São Paulo rosácea

E já tem nego dizendo que vai ter uma Parada Gay extra à noite, lá pelas 23h30, ali pelos lados da Giovani Gronchi.

Maldade.



E já tem nego dizendo que vai ter uma Parada Gay extra à noite, lá pelas 23h30, ali pelos lados da Giovani Gronchi.

Maldade.



E já tem nego dizendo que vai ter uma Parada Gay extra à noite, lá pelas 23h30, ali pelos lados da Giovani Gronchi.

Maldade.



Pataquada de Vitonez às 14h26
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Direto do túnel do tempo

Há sete anos eu estava em Cumbica neste momento. Partindo para Chicago, em minha primeira e até então única viagem internacional. Coisa do destino, havia ganhado uma promoção da ESPN após escrever uma frase sobre automobilismo que me contemplava ir a Fontana para acompanhar a decisão da então Cart.

Um ano depois da morte de Greg Moore, aquele superoval se preparava para definir quem dentre Kenny Brack, Adrián Fernández, Gil de Ferran, entre outros, sairia campeão. Christian Fittipaldi venceu a corrida postergada para a segunda-feira — no domingo, haviam sido dadas 27 voltas até a chuva atrapalhar —, com Roberto Moreno em segundo e Gil em terceiro, conquistando a taça.

E depois, no aeroporto de Miami, escala de volta para São Paulo, o encontro com Juan Pablo Montoya e Tarso Marques. O colombiano foi o primeiro piloto que vi pessoalmente depois que comecei a trabalhar no Grande Prêmio, em um evento da Petrobras no sambódromo de São Paulo, e o paranaense, toda santa corrida da longe-de-ser-santa Stock Car encontro.

Só não vi mais André Marques, aquele do Video Show, que voltava de um encontro de carros. Que respondeu a uma senhora lá que perguntou se Miguel Falabella era viado. "Não, viado, não. Ele é uma mulher."



Há sete anos eu estava em Cumbica neste momento. Partindo para Chicago, em minha primeira e até então única viagem internacional. Coisa do destino, havia ganhado uma promoção da ESPN após escrever uma frase sobre automobilismo que me contemplava ir a Fontana para acompanhar a decisão da então Cart.

Um ano depois da morte de Greg Moore, aquele superoval se preparava para definir quem dentre Kenny Brack, Adrián Fernández, Gil de Ferran, entre outros, sairia campeão. Christian Fittipaldi venceu a corrida postergada para a segunda-feira — no domingo, haviam sido dadas 27 voltas até a chuva atrapalhar —, com Roberto Moreno em segundo e Gil em terceiro, conquistando a taça.

E depois, no aeroporto de Miami, escala de volta para São Paulo, o encontro com Juan Pablo Montoya e Tarso Marques. O colombiano foi o primeiro piloto que vi pessoalmente depois que comecei a trabalhar no Grande Prêmio, em um evento da Petrobras no sambódromo de São Paulo, e o paranaense, toda santa corrida da longe-de-ser-santa Stock Car encontro.

Só não vi mais André Marques, aquele do Video Show, que voltava de um encontro de carros. Que respondeu a uma senhora lá que perguntou se Miguel Falabella era viado. "Não, viado, não. Ele é uma mulher."



Há sete anos eu estava em Cumbica neste momento. Partindo para Chicago, em minha primeira e até então única viagem internacional. Coisa do destino, havia ganhado uma promoção da ESPN após escrever uma frase sobre automobilismo que me contemplava ir a Fontana para acompanhar a decisão da então Cart.

Um ano depois da morte de Greg Moore, aquele superoval se preparava para definir quem dentre Kenny Brack, Adrián Fernández, Gil de Ferran, entre outros, sairia campeão. Christian Fittipaldi venceu a corrida postergada para a segunda-feira — no domingo, haviam sido dadas 27 voltas até a chuva atrapalhar —, com Roberto Moreno em segundo e Gil em terceiro, conquistando a taça.

E depois, no aeroporto de Miami, escala de volta para São Paulo, o encontro com Juan Pablo Montoya e Tarso Marques. O colombiano foi o primeiro piloto que vi pessoalmente depois que comecei a trabalhar no Grande Prêmio, em um evento da Petrobras no sambódromo de São Paulo, e o paranaense, toda santa corrida da longe-de-ser-santa Stock Car encontro.

Só não vi mais André Marques, aquele do Video Show, que voltava de um encontro de carros. Que respondeu a uma senhora lá que perguntou se Miguel Falabella era viado. "Não, viado, não. Ele é uma mulher."



Pataquada de Vitonez às 13h00
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Jogo das Pistas mais do que rápido

O novo quarto membro

A Andretti Green, equipe campeã da IRL com Dario Franchitti, definiu que vai colocar um piloto para substituí-lo na temporada 2008 — de início, o chefe Michael Andretti pensava em correr com apenas três no ano que vem. E o Blog Victal pode confirmar que haverá um anúncio de seu novo membro nesta quarta-feira. 

Aliás, a escolha é envolvida por um certo suspense. Apenas a cúpula do time sabe de quem se trata — nem mesmo os pilotos remanescentes têm idéia. Terão de esperar até horas antes da revelação à imprensa, algo que deve acontecer no começo da noite de amanhã.  



Categoria: Jogo das Pistas

Jogo das Pistas mais do que rápido

O novo quarto membro

A Andretti Green, equipe campeã da IRL com Dario Franchitti, definiu que vai colocar um piloto para substituí-lo na temporada 2008 — de início, o chefe Michael Andretti pensava em correr com apenas três no ano que vem. E o Blog Victal pode confirmar que haverá um anúncio de seu novo membro nesta quarta-feira. 

Aliás, a escolha é envolvida por um certo suspense. Apenas a cúpula do time sabe de quem se trata — nem mesmo os pilotos remanescentes têm idéia. Terão de esperar até horas antes da revelação à imprensa, algo que deve acontecer no começo da noite de amanhã.  



Categoria: Jogo das Pistas

Jogo das Pistas mais do que rápido

O novo quarto membro

A Andretti Green, equipe campeã da IRL com Dario Franchitti, definiu que vai colocar um piloto para substituí-lo na temporada 2008 — de início, o chefe Michael Andretti pensava em correr com apenas três no ano que vem. E o Blog Victal pode confirmar que haverá um anúncio de seu novo membro nesta quarta-feira. 

Aliás, a escolha é envolvida por um certo suspense. Apenas a cúpula do time sabe de quem se trata — nem mesmo os pilotos remanescentes têm idéia. Terão de esperar até horas antes da revelação à imprensa, algo que deve acontecer no começo da noite de amanhã.  



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 22h57
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A pergunta que é válida

Não sei se falaram, não acompanhei. Mas o que fazia Paulo Coelho na delegação brasileira a Zurique no anúncio da Copa?

Ensinar o caminho de Compostela a São Paulo e Rio?



Não sei se falaram, não acompanhei. Mas o que fazia Paulo Coelho na delegação brasileira a Zurique no anúncio da Copa?

Ensinar o caminho de Compostela a São Paulo e Rio?



Não sei se falaram, não acompanhei. Mas o que fazia Paulo Coelho na delegação brasileira a Zurique no anúncio da Copa?

Ensinar o caminho de Compostela a São Paulo e Rio?



Pataquada de Vitonez às 12h03
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Queda livre

Deu na Folha Online: Pica-Pau ganha da RG por mais de uma hora.

O dia e o horário: domingo, das 11h24 às 12h44.

A Stock Car começou às 11h. Deu 8 pontos, um a menos que a Record.



Deu na Folha Online: Pica-Pau ganha da RG por mais de uma hora.

O dia e o horário: domingo, das 11h24 às 12h44.

A Stock Car começou às 11h. Deu 8 pontos, um a menos que a Record.



Deu na Folha Online: Pica-Pau ganha da RG por mais de uma hora.

O dia e o horário: domingo, das 11h24 às 12h44.

A Stock Car começou às 11h. Deu 8 pontos, um a menos que a Record.



Pataquada de Vitonez às 20h36
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As mais-mais de PoA

Aproveito meu primeiro dos três dias vindouros de folga na São Paulo que não tem mais chuva. Deixei Porto Alegre, uma cidade ótima, mulheres bonitas e companhias deveras agradáveis. A festa de quinta, o jantar de sexta, o almoço que se prolongou até uma da manhã no sábado, as piadas de sempre na sala de imprensa, tudo uma beleza.

A Stock não borbulhou tanto, apesar do calor. O que foi de lá e compartilho:

1) Enrique Bernoldi deve deixar a Biosintética Action Power. Uma das razões seria o modo com que o ex-piloto da Arrows trata seu grupo, sobretudo durante as corridas. Para seu lugar, Luciano Burti, ex-Prost e Jaguar, é o mais cotado.

2) A regra que determina que apenas as 16 melhores equipes do ano mais a campeã da Light farão parte do campeonato do ano que vem pode, digamos, sofrer um ajuste. Falam que haverá dois times "convidados" a integrar o seleto grupo. E que seriam a Win — que estreou neste ano com Antonio Pizzonia e participação do grupo que controla o marketing da categoria, a WE — e a WB, do não tão bem querido Washington Bezerra. 

3) O momento "Parabéns pra você" da vez foi de Carlos Montagner, diretor de provas da Stock, que aniversariou no sábado e recebeu os aplausos no dia seguinte, em sua aparição na sala de imprensa. Claro, Marcelo Eduardo Braga não foi esquecido.

4) Alessandra Horst fez sua última corrida na temporada. A bela e nipônica esposa do fotógrafo Carsten Horst está grávida. Ela e Fernanda Gonçalves quase foram acertadas pelo destelhamento da sala de imprensa neste fim de semana.



Aproveito meu primeiro dos três dias vindouros de folga na São Paulo que não tem mais chuva. Deixei Porto Alegre, uma cidade ótima, mulheres bonitas e companhias deveras agradáveis. A festa de quinta, o jantar de sexta, o almoço que se prolongou até uma da manhã no sábado, as piadas de sempre na sala de imprensa, tudo uma beleza.

A Stock não borbulhou tanto, apesar do calor. O que foi de lá e compartilho:

1) Enrique Bernoldi deve deixar a Biosintética Action Power. Uma das razões seria o modo com que o ex-piloto da Arrows trata seu grupo, sobretudo durante as corridas. Para seu lugar, Luciano Burti, ex-Prost e Jaguar, é o mais cotado.

2) A regra que determina que apenas as 16 melhores equipes do ano mais a campeã da Light farão parte do campeonato do ano que vem pode, digamos, sofrer um ajuste. Falam que haverá dois times "convidados" a integrar o seleto grupo. E que seriam a Win — que estreou neste ano com Antonio Pizzonia e participação do grupo que controla o marketing da categoria, a WE — e a WB, do não tão bem querido Washington Bezerra. 

3) O momento "Parabéns pra você" da vez foi de Carlos Montagner, diretor de provas da Stock, que aniversariou no sábado e recebeu os aplausos no dia seguinte, em sua aparição na sala de imprensa. Claro, Marcelo Eduardo Braga não foi esquecido.

4) Alessandra Horst fez sua última corrida na temporada. A bela e nipônica esposa do fotógrafo Carsten Horst está grávida. Ela e Fernanda Gonçalves quase foram acertadas pelo destelhamento da sala de imprensa neste fim de semana.



Aproveito meu primeiro dos três dias vindouros de folga na São Paulo que não tem mais chuva. Deixei Porto Alegre, uma cidade ótima, mulheres bonitas e companhias deveras agradáveis. A festa de quinta, o jantar de sexta, o almoço que se prolongou até uma da manhã no sábado, as piadas de sempre na sala de imprensa, tudo uma beleza.

A Stock não borbulhou tanto, apesar do calor. O que foi de lá e compartilho:

1) Enrique Bernoldi deve deixar a Biosintética Action Power. Uma das razões seria o modo com que o ex-piloto da Arrows trata seu grupo, sobretudo durante as corridas. Para seu lugar, Luciano Burti, ex-Prost e Jaguar, é o mais cotado.

2) A regra que determina que apenas as 16 melhores equipes do ano mais a campeã da Light farão parte do campeonato do ano que vem pode, digamos, sofrer um ajuste. Falam que haverá dois times "convidados" a integrar o seleto grupo. E que seriam a Win — que estreou neste ano com Antonio Pizzonia e participação do grupo que controla o marketing da categoria, a WE — e a WB, do não tão bem querido Washington Bezerra. 

3) O momento "Parabéns pra você" da vez foi de Carlos Montagner, diretor de provas da Stock, que aniversariou no sábado e recebeu os aplausos no dia seguinte, em sua aparição na sala de imprensa. Claro, Marcelo Eduardo Braga não foi esquecido.

4) Alessandra Horst fez sua última corrida na temporada. A bela e nipônica esposa do fotógrafo Carsten Horst está grávida. Ela e Fernanda Gonçalves quase foram acertadas pelo destelhamento da sala de imprensa neste fim de semana.



Pataquada de Vitonez às 14h04
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Sala de imprensa destelhada ao vivo

Buenas a todos.

Estou cá em Tarumã, daqui a pouco em Porto Alegre, para a cobertura da Stock Car neste fim de semana. Ontem mal deu tempo para entrar aqui. Enfim.

O melhor do dia foi o destelhamento da sala de imprensa depois do turrão Wagner Gonzalez reclamar que o mesmo já havia acontecido anos anteriores e nada fora feito. Uma placa soltou-se do teto e quase acertou a grávida Alessandra Horst. Marcelo Eduardo Braga, aliás, parabéns a ele!, providenciou a saída de todos os jornalistas. "Estamos fechando", disse, como bom árabe que cerra as portas de seu negocinho.

Eu e os demais aceclas pusemo-nos sob uma tendinha que servirá para aparição de patrocínio da TAM por uns 20 minutos.

Depois voltamos.

Uau, que interessante!

Bom, Bruno Vicaria averiguará a história dos minutos que antecederam a largada em Buenos Aires, que acabaram por prejudicar Ricardo Sperafico, o pole da corrida. E daí verificaremos: qual o papel da TV na categoria?

A saber.

PS: O "aceclas" é proposital, para quem não sabe. É como "pataquada", escrito erroneamente de propósito. O primeiro, no caso, é para se referir ao grupo, digamos, não muito católico e correto que me acerca — ao qual estou incluso, claro. O segundo porque "patacoada" é horrível.



Buenas a todos.

Estou cá em Tarumã, daqui a pouco em Porto Alegre, para a cobertura da Stock Car neste fim de semana. Ontem mal deu tempo para entrar aqui. Enfim.

O melhor do dia foi o destelhamento da sala de imprensa depois do turrão Wagner Gonzalez reclamar que o mesmo já havia acontecido anos anteriores e nada fora feito. Uma placa soltou-se do teto e quase acertou a grávida Alessandra Horst. Marcelo Eduardo Braga, aliás, parabéns a ele!, providenciou a saída de todos os jornalistas. "Estamos fechando", disse, como bom árabe que cerra as portas de seu negocinho.

Eu e os demais aceclas pusemo-nos sob uma tendinha que servirá para aparição de patrocínio da TAM por uns 20 minutos.

Depois voltamos.

Uau, que interessante!

Bom, Bruno Vicaria averiguará a história dos minutos que antecederam a largada em Buenos Aires, que acabaram por prejudicar Ricardo Sperafico, o pole da corrida. E daí verificaremos: qual o papel da TV na categoria?

A saber.

PS: O "aceclas" é proposital, para quem não sabe. É como "pataquada", escrito erroneamente de propósito. O primeiro, no caso, é para se referir ao grupo, digamos, não muito católico e correto que me acerca — ao qual estou incluso, claro. O segundo porque "patacoada" é horrível.



Buenas a todos.

Estou cá em Tarumã, daqui a pouco em Porto Alegre, para a cobertura da Stock Car neste fim de semana. Ontem mal deu tempo para entrar aqui. Enfim.

O melhor do dia foi o destelhamento da sala de imprensa depois do turrão Wagner Gonzalez reclamar que o mesmo já havia acontecido anos anteriores e nada fora feito. Uma placa soltou-se do teto e quase acertou a grávida Alessandra Horst. Marcelo Eduardo Braga, aliás, parabéns a ele!, providenciou a saída de todos os jornalistas. "Estamos fechando", disse, como bom árabe que cerra as portas de seu negocinho.

Eu e os demais aceclas pusemo-nos sob uma tendinha que servirá para aparição de patrocínio da TAM por uns 20 minutos.

Depois voltamos.

Uau, que interessante!

Bom, Bruno Vicaria averiguará a história dos minutos que antecederam a largada em Buenos Aires, que acabaram por prejudicar Ricardo Sperafico, o pole da corrida. E daí verificaremos: qual o papel da TV na categoria?

A saber.

PS: O "aceclas" é proposital, para quem não sabe. É como "pataquada", escrito erroneamente de propósito. O primeiro, no caso, é para se referir ao grupo, digamos, não muito católico e correto que me acerca — ao qual estou incluso, claro. O segundo porque "patacoada" é horrível.



Pataquada de Vitonez às 15h29
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Aplausos a vocês

Um agradecimento a todos os elogios e comentários que me foram feitos neste blog nos últimos tempos. Sou meio relapso em não responder um a um, mas garanto que leio todos.

Amaral, Pedro Paiva, Cowboy, Luciano, Gustavo Coelho, Juliana Assunção, Kleber, Marcelo Gasparini, Joaquim, R/T, Carlos Garcia, Luciana Sales, Renato Miranda, Renato Ide, Bafo, Capelli, Léo Pereira, Fabiano Monteiro, Valdner, Carlos Bragatto, Tata, Adams, Rodrigo e a todos os demais que se não foram citados, recebem igual menção. Principalmente por manterem este um espaço cordial e civilizado.



Um agradecimento a todos os elogios e comentários que me foram feitos neste blog nos últimos tempos. Sou meio relapso em não responder um a um, mas garanto que leio todos.

Amaral, Pedro Paiva, Cowboy, Luciano, Gustavo Coelho, Juliana Assunção, Kleber, Marcelo Gasparini, Joaquim, R/T, Carlos Garcia, Luciana Sales, Renato Miranda, Renato Ide, Bafo, Capelli, Léo Pereira, Fabiano Monteiro, Valdner, Carlos Bragatto, Tata, Adams, Rodrigo e a todos os demais que se não foram citados, recebem igual menção. Principalmente por manterem este um espaço cordial e civilizado.



Um agradecimento a todos os elogios e comentários que me foram feitos neste blog nos últimos tempos. Sou meio relapso em não responder um a um, mas garanto que leio todos.

Amaral, Pedro Paiva, Cowboy, Luciano, Gustavo Coelho, Juliana Assunção, Kleber, Marcelo Gasparini, Joaquim, R/T, Carlos Garcia, Luciana Sales, Renato Miranda, Renato Ide, Bafo, Capelli, Léo Pereira, Fabiano Monteiro, Valdner, Carlos Bragatto, Tata, Adams, Rodrigo e a todos os demais que se não foram citados, recebem igual menção. Principalmente por manterem este um espaço cordial e civilizado.



Pataquada de Vitonez às 15h33
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Em código

Começa com FM, MS, RB, VL, LB, SV, CK, MG e NP.

Depois tem do Norte TK, VM, MA, DW e TS.

Daqui mesmo vão AP, EB, LB, CB, PB e RZ.

Da base são dois: LdG e XN.

Outras: FG, JPdO e AB.

São os 25 do DE.

 



Começa com FM, MS, RB, VL, LB, SV, CK, MG e NP.

Depois tem do Norte TK, VM, MA, DW e TS.

Daqui mesmo vão AP, EB, LB, CB, PB e RZ.

Da base são dois: LdG e XN.

Outras: FG, JPdO e AB.

São os 25 do DE.

 



Começa com FM, MS, RB, VL, LB, SV, CK, MG e NP.

Depois tem do Norte TK, VM, MA, DW e TS.

Daqui mesmo vão AP, EB, LB, CB, PB e RZ.

Da base são dois: LdG e XN.

Outras: FG, JPdO e AB.

São os 25 do DE.

 



Pataquada de Vitonez às 10h12
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Tudo tem uma razão

Sabe por que a Honda foi mal?

Miguel Costa Jr.

O mesmo ser que estava no mesmo carro que eu em novembro de 2005 e cuja influência impediu que entrássemos na rave Tribe depois de nove horas na estrada.

O mesmo indivíduo que, ao telefone, levou a Claudinei Graminho a bater seu carro na tarde de hoje.

Bruno Zicaria.



Sabe por que a Honda foi mal?

Miguel Costa Jr.

O mesmo ser que estava no mesmo carro que eu em novembro de 2005 e cuja influência impediu que entrássemos na rave Tribe depois de nove horas na estrada.

O mesmo indivíduo que, ao telefone, levou a Claudinei Graminho a bater seu carro na tarde de hoje.

Bruno Zicaria.



Sabe por que a Honda foi mal?

Miguel Costa Jr.

O mesmo ser que estava no mesmo carro que eu em novembro de 2005 e cuja influência impediu que entrássemos na rave Tribe depois de nove horas na estrada.

O mesmo indivíduo que, ao telefone, levou a Claudinei Graminho a bater seu carro na tarde de hoje.

Bruno Zicaria.



Pataquada de Vitonez às 15h18
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Red Bull party

O que rolou na festa da Red Bull domingo, pelo que me lembro:

1) Vitantonio Liuzzi vai fazer um teste pela Spyker-Force India ainda neste ano. Normal. Eu vi o italiano conversando com o chefe do time, Colin Kolles, na frente da casinha da equipe laranja no paddock em Interlagos. Resta saber quem serão os titulares.

2) E um deles pode ser Ralf Schumacher, que tem negociações avançadas com a escuderia.

3) Ralf pegaria o lugar de Adrian Sutil, que seria a segunda opção da McLaren caso Fernando Alonso deixe a equipe. A primeira é Nico Rosberg. Mas Frank Williams não pretende liberá-lo.

4) Bruno Senna tem duas opções para 2008 na GP2: iSport, a equipe campeã, e a Campos.

5) Pilotos da Stock Car que estavam na comemoração: Ricardo Maurício, Daniel Serra, Átila Abreu (que não corre em Tarumã) e Thiago Medeiros.

6) Kimi Raikkonen é aquilo que dizem os periódicos em relação à farra: pulou no balcão, pegou bebidas, começou a jogar no copo dos amigos, que gritavam seu nome. Pegou um cigarro e foi comemorar. Tinham lá três ou quatro tirando fotos. O piloto pediu que não fizessem aquilo. Respeitaram. De fato, o cara, que visivelmente não comemorou o título em Interlagos, é introspectivo diante do público. Fez a festa lá, sem câmeras. E é e sempre vai ser assim.

7) Estava num momento alucinante quando apareceu Luca Colajanni, assessor de imprensa da Ferrari. Conversei pouco, mas, claro, demonstrava total satisfação e alívio com a confirmação do título de Kimi.

8) Sutil e Sebastian Vettel estavam lá, também.



O que rolou na festa da Red Bull domingo, pelo que me lembro:

1) Vitantonio Liuzzi vai fazer um teste pela Spyker-Force India ainda neste ano. Normal. Eu vi o italiano conversando com o chefe do time, Colin Kolles, na frente da casinha da equipe laranja no paddock em Interlagos. Resta saber quem serão os titulares.

2) E um deles pode ser Ralf Schumacher, que tem negociações avançadas com a escuderia.

3) Ralf pegaria o lugar de Adrian Sutil, que seria a segunda opção da McLaren caso Fernando Alonso deixe a equipe. A primeira é Nico Rosberg. Mas Frank Williams não pretende liberá-lo.

4) Bruno Senna tem duas opções para 2008 na GP2: iSport, a equipe campeã, e a Campos.

5) Pilotos da Stock Car que estavam na comemoração: Ricardo Maurício, Daniel Serra, Átila Abreu (que não corre em Tarumã) e Thiago Medeiros.

6) Kimi Raikkonen é aquilo que dizem os periódicos em relação à farra: pulou no balcão, pegou bebidas, começou a jogar no copo dos amigos, que gritavam seu nome. Pegou um cigarro e foi comemorar. Tinham lá três ou quatro tirando fotos. O piloto pediu que não fizessem aquilo. Respeitaram. De fato, o cara, que visivelmente não comemorou o título em Interlagos, é introspectivo diante do público. Fez a festa lá, sem câmeras. E é e sempre vai ser assim.

7) Estava num momento alucinante quando apareceu Luca Colajanni, assessor de imprensa da Ferrari. Conversei pouco, mas, claro, demonstrava total satisfação e alívio com a confirmação do título de Kimi.

8) Sutil e Sebastian Vettel estavam lá, também.



O que rolou na festa da Red Bull domingo, pelo que me lembro:

1) Vitantonio Liuzzi vai fazer um teste pela Spyker-Force India ainda neste ano. Normal. Eu vi o italiano conversando com o chefe do time, Colin Kolles, na frente da casinha da equipe laranja no paddock em Interlagos. Resta saber quem serão os titulares.

2) E um deles pode ser Ralf Schumacher, que tem negociações avançadas com a escuderia.

3) Ralf pegaria o lugar de Adrian Sutil, que seria a segunda opção da McLaren caso Fernando Alonso deixe a equipe. A primeira é Nico Rosberg. Mas Frank Williams não pretende liberá-lo.

4) Bruno Senna tem duas opções para 2008 na GP2: iSport, a equipe campeã, e a Campos.

5) Pilotos da Stock Car que estavam na comemoração: Ricardo Maurício, Daniel Serra, Átila Abreu (que não corre em Tarumã) e Thiago Medeiros.

6) Kimi Raikkonen é aquilo que dizem os periódicos em relação à farra: pulou no balcão, pegou bebidas, começou a jogar no copo dos amigos, que gritavam seu nome. Pegou um cigarro e foi comemorar. Tinham lá três ou quatro tirando fotos. O piloto pediu que não fizessem aquilo. Respeitaram. De fato, o cara, que visivelmente não comemorou o título em Interlagos, é introspectivo diante do público. Fez a festa lá, sem câmeras. E é e sempre vai ser assim.

7) Estava num momento alucinante quando apareceu Luca Colajanni, assessor de imprensa da Ferrari. Conversei pouco, mas, claro, demonstrava total satisfação e alívio com a confirmação do título de Kimi.

8) Sutil e Sebastian Vettel estavam lá, também.



Pataquada de Vitonez às 13h05
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Tudo termina em festa

Eu passei os quatro dias, de quarta a sábado, reclamando. De início, o episódio do pit-lane em que os dois fantoches de segurança foram atrás e nos definiram, Gomes e eu, como meliantes. Depois foi engraçado, claro, de tudo a gente tira um lado bom, mas era a amostra de que fazer uma cobertura de F-1 é no mínimo desgastante. Um porre, sendo sincero.

Claro, não há como comparar como a Stock Car em nada, que passei a acompanhar direto desde novembro do ano passado. Mas o elitismo da F-1 incomoda para quem meramente se presta ao jornalismo. Entrevistar os pilotos é um caos; plantar-se no paddock esperando pelo piloto para que ele fale cinco minutos é exercício de paciência extrema, sobretudo quando os alemães, que sei lá por que, neste caso, curtem sobressair, usam do porte físico para intimidar os mais fracos. A categoria brasileira, ainda, não tem disso, até porque não é grande; tenta esboçar, em vão.

Mas chegou o domingo, o calor, e, na contramão, esfriei. Fui à sala de imprensa, sorrindo para tudo aquilo, tirando, como minha mochila das costas, o cansaço e o fardo e buscando no inconsciente a motivação. O moleque que queria ser piloto e que pelas condições financeiras decidiu escolher uma profissão que o aproximasse daquele mundo, e que logo formado, conseguiu de cara a meta. O profissional que seguia uma decisão única para um país que fica bem atrás dos outros no quesito organização de GP, mas que orgulhava com as obras do autódromo e, principalmente, com a cobertura que vinha fazendo, mais ainda com a de seus colegas de site.

E vêm os momentos anteriores à corrida, um claro ambiente de tensão que contamina a todos, os motores que roncam e partem para a volta de desfile. Eu e os demais corremos para a janela de vidro fumê e esperamos a largada. O sinal verde, o acompanhamento dos carros passando e logo depois desviando os olhares para a TV de mão, então para as telas da sala de imprensa. E as reações dos convivas, lamentando o primeiro revés do virtual campeão, depois, em maior intensidade, o segundo. E quase uma hora e meia depois, os três jornalistas escandinavos aplaudem o azarão, completando a trinca de desgosto dos ingleses e calando os espanhóis.

O dia se estendeu com a investigação da gasolina gelada, desci uma série de vezes no paddock, apurei notícias, recebi, repassei, esperei nos pits da Ferrari, conversei com um e outro, os demais se aproximaram, tempo mudou, surgiu o vento forte, pingos grossos d'água, e ninguém me tirava de lá enquanto não saísse com a resposta. Gomes tirou, com o telefonema de que estavam na iminência de anunciar a decisão. Que só veio uma hora e meia depois, curiosamente, feita por uma das integrantes da organização da sala de imprensa em inglês, às 21h47, quando já era para estar longe dali, na festa que aguardava a todos. E a ralação prorrogou-se por mais um tempão, praticamente quando o domingo se fazia segunda. E no desligar do laptop, brotou o suspiro prolongado do dever cumprido.

Com Ico, Gomes, Seixas, Tati e Mariana, as fotos. Os japoneses ali atrás, que ainda atrasariam a vida dos funcionários que cuidavam do local porque fariam programa ao vivo para seu público; três ou quatro lá do outro lado, ainda na labuta. A saída com certa tristeza. São Paulo que representava o meu mundo visto da escada do terceiro andar. Um novo suspiro e o sorriso escancarado.

A festa estava por vir.



Eu passei os quatro dias, de quarta a sábado, reclamando. De início, o episódio do pit-lane em que os dois fantoches de segurança foram atrás e nos definiram, Gomes e eu, como meliantes. Depois foi engraçado, claro, de tudo a gente tira um lado bom, mas era a amostra de que fazer uma cobertura de F-1 é no mínimo desgastante. Um porre, sendo sincero.

Claro, não há como comparar como a Stock Car em nada, que passei a acompanhar direto desde novembro do ano passado. Mas o elitismo da F-1 incomoda para quem meramente se presta ao jornalismo. Entrevistar os pilotos é um caos; plantar-se no paddock esperando pelo piloto para que ele fale cinco minutos é exercício de paciência extrema, sobretudo quando os alemães, que sei lá por que, neste caso, curtem sobressair, usam do porte físico para intimidar os mais fracos. A categoria brasileira, ainda, não tem disso, até porque não é grande; tenta esboçar, em vão.

Mas chegou o domingo, o calor, e, na contramão, esfriei. Fui à sala de imprensa, sorrindo para tudo aquilo, tirando, como minha mochila das costas, o cansaço e o fardo e buscando no inconsciente a motivação. O moleque que queria ser piloto e que pelas condições financeiras decidiu escolher uma profissão que o aproximasse daquele mundo, e que logo formado, conseguiu de cara a meta. O profissional que seguia uma decisão única para um país que fica bem atrás dos outros no quesito organização de GP, mas que orgulhava com as obras do autódromo e, principalmente, com a cobertura que vinha fazendo, mais ainda com a de seus colegas de site.

E vêm os momentos anteriores à corrida, um claro ambiente de tensão que contamina a todos, os motores que roncam e partem para a volta de desfile. Eu e os demais corremos para a janela de vidro fumê e esperamos a largada. O sinal verde, o acompanhamento dos carros passando e logo depois desviando os olhares para a TV de mão, então para as telas da sala de imprensa. E as reações dos convivas, lamentando o primeiro revés do virtual campeão, depois, em maior intensidade, o segundo. E quase uma hora e meia depois, os três jornalistas escandinavos aplaudem o azarão, completando a trinca de desgosto dos ingleses e calando os espanhóis.

O dia se estendeu com a investigação da gasolina gelada, desci uma série de vezes no paddock, apurei notícias, recebi, repassei, esperei nos pits da Ferrari, conversei com um e outro, os demais se aproximaram, tempo mudou, surgiu o vento forte, pingos grossos d'água, e ninguém me tirava de lá enquanto não saísse com a resposta. Gomes tirou, com o telefonema de que estavam na iminência de anunciar a decisão. Que só veio uma hora e meia depois, curiosamente, feita por uma das integrantes da organização da sala de imprensa em inglês, às 21h47, quando já era para estar longe dali, na festa que aguardava a todos. E a ralação prorrogou-se por mais um tempão, praticamente quando o domingo se fazia segunda. E no desligar do laptop, brotou o suspiro prolongado do dever cumprido.

Com Ico, Gomes, Seixas, Tati e Mariana, as fotos. Os japoneses ali atrás, que ainda atrasariam a vida dos funcionários que cuidavam do local porque fariam programa ao vivo para seu público; três ou quatro lá do outro lado, ainda na labuta. A saída com certa tristeza. São Paulo que representava o meu mundo visto da escada do terceiro andar. Um novo suspiro e o sorriso escancarado.

A festa estava por vir.



Eu passei os quatro dias, de quarta a sábado, reclamando. De início, o episódio do pit-lane em que os dois fantoches de segurança foram atrás e nos definiram, Gomes e eu, como meliantes. Depois foi engraçado, claro, de tudo a gente tira um lado bom, mas era a amostra de que fazer uma cobertura de F-1 é no mínimo desgastante. Um porre, sendo sincero.

Claro, não há como comparar como a Stock Car em nada, que passei a acompanhar direto desde novembro do ano passado. Mas o elitismo da F-1 incomoda para quem meramente se presta ao jornalismo. Entrevistar os pilotos é um caos; plantar-se no paddock esperando pelo piloto para que ele fale cinco minutos é exercício de paciência extrema, sobretudo quando os alemães, que sei lá por que, neste caso, curtem sobressair, usam do porte físico para intimidar os mais fracos. A categoria brasileira, ainda, não tem disso, até porque não é grande; tenta esboçar, em vão.

Mas chegou o domingo, o calor, e, na contramão, esfriei. Fui à sala de imprensa, sorrindo para tudo aquilo, tirando, como minha mochila das costas, o cansaço e o fardo e buscando no inconsciente a motivação. O moleque que queria ser piloto e que pelas condições financeiras decidiu escolher uma profissão que o aproximasse daquele mundo, e que logo formado, conseguiu de cara a meta. O profissional que seguia uma decisão única para um país que fica bem atrás dos outros no quesito organização de GP, mas que orgulhava com as obras do autódromo e, principalmente, com a cobertura que vinha fazendo, mais ainda com a de seus colegas de site.

E vêm os momentos anteriores à corrida, um claro ambiente de tensão que contamina a todos, os motores que roncam e partem para a volta de desfile. Eu e os demais corremos para a janela de vidro fumê e esperamos a largada. O sinal verde, o acompanhamento dos carros passando e logo depois desviando os olhares para a TV de mão, então para as telas da sala de imprensa. E as reações dos convivas, lamentando o primeiro revés do virtual campeão, depois, em maior intensidade, o segundo. E quase uma hora e meia depois, os três jornalistas escandinavos aplaudem o azarão, completando a trinca de desgosto dos ingleses e calando os espanhóis.

O dia se estendeu com a investigação da gasolina gelada, desci uma série de vezes no paddock, apurei notícias, recebi, repassei, esperei nos pits da Ferrari, conversei com um e outro, os demais se aproximaram, tempo mudou, surgiu o vento forte, pingos grossos d'água, e ninguém me tirava de lá enquanto não saísse com a resposta. Gomes tirou, com o telefonema de que estavam na iminência de anunciar a decisão. Que só veio uma hora e meia depois, curiosamente, feita por uma das integrantes da organização da sala de imprensa em inglês, às 21h47, quando já era para estar longe dali, na festa que aguardava a todos. E a ralação prorrogou-se por mais um tempão, praticamente quando o domingo se fazia segunda. E no desligar do laptop, brotou o suspiro prolongado do dever cumprido.

Com Ico, Gomes, Seixas, Tati e Mariana, as fotos. Os japoneses ali atrás, que ainda atrasariam a vida dos funcionários que cuidavam do local porque fariam programa ao vivo para seu público; três ou quatro lá do outro lado, ainda na labuta. A saída com certa tristeza. São Paulo que representava o meu mundo visto da escada do terceiro andar. Um novo suspiro e o sorriso escancarado.

A festa estava por vir.



Pataquada de Vitonez às 21h54
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Já de pé

Quase refeito da festa da madrugada, digo que logo mais escrevo as últimas novidades. Principalmente do evento que contou com a presença de Kimi Raikkonen, o mito.

Aguardem.



Quase refeito da festa da madrugada, digo que logo mais escrevo as últimas novidades. Principalmente do evento que contou com a presença de Kimi Raikkonen, o mito.

Aguardem.



Quase refeito da festa da madrugada, digo que logo mais escrevo as últimas novidades. Principalmente do evento que contou com a presença de Kimi Raikkonen, o mito.

Aguardem.



Pataquada de Vitonez às 14h23
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Parecia o fim...

A imprensa escandinava, que ficou quieta, calada, macambúzia o ano todo, bateu palmas. E todos aplaudiram. Porque, por tudo, o título de Raikkonen é o que expressa a justiça daqueles que em acreditam em divindade superior.

Mas...

Acaba de sair: BMW e Williams chamadas para explicações aos comissários. Podem ser desclassificadas. E aí, Hamilton seria campeão.

Acredite. Ainda tem essa.



A imprensa escandinava, que ficou quieta, calada, macambúzia o ano todo, bateu palmas. E todos aplaudiram. Porque, por tudo, o título de Raikkonen é o que expressa a justiça daqueles que em acreditam em divindade superior.

Mas...

Acaba de sair: BMW e Williams chamadas para explicações aos comissários. Podem ser desclassificadas. E aí, Hamilton seria campeão.

Acredite. Ainda tem essa.



A imprensa escandinava, que ficou quieta, calada, macambúzia o ano todo, bateu palmas. E todos aplaudiram. Porque, por tudo, o título de Raikkonen é o que expressa a justiça daqueles que em acreditam em divindade superior.

Mas...

Acaba de sair: BMW e Williams chamadas para explicações aos comissários. Podem ser desclassificadas. E aí, Hamilton seria campeão.

Acredite. Ainda tem essa.



Pataquada de Vitonez às 18h00
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GP do Brasil

Palpite, palpite: por tudo que aconteceu, Alonso campeão. Sei lá como.

Volto logo.

Palpite, palpite: por tudo que aconteceu, Alonso campeão. Sei lá como.

Volto logo.

Palpite, palpite: por tudo que aconteceu, Alonso campeão. Sei lá como.

Volto logo.

Pataquada de Vitonez às 12h52
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Hoje é domingo

Mal, só deu para acessar agora.

Meio-dia, 31 graus, 57 na pista, 48% de umidade do ar. Naomi Campbell, F-Unas, Bruno Senna, Ricardo Maurício, Daniel Serra, Cacá e Popó Bueno, todos lá no paddock.

Muita muvuca. Julio Gomes me diz que só aqui acontece isso.

As arquibancadas ainda não estão cheias a meu lado esquerdo.

No momento, os jornalistas espanhóis passam mal de rir com um vídeo que sei lá o que exibe. Começou com a música de abertura dos Simpsons.

Recebi uma ligação de Francisco Podboy, o Chicão, dizendo que eu apareci na TV durante a entrevista de Emerson Fittipaldi na RG.

Devia ser eu, mesmo. Fred, um rapaz que trabalha como mecânico na Spyker, me perguntava de um negão tiziu que figurava nos boxes da Ferrari. É, pelo que me disseram, um dono de joalheria que faz negócios boca a boca. No caso dele, beição a beição.

Hakkinen é simpático, não quis pender para Kimi e ficou no muro entre Lewis e Fernando. Só que na hora dos elogios, desmanchou-se para Hamilton.

Ico palpita: "Está muito sem-graça aqui." De fato, bem morno para uma decisão dessas. Ele crê que a prova, por isso, será daquelas.

E eu também.



Mal, só deu para acessar agora.

Meio-dia, 31 graus, 57 na pista, 48% de umidade do ar. Naomi Campbell, F-Unas, Bruno Senna, Ricardo Maurício, Daniel Serra, Cacá e Popó Bueno, todos lá no paddock.

Muita muvuca. Julio Gomes me diz que só aqui acontece isso.

As arquibancadas ainda não estão cheias a meu lado esquerdo.

No momento, os jornalistas espanhóis passam mal de rir com um vídeo que sei lá o que exibe. Começou com a música de abertura dos Simpsons.

Recebi uma ligação de Francisco Podboy, o Chicão, dizendo que eu apareci na TV durante a entrevista de Emerson Fittipaldi na RG.

Devia ser eu, mesmo. Fred, um rapaz que trabalha como mecânico na Spyker, me perguntava de um negão tiziu que figurava nos boxes da Ferrari. É, pelo que me disseram, um dono de joalheria que faz negócios boca a boca. No caso dele, beição a beição.

Hakkinen é simpático, não quis pender para Kimi e ficou no muro entre Lewis e Fernando. Só que na hora dos elogios, desmanchou-se para Hamilton.

Ico palpita: "Está muito sem-graça aqui." De fato, bem morno para uma decisão dessas. Ele crê que a prova, por isso, será daquelas.

E eu também.



Mal, só deu para acessar agora.

Meio-dia, 31 graus, 57 na pista, 48% de umidade do ar. Naomi Campbell, F-Unas, Bruno Senna, Ricardo Maurício, Daniel Serra, Cacá e Popó Bueno, todos lá no paddock.

Muita muvuca. Julio Gomes me diz que só aqui acontece isso.

As arquibancadas ainda não estão cheias a meu lado esquerdo.

No momento, os jornalistas espanhóis passam mal de rir com um vídeo que sei lá o que exibe. Começou com a música de abertura dos Simpsons.

Recebi uma ligação de Francisco Podboy, o Chicão, dizendo que eu apareci na TV durante a entrevista de Emerson Fittipaldi na RG.

Devia ser eu, mesmo. Fred, um rapaz que trabalha como mecânico na Spyker, me perguntava de um negão tiziu que figurava nos boxes da Ferrari. É, pelo que me disseram, um dono de joalheria que faz negócios boca a boca. No caso dele, beição a beição.

Hakkinen é simpático, não quis pender para Kimi e ficou no muro entre Lewis e Fernando. Só que na hora dos elogios, desmanchou-se para Hamilton.

Ico palpita: "Está muito sem-graça aqui." De fato, bem morno para uma decisão dessas. Ele crê que a prova, por isso, será daquelas.

E eu também.



Pataquada de Vitonez às 11h06
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Coisas que eu vi

Liuzzi conversando com Collin Kolles, da Spyker, futura Force India;

Massa no banheiro, no mictório, e um senhor chegando perto e dizendo: "Ah, piloto mija, também!...";

Glenda Kozlowski pendindo pra um produtor para tirar uma foto com Hamilton;



Liuzzi conversando com Collin Kolles, da Spyker, futura Force India;

Massa no banheiro, no mictório, e um senhor chegando perto e dizendo: "Ah, piloto mija, também!...";

Glenda Kozlowski pendindo pra um produtor para tirar uma foto com Hamilton;



Liuzzi conversando com Collin Kolles, da Spyker, futura Force India;

Massa no banheiro, no mictório, e um senhor chegando perto e dizendo: "Ah, piloto mija, também!...";

Glenda Kozlowski pendindo pra um produtor para tirar uma foto com Hamilton;



Pataquada de Vitonez às 18h11
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100 mil, 100 mil dólares...

Registro, direto de Interlagos, no meio do treino livre, os mais de 100 mil acessos deste blog. Um feito, quase.

Agradeço a todos pela cordialidade e freqüência.



Registro, direto de Interlagos, no meio do treino livre, os mais de 100 mil acessos deste blog. Um feito, quase.

Agradeço a todos pela cordialidade e freqüência.



Registro, direto de Interlagos, no meio do treino livre, os mais de 100 mil acessos deste blog. Um feito, quase.

Agradeço a todos pela cordialidade e freqüência.



Pataquada de Vitonez às 10h25
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Punição? Sei

Hamilton vai às 16h30 à sala dos comissários em Interlagos com um membro da McLaren para explicar o porquê de ter usado dois jogos de pneus de chuva, e não um só, como prevê o regulamento. Meia hora antes irá Jenson Button e alguém da Honda; depois, Takuma Sato e a Super Aguri.

Detalhes dos informes da FIA: os três, de cada piloto, foram expedidos às 13h45 locais. O primeiro foi o de Button, assinado pelo representante da equipe, Ron Meadows, às 14h03; o segundo, de Hamilton, com a rubrica de Dave Ryan, sem horário em que foi recebido; o de Sato foi verificado às 14h07 por Mick Ainsley-Cowlishaw.



Hamilton vai às 16h30 à sala dos comissários em Interlagos com um membro da McLaren para explicar o porquê de ter usado dois jogos de pneus de chuva, e não um só, como prevê o regulamento. Meia hora antes irá Jenson Button e alguém da Honda; depois, Takuma Sato e a Super Aguri.

Detalhes dos informes da FIA: os três, de cada piloto, foram expedidos às 13h45 locais. O primeiro foi o de Button, assinado pelo representante da equipe, Ron Meadows, às 14h03; o segundo, de Hamilton, com a rubrica de Dave Ryan, sem horário em que foi recebido; o de Sato foi verificado às 14h07 por Mick Ainsley-Cowlishaw.



Hamilton vai às 16h30 à sala dos comissários em Interlagos com um membro da McLaren para explicar o porquê de ter usado dois jogos de pneus de chuva, e não um só, como prevê o regulamento. Meia hora antes irá Jenson Button e alguém da Honda; depois, Takuma Sato e a Super Aguri.

Detalhes dos informes da FIA: os três, de cada piloto, foram expedidos às 13h45 locais. O primeiro foi o de Button, assinado pelo representante da equipe, Ron Meadows, às 14h03; o segundo, de Hamilton, com a rubrica de Dave Ryan, sem horário em que foi recebido; o de Sato foi verificado às 14h07 por Mick Ainsley-Cowlishaw.



Pataquada de Vitonez às 14h15
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E lá vamos nós...

Dia 3 em Interlagos. Acordei atrasado, mas cheguei a tempo. Menos male.

Prodrive fora, duas montadoras podem entrar, foi o que pude apurar com tio Bernie e seu umbrella bicolor.

Garoa chata, aquela que paulista, meu, conhece. As arquibancadas estão vazias.

Agora, o pessoal que visita os boxes vai às muretas. Um bocó levanta uma plaquinha de Massa, e a arquibancada verde grita; aí outro ergue a do Kimi, e vaiam. Do nada, soltaram gritos histéricos de "Rubinho!".

Tsc, tsc.



Dia 3 em Interlagos. Acordei atrasado, mas cheguei a tempo. Menos male.

Prodrive fora, duas montadoras podem entrar, foi o que pude apurar com tio Bernie e seu umbrella bicolor.

Garoa chata, aquela que paulista, meu, conhece. As arquibancadas estão vazias.

Agora, o pessoal que visita os boxes vai às muretas. Um bocó levanta uma plaquinha de Massa, e a arquibancada verde grita; aí outro ergue a do Kimi, e vaiam. Do nada, soltaram gritos histéricos de "Rubinho!".

Tsc, tsc.



Dia 3 em Interlagos. Acordei atrasado, mas cheguei a tempo. Menos male.

Prodrive fora, duas montadoras podem entrar, foi o que pude apurar com tio Bernie e seu umbrella bicolor.

Garoa chata, aquela que paulista, meu, conhece. As arquibancadas estão vazias.

Agora, o pessoal que visita os boxes vai às muretas. Um bocó levanta uma plaquinha de Massa, e a arquibancada verde grita; aí outro ergue a do Kimi, e vaiam. Do nada, soltaram gritos histéricos de "Rubinho!".

Tsc, tsc.



Pataquada de Vitonez às 11h27
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As últimas de Interlagos

Raikkonen andando pra lá e pra cá, Davidson, idem. Dudu Massa deve fazer implante de cabelo no ano que vem, deixou no ar. Glock dando entrevista, Barrichello segue contente, estranhamente.

Um sanduíche natural de peru com pasta de azeitonas pretas custa sete reais. O saquinho de pão de queijo, 12. Safety-car e medical-car estão na pista, andando e andando. O melhor deles virou em 1min54s.

São as "novas" do fronte.



Raikkonen andando pra lá e pra cá, Davidson, idem. Dudu Massa deve fazer implante de cabelo no ano que vem, deixou no ar. Glock dando entrevista, Barrichello segue contente, estranhamente.

Um sanduíche natural de peru com pasta de azeitonas pretas custa sete reais. O saquinho de pão de queijo, 12. Safety-car e medical-car estão na pista, andando e andando. O melhor deles virou em 1min54s.

São as "novas" do fronte.



Raikkonen andando pra lá e pra cá, Davidson, idem. Dudu Massa deve fazer implante de cabelo no ano que vem, deixou no ar. Glock dando entrevista, Barrichello segue contente, estranhamente.

Um sanduíche natural de peru com pasta de azeitonas pretas custa sete reais. O saquinho de pão de queijo, 12. Safety-car e medical-car estão na pista, andando e andando. O melhor deles virou em 1min54s.

São as "novas" do fronte.



Pataquada de Vitonez às 13h58
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Quando começa assim...

Começou bem meu dia. Saí até que calmamente de casa rumo à coletiva que juntaria Kimi Raikkonen e Felipe Massa no Hotel Transamérica e descubro no meio do caminho que o óculos havia ficado em casa. No metrô, ao lado de um camarada enorme, careca, de camiseta branca Hering, me espremendo no canto do vagão.

Apesar de meu momento "goosfraba", fui o caminho todo injuriado.

Depois, fiquei esperando por mais de meia hora num ponto na Rua Vergueiro o atrasado, notoriamente, Tiago Mendonça.

Aí chego ao local da entrevista, vou fazer minha pergunta, e o fim é anunciado.

Daí verifico que o MP4 que comprei não consegue passar para o computador as gravações que faço — alguém pode me ajudar?

Na coletiva do G4 em Interlagos, fico ensardinhado na entrada da sala.

É hoje... mas, como sempre, vambora!

Ler comentários.

Começou bem meu dia. Saí até que calmamente de casa rumo à coletiva que juntaria Kimi Raikkonen e Felipe Massa no Hotel Transamérica e descubro no meio do caminho que o óculos havia ficado em casa. No metrô, ao lado de um camarada enorme, careca, de camiseta branca Hering, me espremendo no canto do vagão.

Apesar de meu momento "goosfraba", fui o caminho todo injuriado.

Depois, fiquei esperando por mais de meia hora num ponto na Rua Vergueiro o atrasado, notoriamente, Tiago Mendonça.

Aí chego ao local da entrevista, vou fazer minha pergunta, e o fim é anunciado.

Daí verifico que o MP4 que comprei não consegue passar para o computador as gravações que faço — alguém pode me ajudar?

Na coletiva do G4 em Interlagos, fico ensardinhado na entrada da sala.

É hoje... mas, como sempre, vambora!

Ler comentários.

Começou bem meu dia. Saí até que calmamente de casa rumo à coletiva que juntaria Kimi Raikkonen e Felipe Massa no Hotel Transamérica e descubro no meio do caminho que o óculos havia ficado em casa. No metrô, ao lado de um camarada enorme, careca, de camiseta branca Hering, me espremendo no canto do vagão.

Apesar de meu momento "goosfraba", fui o caminho todo injuriado.

Depois, fiquei esperando por mais de meia hora num ponto na Rua Vergueiro o atrasado, notoriamente, Tiago Mendonça.

Aí chego ao local da entrevista, vou fazer minha pergunta, e o fim é anunciado.

Daí verifico que o MP4 que comprei não consegue passar para o computador as gravações que faço — alguém pode me ajudar?

Na coletiva do G4 em Interlagos, fico ensardinhado na entrada da sala.

É hoje... mas, como sempre, vambora!

Ler comentários.

Pataquada de Vitonez às 11h54
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Bicarbonato sem água

Os trabalhos para remoção do borrão amarelo do S do Senna ainda não terminaram. Por um motivo bizarro: falta água.

Tinha tanta tinta na curva que foi preciso muito líquido misturado com bicarbonato de sódio para retirá-lo do asfalto. O trabalho grosso já foi feito; mas não completado.

E como a noite se aproxima, deixaram para conseguir mais H20 com NaHCO3 amanhã.

Os trabalhos para remoção do borrão amarelo do S do Senna ainda não terminaram. Por um motivo bizarro: falta água.

Tinha tanta tinta na curva que foi preciso muito líquido misturado com bicarbonato de sódio para retirá-lo do asfalto. O trabalho grosso já foi feito; mas não completado.

E como a noite se aproxima, deixaram para conseguir mais H20 com NaHCO3 amanhã.

Os trabalhos para remoção do borrão amarelo do S do Senna ainda não terminaram. Por um motivo bizarro: falta água.

Tinha tanta tinta na curva que foi preciso muito líquido misturado com bicarbonato de sódio para retirá-lo do asfalto. O trabalho grosso já foi feito; mas não completado.

E como a noite se aproxima, deixaram para conseguir mais H20 com NaHCO3 amanhã.

Pataquada de Vitonez às 17h47
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A máquina de café

Um dia Flavio Gomes me disse ao telefone, pimpo: "Comprei uma máquina de café!"

E logo veio à mente aquele compartimento de vários botões, opções múltiplas, um ou dois apertos e voilà, lá está a deliciosa bebida quente. E me propus, logo, a trabalhar todos, todos os dias na redação só para ter o prazer de beber café expresso com leite, cappuccino e chocolate.

A minha surpresa foi imensa ao constatar que a máquina era, digamos, simples.

"Onde está?", perguntei para um Gomes ainda catito, que apontou para o negócio branco pendurado na parede, perto da janela, em que se lia "My Coffee".

"E como funciona?", continuei, sem ver botão algum e só uma torneirinha. "Simples. Você coloca água naquele caninho ali. Aperta o botão para ligar. E aí você tem a opção aqui nos saquinhos", mostrou. Tinha chá de menta, em pó, café, em pó, cappuccino, em pó. "Só colocar na xícara, pôr a água e adoçar a gosto."

Puto, respondi que aquilo era uma esquentadora de água. "Não coloca defeito na minha máquina de café!", replicou o dono daquilo.

Anos depois, mais exatamente neste, Gomes reconheceu que se trata de um produto que até pode preparar miojo e cup noddles.

Hoje estou mais feliz. Porque no fundo da sala de imprensa daqui de Interlagos, há duas delas. Iguais. Com café expresso, café com chocolate, café com chocolate e avelã, capuccino, cappuccino vanilla, cappuccino com chocolate.

Uma verdadeira máquina. Que Gomes, em menos de duas horas, utilizou três vezes.



Um dia Flavio Gomes me disse ao telefone, pimpo: "Comprei uma máquina de café!"

E logo veio à mente aquele compartimento de vários botões, opções múltiplas, um ou dois apertos e voilà, lá está a deliciosa bebida quente. E me propus, logo, a trabalhar todos, todos os dias na redação só para ter o prazer de beber café expresso com leite, cappuccino e chocolate.

A minha surpresa foi imensa ao constatar que a máquina era, digamos, simples.

"Onde está?", perguntei para um Gomes ainda catito, que apontou para o negócio branco pendurado na parede, perto da janela, em que se lia "My Coffee".

"E como funciona?", continuei, sem ver botão algum e só uma torneirinha. "Simples. Você coloca água naquele caninho ali. Aperta o botão para ligar. E aí você tem a opção aqui nos saquinhos", mostrou. Tinha chá de menta, em pó, café, em pó, cappuccino, em pó. "Só colocar na xícara, pôr a água e adoçar a gosto."

Puto, respondi que aquilo era uma esquentadora de água. "Não coloca defeito na minha máquina de café!", replicou o dono daquilo.

Anos depois, mais exatamente neste, Gomes reconheceu que se trata de um produto que até pode preparar miojo e cup noddles.

Hoje estou mais feliz. Porque no fundo da sala de imprensa daqui de Interlagos, há duas delas. Iguais. Com café expresso, café com chocolate, café com chocolate e avelã, capuccino, cappuccino vanilla, cappuccino com chocolate.

Uma verdadeira máquina. Que Gomes, em menos de duas horas, utilizou três vezes.



Um dia Flavio Gomes me disse ao telefone, pimpo: "Comprei uma máquina de café!"

E logo veio à mente aquele compartimento de vários botões, opções múltiplas, um ou dois apertos e voilà, lá está a deliciosa bebida quente. E me propus, logo, a trabalhar todos, todos os dias na redação só para ter o prazer de beber café expresso com leite, cappuccino e chocolate.

A minha surpresa foi imensa ao constatar que a máquina era, digamos, simples.

"Onde está?", perguntei para um Gomes ainda catito, que apontou para o negócio branco pendurado na parede, perto da janela, em que se lia "My Coffee".

"E como funciona?", continuei, sem ver botão algum e só uma torneirinha. "Simples. Você coloca água naquele caninho ali. Aperta o botão para ligar. E aí você tem a opção aqui nos saquinhos", mostrou. Tinha chá de menta, em pó, café, em pó, cappuccino, em pó. "Só colocar na xícara, pôr a água e adoçar a gosto."

Puto, respondi que aquilo era uma esquentadora de água. "Não coloca defeito na minha máquina de café!", replicou o dono daquilo.

Anos depois, mais exatamente neste, Gomes reconheceu que se trata de um produto que até pode preparar miojo e cup noddles.

Hoje estou mais feliz. Porque no fundo da sala de imprensa daqui de Interlagos, há duas delas. Iguais. Com café expresso, café com chocolate, café com chocolate e avelã, capuccino, cappuccino vanilla, cappuccino com chocolate.

Uma verdadeira máquina. Que Gomes, em menos de duas horas, utilizou três vezes.



Pataquada de Vitonez às 16h42
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Vruuuuuuuuuum!

A RG vai lançar no JN, provavelmente:

"Primeiro motor ronca em Interlagos".

Sei lá qual foi, ouvi às 17h32. Ela vai dar os detalhes.



A RG vai lançar no JN, provavelmente:

"Primeiro motor ronca em Interlagos".

Sei lá qual foi, ouvi às 17h32. Ela vai dar os detalhes.



A RG vai lançar no JN, provavelmente:

"Primeiro motor ronca em Interlagos".

Sei lá qual foi, ouvi às 17h32. Ela vai dar os detalhes.



Pataquada de Vitonez às 16h33
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Interlagos ao vivo

Já estou no palco da decisão da F-1. No estressante palco.

Primeiro porque seguranças querem demonstrar todo o "poderio" numa quarta-feira. Ficam determinando quem tem de entrar nos pits — a RG, claro —, vão atrás dos outros como se fossem larápios e meliantes.

Segundo porque a internet é cara pra cacete, e até o técnico instalar e detectar configurações é um ano.

Mas tudo bem, releva-se, bola pra frente, vambora.

Fila L, cadeira 12, ao lado de Gomes, Tatiana Cunha e Fábio Seixas. Amanhã comporão o grupo Luis Fernando Ramos e Venício Zambello.

Meu terceiro GP aqui. Tirando os pormenores, tudo uma belezinha. É até de estranhar. Asfalto novo, arquibancadas bonitas e limpas, paddock se não excepcional, ao menos bem cuidado.

Vou informando assim que ficar sabendo das coisas.



Já estou no palco da decisão da F-1. No estressante palco.

Primeiro porque seguranças querem demonstrar todo o "poderio" numa quarta-feira. Ficam determinando quem tem de entrar nos pits — a RG, claro —, vão atrás dos outros como se fossem larápios e meliantes.

Segundo porque a internet é cara pra cacete, e até o técnico instalar e detectar configurações é um ano.

Mas tudo bem, releva-se, bola pra frente, vambora.

Fila L, cadeira 12, ao lado de Gomes, Tatiana Cunha e Fábio Seixas. Amanhã comporão o grupo Luis Fernando Ramos e Venício Zambello.

Meu terceiro GP aqui. Tirando os pormenores, tudo uma belezinha. É até de estranhar. Asfalto novo, arquibancadas bonitas e limpas, paddock se não excepcional, ao menos bem cuidado.

Vou informando assim que ficar sabendo das coisas.



Já estou no palco da decisão da F-1. No estressante palco.

Primeiro porque seguranças querem demonstrar todo o "poderio" numa quarta-feira. Ficam determinando quem tem de entrar nos pits — a RG, claro —, vão atrás dos outros como se fossem larápios e meliantes.

Segundo porque a internet é cara pra cacete, e até o técnico instalar e detectar configurações é um ano.

Mas tudo bem, releva-se, bola pra frente, vambora.

Fila L, cadeira 12, ao lado de Gomes, Tatiana Cunha e Fábio Seixas. Amanhã comporão o grupo Luis Fernando Ramos e Venício Zambello.

Meu terceiro GP aqui. Tirando os pormenores, tudo uma belezinha. É até de estranhar. Asfalto novo, arquibancadas bonitas e limpas, paddock se não excepcional, ao menos bem cuidado.

Vou informando assim que ficar sabendo das coisas.



Pataquada de Vitonez às 15h34
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Argh!

Anunciam na TV: show do Kenny G. "Corra porque é única apresentação".

Kenny G. O cara do saxofone, do cabelo de Cid Guerreiro, daquelas canções quase únicas. Cujo disco minha mãe adorava, que rolava todos os sábados à noite enquanto ela preparava a pizza.

Ainda bem que há tempos que não voltam.



Anunciam na TV: show do Kenny G. "Corra porque é única apresentação".

Kenny G. O cara do saxofone, do cabelo de Cid Guerreiro, daquelas canções quase únicas. Cujo disco minha mãe adorava, que rolava todos os sábados à noite enquanto ela preparava a pizza.

Ainda bem que há tempos que não voltam.



Anunciam na TV: show do Kenny G. "Corra porque é única apresentação".

Kenny G. O cara do saxofone, do cabelo de Cid Guerreiro, daquelas canções quase únicas. Cujo disco minha mãe adorava, que rolava todos os sábados à noite enquanto ela preparava a pizza.

Ainda bem que há tempos que não voltam.



Pataquada de Vitonez às 21h03
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Engraçadinho, mas...

Pessoal acaba de chegar da coletiva da Bridgestone. Primeira constatação:

"Vou fazer uma matéria do Barrichello. Ele tá todo engraçadinho", afirma Bruno Vicaria.

Temo pelo que deve ter sido. Logo imaginei na Dercy Gonçalves. Também pelo tempo de F-1 que insiste em não terminar.



Pessoal acaba de chegar da coletiva da Bridgestone. Primeira constatação:

"Vou fazer uma matéria do Barrichello. Ele tá todo engraçadinho", afirma Bruno Vicaria.

Temo pelo que deve ter sido. Logo imaginei na Dercy Gonçalves. Também pelo tempo de F-1 que insiste em não terminar.



Pessoal acaba de chegar da coletiva da Bridgestone. Primeira constatação:

"Vou fazer uma matéria do Barrichello. Ele tá todo engraçadinho", afirma Bruno Vicaria.

Temo pelo que deve ter sido. Logo imaginei na Dercy Gonçalves. Também pelo tempo de F-1 que insiste em não terminar.



Pataquada de Vitonez às 16h18
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Na Itália, seria Fisiquela

Veio assim. Não é uma beleza, hã?

"COLETIVA DE IMPRENSA BRIDGESTONE FÓRMULA 1 - 2007

A Bridgestone, patrocinadora exclusiva de pneus de Fórmula 1, convida os jornalistas a participarem de coletiva (...). Neste dia estarão presentes os pilotos Felipe Massa, da Ferrari, e Rubens Barriquelo, da Honda, e um engenheiro (...) para responder a todas as dúvidas sobre o evento e os pneus da categoria."



Veio assim. Não é uma beleza, hã?

"COLETIVA DE IMPRENSA BRIDGESTONE FÓRMULA 1 - 2007

A Bridgestone, patrocinadora exclusiva de pneus de Fórmula 1, convida os jornalistas a participarem de coletiva (...). Neste dia estarão presentes os pilotos Felipe Massa, da Ferrari, e Rubens Barriquelo, da Honda, e um engenheiro (...) para responder a todas as dúvidas sobre o evento e os pneus da categoria."



Veio assim. Não é uma beleza, hã?

"COLETIVA DE IMPRENSA BRIDGESTONE FÓRMULA 1 - 2007

A Bridgestone, patrocinadora exclusiva de pneus de Fórmula 1, convida os jornalistas a participarem de coletiva (...). Neste dia estarão presentes os pilotos Felipe Massa, da Ferrari, e Rubens Barriquelo, da Honda, e um engenheiro (...) para responder a todas as dúvidas sobre o evento e os pneus da categoria."



Pataquada de Vitonez às 10h56
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Playoff, mal necessário, síntese do mundo

Ouvi Ingo Hoffmann duas vezes a respeito do playoff. Em ambas, praticamente o mesmo discurso direto. “A maneira artificial de colocar dez pilotos na disputa do título”. Isso porque o Alemão, 12 títulos, cinqüentão estreante neste formato de campeonato, passou a deglutir não tem muito tempo a fase final clonada da Nascar. “É business”, continuou, à la Donald Trump em seu “Aprendiz”, na linguagem do mercado de negócios. Como o é a Stock Car.

 

O playoff é, numa análise de quem vive no país que diz protagonizar o futebol, a maneira que o automobilismo encontrou de ter um mata-mata, justamente quando os campeonatos partem, na contramão, para os pontos corridos. E aí entra a discussão que os catedráticos da bola empunham desde o momento de transição com base na europeização do sistema, que choca emoção e justiça.

A primeira temporada da Stock sob a batuta do playoff deu sorte. Premiou Cacá Bueno, o mais eficiente da parte classificatória, em uma corrida que poderia ter coroado Hoover Orsi, não fosse o incidente com o próprio filho de Galvão, Felipe Maluhy, pole sem rendimento na prova, e até Antonio Jorge Neto, cônscio das possibilidades nulas de título que acabou como vice. Agora, diante do que foi Brasília, Buenos Aires pode ser o início do processo de feitura da massa com base na receita do Brasileirão de 2002. Cara tem.

Vou me abster de qualquer pesquisa nesses sites de busca da moda. O São Paulo era de longe a melhor equipe — não mudou muito o panorama cinco anos depois, para muxoxo de minha “Palestrice” — e se classificou em primeiro para as quartas-de-final, pronta para destroçar o oitavo colocado. Que, com suor, fora o Santos dos rebentos Robinho e Diego, tirando a vaga que seria do Coritiba. O confronto direto em duas partidas viu o time do Morumbi chorar a eliminação e o grupo de Emerson Leão avançar às semis para pegar sei lá quem, varrer do mapa e depois medir forças com o Corinthians na final. E no jogo que aflorou as pedaladas, o Santos sacramentou a conquista. Justo? É uma questão que leva a sentar numa mesa de bar, chamar a breja e discutir.

Sem conclusão no momento, afinal discorro este texto na sala de casa, na geladeira tem um suco misto de laranja com caju, leite de soja e uma garrafa de groselha e não há ninguém para debater, relaciono o roteiro da equipe praiana ao desempenho de Hoover. Não havia quem desse uma pataca, expressão de avó, para a inclusão do piloto entre os superpilotos. Aí no DF, repentinamente, um ou dois ali abandonam, outros vêem o pneu se desfazer, uma penca se dá mal, Orsi fecha Ingo e fica com a prova e a vaga, nos acréscimos. Hoffmann ameaça um resmungo e escuta um “desculpa, eu precisava ganhar”. Hoover poderia ter respondido “é business” que teria o mesmo efeito: a compreensão do multicampeão.

O sul-mato-grossense é sétimo na tabela, empatado com o oitavo, o companheiro Daniel Serra. Não vai medir forças contra Cacá apenas — bem provável que não achasse a idéia má —, mas outros nove — a citar, além de Ingo, Bueno, Maluhy e Serrinha: Ricardo Maurício, Thiago Camilo, Marcos Gomes, Valdeno Brito e Rodrigo Sperafico. Os boleiros filosofariam que Hoover é quem chega com o moral lá em cima, que “vem num crescendo”, que é o franco-atirador, que a pressão está do outro lado, que vai jogar sem a responsabilidade da vitória, dos três pontos que são 25. Bem provável, mesmo. Não é de se descartar que Hoover arrebente a boca do burro — estou saudosista nas expressões de tiozão —; o esporte apronta dessas. Mas se depois de quatro provas tiver seu nome incluso na lista dos campeões, eis que fatalmente emergirá um lado resignado para colocar em xeque a justiça, a validade, o governo, a vida. E, no caso, o playoff. Que vai ser questionado por sua “maneira artificial” e pela natureza do maniqueísmo do bem e do mal que traz. E vai acabar misturando e relevando uma série de outros fatores que se debruçam no clichê “business é business”. O playoff, assim, numa análise além, representa uma síntese deste mundo que demanda e requer competição voraz e necessita o alcance de um vencedor em peleja decisiva.

Sendo que tudo poderia ser mais simples. Tipo sentar num bar e beber uma cerveja.

(Texto originalmente escrito a convite do Red Bulletin da Stock Car)

Ler comentários



Ouvi Ingo Hoffmann duas vezes a respeito do playoff. Em ambas, praticamente o mesmo discurso direto. “A maneira artificial de colocar dez pilotos na disputa do título”. Isso porque o Alemão, 12 títulos, cinqüentão estreante neste formato de campeonato, passou a deglutir não tem muito tempo a fase final clonada da Nascar. “É business”, continuou, à la Donald Trump em seu “Aprendiz”, na linguagem do mercado de negócios. Como o é a Stock Car.

 

O playoff é, numa análise de quem vive no país que diz protagonizar o futebol, a maneira que o automobilismo encontrou de ter um mata-mata, justamente quando os campeonatos partem, na contramão, para os pontos corridos. E aí entra a discussão que os catedráticos da bola empunham desde o momento de transição com base na europeização do sistema, que choca emoção e justiça.

A primeira temporada da Stock sob a batuta do playoff deu sorte. Premiou Cacá Bueno, o mais eficiente da parte classificatória, em uma corrida que poderia ter coroado Hoover Orsi, não fosse o incidente com o próprio filho de Galvão, Felipe Maluhy, pole sem rendimento na prova, e até Antonio Jorge Neto, cônscio das possibilidades nulas de título que acabou como vice. Agora, diante do que foi Brasília, Buenos Aires pode ser o início do processo de feitura da massa com base na receita do Brasileirão de 2002. Cara tem.

Vou me abster de qualquer pesquisa nesses sites de busca da moda. O São Paulo era de longe a melhor equipe — não mudou muito o panorama cinco anos depois, para muxoxo de minha “Palestrice” — e se classificou em primeiro para as quartas-de-final, pronta para destroçar o oitavo colocado. Que, com suor, fora o Santos dos rebentos Robinho e Diego, tirando a vaga que seria do Coritiba. O confronto direto em duas partidas viu o time do Morumbi chorar a eliminação e o grupo de Emerson Leão avançar às semis para pegar sei lá quem, varrer do mapa e depois medir forças com o Corinthians na final. E no jogo que aflorou as pedaladas, o Santos sacramentou a conquista. Justo? É uma questão que leva a sentar numa mesa de bar, chamar a breja e discutir.

Sem conclusão no momento, afinal discorro este texto na sala de casa, na geladeira tem um suco misto de laranja com caju, leite de soja e uma garrafa de groselha e não há ninguém para debater, relaciono o roteiro da equipe praiana ao desempenho de Hoover. Não havia quem desse uma pataca, expressão de avó, para a inclusão do piloto entre os superpilotos. Aí no DF, repentinamente, um ou dois ali abandonam, outros vêem o pneu se desfazer, uma penca se dá mal, Orsi fecha Ingo e fica com a prova e a vaga, nos acréscimos. Hoffmann ameaça um resmungo e escuta um “desculpa, eu precisava ganhar”. Hoover poderia ter respondido “é business” que teria o mesmo efeito: a compreensão do multicampeão.

O sul-mato-grossense é sétimo na tabela, empatado com o oitavo, o companheiro Daniel Serra. Não vai medir forças contra Cacá apenas — bem provável que não achasse a idéia má —, mas outros nove — a citar, além de Ingo, Bueno, Maluhy e Serrinha: Ricardo Maurício, Thiago Camilo, Marcos Gomes, Valdeno Brito e Rodrigo Sperafico. Os boleiros filosofariam que Hoover é quem chega com o moral lá em cima, que “vem num crescendo”, que é o franco-atirador, que a pressão está do outro lado, que vai jogar sem a responsabilidade da vitória, dos três pontos que são 25. Bem provável, mesmo. Não é de se descartar que Hoover arrebente a boca do burro — estou saudosista nas expressões de tiozão —; o esporte apronta dessas. Mas se depois de quatro provas tiver seu nome incluso na lista dos campeões, eis que fatalmente emergirá um lado resignado para colocar em xeque a justiça, a validade, o governo, a vida. E, no caso, o playoff. Que vai ser questionado por sua “maneira artificial” e pela natureza do maniqueísmo do bem e do mal que traz. E vai acabar misturando e relevando uma série de outros fatores que se debruçam no clichê “business é business”. O playoff, assim, numa análise além, representa uma síntese deste mundo que demanda e requer competição voraz e necessita o alcance de um vencedor em peleja decisiva.

Sendo que tudo poderia ser mais simples. Tipo sentar num bar e beber uma cerveja.

(Texto originalmente escrito a convite do Red Bulletin da Stock Car)

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Ouvi Ingo Hoffmann duas vezes a respeito do playoff. Em ambas, praticamente o mesmo discurso direto. “A maneira artificial de colocar dez pilotos na disputa do título”. Isso porque o Alemão, 12 títulos, cinqüentão estreante neste formato de campeonato, passou a deglutir não tem muito tempo a fase final clonada da Nascar. “É business”, continuou, à la Donald Trump em seu “Aprendiz”, na linguagem do mercado de negócios. Como o é a Stock Car.

 

O playoff é, numa análise de quem vive no país que diz protagonizar o futebol, a maneira que o automobilismo encontrou de ter um mata-mata, justamente quando os campeonatos partem, na contramão, para os pontos corridos. E aí entra a discussão que os catedráticos da bola empunham desde o momento de transição com base na europeização do sistema, que choca emoção e justiça.

A primeira temporada da Stock sob a batuta do playoff deu sorte. Premiou Cacá Bueno, o mais eficiente da parte classificatória, em uma corrida que poderia ter coroado Hoover Orsi, não fosse o incidente com o próprio filho de Galvão, Felipe Maluhy, pole sem rendimento na prova, e até Antonio Jorge Neto, cônscio das possibilidades nulas de título que acabou como vice. Agora, diante do que foi Brasília, Buenos Aires pode ser o início do processo de feitura da massa com base na receita do Brasileirão de 2002. Cara tem.

Vou me abster de qualquer pesquisa nesses sites de busca da moda. O São Paulo era de longe a melhor equipe — não mudou muito o panorama cinco anos depois, para muxoxo de minha “Palestrice” — e se classificou em primeiro para as quartas-de-final, pronta para destroçar o oitavo colocado. Que, com suor, fora o Santos dos rebentos Robinho e Diego, tirando a vaga que seria do Coritiba. O confronto direto em duas partidas viu o time do Morumbi chorar a eliminação e o grupo de Emerson Leão avançar às semis para pegar sei lá quem, varrer do mapa e depois medir forças com o Corinthians na final. E no jogo que aflorou as pedaladas, o Santos sacramentou a conquista. Justo? É uma questão que leva a sentar numa mesa de bar, chamar a breja e discutir.

Sem conclusão no momento, afinal discorro este texto na sala de casa, na geladeira tem um suco misto de laranja com caju, leite de soja e uma garrafa de groselha e não há ninguém para debater, relaciono o roteiro da equipe praiana ao desempenho de Hoover. Não havia quem desse uma pataca, expressão de avó, para a inclusão do piloto entre os superpilotos. Aí no DF, repentinamente, um ou dois ali abandonam, outros vêem o pneu se desfazer, uma penca se dá mal, Orsi fecha Ingo e fica com a prova e a vaga, nos acréscimos. Hoffmann ameaça um resmungo e escuta um “desculpa, eu precisava ganhar”. Hoover poderia ter respondido “é business” que teria o mesmo efeito: a compreensão do multicampeão.

O sul-mato-grossense é sétimo na tabela, empatado com o oitavo, o companheiro Daniel Serra. Não vai medir forças contra Cacá apenas — bem provável que não achasse a idéia má —, mas outros nove — a citar, além de Ingo, Bueno, Maluhy e Serrinha: Ricardo Maurício, Thiago Camilo, Marcos Gomes, Valdeno Brito e Rodrigo Sperafico. Os boleiros filosofariam que Hoover é quem chega com o moral lá em cima, que “vem num crescendo”, que é o franco-atirador, que a pressão está do outro lado, que vai jogar sem a responsabilidade da vitória, dos três pontos que são 25. Bem provável, mesmo. Não é de se descartar que Hoover arrebente a boca do burro — estou saudosista nas expressões de tiozão —; o esporte apronta dessas. Mas se depois de quatro provas tiver seu nome incluso na lista dos campeões, eis que fatalmente emergirá um lado resignado para colocar em xeque a justiça, a validade, o governo, a vida. E, no caso, o playoff. Que vai ser questionado por sua “maneira artificial” e pela natureza do maniqueísmo do bem e do mal que traz. E vai acabar misturando e relevando uma série de outros fatores que se debruçam no clichê “business é business”. O playoff, assim, numa análise além, representa uma síntese deste mundo que demanda e requer competição voraz e necessita o alcance de um vencedor em peleja decisiva.

Sendo que tudo poderia ser mais simples. Tipo sentar num bar e beber uma cerveja.

(Texto originalmente escrito a convite do Red Bulletin da Stock Car)

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Pataquada de Vitonez às 21h36
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Da série "Fui só eu que vi..."

Em pelo menos duas oportunidades, na espera do jogo Colômbia e Brasil, Luiz Carlos Jr. e Paulo César Vasconcellos, do SporTV, na Globo?

Em pelo menos duas oportunidades, na espera do jogo Colômbia e Brasil, Luiz Carlos Jr. e Paulo César Vasconcellos, do SporTV, na Globo?

Em pelo menos duas oportunidades, na espera do jogo Colômbia e Brasil, Luiz Carlos Jr. e Paulo César Vasconcellos, do SporTV, na Globo?

Pataquada de Vitonez às 18h31
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Eu recomendo

Stand-up Comedy lá do Beverly Hills. Ótima, com os atores Luiz França, Danilo Gentili, Gus Rodrigues e Robson Nunes — que é apresentador do "Zapping Zone", no Disney Channel".

Dividida em três atos, a peça acontece nas noites de Sampa e, aviso, prefira reservar lugar antes entrando no site www.bhills.com.br. "É a versão para adutos", comentou Robson após o show para a turma com quem fui.

E sensacional.

 



Stand-up Comedy lá do Beverly Hills. Ótima, com os atores Luiz França, Danilo Gentili, Gus Rodrigues e Robson Nunes — que é apresentador do "Zapping Zone", no Disney Channel".

Dividida em três atos, a peça acontece nas noites de Sampa e, aviso, prefira reservar lugar antes entrando no site www.bhills.com.br. "É a versão para adutos", comentou Robson após o show para a turma com quem fui.

E sensacional.

 



Stand-up Comedy lá do Beverly Hills. Ótima, com os atores Luiz França, Danilo Gentili, Gus Rodrigues e Robson Nunes — que é apresentador do "Zapping Zone", no Disney Channel".

Dividida em três atos, a peça acontece nas noites de Sampa e, aviso, prefira reservar lugar antes entrando no site www.bhills.com.br. "É a versão para adutos", comentou Robson após o show para a turma com quem fui.

E sensacional.

 



Pataquada de Vitonez às 18h20
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Adeus, Eurocopa

E mais uma derrota da Dinamarca, 1 a 3 contra a Espanha.

Já não temos mais time.



E mais uma derrota da Dinamarca, 1 a 3 contra a Espanha.

Já não temos mais time.



E mais uma derrota da Dinamarca, 1 a 3 contra a Espanha.

Já não temos mais time.



Pataquada de Vitonez às 17h16
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O quinto membro

Francisco Bonzanini da Luz, freqüentador deste blog, oriundo da longínqua Novo Hamburgo, é o recém-adquirido jornalista do Grande Prêmio.

A sucursal do Sul cresce.

Já temos de lá Paulo Lava, o Nascar-man e Ivan Capelli, o homem dos zeros.

Bem-vindo seja.



Francisco Bonzanini da Luz, freqüentador deste blog, oriundo da longínqua Novo Hamburgo, é o recém-adquirido jornalista do Grande Prêmio.

A sucursal do Sul cresce.

Já temos de lá Paulo Lava, o Nascar-man e Ivan Capelli, o homem dos zeros.

Bem-vindo seja.



Francisco Bonzanini da Luz, freqüentador deste blog, oriundo da longínqua Novo Hamburgo, é o recém-adquirido jornalista do Grande Prêmio.

A sucursal do Sul cresce.

Já temos de lá Paulo Lava, o Nascar-man e Ivan Capelli, o homem dos zeros.

Bem-vindo seja.



Pataquada de Vitonez às 16h22
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Coisas boas da vida

Fazia tempo que eu não dormia pra lá das 6 e acordava passadas 4 da tarde. Encontrar a louça do almoço limpa no canto da pia, a casa em silêncio. No caso, a certeza de um sono bom por não ter ouvido a chuva, o barulho da rua, por não ter sentido a preocupação de ter de levantar.

E tudo isso depois de visitar amigos que não via há três meses, a italianada que faz festa quando me recebe e diz que lembra de mim quando passa algo relacionado com automobilismo na TV. E aí um fala mais alto que o outro, e inclui gestos e tudo termina como numa grande família.

Ainda há trabalho por vir. Muito. Mas logo esses encontros virarão mais do que rotina. E é daquelas de que gosto.



Fazia tempo que eu não dormia pra lá das 6 e acordava passadas 4 da tarde. Encontrar a louça do almoço limpa no canto da pia, a casa em silêncio. No caso, a certeza de um sono bom por não ter ouvido a chuva, o barulho da rua, por não ter sentido a preocupação de ter de levantar.

E tudo isso depois de visitar amigos que não via há três meses, a italianada que faz festa quando me recebe e diz que lembra de mim quando passa algo relacionado com automobilismo na TV. E aí um fala mais alto que o outro, e inclui gestos e tudo termina como numa grande família.

Ainda há trabalho por vir. Muito. Mas logo esses encontros virarão mais do que rotina. E é daquelas de que gosto.



Fazia tempo que eu não dormia pra lá das 6 e acordava passadas 4 da tarde. Encontrar a louça do almoço limpa no canto da pia, a casa em silêncio. No caso, a certeza de um sono bom por não ter ouvido a chuva, o barulho da rua, por não ter sentido a preocupação de ter de levantar.

E tudo isso depois de visitar amigos que não via há três meses, a italianada que faz festa quando me recebe e diz que lembra de mim quando passa algo relacionado com automobilismo na TV. E aí um fala mais alto que o outro, e inclui gestos e tudo termina como numa grande família.

Ainda há trabalho por vir. Muito. Mas logo esses encontros virarão mais do que rotina. E é daquelas de que gosto.



Pataquada de Vitonez às 16h19
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Paulo Autran morre; a imprensa, também

Paulo Autran morre. A imprensa se aglomera na frente do Hospital Sírio Libanês. Os colegas:

"O teatro está de luto?"

"Tem como não chorar num momento deste?"

"Este foi o depoimento da atriz... (silêncio; alguém sopra: "Denise Fraga") Denise Fraga..."

Em partidas como a de gênios, a imprensa deveria ser proibida. Porque a procura por uma declaração de quem foi tal pessoa, sendo que pouco se preocupa para dizer quem ela é em vida, é tão dolorosa quanto a perda. O despreparo e o uso de clichês varre o meio.

O silêncio falaria por si só. Amplamente.



Paulo Autran morre. A imprensa se aglomera na frente do Hospital Sírio Libanês. Os colegas:

"O teatro está de luto?"

"Tem como não chorar num momento deste?"

"Este foi o depoimento da atriz... (silêncio; alguém sopra: "Denise Fraga") Denise Fraga..."

Em partidas como a de gênios, a imprensa deveria ser proibida. Porque a procura por uma declaração de quem foi tal pessoa, sendo que pouco se preocupa para dizer quem ela é em vida, é tão dolorosa quanto a perda. O despreparo e o uso de clichês varre o meio.

O silêncio falaria por si só. Amplamente.



Paulo Autran morre. A imprensa se aglomera na frente do Hospital Sírio Libanês. Os colegas:

"O teatro está de luto?"

"Tem como não chorar num momento deste?"

"Este foi o depoimento da atriz... (silêncio; alguém sopra: "Denise Fraga") Denise Fraga..."

Em partidas como a de gênios, a imprensa deveria ser proibida. Porque a procura por uma declaração de quem foi tal pessoa, sendo que pouco se preocupa para dizer quem ela é em vida, é tão dolorosa quanto a perda. O despreparo e o uso de clichês varre o meio.

O silêncio falaria por si só. Amplamente.



Pataquada de Vitonez às 17h59
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No fundo, valeu a pena

São Paulo, 30 e tantos graus. Churrasquinho logo mais. Picanha, filé-mignon e maminha. Já bebo uma batida que imita o sabor da amarula.

Buenos Aires, uns 14, chuva. Trabalho que se inicia para o fim de semana.

Talvez por isso realmente não tenha sentido nem um pouco não viajar.



São Paulo, 30 e tantos graus. Churrasquinho logo mais. Picanha, filé-mignon e maminha. Já bebo uma batida que imita o sabor da amarula.

Buenos Aires, uns 14, chuva. Trabalho que se inicia para o fim de semana.

Talvez por isso realmente não tenha sentido nem um pouco não viajar.



São Paulo, 30 e tantos graus. Churrasquinho logo mais. Picanha, filé-mignon e maminha. Já bebo uma batida que imita o sabor da amarula.

Buenos Aires, uns 14, chuva. Trabalho que se inicia para o fim de semana.

Talvez por isso realmente não tenha sentido nem um pouco não viajar.



Pataquada de Vitonez às 12h20
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A picaretagem agora em vídeo

A A1 GP, dizem, vai passar realmente às 11h deste domingo em VT na Rede TV! No entanto, a narração das corridas serão feitas ao vivo, a partir das 6 de la matina.

Na transmissão, Fernando "Zambrotta... Cannavaro... Itália, campeã do mundo... a África do Sul é logo ali" Vannucci, com comentários de Alex Ruffo no lugar do xará Kacelnik — que estará na Stock Car por conta de sua assessoria para a equipe Texaco Vogel — e reportagens, em tubão, vejam só, de um outro membro de uma conhecida assessoria de imprensa brasileira, que pediu ficar no anonimato.

Claro, Tiago Mendonça, jamais falarei que é você.

A A1 GP, dizem, vai passar realmente às 11h deste domingo em VT na Rede TV! No entanto, a narração das corridas serão feitas ao vivo, a partir das 6 de la matina.

Na transmissão, Fernando "Zambrotta... Cannavaro... Itália, campeã do mundo... a África do Sul é logo ali" Vannucci, com comentários de Alex Ruffo no lugar do xará Kacelnik — que estará na Stock Car por conta de sua assessoria para a equipe Texaco Vogel — e reportagens, em tubão, vejam só, de um outro membro de uma conhecida assessoria de imprensa brasileira, que pediu ficar no anonimato.

Claro, Tiago Mendonça, jamais falarei que é você.

A A1 GP, dizem, vai passar realmente às 11h deste domingo em VT na Rede TV! No entanto, a narração das corridas serão feitas ao vivo, a partir das 6 de la matina.

Na transmissão, Fernando "Zambrotta... Cannavaro... Itália, campeã do mundo... a África do Sul é logo ali" Vannucci, com comentários de Alex Ruffo no lugar do xará Kacelnik — que estará na Stock Car por conta de sua assessoria para a equipe Texaco Vogel — e reportagens, em tubão, vejam só, de um outro membro de uma conhecida assessoria de imprensa brasileira, que pediu ficar no anonimato.

Claro, Tiago Mendonça, jamais falarei que é você.

Pataquada de Vitonez às 20h39
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Quem é ela

"Eu tenho um defeito: eu elimino as pessoas da minha vida. Eu sou muito radical."

Carolina Dieckmann, em entrevista ao programa Por Trás da Fama



"Eu tenho um defeito: eu elimino as pessoas da minha vida. Eu sou muito radical."

Carolina Dieckmann, em entrevista ao programa Por Trás da Fama



"Eu tenho um defeito: eu elimino as pessoas da minha vida. Eu sou muito radical."

Carolina Dieckmann, em entrevista ao programa Por Trás da Fama



Pataquada de Vitonez às 14h05
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Perna curta

Um importante jornalista do meio automobilístico foi chamado para fazer uma "apresentação" aos dez pilotos que participam do playoff da Stock Car. A pauta: "Somos a Nascar brasileira".

O colega de profissão tentará passar ao grupo de pilotos que eles terão de se comportar do modo Nascar de ser. Que vão respirar Nascar. Porque a Stock Car, que não gosta publicamente de ser denominada como "nascarizada", é a Nascar brasileira. Que o playoff é o melhor modo de definir um campeonato.

Todos, inclusive o periodista, terão de acreditar no que o jornalista fala. Ingo Hoffmann, por exemplo, que acha este conceito como "a maneira artificial de colocar dez pilotos para disputar o título", terá de mudar tudo que pensa. Porque na Nascar ninguém pensa assim.

Melhor: o encontro acontecerá na sexta-feira da semana que vem. Antevéspera do GP do Brasil de F-1, este sim decisivo.

Nada mais surpreende.

Um importante jornalista do meio automobilístico foi chamado para fazer uma "apresentação" aos dez pilotos que participam do playoff da Stock Car. A pauta: "Somos a Nascar brasileira".

O colega de profissão tentará passar ao grupo de pilotos que eles terão de se comportar do modo Nascar de ser. Que vão respirar Nascar. Porque a Stock Car, que não gosta publicamente de ser denominada como "nascarizada", é a Nascar brasileira. Que o playoff é o melhor modo de definir um campeonato.

Todos, inclusive o periodista, terão de acreditar no que o jornalista fala. Ingo Hoffmann, por exemplo, que acha este conceito como "a maneira artificial de colocar dez pilotos para disputar o título", terá de mudar tudo que pensa. Porque na Nascar ninguém pensa assim.

Melhor: o encontro acontecerá na sexta-feira da semana que vem. Antevéspera do GP do Brasil de F-1, este sim decisivo.

Nada mais surpreende.

Um importante jornalista do meio automobilístico foi chamado para fazer uma "apresentação" aos dez pilotos que participam do playoff da Stock Car. A pauta: "Somos a Nascar brasileira".

O colega de profissão tentará passar ao grupo de pilotos que eles terão de se comportar do modo Nascar de ser. Que vão respirar Nascar. Porque a Stock Car, que não gosta publicamente de ser denominada como "nascarizada", é a Nascar brasileira. Que o playoff é o melhor modo de definir um campeonato.

Todos, inclusive o periodista, terão de acreditar no que o jornalista fala. Ingo Hoffmann, por exemplo, que acha este conceito como "a maneira artificial de colocar dez pilotos para disputar o título", terá de mudar tudo que pensa. Porque na Nascar ninguém pensa assim.

Melhor: o encontro acontecerá na sexta-feira da semana que vem. Antevéspera do GP do Brasil de F-1, este sim decisivo.

Nada mais surpreende.

Pataquada de Vitonez às 12h48
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Ferrari na A1 GP

Logo mais, provavelmente às 9h do horário europeu, a A1 GP vai anunciar que a Ferrari será fornecedora do chassi e do motor da categoria.

Acabei de chegar da madrugada com essa info.



Logo mais, provavelmente às 9h do horário europeu, a A1 GP vai anunciar que a Ferrari será fornecedora do chassi e do motor da categoria.

Acabei de chegar da madrugada com essa info.



Logo mais, provavelmente às 9h do horário europeu, a A1 GP vai anunciar que a Ferrari será fornecedora do chassi e do motor da categoria.

Acabei de chegar da madrugada com essa info.



Pataquada de Vitonez às 02h25
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Irmão aos 26

Fazia nove anos que eu não via meu meio-meio-irmão. Um quarto de irmão, sei lá. A última recordação que tinha dele era quando, com oito anos, ele tirou uma foto ao meu lado, quando eu, aos 17, estava com gesso na perna esquerda por conta de um osso de tornozelo trincado em um jogo de vôlei, na época em que era exímio atleta.

O encontro se deu ontem à noite, na casa de sua avó, mulher de meu falecido avô.

Os cabelos eram loiros e agora estão escuros como os meus. Um pouco tímido, poucas palavras de início, normais para quem nunca teve uma conversa. Noto uma aversão à comida e uma compulsão pela estética corporal, pela malhação e pela eliminação da gordura quase inexistente da barriga. Tem o mesmo gosto pelo psy que eu, embora não freqüente com assiduidade raves ou PVTs. A mesma empolgação para fazer as coisas de quando tinha os 17 anos que hoje ele tem. Curioso como a gente acaba se vendo nas pessoas, ainda mais quando passamos a ter certa bagagem. Com o advento da internet, as trocas de e-mails, MSNs e orkuts da vida.  

Engraçado ter a consciência de ter um irmão mais novo nessa idade.



Fazia nove anos que eu não via meu meio-meio-irmão. Um quarto de irmão, sei lá. A última recordação que tinha dele era quando, com oito anos, ele tirou uma foto ao meu lado, quando eu, aos 17, estava com gesso na perna esquerda por conta de um osso de tornozelo trincado em um jogo de vôlei, na época em que era exímio atleta.

O encontro se deu ontem à noite, na casa de sua avó, mulher de meu falecido avô.

Os cabelos eram loiros e agora estão escuros como os meus. Um pouco tímido, poucas palavras de início, normais para quem nunca teve uma conversa. Noto uma aversão à comida e uma compulsão pela estética corporal, pela malhação e pela eliminação da gordura quase inexistente da barriga. Tem o mesmo gosto pelo psy que eu, embora não freqüente com assiduidade raves ou PVTs. A mesma empolgação para fazer as coisas de quando tinha os 17 anos que hoje ele tem. Curioso como a gente acaba se vendo nas pessoas, ainda mais quando passamos a ter certa bagagem. Com o advento da internet, as trocas de e-mails, MSNs e orkuts da vida.  

Engraçado ter a consciência de ter um irmão mais novo nessa idade.



Fazia nove anos que eu não via meu meio-meio-irmão. Um quarto de irmão, sei lá. A última recordação que tinha dele era quando, com oito anos, ele tirou uma foto ao meu lado, quando eu, aos 17, estava com gesso na perna esquerda por conta de um osso de tornozelo trincado em um jogo de vôlei, na época em que era exímio atleta.

O encontro se deu ontem à noite, na casa de sua avó, mulher de meu falecido avô.

Os cabelos eram loiros e agora estão escuros como os meus. Um pouco tímido, poucas palavras de início, normais para quem nunca teve uma conversa. Noto uma aversão à comida e uma compulsão pela estética corporal, pela malhação e pela eliminação da gordura quase inexistente da barriga. Tem o mesmo gosto pelo psy que eu, embora não freqüente com assiduidade raves ou PVTs. A mesma empolgação para fazer as coisas de quando tinha os 17 anos que hoje ele tem. Curioso como a gente acaba se vendo nas pessoas, ainda mais quando passamos a ter certa bagagem. Com o advento da internet, as trocas de e-mails, MSNs e orkuts da vida.  

Engraçado ter a consciência de ter um irmão mais novo nessa idade.



Pataquada de Vitonez às 16h24
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O mundo da assessoria embutido em nós

Victor Martins não vai cobrir neste fim de semana a etapa de Buenos Aires na Stock Car. Problemas na parceria entre a empresa organizadora e o site onde trabalha o jornalista emergem como a razão por sua não ida à Argentina.

Martins não foi encontrado para declarações, mas suspeita-se que a Vicar, que realiza uma permuta com o Grande Prêmio desde o início da temporada do campeonato, falhou em sua parte do acordo por "querer economizar". Estranhamente, a mesma empresa convidou um jornalista da Folha de S.Paulo para ir à cidade portenha. A invitação foi recusada pela publicação.

Há quem diga que a permuta entre as partes esteja cancelada com efeito imediato.



Victor Martins não vai cobrir neste fim de semana a etapa de Buenos Aires na Stock Car. Problemas na parceria entre a empresa organizadora e o site onde trabalha o jornalista emergem como a razão por sua não ida à Argentina.

Martins não foi encontrado para declarações, mas suspeita-se que a Vicar, que realiza uma permuta com o Grande Prêmio desde o início da temporada do campeonato, falhou em sua parte do acordo por "querer economizar". Estranhamente, a mesma empresa convidou um jornalista da Folha de S.Paulo para ir à cidade portenha. A invitação foi recusada pela publicação.

Há quem diga que a permuta entre as partes esteja cancelada com efeito imediato.



Victor Martins não vai cobrir neste fim de semana a etapa de Buenos Aires na Stock Car. Problemas na parceria entre a empresa organizadora e o site onde trabalha o jornalista emergem como a razão por sua não ida à Argentina.

Martins não foi encontrado para declarações, mas suspeita-se que a Vicar, que realiza uma permuta com o Grande Prêmio desde o início da temporada do campeonato, falhou em sua parte do acordo por "querer economizar". Estranhamente, a mesma empresa convidou um jornalista da Folha de S.Paulo para ir à cidade portenha. A invitação foi recusada pela publicação.

Há quem diga que a permuta entre as partes esteja cancelada com efeito imediato.



Pataquada de Vitonez às 08h12
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Bombinha! Bombinha!

Segunda, dia corrido, nem pude vir aqui para deixar as baboseiras de sempre. De forma, após terminar um texto pedido pelo pessoal do Red Bulletin da Stock Car — 4h35, Dio mio! —, conto o que me contaram entre 2h30 e 2h50 de hoje. Farei em forma de texto.

Com Briatore, Alonso pode aceitar oferta da Toyota

O calvário de Fernando Alonso na McLaren pode estar com os dias contados. Doze, mais exatamente. Em 21 de outubro, dia do GP do Brasil que pode lhe dar o inesperado tricampeonato, o espanhol tende a soltar outro "toma!", como fez em suas conquistas de título em terras brasileiras e juntar-se a Flavio Briatore. Mas não na Renault, e sim na Toyota.

Fontes do Blog Victal que estiveram em Xangai informaram que são fortes os boatos de que a dupla que pôs fim à seqüência de títulos de Michael Schumacher e ajudou o tedesco a optar pela aposentadoria voltaria a se unir. Alonso, notoriamente, não suporta mais Ron Dennis, Lewis Hamilton e a torcida contra de sua atual equipe — o último capítulo da demonstração de que o piloto está abandonado no canto foi a declaração do dirigente de que "corremos contra Fernando" a última prova —, disse várias vezes que não sabe onde correrá no ano que vem, mas que "das outras dez equipes, ao menos uma deve querer meu trabalho". A Toyota já manifestou publicamente que sim. US$ 70 milhões, dizem, é o que querem pagar ao asturiano, que passou pelo "Q.I." de Jarno Trulli ("um piloto bom, rápido e confiante").

Briatore nem foi à China, ninguém soube exatamente dizer o porquê. O dirigente que tocava até os anos 80 a Benetton no mundo da moda, passou à F-1 para cuidar da escuderia homônima, fez dela bicampeã em 1994 e 1995 com Schumi e depois na Renault repetiu a dose com seu piloto. A relação ficou estremecida no fim de 2005 quando Alonso anunciou a ida na McLaren. Mas, com o passar do tempo, reatada — e fichinha perto do que vive com Dennis. Por vezes, o italiano ameaçou deixar a categoria. Só uma nova empreitada o faria ter o mesmo empenho.

Por outro lado, a Toyota despeja dinheiro e não deslancha na F-1. Já promoveu a aposentadoria de Mika Salo, Allan McNish, Cristiano da Matta, Olivier Panis, Ricardo Zonta e, agora, na teoria e na prática, Ralf Schumacher. Trulli continua lá, sem fazer muito. A esperança de ter um piloto que bate no peito por ter elevado o nível do carro da McLaren e um comandante que organiza a casa a seu modo pode se transformar em realidade.

A ida de Alonso ao time nipo-germânico, então, provocaria as reações em cadeia. O nome que a McLaren escolheria é o de Nico Rosberg, atualmente na Williams, que ficaria sem sua atual dupla. Um dos pilotos para as vagas seria o de Adrian Sutil, atualmente na Spyker e provavelmente Orange India em 2008; o outro até pode ser Giancarlo Fisichella. Ralf, quem diria, pode pegar a vaga do compatriota alemão no carro laranja. Nelsinho Piquet, então, seria confirmado na Renault.



Segunda, dia corrido, nem pude vir aqui para deixar as baboseiras de sempre. De forma, após terminar um texto pedido pelo pessoal do Red Bulletin da Stock Car — 4h35, Dio mio! —, conto o que me contaram entre 2h30 e 2h50 de hoje. Farei em forma de texto.

Com Briatore, Alonso pode aceitar oferta da Toyota

O calvário de Fernando Alonso na McLaren pode estar com os dias contados. Doze, mais exatamente. Em 21 de outubro, dia do GP do Brasil que pode lhe dar o inesperado tricampeonato, o espanhol tende a soltar outro "toma!", como fez em suas conquistas de título em terras brasileiras e juntar-se a Flavio Briatore. Mas não na Renault, e sim na Toyota.

Fontes do Blog Victal que estiveram em Xangai informaram que são fortes os boatos de que a dupla que pôs fim à seqüência de títulos de Michael Schumacher e ajudou o tedesco a optar pela aposentadoria voltaria a se unir. Alonso, notoriamente, não suporta mais Ron Dennis, Lewis Hamilton e a torcida contra de sua atual equipe — o último capítulo da demonstração de que o piloto está abandonado no canto foi a declaração do dirigente de que "corremos contra Fernando" a última prova —, disse várias vezes que não sabe onde correrá no ano que vem, mas que "das outras dez equipes, ao menos uma deve querer meu trabalho". A Toyota já manifestou publicamente que sim. US$ 70 milhões, dizem, é o que querem pagar ao asturiano, que passou pelo "Q.I." de Jarno Trulli ("um piloto bom, rápido e confiante").

Briatore nem foi à China, ninguém soube exatamente dizer o porquê. O dirigente que tocava até os anos 80 a Benetton no mundo da moda, passou à F-1 para cuidar da escuderia homônima, fez dela bicampeã em 1994 e 1995 com Schumi e depois na Renault repetiu a dose com seu piloto. A relação ficou estremecida no fim de 2005 quando Alonso anunciou a ida na McLaren. Mas, com o passar do tempo, reatada — e fichinha perto do que vive com Dennis. Por vezes, o italiano ameaçou deixar a categoria. Só uma nova empreitada o faria ter o mesmo empenho.

Por outro lado, a Toyota despeja dinheiro e não deslancha na F-1. Já promoveu a aposentadoria de Mika Salo, Allan McNish, Cristiano da Matta, Olivier Panis, Ricardo Zonta e, agora, na teoria e na prática, Ralf Schumacher. Trulli continua lá, sem fazer muito. A esperança de ter um piloto que bate no peito por ter elevado o nível do carro da McLaren e um comandante que organiza a casa a seu modo pode se transformar em realidade.

A ida de Alonso ao time nipo-germânico, então, provocaria as reações em cadeia. O nome que a McLaren escolheria é o de Nico Rosberg, atualmente na Williams, que ficaria sem sua atual dupla. Um dos pilotos para as vagas seria o de Adrian Sutil, atualmente na Spyker e provavelmente Orange India em 2008; o outro até pode ser Giancarlo Fisichella. Ralf, quem diria, pode pegar a vaga do compatriota alemão no carro laranja. Nelsinho Piquet, então, seria confirmado na Renault.



Segunda, dia corrido, nem pude vir aqui para deixar as baboseiras de sempre. De forma, após terminar um texto pedido pelo pessoal do Red Bulletin da Stock Car — 4h35, Dio mio! —, conto o que me contaram entre 2h30 e 2h50 de hoje. Farei em forma de texto.

Com Briatore, Alonso pode aceitar oferta da Toyota

O calvário de Fernando Alonso na McLaren pode estar com os dias contados. Doze, mais exatamente. Em 21 de outubro, dia do GP do Brasil que pode lhe dar o inesperado tricampeonato, o espanhol tende a soltar outro "toma!", como fez em suas conquistas de título em terras brasileiras e juntar-se a Flavio Briatore. Mas não na Renault, e sim na Toyota.

Fontes do Blog Victal que estiveram em Xangai informaram que são fortes os boatos de que a dupla que pôs fim à seqüência de títulos de Michael Schumacher e ajudou o tedesco a optar pela aposentadoria voltaria a se unir. Alonso, notoriamente, não suporta mais Ron Dennis, Lewis Hamilton e a torcida contra de sua atual equipe — o último capítulo da demonstração de que o piloto está abandonado no canto foi a declaração do dirigente de que "corremos contra Fernando" a última prova —, disse várias vezes que não sabe onde correrá no ano que vem, mas que "das outras dez equipes, ao menos uma deve querer meu trabalho". A Toyota já manifestou publicamente que sim. US$ 70 milhões, dizem, é o que querem pagar ao asturiano, que passou pelo "Q.I." de Jarno Trulli ("um piloto bom, rápido e confiante").

Briatore nem foi à China, ninguém soube exatamente dizer o porquê. O dirigente que tocava até os anos 80 a Benetton no mundo da moda, passou à F-1 para cuidar da escuderia homônima, fez dela bicampeã em 1994 e 1995 com Schumi e depois na Renault repetiu a dose com seu piloto. A relação ficou estremecida no fim de 2005 quando Alonso anunciou a ida na McLaren. Mas, com o passar do tempo, reatada — e fichinha perto do que vive com Dennis. Por vezes, o italiano ameaçou deixar a categoria. Só uma nova empreitada o faria ter o mesmo empenho.

Por outro lado, a Toyota despeja dinheiro e não deslancha na F-1. Já promoveu a aposentadoria de Mika Salo, Allan McNish, Cristiano da Matta, Olivier Panis, Ricardo Zonta e, agora, na teoria e na prática, Ralf Schumacher. Trulli continua lá, sem fazer muito. A esperança de ter um piloto que bate no peito por ter elevado o nível do carro da McLaren e um comandante que organiza a casa a seu modo pode se transformar em realidade.

A ida de Alonso ao time nipo-germânico, então, provocaria as reações em cadeia. O nome que a McLaren escolheria é o de Nico Rosberg, atualmente na Williams, que ficaria sem sua atual dupla. Um dos pilotos para as vagas seria o de Adrian Sutil, atualmente na Spyker e provavelmente Orange India em 2008; o outro até pode ser Giancarlo Fisichella. Ralf, quem diria, pode pegar a vaga do compatriota alemão no carro laranja. Nelsinho Piquet, então, seria confirmado na Renault.



Pataquada de Vitonez às 03h59
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O fim de semana no automobilismo

Os drops para serem comentados livremente:

1) A moleza que seria Interlagos com o título de Hamilton e que agora concentra uma briga tríplice histórica.

2) O tempo que vai demorar para uma equipe grande levar Sebastian Vettel.

3) Ron Dennis confessando que "corríamos contra Fernando Alonso".

4) Kimi Raikkonen, que vinha como mosca-morta, e pode dar o golpe fatal.

5) A estréia de Jacques Villeneuve na Nascar: sexto no grid, 21º na corrida.



Os drops para serem comentados livremente:

1) A moleza que seria Interlagos com o título de Hamilton e que agora concentra uma briga tríplice histórica.

2) O tempo que vai demorar para uma equipe grande levar Sebastian Vettel.

3) Ron Dennis confessando que "corríamos contra Fernando Alonso".

4) Kimi Raikkonen, que vinha como mosca-morta, e pode dar o golpe fatal.

5) A estréia de Jacques Villeneuve na Nascar: sexto no grid, 21º na corrida.



Os drops para serem comentados livremente:

1) A moleza que seria Interlagos com o título de Hamilton e que agora concentra uma briga tríplice histórica.

2) O tempo que vai demorar para uma equipe grande levar Sebastian Vettel.

3) Ron Dennis confessando que "corríamos contra Fernando Alonso".

4) Kimi Raikkonen, que vinha como mosca-morta, e pode dar o golpe fatal.

5) A estréia de Jacques Villeneuve na Nascar: sexto no grid, 21º na corrida.



Pataquada de Vitonez às 18h54
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O intocável

Hamilton sai sem punição alguma pelos testes de frenagem do GP do Japão. Pronto, a taça está garantida.

Hamilton que foi ajudado por guindaste em Nürburgring, que cortou a chicane após a largada do GP da Itália, que saiu livre do episódio da espionagem depois de não colaborar em nada. Que provocou Alonso na Hungria, a FIA se meteu e puniu o espanhol; que se envolveu em um incidente de corrida com Kubica em Fuji, os comissários deram drive-through para o polonês.

Percebo uma proteção. Assim, bem de leve. Hamilton, o novo astro, pode também ser ator. E ser o protagonista de "Os Novos Intocáveis".



Hamilton sai sem punição alguma pelos testes de frenagem do GP do Japão. Pronto, a taça está garantida.

Hamilton que foi ajudado por guindaste em Nürburgring, que cortou a chicane após a largada do GP da Itália, que saiu livre do episódio da espionagem depois de não colaborar em nada. Que provocou Alonso na Hungria, a FIA se meteu e puniu o espanhol; que se envolveu em um incidente de corrida com Kubica em Fuji, os comissários deram drive-through para o polonês.

Percebo uma proteção. Assim, bem de leve. Hamilton, o novo astro, pode também ser ator. E ser o protagonista de "Os Novos Intocáveis".



Hamilton sai sem punição alguma pelos testes de frenagem do GP do Japão. Pronto, a taça está garantida.

Hamilton que foi ajudado por guindaste em Nürburgring, que cortou a chicane após a largada do GP da Itália, que saiu livre do episódio da espionagem depois de não colaborar em nada. Que provocou Alonso na Hungria, a FIA se meteu e puniu o espanhol; que se envolveu em um incidente de corrida com Kubica em Fuji, os comissários deram drive-through para o polonês.

Percebo uma proteção. Assim, bem de leve. Hamilton, o novo astro, pode também ser ator. E ser o protagonista de "Os Novos Intocáveis".



Pataquada de Vitonez às 08h57
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A Índia laranja

Piscaram informações sobre o que deve ser a Spyker no ano que vem. A equipe, comprada por um consórcio que desembolsou € 88 milhões, vai agradar gregos, troianos, indianos e holandeses. O nome deve ser Orange India.

No dia 23 de setembro, o domínio www.orangeindiaf1.com foi comprado e registrado na internet por Jorabar Singh, que não tenho a mínima quem vem a ser nessa história.  



Piscaram informações sobre o que deve ser a Spyker no ano que vem. A equipe, comprada por um consórcio que desembolsou € 88 milhões, vai agradar gregos, troianos, indianos e holandeses. O nome deve ser Orange India.

No dia 23 de setembro, o domínio www.orangeindiaf1.com foi comprado e registrado na internet por Jorabar Singh, que não tenho a mínima quem vem a ser nessa história.  



Piscaram informações sobre o que deve ser a Spyker no ano que vem. A equipe, comprada por um consórcio que desembolsou € 88 milhões, vai agradar gregos, troianos, indianos e holandeses. O nome deve ser Orange India.

No dia 23 de setembro, o domínio www.orangeindiaf1.com foi comprado e registrado na internet por Jorabar Singh, que não tenho a mínima quem vem a ser nessa história.  



Pataquada de Vitonez às 08h22
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Sobre jantar, amigos e internet

Pela primeira vez visitei a Oscar Freire com suas reformas parnasianas, sem fiação. Um luxo da burguesia. De fato, uma rua diferente e bonita. Que destoa da São Paulo multifacetada e símbolo do Brasil.

Fui a um típico restaurante árabe, indicado pelo Dirani melhor, que chegou atrasado. Também estava Cauê Carvalho, o nervosinho. Só. Porque Nei Tessari é mancão e biba. Porque Caio Travaglini, beberrão, tinha jantar de família. Porque Anderson Marsili comemorava o aniversário da mamãe. Porque Bruno Terena celebrava o aniversário de sua "namorada" da semana passada.

Dennis é ótimo imitador. Principalmente de pessoas fadadas à bebida. Cauê é papo para um dia todo. Os dois são os grandes amigos que fiz nas pistas nestes últimos tempos.

Menciono isso porque hoje um daqueles irmãos que a gente tem na vida me ligou depois de trocentos meses de aparecimento e questionou justamente isso, a renovação das amizades. "Será que também é conseqüência da internet?", ele questionou, e confesso que hesitei um pouco a responder. Também pensei muito se a tecnologia da conexão via computador acabou ajuntando ou afastando as pessoas — e fui pela a segunda opção. Digitar um monte de letras, perguntar se está tudo bem e seguir a vida com um depois nos falamos, abraço é o encaixe dos tempos atuais em que se alega não ter tempo para nada. Programas de conversa viraram salvação e satisfação.

Começo a achar que sou saudosista demais para quem mal chegou aos 30. Sou mais jantar com os amigos. 



Pela primeira vez visitei a Oscar Freire com suas reformas parnasianas, sem fiação. Um luxo da burguesia. De fato, uma rua diferente e bonita. Que destoa da São Paulo multifacetada e símbolo do Brasil.

Fui a um típico restaurante árabe, indicado pelo Dirani melhor, que chegou atrasado. Também estava Cauê Carvalho, o nervosinho. Só. Porque Nei Tessari é mancão e biba. Porque Caio Travaglini, beberrão, tinha jantar de família. Porque Anderson Marsili comemorava o aniversário da mamãe. Porque Bruno Terena celebrava o aniversário de sua "namorada" da semana passada.

Dennis é ótimo imitador. Principalmente de pessoas fadadas à bebida. Cauê é papo para um dia todo. Os dois são os grandes amigos que fiz nas pistas nestes últimos tempos.

Menciono isso porque hoje um daqueles irmãos que a gente tem na vida me ligou depois de trocentos meses de aparecimento e questionou justamente isso, a renovação das amizades. "Será que também é conseqüência da internet?", ele questionou, e confesso que hesitei um pouco a responder. Também pensei muito se a tecnologia da conexão via computador acabou ajuntando ou afastando as pessoas — e fui pela a segunda opção. Digitar um monte de letras, perguntar se está tudo bem e seguir a vida com um depois nos falamos, abraço é o encaixe dos tempos atuais em que se alega não ter tempo para nada. Programas de conversa viraram salvação e satisfação.

Começo a achar que sou saudosista demais para quem mal chegou aos 30. Sou mais jantar com os amigos. 



Pela primeira vez visitei a Oscar Freire com suas reformas parnasianas, sem fiação. Um luxo da burguesia. De fato, uma rua diferente e bonita. Que destoa da São Paulo multifacetada e símbolo do Brasil.

Fui a um típico restaurante árabe, indicado pelo Dirani melhor, que chegou atrasado. Também estava Cauê Carvalho, o nervosinho. Só. Porque Nei Tessari é mancão e biba. Porque Caio Travaglini, beberrão, tinha jantar de família. Porque Anderson Marsili comemorava o aniversário da mamãe. Porque Bruno Terena celebrava o aniversário de sua "namorada" da semana passada.

Dennis é ótimo imitador. Principalmente de pessoas fadadas à bebida. Cauê é papo para um dia todo. Os dois são os grandes amigos que fiz nas pistas nestes últimos tempos.

Menciono isso porque hoje um daqueles irmãos que a gente tem na vida me ligou depois de trocentos meses de aparecimento e questionou justamente isso, a renovação das amizades. "Será que também é conseqüência da internet?", ele questionou, e confesso que hesitei um pouco a responder. Também pensei muito se a tecnologia da conexão via computador acabou ajuntando ou afastando as pessoas — e fui pela a segunda opção. Digitar um monte de letras, perguntar se está tudo bem e seguir a vida com um depois nos falamos, abraço é o encaixe dos tempos atuais em que se alega não ter tempo para nada. Programas de conversa viraram salvação e satisfação.

Começo a achar que sou saudosista demais para quem mal chegou aos 30. Sou mais jantar com os amigos. 



Pataquada de Vitonez às 00h41
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Jornalistas saem falando

Conta-me, também, uma afável pessoa que Carlos Col, da Vicar, vai negar até o anúncio oficial da Goodyear que tenha acertado com a montadora norte-americana o fornecimento de pneus para as equipes da Stock Car a partir de 2008. "De onde tirou essa informação?", tentou despistar o dirigente quando perguntado por uma jornalista. "Saiu na imprensa", replicou ela. "Estes jornalistas nem sabem e já saem falando", respondeu Col.

Col é bem informado. Col lê o Grande Prêmio. Col chegou a dizer uma vez que se não saísse tal notícia no Grande Prêmio, não tinha crédito. Col, claro, tem muito interesse em negar que seja a Goodyear. Primeiro porque ainda tem contrato com a Pirelli, que, além de fabricante, é patrocinadora de seu campeonato, e já confirmou sua saída em comunicado à imprensa por e-mail. Col só soube do informe pela notícia de ratificação que também foi ao site. Col proibiu que seus funcionários falassem qualquer coisa. Col faz sua parte, mais do que normal. Ron Dennis jamais falaria que vai trocar Alonso por Rosberg com o espanhol disputando o título e em meio à situação crítica entre ambos. Foderia (mais) a vida do piloto e a provavelmente da Williams.

Mas jornalista sabe. E sai falando por isso.



Conta-me, também, uma afável pessoa que Carlos Col, da Vicar, vai negar até o anúncio oficial da Goodyear que tenha acertado com a montadora norte-americana o fornecimento de pneus para as equipes da Stock Car a partir de 2008. "De onde tirou essa informação?", tentou despistar o dirigente quando perguntado por uma jornalista. "Saiu na imprensa", replicou ela. "Estes jornalistas nem sabem e já saem falando", respondeu Col.

Col é bem informado. Col lê o Grande Prêmio. Col chegou a dizer uma vez que se não saísse tal notícia no Grande Prêmio, não tinha crédito. Col, claro, tem muito interesse em negar que seja a Goodyear. Primeiro porque ainda tem contrato com a Pirelli, que, além de fabricante, é patrocinadora de seu campeonato, e já confirmou sua saída em comunicado à imprensa por e-mail. Col só soube do informe pela notícia de ratificação que também foi ao site. Col proibiu que seus funcionários falassem qualquer coisa. Col faz sua parte, mais do que normal. Ron Dennis jamais falaria que vai trocar Alonso por Rosberg com o espanhol disputando o título e em meio à situação crítica entre ambos. Foderia (mais) a vida do piloto e a provavelmente da Williams.

Mas jornalista sabe. E sai falando por isso.



Conta-me, também, uma afável pessoa que Carlos Col, da Vicar, vai negar até o anúncio oficial da Goodyear que tenha acertado com a montadora norte-americana o fornecimento de pneus para as equipes da Stock Car a partir de 2008. "De onde tirou essa informação?", tentou despistar o dirigente quando perguntado por uma jornalista. "Saiu na imprensa", replicou ela. "Estes jornalistas nem sabem e já saem falando", respondeu Col.

Col é bem informado. Col lê o Grande Prêmio. Col chegou a dizer uma vez que se não saísse tal notícia no Grande Prêmio, não tinha crédito. Col, claro, tem muito interesse em negar que seja a Goodyear. Primeiro porque ainda tem contrato com a Pirelli, que, além de fabricante, é patrocinadora de seu campeonato, e já confirmou sua saída em comunicado à imprensa por e-mail. Col só soube do informe pela notícia de ratificação que também foi ao site. Col proibiu que seus funcionários falassem qualquer coisa. Col faz sua parte, mais do que normal. Ron Dennis jamais falaria que vai trocar Alonso por Rosberg com o espanhol disputando o título e em meio à situação crítica entre ambos. Foderia (mais) a vida do piloto e a provavelmente da Williams.

Mas jornalista sabe. E sai falando por isso.



Pataquada de Vitonez às 15h46
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Não veja

Já se vão 40 anos que morreu Che Guevara, e creio que não é preciso dissecar a importância dele para a história do movimento social e pelas causas que abraçava. E a última edição de Veja, e creio que não é preciso definir a que se presta a revista que um dia foi parâmetro do jornalismo brasileiro e hoje se dedica ao marketing antigoverno, veio com esta capa:

Reprodução Veja

Uma pessoa que conheço de lá de dentro me contou que houve um protesto em frente à Editora Abril diante da "reportagem" da publicação. A reação dos editores e cúpula: rir, dizendo coisas do tipo "vão trabalhar".



Já se vão 40 anos que morreu Che Guevara, e creio que não é preciso dissecar a importância dele para a história do movimento social e pelas causas que abraçava. E a última edição de Veja, e creio que não é preciso definir a que se presta a revista que um dia foi parâmetro do jornalismo brasileiro e hoje se dedica ao marketing antigoverno, veio com esta capa:

Reprodução Veja

Uma pessoa que conheço de lá de dentro me contou que houve um protesto em frente à Editora Abril diante da "reportagem" da publicação. A reação dos editores e cúpula: rir, dizendo coisas do tipo "vão trabalhar".



Já se vão 40 anos que morreu Che Guevara, e creio que não é preciso dissecar a importância dele para a história do movimento social e pelas causas que abraçava. E a última edição de Veja, e creio que não é preciso definir a que se presta a revista que um dia foi parâmetro do jornalismo brasileiro e hoje se dedica ao marketing antigoverno, veio com esta capa:

Reprodução Veja

Uma pessoa que conheço de lá de dentro me contou que houve um protesto em frente à Editora Abril diante da "reportagem" da publicação. A reação dos editores e cúpula: rir, dizendo coisas do tipo "vão trabalhar".



Pataquada de Vitonez às 15h14
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Hoover!

Já tenho para quem torcer na Stock Car. Hoover Orsi. O cara que um "jornalista" bêbado, em premiação do ano passado, teve o nome berrado depois que Cacá Bueno foi laureado como melhor piloto da categoria.

A princípio, Hoover parece esnobe. Mas é só puxar conversa que o papo do cara flui. Falei com ele para fazer uma matéria para a Quatro Rodas hoje. "Tá ocupado?", questionei. "Nada tô bem tranqüilo", respondeu, como se estivesse deitado na rede com um ventilador do lado no Mato Grosso do Sul. E depois da única questão de que precisava, uns cinco minutos falando da vida, da ida à Argentina, de hotel, de banalidades.

Fui e vim com Hoover para Curitiba. Na ida, um aceno, e ele imerso em seu iPod; na volta, algumas palavras, também com seu pai — e aqui nem cabe falar da linda história do fim do ano passado, na decisão do campeonato, em que o Orsi mais velho encontrou-se com Galvão Bueno no banheiro. Um cara do bem, um cara normal.

Como todos devem ser. Mas o primeiro a se manifestar abertamente.



Já tenho para quem torcer na Stock Car. Hoover Orsi. O cara que um "jornalista" bêbado, em premiação do ano passado, teve o nome berrado depois que Cacá Bueno foi laureado como melhor piloto da categoria.

A princípio, Hoover parece esnobe. Mas é só puxar conversa que o papo do cara flui. Falei com ele para fazer uma matéria para a Quatro Rodas hoje. "Tá ocupado?", questionei. "Nada tô bem tranqüilo", respondeu, como se estivesse deitado na rede com um ventilador do lado no Mato Grosso do Sul. E depois da única questão de que precisava, uns cinco minutos falando da vida, da ida à Argentina, de hotel, de banalidades.

Fui e vim com Hoover para Curitiba. Na ida, um aceno, e ele imerso em seu iPod; na volta, algumas palavras, também com seu pai — e aqui nem cabe falar da linda história do fim do ano passado, na decisão do campeonato, em que o Orsi mais velho encontrou-se com Galvão Bueno no banheiro. Um cara do bem, um cara normal.

Como todos devem ser. Mas o primeiro a se manifestar abertamente.



Já tenho para quem torcer na Stock Car. Hoover Orsi. O cara que um "jornalista" bêbado, em premiação do ano passado, teve o nome berrado depois que Cacá Bueno foi laureado como melhor piloto da categoria.

A princípio, Hoover parece esnobe. Mas é só puxar conversa que o papo do cara flui. Falei com ele para fazer uma matéria para a Quatro Rodas hoje. "Tá ocupado?", questionei. "Nada tô bem tranqüilo", respondeu, como se estivesse deitado na rede com um ventilador do lado no Mato Grosso do Sul. E depois da única questão de que precisava, uns cinco minutos falando da vida, da ida à Argentina, de hotel, de banalidades.

Fui e vim com Hoover para Curitiba. Na ida, um aceno, e ele imerso em seu iPod; na volta, algumas palavras, também com seu pai — e aqui nem cabe falar da linda história do fim do ano passado, na decisão do campeonato, em que o Orsi mais velho encontrou-se com Galvão Bueno no banheiro. Um cara do bem, um cara normal.

Como todos devem ser. Mas o primeiro a se manifestar abertamente.



Pataquada de Vitonez às 22h00
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Maldito Caçulinha

Na quarta, ligou a rapariga. "Aqui é da Fininvest". Pensei eu o que a Fininvest tinha a falar comigo, mas a Fininvest queria meu pai. Ele não estava, daí a moça agradeceu e desligou.

Na quinta, foi um rapaz, com voz, digamos, meio leve, assim, sabe. "Fininvestchi", disse. "Ui", soltei, "não queremos nadinha, tá?", e ri com a tentativa de resposta que ouviu o tutu.

Na sexta, à noite, tentavam de novo. Minha mãe atendeu e logo dispensou.

Na segunda, voltaram a incomodar. "Boa tarde, é da Finin..."

Na terça, o basta. "Vocês ligaram a semana toda. Já não chega?". "Mas, senhor, nós vamor estar oferecendo um..." Bendito Arruda lá no DF que surtou e proibiu o gerundismo. "Eu vou estar desligando e falo para você, que vai estar anotando, para não estar mais me incomodando."

Quem disse que não dá... no saco.

 



Na quarta, ligou a rapariga. "Aqui é da Fininvest". Pensei eu o que a Fininvest tinha a falar comigo, mas a Fininvest queria meu pai. Ele não estava, daí a moça agradeceu e desligou.

Na quinta, foi um rapaz, com voz, digamos, meio leve, assim, sabe. "Fininvestchi", disse. "Ui", soltei, "não queremos nadinha, tá?", e ri com a tentativa de resposta que ouviu o tutu.

Na sexta, à noite, tentavam de novo. Minha mãe atendeu e logo dispensou.

Na segunda, voltaram a incomodar. "Boa tarde, é da Finin..."

Na terça, o basta. "Vocês ligaram a semana toda. Já não chega?". "Mas, senhor, nós vamor estar oferecendo um..." Bendito Arruda lá no DF que surtou e proibiu o gerundismo. "Eu vou estar desligando e falo para você, que vai estar anotando, para não estar mais me incomodando."

Quem disse que não dá... no saco.

 



Na quarta, ligou a rapariga. "Aqui é da Fininvest". Pensei eu o que a Fininvest tinha a falar comigo, mas a Fininvest queria meu pai. Ele não estava, daí a moça agradeceu e desligou.

Na quinta, foi um rapaz, com voz, digamos, meio leve, assim, sabe. "Fininvestchi", disse. "Ui", soltei, "não queremos nadinha, tá?", e ri com a tentativa de resposta que ouviu o tutu.

Na sexta, à noite, tentavam de novo. Minha mãe atendeu e logo dispensou.

Na segunda, voltaram a incomodar. "Boa tarde, é da Finin..."

Na terça, o basta. "Vocês ligaram a semana toda. Já não chega?". "Mas, senhor, nós vamor estar oferecendo um..." Bendito Arruda lá no DF que surtou e proibiu o gerundismo. "Eu vou estar desligando e falo para você, que vai estar anotando, para não estar mais me incomodando."

Quem disse que não dá... no saco.

 



Pataquada de Vitonez às 13h47
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Efeitos do sono

Alertou-me Luiz Alberto Pandini. 9h17 da matina de ontem, e solto essa:

"Na volta 55, Liuzzi passou Sutil no momento em que as bandeiras amarelas eram agitadas por conta do abandono de Anthony Davidson, que parou seu quarto na grama da reta principal do circuito nipônico (...)"

Sim, e eu querendo ir dormir no carro, pensando muito nele...

 



Alertou-me Luiz Alberto Pandini. 9h17 da matina de ontem, e solto essa:

"Na volta 55, Liuzzi passou Sutil no momento em que as bandeiras amarelas eram agitadas por conta do abandono de Anthony Davidson, que parou seu quarto na grama da reta principal do circuito nipônico (...)"

Sim, e eu querendo ir dormir no carro, pensando muito nele...

 



Alertou-me Luiz Alberto Pandini. 9h17 da matina de ontem, e solto essa:

"Na volta 55, Liuzzi passou Sutil no momento em que as bandeiras amarelas eram agitadas por conta do abandono de Anthony Davidson, que parou seu quarto na grama da reta principal do circuito nipônico (...)"

Sim, e eu querendo ir dormir no carro, pensando muito nele...

 



Pataquada de Vitonez às 15h22
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Sai o vencedor de O Grande Estagiário 2

Marcus Lellis Leite é o vencedor da segunda edição do programa de seleção O Grande Estagiário 2, que proporciona ao jornalista de Santos a inclusão ao grupo de profissionais do Grande Prêmio.

Marcus, de 22 anos, chegou à fase final de O Grande Estagiário 2 com outros três candidatos: Daniel Médici, Felipe Mazorca e Francisco Bonzanini.

O processo de O Grande Estagiário 2 se iniciou com o envio de um texto com título determinado, continuou com a realização de testes no formato de vestibular de automobilismo, além da redação de uma crônica, prosseguiu com a produção de textos semelhante ao cotidiano do site e terminou com as entrevistas.

Surpreso com a notícia da vitória no programa, Marcus comentou que o ingresso no Grande Prêmio representa um acúmulo de bagagem ao currículo. "Para mim é uma grande oportunidade na carreira. Sou jornalista há dois anos e meio e tenho certeza de que vou aprender muito trabalhando no site", declarou o novo membro da equipe. "Ainda mais com Flavio Gomes, que é referência no automobilismo", puxou a sardinha.

Marcus, formado na Universidade Católica de Santos, já foi estagiário da Central Globo de Jornalismo na área de esporte e foi free-lancer do jornal Lance! em cobertura do Campeonato Brasileiro de futebol.

Daniel, Felipe e Francisco, que também tiveram desempenho destacado em O Grande Estagiário 2, comporão o "banco" do Grande Prêmio em eventual e urgente necessidade.

O Grande Prêmio agradece a todos os participantes deste sistema seletivo.
 
E eu também.


Marcus Lellis Leite é o vencedor da segunda edição do programa de seleção O Grande Estagiário 2, que proporciona ao jornalista de Santos a inclusão ao grupo de profissionais do Grande Prêmio.

Marcus, de 22 anos, chegou à fase final de O Grande Estagiário 2 com outros três candidatos: Daniel Médici, Felipe Mazorca e Francisco Bonzanini.

O processo de O Grande Estagiário 2 se iniciou com o envio de um texto com título determinado, continuou com a realização de testes no formato de vestibular de automobilismo, além da redação de uma crônica, prosseguiu com a produção de textos semelhante ao cotidiano do site e terminou com as entrevistas.

Surpreso com a notícia da vitória no programa, Marcus comentou que o ingresso no Grande Prêmio representa um acúmulo de bagagem ao currículo. "Para mim é uma grande oportunidade na carreira. Sou jornalista há dois anos e meio e tenho certeza de que vou aprender muito trabalhando no site", declarou o novo membro da equipe. "Ainda mais com Flavio Gomes, que é referência no automobilismo", puxou a sardinha.

Marcus, formado na Universidade Católica de Santos, já foi estagiário da Central Globo de Jornalismo na área de esporte e foi free-lancer do jornal Lance! em cobertura do Campeonato Brasileiro de futebol.

Daniel, Felipe e Francisco, que também tiveram desempenho destacado em O Grande Estagiário 2, comporão o "banco" do Grande Prêmio em eventual e urgente necessidade.

O Grande Prêmio agradece a todos os participantes deste sistema seletivo.
 
E eu também.


Marcus Lellis Leite é o vencedor da segunda edição do programa de seleção O Grande Estagiário 2, que proporciona ao jornalista de Santos a inclusão ao grupo de profissionais do Grande Prêmio.

Marcus, de 22 anos, chegou à fase final de O Grande Estagiário 2 com outros três candidatos: Daniel Médici, Felipe Mazorca e Francisco Bonzanini.

O processo de O Grande Estagiário 2 se iniciou com o envio de um texto com título determinado, continuou com a realização de testes no formato de vestibular de automobilismo, além da redação de uma crônica, prosseguiu com a produção de textos semelhante ao cotidiano do site e terminou com as entrevistas.

Surpreso com a notícia da vitória no programa, Marcus comentou que o ingresso no Grande Prêmio representa um acúmulo de bagagem ao currículo. "Para mim é uma grande oportunidade na carreira. Sou jornalista há dois anos e meio e tenho certeza de que vou aprender muito trabalhando no site", declarou o novo membro da equipe. "Ainda mais com Flavio Gomes, que é referência no automobilismo", puxou a sardinha.

Marcus, formado na Universidade Católica de Santos, já foi estagiário da Central Globo de Jornalismo na área de esporte e foi free-lancer do jornal Lance! em cobertura do Campeonato Brasileiro de futebol.

Daniel, Felipe e Francisco, que também tiveram desempenho destacado em O Grande Estagiário 2, comporão o "banco" do Grande Prêmio em eventual e urgente necessidade.

O Grande Prêmio agradece a todos os participantes deste sistema seletivo.
 
E eu também.


Pataquada de Vitonez às 13h36
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