Jornalista se machuca em corrida de kart da FIAk

Recebo release em inglês arcaico e livre. Publico-o.

 

FOR IMMEDIATE RELEASE AND LAUGH

 

After precautionary and mandatory exams at Hospital Guarulhos, it was emerged Anderson Marsili, bad and bald kart driver, has injured his left arm in the FIAk last race.

 

A frescutiris tendinitis was detected and Marsili had to plaster/engessate the affected member. "I felt a fucked pain there", said Anderson, with no further explanations, ui! "Shut up", he continued.

 

Marsili, 24+4, has been recovering at house, but to avoid their friends at Vicaria's party, invented a marriage tonight.

 

Em português, Marsili declarou, no início da noite: "Tenho que achar um saquinho para tomar banho".



Recebo release em inglês arcaico e livre. Publico-o.

 

FOR IMMEDIATE RELEASE AND LAUGH

 

After precautionary and mandatory exams at Hospital Guarulhos, it was emerged Anderson Marsili, bad and bald kart driver, has injured his left arm in the FIAk last race.

 

A frescutiris tendinitis was detected and Marsili had to plaster/engessate the affected member. "I felt a fucked pain there", said Anderson, with no further explanations, ui! "Shut up", he continued.

 

Marsili, 24+4, has been recovering at house, but to avoid their friends at Vicaria's party, invented a marriage tonight.

 

Em português, Marsili declarou, no início da noite: "Tenho que achar um saquinho para tomar banho".



Recebo release em inglês arcaico e livre. Publico-o.

 

FOR IMMEDIATE RELEASE AND LAUGH

 

After precautionary and mandatory exams at Hospital Guarulhos, it was emerged Anderson Marsili, bad and bald kart driver, has injured his left arm in the FIAk last race.

 

A frescutiris tendinitis was detected and Marsili had to plaster/engessate the affected member. "I felt a fucked pain there", said Anderson, with no further explanations, ui! "Shut up", he continued.

 

Marsili, 24+4, has been recovering at house, but to avoid their friends at Vicaria's party, invented a marriage tonight.

 

Em português, Marsili declarou, no início da noite: "Tenho que achar um saquinho para tomar banho".



Pataquada de Vitonez às 17h12
[] [mande para quem quiser] []



Números são máscaras

Boa parte do que penso sobre a F-1 atual resume-se nas opiniões expressadas no post desta sexta de Alessandra Alves em seu rosáceo blog e na coluna de Fábio Seixas, também de hoje. Conversava dias atrás com Flavio Gomes também sobre o tópico. A transmissão da RG deita-se na afirmação de que é o campeonato mais disputado dos últimos 20 anos, como crêem muitos dos fãs e até dos próprios colegas. Discordo um tanto.

Elenco meu pensamento teórico num mix entre a gramática e a filosofia em duas questões: 1) como pode um campeonato ser disputado se as partes que o compõem não o são? Excetuando-se as etapas de Nürburgring — porque choveu — e de Montreal — porque o carro de segurança foi acionado quatro vezes —, nenhuma exibiu qualquer luta por posição na pista. 2) como pode um campeonato ter mais validade na véspera, quando ocorrem as definições dos grids — fato mencionado por pilotos após os GPs, "a corrida foi decidida na classificação" —, do que o propalado espetáculo dominical, em que se aguardam as batalhas de pit stop? Neste caso, a F-1 deveria se inspirar livremente nas 500 Milhas de Indianápolis, que organiza (e bem) e premia a equipe mais rápida na troca de pneus e reabastecimento.

Se assim for, a base do acirramento se encontrar apenas na pontuação, vou concluir que 2006 — que também teve lá suas restrições — foi um Mundial levado e lavado em banho-maria porque Alonso terminou 13 pontos à frente de Schumacher. E que 2005, então, foi uma teta para Fernandinho Resmungão, 133 a 112 contra Raikkonen. E estendo a opinião ao quádruplo empate de vitórias entre os postulantes ao título.

A tabela e, mais resumidamente, os números são camaleônicos. Mimetizam um cenário que só escavado exibe um problema crônico que requer um grupo de notáveis que tem de buscar soluções para ultrapassagem, a essência do automobilismo. É como se todas as outras 19 equipes do Campeonato Brasileiro se pussessem em estudos acadêmicos a fim de descobrirem fórmulas e maneiras práticas para fazerem gol no São Paulo — que, aliás, vai ganhar mais um título a nado, talvez naquela banheira morna da Maria, e meio mundo exalta quando um time se aproxima na bendita classificação, arrotando que a decisão está longe; e ninguém entra nos pormenores e fala que a zaga do SPFC é excelente e disparada a menos vazada muito porque os ataques dos rivais são fracos ou que não há um homem de destaque na função de artilheiro.

Em uma temporada de uma única ultrapassagem, a questão é de se pôr na posição clássica de Rodin, e não sair às ruas como boneco de Olinda. E de se fincar os pés no chão e deixar de dar a importância supérflua dos algarismos em relação ao espetáculo. Time vencedor têm de deixar a premissa de que só releva o resultado. Também pode jogar bonito.



Boa parte do que penso sobre a F-1 atual resume-se nas opiniões expressadas no post desta sexta de Alessandra Alves em seu rosáceo blog e na coluna de Fábio Seixas, também de hoje. Conversava dias atrás com Flavio Gomes também sobre o tópico. A transmissão da RG deita-se na afirmação de que é o campeonato mais disputado dos últimos 20 anos, como crêem muitos dos fãs e até dos próprios colegas. Discordo um tanto.

Elenco meu pensamento teórico num mix entre a gramática e a filosofia em duas questões: 1) como pode um campeonato ser disputado se as partes que o compõem não o são? Excetuando-se as etapas de Nürburgring — porque choveu — e de Montreal — porque o carro de segurança foi acionado quatro vezes —, nenhuma exibiu qualquer luta por posição na pista. 2) como pode um campeonato ter mais validade na véspera, quando ocorrem as definições dos grids — fato mencionado por pilotos após os GPs, "a corrida foi decidida na classificação" —, do que o propalado espetáculo dominical, em que se aguardam as batalhas de pit stop? Neste caso, a F-1 deveria se inspirar livremente nas 500 Milhas de Indianápolis, que organiza (e bem) e premia a equipe mais rápida na troca de pneus e reabastecimento.

Se assim for, a base do acirramento se encontrar apenas na pontuação, vou concluir que 2006 — que também teve lá suas restrições — foi um Mundial levado e lavado em banho-maria porque Alonso terminou 13 pontos à frente de Schumacher. E que 2005, então, foi uma teta para Fernandinho Resmungão, 133 a 112 contra Raikkonen. E estendo a opinião ao quádruplo empate de vitórias entre os postulantes ao título.

A tabela e, mais resumidamente, os números são camaleônicos. Mimetizam um cenário que só escavado exibe um problema crônico que requer um grupo de notáveis que tem de buscar soluções para ultrapassagem, a essência do automobilismo. É como se todas as outras 19 equipes do Campeonato Brasileiro se pussessem em estudos acadêmicos a fim de descobrirem fórmulas e maneiras práticas para fazerem gol no São Paulo — que, aliás, vai ganhar mais um título a nado, talvez naquela banheira morna da Maria, e meio mundo exalta quando um time se aproxima na bendita classificação, arrotando que a decisão está longe; e ninguém entra nos pormenores e fala que a zaga do SPFC é excelente e disparada a menos vazada muito porque os ataques dos rivais são fracos ou que não há um homem de destaque na função de artilheiro.

Em uma temporada de uma única ultrapassagem, a questão é de se pôr na posição clássica de Rodin, e não sair às ruas como boneco de Olinda. E de se fincar os pés no chão e deixar de dar a importância supérflua dos algarismos em relação ao espetáculo. Time vencedor têm de deixar a premissa de que só releva o resultado. Também pode jogar bonito.



Boa parte do que penso sobre a F-1 atual resume-se nas opiniões expressadas no post desta sexta de Alessandra Alves em seu rosáceo blog e na coluna de Fábio Seixas, também de hoje. Conversava dias atrás com Flavio Gomes também sobre o tópico. A transmissão da RG deita-se na afirmação de que é o campeonato mais disputado dos últimos 20 anos, como crêem muitos dos fãs e até dos próprios colegas. Discordo um tanto.

Elenco meu pensamento teórico num mix entre a gramática e a filosofia em duas questões: 1) como pode um campeonato ser disputado se as partes que o compõem não o são? Excetuando-se as etapas de Nürburgring — porque choveu — e de Montreal — porque o carro de segurança foi acionado quatro vezes —, nenhuma exibiu qualquer luta por posição na pista. 2) como pode um campeonato ter mais validade na véspera, quando ocorrem as definições dos grids — fato mencionado por pilotos após os GPs, "a corrida foi decidida na classificação" —, do que o propalado espetáculo dominical, em que se aguardam as batalhas de pit stop? Neste caso, a F-1 deveria se inspirar livremente nas 500 Milhas de Indianápolis, que organiza (e bem) e premia a equipe mais rápida na troca de pneus e reabastecimento.

Se assim for, a base do acirramento se encontrar apenas na pontuação, vou concluir que 2006 — que também teve lá suas restrições — foi um Mundial levado e lavado em banho-maria porque Alonso terminou 13 pontos à frente de Schumacher. E que 2005, então, foi uma teta para Fernandinho Resmungão, 133 a 112 contra Raikkonen. E estendo a opinião ao quádruplo empate de vitórias entre os postulantes ao título.

A tabela e, mais resumidamente, os números são camaleônicos. Mimetizam um cenário que só escavado exibe um problema crônico que requer um grupo de notáveis que tem de buscar soluções para ultrapassagem, a essência do automobilismo. É como se todas as outras 19 equipes do Campeonato Brasileiro se pussessem em estudos acadêmicos a fim de descobrirem fórmulas e maneiras práticas para fazerem gol no São Paulo — que, aliás, vai ganhar mais um título a nado, talvez naquela banheira morna da Maria, e meio mundo exalta quando um time se aproxima na bendita classificação, arrotando que a decisão está longe; e ninguém entra nos pormenores e fala que a zaga do SPFC é excelente e disparada a menos vazada muito porque os ataques dos rivais são fracos ou que não há um homem de destaque na função de artilheiro.

Em uma temporada de uma única ultrapassagem, a questão é de se pôr na posição clássica de Rodin, e não sair às ruas como boneco de Olinda. E de se fincar os pés no chão e deixar de dar a importância supérflua dos algarismos em relação ao espetáculo. Time vencedor têm de deixar a premissa de que só releva o resultado. Também pode jogar bonito.



Pataquada de Vitonez às 14h58
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Ciúme de você

Li no Cosmo Online, em reportagem feita por Renê Moreira:

"Uma cena no mínimo muito estranha foi presenciada na madrugada desta sexta-feira por uma dona-de-casa de Franca. Ao ouvir um barulho no quintal de sua casa, levantou da cama e foi ver o que acontecia. Teve então uma tremenda surpresa ao se deparar com o vizinho, um pedreiro de 59 anos, transando com o muro.

A cena deixou a mulher perplexa e de imediato ela acionou a polícia. Ela contou que o vizinho, A.G.M, estava com suas partes íntimas de fora penetrando um buraco no muro, sussurrando e acariciando a parede bastante áspera. O mais incrível é que levado ao plantão policial, o acusado confessou tudo e garantiu que estava arrependido."

 

A pergunta, dentre tantas, é se a vizinha ficou com ciúme.



Li no Cosmo Online, em reportagem feita por Renê Moreira:

"Uma cena no mínimo muito estranha foi presenciada na madrugada desta sexta-feira por uma dona-de-casa de Franca. Ao ouvir um barulho no quintal de sua casa, levantou da cama e foi ver o que acontecia. Teve então uma tremenda surpresa ao se deparar com o vizinho, um pedreiro de 59 anos, transando com o muro.

A cena deixou a mulher perplexa e de imediato ela acionou a polícia. Ela contou que o vizinho, A.G.M, estava com suas partes íntimas de fora penetrando um buraco no muro, sussurrando e acariciando a parede bastante áspera. O mais incrível é que levado ao plantão policial, o acusado confessou tudo e garantiu que estava arrependido."

 

A pergunta, dentre tantas, é se a vizinha ficou com ciúme.



Li no Cosmo Online, em reportagem feita por Renê Moreira:

"Uma cena no mínimo muito estranha foi presenciada na madrugada desta sexta-feira por uma dona-de-casa de Franca. Ao ouvir um barulho no quintal de sua casa, levantou da cama e foi ver o que acontecia. Teve então uma tremenda surpresa ao se deparar com o vizinho, um pedreiro de 59 anos, transando com o muro.

A cena deixou a mulher perplexa e de imediato ela acionou a polícia. Ela contou que o vizinho, A.G.M, estava com suas partes íntimas de fora penetrando um buraco no muro, sussurrando e acariciando a parede bastante áspera. O mais incrível é que levado ao plantão policial, o acusado confessou tudo e garantiu que estava arrependido."

 

A pergunta, dentre tantas, é se a vizinha ficou com ciúme.



Pataquada de Vitonez às 13h38
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A idade mental e a bandeira branca

A esteira devia marcar o minuto 27 quando entrou o cara esguio, de nariz pontiagudo e a jaqueta escura com o símbolo da universidade que cursei por quatro malfadadas temporadas. Então o calor da sala o leva a tirar a proteção que acalenta e surge uma camiseta com a pergunta "what’s your brain age?". Depois, no exercício de tríceps, eu me indaguei qual era minha idade mental.

 

Tem coisas que ficam na cabeça, como os peitos da garota que conheci quando ela tinha 12 e voltei a ver hoje, os peitos túrgidos e a garota nem tão mais bela, já formada, turismóloga procurando emprego, lembrando do meu nome. E eu, sem recordar o dela, também pensei na minha idade física, macetada quando CD posto pelo professor da academia, que data dos anos 90, tocou as baladas poperô de Moinho Santo Antônio e Espéria.

 

Veio à tona a conversa de ontem à noite com o amigo que falava de pavio curto na ida, e só na volta surgiram as explicações das razões por certas atitudes ou comportamentos, essa diferença tênue tão profunda que só a filosofia, os letrados e os chatos de plantão pontuam. Igualmente, a reza da última terça-feira pelo mês de morte de meu avô concentrou o momento religioso em torno da paciência. Juntando e jogando no funil, surge a divagação dos erros e a maneira de consertá-los.

 

São muitas pessoas, uma vastidão de fatos e remorsos corrosivos. Muitos dos quais perfeitamente defenestráveis, se existir o vocábulo, mas de alguma forma, em momento determinado e não-propício, guardados e acumulados até que a tampa mostrasse resquícios da lotação máxima do recipiente, incondizentes com o mental.   

Queria eu que por osmose que tudo deixasse mente e corpo para que sãos ficassem. Mas os fatores sem tanto peso, como em um vaso em que depositamos as excreções, de tão superficiais já cheiram pouco, quase nada, esperando a ação de um simples toque para virarem passado e terem fim desconhecido. E numa outra visão, quando aparecesse a confirmação da certeza de excluí-las, não tivesse sequer a dúvida de restaurá-las para reutilização.

 

Aceitemos, pois, mancadas e erros alheios porque ninguém mostrou ter qualquer sinal de dom de infalibilidade. Sigamos sem buscar um passado para construir um futuro. Problemas são inerentes e aparecem só para que os superemos. Há frases tão simples que, por não serem rebuscadas, não se tornam ditados ou provérbios. E não são parcas construções lingüísticas que precisam sê-las assim. Como sempre, é a vida quem deve ser.

 

Desculpas peço, desculpas dou a quem acha que necessite.

 

Fiz minha parte. Sou da e quero paz.



A esteira devia marcar o minuto 27 quando entrou o cara esguio, de nariz pontiagudo e a jaqueta escura com o símbolo da universidade que cursei por quatro malfadadas temporadas. Então o calor da sala o leva a tirar a proteção que acalenta e surge uma camiseta com a pergunta "what’s your brain age?". Depois, no exercício de tríceps, eu me indaguei qual era minha idade mental.

 

Tem coisas que ficam na cabeça, como os peitos da garota que conheci quando ela tinha 12 e voltei a ver hoje, os peitos túrgidos e a garota nem tão mais bela, já formada, turismóloga procurando emprego, lembrando do meu nome. E eu, sem recordar o dela, também pensei na minha idade física, macetada quando CD posto pelo professor da academia, que data dos anos 90, tocou as baladas poperô de Moinho Santo Antônio e Espéria.

 

Veio à tona a conversa de ontem à noite com o amigo que falava de pavio curto na ida, e só na volta surgiram as explicações das razões por certas atitudes ou comportamentos, essa diferença tênue tão profunda que só a filosofia, os letrados e os chatos de plantão pontuam. Igualmente, a reza da última terça-feira pelo mês de morte de meu avô concentrou o momento religioso em torno da paciência. Juntando e jogando no funil, surge a divagação dos erros e a maneira de consertá-los.

 

São muitas pessoas, uma vastidão de fatos e remorsos corrosivos. Muitos dos quais perfeitamente defenestráveis, se existir o vocábulo, mas de alguma forma, em momento determinado e não-propício, guardados e acumulados até que a tampa mostrasse resquícios da lotação máxima do recipiente, incondizentes com o mental.   

Queria eu que por osmose que tudo deixasse mente e corpo para que sãos ficassem. Mas os fatores sem tanto peso, como em um vaso em que depositamos as excreções, de tão superficiais já cheiram pouco, quase nada, esperando a ação de um simples toque para virarem passado e terem fim desconhecido. E numa outra visão, quando aparecesse a confirmação da certeza de excluí-las, não tivesse sequer a dúvida de restaurá-las para reutilização.

 

Aceitemos, pois, mancadas e erros alheios porque ninguém mostrou ter qualquer sinal de dom de infalibilidade. Sigamos sem buscar um passado para construir um futuro. Problemas são inerentes e aparecem só para que os superemos. Há frases tão simples que, por não serem rebuscadas, não se tornam ditados ou provérbios. E não são parcas construções lingüísticas que precisam sê-las assim. Como sempre, é a vida quem deve ser.

 

Desculpas peço, desculpas dou a quem acha que necessite.

 

Fiz minha parte. Sou da e quero paz.



A esteira devia marcar o minuto 27 quando entrou o cara esguio, de nariz pontiagudo e a jaqueta escura com o símbolo da universidade que cursei por quatro malfadadas temporadas. Então o calor da sala o leva a tirar a proteção que acalenta e surge uma camiseta com a pergunta "what’s your brain age?". Depois, no exercício de tríceps, eu me indaguei qual era minha idade mental.

 

Tem coisas que ficam na cabeça, como os peitos da garota que conheci quando ela tinha 12 e voltei a ver hoje, os peitos túrgidos e a garota nem tão mais bela, já formada, turismóloga procurando emprego, lembrando do meu nome. E eu, sem recordar o dela, também pensei na minha idade física, macetada quando CD posto pelo professor da academia, que data dos anos 90, tocou as baladas poperô de Moinho Santo Antônio e Espéria.

 

Veio à tona a conversa de ontem à noite com o amigo que falava de pavio curto na ida, e só na volta surgiram as explicações das razões por certas atitudes ou comportamentos, essa diferença tênue tão profunda que só a filosofia, os letrados e os chatos de plantão pontuam. Igualmente, a reza da última terça-feira pelo mês de morte de meu avô concentrou o momento religioso em torno da paciência. Juntando e jogando no funil, surge a divagação dos erros e a maneira de consertá-los.

 

São muitas pessoas, uma vastidão de fatos e remorsos corrosivos. Muitos dos quais perfeitamente defenestráveis, se existir o vocábulo, mas de alguma forma, em momento determinado e não-propício, guardados e acumulados até que a tampa mostrasse resquícios da lotação máxima do recipiente, incondizentes com o mental.   

Queria eu que por osmose que tudo deixasse mente e corpo para que sãos ficassem. Mas os fatores sem tanto peso, como em um vaso em que depositamos as excreções, de tão superficiais já cheiram pouco, quase nada, esperando a ação de um simples toque para virarem passado e terem fim desconhecido. E numa outra visão, quando aparecesse a confirmação da certeza de excluí-las, não tivesse sequer a dúvida de restaurá-las para reutilização.

 

Aceitemos, pois, mancadas e erros alheios porque ninguém mostrou ter qualquer sinal de dom de infalibilidade. Sigamos sem buscar um passado para construir um futuro. Problemas são inerentes e aparecem só para que os superemos. Há frases tão simples que, por não serem rebuscadas, não se tornam ditados ou provérbios. E não são parcas construções lingüísticas que precisam sê-las assim. Como sempre, é a vida quem deve ser.

 

Desculpas peço, desculpas dou a quem acha que necessite.

 

Fiz minha parte. Sou da e quero paz.



Pataquada de Vitonez às 20h24
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A explicação para quedas na rua

Uma amiga da minha mãe veio em casa na semana passada, numa festa-surpresa que fizemos para minha tia de 84 anos. Saiu de casa às dez da noite, com o pretexto de ir porque temia descer a rua de sua casa sozinha, na escuridão. Era um pedido encarecido para que fosse levada de carro. Ninguém cedeu, por motivos que não vêm ao caso, e ela subiu a pé para pegar o ônibus.

Hoje ela liga, pergunta como vão as coisas, dá um jeito de tocar no assunto e, de forma criativa, conta o restante daquele dia: "Ah, eu caí no meio da rua. Meu sobrinho passou de moto e me salvou". Desligando o telefone, minha mãe ri e fica sem entender como ela e aquele clã de sua família, que infelizmente pertence à minha, é dada a uma atuação de novela. Encontrei a resposta rápida.

"Não foi uma queda. Ela estava praticando Le Parkour".

O silêncio denotou que a falta de compreensão havia aumentado dois pontos na escala que vai de zero a mais infinito.



Uma amiga da minha mãe veio em casa na semana passada, numa festa-surpresa que fizemos para minha tia de 84 anos. Saiu de casa às dez da noite, com o pretexto de ir porque temia descer a rua de sua casa sozinha, na escuridão. Era um pedido encarecido para que fosse levada de carro. Ninguém cedeu, por motivos que não vêm ao caso, e ela subiu a pé para pegar o ônibus.

Hoje ela liga, pergunta como vão as coisas, dá um jeito de tocar no assunto e, de forma criativa, conta o restante daquele dia: "Ah, eu caí no meio da rua. Meu sobrinho passou de moto e me salvou". Desligando o telefone, minha mãe ri e fica sem entender como ela e aquele clã de sua família, que infelizmente pertence à minha, é dada a uma atuação de novela. Encontrei a resposta rápida.

"Não foi uma queda. Ela estava praticando Le Parkour".

O silêncio denotou que a falta de compreensão havia aumentado dois pontos na escala que vai de zero a mais infinito.



Uma amiga da minha mãe veio em casa na semana passada, numa festa-surpresa que fizemos para minha tia de 84 anos. Saiu de casa às dez da noite, com o pretexto de ir porque temia descer a rua de sua casa sozinha, na escuridão. Era um pedido encarecido para que fosse levada de carro. Ninguém cedeu, por motivos que não vêm ao caso, e ela subiu a pé para pegar o ônibus.

Hoje ela liga, pergunta como vão as coisas, dá um jeito de tocar no assunto e, de forma criativa, conta o restante daquele dia: "Ah, eu caí no meio da rua. Meu sobrinho passou de moto e me salvou". Desligando o telefone, minha mãe ri e fica sem entender como ela e aquele clã de sua família, que infelizmente pertence à minha, é dada a uma atuação de novela. Encontrei a resposta rápida.

"Não foi uma queda. Ela estava praticando Le Parkour".

O silêncio denotou que a falta de compreensão havia aumentado dois pontos na escala que vai de zero a mais infinito.



Pataquada de Vitonez às 15h18
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A análise básica para uma seleção de jornalista

"Boa tarde. Segue meu currículo para apreciação."

"Envio meu currículo para participar do 'Grande Estágio'."

"Eis em anexo meu currículo para O grande estagiário 2, do site Grande Prêmio."

A resposta: "Como está bem claro na notícia que divulgamos em nossa página, a primeira fase consta do envio de um texto com um tema proposto, e não simplesmente o currículo do candidato. De modo que este e-mail será invalidado. Leia atentamente os requerimentos para poder participar."

Ler. Um dos requisitos básicos. E três negos eliminados, de cara, por isso...



"Boa tarde. Segue meu currículo para apreciação."

"Envio meu currículo para participar do 'Grande Estágio'."

"Eis em anexo meu currículo para O grande estagiário 2, do site Grande Prêmio."

A resposta: "Como está bem claro na notícia que divulgamos em nossa página, a primeira fase consta do envio de um texto com um tema proposto, e não simplesmente o currículo do candidato. De modo que este e-mail será invalidado. Leia atentamente os requerimentos para poder participar."

Ler. Um dos requisitos básicos. E três negos eliminados, de cara, por isso...



"Boa tarde. Segue meu currículo para apreciação."

"Envio meu currículo para participar do 'Grande Estágio'."

"Eis em anexo meu currículo para O grande estagiário 2, do site Grande Prêmio."

A resposta: "Como está bem claro na notícia que divulgamos em nossa página, a primeira fase consta do envio de um texto com um tema proposto, e não simplesmente o currículo do candidato. De modo que este e-mail será invalidado. Leia atentamente os requerimentos para poder participar."

Ler. Um dos requisitos básicos. E três negos eliminados, de cara, por isso...



Pataquada de Vitonez às 15h01
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Os 7 Desastres: começa hoje fase final

Vote em um dos indicados no e-mail (vitonez@uol.com.br) até 20 de setembro.

 

Big Brother Brasil

Britney Spears

Campeonato mundial do Corinthians

Congresso/Senado Federal

Clodovil Hernandes

Diogo Mainardi

Dunga como treinador da Seleção

Fernando Collor de Mello

Funk carioca

Galvão Bueno

George W. Bush

Hugo Chavez

Imprensa anti-Lula

Luiz Inácio Lula da Silva

Marta Suplicy

Pan 2007

Piscinão de Ramos

Rio Tietê

Rede Globo

Rubens Barrichello



Vote em um dos indicados no e-mail (vitonez@uol.com.br) até 20 de setembro.

 

Big Brother Brasil

Britney Spears

Campeonato mundial do Corinthians

Congresso/Senado Federal

Clodovil Hernandes

Diogo Mainardi

Dunga como treinador da Seleção

Fernando Collor de Mello

Funk carioca

Galvão Bueno

George W. Bush

Hugo Chavez

Imprensa anti-Lula

Luiz Inácio Lula da Silva

Marta Suplicy

Pan 2007

Piscinão de Ramos

Rio Tietê

Rede Globo

Rubens Barrichello



Vote em um dos indicados no e-mail (vitonez@uol.com.br) até 20 de setembro.

 

Big Brother Brasil

Britney Spears

Campeonato mundial do Corinthians

Congresso/Senado Federal

Clodovil Hernandes

Diogo Mainardi

Dunga como treinador da Seleção

Fernando Collor de Mello

Funk carioca

Galvão Bueno

George W. Bush

Hugo Chavez

Imprensa anti-Lula

Luiz Inácio Lula da Silva

Marta Suplicy

Pan 2007

Piscinão de Ramos

Rio Tietê

Rede Globo

Rubens Barrichello



Pataquada de Vitonez às 14h57
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O fim da saga dos sites que ressuscitaram

A sobrevida dos sites que abandonaram meus computadores desde a madrugada de quinta começou a surgir também nas primeiras horas do dia. Ao trocar o cabo de conexão entre o modem e o laptop, as páginas surgiram vivas, coloridas, ululantes, a ponto de pensar que fosse o velhusco cabo cinza o culpado de meus males, o que me levou a xingar seus ancestrais podres. Até temi pela nova troca de conector. Fi-la e vi que foi mera coincidência.

Foram mais de sete telefonemas para a empresa telefônica, que, se não tinha muito que ver com o pato, pouco ajudou a coaxá-lo. Prometeram mandar um técnico em 48 horas a partir do intróito problemático; apareceu no domingo, quando só havia uma maritaca faminta e uma calopsita posuda em minha residência. Na segunda, ligaram, prestativos e pimpos que são, perguntando se o problema havia sido solucionado. Diante da resposta negativa, mandariam novo técnico. Pensei no Carpegiani, coitado, agora sem emprego.

À tarde, novo problema: o telefone fica mudo como se a Irmã Selma da Terça Insana tivesse rezado por ele. Nova ligação ao grupo do zero mais 15 à esquerda. A pergunta marcante: "Você não está ligando da linha com problema, né?" 

Eu havia acabado de ter uma discussão em casa. Daquelas que a raiva entala na traquéia e pára e dói e remoe. A gotícula de paciência permitiu que eu soltasse um "evidentemente, não" que a atendente entendeu que quis chamá-la de tapada, anta, mula, burra, idiota, imbecil, pusilânime e mequetrefe. Estava disposto a cancelar tudo. Chegava até o setor para finalizar meu vínculo quando a campainha se manifestou. Era o técnico. Não o ex do Corinthians. Mas, em termos de futebol, era a cara do juiz Paulo Cesar de Oliveira.

Concomitantemente, a linha deixou de ficar muda. Maldita.

Rogério analisou, testou a força da conexão, acessou, desconectou, riu, viu a foto do fundo de tela, perguntou se é Interlagos, respondi que sim, olhou a televisão, falou da TV de plasma quase vendida de graça na promoção, comentou que mora no km tal de uma rodovia, ligou para passar códigos, atestou que não há mais nada, cumprimentou e foi-se. Fim.

Eu quero muito ter um orfanato. Porque relaxa a gente.



A sobrevida dos sites que abandonaram meus computadores desde a madrugada de quinta começou a surgir também nas primeiras horas do dia. Ao trocar o cabo de conexão entre o modem e o laptop, as páginas surgiram vivas, coloridas, ululantes, a ponto de pensar que fosse o velhusco cabo cinza o culpado de meus males, o que me levou a xingar seus ancestrais podres. Até temi pela nova troca de conector. Fi-la e vi que foi mera coincidência.

Foram mais de sete telefonemas para a empresa telefônica, que, se não tinha muito que ver com o pato, pouco ajudou a coaxá-lo. Prometeram mandar um técnico em 48 horas a partir do intróito problemático; apareceu no domingo, quando só havia uma maritaca faminta e uma calopsita posuda em minha residência. Na segunda, ligaram, prestativos e pimpos que são, perguntando se o problema havia sido solucionado. Diante da resposta negativa, mandariam novo técnico. Pensei no Carpegiani, coitado, agora sem emprego.

À tarde, novo problema: o telefone fica mudo como se a Irmã Selma da Terça Insana tivesse rezado por ele. Nova ligação ao grupo do zero mais 15 à esquerda. A pergunta marcante: "Você não está ligando da linha com problema, né?" 

Eu havia acabado de ter uma discussão em casa. Daquelas que a raiva entala na traquéia e pára e dói e remoe. A gotícula de paciência permitiu que eu soltasse um "evidentemente, não" que a atendente entendeu que quis chamá-la de tapada, anta, mula, burra, idiota, imbecil, pusilânime e mequetrefe. Estava disposto a cancelar tudo. Chegava até o setor para finalizar meu vínculo quando a campainha se manifestou. Era o técnico. Não o ex do Corinthians. Mas, em termos de futebol, era a cara do juiz Paulo Cesar de Oliveira.

Concomitantemente, a linha deixou de ficar muda. Maldita.

Rogério analisou, testou a força da conexão, acessou, desconectou, riu, viu a foto do fundo de tela, perguntou se é Interlagos, respondi que sim, olhou a televisão, falou da TV de plasma quase vendida de graça na promoção, comentou que mora no km tal de uma rodovia, ligou para passar códigos, atestou que não há mais nada, cumprimentou e foi-se. Fim.

Eu quero muito ter um orfanato. Porque relaxa a gente.



A sobrevida dos sites que abandonaram meus computadores desde a madrugada de quinta começou a surgir também nas primeiras horas do dia. Ao trocar o cabo de conexão entre o modem e o laptop, as páginas surgiram vivas, coloridas, ululantes, a ponto de pensar que fosse o velhusco cabo cinza o culpado de meus males, o que me levou a xingar seus ancestrais podres. Até temi pela nova troca de conector. Fi-la e vi que foi mera coincidência.

Foram mais de sete telefonemas para a empresa telefônica, que, se não tinha muito que ver com o pato, pouco ajudou a coaxá-lo. Prometeram mandar um técnico em 48 horas a partir do intróito problemático; apareceu no domingo, quando só havia uma maritaca faminta e uma calopsita posuda em minha residência. Na segunda, ligaram, prestativos e pimpos que são, perguntando se o problema havia sido solucionado. Diante da resposta negativa, mandariam novo técnico. Pensei no Carpegiani, coitado, agora sem emprego.

À tarde, novo problema: o telefone fica mudo como se a Irmã Selma da Terça Insana tivesse rezado por ele. Nova ligação ao grupo do zero mais 15 à esquerda. A pergunta marcante: "Você não está ligando da linha com problema, né?" 

Eu havia acabado de ter uma discussão em casa. Daquelas que a raiva entala na traquéia e pára e dói e remoe. A gotícula de paciência permitiu que eu soltasse um "evidentemente, não" que a atendente entendeu que quis chamá-la de tapada, anta, mula, burra, idiota, imbecil, pusilânime e mequetrefe. Estava disposto a cancelar tudo. Chegava até o setor para finalizar meu vínculo quando a campainha se manifestou. Era o técnico. Não o ex do Corinthians. Mas, em termos de futebol, era a cara do juiz Paulo Cesar de Oliveira.

Concomitantemente, a linha deixou de ficar muda. Maldita.

Rogério analisou, testou a força da conexão, acessou, desconectou, riu, viu a foto do fundo de tela, perguntou se é Interlagos, respondi que sim, olhou a televisão, falou da TV de plasma quase vendida de graça na promoção, comentou que mora no km tal de uma rodovia, ligou para passar códigos, atestou que não há mais nada, cumprimentou e foi-se. Fim.

Eu quero muito ter um orfanato. Porque relaxa a gente.



Pataquada de Vitonez às 16h49
[] [mande para quem quiser] []



Tudo como d'antes

A princípio, voltou a funcionar a internet, sem restrições.

Um fardo a menos.

Vi que muita gente que também tem o Speedy não conseguia acessar o iG e seu conteúdo.

Recomendo a todos que chiem e peçam desconto na próxima conta.



A princípio, voltou a funcionar a internet, sem restrições.

Um fardo a menos.

Vi que muita gente que também tem o Speedy não conseguia acessar o iG e seu conteúdo.

Recomendo a todos que chiem e peçam desconto na próxima conta.



A princípio, voltou a funcionar a internet, sem restrições.

Um fardo a menos.

Vi que muita gente que também tem o Speedy não conseguia acessar o iG e seu conteúdo.

Recomendo a todos que chiem e peçam desconto na próxima conta.



Pataquada de Vitonez às 12h25
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Os 7 Desastres do Mundo (finalistas)

Diferente do que imaginava, a política dominou a votação inicial de Os 7 Desastres do Mundo. Dentre os vinte mais indicados pelo público, em sufrágio aberto, oito temas/nomes se encaixam no tema. O esporte vem logo em seguida, com cinco menções.

 

A partir do dia 30 de agosto, o internauta só poderá votar em um dos indicados, no mesmo e-mail (vitonez@uol.com.br), até 20 de setembro. São os 20 desastres mais votados, em ordem alfabética:

 

Big Brother Brasil

Britney Spears

Campeonato mundial do Corinthians

Congresso/Senado Federal

Clodovil Hernandes

Diogo Mainardi

Dunga como treinador da Seleção

Fernando Collor de Mello

Funk carioca

Galvão Bueno

George W. Bush

Hugo Chavez

Imprensa anti-Lula

Luiz Inácio Lula da Silva

Marta Suplicy

Pan 2007

Piscinão de Ramos

Rio Tietê

Rede Globo

Rubens Barrichello



Categoria: Os 7 Desastres do Mundo

Os 7 Desastres do Mundo (finalistas)

Diferente do que imaginava, a política dominou a votação inicial de Os 7 Desastres do Mundo. Dentre os vinte mais indicados pelo público, em sufrágio aberto, oito temas/nomes se encaixam no tema. O esporte vem logo em seguida, com cinco menções.

 

A partir do dia 30 de agosto, o internauta só poderá votar em um dos indicados, no mesmo e-mail (vitonez@uol.com.br), até 20 de setembro. São os 20 desastres mais votados, em ordem alfabética:

 

Big Brother Brasil

Britney Spears

Campeonato mundial do Corinthians

Congresso/Senado Federal

Clodovil Hernandes

Diogo Mainardi

Dunga como treinador da Seleção

Fernando Collor de Mello

Funk carioca

Galvão Bueno

George W. Bush

Hugo Chavez

Imprensa anti-Lula

Luiz Inácio Lula da Silva

Marta Suplicy

Pan 2007

Piscinão de Ramos

Rio Tietê

Rede Globo

Rubens Barrichello



Categoria: Os 7 Desastres do Mundo

Os 7 Desastres do Mundo (finalistas)

Diferente do que imaginava, a política dominou a votação inicial de Os 7 Desastres do Mundo. Dentre os vinte mais indicados pelo público, em sufrágio aberto, oito temas/nomes se encaixam no tema. O esporte vem logo em seguida, com cinco menções.

 

A partir do dia 30 de agosto, o internauta só poderá votar em um dos indicados, no mesmo e-mail (vitonez@uol.com.br), até 20 de setembro. São os 20 desastres mais votados, em ordem alfabética:

 

Big Brother Brasil

Britney Spears

Campeonato mundial do Corinthians

Congresso/Senado Federal

Clodovil Hernandes

Diogo Mainardi

Dunga como treinador da Seleção

Fernando Collor de Mello

Funk carioca

Galvão Bueno

George W. Bush

Hugo Chavez

Imprensa anti-Lula

Luiz Inácio Lula da Silva

Marta Suplicy

Pan 2007

Piscinão de Ramos

Rio Tietê

Rede Globo

Rubens Barrichello



Categoria: Os 7 Desastres do Mundo
Pataquada de Vitonez às 01h00
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O Grande Estagiário 2

O Grande Prêmio lança nesta segunda (27) a segunda edição do programa O Grande Estagiário, que vai proporcionar a possibilidade de trabalho no maior site de automobilismo do Brasil.

A novidade deste ano é que O Grande Estagiário 2 também vai permitir que jornalistas formados participem do processo de seleção. A prioridade, no entanto, será dada aos futuros formandos da profissão.

O Grande Estagiário 2 consiste numa avaliação da capacitação para a função de redator no Grande Prêmio. O programa será dividido em quatro fases.

Nesta primeira fase, os interessados mandam seu currículo com nome e endereço completos, telefone, universidade/faculdade onde estudam (com ano/semestre e horário) ou estudaram, experiências na área e cursos extras — obrigatoriamente o de Língua Inglesa — para o seguinte e-mail: curriculo@warmup.com.br.

Além dos dados supramencionados, os participantes devem, impreterivelmente, enviar um texto de no máximo 30 linhas com o título "O automobilismo não é tudo".

Até 13 de setembro, o GP examinará os currículos/textos, e passarão à próxima fase os candidatos que forem aprovados pelos jornalistas do site. Será atribuída uma nota de zero a dez para os textos, cumulativa para as fases seguintes.

Após a primeira fase, os estudantes terão pela frente, na ordem:

- Conhecimentos específicos e gerais;
- Texto e importância de notícia;
- Entrevista;

Todas as avaliações pós-primeira fase serão feitas em São Paulo, capital.

O vencedor de O Grande Estagiário 2 passará a integrar a equipe do Grande Prêmio. Os demais colocados, na ordem de classificação, formarão um "banco", que terá validade até outubro de 2008.

(Ler comentários)



O Grande Prêmio lança nesta segunda (27) a segunda edição do programa O Grande Estagiário, que vai proporcionar a possibilidade de trabalho no maior site de automobilismo do Brasil.

A novidade deste ano é que O Grande Estagiário 2 também vai permitir que jornalistas formados participem do processo de seleção. A prioridade, no entanto, será dada aos futuros formandos da profissão.

O Grande Estagiário 2 consiste numa avaliação da capacitação para a função de redator no Grande Prêmio. O programa será dividido em quatro fases.

Nesta primeira fase, os interessados mandam seu currículo com nome e endereço completos, telefone, universidade/faculdade onde estudam (com ano/semestre e horário) ou estudaram, experiências na área e cursos extras — obrigatoriamente o de Língua Inglesa — para o seguinte e-mail: curriculo@warmup.com.br.

Além dos dados supramencionados, os participantes devem, impreterivelmente, enviar um texto de no máximo 30 linhas com o título "O automobilismo não é tudo".

Até 13 de setembro, o GP examinará os currículos/textos, e passarão à próxima fase os candidatos que forem aprovados pelos jornalistas do site. Será atribuída uma nota de zero a dez para os textos, cumulativa para as fases seguintes.

Após a primeira fase, os estudantes terão pela frente, na ordem:

- Conhecimentos específicos e gerais;
- Texto e importância de notícia;
- Entrevista;

Todas as avaliações pós-primeira fase serão feitas em São Paulo, capital.

O vencedor de O Grande Estagiário 2 passará a integrar a equipe do Grande Prêmio. Os demais colocados, na ordem de classificação, formarão um "banco", que terá validade até outubro de 2008.

(Ler comentários)



O Grande Prêmio lança nesta segunda (27) a segunda edição do programa O Grande Estagiário, que vai proporcionar a possibilidade de trabalho no maior site de automobilismo do Brasil.

A novidade deste ano é que O Grande Estagiário 2 também vai permitir que jornalistas formados participem do processo de seleção. A prioridade, no entanto, será dada aos futuros formandos da profissão.

O Grande Estagiário 2 consiste numa avaliação da capacitação para a função de redator no Grande Prêmio. O programa será dividido em quatro fases.

Nesta primeira fase, os interessados mandam seu currículo com nome e endereço completos, telefone, universidade/faculdade onde estudam (com ano/semestre e horário) ou estudaram, experiências na área e cursos extras — obrigatoriamente o de Língua Inglesa — para o seguinte e-mail: curriculo@warmup.com.br.

Além dos dados supramencionados, os participantes devem, impreterivelmente, enviar um texto de no máximo 30 linhas com o título "O automobilismo não é tudo".

Até 13 de setembro, o GP examinará os currículos/textos, e passarão à próxima fase os candidatos que forem aprovados pelos jornalistas do site. Será atribuída uma nota de zero a dez para os textos, cumulativa para as fases seguintes.

Após a primeira fase, os estudantes terão pela frente, na ordem:

- Conhecimentos específicos e gerais;
- Texto e importância de notícia;
- Entrevista;

Todas as avaliações pós-primeira fase serão feitas em São Paulo, capital.

O vencedor de O Grande Estagiário 2 passará a integrar a equipe do Grande Prêmio. Os demais colocados, na ordem de classificação, formarão um "banco", que terá validade até outubro de 2008.

(Ler comentários)



Pataquada de Vitonez às 15h31
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Os 7 Desastres

Amanhã, neste espaço, divulgarei os 20 nomes que concorrerão à fase final de Os 7 Desastres do Mundo.

Aguardem.

Amanhã, neste espaço, divulgarei os 20 nomes que concorrerão à fase final de Os 7 Desastres do Mundo.

Aguardem.

Amanhã, neste espaço, divulgarei os 20 nomes que concorrerão à fase final de Os 7 Desastres do Mundo.

Aguardem.

Pataquada de Vitonez às 14h34
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Sem iG em casa, dia 3

Cá estou na redação da Paulista, encerrando as atividades deste sábado do automobilismo. À minha frente está a agradável Evelyn falando de uma figura desagradável que nos ronda. Não vem ao caso.

É mais um dia sem trabalhar em casa. Gostoso, até. Sair da rotina, vir num sábado legal para cá, conversar com gente que você conhece já tem um tempo, mas que não tinha idéia de como era. Parece que cansou menos do que deveria.

Passou rápido, 19h20 no relógio, espero só Andinho (ui!) Marsili e seu relixo. Enquanto isso, Evelyn vai me falando da vida de sua irmã, do marido e do que vai tarde.

Aproveito e aviso que segunda começa O Grande Estagiário 2. Quase uma saga. Textos mal escritos, quatro ou cinco revelações.

Tomara que eu me engane.



Cá estou na redação da Paulista, encerrando as atividades deste sábado do automobilismo. À minha frente está a agradável Evelyn falando de uma figura desagradável que nos ronda. Não vem ao caso.

É mais um dia sem trabalhar em casa. Gostoso, até. Sair da rotina, vir num sábado legal para cá, conversar com gente que você conhece já tem um tempo, mas que não tinha idéia de como era. Parece que cansou menos do que deveria.

Passou rápido, 19h20 no relógio, espero só Andinho (ui!) Marsili e seu relixo. Enquanto isso, Evelyn vai me falando da vida de sua irmã, do marido e do que vai tarde.

Aproveito e aviso que segunda começa O Grande Estagiário 2. Quase uma saga. Textos mal escritos, quatro ou cinco revelações.

Tomara que eu me engane.



Cá estou na redação da Paulista, encerrando as atividades deste sábado do automobilismo. À minha frente está a agradável Evelyn falando de uma figura desagradável que nos ronda. Não vem ao caso.

É mais um dia sem trabalhar em casa. Gostoso, até. Sair da rotina, vir num sábado legal para cá, conversar com gente que você conhece já tem um tempo, mas que não tinha idéia de como era. Parece que cansou menos do que deveria.

Passou rápido, 19h20 no relógio, espero só Andinho (ui!) Marsili e seu relixo. Enquanto isso, Evelyn vai me falando da vida de sua irmã, do marido e do que vai tarde.

Aproveito e aviso que segunda começa O Grande Estagiário 2. Quase uma saga. Textos mal escritos, quatro ou cinco revelações.

Tomara que eu me engane.



Pataquada de Vitonez às 18h23
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Fidel Castro morre em Cuba

Era 5 da tarde quando uma mensagem de um jornalista de uma emissora evangélica veio no MSN do colega ao lado: "Parece que o Fidel Castro morreu".

A editoria de internacional ficou em polvorosa. Um dos profissionais, que aprontava-se para ir embora, jogou a mala na mesa, bufando. Colocaram na CNN, acessaram sites. Nada. "Aqui tão checando a informação".

"O governo não confirmou nada", comentou o responsável pela home do iG. "Estamos no aguardo". Uns aproveitaram para falar (mal) do comandante cubano; outros saíram em defesa. Uma terceira ala preferiu a importância história do eventual falecimento.

No fim, Fidel (ainda) não morreu. Loucura, loucura, loucura.



Era 5 da tarde quando uma mensagem de um jornalista de uma emissora evangélica veio no MSN do colega ao lado: "Parece que o Fidel Castro morreu".

A editoria de internacional ficou em polvorosa. Um dos profissionais, que aprontava-se para ir embora, jogou a mala na mesa, bufando. Colocaram na CNN, acessaram sites. Nada. "Aqui tão checando a informação".

"O governo não confirmou nada", comentou o responsável pela home do iG. "Estamos no aguardo". Uns aproveitaram para falar (mal) do comandante cubano; outros saíram em defesa. Uma terceira ala preferiu a importância história do eventual falecimento.

No fim, Fidel (ainda) não morreu. Loucura, loucura, loucura.



Era 5 da tarde quando uma mensagem de um jornalista de uma emissora evangélica veio no MSN do colega ao lado: "Parece que o Fidel Castro morreu".

A editoria de internacional ficou em polvorosa. Um dos profissionais, que aprontava-se para ir embora, jogou a mala na mesa, bufando. Colocaram na CNN, acessaram sites. Nada. "Aqui tão checando a informação".

"O governo não confirmou nada", comentou o responsável pela home do iG. "Estamos no aguardo". Uns aproveitaram para falar (mal) do comandante cubano; outros saíram em defesa. Uma terceira ala preferiu a importância história do eventual falecimento.

No fim, Fidel (ainda) não morreu. Loucura, loucura, loucura.



Pataquada de Vitonez às 18h34
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A beleza da redação camufla a realidade

Não é a primeira vez que trabalho do iG. É gostoso, havia esquecido, o esquema de redação, dessa gente que vê TV no último volume, faz reunião, grita, esperneia, dá e recebe ordens.

Já passam das 18h, minha labuta não rende das melhores formas porque trampar em outro computador requer uma adaptação. Tomo um capuccino com chocolate, converso com Léo Morelli e Alexandre Salvador, ouço uns gritos no lado oposto, onde ficam os sites parceiros do portal.

Athos Sampaio, o responsável pela home, determina o que deve subir como destaque. O editor de esportes, Cezar Martins, fala ao telefone e também redistribui o que deve ser feito. O sol se vai e na diagonal direita vejo o céu azul deixar de ser claro.

Muita poesia diante da situação: nada de iG e sites que a ele pertencem ou que nele se hospedam em minha casa.

Haja paciência para vir aqui sábado e domingo...



Não é a primeira vez que trabalho do iG. É gostoso, havia esquecido, o esquema de redação, dessa gente que vê TV no último volume, faz reunião, grita, esperneia, dá e recebe ordens.

Já passam das 18h, minha labuta não rende das melhores formas porque trampar em outro computador requer uma adaptação. Tomo um capuccino com chocolate, converso com Léo Morelli e Alexandre Salvador, ouço uns gritos no lado oposto, onde ficam os sites parceiros do portal.

Athos Sampaio, o responsável pela home, determina o que deve subir como destaque. O editor de esportes, Cezar Martins, fala ao telefone e também redistribui o que deve ser feito. O sol se vai e na diagonal direita vejo o céu azul deixar de ser claro.

Muita poesia diante da situação: nada de iG e sites que a ele pertencem ou que nele se hospedam em minha casa.

Haja paciência para vir aqui sábado e domingo...



Não é a primeira vez que trabalho do iG. É gostoso, havia esquecido, o esquema de redação, dessa gente que vê TV no último volume, faz reunião, grita, esperneia, dá e recebe ordens.

Já passam das 18h, minha labuta não rende das melhores formas porque trampar em outro computador requer uma adaptação. Tomo um capuccino com chocolate, converso com Léo Morelli e Alexandre Salvador, ouço uns gritos no lado oposto, onde ficam os sites parceiros do portal.

Athos Sampaio, o responsável pela home, determina o que deve subir como destaque. O editor de esportes, Cezar Martins, fala ao telefone e também redistribui o que deve ser feito. O sol se vai e na diagonal direita vejo o céu azul deixar de ser claro.

Muita poesia diante da situação: nada de iG e sites que a ele pertencem ou que nele se hospedam em minha casa.

Haja paciência para vir aqui sábado e domingo...



Pataquada de Vitonez às 17h06
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Speedy e iG, o casamento perfeito

Desde as primeiras horas do dia, tentei acessar o iG e seus sites e nada. Nada. Nem menção, esforço, susto, choque elétrico, nada. Liguei, cidadão que sou, para a empresa que presta os serviços telefônicos à minha residência e o não muito solícito rapaz confirmou que muitas reclamações "estavam surgindo" dos assinantes por também não conseguirem ler nada que fosse do portal. Macambúzio, dormi.

Acordo para a labuta e eis que o problema persiste, para meu deleite e contento. Pergunto à srta. Alves, Alessandra, se o mesmo acontece com ela. Diante do sim, torno a pegar o telefone e a ouvir o mesmo diagnóstico. "O problema é lá, senhor. Mais alguma coisa?". Polido que sou, desligo desejando fornicar a mãe do rapaz.

Passadas dez horas da manhã da ensolarada quinta-feira, faço o trabalho às cegas. Reluto em ter de ir para outro lugar.

Acho que vou para o iG. Para trabalhar e matar meia dúzia de negos.



Desde as primeiras horas do dia, tentei acessar o iG e seus sites e nada. Nada. Nem menção, esforço, susto, choque elétrico, nada. Liguei, cidadão que sou, para a empresa que presta os serviços telefônicos à minha residência e o não muito solícito rapaz confirmou que muitas reclamações "estavam surgindo" dos assinantes por também não conseguirem ler nada que fosse do portal. Macambúzio, dormi.

Acordo para a labuta e eis que o problema persiste, para meu deleite e contento. Pergunto à srta. Alves, Alessandra, se o mesmo acontece com ela. Diante do sim, torno a pegar o telefone e a ouvir o mesmo diagnóstico. "O problema é lá, senhor. Mais alguma coisa?". Polido que sou, desligo desejando fornicar a mãe do rapaz.

Passadas dez horas da manhã da ensolarada quinta-feira, faço o trabalho às cegas. Reluto em ter de ir para outro lugar.

Acho que vou para o iG. Para trabalhar e matar meia dúzia de negos.



Desde as primeiras horas do dia, tentei acessar o iG e seus sites e nada. Nada. Nem menção, esforço, susto, choque elétrico, nada. Liguei, cidadão que sou, para a empresa que presta os serviços telefônicos à minha residência e o não muito solícito rapaz confirmou que muitas reclamações "estavam surgindo" dos assinantes por também não conseguirem ler nada que fosse do portal. Macambúzio, dormi.

Acordo para a labuta e eis que o problema persiste, para meu deleite e contento. Pergunto à srta. Alves, Alessandra, se o mesmo acontece com ela. Diante do sim, torno a pegar o telefone e a ouvir o mesmo diagnóstico. "O problema é lá, senhor. Mais alguma coisa?". Polido que sou, desligo desejando fornicar a mãe do rapaz.

Passadas dez horas da manhã da ensolarada quinta-feira, faço o trabalho às cegas. Reluto em ter de ir para outro lugar.

Acho que vou para o iG. Para trabalhar e matar meia dúzia de negos.



Pataquada de Vitonez às 09h12
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Kanaan tem vitória garantida no domingo em Sonoma

Recebo release de Anderson Marsili — Andinho, para os íntimos — sobre a expectativa de Tony Kanaan para o GP de Sonoma, 15º da temporada. Uma parte chama atenção.

"(...) As últimas três provas serão nos próximos três finais de semana seguidos. Além da corrida na região de Napa Valley neste domingo (26), conhecida também pela produção dos famosos vinhos californianos, haverá o misto nas ruas de Detroit e o oval de Chicago, que encerra a temporada (...)"

Napa Valley? Kanaan?

Já ganhou.



Recebo release de Anderson Marsili — Andinho, para os íntimos — sobre a expectativa de Tony Kanaan para o GP de Sonoma, 15º da temporada. Uma parte chama atenção.

"(...) As últimas três provas serão nos próximos três finais de semana seguidos. Além da corrida na região de Napa Valley neste domingo (26), conhecida também pela produção dos famosos vinhos californianos, haverá o misto nas ruas de Detroit e o oval de Chicago, que encerra a temporada (...)"

Napa Valley? Kanaan?

Já ganhou.



Recebo release de Anderson Marsili — Andinho, para os íntimos — sobre a expectativa de Tony Kanaan para o GP de Sonoma, 15º da temporada. Uma parte chama atenção.

"(...) As últimas três provas serão nos próximos três finais de semana seguidos. Além da corrida na região de Napa Valley neste domingo (26), conhecida também pela produção dos famosos vinhos californianos, haverá o misto nas ruas de Detroit e o oval de Chicago, que encerra a temporada (...)"

Napa Valley? Kanaan?

Já ganhou.



Pataquada de Vitonez às 11h02
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Alessandra confirma participação em transmissão de rádio

Em comunicado enviado à imprensa na manhã desta quarta (22), a jornalista Alessandra Alves confirmou, como havia antecipado o Blog Victal, que será uma das comentaristas da Rádio Bandeirantes AM/Bandnews FM do GP da Turquia deste fim de semana.

"Para os que gostam de dormir até tarde no domingo, informo que o ano tem outros 51 iguais a este", disse Alessandra, em claro pedido para acompanhamento de seu trabalho. "Para meus amigos que também são clientes, não se preocupem: é só um hobby, e é no domingo, fora do expediente!", completou.

A transmissão da corrida, ancorada por Odinei Edson, com comentários de Fábio Seixas e reportagens de Júlio Gomes, começa às 8h20 (horário de Brasília).

Em comunicado enviado à imprensa na manhã desta quarta (22), a jornalista Alessandra Alves confirmou, como havia antecipado o Blog Victal, que será uma das comentaristas da Rádio Bandeirantes AM/Bandnews FM do GP da Turquia deste fim de semana.

"Para os que gostam de dormir até tarde no domingo, informo que o ano tem outros 51 iguais a este", disse Alessandra, em claro pedido para acompanhamento de seu trabalho. "Para meus amigos que também são clientes, não se preocupem: é só um hobby, e é no domingo, fora do expediente!", completou.

A transmissão da corrida, ancorada por Odinei Edson, com comentários de Fábio Seixas e reportagens de Júlio Gomes, começa às 8h20 (horário de Brasília).

Em comunicado enviado à imprensa na manhã desta quarta (22), a jornalista Alessandra Alves confirmou, como havia antecipado o Blog Victal, que será uma das comentaristas da Rádio Bandeirantes AM/Bandnews FM do GP da Turquia deste fim de semana.

"Para os que gostam de dormir até tarde no domingo, informo que o ano tem outros 51 iguais a este", disse Alessandra, em claro pedido para acompanhamento de seu trabalho. "Para meus amigos que também são clientes, não se preocupem: é só um hobby, e é no domingo, fora do expediente!", completou.

A transmissão da corrida, ancorada por Odinei Edson, com comentários de Fábio Seixas e reportagens de Júlio Gomes, começa às 8h20 (horário de Brasília).

Pataquada de Vitonez às 08h21
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Então é o quê?

Ronaldo Ésper, estilista e comentarista da vestimenta da vida alheia, foi absolvido da acusação de furto em cemitério. Em janeiro, Ronaldo foi pego com uma sacola de vasos no no Araçá, em São Paulo.

A sentença do juiz Marcio Lúcio Falavigna Sauandag, da 30ª Vara Criminal paulistana, afirma que não constitui roubo pegar objetos de um local abandonado. Por isso, Ésper está livre, leve e solto.

Ronaldo já agendou visitas aos da Quarta Parada, da Consolação, do Horto, do Parque dos Pinheiros e o do Morumbi. Irá acompanhado de uma mala de viagens.



Ronaldo Ésper, estilista e comentarista da vestimenta da vida alheia, foi absolvido da acusação de furto em cemitério. Em janeiro, Ronaldo foi pego com uma sacola de vasos no no Araçá, em São Paulo.

A sentença do juiz Marcio Lúcio Falavigna Sauandag, da 30ª Vara Criminal paulistana, afirma que não constitui roubo pegar objetos de um local abandonado. Por isso, Ésper está livre, leve e solto.

Ronaldo já agendou visitas aos da Quarta Parada, da Consolação, do Horto, do Parque dos Pinheiros e o do Morumbi. Irá acompanhado de uma mala de viagens.



Ronaldo Ésper, estilista e comentarista da vestimenta da vida alheia, foi absolvido da acusação de furto em cemitério. Em janeiro, Ronaldo foi pego com uma sacola de vasos no no Araçá, em São Paulo.

A sentença do juiz Marcio Lúcio Falavigna Sauandag, da 30ª Vara Criminal paulistana, afirma que não constitui roubo pegar objetos de um local abandonado. Por isso, Ésper está livre, leve e solto.

Ronaldo já agendou visitas aos da Quarta Parada, da Consolação, do Horto, do Parque dos Pinheiros e o do Morumbi. Irá acompanhado de uma mala de viagens.



Pataquada de Vitonez às 09h38
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Hoje, jornalista; ontem, o quê?

Edição da revista Auto Esporte de agosto de 1974, página 128. O então jornalista Mauro Forjaz, muito respeitado no meio, assinava uma coluna. Escreveu, então, sobre um piloto que deixou a GM — corria de Opala — e fez sua primeira corrida pela Ford, andando com um Maverick. Ganhou.

"(...) Não poderia terminar de escrever esta reportagem sobre Goiânia sem falar do piloto carioca Bob Sharp. Há muito que Bob vem correndo de Opala e em várias ocasiões criando problemas com a organização das provas, como foi em Brasília, quando dos 1000 Quilômetros, e nas 25 Horas de Interlagos.

Bob sempre acusou a Ford de comprar os Comissários Desportivos, de mandar na CBA e também que o sr. Ramon (van Buggenhout), Secretário Geral da CBA, era um fantoche da Ford. Em Brasília, deu por paus e pedras em tudo e em todos. Sempre alegou que os carros do Greco andavam fora do regulamento. Lutou conosco para que cumpríssemos a nossa obrigação, chamando a atenção para o descalabro que era a homologação do Maverick com motor importado (leiam nossa opinião dada na edição de julho, página 73). Alegava ainda que as medidas do Maverick faziam do mesmo um GT e não um Turismo.

 

Mas parece que somente nós temos de cumprir nossas obrigações. Para Bob, a Ford, que tudo compra (não é esta a nossa opinião e Greco e todos da Ford sabem disto), o comprou também. Passou a correr com um GT (segundo ele) contra os Turismo. E dizem que a grande luta no final da corrida foi do Greco conseguir convencê-lo de não protestar contra a própria vitória, sua primeira em uma geral desde o início de sua carreira de piloto. E esta é a opinião do autor desta reportagem, Mauro Forjaz, para que não fique nenhuma dúvida sobre quem escreveu o que aqui está dito."

A figura abordada por Forjaz é o autor das teses acadêmicas "jornalista tem que dirigir bem" e "jornalista não é repórter, jornalista tem que analisar".



Edição da revista Auto Esporte de agosto de 1974, página 128. O então jornalista Mauro Forjaz, muito respeitado no meio, assinava uma coluna. Escreveu, então, sobre um piloto que deixou a GM — corria de Opala — e fez sua primeira corrida pela Ford, andando com um Maverick. Ganhou.

"(...) Não poderia terminar de escrever esta reportagem sobre Goiânia sem falar do piloto carioca Bob Sharp. Há muito que Bob vem correndo de Opala e em várias ocasiões criando problemas com a organização das provas, como foi em Brasília, quando dos 1000 Quilômetros, e nas 25 Horas de Interlagos.

Bob sempre acusou a Ford de comprar os Comissários Desportivos, de mandar na CBA e também que o sr. Ramon (van Buggenhout), Secretário Geral da CBA, era um fantoche da Ford. Em Brasília, deu por paus e pedras em tudo e em todos. Sempre alegou que os carros do Greco andavam fora do regulamento. Lutou conosco para que cumpríssemos a nossa obrigação, chamando a atenção para o descalabro que era a homologação do Maverick com motor importado (leiam nossa opinião dada na edição de julho, página 73). Alegava ainda que as medidas do Maverick faziam do mesmo um GT e não um Turismo.

 

Mas parece que somente nós temos de cumprir nossas obrigações. Para Bob, a Ford, que tudo compra (não é esta a nossa opinião e Greco e todos da Ford sabem disto), o comprou também. Passou a correr com um GT (segundo ele) contra os Turismo. E dizem que a grande luta no final da corrida foi do Greco conseguir convencê-lo de não protestar contra a própria vitória, sua primeira em uma geral desde o início de sua carreira de piloto. E esta é a opinião do autor desta reportagem, Mauro Forjaz, para que não fique nenhuma dúvida sobre quem escreveu o que aqui está dito."

A figura abordada por Forjaz é o autor das teses acadêmicas "jornalista tem que dirigir bem" e "jornalista não é repórter, jornalista tem que analisar".



Edição da revista Auto Esporte de agosto de 1974, página 128. O então jornalista Mauro Forjaz, muito respeitado no meio, assinava uma coluna. Escreveu, então, sobre um piloto que deixou a GM — corria de Opala — e fez sua primeira corrida pela Ford, andando com um Maverick. Ganhou.

"(...) Não poderia terminar de escrever esta reportagem sobre Goiânia sem falar do piloto carioca Bob Sharp. Há muito que Bob vem correndo de Opala e em várias ocasiões criando problemas com a organização das provas, como foi em Brasília, quando dos 1000 Quilômetros, e nas 25 Horas de Interlagos.

Bob sempre acusou a Ford de comprar os Comissários Desportivos, de mandar na CBA e também que o sr. Ramon (van Buggenhout), Secretário Geral da CBA, era um fantoche da Ford. Em Brasília, deu por paus e pedras em tudo e em todos. Sempre alegou que os carros do Greco andavam fora do regulamento. Lutou conosco para que cumpríssemos a nossa obrigação, chamando a atenção para o descalabro que era a homologação do Maverick com motor importado (leiam nossa opinião dada na edição de julho, página 73). Alegava ainda que as medidas do Maverick faziam do mesmo um GT e não um Turismo.

 

Mas parece que somente nós temos de cumprir nossas obrigações. Para Bob, a Ford, que tudo compra (não é esta a nossa opinião e Greco e todos da Ford sabem disto), o comprou também. Passou a correr com um GT (segundo ele) contra os Turismo. E dizem que a grande luta no final da corrida foi do Greco conseguir convencê-lo de não protestar contra a própria vitória, sua primeira em uma geral desde o início de sua carreira de piloto. E esta é a opinião do autor desta reportagem, Mauro Forjaz, para que não fique nenhuma dúvida sobre quem escreveu o que aqui está dito."

A figura abordada por Forjaz é o autor das teses acadêmicas "jornalista tem que dirigir bem" e "jornalista não é repórter, jornalista tem que analisar".



Pataquada de Vitonez às 23h07
[] [mande para quem quiser] []



O excesso de verde

DivulgaçãoCheguei ao autódromo santa-cruzense na úmida manhã de domingo, tive de andar mais porque a "organização" resolveu alterar o esquema do estacionamento, vi lama até o último pedaço de sola de tênis. Carregando a mochila, cumprimentei três ou quatro que vi no paddock conversando a muito mais que boca pequena e, a caminho da sala de imprensa, recebi a terceira edição do Red Bulletin da Stock Car.

Uma capa fantástica, primeiro por ser diferente das duas primeiras, que beiraram a infantilidade. Segundo, pelo simbolismo e pelo teor. Um piloto de feições entre o pensamento profundo e a tristeza, cabeça apoiada nos braços, e a pergunta: "O que acontece com Losacco?"

Não tardaram as vozes bravas gritarem retaliações e surgirem dedos erguidos de gente que anda sempre sobre pedestais platinados e que acha que dão voz de prisão. Sem lerem a matéria, definem que a foto e a questão denigrem e deturpam as conquistas de um piloto bicampeão.

(No dia anterior, participei de um programa de rádio da equipe que faz a assessoria e o marketing da Stock e lá estava Mauro Vogel, chefe de Giuliano. A primeira pergunta que lhe fiz foi exatamente igual à proposta pelo jornal. O dirigente deu uma risada como quem já esperava a indagação e explicou que não há uma explicação. Isto é: não há um problema específico com o piloto. É questão de adaptação a um novo sistema de trabalho de um time acostumado a lidar com um piloto, Thiago Camilo, que tem características distintas.)

Indo à página 9 do Red Bulletin, é possível verificar na linha fina a explanação de Vogel e a abordagem que o informe tomou. "Um carro de Stock Car é como um terno. Tem de ser feito sob medida. Se fossem todos iguais, a importância do preparador não seria tão grande". As aspas são atribuídas ao próprio Losacco.

Discutiu-se, concomitante às informações borbulhantes de que muita gente estava estarrecida e puta com a publicação, se era competência do RB seguir uma linha mais jornalística em vez de suas costumeiras tiradas. A maioria dos assessores de imprensa apoiou-se nesta alegação. Do meu ponto de vista, achei excepcional. "A melhor capa das próximas dez edições", comentei. Fotógrafos receberam ordens para não repassar seu material. Os menos afoitos ou mais centrados diziam que "pegou mal". Se antes era querido, o Red Bulletin virou vilão, jornal non grato. Falou-se em boicote. Em suspensão. Até em processo. Processo? Sim, ação judicial.

A Stock, e leia-se as pessoas que a comandam mais que as que acham que têm poder, está acostumada com bajulações e aglutina seus representantes — usando um eufemismo — na lama — aproveitando que Santa Cruz do Sul oferta tal "produto" às pencas —, todos só com o nariz para fora, quando uma crítica, uma opinião contrária ou um comentário que sai dos trilhos emerge. Tudo circunda a imagem, que não pode ser abalada. Ela só pode, no máximo, ser tratada em programas de computador.

A clara demonstração é que a Stock não está preparada para receber o Red Bulletin. Uma comparação direta: a F-1 bem recebe o jornal, quem faz se empenha, quem lê quer sempre ter os quatro exemplares feitos no fim de semana. A categoria, que assim se diz maior do país, denota um modus operandi de combate à adversidade da mídia. A Stock chacoalhou por causa de uma foto e uma pergunta e vai caçar las brujas que hay. Lembra-me uma amiga do meio que Cazuza tinha uma frase para este tipo de comportamento: "São caboclos querendo ser ingleses".

Não é só o verde da grana que a Stock tem. É da falta total de maturidade.

Adendo: eis aqui a edição do Red Bulletin.



DivulgaçãoCheguei ao autódromo santa-cruzense na úmida manhã de domingo, tive de andar mais porque a "organização" resolveu alterar o esquema do estacionamento, vi lama até o último pedaço de sola de tênis. Carregando a mochila, cumprimentei três ou quatro que vi no paddock conversando a muito mais que boca pequena e, a caminho da sala de imprensa, recebi a terceira edição do Red Bulletin da Stock Car.

Uma capa fantástica, primeiro por ser diferente das duas primeiras, que beiraram a infantilidade. Segundo, pelo simbolismo e pelo teor. Um piloto de feições entre o pensamento profundo e a tristeza, cabeça apoiada nos braços, e a pergunta: "O que acontece com Losacco?"

Não tardaram as vozes bravas gritarem retaliações e surgirem dedos erguidos de gente que anda sempre sobre pedestais platinados e que acha que dão voz de prisão. Sem lerem a matéria, definem que a foto e a questão denigrem e deturpam as conquistas de um piloto bicampeão.

(No dia anterior, participei de um programa de rádio da equipe que faz a assessoria e o marketing da Stock e lá estava Mauro Vogel, chefe de Giuliano. A primeira pergunta que lhe fiz foi exatamente igual à proposta pelo jornal. O dirigente deu uma risada como quem já esperava a indagação e explicou que não há uma explicação. Isto é: não há um problema específico com o piloto. É questão de adaptação a um novo sistema de trabalho de um time acostumado a lidar com um piloto, Thiago Camilo, que tem características distintas.)

Indo à página 9 do Red Bulletin, é possível verificar na linha fina a explanação de Vogel e a abordagem que o informe tomou. "Um carro de Stock Car é como um terno. Tem de ser feito sob medida. Se fossem todos iguais, a importância do preparador não seria tão grande". As aspas são atribuídas ao próprio Losacco.

Discutiu-se, concomitante às informações borbulhantes de que muita gente estava estarrecida e puta com a publicação, se era competência do RB seguir uma linha mais jornalística em vez de suas costumeiras tiradas. A maioria dos assessores de imprensa apoiou-se nesta alegação. Do meu ponto de vista, achei excepcional. "A melhor capa das próximas dez edições", comentei. Fotógrafos receberam ordens para não repassar seu material. Os menos afoitos ou mais centrados diziam que "pegou mal". Se antes era querido, o Red Bulletin virou vilão, jornal non grato. Falou-se em boicote. Em suspensão. Até em processo. Processo? Sim, ação judicial.

A Stock, e leia-se as pessoas que a comandam mais que as que acham que têm poder, está acostumada com bajulações e aglutina seus representantes — usando um eufemismo — na lama — aproveitando que Santa Cruz do Sul oferta tal "produto" às pencas —, todos só com o nariz para fora, quando uma crítica, uma opinião contrária ou um comentário que sai dos trilhos emerge. Tudo circunda a imagem, que não pode ser abalada. Ela só pode, no máximo, ser tratada em programas de computador.

A clara demonstração é que a Stock não está preparada para receber o Red Bulletin. Uma comparação direta: a F-1 bem recebe o jornal, quem faz se empenha, quem lê quer sempre ter os quatro exemplares feitos no fim de semana. A categoria, que assim se diz maior do país, denota um modus operandi de combate à adversidade da mídia. A Stock chacoalhou por causa de uma foto e uma pergunta e vai caçar las brujas que hay. Lembra-me uma amiga do meio que Cazuza tinha uma frase para este tipo de comportamento: "São caboclos querendo ser ingleses".

Não é só o verde da grana que a Stock tem. É da falta total de maturidade.

Adendo: eis aqui a edição do Red Bulletin.



DivulgaçãoCheguei ao autódromo santa-cruzense na úmida manhã de domingo, tive de andar mais porque a "organização" resolveu alterar o esquema do estacionamento, vi lama até o último pedaço de sola de tênis. Carregando a mochila, cumprimentei três ou quatro que vi no paddock conversando a muito mais que boca pequena e, a caminho da sala de imprensa, recebi a terceira edição do Red Bulletin da Stock Car.

Uma capa fantástica, primeiro por ser diferente das duas primeiras, que beiraram a infantilidade. Segundo, pelo simbolismo e pelo teor. Um piloto de feições entre o pensamento profundo e a tristeza, cabeça apoiada nos braços, e a pergunta: "O que acontece com Losacco?"

Não tardaram as vozes bravas gritarem retaliações e surgirem dedos erguidos de gente que anda sempre sobre pedestais platinados e que acha que dão voz de prisão. Sem lerem a matéria, definem que a foto e a questão denigrem e deturpam as conquistas de um piloto bicampeão.

(No dia anterior, participei de um programa de rádio da equipe que faz a assessoria e o marketing da Stock e lá estava Mauro Vogel, chefe de Giuliano. A primeira pergunta que lhe fiz foi exatamente igual à proposta pelo jornal. O dirigente deu uma risada como quem já esperava a indagação e explicou que não há uma explicação. Isto é: não há um problema específico com o piloto. É questão de adaptação a um novo sistema de trabalho de um time acostumado a lidar com um piloto, Thiago Camilo, que tem características distintas.)

Indo à página 9 do Red Bulletin, é possível verificar na linha fina a explanação de Vogel e a abordagem que o informe tomou. "Um carro de Stock Car é como um terno. Tem de ser feito sob medida. Se fossem todos iguais, a importância do preparador não seria tão grande". As aspas são atribuídas ao próprio Losacco.

Discutiu-se, concomitante às informações borbulhantes de que muita gente estava estarrecida e puta com a publicação, se era competência do RB seguir uma linha mais jornalística em vez de suas costumeiras tiradas. A maioria dos assessores de imprensa apoiou-se nesta alegação. Do meu ponto de vista, achei excepcional. "A melhor capa das próximas dez edições", comentei. Fotógrafos receberam ordens para não repassar seu material. Os menos afoitos ou mais centrados diziam que "pegou mal". Se antes era querido, o Red Bulletin virou vilão, jornal non grato. Falou-se em boicote. Em suspensão. Até em processo. Processo? Sim, ação judicial.

A Stock, e leia-se as pessoas que a comandam mais que as que acham que têm poder, está acostumada com bajulações e aglutina seus representantes — usando um eufemismo — na lama — aproveitando que Santa Cruz do Sul oferta tal "produto" às pencas —, todos só com o nariz para fora, quando uma crítica, uma opinião contrária ou um comentário que sai dos trilhos emerge. Tudo circunda a imagem, que não pode ser abalada. Ela só pode, no máximo, ser tratada em programas de computador.

A clara demonstração é que a Stock não está preparada para receber o Red Bulletin. Uma comparação direta: a F-1 bem recebe o jornal, quem faz se empenha, quem lê quer sempre ter os quatro exemplares feitos no fim de semana. A categoria, que assim se diz maior do país, denota um modus operandi de combate à adversidade da mídia. A Stock chacoalhou por causa de uma foto e uma pergunta e vai caçar las brujas que hay. Lembra-me uma amiga do meio que Cazuza tinha uma frase para este tipo de comportamento: "São caboclos querendo ser ingleses".

Não é só o verde da grana que a Stock tem. É da falta total de maturidade.

Adendo: eis aqui a edição do Red Bulletin.



Pataquada de Vitonez às 10h28
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Retorno do Sul

De volta de Santa Cruz do Sul, cansado, morto, com nível de tolerância alto.

Muita coisa aconteceu lá. Não postei unicamente por falta de tempo. Trabalho "in loco" consome demais.

O assunto do domingo? O "Red Bulletin" e sua reportagem de capa.

A constatação da viagem? As pizzas de SCS são deliciosas — falar das loiras é chover no molhado.

Molhado? Haja saco aturar quatro dias úmidos. 



De volta de Santa Cruz do Sul, cansado, morto, com nível de tolerância alto.

Muita coisa aconteceu lá. Não postei unicamente por falta de tempo. Trabalho "in loco" consome demais.

O assunto do domingo? O "Red Bulletin" e sua reportagem de capa.

A constatação da viagem? As pizzas de SCS são deliciosas — falar das loiras é chover no molhado.

Molhado? Haja saco aturar quatro dias úmidos. 



De volta de Santa Cruz do Sul, cansado, morto, com nível de tolerância alto.

Muita coisa aconteceu lá. Não postei unicamente por falta de tempo. Trabalho "in loco" consome demais.

O assunto do domingo? O "Red Bulletin" e sua reportagem de capa.

A constatação da viagem? As pizzas de SCS são deliciosas — falar das loiras é chover no molhado.

Molhado? Haja saco aturar quatro dias úmidos. 



Pataquada de Vitonez às 22h44
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O "anti-Barrichello" falou. E bem

As palavras de Fábio Seixas, cada vez mais nasalmente pontiagudo, foram, como definiu um dos estudantes/formandos via papelzinho, as melhores dos três dias de palestras. Sem querer desmerecer, não tinha como ser diferente, pela qualidade apresentada pelos antecessores.

Tem um fator que deve ser analisado: Seixas é praticamente contemporâneo, fala mais a nossa língua e evita passar a linha ética de aparência e hipócrita praticada que outros apresentam. Desdisse a maioria dos conselhos que havia sido jogada nos dias anteriores. Sozinho, pôde ser melhor aproveitado.

O que vejo nos estudantes é que grande parte se preocupa em mais saber as opiniões sobre o esporte e não pedir para que o profissional disseque a profissão, a dificuldade do mercado, os conselhos para se dar bem. "Senna ou Schumacher?", veio no começo. Depois, "Massa ou Barrichello?". Quase pintou um "Alonso ou Hamilton?"

Faltou a Seixas, ácido que é, ser mais incisivo nas respostas de algumas questões. Ele mesmo confessou isso depois. Falar um pouco mais para o bando de interessados no que não deviam e construtores de perguntas embromadas para passar o que não são essencialmente. Por conta do público, o que se absorveu mais foi o "anti-Barrichellismo" do jornalista, provocado evidentemente pelo piloto. Como após o GP dos EUA em 2003, em que Rubens, após tocar em Juan Pablo Montoya, foi indagado por João Pedro Paes Leme, então repórter da RG, se tinha feito de propósito. O brasileiro deu uma resposta atravessada, Seixas nem pôde fazer pergunta e depois Barrichello foi xingar Fábio, sentenciando: "Eu não vou dar mais entrevista para você". FS não entendeu, tentou argumentar, não teve oportunidade, deu de ombros. A Ferrari foi atrás. "Nós queremos que você vá entrevistá-lo. Nós que determinamos se ele tem que falar." A contragosto, Barrichello falou. Mas depois, nas mínimas oportunidades que tinha, RB falava para todos com quem Seixas conversava informalmente que "tome cuidado, este é filho da puta".

De piloto e estudante estamos bem...



As palavras de Fábio Seixas, cada vez mais nasalmente pontiagudo, foram, como definiu um dos estudantes/formandos via papelzinho, as melhores dos três dias de palestras. Sem querer desmerecer, não tinha como ser diferente, pela qualidade apresentada pelos antecessores.

Tem um fator que deve ser analisado: Seixas é praticamente contemporâneo, fala mais a nossa língua e evita passar a linha ética de aparência e hipócrita praticada que outros apresentam. Desdisse a maioria dos conselhos que havia sido jogada nos dias anteriores. Sozinho, pôde ser melhor aproveitado.

O que vejo nos estudantes é que grande parte se preocupa em mais saber as opiniões sobre o esporte e não pedir para que o profissional disseque a profissão, a dificuldade do mercado, os conselhos para se dar bem. "Senna ou Schumacher?", veio no começo. Depois, "Massa ou Barrichello?". Quase pintou um "Alonso ou Hamilton?"

Faltou a Seixas, ácido que é, ser mais incisivo nas respostas de algumas questões. Ele mesmo confessou isso depois. Falar um pouco mais para o bando de interessados no que não deviam e construtores de perguntas embromadas para passar o que não são essencialmente. Por conta do público, o que se absorveu mais foi o "anti-Barrichellismo" do jornalista, provocado evidentemente pelo piloto. Como após o GP dos EUA em 2003, em que Rubens, após tocar em Juan Pablo Montoya, foi indagado por João Pedro Paes Leme, então repórter da RG, se tinha feito de propósito. O brasileiro deu uma resposta atravessada, Seixas nem pôde fazer pergunta e depois Barrichello foi xingar Fábio, sentenciando: "Eu não vou dar mais entrevista para você". FS não entendeu, tentou argumentar, não teve oportunidade, deu de ombros. A Ferrari foi atrás. "Nós queremos que você vá entrevistá-lo. Nós que determinamos se ele tem que falar." A contragosto, Barrichello falou. Mas depois, nas mínimas oportunidades que tinha, RB falava para todos com quem Seixas conversava informalmente que "tome cuidado, este é filho da puta".

De piloto e estudante estamos bem...



As palavras de Fábio Seixas, cada vez mais nasalmente pontiagudo, foram, como definiu um dos estudantes/formandos via papelzinho, as melhores dos três dias de palestras. Sem querer desmerecer, não tinha como ser diferente, pela qualidade apresentada pelos antecessores.

Tem um fator que deve ser analisado: Seixas é praticamente contemporâneo, fala mais a nossa língua e evita passar a linha ética de aparência e hipócrita praticada que outros apresentam. Desdisse a maioria dos conselhos que havia sido jogada nos dias anteriores. Sozinho, pôde ser melhor aproveitado.

O que vejo nos estudantes é que grande parte se preocupa em mais saber as opiniões sobre o esporte e não pedir para que o profissional disseque a profissão, a dificuldade do mercado, os conselhos para se dar bem. "Senna ou Schumacher?", veio no começo. Depois, "Massa ou Barrichello?". Quase pintou um "Alonso ou Hamilton?"

Faltou a Seixas, ácido que é, ser mais incisivo nas respostas de algumas questões. Ele mesmo confessou isso depois. Falar um pouco mais para o bando de interessados no que não deviam e construtores de perguntas embromadas para passar o que não são essencialmente. Por conta do público, o que se absorveu mais foi o "anti-Barrichellismo" do jornalista, provocado evidentemente pelo piloto. Como após o GP dos EUA em 2003, em que Rubens, após tocar em Juan Pablo Montoya, foi indagado por João Pedro Paes Leme, então repórter da RG, se tinha feito de propósito. O brasileiro deu uma resposta atravessada, Seixas nem pôde fazer pergunta e depois Barrichello foi xingar Fábio, sentenciando: "Eu não vou dar mais entrevista para você". FS não entendeu, tentou argumentar, não teve oportunidade, deu de ombros. A Ferrari foi atrás. "Nós queremos que você vá entrevistá-lo. Nós que determinamos se ele tem que falar." A contragosto, Barrichello falou. Mas depois, nas mínimas oportunidades que tinha, RB falava para todos com quem Seixas conversava informalmente que "tome cuidado, este é filho da puta".

De piloto e estudante estamos bem...



Pataquada de Vitonez às 11h34
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We are all made of stars

Não são quatro quarteirões, como haviam me contado, mas também não é muito mais que isso. Santa Cruz do Sul, longe de carro de Porto Alegre, tem ruas de paralelepípedo indicativas de seu caráter interiorano e gente simples que pouco entende o paulistanês e os membros da cidade grande.

Uma lanchonete aberta na madrugada foi providencial. Um colega gaúcho indicou a três ou quatro o "Xis-Coração", que pensei ser um lanche acompanhado daquela musiquinha cretina da Xuxa, "apresentadora" oriunda da região. Pedi o "Salada", sem ovo e ervilha. Logo vem um pão de tamanho semelhante ao de um pão sírio, recheio garboso e a satisfação.

O motorista da van indica a balada lotada e eu, em meu mundo fantástico de Martins, imagino um local repleto de loiras com chimarrão e música típica. Lotada, "Help", nome da casa, ajudava a desmistificar a pequenez evoluída de SCS.

Volto ao hotel — quarto duas camas, o armário embutido, suporte, mesinha, cadeira, frigobar e moldura do espelho em madeira rústica, a sacada, o banheiro todo branco, simples, bem simples — duas ou três estrelas no máximo, estrelas que já não apareciam no céu quando as 4 da manhã já apareciam no visor do celular e eu andava na rua, rindo do que talvez jamais farei em São Paulo por razões inerentes a quem lá vive.

Estrelas não são tudo.



Não são quatro quarteirões, como haviam me contado, mas também não é muito mais que isso. Santa Cruz do Sul, longe de carro de Porto Alegre, tem ruas de paralelepípedo indicativas de seu caráter interiorano e gente simples que pouco entende o paulistanês e os membros da cidade grande.

Uma lanchonete aberta na madrugada foi providencial. Um colega gaúcho indicou a três ou quatro o "Xis-Coração", que pensei ser um lanche acompanhado daquela musiquinha cretina da Xuxa, "apresentadora" oriunda da região. Pedi o "Salada", sem ovo e ervilha. Logo vem um pão de tamanho semelhante ao de um pão sírio, recheio garboso e a satisfação.

O motorista da van indica a balada lotada e eu, em meu mundo fantástico de Martins, imagino um local repleto de loiras com chimarrão e música típica. Lotada, "Help", nome da casa, ajudava a desmistificar a pequenez evoluída de SCS.

Volto ao hotel — quarto duas camas, o armário embutido, suporte, mesinha, cadeira, frigobar e moldura do espelho em madeira rústica, a sacada, o banheiro todo branco, simples, bem simples — duas ou três estrelas no máximo, estrelas que já não apareciam no céu quando as 4 da manhã já apareciam no visor do celular e eu andava na rua, rindo do que talvez jamais farei em São Paulo por razões inerentes a quem lá vive.

Estrelas não são tudo.



Não são quatro quarteirões, como haviam me contado, mas também não é muito mais que isso. Santa Cruz do Sul, longe de carro de Porto Alegre, tem ruas de paralelepípedo indicativas de seu caráter interiorano e gente simples que pouco entende o paulistanês e os membros da cidade grande.

Uma lanchonete aberta na madrugada foi providencial. Um colega gaúcho indicou a três ou quatro o "Xis-Coração", que pensei ser um lanche acompanhado daquela musiquinha cretina da Xuxa, "apresentadora" oriunda da região. Pedi o "Salada", sem ovo e ervilha. Logo vem um pão de tamanho semelhante ao de um pão sírio, recheio garboso e a satisfação.

O motorista da van indica a balada lotada e eu, em meu mundo fantástico de Martins, imagino um local repleto de loiras com chimarrão e música típica. Lotada, "Help", nome da casa, ajudava a desmistificar a pequenez evoluída de SCS.

Volto ao hotel — quarto duas camas, o armário embutido, suporte, mesinha, cadeira, frigobar e moldura do espelho em madeira rústica, a sacada, o banheiro todo branco, simples, bem simples — duas ou três estrelas no máximo, estrelas que já não apareciam no céu quando as 4 da manhã já apareciam no visor do celular e eu andava na rua, rindo do que talvez jamais farei em São Paulo por razões inerentes a quem lá vive.

Estrelas não são tudo.



Pataquada de Vitonez às 11h13
[] [mande para quem quiser] []



Tudo tem um preço. Tem?

O enredo eram formas de como conseguir exclusivas aproveitando as coberturas "in loco" e o investimento que os jornais fazem na F-1. No dia de hoje os palestrantes eram Livio Oricchio, d'O Estado de S.Paulo e Rádio Globo/CBN, e Josias Silveira, da revista Duas Rodas, cujo nome só descobri após busca na internet, dado o fato de o ministrante do curso da USP mais ficar preocupado com gracinhas do que, por exemplo, apresentar seus convidados.

Aí um estudante prepara uma indagação embolada e o primeiro jornalista conta uma de suas várias histórias de suas pautas que causam orgulho. Era 2000, primeira vitória de Rubens Barrichello, GP da Alemanha. Depois do êxtase da comemoração da Ferrari, o assessor da equipe, Claudio Berro, chega no "amigo", segundo definiu, e pergunta se o periodista brasileiro voltaria para o Brasil. "Sim, amanhã", respondeu. O porta-voz pediu a ele um favor: que voasse para a Itália para uma "entrevista" com o piloto.

Mas seria assim: o representante da mídia organizaria, na verdade, um roteiro das perguntas que a imprensa brasileira provavelmente faria dias mais tarde, bem como as respostas que Barrichello deveria dar para estar de acordo com os patrocinadores e os interesses do time. "Mas tudo tem um preço", alertou o jornalista em seu relato. A recompensa foi paga. Em algumas voltas no circuito particular da Ferrari em Fiorano, com a presença de Rubens. E voilà, lá estava a diferença editorial. É.

Léo Morelli, Anderson Marsili, Milla Delfino e André Stepan e eu nos olhamos.

Sim, ouvimos aquilo, mesmo.



O enredo eram formas de como conseguir exclusivas aproveitando as coberturas "in loco" e o investimento que os jornais fazem na F-1. No dia de hoje os palestrantes eram Livio Oricchio, d'O Estado de S.Paulo e Rádio Globo/CBN, e Josias Silveira, da revista Duas Rodas, cujo nome só descobri após busca na internet, dado o fato de o ministrante do curso da USP mais ficar preocupado com gracinhas do que, por exemplo, apresentar seus convidados.

Aí um estudante prepara uma indagação embolada e o primeiro jornalista conta uma de suas várias histórias de suas pautas que causam orgulho. Era 2000, primeira vitória de Rubens Barrichello, GP da Alemanha. Depois do êxtase da comemoração da Ferrari, o assessor da equipe, Claudio Berro, chega no "amigo", segundo definiu, e pergunta se o periodista brasileiro voltaria para o Brasil. "Sim, amanhã", respondeu. O porta-voz pediu a ele um favor: que voasse para a Itália para uma "entrevista" com o piloto.

Mas seria assim: o representante da mídia organizaria, na verdade, um roteiro das perguntas que a imprensa brasileira provavelmente faria dias mais tarde, bem como as respostas que Barrichello deveria dar para estar de acordo com os patrocinadores e os interesses do time. "Mas tudo tem um preço", alertou o jornalista em seu relato. A recompensa foi paga. Em algumas voltas no circuito particular da Ferrari em Fiorano, com a presença de Rubens. E voilà, lá estava a diferença editorial. É.

Léo Morelli, Anderson Marsili, Milla Delfino e André Stepan e eu nos olhamos.

Sim, ouvimos aquilo, mesmo.



O enredo eram formas de como conseguir exclusivas aproveitando as coberturas "in loco" e o investimento que os jornais fazem na F-1. No dia de hoje os palestrantes eram Livio Oricchio, d'O Estado de S.Paulo e Rádio Globo/CBN, e Josias Silveira, da revista Duas Rodas, cujo nome só descobri após busca na internet, dado o fato de o ministrante do curso da USP mais ficar preocupado com gracinhas do que, por exemplo, apresentar seus convidados.

Aí um estudante prepara uma indagação embolada e o primeiro jornalista conta uma de suas várias histórias de suas pautas que causam orgulho. Era 2000, primeira vitória de Rubens Barrichello, GP da Alemanha. Depois do êxtase da comemoração da Ferrari, o assessor da equipe, Claudio Berro, chega no "amigo", segundo definiu, e pergunta se o periodista brasileiro voltaria para o Brasil. "Sim, amanhã", respondeu. O porta-voz pediu a ele um favor: que voasse para a Itália para uma "entrevista" com o piloto.

Mas seria assim: o representante da mídia organizaria, na verdade, um roteiro das perguntas que a imprensa brasileira provavelmente faria dias mais tarde, bem como as respostas que Barrichello deveria dar para estar de acordo com os patrocinadores e os interesses do time. "Mas tudo tem um preço", alertou o jornalista em seu relato. A recompensa foi paga. Em algumas voltas no circuito particular da Ferrari em Fiorano, com a presença de Rubens. E voilà, lá estava a diferença editorial. É.

Léo Morelli, Anderson Marsili, Milla Delfino e André Stepan e eu nos olhamos.

Sim, ouvimos aquilo, mesmo.



Pataquada de Vitonez às 19h01
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Jornalista não é repórter, diz jornalista

Começando o curso promovido pela USP de Jornalismo em Automobilismo, Zeca Chaves e Bob Sharp, ambos da revista Quatro Rodas, gastaram quase duas horas para falar da profissão no mercado de carros de passeio, que é o prioritário da publicação e o de menor interesse de 95% dos que lá estavam.

Mas duas frases de Sharp marcaram. A primeira: "Jornalista de automobilismo tem que dirigir bem". A segunda: "Jornalista não é repórter. Jornalista tem que analisar".

As opiniões dele brotaram pelos seguintes fatos: 1) Bob foi "paraprofissional", como ele mesmo mencionou; 2) Bob é colunista/analista da revista.

No mínimo, infeliz. Que quase me fez desistir de ouvir o resto.



Começando o curso promovido pela USP de Jornalismo em Automobilismo, Zeca Chaves e Bob Sharp, ambos da revista Quatro Rodas, gastaram quase duas horas para falar da profissão no mercado de carros de passeio, que é o prioritário da publicação e o de menor interesse de 95% dos que lá estavam.

Mas duas frases de Sharp marcaram. A primeira: "Jornalista de automobilismo tem que dirigir bem". A segunda: "Jornalista não é repórter. Jornalista tem que analisar".

As opiniões dele brotaram pelos seguintes fatos: 1) Bob foi "paraprofissional", como ele mesmo mencionou; 2) Bob é colunista/analista da revista.

No mínimo, infeliz. Que quase me fez desistir de ouvir o resto.



Começando o curso promovido pela USP de Jornalismo em Automobilismo, Zeca Chaves e Bob Sharp, ambos da revista Quatro Rodas, gastaram quase duas horas para falar da profissão no mercado de carros de passeio, que é o prioritário da publicação e o de menor interesse de 95% dos que lá estavam.

Mas duas frases de Sharp marcaram. A primeira: "Jornalista de automobilismo tem que dirigir bem". A segunda: "Jornalista não é repórter. Jornalista tem que analisar".

As opiniões dele brotaram pelos seguintes fatos: 1) Bob foi "paraprofissional", como ele mesmo mencionou; 2) Bob é colunista/analista da revista.

No mínimo, infeliz. Que quase me fez desistir de ouvir o resto.



Pataquada de Vitonez às 22h26
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Jimmie "McDowell" e Marco Bianchi promovem discussão ao vivo

Peguei os minutos finais do Rockgol de Segunda, programa comandado por Paulo Bonfá e Marco Bianchi, que recebia o jogador Diogo, da Portuguesa, e Jimmie, do grupo Matanza, novo apresentador da MTV — Pimp my Ride Brazil. E a atração terminou apenas com PB e o atleta.

Entre suas costumeiras zombarias, Bianchi começou a falar do valor de "James McDowell", apelido dado ao "artista", nos jogos do Rockgol, o torneio. De início, Jimmie levou numa boa. Depois, começou a se zangar. "Voltando ao bom humor", depois de um suspiro, tentou falar. Foi interrompido. Bufou. Bateu na mesa e disse que estava sendo maltratado.

Marco, então, falou que "por causa do convite do cartola Zico Góes (diretor da emissora)", Jimmie era reconhecido nacionalmente por atuar nas partidas de futebol entre bandas, fato que gerou a ira do roqueiro, que jogou a cadeira no chão e ficou de pé. "Agora que somos colegas de emissora, não preciso ficar nesse programa ralé, de quinta categoria". Sobrou para a platéia, a quem definiu como "vagabundazinha" e até para Diogo. "Você é de segunda, mas um dia chega lá".

McDowell deixou o palco entre berros. Bonfá pediu que seu microfone fosse cortado, chamando o "atleta curió" da semana. Antes do corte para o quadro, Bianchi saiu atrás de James. Na volta, Paulo encerrou, sem-graça, o programa, despedindo-se de Diogo e da platéia com um "ufa".

Ibope? Não, não foi o que pareceu...



Peguei os minutos finais do Rockgol de Segunda, programa comandado por Paulo Bonfá e Marco Bianchi, que recebia o jogador Diogo, da Portuguesa, e Jimmie, do grupo Matanza, novo apresentador da MTV — Pimp my Ride Brazil. E a atração terminou apenas com PB e o atleta.

Entre suas costumeiras zombarias, Bianchi começou a falar do valor de "James McDowell", apelido dado ao "artista", nos jogos do Rockgol, o torneio. De início, Jimmie levou numa boa. Depois, começou a se zangar. "Voltando ao bom humor", depois de um suspiro, tentou falar. Foi interrompido. Bufou. Bateu na mesa e disse que estava sendo maltratado.

Marco, então, falou que "por causa do convite do cartola Zico Góes (diretor da emissora)", Jimmie era reconhecido nacionalmente por atuar nas partidas de futebol entre bandas, fato que gerou a ira do roqueiro, que jogou a cadeira no chão e ficou de pé. "Agora que somos colegas de emissora, não preciso ficar nesse programa ralé, de quinta categoria". Sobrou para a platéia, a quem definiu como "vagabundazinha" e até para Diogo. "Você é de segunda, mas um dia chega lá".

McDowell deixou o palco entre berros. Bonfá pediu que seu microfone fosse cortado, chamando o "atleta curió" da semana. Antes do corte para o quadro, Bianchi saiu atrás de James. Na volta, Paulo encerrou, sem-graça, o programa, despedindo-se de Diogo e da platéia com um "ufa".

Ibope? Não, não foi o que pareceu...



Peguei os minutos finais do Rockgol de Segunda, programa comandado por Paulo Bonfá e Marco Bianchi, que recebia o jogador Diogo, da Portuguesa, e Jimmie, do grupo Matanza, novo apresentador da MTV — Pimp my Ride Brazil. E a atração terminou apenas com PB e o atleta.

Entre suas costumeiras zombarias, Bianchi começou a falar do valor de "James McDowell", apelido dado ao "artista", nos jogos do Rockgol, o torneio. De início, Jimmie levou numa boa. Depois, começou a se zangar. "Voltando ao bom humor", depois de um suspiro, tentou falar. Foi interrompido. Bufou. Bateu na mesa e disse que estava sendo maltratado.

Marco, então, falou que "por causa do convite do cartola Zico Góes (diretor da emissora)", Jimmie era reconhecido nacionalmente por atuar nas partidas de futebol entre bandas, fato que gerou a ira do roqueiro, que jogou a cadeira no chão e ficou de pé. "Agora que somos colegas de emissora, não preciso ficar nesse programa ralé, de quinta categoria". Sobrou para a platéia, a quem definiu como "vagabundazinha" e até para Diogo. "Você é de segunda, mas um dia chega lá".

McDowell deixou o palco entre berros. Bonfá pediu que seu microfone fosse cortado, chamando o "atleta curió" da semana. Antes do corte para o quadro, Bianchi saiu atrás de James. Na volta, Paulo encerrou, sem-graça, o programa, despedindo-se de Diogo e da platéia com um "ufa".

Ibope? Não, não foi o que pareceu...



Pataquada de Vitonez às 22h14
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Amy Winehouse é internada em Londres após overdose

Não é à toa que Amy Winehouse canta "Rehab". A artista que no refrão do hit fala que "tentaram mandá-la para uma clínica de reabilitação" e que "disse não, não, não" teve de ser internada às pressas em Londres depois de uma overdose.

Amy, de 23 anos, tomou um coquetel de heroína, cocaína, ecstasy e quetamina (tranquilizante para cavalos). Foi levada na última quarta para o University College Hospital pelo marido (Blake Fielder-Civil) e uma amiga. Liberada no mesmo dia, foi para um hotel quatro-estrelas na cidade de Hook.

"Nunca mais quero sentir isso novamente", descreveu Amy. "Foi louco, um dos momentos mais terríveis da minha vida. Eu me assustei, estava em todos os lugares ao mesmo tempo. As coisas têm de mudar", prometeu a cantora.

Winehouse teve de suspender sua participação no show que os Rolling Stones vão fazer em Dusseldorf, na Alemanha. Os médicos temeram pela saúde de Amy com a viagem.

Ouça um trecho de "Rehab".



Não é à toa que Amy Winehouse canta "Rehab". A artista que no refrão do hit fala que "tentaram mandá-la para uma clínica de reabilitação" e que "disse não, não, não" teve de ser internada às pressas em Londres depois de uma overdose.

Amy, de 23 anos, tomou um coquetel de heroína, cocaína, ecstasy e quetamina (tranquilizante para cavalos). Foi levada na última quarta para o University College Hospital pelo marido (Blake Fielder-Civil) e uma amiga. Liberada no mesmo dia, foi para um hotel quatro-estrelas na cidade de Hook.

"Nunca mais quero sentir isso novamente", descreveu Amy. "Foi louco, um dos momentos mais terríveis da minha vida. Eu me assustei, estava em todos os lugares ao mesmo tempo. As coisas têm de mudar", prometeu a cantora.

Winehouse teve de suspender sua participação no show que os Rolling Stones vão fazer em Dusseldorf, na Alemanha. Os médicos temeram pela saúde de Amy com a viagem.

Ouça um trecho de "Rehab".



Não é à toa que Amy Winehouse canta "Rehab". A artista que no refrão do hit fala que "tentaram mandá-la para uma clínica de reabilitação" e que "disse não, não, não" teve de ser internada às pressas em Londres depois de uma overdose.

Amy, de 23 anos, tomou um coquetel de heroína, cocaína, ecstasy e quetamina (tranquilizante para cavalos). Foi levada na última quarta para o University College Hospital pelo marido (Blake Fielder-Civil) e uma amiga. Liberada no mesmo dia, foi para um hotel quatro-estrelas na cidade de Hook.

"Nunca mais quero sentir isso novamente", descreveu Amy. "Foi louco, um dos momentos mais terríveis da minha vida. Eu me assustei, estava em todos os lugares ao mesmo tempo. As coisas têm de mudar", prometeu a cantora.

Winehouse teve de suspender sua participação no show que os Rolling Stones vão fazer em Dusseldorf, na Alemanha. Os médicos temeram pela saúde de Amy com a viagem.

Ouça um trecho de "Rehab".



Pataquada de Vitonez às 09h29
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Mulher comenta GP na Rádio do Morumbi

O Blog Victal anuncia que uma mulher vai comentar o GP da Turquia para uma rádio paulistana de alcance nacional nas ondas e mundial pela internet.

Uma futura membra Grande Prêmia emprestará o toco de sua voz aos ouvintes da Rádio Bandeirantes AM/Bandnews FM na 12ª etapa do Mundial da F-1, que será disputada no "tradicional circuito" de Kurtkoy-Istambul, como diria o narrador.

Já aviso que não estou falando da nariguda que deixou as reportagens e agora faz comentários. O marido, nervoso por este teaser, vai revelar em seu blog quem é.

Informei.



O Blog Victal anuncia que uma mulher vai comentar o GP da Turquia para uma rádio paulistana de alcance nacional nas ondas e mundial pela internet.

Uma futura membra Grande Prêmia emprestará o toco de sua voz aos ouvintes da Rádio Bandeirantes AM/Bandnews FM na 12ª etapa do Mundial da F-1, que será disputada no "tradicional circuito" de Kurtkoy-Istambul, como diria o narrador.

Já aviso que não estou falando da nariguda que deixou as reportagens e agora faz comentários. O marido, nervoso por este teaser, vai revelar em seu blog quem é.

Informei.



O Blog Victal anuncia que uma mulher vai comentar o GP da Turquia para uma rádio paulistana de alcance nacional nas ondas e mundial pela internet.

Uma futura membra Grande Prêmia emprestará o toco de sua voz aos ouvintes da Rádio Bandeirantes AM/Bandnews FM na 12ª etapa do Mundial da F-1, que será disputada no "tradicional circuito" de Kurtkoy-Istambul, como diria o narrador.

Já aviso que não estou falando da nariguda que deixou as reportagens e agora faz comentários. O marido, nervoso por este teaser, vai revelar em seu blog quem é.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 09h12
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Mudar é preciso

Após uma semana de "folga" e muita análise, é preciso promover algumas mudanças.

Tendem a começar nesta segunda, lá no curso.

Quem sabe surge um novo ás do meio.



Após uma semana de "folga" e muita análise, é preciso promover algumas mudanças.

Tendem a começar nesta segunda, lá no curso.

Quem sabe surge um novo ás do meio.



Após uma semana de "folga" e muita análise, é preciso promover algumas mudanças.

Tendem a começar nesta segunda, lá no curso.

Quem sabe surge um novo ás do meio.



Pataquada de Vitonez às 23h10
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Possível reviravolta?

E a briga na McLaren pode melar o acordo de Nelsinho Piquet na Renault. Se de início o assédio de Flavio Briatore a Fernando Alonso parecia infundado, agora é sólido. Como se sabe, Alonso não quer mais ser companheiro de Lewis Hamilton. E Ron Dennis não vai simplesmente abrir as portas para o piloto de quem cuida há quase uma década e ficar com o outro com quem não tem bom relacionamento.

Um já provável retorno de Alonso à Renault derruba a vaga de Nelsinho. Porque, da mesma forma que Dennis, Briatore não vai enxotar Heikki Kovalainen, que tem sido mais eficiente que Giancarlo Fisichella — este, sim, de futuro incerto. Ou não, também. Pode ser que Alonso exija um piloto que não tem experiência em corrida, como é o caso de Piquet, e não alguém que possa lhe afrontar, que é o caso do finlandês. Mistério.

Sem Renault, é certo que Piquet vai para a Williams. Na Ferrari, nada deve ser mexido: Felipe Massa é o protegido, no mesmo modo, de Jean Todt. Mesmo se o dirigente francês resolver deixar o comando de Maranello, uma dupla Raikkonen-Alonso seria desgastante novamente para o espanhol. Portanto, a Ferrari é fora de cogitação.

A questão é os micróbios que surgiram em decorrência das feridas da briga em Woking contaminaram a F-1. Tem a BMW, vale ressaltar. Que tem em Robert Kubica seu mimo e liberaria Nick Heidfeld para ter Fernando. Heidfeld iria para a McLaren, creio.

E tem a McLaren B, também, não se esqueçam... a Prodrive...

Nenhuma empresa faria um quebra-cabeça tão difícil...



E a briga na McLaren pode melar o acordo de Nelsinho Piquet na Renault. Se de início o assédio de Flavio Briatore a Fernando Alonso parecia infundado, agora é sólido. Como se sabe, Alonso não quer mais ser companheiro de Lewis Hamilton. E Ron Dennis não vai simplesmente abrir as portas para o piloto de quem cuida há quase uma década e ficar com o outro com quem não tem bom relacionamento.

Um já provável retorno de Alonso à Renault derruba a vaga de Nelsinho. Porque, da mesma forma que Dennis, Briatore não vai enxotar Heikki Kovalainen, que tem sido mais eficiente que Giancarlo Fisichella — este, sim, de futuro incerto. Ou não, também. Pode ser que Alonso exija um piloto que não tem experiência em corrida, como é o caso de Piquet, e não alguém que possa lhe afrontar, que é o caso do finlandês. Mistério.

Sem Renault, é certo que Piquet vai para a Williams. Na Ferrari, nada deve ser mexido: Felipe Massa é o protegido, no mesmo modo, de Jean Todt. Mesmo se o dirigente francês resolver deixar o comando de Maranello, uma dupla Raikkonen-Alonso seria desgastante novamente para o espanhol. Portanto, a Ferrari é fora de cogitação.

A questão é os micróbios que surgiram em decorrência das feridas da briga em Woking contaminaram a F-1. Tem a BMW, vale ressaltar. Que tem em Robert Kubica seu mimo e liberaria Nick Heidfeld para ter Fernando. Heidfeld iria para a McLaren, creio.

E tem a McLaren B, também, não se esqueçam... a Prodrive...

Nenhuma empresa faria um quebra-cabeça tão difícil...



E a briga na McLaren pode melar o acordo de Nelsinho Piquet na Renault. Se de início o assédio de Flavio Briatore a Fernando Alonso parecia infundado, agora é sólido. Como se sabe, Alonso não quer mais ser companheiro de Lewis Hamilton. E Ron Dennis não vai simplesmente abrir as portas para o piloto de quem cuida há quase uma década e ficar com o outro com quem não tem bom relacionamento.

Um já provável retorno de Alonso à Renault derruba a vaga de Nelsinho. Porque, da mesma forma que Dennis, Briatore não vai enxotar Heikki Kovalainen, que tem sido mais eficiente que Giancarlo Fisichella — este, sim, de futuro incerto. Ou não, também. Pode ser que Alonso exija um piloto que não tem experiência em corrida, como é o caso de Piquet, e não alguém que possa lhe afrontar, que é o caso do finlandês. Mistério.

Sem Renault, é certo que Piquet vai para a Williams. Na Ferrari, nada deve ser mexido: Felipe Massa é o protegido, no mesmo modo, de Jean Todt. Mesmo se o dirigente francês resolver deixar o comando de Maranello, uma dupla Raikkonen-Alonso seria desgastante novamente para o espanhol. Portanto, a Ferrari é fora de cogitação.

A questão é os micróbios que surgiram em decorrência das feridas da briga em Woking contaminaram a F-1. Tem a BMW, vale ressaltar. Que tem em Robert Kubica seu mimo e liberaria Nick Heidfeld para ter Fernando. Heidfeld iria para a McLaren, creio.

E tem a McLaren B, também, não se esqueçam... a Prodrive...

Nenhuma empresa faria um quebra-cabeça tão difícil...



Pataquada de Vitonez às 14h38
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Ninguém contou, eu vi

SporTV News, agora à noite, Série B do Campeonato Brasileiro. Ao vivo, o repórter da sala de imprensa:

 

— Estou aqui com o Elivelton, autor de seis gols nas ultimas oito partidas da Ponte Preta, que vem subindo na classificação. Elivelton nem vai tomar banho aqui no estádio do Avaí porque tá muito frio e o chuveiro é gelado. Não é isso, Elivelton?"

 

É isso, sim, mas você errou meu nome. É Héverton...



SporTV News, agora à noite, Série B do Campeonato Brasileiro. Ao vivo, o repórter da sala de imprensa:

 

— Estou aqui com o Elivelton, autor de seis gols nas ultimas oito partidas da Ponte Preta, que vem subindo na classificação. Elivelton nem vai tomar banho aqui no estádio do Avaí porque tá muito frio e o chuveiro é gelado. Não é isso, Elivelton?"

 

É isso, sim, mas você errou meu nome. É Héverton...



SporTV News, agora à noite, Série B do Campeonato Brasileiro. Ao vivo, o repórter da sala de imprensa:

 

— Estou aqui com o Elivelton, autor de seis gols nas ultimas oito partidas da Ponte Preta, que vem subindo na classificação. Elivelton nem vai tomar banho aqui no estádio do Avaí porque tá muito frio e o chuveiro é gelado. Não é isso, Elivelton?"

 

É isso, sim, mas você errou meu nome. É Héverton...



Pataquada de Vitonez às 21h55
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Toma lá, dá cá

A RG tem feito anúncios e mais anúncios. Mas, ao análisar as chamadas, não consigo dissociar o Toma Lá, Dá Cá do velho Sai de Baixo, principalmente com Miguel Falabella, ótimo humorista que sempre faz o mesmo papel, e Marisa Orth.

Não sei. Vou assistir, porém já creio que vai seguir o estilo dos programas de provocação de risos (?) da casa, tirando Minha Nada Mole Vida (e, pelo que vejo falarem, A Grande Família).



A RG tem feito anúncios e mais anúncios. Mas, ao análisar as chamadas, não consigo dissociar o Toma Lá, Dá Cá do velho Sai de Baixo, principalmente com Miguel Falabella, ótimo humorista que sempre faz o mesmo papel, e Marisa Orth.

Não sei. Vou assistir, porém já creio que vai seguir o estilo dos programas de provocação de risos (?) da casa, tirando Minha Nada Mole Vida (e, pelo que vejo falarem, A Grande Família).



A RG tem feito anúncios e mais anúncios. Mas, ao análisar as chamadas, não consigo dissociar o Toma Lá, Dá Cá do velho Sai de Baixo, principalmente com Miguel Falabella, ótimo humorista que sempre faz o mesmo papel, e Marisa Orth.

Não sei. Vou assistir, porém já creio que vai seguir o estilo dos programas de provocação de risos (?) da casa, tirando Minha Nada Mole Vida (e, pelo que vejo falarem, A Grande Família).



Pataquada de Vitonez às 12h48
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A quem interessar possa

Graduandos e graduados em Jornalismo — de preferência interessados, espertos, inteligentes e que creiam ter futuro na área — poderão fazer um Curso de Difusão Cultural na área de automobilismo.

A USP abriu até o próximo dia 10, portanto sexta-feira, inscrições para tal. Os jornaleiros devem comparecer ao Departamento de Jornalismo (a famosa ECA) da universidade, localizado no Butantã, munidos de RG, CPF e um protocolo/comprovante de faculdade ou o famigerado MTB. O horário é das 9 às 16h.

As palestras terão como convidados, segundo a programação, Castilho de Andrade, Claudio Carsughi, Luiz Carlos Secco, Reginaldo Leme, Flavio Gomes, Fábio Seixas, Lívio Oricchio, Carlos Cintra Mauro e o fotógrafo Oswaldo Luiz Palermo. Acontecem a partir da próxima segunda-feira (13), das 14h às 17h.

(Curiosamente, falei com Lua e Leme e nenhum deles sabia do curso. A ver.)

É um dos objetivos: despertar o interesse dos estudantes por uma área relevante de seu mercado de trabalho. É outro, que eu destaco, "paboen": entenderia um pouco do meio e serviria para seleção de pessoas que tenham no mínimo bom texto, boa fluência, idéias concatenadas e vontade.

Senão "O Grande Estagiário 2" vem aí... 



Graduandos e graduados em Jornalismo — de preferência interessados, espertos, inteligentes e que creiam ter futuro na área — poderão fazer um Curso de Difusão Cultural na área de automobilismo.

A USP abriu até o próximo dia 10, portanto sexta-feira, inscrições para tal. Os jornaleiros devem comparecer ao Departamento de Jornalismo (a famosa ECA) da universidade, localizado no Butantã, munidos de RG, CPF e um protocolo/comprovante de faculdade ou o famigerado MTB. O horário é das 9 às 16h.

As palestras terão como convidados, segundo a programação, Castilho de Andrade, Claudio Carsughi, Luiz Carlos Secco, Reginaldo Leme, Flavio Gomes, Fábio Seixas, Lívio Oricchio, Carlos Cintra Mauro e o fotógrafo Oswaldo Luiz Palermo. Acontecem a partir da próxima segunda-feira (13), das 14h às 17h.

(Curiosamente, falei com Lua e Leme e nenhum deles sabia do curso. A ver.)

É um dos objetivos: despertar o interesse dos estudantes por uma área relevante de seu mercado de trabalho. É outro, que eu destaco, "paboen": entenderia um pouco do meio e serviria para seleção de pessoas que tenham no mínimo bom texto, boa fluência, idéias concatenadas e vontade.

Senão "O Grande Estagiário 2" vem aí... 



Graduandos e graduados em Jornalismo — de preferência interessados, espertos, inteligentes e que creiam ter futuro na área — poderão fazer um Curso de Difusão Cultural na área de automobilismo.

A USP abriu até o próximo dia 10, portanto sexta-feira, inscrições para tal. Os jornaleiros devem comparecer ao Departamento de Jornalismo (a famosa ECA) da universidade, localizado no Butantã, munidos de RG, CPF e um protocolo/comprovante de faculdade ou o famigerado MTB. O horário é das 9 às 16h.

As palestras terão como convidados, segundo a programação, Castilho de Andrade, Claudio Carsughi, Luiz Carlos Secco, Reginaldo Leme, Flavio Gomes, Fábio Seixas, Lívio Oricchio, Carlos Cintra Mauro e o fotógrafo Oswaldo Luiz Palermo. Acontecem a partir da próxima segunda-feira (13), das 14h às 17h.

(Curiosamente, falei com Lua e Leme e nenhum deles sabia do curso. A ver.)

É um dos objetivos: despertar o interesse dos estudantes por uma área relevante de seu mercado de trabalho. É outro, que eu destaco, "paboen": entenderia um pouco do meio e serviria para seleção de pessoas que tenham no mínimo bom texto, boa fluência, idéias concatenadas e vontade.

Senão "O Grande Estagiário 2" vem aí... 



Pataquada de Vitonez às 17h24
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E descansou sete dias

A partir desta segunda, tirarei uma semana de folga.

Atualizarei o blog normalmente, contudo. Acho.



A partir desta segunda, tirarei uma semana de folga.

Atualizarei o blog normalmente, contudo. Acho.



A partir desta segunda, tirarei uma semana de folga.

Atualizarei o blog normalmente, contudo. Acho.



Pataquada de Vitonez às 23h52
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War da F-1

A Grow lançou recentemente uma versão nova de seu maior jogo, War, com configuração do Império Romano. Eu, admirador de jogos de tabuleiro, fiquei impressionado e ouriçado para ter aquele jogo cujo custo beira os R$ 100.

Mas acho que a F-1 pode dar idéias mais claras à fabricante de brinquedos. Com o que aconteceu neste sábado na Hungria, o mapa da Europa poderia facilmente ser usado como espaço da guerra.

As dez equipes e os países que sediam GPs seriam representados, sendo que o território de Woking seria amplo, quase continental, com sala de espionagem e masmorra. Os exércitos seriam representados por bonecos com a feição de Alonso. Teriam, também, a sede da FIA em Paris, o conglomerado dos comissários, o tribunal de Haia, o céu e o inferno.

Amanhã, com o objetivo em mãos e sem pole, Fernandinho ataca o mundo. E não só com três dados.



A Grow lançou recentemente uma versão nova de seu maior jogo, War, com configuração do Império Romano. Eu, admirador de jogos de tabuleiro, fiquei impressionado e ouriçado para ter aquele jogo cujo custo beira os R$ 100.

Mas acho que a F-1 pode dar idéias mais claras à fabricante de brinquedos. Com o que aconteceu neste sábado na Hungria, o mapa da Europa poderia facilmente ser usado como espaço da guerra.

As dez equipes e os países que sediam GPs seriam representados, sendo que o território de Woking seria amplo, quase continental, com sala de espionagem e masmorra. Os exércitos seriam representados por bonecos com a feição de Alonso. Teriam, também, a sede da FIA em Paris, o conglomerado dos comissários, o tribunal de Haia, o céu e o inferno.

Amanhã, com o objetivo em mãos e sem pole, Fernandinho ataca o mundo. E não só com três dados.



A Grow lançou recentemente uma versão nova de seu maior jogo, War, com configuração do Império Romano. Eu, admirador de jogos de tabuleiro, fiquei impressionado e ouriçado para ter aquele jogo cujo custo beira os R$ 100.

Mas acho que a F-1 pode dar idéias mais claras à fabricante de brinquedos. Com o que aconteceu neste sábado na Hungria, o mapa da Europa poderia facilmente ser usado como espaço da guerra.

As dez equipes e os países que sediam GPs seriam representados, sendo que o território de Woking seria amplo, quase continental, com sala de espionagem e masmorra. Os exércitos seriam representados por bonecos com a feição de Alonso. Teriam, também, a sede da FIA em Paris, o conglomerado dos comissários, o tribunal de Haia, o céu e o inferno.

Amanhã, com o objetivo em mãos e sem pole, Fernandinho ataca o mundo. E não só com três dados.



Pataquada de Vitonez às 20h49
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Adendo sobre Nelsinho Piquet

Que Nelsinho Piquet tinha uma cláusula para correr em 2008, disso todos sabiam, evidentemente. A notícia (e não boato ou rumor) é que houve uma reunião, mais precisamente na segunda-feira, em que Flavio Briatore definiu que o brasileiro será titular. É isso. Li em muitos lugares e algumas pessoas me falaram do "momento em que a imprensa vive, de especulações", colegas de profissão arrotando discurso, outros até comemorando o veto da Renault. Essa gente é bem infeliz. Primeiro porque menospreza e desqualifica o trabalho dos outros, coisa que já disse enésimas vezes aqui, como se só o seu valesse. E, principalmente: é só uma matéria, é só uma informação. Não é a decisão do purgatório, do bem e do mal, do bom e do ruim, do correto e do errado. A minha vida, bem como a de ninguém, vai ser guiada por uma simples notícia de um piloto brasileiro que, enfim, acertou para ser titular na Renault. Antes de jornalistas, caros colegas, somos gente. O dia que o jornalismo deixar de prestar a mim ou a quem quer que seja, creio que cada um vai procurar o melhor para o que lhe convier.

Que Nelsinho Piquet tinha uma cláusula para correr em 2008, disso todos sabiam, evidentemente. A notícia (e não boato ou rumor) é que houve uma reunião, mais precisamente na segunda-feira, em que Flavio Briatore definiu que o brasileiro será titular. É isso. Li em muitos lugares e algumas pessoas me falaram do "momento em que a imprensa vive, de especulações", colegas de profissão arrotando discurso, outros até comemorando o veto da Renault. Essa gente é bem infeliz. Primeiro porque menospreza e desqualifica o trabalho dos outros, coisa que já disse enésimas vezes aqui, como se só o seu valesse. E, principalmente: é só uma matéria, é só uma informação. Não é a decisão do purgatório, do bem e do mal, do bom e do ruim, do correto e do errado. A minha vida, bem como a de ninguém, vai ser guiada por uma simples notícia de um piloto brasileiro que, enfim, acertou para ser titular na Renault. Antes de jornalistas, caros colegas, somos gente. O dia que o jornalismo deixar de prestar a mim ou a quem quer que seja, creio que cada um vai procurar o melhor para o que lhe convier.

Que Nelsinho Piquet tinha uma cláusula para correr em 2008, disso todos sabiam, evidentemente. A notícia (e não boato ou rumor) é que houve uma reunião, mais precisamente na segunda-feira, em que Flavio Briatore definiu que o brasileiro será titular. É isso. Li em muitos lugares e algumas pessoas me falaram do "momento em que a imprensa vive, de especulações", colegas de profissão arrotando discurso, outros até comemorando o veto da Renault. Essa gente é bem infeliz. Primeiro porque menospreza e desqualifica o trabalho dos outros, coisa que já disse enésimas vezes aqui, como se só o seu valesse. E, principalmente: é só uma matéria, é só uma informação. Não é a decisão do purgatório, do bem e do mal, do bom e do ruim, do correto e do errado. A minha vida, bem como a de ninguém, vai ser guiada por uma simples notícia de um piloto brasileiro que, enfim, acertou para ser titular na Renault. Antes de jornalistas, caros colegas, somos gente. O dia que o jornalismo deixar de prestar a mim ou a quem quer que seja, creio que cada um vai procurar o melhor para o que lhe convier.

Pataquada de Vitonez às 16h30
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Tudo tem um propósito

Vi uma cena de uma película brasileira ótima, agora há pouco.

Sob o comando de Castrinho. É. Tinha Debora, Fernanda, Jair e Pepita, em atuação exemplar.

Registro agora porque mais tarde todos verão o filme.



Vi uma cena de uma película brasileira ótima, agora há pouco.

Sob o comando de Castrinho. É. Tinha Debora, Fernanda, Jair e Pepita, em atuação exemplar.

Registro agora porque mais tarde todos verão o filme.



Vi uma cena de uma película brasileira ótima, agora há pouco.

Sob o comando de Castrinho. É. Tinha Debora, Fernanda, Jair e Pepita, em atuação exemplar.

Registro agora porque mais tarde todos verão o filme.



Pataquada de Vitonez às 14h33
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Do kart para a A1 GP

O Blog Victal também pode confidenciar que dois pilotos brasileiros com bastante fama pela carreira no kart devem guiar o carro do time brasileiro na A1 GP nos próximos testes — aliás, sei lá quando acontecem; procurei no site oficial alguma informação dos ensaios e nada achei.

Serviria para um breve Jogo das Pistas, até. Acho que farei isso.

É a primeira dica.



Categoria: Jogo das Pistas

Do kart para a A1 GP

O Blog Victal também pode confidenciar que dois pilotos brasileiros com bastante fama pela carreira no kart devem guiar o carro do time brasileiro na A1 GP nos próximos testes — aliás, sei lá quando acontecem; procurei no site oficial alguma informação dos ensaios e nada achei.

Serviria para um breve Jogo das Pistas, até. Acho que farei isso.

É a primeira dica.



Categoria: Jogo das Pistas

Do kart para a A1 GP

O Blog Victal também pode confidenciar que dois pilotos brasileiros com bastante fama pela carreira no kart devem guiar o carro do time brasileiro na A1 GP nos próximos testes — aliás, sei lá quando acontecem; procurei no site oficial alguma informação dos ensaios e nada achei.

Serviria para um breve Jogo das Pistas, até. Acho que farei isso.

É a primeira dica.



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 14h29
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Piquet será titular da Renault em 2008

O Blog Victal pode informar que nesta semana, Nelsinho Piquet acertou com a Renault para ser titular da equipe bicampeã da F-1 em 2008. 

A dica vinha sendo dada pelo pai, Nelsão, e até por Flavio Briatore, chefe do time franco-inglês. Uma reunião no começo desta semana definiu os rumos do brasileiro, que passa a ser o terceiro representante nacional a disputar os GPs da principal categoria do automobilismo, ao lado de Felipe Massa (Ferrari) e Rubens Barrichello (Honda).

O nome de Piquet rondava os lados da Williams para substituir Alexander Wurz. Mas as boas aparições do austríaco duas, na verdade, que garantiram bons pontos para a escuderia de Grove —, além do feedback que passa, vão garanti-lo até o fim do ano.

É improvável que Nelsinho estréie neste ano, como tem se cogitado, principalmente no GP do Brasil. Ainda não se sabe quem será seu companheiro. Giancarlo Fisichella provavelmente está fora. Briatore luta para trazer Fernando Alonso de volta. Sem êxito, ficará com Heikki Kovalainen, seu pupilo.

Informei.



O Blog Victal pode informar que nesta semana, Nelsinho Piquet acertou com a Renault para ser titular da equipe bicampeã da F-1 em 2008. 

A dica vinha sendo dada pelo pai, Nelsão, e até por Flavio Briatore, chefe do time franco-inglês. Uma reunião no começo desta semana definiu os rumos do brasileiro, que passa a ser o terceiro representante nacional a disputar os GPs da principal categoria do automobilismo, ao lado de Felipe Massa (Ferrari) e Rubens Barrichello (Honda).

O nome de Piquet rondava os lados da Williams para substituir Alexander Wurz. Mas as boas aparições do austríaco duas, na verdade, que garantiram bons pontos para a escuderia de Grove —, além do feedback que passa, vão garanti-lo até o fim do ano.

É improvável que Nelsinho estréie neste ano, como tem se cogitado, principalmente no GP do Brasil. Ainda não se sabe quem será seu companheiro. Giancarlo Fisichella provavelmente está fora. Briatore luta para trazer Fernando Alonso de volta. Sem êxito, ficará com Heikki Kovalainen, seu pupilo.

Informei.



O Blog Victal pode informar que nesta semana, Nelsinho Piquet acertou com a Renault para ser titular da equipe bicampeã da F-1 em 2008. 

A dica vinha sendo dada pelo pai, Nelsão, e até por Flavio Briatore, chefe do time franco-inglês. Uma reunião no começo desta semana definiu os rumos do brasileiro, que passa a ser o terceiro representante nacional a disputar os GPs da principal categoria do automobilismo, ao lado de Felipe Massa (Ferrari) e Rubens Barrichello (Honda).

O nome de Piquet rondava os lados da Williams para substituir Alexander Wurz. Mas as boas aparições do austríaco duas, na verdade, que garantiram bons pontos para a escuderia de Grove —, além do feedback que passa, vão garanti-lo até o fim do ano.

É improvável que Nelsinho estréie neste ano, como tem se cogitado, principalmente no GP do Brasil. Ainda não se sabe quem será seu companheiro. Giancarlo Fisichella provavelmente está fora. Briatore luta para trazer Fernando Alonso de volta. Sem êxito, ficará com Heikki Kovalainen, seu pupilo.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 14h05
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Novos casos de cópias explícitas

No último mês, os internautas deste blog puderam conferir o debate entre mim, Ivan Capelli e Rafael Lopes sobre cópias, plágios e afins. No fim, as coisas foram resolvidas, após farpas e golpes de karatê via rede.

Esqueci de dizer que recentemente — e isso vem acontecendo já tem um tempo — que o "repórter" que cobre F-1 na Jovem Pan AM, Felipe Motta, usa escancaradamente as notícias que são publicadas no Grande Prêmio. A última da vez foi o resultado do veredito do Conselho Mundial da FIA, em que ele teve o despautério de ler a matéria feita por Bruno Vicaria no ar ipsis litteris.

A ele mandamos e-mail — pela segunda vez, diga-se; o primeiro, enviado por Flavio Gomes, foi ignorado, como desta vez. A antiga Rádio Panamericana já foi melhor na seleção de seus profissionais...

Com o amigo malabarista Rodrigo Borges, aconteceu caso semelhante. Um blog tem usado seus textos na miúda. RB fez uma denúncia, e podemos ajudar, clicando aqui para avisar ao Blogspot. É só clicar na bandeirinha vermelha para sinalizar a fraude.



No último mês, os internautas deste blog puderam conferir o debate entre mim, Ivan Capelli e Rafael Lopes sobre cópias, plágios e afins. No fim, as coisas foram resolvidas, após farpas e golpes de karatê via rede.

Esqueci de dizer que recentemente — e isso vem acontecendo já tem um tempo — que o "repórter" que cobre F-1 na Jovem Pan AM, Felipe Motta, usa escancaradamente as notícias que são publicadas no Grande Prêmio. A última da vez foi o resultado do veredito do Conselho Mundial da FIA, em que ele teve o despautério de ler a matéria feita por Bruno Vicaria no ar ipsis litteris.

A ele mandamos e-mail — pela segunda vez, diga-se; o primeiro, enviado por Flavio Gomes, foi ignorado, como desta vez. A antiga Rádio Panamericana já foi melhor na seleção de seus profissionais...

Com o amigo malabarista Rodrigo Borges, aconteceu caso semelhante. Um blog tem usado seus textos na miúda. RB fez uma denúncia, e podemos ajudar, clicando aqui para avisar ao Blogspot. É só clicar na bandeirinha vermelha para sinalizar a fraude.



No último mês, os internautas deste blog puderam conferir o debate entre mim, Ivan Capelli e Rafael Lopes sobre cópias, plágios e afins. No fim, as coisas foram resolvidas, após farpas e golpes de karatê via rede.

Esqueci de dizer que recentemente — e isso vem acontecendo já tem um tempo — que o "repórter" que cobre F-1 na Jovem Pan AM, Felipe Motta, usa escancaradamente as notícias que são publicadas no Grande Prêmio. A última da vez foi o resultado do veredito do Conselho Mundial da FIA, em que ele teve o despautério de ler a matéria feita por Bruno Vicaria no ar ipsis litteris.

A ele mandamos e-mail — pela segunda vez, diga-se; o primeiro, enviado por Flavio Gomes, foi ignorado, como desta vez. A antiga Rádio Panamericana já foi melhor na seleção de seus profissionais...

Com o amigo malabarista Rodrigo Borges, aconteceu caso semelhante. Um blog tem usado seus textos na miúda. RB fez uma denúncia, e podemos ajudar, clicando aqui para avisar ao Blogspot. É só clicar na bandeirinha vermelha para sinalizar a fraude.



Pataquada de Vitonez às 22h47
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Outro furinho. Só um buraquinho

Conta-me uma fonte que pouco pode beber dado o avanço de degradação do fígado que Mika Hakkinen aterrissa, se não houver problemas aéreos, nesta sexta-feira (3) em São Paulo. O finlandês vai participar de uma campanha da Johnnie Walker para consumo responsável de bebidas.

Hakkinen, espécie de embaixador da empresa de uísque, levará um consumidor da JW para casa depois de um happy-hour, como parte da campanha Movimento Piloto da Vez.

Informei.



Conta-me uma fonte que pouco pode beber dado o avanço de degradação do fígado que Mika Hakkinen aterrissa, se não houver problemas aéreos, nesta sexta-feira (3) em São Paulo. O finlandês vai participar de uma campanha da Johnnie Walker para consumo responsável de bebidas.

Hakkinen, espécie de embaixador da empresa de uísque, levará um consumidor da JW para casa depois de um happy-hour, como parte da campanha Movimento Piloto da Vez.

Informei.



Conta-me uma fonte que pouco pode beber dado o avanço de degradação do fígado que Mika Hakkinen aterrissa, se não houver problemas aéreos, nesta sexta-feira (3) em São Paulo. O finlandês vai participar de uma campanha da Johnnie Walker para consumo responsável de bebidas.

Hakkinen, espécie de embaixador da empresa de uísque, levará um consumidor da JW para casa depois de um happy-hour, como parte da campanha Movimento Piloto da Vez.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 20h05
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Amanhã, um furinho de F-1

O Blog Victal vai informar amanhã um furo que remete a um piloto brasileiro.

Visite este espaço a partir das 14h.

Informei.



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Visite este espaço a partir das 14h.

Informei.



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Visite este espaço a partir das 14h.

Informei.



Pataquada de Vitonez às 12h22
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Um dia de folga

Dei-me um dia de folga. Este blog volta a ser atualizado normalmente nesta quinta-feira, se assunto tiver.

Sempre tem.



Dei-me um dia de folga. Este blog volta a ser atualizado normalmente nesta quinta-feira, se assunto tiver.

Sempre tem.



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Sempre tem.



Pataquada de Vitonez às 00h01
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