispensa explicações, escreveu a ambos neste fim de semana esclarecendo os fatos e pedindo desculpas por tudo que aconteceu. Também devo proceder da mesma forma, visto que houve ataques pesados, motivados pelos princípios e pelo vídeo no site GE.com. Demorei a responder unicamente pelo excesso de trabalho e falta de horas dormidas. Fi-lo hoje de madrugada; no entanto, Capelli e Lopes já haviam trocado uma série de e-mails. Atrasado, publico abaixo uma resposta de RL, pondo "fim definitivo" ao assunto. Verão que foi respondida a Ivan, de quem copio na caruda.
Vida que, sempre, segue.
"Caros amigos,
Primeiro, gostaria de agradecer ao Capelli por ter me aberto este espaço no blog para expor meus argumentos. Conversamos sobre o tema do post dele na semana passada e nos acertamos. Peço licença ao Capelli para usar uma frase que ele me disse na conversa e que acho que resume bem esta situação: "os grandes desentendimentos normalmente começam em mal-entendidos". Mas conseguimos nos entender antes disso.
Antes de mais nada, gostaria de admitir meu erro quanto ao vídeo que postamos no meu blog e usamos como apresentação do podcast. Não deveria ter feito aquela ironia ou brincadeira. Também aproveito para esclarecer: com aquelas afirmações, não insinuava que alguém copiava a gente, e sim que a gente não copiava ninguém. Mas, se a piada teve dupla interpretação, foi falha. Eu realmente não achava que aquela piada no vídeo fosse algo tão grande assim. Mas já tive certeza do tamanho dela e peço desculpas a quem foi atingido.
Nunca copiei trabalho de ninguém. Todas as vezes em que uso matérias de outros sites, dou o devido crédito. Citei o Blog do Capelli em um dos meus primeiros posts, o do jogo das pistas. Mas concordo quando me dizem que cito pouco colegas blogueiros. E já decidi mudar, como já fiz nos últimos dias.
Não sou mau-caráter, como sugerem vários comentários que recebi e vi em outros blogs. Tampouco sou mentiroso. Acho que esse problema todo poderia ter sido resolvido com um e-mail e com uma postura menos incisiva de minha parte.
Gostaria apenas da compreensão de vocês e que, caso vocês tenham acreditado nestes sinceros argumentos, que a visão de vocês sobre a minha pessoa mudasse. Fui detonado por todo mundo. Tenho apenas 23 anos e esse é apenas meu início de carreira. Estou seguindo um sonho que tenho de infância. Ontem (sábado), pela primeira vez, temi por meu futuro.
O que ainda não foi respondido pelo caso que movimenta e acalenta os bastidores da F-1:
1) Se a Ferrari começou a ver Stepney como traidor e deixou-o de escanteio, por que não promoveu um daqueles famosos remanejamentos e o tirou? Ou ainda, por que não o demitiu antes?
2) Por que a Ferrari não entrou em contato com Stepney, um funcionário de mais de 15 anos de casa que estava de férias, e partiu diretamente para a investigação?
3) Por que Stepney não retornou tão logo as denúncias borbulharam?
4) Por que, até agora, Mike Coughlan não se pronunciou?
5) Se McLaren e Ferrari estão unidas, se o caso é o mesmo, se o envolvimento de ambos pode prejudicar ambas, por que foram tomadas decisões diferentes – uma demitiu e outra suspendeu?
6) Em determinado momento, o Stepney diz que deixa sempre as chaves de sua casa com um caseiro, dando a entender que alguém da Ferrari poderia ter entrado lá quando quisesse. Seria o caseiro o mordomo das histórias de investigação?
7) De quem são os corpos que estão enterrados e que serão desvendados se a Ferrari continuar ameaçando Stepney?
8) Quem são e qual a participação dos quatro outros funcionários da Ferrari que manifestaram desejo de sair porque estavam infelizes?
9) Se foi Stepney, ele fez tudo sozinho?
10) Se não foi Nigel Stepney, quem foi?
O que ainda não foi respondido pelo caso que movimenta e acalenta os bastidores da F-1:
1) Se a Ferrari começou a ver Stepney como traidor e deixou-o de escanteio, por que não promoveu um daqueles famosos remanejamentos e o tirou? Ou ainda, por que não o demitiu antes?
2) Por que a Ferrari não entrou em contato com Stepney, um funcionário de mais de 15 anos de casa que estava de férias, e partiu diretamente para a investigação?
3) Por que Stepney não retornou tão logo as denúncias borbulharam?
4) Por que, até agora, Mike Coughlan não se pronunciou?
5) Se McLaren e Ferrari estão unidas, se o caso é o mesmo, se o envolvimento de ambos pode prejudicar ambas, por que foram tomadas decisões diferentes – uma demitiu e outra suspendeu?
6) Em determinado momento, o Stepney diz que deixa sempre as chaves de sua casa com um caseiro, dando a entender que alguém da Ferrari poderia ter entrado lá quando quisesse. Seria o caseiro o mordomo das histórias de investigação?
7) De quem são os corpos que estão enterrados e que serão desvendados se a Ferrari continuar ameaçando Stepney?
8) Quem são e qual a participação dos quatro outros funcionários da Ferrari que manifestaram desejo de sair porque estavam infelizes?
9) Se foi Stepney, ele fez tudo sozinho?
10) Se não foi Nigel Stepney, quem foi?
O que ainda não foi respondido pelo caso que movimenta e acalenta os bastidores da F-1:
1) Se a Ferrari começou a ver Stepney como traidor e deixou-o de escanteio, por que não promoveu um daqueles famosos remanejamentos e o tirou? Ou ainda, por que não o demitiu antes?
2) Por que a Ferrari não entrou em contato com Stepney, um funcionário de mais de 15 anos de casa que estava de férias, e partiu diretamente para a investigação?
3) Por que Stepney não retornou tão logo as denúncias borbulharam?
4) Por que, até agora, Mike Coughlan não se pronunciou?
5) Se McLaren e Ferrari estão unidas, se o caso é o mesmo, se o envolvimento de ambos pode prejudicar ambas, por que foram tomadas decisões diferentes – uma demitiu e outra suspendeu?
6) Em determinado momento, o Stepney diz que deixa sempre as chaves de sua casa com um caseiro, dando a entender que alguém da Ferrari poderia ter entrado lá quando quisesse. Seria o caseiro o mordomo das histórias de investigação?
7) De quem são os corpos que estão enterrados e que serão desvendados se a Ferrari continuar ameaçando Stepney?
8) Quem são e qual a participação dos quatro outros funcionários da Ferrari que manifestaram desejo de sair porque estavam infelizes?
Tony Kanaan vai participar de uma videoconferência na próxima quarta-feira, junto a assessores, membros envolvidos e dirigentes da Andretti Green, para saber que tipo de punição receberá em decorrência do barraco armado com a família Hornish no pós-prova de Watkins Glen. O piloto foi aconselhado, provavelmente por alguém com ares de advogado, a se reservar ao direito de ficar calado.
Invejosa, Marcia Goldschmidt, que é da casa que exibe (às vezes, sem final) as corridas, deve transmitir o caso ao vivo.
Aliás, vale um adendo, bem levantado por Ivan Capelli em conversa na noite de ontem: o que foi ontem aquela tentativa da Bandeirantes em achar uma quebra de suspensão ou semi-eixo para o erro de Helio Castroneves, então líder, que bateu na proteção de pneus da entrada da reta?
Tem a quem puxar.
Tony Kanaan vai participar de uma videoconferência na próxima quarta-feira, junto a assessores, membros envolvidos e dirigentes da Andretti Green, para saber que tipo de punição receberá em decorrência do barraco armado com a família Hornish no pós-prova de Watkins Glen. O piloto foi aconselhado, provavelmente por alguém com ares de advogado, a se reservar ao direito de ficar calado.
Invejosa, Marcia Goldschmidt, que é da casa que exibe (às vezes, sem final) as corridas, deve transmitir o caso ao vivo.
Aliás, vale um adendo, bem levantado por Ivan Capelli em conversa na noite de ontem: o que foi ontem aquela tentativa da Bandeirantes em achar uma quebra de suspensão ou semi-eixo para o erro de Helio Castroneves, então líder, que bateu na proteção de pneus da entrada da reta?
Tem a quem puxar.
Tony Kanaan vai participar de uma videoconferência na próxima quarta-feira, junto a assessores, membros envolvidos e dirigentes da Andretti Green, para saber que tipo de punição receberá em decorrência do barraco armado com a família Hornish no pós-prova de Watkins Glen. O piloto foi aconselhado, provavelmente por alguém com ares de advogado, a se reservar ao direito de ficar calado.
Invejosa, Marcia Goldschmidt, que é da casa que exibe (às vezes, sem final) as corridas, deve transmitir o caso ao vivo.
Aliás, vale um adendo, bem levantado por Ivan Capelli em conversa na noite de ontem: o que foi ontem aquela tentativa da Bandeirantes em achar uma quebra de suspensão ou semi-eixo para o erro de Helio Castroneves, então líder, que bateu na proteção de pneus da entrada da reta?
Amanhã a Playboy de julho deve chegar às bancas. Não se trata de avant-première, afinal desde que a internet é internet, tudo nela vaza. Sem impedimento, eis aqui duas das fotos nuas da assistente de arbitragem/bandeirinha Ana Paula de Oliveira. A primeira delas estará na página 95 da revista; a segunda, na 113.
As imagens de Ana Paula devem pôr fim à carreira dela no futebol, que segue machista e intolerante com a presença feminina.
Duvido que 90% dos jogadores, dirigentes, cartolas e afins não vá pelo menos folhear a publicação...
Amanhã a Playboy de julho deve chegar às bancas. Não se trata de avant-première, afinal desde que a internet é internet, tudo nela vaza. Sem impedimento, eis aqui duas das fotos nuas da assistente de arbitragem/bandeirinha Ana Paula de Oliveira. A primeira delas estará na página 95 da revista; a segunda, na 113.
As imagens de Ana Paula devem pôr fim à carreira dela no futebol, que segue machista e intolerante com a presença feminina.
Duvido que 90% dos jogadores, dirigentes, cartolas e afins não vá pelo menos folhear a publicação...
Amanhã a Playboy de julho deve chegar às bancas. Não se trata de avant-première, afinal desde que a internet é internet, tudo nela vaza. Sem impedimento, eis aqui duas das fotos nuas da assistente de arbitragem/bandeirinha Ana Paula de Oliveira. A primeira delas estará na página 95 da revista; a segunda, na 113.
As imagens de Ana Paula devem pôr fim à carreira dela no futebol, que segue machista e intolerante com a presença feminina.
Duvido que 90% dos jogadores, dirigentes, cartolas e afins não vá pelo menos folhear a publicação...
Não durmo desde quinta para sexta. Por isso, não atualizei no sábado, sonado do jeito que estava.
Antes, darei meu pitaco para a prova de amanhã: tá com cara de Raikkonen, com Hamilton e Massa indo ao pódio. Não vai chover. Schumacher é égua paraguaia.
Abraços a todos.
Não durmo desde quinta para sexta. Por isso, não atualizei no sábado, sonado do jeito que estava.
Antes, darei meu pitaco para a prova de amanhã: tá com cara de Raikkonen, com Hamilton e Massa indo ao pódio. Não vai chover. Schumacher é égua paraguaia.
Abraços a todos.
Não durmo desde quinta para sexta. Por isso, não atualizei no sábado, sonado do jeito que estava.
Antes, darei meu pitaco para a prova de amanhã: tá com cara de Raikkonen, com Hamilton e Massa indo ao pódio. Não vai chover. Schumacher é égua paraguaia.
Contando com o primeiro treino da manhã em Silverstone, foram 25 sessões livres e oito classificatórias. Só caiu água em uma — Mônaco, no sábado pela manhã.
Na Champ Car, choveu em Portland, em Mont-Tremblant; na IRL, nas 500 Milhas e em classificação — Richmond; na MotoGP, no mínimo duas corridas sob chuva.
Se é que tem um deus da chuva, o Tlaloc, por que ele evita água sobre a F-1?
Será que até nisso Hamilton é abençoado?
Em tempo: Lewis foi primeiro, no seco, na abertura dos treinos na Inglaterra.
Contando com o primeiro treino da manhã em Silverstone, foram 25 sessões livres e oito classificatórias. Só caiu água em uma — Mônaco, no sábado pela manhã.
Na Champ Car, choveu em Portland, em Mont-Tremblant; na IRL, nas 500 Milhas e em classificação — Richmond; na MotoGP, no mínimo duas corridas sob chuva.
Se é que tem um deus da chuva, o Tlaloc, por que ele evita água sobre a F-1?
Será que até nisso Hamilton é abençoado?
Em tempo: Lewis foi primeiro, no seco, na abertura dos treinos na Inglaterra.
Contando com o primeiro treino da manhã em Silverstone, foram 25 sessões livres e oito classificatórias. Só caiu água em uma — Mônaco, no sábado pela manhã.
Na Champ Car, choveu em Portland, em Mont-Tremblant; na IRL, nas 500 Milhas e em classificação — Richmond; na MotoGP, no mínimo duas corridas sob chuva.
Se é que tem um deus da chuva, o Tlaloc, por que ele evita água sobre a F-1?
Será que até nisso Hamilton é abençoado?
Em tempo: Lewis foi primeiro, no seco, na abertura dos treinos na Inglaterra.
Prometo que será a última vez que escreverei sobre o assunto, visto que rendeu uma gama de comentários, tanto cá quanto no blog do Capelli. É um post em resposta a um colega — e amigo — de profissão, a quem tenho profundo respeito, apesar de ser um mentiroso e caluniador, caluniador e mentiroso. Piada interna — com base no Roda Viva de 1994, com Orestes Quércia.
O citado jornalista fez um texto em sua página diária de reflexão e expôs as três figuras — não as do vídeo, mas sim Ivan Capelli, Rafael Lopes e eu — sem menção; mas desde já, me lisonjeia saber que dei início a uma crítica construtiva, ainda que tenha tomado rumos nem por mim imaginados —, como sucessores à altura da geração anterior, composta por Reginaldo Leme, Castilho de Andrade, Wagner Gonzalez, Luiz Alberto Pandini, Lito Cavalcanti e Flavio Gomes. Diz crer que ninguém presenciou uma troca de farpas entre estes como o "debate acirrado" dos últimos dias entre nós, afirmação da qual já discordo veementemente. Poderia citar três relações nada harmoniosas dos matusas. Poderia. Não citarei. Não vem e não virá ao caso. Aceito, sim, a definição dada pelo nobre relator sobre o caso.
A discussão permeia a ética, de fato. E um fator que anda congruente, que me fará traçar um outro caminho apontado pelo escritor daquelas linhas. Eu também tive Ética em Jornalismo em minha faculdade, conforme dissecado outrora aqui, mal e porcamente aproveitada. De qualquer forma, o causo com que mais aprendi foi de uma reportagem que fiz a respeito dos malefícios do próprio curso, dos preços, da falta de uso de recursos humanos e técnicos, pondo em dúvida sua validade. E não fui ouvir a outra parte, o que me trouxe à época um peso razoável e me proporcionou horizontes mais claros e decentes na profissão. Também absorvi que crédito é sine qua non quando da fonte não ser a sua, que deve haver um "crowdsourcing".
O autor do post conclui que a questão virou uma guerra de egos, que classifica como "desnecessária, infantilóide e ridícula" porque "não precisamos ficar alfinetando-nos uns aos outros a ponto de espalhar merda no ventilador". Daí entra o tópico contíguo à ética: a índole. É aí que entendo que tenha havido, por parte do colega escriba, um nivelamento e uma mistura de ambos, talvez pelo respeito em não querer defender qualquer parte. A minha índole não me permite aceitar certos tipos de coisas como normais, tanto no pessoal quanto no profissional, como diria o filósofo Fausto Silva. Eu tenho um trabalho pelo qual prezo. E por minha formação, por meu senso de justiça, não considero certo ver que algo feito por mim ou por um colega — o próprio Rafael, por exemplo — seja possuído pelos demais assim, num dar de ombros, como obra do mundo. É a sensação do furto. Para não ser considerado egocêntrico diante de uma matéria que faço e é utilizada sem uma menção à fonte, tenho de baixar a cabeça, me calar e aceitar que o meio me consuma? Ou ego está tão atado ao eu por definição que não ser egocêntrico significa não ser eu?
Algum fotógrafo gostaria de ver sua imagem na revista com o nome de outro profissional? Um empregado se sentiria bem em não ganhar a promoção merecida porque o chefe opta pelas curvas da secretária estúpida? Todos devem ser idiotas e concentrar a vida na tese do dia de amanhã porque uma mão lava a outra ou na de que o mundo dá voltas? Uma coisa é ser bom, outra é ser bobo. Definitivamente, não posso achar que essas são as quase regras que governam o planeta dos homens, não tenho posturas neutras. Não posso esperar que alguém que aja errado e em quem não confio pode ser a salvação profissional do futuro. Eu me sentiria hipócrita com a minha conduta, com meu caráter, com minha índole, com a minha proposta enquanto ser. E creio que este amigo entenda um pouco ou bastante dela até por uma questão zodiacal, igual à minha taurinice.
A rapaziada não vai seguir assim, pelo menos de minha parte, alimentando ódios mútuos e bebendo a bílis do outro como se fosse coca-cola, como propôs o jornalista da área no fim de seu válido relato. Não tenho ódio, foi-se o tempo em que eu vociferava aos ares o desejo da vingança a qualquer custo. Defendo o que considero correto com incisão, abraço a causa a pleno. E não tenho pretensões a degustar sucos gástricos à refrigerante. Meu estômago cronicamente afetado não tem permitido.
Prometo que será a última vez que escreverei sobre o assunto, visto que rendeu uma gama de comentários, tanto cá quanto no blog do Capelli. É um post em resposta a um colega — e amigo — de profissão, a quem tenho profundo respeito, apesar de ser um mentiroso e caluniador, caluniador e mentiroso. Piada interna — com base no Roda Viva de 1994, com Orestes Quércia.
O citado jornalista fez um texto em sua página diária de reflexão e expôs as três figuras — não as do vídeo, mas sim Ivan Capelli, Rafael Lopes e eu — sem menção; mas desde já, me lisonjeia saber que dei início a uma crítica construtiva, ainda que tenha tomado rumos nem por mim imaginados —, como sucessores à altura da geração anterior, composta por Reginaldo Leme, Castilho de Andrade, Wagner Gonzalez, Luiz Alberto Pandini, Lito Cavalcanti e Flavio Gomes. Diz crer que ninguém presenciou uma troca de farpas entre estes como o "debate acirrado" dos últimos dias entre nós, afirmação da qual já discordo veementemente. Poderia citar três relações nada harmoniosas dos matusas. Poderia. Não citarei. Não vem e não virá ao caso. Aceito, sim, a definição dada pelo nobre relator sobre o caso.
A discussão permeia a ética, de fato. E um fator que anda congruente, que me fará traçar um outro caminho apontado pelo escritor daquelas linhas. Eu também tive Ética em Jornalismo em minha faculdade, conforme dissecado outrora aqui, mal e porcamente aproveitada. De qualquer forma, o causo com que mais aprendi foi de uma reportagem que fiz a respeito dos malefícios do próprio curso, dos preços, da falta de uso de recursos humanos e técnicos, pondo em dúvida sua validade. E não fui ouvir a outra parte, o que me trouxe à época um peso razoável e me proporcionou horizontes mais claros e decentes na profissão. Também absorvi que crédito é sine qua non quando da fonte não ser a sua, que deve haver um "crowdsourcing".
O autor do post conclui que a questão virou uma guerra de egos, que classifica como "desnecessária, infantilóide e ridícula" porque "não precisamos ficar alfinetando-nos uns aos outros a ponto de espalhar merda no ventilador". Daí entra o tópico contíguo à ética: a índole. É aí que entendo que tenha havido, por parte do colega escriba, um nivelamento e uma mistura de ambos, talvez pelo respeito em não querer defender qualquer parte. A minha índole não me permite aceitar certos tipos de coisas como normais, tanto no pessoal quanto no profissional, como diria o filósofo Fausto Silva. Eu tenho um trabalho pelo qual prezo. E por minha formação, por meu senso de justiça, não considero certo ver que algo feito por mim ou por um colega — o próprio Rafael, por exemplo — seja possuído pelos demais assim, num dar de ombros, como obra do mundo. É a sensação do furto. Para não ser considerado egocêntrico diante de uma matéria que faço e é utilizada sem uma menção à fonte, tenho de baixar a cabeça, me calar e aceitar que o meio me consuma? Ou ego está tão atado ao eu por definição que não ser egocêntrico significa não ser eu?
Algum fotógrafo gostaria de ver sua imagem na revista com o nome de outro profissional? Um empregado se sentiria bem em não ganhar a promoção merecida porque o chefe opta pelas curvas da secretária estúpida? Todos devem ser idiotas e concentrar a vida na tese do dia de amanhã porque uma mão lava a outra ou na de que o mundo dá voltas? Uma coisa é ser bom, outra é ser bobo. Definitivamente, não posso achar que essas são as quase regras que governam o planeta dos homens, não tenho posturas neutras. Não posso esperar que alguém que aja errado e em quem não confio pode ser a salvação profissional do futuro. Eu me sentiria hipócrita com a minha conduta, com meu caráter, com minha índole, com a minha proposta enquanto ser. E creio que este amigo entenda um pouco ou bastante dela até por uma questão zodiacal, igual à minha taurinice.
A rapaziada não vai seguir assim, pelo menos de minha parte, alimentando ódios mútuos e bebendo a bílis do outro como se fosse coca-cola, como propôs o jornalista da área no fim de seu válido relato. Não tenho ódio, foi-se o tempo em que eu vociferava aos ares o desejo da vingança a qualquer custo. Defendo o que considero correto com incisão, abraço a causa a pleno. E não tenho pretensões a degustar sucos gástricos à refrigerante. Meu estômago cronicamente afetado não tem permitido.
Prometo que será a última vez que escreverei sobre o assunto, visto que rendeu uma gama de comentários, tanto cá quanto no blog do Capelli. É um post em resposta a um colega — e amigo — de profissão, a quem tenho profundo respeito, apesar de ser um mentiroso e caluniador, caluniador e mentiroso. Piada interna — com base no Roda Viva de 1994, com Orestes Quércia.
O citado jornalista fez um texto em sua página diária de reflexão e expôs as três figuras — não as do vídeo, mas sim Ivan Capelli, Rafael Lopes e eu — sem menção; mas desde já, me lisonjeia saber que dei início a uma crítica construtiva, ainda que tenha tomado rumos nem por mim imaginados —, como sucessores à altura da geração anterior, composta por Reginaldo Leme, Castilho de Andrade, Wagner Gonzalez, Luiz Alberto Pandini, Lito Cavalcanti e Flavio Gomes. Diz crer que ninguém presenciou uma troca de farpas entre estes como o "debate acirrado" dos últimos dias entre nós, afirmação da qual já discordo veementemente. Poderia citar três relações nada harmoniosas dos matusas. Poderia. Não citarei. Não vem e não virá ao caso. Aceito, sim, a definição dada pelo nobre relator sobre o caso.
A discussão permeia a ética, de fato. E um fator que anda congruente, que me fará traçar um outro caminho apontado pelo escritor daquelas linhas. Eu também tive Ética em Jornalismo em minha faculdade, conforme dissecado outrora aqui, mal e porcamente aproveitada. De qualquer forma, o causo com que mais aprendi foi de uma reportagem que fiz a respeito dos malefícios do próprio curso, dos preços, da falta de uso de recursos humanos e técnicos, pondo em dúvida sua validade. E não fui ouvir a outra parte, o que me trouxe à época um peso razoável e me proporcionou horizontes mais claros e decentes na profissão. Também absorvi que crédito é sine qua non quando da fonte não ser a sua, que deve haver um "crowdsourcing".
O autor do post conclui que a questão virou uma guerra de egos, que classifica como "desnecessária, infantilóide e ridícula" porque "não precisamos ficar alfinetando-nos uns aos outros a ponto de espalhar merda no ventilador". Daí entra o tópico contíguo à ética: a índole. É aí que entendo que tenha havido, por parte do colega escriba, um nivelamento e uma mistura de ambos, talvez pelo respeito em não querer defender qualquer parte. A minha índole não me permite aceitar certos tipos de coisas como normais, tanto no pessoal quanto no profissional, como diria o filósofo Fausto Silva. Eu tenho um trabalho pelo qual prezo. E por minha formação, por meu senso de justiça, não considero certo ver que algo feito por mim ou por um colega — o próprio Rafael, por exemplo — seja possuído pelos demais assim, num dar de ombros, como obra do mundo. É a sensação do furto. Para não ser considerado egocêntrico diante de uma matéria que faço e é utilizada sem uma menção à fonte, tenho de baixar a cabeça, me calar e aceitar que o meio me consuma? Ou ego está tão atado ao eu por definição que não ser egocêntrico significa não ser eu?
Algum fotógrafo gostaria de ver sua imagem na revista com o nome de outro profissional? Um empregado se sentiria bem em não ganhar a promoção merecida porque o chefe opta pelas curvas da secretária estúpida? Todos devem ser idiotas e concentrar a vida na tese do dia de amanhã porque uma mão lava a outra ou na de que o mundo dá voltas? Uma coisa é ser bom, outra é ser bobo. Definitivamente, não posso achar que essas são as quase regras que governam o planeta dos homens, não tenho posturas neutras. Não posso esperar que alguém que aja errado e em quem não confio pode ser a salvação profissional do futuro. Eu me sentiria hipócrita com a minha conduta, com meu caráter, com minha índole, com a minha proposta enquanto ser. E creio que este amigo entenda um pouco ou bastante dela até por uma questão zodiacal, igual à minha taurinice.
A rapaziada não vai seguir assim, pelo menos de minha parte, alimentando ódios mútuos e bebendo a bílis do outro como se fosse coca-cola, como propôs o jornalista da área no fim de seu válido relato. Não tenho ódio, foi-se o tempo em que eu vociferava aos ares o desejo da vingança a qualquer custo. Defendo o que considero correto com incisão, abraço a causa a pleno. E não tenho pretensões a degustar sucos gástricos à refrigerante. Meu estômago cronicamente afetado não tem permitido.
Como adoro plagiar, eis uma reprodução do quadro de Rodrigo Borges, em seu Estado de Circo.
A mãe fazia aniversário. Resolveu comemorar fazendo quitutes para receber as amigas. Fritou em gordura bem quente a coxinha, que estava na geladeira. Pôs no refratário. E logo assustou-se com o pulo e o estouro do salgado no chão.
Parabéns, mãe!
Como adoro plagiar, eis uma reprodução do quadro de Rodrigo Borges, em seu Estado de Circo.
A mãe fazia aniversário. Resolveu comemorar fazendo quitutes para receber as amigas. Fritou em gordura bem quente a coxinha, que estava na geladeira. Pôs no refratário. E logo assustou-se com o pulo e o estouro do salgado no chão.
Parabéns, mãe!
Como adoro plagiar, eis uma reprodução do quadro de Rodrigo Borges, em seu Estado de Circo.
A mãe fazia aniversário. Resolveu comemorar fazendo quitutes para receber as amigas. Fritou em gordura bem quente a coxinha, que estava na geladeira. Pôs no refratário. E logo assustou-se com o pulo e o estouro do salgado no chão.
Torço para que uma tempestade daquelas assole a Inglaterra. Fique uma meia hora com a corrida interrompida. Emoção, meus caros, coisas diferentes. A F-1 está uma procissão só.
Nestas condições anormais de temperatura e pressão (CATP), ainda aposto na Ferrari.
E como perguntaria um ex-colega de profissão: "e Hamilton, ein?"
Argh! Eu, hein...
Torço para que uma tempestade daquelas assole a Inglaterra. Fique uma meia hora com a corrida interrompida. Emoção, meus caros, coisas diferentes. A F-1 está uma procissão só.
Nestas condições anormais de temperatura e pressão (CATP), ainda aposto na Ferrari.
E como perguntaria um ex-colega de profissão: "e Hamilton, ein?"
Argh! Eu, hein...
Torço para que uma tempestade daquelas assole a Inglaterra. Fique uma meia hora com a corrida interrompida. Emoção, meus caros, coisas diferentes. A F-1 está uma procissão só.
Nestas condições anormais de temperatura e pressão (CATP), ainda aposto na Ferrari.
E como perguntaria um ex-colega de profissão: "e Hamilton, ein?"
Avisado pelo colega e amigo Ivan Capelli, assisti ao início do "programa" do GE que "fala" de automobilismo. Logo surgem três jornalistas, que jogam os papéis de seu "roteiro", provavelmente, ao ar, na certeza de que era bastante engraçado, como eu achei. No segundo 38, diante da suposta briga apresentada por um deles, o segundo cita que "eu copiei o Cossenza, o Cossenza me copiou, ele copiou meu comentário...", e o terceiro interrompe com um "a gente copia todo mundo, gente pequena adora copiar os outros". O primeiro, instigado, solta em seu sotaque carioca-malandro que "aqui não copia ninguém, não, rapaz". A situação é repetida aos 2min29s, mais papéis na cara e minuto para pausas para risos (vejam aqui para igualmente se esfalfarem). Recuperado, vejo que anunciam uma alardeada entrevista exclusiva. Que, pelo que soube, foi levada à capa do site algo como "Nelsinho critica Hamilton". E, pelo que li, não havia critica alguma. Coisas de que, puxando para meu lado, não compactuo. Paciência.
Tive uma conversa com Rafael Lopes, o segundo supramencionado, na semana passada a respeito da situação. Rafael me fez crer que 1) não tem tempo para acessar o Blog do Capelli, 2) não tem tempo para ouvir a Rádio GP, programa de áudio de que participo no site em que trabalho, e 3) pautas podem, sim, ser iguais, o que configuraria uma "mera coincidência", como costumavam encerrar os caracteres das novelas da emissora do grupo ao qual ele presta serviços. Dias depois, mais precisamente no domingo, Lopes veio arrotar que havíamos copiado duas matérias que seu site havia feito, corroborando a tese da coincidência e concluindo que ninguém copia ninguém. Concorda? "Não concordo", rebati pleonásticas vezes.
As matérias apresentadas por ele referindo-se a eventual cópia datavam daquele dia, referindo-se aos fatos a) brasileiros nunca venceram na França, postada às 11h26, e b) os quatro principais pilotos tinham conseguido duas vitórias cada, colocada ao ar às 11h49. Um pouco sem fundamento, afinal Capelli havia feito um infográfico de países que ganharam no país gaulês no dia anterior, e usado por nós às 17h25 do sábado — onde constava a inexistência de triunfos nacionais no referido GP —, além de ter apresentado a informação das duplas vitórias do 'G4' da F-1 às 10h34, na matéria principal sobre a vitória de Raikkonen. Com tal resposta a ele apresentada, ainda contra-argumentou, voltando a negar com veemência tanto minhas palavras quanto a história do uso de pautas praticamente via ctrl C- ctrl v.
Utilizo, sim, o post de Capelli — título "Xerox, fotocópia e autenticada", de 20h35 desta quarta — para apresentar alguns dos melhores momentos dessa história. Sem show do intervalo, pondero mais alguns tópicos a Rafael e seus discípulos:
1) Quanto a não acessar o Blog do Capelli, mentira. Graças a programas especifícos, como os do Google, informações de colegas de organização e outros subterfúgios, além da própria afirmação de Lopes, vê o blog, sim. Com freqüência ou não, vê. Outros de lá também vêem, qual é o mal nisso? E a principal conclusão disso se dá através das pautas tão bem seguidas pelo GE.com, como Ivan coloca em seu diário na internet;
2) Como entrei agora para pegar as informações precisas da postação de notícias por parte do site, reparei que são raros os dias em que o GE.com dá mais de dez notícias por dia, isso considerando fins de semana de GP. Nós ultrapassamos de 30, brincando — claro que não com a eficiência, graça e torpor da brincadeira do trio atirando papéis um no outro; isso ninguém conseguiria copiar, nem nós, "gente pequena", como ironizaram. Para bom entendedor, é bem mais fácil o GE.com veicular matérias com nosso teor do que o inverso. É o que acontece; (continua)
Avisado pelo colega e amigo Ivan Capelli, assisti ao início do "programa" do GE que "fala" de automobilismo. Logo surgem três jornalistas, que jogam os papéis de seu "roteiro", provavelmente, ao ar, na certeza de que era bastante engraçado, como eu achei. No segundo 38, diante da suposta briga apresentada por um deles, o segundo cita que "eu copiei o Cossenza, o Cossenza me copiou, ele copiou meu comentário...", e o terceiro interrompe com um "a gente copia todo mundo, gente pequena adora copiar os outros". O primeiro, instigado, solta em seu sotaque carioca-malandro que "aqui não copia ninguém, não, rapaz". A situação é repetida aos 2min29s, mais papéis na cara e minuto para pausas para risos (vejam aqui para igualmente se esfalfarem). Recuperado, vejo que anunciam uma alardeada entrevista exclusiva. Que, pelo que soube, foi levada à capa do site algo como "Nelsinho critica Hamilton". E, pelo que li, não havia critica alguma. Coisas de que, puxando para meu lado, não compactuo. Paciência.
Tive uma conversa com Rafael Lopes, o segundo supramencionado, na semana passada a respeito da situação. Rafael me fez crer que 1) não tem tempo para acessar o Blog do Capelli, 2) não tem tempo para ouvir a Rádio GP, programa de áudio de que participo no site em que trabalho, e 3) pautas podem, sim, ser iguais, o que configuraria uma "mera coincidência", como costumavam encerrar os caracteres das novelas da emissora do grupo ao qual ele presta serviços. Dias depois, mais precisamente no domingo, Lopes veio arrotar que havíamos copiado duas matérias que seu site havia feito, corroborando a tese da coincidência e concluindo que ninguém copia ninguém. Concorda? "Não concordo", rebati pleonásticas vezes.
As matérias apresentadas por ele referindo-se a eventual cópia datavam daquele dia, referindo-se aos fatos a) brasileiros nunca venceram na França, postada às 11h26, e b) os quatro principais pilotos tinham conseguido duas vitórias cada, colocada ao ar às 11h49. Um pouco sem fundamento, afinal Capelli havia feito um infográfico de países que ganharam no país gaulês no dia anterior, e usado por nós às 17h25 do sábado — onde constava a inexistência de triunfos nacionais no referido GP —, além de ter apresentado a informação das duplas vitórias do 'G4' da F-1 às 10h34, na matéria principal sobre a vitória de Raikkonen. Com tal resposta a ele apresentada, ainda contra-argumentou, voltando a negar com veemência tanto minhas palavras quanto a história do uso de pautas praticamente via ctrl C- ctrl v.
Utilizo, sim, o post de Capelli — título "Xerox, fotocópia e autenticada", de 20h35 desta quarta — para apresentar alguns dos melhores momentos dessa história. Sem show do intervalo, pondero mais alguns tópicos a Rafael e seus discípulos:
1) Quanto a não acessar o Blog do Capelli, mentira. Graças a programas especifícos, como os do Google, informações de colegas de organização e outros subterfúgios, além da própria afirmação de Lopes, vê o blog, sim. Com freqüência ou não, vê. Outros de lá também vêem, qual é o mal nisso? E a principal conclusão disso se dá através das pautas tão bem seguidas pelo GE.com, como Ivan coloca em seu diário na internet;
2) Como entrei agora para pegar as informações precisas da postação de notícias por parte do site, reparei que são raros os dias em que o GE.com dá mais de dez notícias por dia, isso considerando fins de semana de GP. Nós ultrapassamos de 30, brincando — claro que não com a eficiência, graça e torpor da brincadeira do trio atirando papéis um no outro; isso ninguém conseguiria copiar, nem nós, "gente pequena", como ironizaram. Para bom entendedor, é bem mais fácil o GE.com veicular matérias com nosso teor do que o inverso. É o que acontece; (continua)
Avisado pelo colega e amigo Ivan Capelli, assisti ao início do "programa" do GE que "fala" de automobilismo. Logo surgem três jornalistas, que jogam os papéis de seu "roteiro", provavelmente, ao ar, na certeza de que era bastante engraçado, como eu achei. No segundo 38, diante da suposta briga apresentada por um deles, o segundo cita que "eu copiei o Cossenza, o Cossenza me copiou, ele copiou meu comentário...", e o terceiro interrompe com um "a gente copia todo mundo, gente pequena adora copiar os outros". O primeiro, instigado, solta em seu sotaque carioca-malandro que "aqui não copia ninguém, não, rapaz". A situação é repetida aos 2min29s, mais papéis na cara e minuto para pausas para risos (vejam aqui para igualmente se esfalfarem). Recuperado, vejo que anunciam uma alardeada entrevista exclusiva. Que, pelo que soube, foi levada à capa do site algo como "Nelsinho critica Hamilton". E, pelo que li, não havia critica alguma. Coisas de que, puxando para meu lado, não compactuo. Paciência.
Tive uma conversa com Rafael Lopes, o segundo supramencionado, na semana passada a respeito da situação. Rafael me fez crer que 1) não tem tempo para acessar o Blog do Capelli, 2) não tem tempo para ouvir a Rádio GP, programa de áudio de que participo no site em que trabalho, e 3) pautas podem, sim, ser iguais, o que configuraria uma "mera coincidência", como costumavam encerrar os caracteres das novelas da emissora do grupo ao qual ele presta serviços. Dias depois, mais precisamente no domingo, Lopes veio arrotar que havíamos copiado duas matérias que seu site havia feito, corroborando a tese da coincidência e concluindo que ninguém copia ninguém. Concorda? "Não concordo", rebati pleonásticas vezes.
As matérias apresentadas por ele referindo-se a eventual cópia datavam daquele dia, referindo-se aos fatos a) brasileiros nunca venceram na França, postada às 11h26, e b) os quatro principais pilotos tinham conseguido duas vitórias cada, colocada ao ar às 11h49. Um pouco sem fundamento, afinal Capelli havia feito um infográfico de países que ganharam no país gaulês no dia anterior, e usado por nós às 17h25 do sábado — onde constava a inexistência de triunfos nacionais no referido GP —, além de ter apresentado a informação das duplas vitórias do 'G4' da F-1 às 10h34, na matéria principal sobre a vitória de Raikkonen. Com tal resposta a ele apresentada, ainda contra-argumentou, voltando a negar com veemência tanto minhas palavras quanto a história do uso de pautas praticamente via ctrl C- ctrl v.
Utilizo, sim, o post de Capelli — título "Xerox, fotocópia e autenticada", de 20h35 desta quarta — para apresentar alguns dos melhores momentos dessa história. Sem show do intervalo, pondero mais alguns tópicos a Rafael e seus discípulos:
1) Quanto a não acessar o Blog do Capelli, mentira. Graças a programas especifícos, como os do Google, informações de colegas de organização e outros subterfúgios, além da própria afirmação de Lopes, vê o blog, sim. Com freqüência ou não, vê. Outros de lá também vêem, qual é o mal nisso? E a principal conclusão disso se dá através das pautas tão bem seguidas pelo GE.com, como Ivan coloca em seu diário na internet;
2) Como entrei agora para pegar as informações precisas da postação de notícias por parte do site, reparei que são raros os dias em que o GE.com dá mais de dez notícias por dia, isso considerando fins de semana de GP. Nós ultrapassamos de 30, brincando — claro que não com a eficiência, graça e torpor da brincadeira do trio atirando papéis um no outro; isso ninguém conseguiria copiar, nem nós, "gente pequena", como ironizaram. Para bom entendedor, é bem mais fácil o GE.com veicular matérias com nosso teor do que o inverso. É o que acontece; (continua)
3) Mereço citar os demais: Bruno Vicaria, Rafael Sola, a novata Evelyn e o próprio Capelli. Não só cuidam de F-1, como das demais categorias do automobilismo. Nós cinco tocamos o site, com a ajuda de informantes nos locais das corridas — quando nelas não estamos —, e, com a grande franqueza que me é peculiar, não necessitamos das parcas informações que o GE.com poste para que saiamos desembestados e preocupados para usar como "fonte". E mais, duvido que algum deles acesse com assiduidade, se acessam, tal página — a não ser quando é o caso, como hoje, de uma menção tão maquiada e bem feita a nós. Vicaria, Sola, Evelyn e Capelli são competentes demais para fazerem seus trabalhos e textos com as informações de que dispõem, sem se basear na "concorrência";
4) Uma das tônicas do meu trabalho, como editor-chefe, é a ética. Nós não temos o rabo preso aqui. Somos, como a liberdade de expressão com correção e bom-senso apregoa, livres para escrever o que bem entendemos, noticiamos com imparcialidade de Alonso a Albers, de Camilo a Cysne — Rola não caberia aqui para evitarmos brincadeiras; e de brincadeiras eles, como o praticado Arremesso de A4 em Curta Distância (AACD), nova modalidade do Pan, o Pan do Brasil-sil-sil, que vocês tão bem escondem a realidade, entendem —, citando as fontes necessárias. Diferente do que Lopes contou a mim, a Vicaria, a Wagner Gonzalez e a Silvana Grezzana em almoço em deliciosa churrascaria da Zona Sul paulistana após a primeira etapa da Stock Car deste ano, de que havia a necessidade de sempre colocar algo de Cacá e Popó Bueno pelo menos duas vezes por semana no site, enquanto os demais pilotos eram relegados ao nada. No domingo, Rafael bradou que "isso mudou". Não mudou, não: ao acessar o GE. com, há um espaço para o blog para o filho mais famoso do narrador da RG;
5) O povo sabe. Foi-se a época em que tudo que vinha da RG e apêndices era regra. Muitos têm o mínimo discernimento. E em se tratando de automobilismo, como se sabe bem, os telespectadores e internautas são fiéis fervorosos e buscam os fatos onde crêem haver mais credibilidade. E se vêem algo estranho ou errado, correm avisar. Basta ver os comentários no blog do GE.com, no do Capelli e do meu blog. Se falarem que "foda-se o que o povo diz", eu pergunto: para que e para quem, então, vocês "trabalham" com isso?;
6) Acredito que não tenham tempo para ouvir a Rádio GP. Eu não tenho, também, e sinceramente saco, para ouvir o podcast do GE.com. Mas, já agradecendo à ajuda do Capelli pelas pérolas nele veiculadas, ajuda a explicar o porquê de achar que há cópias descaradas. No programa há algumas coisas de que não temos dúvidas de que foram tiradas só do GE.com. Informações como 1) ao contar a trajetória de Nigel Mansell, ignoraram que foi campeão em 1992 — para eles, partiu da F-1 direto para a Indy neste ano, 2) o GP de Mônaco ter começado em 1955, e não em 1950, sendo uma corrida trágica, dizendo que Alberto Ascari sofreu um acidente e caiu no mar — o piloto morreu semana depois em Monza —, 3) esquecer que Nelson Piquet correu na Lotus: "ele foi tricampeão pela Williams e em 1990 foi para a Benetton", 4) o circuito de Paul Ricard pertence à Toyota — é de Bernie Ecclestone —, 5) pista citada francesa possui mais de 800 traçados diferentes — são 180 —, 6) Rubens Barrichello ter disputado o título da F-3000 com Christian Fittipaldi em 1991 — sendo que Barrichello estava na F-3 e em 1992 passou longe do caneco —, 7) Barrichello ter passado meio mundo e terminado a primeira volta do GP da Inglaterra em Donington/93 em terceiro — foi quarto — e só não ter ido ao pódio por o motor ter quebrado — foi a bomba de gasolina —, e 8) Jackie Stewart ter contratado Barrichello para sua equipe por ter sido chefe dele anos antes na F-3 Inglesa — JS nunca foi chefe de Rubens até chegar à F-1; Barrichello correu na West Surrey; Stewart tinha como pilotos David Coulthard e Gil de Ferran. Somente amostras de fatos que me levam a afirmar que notícias factuais e corretas que lá são divulgadas devem ter uma fonte externa.
O discurso da consciência limpa simplesmente cansou pela ausência de peroba. Jamais vou esperar que um dia assumam que viram uma matéria no lugar X ou que a usaram como base para compor a que fizeram. "Gente pequena", não. Que não nos observem pelo nariz deles. Não temos todo um império organizacional que nos apóia, e até agradecemos por não sermos parte de uma patota manipuladora, esnobe e escrotal. Somos grandes, muito grandes no que fazemos, e com orgulho, trabalho e esforço próprios. Tentar, entretanto, inverter o jogo e falar em tom sarcástico que "gente pequena" copia é no mínimo ridículo.
Como jogar papéis para o alto e uns nos outros.
3) Mereço citar os demais: Bruno Vicaria, Rafael Sola, a novata Evelyn e o próprio Capelli. Não só cuidam de F-1, como das demais categorias do automobilismo. Nós cinco tocamos o site, com a ajuda de informantes nos locais das corridas — quando nelas não estamos —, e, com a grande franqueza que me é peculiar, não necessitamos das parcas informações que o GE.com poste para que saiamos desembestados e preocupados para usar como "fonte". E mais, duvido que algum deles acesse com assiduidade, se acessam, tal página — a não ser quando é o caso, como hoje, de uma menção tão maquiada e bem feita a nós. Vicaria, Sola, Evelyn e Capelli são competentes demais para fazerem seus trabalhos e textos com as informações de que dispõem, sem se basear na "concorrência";
4) Uma das tônicas do meu trabalho, como editor-chefe, é a ética. Nós não temos o rabo preso aqui. Somos, como a liberdade de expressão com correção e bom-senso apregoa, livres para escrever o que bem entendemos, noticiamos com imparcialidade de Alonso a Albers, de Camilo a Cysne — Rola não caberia aqui para evitarmos brincadeiras; e de brincadeiras eles, como o praticado Arremesso de A4 em Curta Distância (AACD), nova modalidade do Pan, o Pan do Brasil-sil-sil, que vocês tão bem escondem a realidade, entendem —, citando as fontes necessárias. Diferente do que Lopes contou a mim, a Vicaria, a Wagner Gonzalez e a Silvana Grezzana em almoço em deliciosa churrascaria da Zona Sul paulistana após a primeira etapa da Stock Car deste ano, de que havia a necessidade de sempre colocar algo de Cacá e Popó Bueno pelo menos duas vezes por semana no site, enquanto os demais pilotos eram relegados ao nada. No domingo, Rafael bradou que "isso mudou". Não mudou, não: ao acessar o GE. com, há um espaço para o blog para o filho mais famoso do narrador da RG;
5) O povo sabe. Foi-se a época em que tudo que vinha da RG e apêndices era regra. Muitos têm o mínimo discernimento. E em se tratando de automobilismo, como se sabe bem, os telespectadores e internautas são fiéis fervorosos e buscam os fatos onde crêem haver mais credibilidade. E se vêem algo estranho ou errado, correm avisar. Basta ver os comentários no blog do GE.com, no do Capelli e do meu blog. Se falarem que "foda-se o que o povo diz", eu pergunto: para que e para quem, então, vocês "trabalham" com isso?;
6) Acredito que não tenham tempo para ouvir a Rádio GP. Eu não tenho, também, e sinceramente saco, para ouvir o podcast do GE.com. Mas, já agradecendo à ajuda do Capelli pelas pérolas nele veiculadas, ajuda a explicar o porquê de achar que há cópias descaradas. No programa há algumas coisas de que não temos dúvidas de que foram tiradas só do GE.com. Informações como 1) ao contar a trajetória de Nigel Mansell, ignoraram que foi campeão em 1992 — para eles, partiu da F-1 direto para a Indy neste ano, 2) o GP de Mônaco ter começado em 1955, e não em 1950, sendo uma corrida trágica, dizendo que Alberto Ascari sofreu um acidente e caiu no mar — o piloto morreu semana depois em Monza —, 3) esquecer que Nelson Piquet correu na Lotus: "ele foi tricampeão pela Williams e em 1990 foi para a Benetton", 4) o circuito de Paul Ricard pertence à Toyota — é de Bernie Ecclestone —, 5) pista citada francesa possui mais de 800 traçados diferentes — são 180 —, 6) Rubens Barrichello ter disputado o título da F-3000 com Christian Fittipaldi em 1991 — sendo que Barrichello estava na F-3 e em 1992 passou longe do caneco —, 7) Barrichello ter passado meio mundo e terminado a primeira volta do GP da Inglaterra em Donington/93 em terceiro — foi quarto — e só não ter ido ao pódio por o motor ter quebrado — foi a bomba de gasolina —, e 8) Jackie Stewart ter contratado Barrichello para sua equipe por ter sido chefe dele anos antes na F-3 Inglesa — JS nunca foi chefe de Rubens até chegar à F-1; Barrichello correu na West Surrey; Stewart tinha como pilotos David Coulthard e Gil de Ferran. Somente amostras de fatos que me levam a afirmar que notícias factuais e corretas que lá são divulgadas devem ter uma fonte externa.
O discurso da consciência limpa simplesmente cansou pela ausência de peroba. Jamais vou esperar que um dia assumam que viram uma matéria no lugar X ou que a usaram como base para compor a que fizeram. "Gente pequena", não. Que não nos observem pelo nariz deles. Não temos todo um império organizacional que nos apóia, e até agradecemos por não sermos parte de uma patota manipuladora, esnobe e escrotal. Somos grandes, muito grandes no que fazemos, e com orgulho, trabalho e esforço próprios. Tentar, entretanto, inverter o jogo e falar em tom sarcástico que "gente pequena" copia é no mínimo ridículo.
Como jogar papéis para o alto e uns nos outros.
3) Mereço citar os demais: Bruno Vicaria, Rafael Sola, a novata Evelyn e o próprio Capelli. Não só cuidam de F-1, como das demais categorias do automobilismo. Nós cinco tocamos o site, com a ajuda de informantes nos locais das corridas — quando nelas não estamos —, e, com a grande franqueza que me é peculiar, não necessitamos das parcas informações que o GE.com poste para que saiamos desembestados e preocupados para usar como "fonte". E mais, duvido que algum deles acesse com assiduidade, se acessam, tal página — a não ser quando é o caso, como hoje, de uma menção tão maquiada e bem feita a nós. Vicaria, Sola, Evelyn e Capelli são competentes demais para fazerem seus trabalhos e textos com as informações de que dispõem, sem se basear na "concorrência";
4) Uma das tônicas do meu trabalho, como editor-chefe, é a ética. Nós não temos o rabo preso aqui. Somos, como a liberdade de expressão com correção e bom-senso apregoa, livres para escrever o que bem entendemos, noticiamos com imparcialidade de Alonso a Albers, de Camilo a Cysne — Rola não caberia aqui para evitarmos brincadeiras; e de brincadeiras eles, como o praticado Arremesso de A4 em Curta Distância (AACD), nova modalidade do Pan, o Pan do Brasil-sil-sil, que vocês tão bem escondem a realidade, entendem —, citando as fontes necessárias. Diferente do que Lopes contou a mim, a Vicaria, a Wagner Gonzalez e a Silvana Grezzana em almoço em deliciosa churrascaria da Zona Sul paulistana após a primeira etapa da Stock Car deste ano, de que havia a necessidade de sempre colocar algo de Cacá e Popó Bueno pelo menos duas vezes por semana no site, enquanto os demais pilotos eram relegados ao nada. No domingo, Rafael bradou que "isso mudou". Não mudou, não: ao acessar o GE. com, há um espaço para o blog para o filho mais famoso do narrador da RG;
5) O povo sabe. Foi-se a época em que tudo que vinha da RG e apêndices era regra. Muitos têm o mínimo discernimento. E em se tratando de automobilismo, como se sabe bem, os telespectadores e internautas são fiéis fervorosos e buscam os fatos onde crêem haver mais credibilidade. E se vêem algo estranho ou errado, correm avisar. Basta ver os comentários no blog do GE.com, no do Capelli e do meu blog. Se falarem que "foda-se o que o povo diz", eu pergunto: para que e para quem, então, vocês "trabalham" com isso?;
6) Acredito que não tenham tempo para ouvir a Rádio GP. Eu não tenho, também, e sinceramente saco, para ouvir o podcast do GE.com. Mas, já agradecendo à ajuda do Capelli pelas pérolas nele veiculadas, ajuda a explicar o porquê de achar que há cópias descaradas. No programa há algumas coisas de que não temos dúvidas de que foram tiradas só do GE.com. Informações como 1) ao contar a trajetória de Nigel Mansell, ignoraram que foi campeão em 1992 — para eles, partiu da F-1 direto para a Indy neste ano, 2) o GP de Mônaco ter começado em 1955, e não em 1950, sendo uma corrida trágica, dizendo que Alberto Ascari sofreu um acidente e caiu no mar — o piloto morreu semana depois em Monza —, 3) esquecer que Nelson Piquet correu na Lotus: "ele foi tricampeão pela Williams e em 1990 foi para a Benetton", 4) o circuito de Paul Ricard pertence à Toyota — é de Bernie Ecclestone —, 5) pista citada francesa possui mais de 800 traçados diferentes — são 180 —, 6) Rubens Barrichello ter disputado o título da F-3000 com Christian Fittipaldi em 1991 — sendo que Barrichello estava na F-3 e em 1992 passou longe do caneco —, 7) Barrichello ter passado meio mundo e terminado a primeira volta do GP da Inglaterra em Donington/93 em terceiro — foi quarto — e só não ter ido ao pódio por o motor ter quebrado — foi a bomba de gasolina —, e 8) Jackie Stewart ter contratado Barrichello para sua equipe por ter sido chefe dele anos antes na F-3 Inglesa — JS nunca foi chefe de Rubens até chegar à F-1; Barrichello correu na West Surrey; Stewart tinha como pilotos David Coulthard e Gil de Ferran. Somente amostras de fatos que me levam a afirmar que notícias factuais e corretas que lá são divulgadas devem ter uma fonte externa.
O discurso da consciência limpa simplesmente cansou pela ausência de peroba. Jamais vou esperar que um dia assumam que viram uma matéria no lugar X ou que a usaram como base para compor a que fizeram. "Gente pequena", não. Que não nos observem pelo nariz deles. Não temos todo um império organizacional que nos apóia, e até agradecemos por não sermos parte de uma patota manipuladora, esnobe e escrotal. Somos grandes, muito grandes no que fazemos, e com orgulho, trabalho e esforço próprios. Tentar, entretanto, inverter o jogo e falar em tom sarcástico que "gente pequena" copia é no mínimo ridículo.
Aproveitando os raros dias que tenho de folga nesta labutar vida, fui ao oftalmologista na tarde de hoje — ainda que isso não seja lá dos melhores proveitos em um dia livre. Fui até o bairro de Santana, contíguo ao metrô, cumprimentei a secretária, mais magra e de aparelhos no dente, paguei-lhe o correspondente e comecei a ouvir, na sala de espera, um som não muito agradável.
"Ai, sou louca para ir nesse (sic) show, do Davi Comperfil", soltou a histérica, enquanto sua amiga levantava para dirigir-se à sala para avaliação ocular, ao falar do charlatão David Copperfield.
Como nas velhuscas aulas de Teoria da Comunicação, toda vez se faz uma imagem de alguém quando se fala com a pessoa sem conhecê-la. E em 100% das vezes, não corresponde aos fatos. Pensei em uma menina de dez anos, raquítica, filha de papai, acompanhada pela mamãe. E ela lá, falando em Simple Plan, RBD e outros grupos super boggie-woogies.
Fui até a antesala. Era uma menina robusta, eufemismo para gordinha, outra amenização para pelota basca. Tinha lá seus 18 anos e falava como se o DJ tivesse acelerado a música em sua velocidade máxima. Estava com um cara de uns 19, 20 anos, provavelmente não namorado dela pelos trejeitos, luzes no cabelo e jeito de boyzinho cantor de banda adolescente.
E ela falando e eu olhando para o bebedouro, no lado contrário, me contorcendo para não rir. "Só cresceu no tamanho", pensei, concomitante a outras amenidades, como o céu azul do outro lado da janela, o passar lento do veículo sobre trilhos e a feiúra da secretária.
Logo a amiga deixou o consultório, chamou-os para ir embora, disseram tchau, respondi polidamente e me aliviei.
Nem tanto. Veio a vontade de ir ao banheiro. Lugar onde eles pararam.
O eco deixava ainda mais a voz daquilo mais agudo. Havia a pia e os banheiros masculinos e femininos. A secretária se incomodou, até. "O que está acontecendo?", perguntou ela para mim, que sorri com os ombros levantados e ligeiramente apertado. Só depois de três minutos, ajeitando os cabelos e passando um creme, ela soltou, com o cara e a amiga já ao lado. "O moço quer usar".
Uma descoberta dos trópicos. Entrei, educado que sou, com sorrisos, xingando a mãe e a sétima geração daquele ser adiposo. No momento de meu descarrego, a voz abafada continuava. Peguei um pedaço de papel, fiz duas bolinhas e coloquei nos ouvidos. Nada passava. Até que se foi.
Do oftalmo quase tive de ir ao otorrino.
Aproveitando os raros dias que tenho de folga nesta labutar vida, fui ao oftalmologista na tarde de hoje — ainda que isso não seja lá dos melhores proveitos em um dia livre. Fui até o bairro de Santana, contíguo ao metrô, cumprimentei a secretária, mais magra e de aparelhos no dente, paguei-lhe o correspondente e comecei a ouvir, na sala de espera, um som não muito agradável.
"Ai, sou louca para ir nesse (sic) show, do Davi Comperfil", soltou a histérica, enquanto sua amiga levantava para dirigir-se à sala para avaliação ocular, ao falar do charlatão David Copperfield.
Como nas velhuscas aulas de Teoria da Comunicação, toda vez se faz uma imagem de alguém quando se fala com a pessoa sem conhecê-la. E em 100% das vezes, não corresponde aos fatos. Pensei em uma menina de dez anos, raquítica, filha de papai, acompanhada pela mamãe. E ela lá, falando em Simple Plan, RBD e outros grupos super boggie-woogies.
Fui até a antesala. Era uma menina robusta, eufemismo para gordinha, outra amenização para pelota basca. Tinha lá seus 18 anos e falava como se o DJ tivesse acelerado a música em sua velocidade máxima. Estava com um cara de uns 19, 20 anos, provavelmente não namorado dela pelos trejeitos, luzes no cabelo e jeito de boyzinho cantor de banda adolescente.
E ela falando e eu olhando para o bebedouro, no lado contrário, me contorcendo para não rir. "Só cresceu no tamanho", pensei, concomitante a outras amenidades, como o céu azul do outro lado da janela, o passar lento do veículo sobre trilhos e a feiúra da secretária.
Logo a amiga deixou o consultório, chamou-os para ir embora, disseram tchau, respondi polidamente e me aliviei.
Nem tanto. Veio a vontade de ir ao banheiro. Lugar onde eles pararam.
O eco deixava ainda mais a voz daquilo mais agudo. Havia a pia e os banheiros masculinos e femininos. A secretária se incomodou, até. "O que está acontecendo?", perguntou ela para mim, que sorri com os ombros levantados e ligeiramente apertado. Só depois de três minutos, ajeitando os cabelos e passando um creme, ela soltou, com o cara e a amiga já ao lado. "O moço quer usar".
Uma descoberta dos trópicos. Entrei, educado que sou, com sorrisos, xingando a mãe e a sétima geração daquele ser adiposo. No momento de meu descarrego, a voz abafada continuava. Peguei um pedaço de papel, fiz duas bolinhas e coloquei nos ouvidos. Nada passava. Até que se foi.
Do oftalmo quase tive de ir ao otorrino.
Aproveitando os raros dias que tenho de folga nesta labutar vida, fui ao oftalmologista na tarde de hoje — ainda que isso não seja lá dos melhores proveitos em um dia livre. Fui até o bairro de Santana, contíguo ao metrô, cumprimentei a secretária, mais magra e de aparelhos no dente, paguei-lhe o correspondente e comecei a ouvir, na sala de espera, um som não muito agradável.
"Ai, sou louca para ir nesse (sic) show, do Davi Comperfil", soltou a histérica, enquanto sua amiga levantava para dirigir-se à sala para avaliação ocular, ao falar do charlatão David Copperfield.
Como nas velhuscas aulas de Teoria da Comunicação, toda vez se faz uma imagem de alguém quando se fala com a pessoa sem conhecê-la. E em 100% das vezes, não corresponde aos fatos. Pensei em uma menina de dez anos, raquítica, filha de papai, acompanhada pela mamãe. E ela lá, falando em Simple Plan, RBD e outros grupos super boggie-woogies.
Fui até a antesala. Era uma menina robusta, eufemismo para gordinha, outra amenização para pelota basca. Tinha lá seus 18 anos e falava como se o DJ tivesse acelerado a música em sua velocidade máxima. Estava com um cara de uns 19, 20 anos, provavelmente não namorado dela pelos trejeitos, luzes no cabelo e jeito de boyzinho cantor de banda adolescente.
E ela falando e eu olhando para o bebedouro, no lado contrário, me contorcendo para não rir. "Só cresceu no tamanho", pensei, concomitante a outras amenidades, como o céu azul do outro lado da janela, o passar lento do veículo sobre trilhos e a feiúra da secretária.
Logo a amiga deixou o consultório, chamou-os para ir embora, disseram tchau, respondi polidamente e me aliviei.
Nem tanto. Veio a vontade de ir ao banheiro. Lugar onde eles pararam.
O eco deixava ainda mais a voz daquilo mais agudo. Havia a pia e os banheiros masculinos e femininos. A secretária se incomodou, até. "O que está acontecendo?", perguntou ela para mim, que sorri com os ombros levantados e ligeiramente apertado. Só depois de três minutos, ajeitando os cabelos e passando um creme, ela soltou, com o cara e a amiga já ao lado. "O moço quer usar".
Uma descoberta dos trópicos. Entrei, educado que sou, com sorrisos, xingando a mãe e a sétima geração daquele ser adiposo. No momento de meu descarrego, a voz abafada continuava. Peguei um pedaço de papel, fiz duas bolinhas e coloquei nos ouvidos. Nada passava. Até que se foi.
A investigação que a Ferrari iniciou na procuradoria de Módena semanas atrás, era de conhecimento público, envolvia Nigel Stepney, demitido do time italiano oficialmente nesta terça. Daí, descobriu-se que havia também um funcionário da McLaren na história, que teria obtido informações técnicas sigilosas da Ferrari. É Mike Coughlan, que contou com a ajuda de Stepney. Foi suspenso da equipe inglesa. A polícia já encontrou na casa de Coughlan documentos pertencentes à Ferrari. Tafu.
O fato é deveras interessante por envolver as duas principais escuderias do Mundial. A começar pelo seguinte fato, que foi o intróito de tudo isso: onde entra na história o pó misterioso encontrado nos tanques de combustível de Massa e Raikkonen?
Sherlock Holmes está se coçando para pegar o caso.
A investigação que a Ferrari iniciou na procuradoria de Módena semanas atrás, era de conhecimento público, envolvia Nigel Stepney, demitido do time italiano oficialmente nesta terça. Daí, descobriu-se que havia também um funcionário da McLaren na história, que teria obtido informações técnicas sigilosas da Ferrari. É Mike Coughlan, que contou com a ajuda de Stepney. Foi suspenso da equipe inglesa. A polícia já encontrou na casa de Coughlan documentos pertencentes à Ferrari. Tafu.
O fato é deveras interessante por envolver as duas principais escuderias do Mundial. A começar pelo seguinte fato, que foi o intróito de tudo isso: onde entra na história o pó misterioso encontrado nos tanques de combustível de Massa e Raikkonen?
Sherlock Holmes está se coçando para pegar o caso.
A investigação que a Ferrari iniciou na procuradoria de Módena semanas atrás, era de conhecimento público, envolvia Nigel Stepney, demitido do time italiano oficialmente nesta terça. Daí, descobriu-se que havia também um funcionário da McLaren na história, que teria obtido informações técnicas sigilosas da Ferrari. É Mike Coughlan, que contou com a ajuda de Stepney. Foi suspenso da equipe inglesa. A polícia já encontrou na casa de Coughlan documentos pertencentes à Ferrari. Tafu.
O fato é deveras interessante por envolver as duas principais escuderias do Mundial. A começar pelo seguinte fato, que foi o intróito de tudo isso: onde entra na história o pó misterioso encontrado nos tanques de combustível de Massa e Raikkonen?
Sherlock Holmes está se coçando para pegar o caso.
A história das lentes, para mim, já havia acabado. Mas agora há pouco, o símbolo da correspondência apareceu em meu computador, e fui ver do que se tratava. Era Eugênio Martín, ouriçado, perguntando-me direta e indiretamente se eu estou interessado na ferramenta de sobrevivência (FS) e acendedor solar (AS) sine qua non para minha existência.
Disse-me ele que há promoção imperdível para o mês de julho: frete grátis para minha lente.
Fiquei comovido com a atenção dispensada por Martín, mas vou declinar da oferta.
Quem sabe, no fim das contas, ele não me oferece a lente de graça.
A história das lentes, para mim, já havia acabado. Mas agora há pouco, o símbolo da correspondência apareceu em meu computador, e fui ver do que se tratava. Era Eugênio Martín, ouriçado, perguntando-me direta e indiretamente se eu estou interessado na ferramenta de sobrevivência (FS) e acendedor solar (AS) sine qua non para minha existência.
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Fiquei comovido com a atenção dispensada por Martín, mas vou declinar da oferta.
Quem sabe, no fim das contas, ele não me oferece a lente de graça.
A história das lentes, para mim, já havia acabado. Mas agora há pouco, o símbolo da correspondência apareceu em meu computador, e fui ver do que se tratava. Era Eugênio Martín, ouriçado, perguntando-me direta e indiretamente se eu estou interessado na ferramenta de sobrevivência (FS) e acendedor solar (AS) sine qua non para minha existência.
Disse-me ele que há promoção imperdível para o mês de julho: frete grátis para minha lente.
Fiquei comovido com a atenção dispensada por Martín, mas vou declinar da oferta.
Quem sabe, no fim das contas, ele não me oferece a lente de graça.
Será que só eu tive a percepção de que Kimi Raikkonen não fez nada demais na corrida de domingo na França e que foi mais uma derrota de Felipe Massa do que propriamente um mérito do finlandês?
Vejo os comentaristas dizerem que "Raikkonen voltou", que é "o velho Raikkonen". Ora, o Raikkonen, quando lhe era permitido atacar, ficou os dois primeiros terços da prova atrás do Massa, entre três e cinco segundos. Só aproveitou-se das cinco voltas de que o Felipe diz ter ficado atrás de retardatários e ganhou.
Ou estou errado?
Será que só eu tive a percepção de que Kimi Raikkonen não fez nada demais na corrida de domingo na França e que foi mais uma derrota de Felipe Massa do que propriamente um mérito do finlandês?
Vejo os comentaristas dizerem que "Raikkonen voltou", que é "o velho Raikkonen". Ora, o Raikkonen, quando lhe era permitido atacar, ficou os dois primeiros terços da prova atrás do Massa, entre três e cinco segundos. Só aproveitou-se das cinco voltas de que o Felipe diz ter ficado atrás de retardatários e ganhou.
Ou estou errado?
Será que só eu tive a percepção de que Kimi Raikkonen não fez nada demais na corrida de domingo na França e que foi mais uma derrota de Felipe Massa do que propriamente um mérito do finlandês?
Vejo os comentaristas dizerem que "Raikkonen voltou", que é "o velho Raikkonen". Ora, o Raikkonen, quando lhe era permitido atacar, ficou os dois primeiros terços da prova atrás do Massa, entre três e cinco segundos. Só aproveitou-se das cinco voltas de que o Felipe diz ter ficado atrás de retardatários e ganhou.
Pois às 8h24 o Martín foi solícito e me enviou a resposta para meu ávido interesse naquele tipo de lente que serve para você queimar formigas com a luz do sol.
Para tê-la, precisaria gastar R$ 25 mais despesas de envio. Ele está em Criciúma, então creio que o sedex pode custar muito mais que a preciosa Ferramenta de Sobrevivência e Acendedor Solar.
O pagamento deve ser feito à vista em conta poupança, embora tivesse pensado em pagar em suaves dez prestações de R$ 2,50. E tem o blog das lentes, também.
E o que pude perceber é que Martín na verdade não se chama Martín. Eugênio é seu nome. Claro, um gênio. As lentes FS-AS são a revolução do mundo.
A brincadeira acabou. Mas toda vez que vier um spam interessante agora, vou "me interessar" para ver no que dá.
Pois às 8h24 o Martín foi solícito e me enviou a resposta para meu ávido interesse naquele tipo de lente que serve para você queimar formigas com a luz do sol.
Para tê-la, precisaria gastar R$ 25 mais despesas de envio. Ele está em Criciúma, então creio que o sedex pode custar muito mais que a preciosa Ferramenta de Sobrevivência e Acendedor Solar.
O pagamento deve ser feito à vista em conta poupança, embora tivesse pensado em pagar em suaves dez prestações de R$ 2,50. E tem o blog das lentes, também.
E o que pude perceber é que Martín na verdade não se chama Martín. Eugênio é seu nome. Claro, um gênio. As lentes FS-AS são a revolução do mundo.
A brincadeira acabou. Mas toda vez que vier um spam interessante agora, vou "me interessar" para ver no que dá.
Pois às 8h24 o Martín foi solícito e me enviou a resposta para meu ávido interesse naquele tipo de lente que serve para você queimar formigas com a luz do sol.
Para tê-la, precisaria gastar R$ 25 mais despesas de envio. Ele está em Criciúma, então creio que o sedex pode custar muito mais que a preciosa Ferramenta de Sobrevivência e Acendedor Solar.
O pagamento deve ser feito à vista em conta poupança, embora tivesse pensado em pagar em suaves dez prestações de R$ 2,50. E tem o blog das lentes, também.
E o que pude perceber é que Martín na verdade não se chama Martín. Eugênio é seu nome. Claro, um gênio. As lentes FS-AS são a revolução do mundo.
A brincadeira acabou. Mas toda vez que vier um spam interessante agora, vou "me interessar" para ver no que dá.
É noite, o dia foi estafante, algumas horas fiquei fora do computador ao entardecer do domingão. Vieram e-mails de toda natureza, mas um se destacou.
Martín, com acento e sem "S", portanto meu não-parente, foi quem me mandou. Martín queria, mui educadamente, afinal me chamou de "caro Sr. (a)" — cheguei a pensar que houve certa ironia por ele ter duvidado de minha masculinidade, mas concluí que Martín não tinha tal intenção —, me informar da existência de uma "lente que serve de Ferramenta de Sobrevivência", assim, com F e S maiúsculos, provavelmente formando a sigla FS que já deve constar no sistema internacional, e que, "ao mesmo tempo", é um Acendedor Solar — da mesma forma, um AS.
Na linha abaixo, Martín me indaga se eu gostaria de receber mais informações sobre a lente FS-AS. E, na primeira pessoa do plural, diz que "aguardamos seu retorno à respeito". Com crase, até porque respeito, como todo mundo gosta, sobretudo as mulheres, virou vocábulo feminino e requer o acento.
Não pude deixar de ficar maravilhado com um acessório tão imprescindível da era contemporânea e dediquei alguns minutos para responder ao truta Martín. Abri o e-mail com um polido boa noite e disse o seguinte:
"Mas é claro que gostaria. A lente tem outras serventias? Gostaria que você me fornecesse todas as informações possíveis a respeito (N. do A.: sem crase) dessa lente revolucionária. Você tem preços (para atacado e varejo)?"
Encerrei com abraços e assinei com um "Victor M." para não ser reconhecido.
Estou no aguardo ansioso da réplica.
É noite, o dia foi estafante, algumas horas fiquei fora do computador ao entardecer do domingão. Vieram e-mails de toda natureza, mas um se destacou.
Martín, com acento e sem "S", portanto meu não-parente, foi quem me mandou. Martín queria, mui educadamente, afinal me chamou de "caro Sr. (a)" — cheguei a pensar que houve certa ironia por ele ter duvidado de minha masculinidade, mas concluí que Martín não tinha tal intenção —, me informar da existência de uma "lente que serve de Ferramenta de Sobrevivência", assim, com F e S maiúsculos, provavelmente formando a sigla FS que já deve constar no sistema internacional, e que, "ao mesmo tempo", é um Acendedor Solar — da mesma forma, um AS.
Na linha abaixo, Martín me indaga se eu gostaria de receber mais informações sobre a lente FS-AS. E, na primeira pessoa do plural, diz que "aguardamos seu retorno à respeito". Com crase, até porque respeito, como todo mundo gosta, sobretudo as mulheres, virou vocábulo feminino e requer o acento.
Não pude deixar de ficar maravilhado com um acessório tão imprescindível da era contemporânea e dediquei alguns minutos para responder ao truta Martín. Abri o e-mail com um polido boa noite e disse o seguinte:
"Mas é claro que gostaria. A lente tem outras serventias? Gostaria que você me fornecesse todas as informações possíveis a respeito (N. do A.: sem crase) dessa lente revolucionária. Você tem preços (para atacado e varejo)?"
Encerrei com abraços e assinei com um "Victor M." para não ser reconhecido.
Estou no aguardo ansioso da réplica.
É noite, o dia foi estafante, algumas horas fiquei fora do computador ao entardecer do domingão. Vieram e-mails de toda natureza, mas um se destacou.
Martín, com acento e sem "S", portanto meu não-parente, foi quem me mandou. Martín queria, mui educadamente, afinal me chamou de "caro Sr. (a)" — cheguei a pensar que houve certa ironia por ele ter duvidado de minha masculinidade, mas concluí que Martín não tinha tal intenção —, me informar da existência de uma "lente que serve de Ferramenta de Sobrevivência", assim, com F e S maiúsculos, provavelmente formando a sigla FS que já deve constar no sistema internacional, e que, "ao mesmo tempo", é um Acendedor Solar — da mesma forma, um AS.
Na linha abaixo, Martín me indaga se eu gostaria de receber mais informações sobre a lente FS-AS. E, na primeira pessoa do plural, diz que "aguardamos seu retorno à respeito". Com crase, até porque respeito, como todo mundo gosta, sobretudo as mulheres, virou vocábulo feminino e requer o acento.
Não pude deixar de ficar maravilhado com um acessório tão imprescindível da era contemporânea e dediquei alguns minutos para responder ao truta Martín. Abri o e-mail com um polido boa noite e disse o seguinte:
"Mas é claro que gostaria. A lente tem outras serventias? Gostaria que você me fornecesse todas as informações possíveis a respeito (N. do A.: sem crase) dessa lente revolucionária. Você tem preços (para atacado e varejo)?"
Encerrei com abraços e assinei com um "Victor M." para não ser reconhecido.
Segundo Bruno Vicaria, o Grande Prêmio foi citado na transmissão da GP2 do sábado no SporTV. Na busca por informações sobre o estado do venezuelano Ernesto Viso, o comentarista Lito Cavalcanti reclamava da ausência de notícias dos veículos e encontrou no site a única.
Não costuma acontecer, de fato. Mas agradeço em nome de todos ao Manuelito pelo crédito.
Não doeu, creio.
Segundo Bruno Vicaria, o Grande Prêmio foi citado na transmissão da GP2 do sábado no SporTV. Na busca por informações sobre o estado do venezuelano Ernesto Viso, o comentarista Lito Cavalcanti reclamava da ausência de notícias dos veículos e encontrou no site a única.
Não costuma acontecer, de fato. Mas agradeço em nome de todos ao Manuelito pelo crédito.
Não doeu, creio.
Segundo Bruno Vicaria, o Grande Prêmio foi citado na transmissão da GP2 do sábado no SporTV. Na busca por informações sobre o estado do venezuelano Ernesto Viso, o comentarista Lito Cavalcanti reclamava da ausência de notícias dos veículos e encontrou no site a única.
Não costuma acontecer, de fato. Mas agradeço em nome de todos ao Manuelito pelo crédito.