E na Granja ouvi o seguinte...

1) Átila Abreu vai correr ao lado de Valdeno Brito na JF "1". Na "2", estarão os adversários do título da Light, André Bragantini e o provável campeão Norberto Gresse Filho.

2) O calendário 2008 da Stock, com 16 e não 17 eventos, está definido: faltam apenas apontar duas praças, que não a Argentina, para um evento da Light com a Pick-up e para outro da V8, entre outubro e novembro.

3) A Officer vai levar o nome da Samsung, também, no nome de sua equipe.



1) Átila Abreu vai correr ao lado de Valdeno Brito na JF "1". Na "2", estarão os adversários do título da Light, André Bragantini e o provável campeão Norberto Gresse Filho.

2) O calendário 2008 da Stock, com 16 e não 17 eventos, está definido: faltam apenas apontar duas praças, que não a Argentina, para um evento da Light com a Pick-up e para outro da V8, entre outubro e novembro.

3) A Officer vai levar o nome da Samsung, também, no nome de sua equipe.



1) Átila Abreu vai correr ao lado de Valdeno Brito na JF "1". Na "2", estarão os adversários do título da Light, André Bragantini e o provável campeão Norberto Gresse Filho.

2) O calendário 2008 da Stock, com 16 e não 17 eventos, está definido: faltam apenas apontar duas praças, que não a Argentina, para um evento da Light com a Pick-up e para outro da V8, entre outubro e novembro.

3) A Officer vai levar o nome da Samsung, também, no nome de sua equipe.



Pataquada de Vitonez às 17h44
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Central de boatos

Corre o boato na Europa de que Fernando Alonso e Renault não chegaram a um acordo. A equipe já teria, então, decidido que Nelsinho Piquet e Heikki Kovalainen serão companheiros. O espanhol concentra seus esforços na Honda.

Corre o boato na Europa de que Fernando Alonso e Renault não chegaram a um acordo. A equipe já teria, então, decidido que Nelsinho Piquet e Heikki Kovalainen serão companheiros. O espanhol concentra seus esforços na Honda.

Corre o boato na Europa de que Fernando Alonso e Renault não chegaram a um acordo. A equipe já teria, então, decidido que Nelsinho Piquet e Heikki Kovalainen serão companheiros. O espanhol concentra seus esforços na Honda.

Pataquada de Vitonez às 16h11
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Viana e sua Granja

Granja ao vivo, treinos rolando. Tem a equipe dos nobres colegas. Lá já estão Mendonça, Gomes, França, Cortes, Terena chegou agora há pouco com sua câmera, seu nariz e sua magreza.

O clima está tranqüilo, por ora. Kanaan diverte-se com Barrichello e Camilo, Di Grassi foi convidado para correr na equipe deles. Dirani, o Danilo, corre no time de Nonô e Duda. Nelsinho está por aqui, andando. Daniel, o Rafael, Rocha, o Tuka, Dirani, o Dennis, também treinam. Dias, o Gabriel, não reclama de nada.

A sala de imprensa mudou de lugar. Agora é no fim dos pits. A companhia da sala de imprensa é dividida com Marsili, Costa Jr. e Guga.

Prévia das eleições: Martins vencendo.

O Relisco em seu comentário no post abaixo disse tudo.



Granja ao vivo, treinos rolando. Tem a equipe dos nobres colegas. Lá já estão Mendonça, Gomes, França, Cortes, Terena chegou agora há pouco com sua câmera, seu nariz e sua magreza.

O clima está tranqüilo, por ora. Kanaan diverte-se com Barrichello e Camilo, Di Grassi foi convidado para correr na equipe deles. Dirani, o Danilo, corre no time de Nonô e Duda. Nelsinho está por aqui, andando. Daniel, o Rafael, Rocha, o Tuka, Dirani, o Dennis, também treinam. Dias, o Gabriel, não reclama de nada.

A sala de imprensa mudou de lugar. Agora é no fim dos pits. A companhia da sala de imprensa é dividida com Marsili, Costa Jr. e Guga.

Prévia das eleições: Martins vencendo.

O Relisco em seu comentário no post abaixo disse tudo.



Granja ao vivo, treinos rolando. Tem a equipe dos nobres colegas. Lá já estão Mendonça, Gomes, França, Cortes, Terena chegou agora há pouco com sua câmera, seu nariz e sua magreza.

O clima está tranqüilo, por ora. Kanaan diverte-se com Barrichello e Camilo, Di Grassi foi convidado para correr na equipe deles. Dirani, o Danilo, corre no time de Nonô e Duda. Nelsinho está por aqui, andando. Daniel, o Rafael, Rocha, o Tuka, Dirani, o Dennis, também treinam. Dias, o Gabriel, não reclama de nada.

A sala de imprensa mudou de lugar. Agora é no fim dos pits. A companhia da sala de imprensa é dividida com Marsili, Costa Jr. e Guga.

Prévia das eleições: Martins vencendo.

O Relisco em seu comentário no post abaixo disse tudo.



Pataquada de Vitonez às 15h41
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Melhores de 2007 no automobilismo

O Blog Victal lança nesta quarta-feira a eleição dos melhores do ano no automobilismo. Teremos uma série de pesquisas. Até o dia 15, o internauta terá chance de eleger os destaques da temporada.

Ao lado direito, você pode notar que há as enquetes. Participe, pois.



O Blog Victal lança nesta quarta-feira a eleição dos melhores do ano no automobilismo. Teremos uma série de pesquisas. Até o dia 15, o internauta terá chance de eleger os destaques da temporada.

Ao lado direito, você pode notar que há as enquetes. Participe, pois.



O Blog Victal lança nesta quarta-feira a eleição dos melhores do ano no automobilismo. Teremos uma série de pesquisas. Até o dia 15, o internauta terá chance de eleger os destaques da temporada.

Ao lado direito, você pode notar que há as enquetes. Participe, pois.



Pataquada de Vitonez às 12h12
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Lixo eletrônico

Capacete de Ouro 2007

O Capacete de Ouro, prêmio entregue pela revista Racing, mais uma vez seguiu o padrão das edições anteriores, norteado pela surpresa de não aparições de pilotos e convidados e saias-justas.

Ouvia-se grilos feitos por alguns convidados, "faltou" e "não veio" em situações como estas, em que se esperava alguém ao palco e ninguém sabia se a pessoa havia comparecido. Os apresentadores fizeram perguntas, seguindo o script, um tanto quanto descabidas. Por exemplo, para um menino de não mais do que dez anos como planejava sua carreira. A aparição da vice-presidente da editora, que realmente queria mesmo tal papel, o de aparecer, foi por muitas vezes deselegante. Chegou ao ponto até de se esquecer do outro candidato que concorria com Felipe Massa ao prêmio de brasileiro da F-1. E, claro, Otávio Mesquita exerceu mais uma vez o papel de animador, expondo que também é piloto e vencedor de corridas.

Arrastada, a cerimônia premiou a música "Hung Up", de Madonna, usada sempre para mostrar os concorrentes a determinada categoria ou vídeos, no geral, nem tão bem-feitos no PowerPoint.

Como diz um trecho do hit da cantora, "time goes by so slowly" no Capacete. Parece que nunca acaba.



Categoria: Lixo Eletrônico

Lixo eletrônico

Capacete de Ouro 2007

O Capacete de Ouro, prêmio entregue pela revista Racing, mais uma vez seguiu o padrão das edições anteriores, norteado pela surpresa de não aparições de pilotos e convidados e saias-justas.

Ouvia-se grilos feitos por alguns convidados, "faltou" e "não veio" em situações como estas, em que se esperava alguém ao palco e ninguém sabia se a pessoa havia comparecido. Os apresentadores fizeram perguntas, seguindo o script, um tanto quanto descabidas. Por exemplo, para um menino de não mais do que dez anos como planejava sua carreira. A aparição da vice-presidente da editora, que realmente queria mesmo tal papel, o de aparecer, foi por muitas vezes deselegante. Chegou ao ponto até de se esquecer do outro candidato que concorria com Felipe Massa ao prêmio de brasileiro da F-1. E, claro, Otávio Mesquita exerceu mais uma vez o papel de animador, expondo que também é piloto e vencedor de corridas.

Arrastada, a cerimônia premiou a música "Hung Up", de Madonna, usada sempre para mostrar os concorrentes a determinada categoria ou vídeos, no geral, nem tão bem-feitos no PowerPoint.

Como diz um trecho do hit da cantora, "time goes by so slowly" no Capacete. Parece que nunca acaba.



Categoria: Lixo Eletrônico

Lixo eletrônico

Capacete de Ouro 2007

O Capacete de Ouro, prêmio entregue pela revista Racing, mais uma vez seguiu o padrão das edições anteriores, norteado pela surpresa de não aparições de pilotos e convidados e saias-justas.

Ouvia-se grilos feitos por alguns convidados, "faltou" e "não veio" em situações como estas, em que se esperava alguém ao palco e ninguém sabia se a pessoa havia comparecido. Os apresentadores fizeram perguntas, seguindo o script, um tanto quanto descabidas. Por exemplo, para um menino de não mais do que dez anos como planejava sua carreira. A aparição da vice-presidente da editora, que realmente queria mesmo tal papel, o de aparecer, foi por muitas vezes deselegante. Chegou ao ponto até de se esquecer do outro candidato que concorria com Felipe Massa ao prêmio de brasileiro da F-1. E, claro, Otávio Mesquita exerceu mais uma vez o papel de animador, expondo que também é piloto e vencedor de corridas.

Arrastada, a cerimônia premiou a música "Hung Up", de Madonna, usada sempre para mostrar os concorrentes a determinada categoria ou vídeos, no geral, nem tão bem-feitos no PowerPoint.

Como diz um trecho do hit da cantora, "time goes by so slowly" no Capacete. Parece que nunca acaba.



Categoria: Lixo Eletrônico
Pataquada de Vitonez às 13h19
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TC2000 em versão sul-americana

Já tem tempo que é intenção de Aurélio Batista Félix, o homem forte da F-Truck — a categoria defendida por assessores travestidos de jornalistas no exercício da profissão que não pode mais correr em Interlagos —, organizar uma TC2000 continental. Pablo Peón, presidente da categoria argentina, sempre se encontra com Aurélio aqui no Brasil. Reuniões mais avançadas têm ocorrido em solo portenho (Buenos Aires).

(Aliás, Alexandre Scaglia e Rodrigo Borges: obrigado pelo aviso daquela notícia que saiu como exclusiva em outras praças da internet na semana passada e que havia dado em primeira-mão em agosto. Não se podia esperar outra coisa do autor.)



Já tem tempo que é intenção de Aurélio Batista Félix, o homem forte da F-Truck — a categoria defendida por assessores travestidos de jornalistas no exercício da profissão que não pode mais correr em Interlagos —, organizar uma TC2000 continental. Pablo Peón, presidente da categoria argentina, sempre se encontra com Aurélio aqui no Brasil. Reuniões mais avançadas têm ocorrido em solo portenho (Buenos Aires).

(Aliás, Alexandre Scaglia e Rodrigo Borges: obrigado pelo aviso daquela notícia que saiu como exclusiva em outras praças da internet na semana passada e que havia dado em primeira-mão em agosto. Não se podia esperar outra coisa do autor.)



Já tem tempo que é intenção de Aurélio Batista Félix, o homem forte da F-Truck — a categoria defendida por assessores travestidos de jornalistas no exercício da profissão que não pode mais correr em Interlagos —, organizar uma TC2000 continental. Pablo Peón, presidente da categoria argentina, sempre se encontra com Aurélio aqui no Brasil. Reuniões mais avançadas têm ocorrido em solo portenho (Buenos Aires).

(Aliás, Alexandre Scaglia e Rodrigo Borges: obrigado pelo aviso daquela notícia que saiu como exclusiva em outras praças da internet na semana passada e que havia dado em primeira-mão em agosto. Não se podia esperar outra coisa do autor.)



Pataquada de Vitonez às 18h06
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Wurz pode testar pela Honda em Jerez

LAT

O Blog Victal soube que Alexander Wurz, que falou que não se via mais em condições de disputar corridas e nem veio para o GP do Brasil, último da temporada 2007, pela Williams, esteve na sede da Honda na semana passada. O austríaco fez um molde de banco no time agora com chefia de Ross Brawn e pode ser que teste o carro do time-natureza-morta na primeira semana de dezembro, em Jerez de la Frontera.

Wurz é considerado ótimo test-driver, além de ser extremamente perspicaz na comunicação e transferência de dados. Cultura e humor são seu forte, também. O problema é, de fato, a altura, que beira 1m90. Alexander é um dos pilotos que já andou com "slicks" desta turma toda que está envolvida na F-1. Tais compostos serão avaliados na pista espanhola.



LAT

O Blog Victal soube que Alexander Wurz, que falou que não se via mais em condições de disputar corridas e nem veio para o GP do Brasil, último da temporada 2007, pela Williams, esteve na sede da Honda na semana passada. O austríaco fez um molde de banco no time agora com chefia de Ross Brawn e pode ser que teste o carro do time-natureza-morta na primeira semana de dezembro, em Jerez de la Frontera.

Wurz é considerado ótimo test-driver, além de ser extremamente perspicaz na comunicação e transferência de dados. Cultura e humor são seu forte, também. O problema é, de fato, a altura, que beira 1m90. Alexander é um dos pilotos que já andou com "slicks" desta turma toda que está envolvida na F-1. Tais compostos serão avaliados na pista espanhola.



LAT

O Blog Victal soube que Alexander Wurz, que falou que não se via mais em condições de disputar corridas e nem veio para o GP do Brasil, último da temporada 2007, pela Williams, esteve na sede da Honda na semana passada. O austríaco fez um molde de banco no time agora com chefia de Ross Brawn e pode ser que teste o carro do time-natureza-morta na primeira semana de dezembro, em Jerez de la Frontera.

Wurz é considerado ótimo test-driver, além de ser extremamente perspicaz na comunicação e transferência de dados. Cultura e humor são seu forte, também. O problema é, de fato, a altura, que beira 1m90. Alexander é um dos pilotos que já andou com "slicks" desta turma toda que está envolvida na F-1. Tais compostos serão avaliados na pista espanhola.



Pataquada de Vitonez às 15h47
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A vida de Schumacher em duas rodas

Para os interessados, minha matéria de domingo na Folha.

MOTOR

Próximo dos 40, Schumacher descobre diversão em 2 rodas

VICTOR MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Perto de completar 40 anos, Michael Schumacher encontrou uma nova diversão. Não tão distante, entretanto, do automobilismo.

Quando se cansa do bucolismo das cercanias de Genebra, Schumacher liga para os amigos, todos equipam suas motos e lá vão eles pegar as estradas sobre duas rodas.

Como na mítica Rota 66, eles atravessam a Alemanha, vão pelas Autobans sem limite de velocidade e se aventuram. Não foi à toa que o heptacampeão mundial de F-1 sentou na mesma Ducati com que Casey Stoner faturou de braçadas o Mundial da MotoGP e foi cerca de cinco segundos mais lento que o recorde do circuito de Valência, na Espanha.

Alexandre Barros, ex-piloto da categoria, não deixou de mostrar seu espanto ao alemão assim que o viu chegar ao Kartódromo dos Ingleses, em Florianópolis, sede do Desafio das Estrelas de hoje. "Eu vi. E foi impressionante o que ele fez", disse o brasileiro à Folha.

Schumacher chegou anteontem e com Luca Badoer, seu companheiro de longa data de Ferrari, usou motos da organização para conhecer a pista do evento. Com Badoer na garupa, deu cinco ou seis voltas, depois trocou de lugar com o italiano.

Nem um estado momentâneo de delírio faz Schumacher pensar em voltar à F-1. "De fato não existe essa vontade", garante Felipe Massa.

Principalmente porque faz agora tudo que nunca pôde ou não conseguiu. Nem quer saber, aliás, de falar do esporte que o projetou ao topo. "Estamos aqui para uma corrida de kart, não é mesmo?", responde aos repórteres o quarto colocado no grid da primeira prova do dia.

E na Europa, quando pára em algum lugar, um bar ou um restaurante, por exemplo, faz graça quando o reconhecem. "É, esse piloto é muito parecido comigo."



Para os interessados, minha matéria de domingo na Folha.

MOTOR

Próximo dos 40, Schumacher descobre diversão em 2 rodas

VICTOR MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Perto de completar 40 anos, Michael Schumacher encontrou uma nova diversão. Não tão distante, entretanto, do automobilismo.

Quando se cansa do bucolismo das cercanias de Genebra, Schumacher liga para os amigos, todos equipam suas motos e lá vão eles pegar as estradas sobre duas rodas.

Como na mítica Rota 66, eles atravessam a Alemanha, vão pelas Autobans sem limite de velocidade e se aventuram. Não foi à toa que o heptacampeão mundial de F-1 sentou na mesma Ducati com que Casey Stoner faturou de braçadas o Mundial da MotoGP e foi cerca de cinco segundos mais lento que o recorde do circuito de Valência, na Espanha.

Alexandre Barros, ex-piloto da categoria, não deixou de mostrar seu espanto ao alemão assim que o viu chegar ao Kartódromo dos Ingleses, em Florianópolis, sede do Desafio das Estrelas de hoje. "Eu vi. E foi impressionante o que ele fez", disse o brasileiro à Folha.

Schumacher chegou anteontem e com Luca Badoer, seu companheiro de longa data de Ferrari, usou motos da organização para conhecer a pista do evento. Com Badoer na garupa, deu cinco ou seis voltas, depois trocou de lugar com o italiano.

Nem um estado momentâneo de delírio faz Schumacher pensar em voltar à F-1. "De fato não existe essa vontade", garante Felipe Massa.

Principalmente porque faz agora tudo que nunca pôde ou não conseguiu. Nem quer saber, aliás, de falar do esporte que o projetou ao topo. "Estamos aqui para uma corrida de kart, não é mesmo?", responde aos repórteres o quarto colocado no grid da primeira prova do dia.

E na Europa, quando pára em algum lugar, um bar ou um restaurante, por exemplo, faz graça quando o reconhecem. "É, esse piloto é muito parecido comigo."



Para os interessados, minha matéria de domingo na Folha.

MOTOR

Próximo dos 40, Schumacher descobre diversão em 2 rodas

VICTOR MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Perto de completar 40 anos, Michael Schumacher encontrou uma nova diversão. Não tão distante, entretanto, do automobilismo.

Quando se cansa do bucolismo das cercanias de Genebra, Schumacher liga para os amigos, todos equipam suas motos e lá vão eles pegar as estradas sobre duas rodas.

Como na mítica Rota 66, eles atravessam a Alemanha, vão pelas Autobans sem limite de velocidade e se aventuram. Não foi à toa que o heptacampeão mundial de F-1 sentou na mesma Ducati com que Casey Stoner faturou de braçadas o Mundial da MotoGP e foi cerca de cinco segundos mais lento que o recorde do circuito de Valência, na Espanha.

Alexandre Barros, ex-piloto da categoria, não deixou de mostrar seu espanto ao alemão assim que o viu chegar ao Kartódromo dos Ingleses, em Florianópolis, sede do Desafio das Estrelas de hoje. "Eu vi. E foi impressionante o que ele fez", disse o brasileiro à Folha.

Schumacher chegou anteontem e com Luca Badoer, seu companheiro de longa data de Ferrari, usou motos da organização para conhecer a pista do evento. Com Badoer na garupa, deu cinco ou seis voltas, depois trocou de lugar com o italiano.

Nem um estado momentâneo de delírio faz Schumacher pensar em voltar à F-1. "De fato não existe essa vontade", garante Felipe Massa.

Principalmente porque faz agora tudo que nunca pôde ou não conseguiu. Nem quer saber, aliás, de falar do esporte que o projetou ao topo. "Estamos aqui para uma corrida de kart, não é mesmo?", responde aos repórteres o quarto colocado no grid da primeira prova do dia.

E na Europa, quando pára em algum lugar, um bar ou um restaurante, por exemplo, faz graça quando o reconhecem. "É, esse piloto é muito parecido comigo."



Pataquada de Vitonez às 02h59
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A frustração de meio mundo

Quando Michael Schumacher abriu de cara os treinos com o melhor tempo, a imprensa sorriu. Mais ainda, esperançosa, ao vê-lo repetir o ato na segunda sessão. Tudo porque, segundo a assessoria do evento, os três primeiros do grid do Desafio das Estrelas iriam para a entrevista coletiva. E, enfim, o heptacampeão abriria a boca.

Não que Schumacher impusesse uma automordaça. Tem tratado todos com simpatia, até. Mas a restrição à área dos boxes apenas à emissora que detém os direitos de transmissão, também por determinação de Felipe Massa, impediu que houvesse aproximação ao alemão. No momento em que alguns conseguiram, o repórter da filial da citada rede de televisão apareceu com um RG de um rapaz que tinha o mesmo sobrenome de Michael. Que pegou a identidade e, sem muito ter de pensar, concluiu que "tem muito Schumacher no mundo". "Mas ele é teu primo, o que você tem a dizer para ele?", insistiu o jornalista, empunhando o microfone e provavelmente feliz por cumprir sua pauta duvidosa. "Nada, eu nem o conheço", respondeu Schumi, deixando o resto dos profissionais levemente irritados — com o colega.

Então veio a superpole. E Schumacher terminou em quarto. Sem presença na coletiva, pois. Massa, então, teve de falar em nome dele. "Ele gostou muito do evento, falou que a pista é muito bacana, que a organização é muito legal, que o clima é bom para os pilotos e as pessoas. Ele está aproveitando bem o evento. Vamos ver se conseguimos trazê-lo de volta no futuro", disse o brasileiro, terceiro no grid, atrás de Nelsinho Piquet e Lucas Di Grassi.

Daí quiseram saber se em algum momento Schumi estaria disponível. Um pingo de esperança para a mídia, mas nada tão promissor. "Ele vai falar", confirmou Felipe, "mas ele está aqui para se divertir. Quando tiver um momento para falar alguma coisa, ele vai falar."

É o que todo mundo espera em Florianópolis.



Quando Michael Schumacher abriu de cara os treinos com o melhor tempo, a imprensa sorriu. Mais ainda, esperançosa, ao vê-lo repetir o ato na segunda sessão. Tudo porque, segundo a assessoria do evento, os três primeiros do grid do Desafio das Estrelas iriam para a entrevista coletiva. E, enfim, o heptacampeão abriria a boca.

Não que Schumacher impusesse uma automordaça. Tem tratado todos com simpatia, até. Mas a restrição à área dos boxes apenas à emissora que detém os direitos de transmissão, também por determinação de Felipe Massa, impediu que houvesse aproximação ao alemão. No momento em que alguns conseguiram, o repórter da filial da citada rede de televisão apareceu com um RG de um rapaz que tinha o mesmo sobrenome de Michael. Que pegou a identidade e, sem muito ter de pensar, concluiu que "tem muito Schumacher no mundo". "Mas ele é teu primo, o que você tem a dizer para ele?", insistiu o jornalista, empunhando o microfone e provavelmente feliz por cumprir sua pauta duvidosa. "Nada, eu nem o conheço", respondeu Schumi, deixando o resto dos profissionais levemente irritados — com o colega.

Então veio a superpole. E Schumacher terminou em quarto. Sem presença na coletiva, pois. Massa, então, teve de falar em nome dele. "Ele gostou muito do evento, falou que a pista é muito bacana, que a organização é muito legal, que o clima é bom para os pilotos e as pessoas. Ele está aproveitando bem o evento. Vamos ver se conseguimos trazê-lo de volta no futuro", disse o brasileiro, terceiro no grid, atrás de Nelsinho Piquet e Lucas Di Grassi.

Daí quiseram saber se em algum momento Schumi estaria disponível. Um pingo de esperança para a mídia, mas nada tão promissor. "Ele vai falar", confirmou Felipe, "mas ele está aqui para se divertir. Quando tiver um momento para falar alguma coisa, ele vai falar."

É o que todo mundo espera em Florianópolis.



Quando Michael Schumacher abriu de cara os treinos com o melhor tempo, a imprensa sorriu. Mais ainda, esperançosa, ao vê-lo repetir o ato na segunda sessão. Tudo porque, segundo a assessoria do evento, os três primeiros do grid do Desafio das Estrelas iriam para a entrevista coletiva. E, enfim, o heptacampeão abriria a boca.

Não que Schumacher impusesse uma automordaça. Tem tratado todos com simpatia, até. Mas a restrição à área dos boxes apenas à emissora que detém os direitos de transmissão, também por determinação de Felipe Massa, impediu que houvesse aproximação ao alemão. No momento em que alguns conseguiram, o repórter da filial da citada rede de televisão apareceu com um RG de um rapaz que tinha o mesmo sobrenome de Michael. Que pegou a identidade e, sem muito ter de pensar, concluiu que "tem muito Schumacher no mundo". "Mas ele é teu primo, o que você tem a dizer para ele?", insistiu o jornalista, empunhando o microfone e provavelmente feliz por cumprir sua pauta duvidosa. "Nada, eu nem o conheço", respondeu Schumi, deixando o resto dos profissionais levemente irritados — com o colega.

Então veio a superpole. E Schumacher terminou em quarto. Sem presença na coletiva, pois. Massa, então, teve de falar em nome dele. "Ele gostou muito do evento, falou que a pista é muito bacana, que a organização é muito legal, que o clima é bom para os pilotos e as pessoas. Ele está aproveitando bem o evento. Vamos ver se conseguimos trazê-lo de volta no futuro", disse o brasileiro, terceiro no grid, atrás de Nelsinho Piquet e Lucas Di Grassi.

Daí quiseram saber se em algum momento Schumi estaria disponível. Um pingo de esperança para a mídia, mas nada tão promissor. "Ele vai falar", confirmou Felipe, "mas ele está aqui para se divertir. Quando tiver um momento para falar alguma coisa, ele vai falar."

É o que todo mundo espera em Florianópolis.



Pataquada de Vitonez às 07h52
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Medley na América?

Xandinho Negrão vai fazer teste na Champ Car. Não sei em que equipe, quando, onde, por quê, como. Mas vai.

E dizem que Enrique Bernoldi, também.

O mesmo para Mário Moraes.

Que beleza...



Xandinho Negrão vai fazer teste na Champ Car. Não sei em que equipe, quando, onde, por quê, como. Mas vai.

E dizem que Enrique Bernoldi, também.

O mesmo para Mário Moraes.

Que beleza...



Xandinho Negrão vai fazer teste na Champ Car. Não sei em que equipe, quando, onde, por quê, como. Mas vai.

E dizem que Enrique Bernoldi, também.

O mesmo para Mário Moraes.

Que beleza...



Pataquada de Vitonez às 23h31
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A simpatia e a sorte

Foi engraçado, no mínimo.

Porque Schumacher chegou às 16h09, cumprimentou Massa, conversou com mais três ou quatro, sorriu, distribuiu até simpatia. Daí pegou a moto e levou Badoer na garupa. E eu lá, olhando ao lado, e a RG fazendo o auê de sempre, toda pimpona, dona do evento, dona de tudo, dona do mundo. Estranhei a ausência dos colegas.

Vira Fonseca, o assessor. "Ô cabeça de bagre, você não vai poder ficar aqui". Tudo bem. Fui para os boxes.

Lá comecei a conversar com Marsili e os Sperafico, que precisavam usar a internet e vieram até meu laptop. De repente, Schumacher volta, Massa ciceroneia, Barrichello chega, "e aí, bicha?", e o alemão ri, e eu lá perto. E aí vejo, atrás da catraca, o resto da imprensa espremida. E eu olho para a área e ninguém lá comigo.

Não tive dúvida: fui falar com Schumacher.

A conversa não durou mais do que 30 segundos. Acho que nem 20, quem sabe 10. "Michael", chamei, como se Michael fosse meu brother havia anos ou como se aquela fosse a sétima ou oitava entrevista que ele me desse. Fiz lá duas perguntas, fiquei satisfeito e sem querer incomodar, saí dali e fiquei prestando atenção.

Quando ao resto me juntei, vi Evelyn rindo desbragadamente. "Como você foi parar lá?", quis saber. E nem eu conhecia a resposta. Estava lá, aproveitei o momento.

Depois chegou ao mecânico do kart 23, "muito prazer, eu sou Michael".

Simpático, o Schumacher. Sortudo, o Victor.



Foi engraçado, no mínimo.

Porque Schumacher chegou às 16h09, cumprimentou Massa, conversou com mais três ou quatro, sorriu, distribuiu até simpatia. Daí pegou a moto e levou Badoer na garupa. E eu lá, olhando ao lado, e a RG fazendo o auê de sempre, toda pimpona, dona do evento, dona de tudo, dona do mundo. Estranhei a ausência dos colegas.

Vira Fonseca, o assessor. "Ô cabeça de bagre, você não vai poder ficar aqui". Tudo bem. Fui para os boxes.

Lá comecei a conversar com Marsili e os Sperafico, que precisavam usar a internet e vieram até meu laptop. De repente, Schumacher volta, Massa ciceroneia, Barrichello chega, "e aí, bicha?", e o alemão ri, e eu lá perto. E aí vejo, atrás da catraca, o resto da imprensa espremida. E eu olho para a área e ninguém lá comigo.

Não tive dúvida: fui falar com Schumacher.

A conversa não durou mais do que 30 segundos. Acho que nem 20, quem sabe 10. "Michael", chamei, como se Michael fosse meu brother havia anos ou como se aquela fosse a sétima ou oitava entrevista que ele me desse. Fiz lá duas perguntas, fiquei satisfeito e sem querer incomodar, saí dali e fiquei prestando atenção.

Quando ao resto me juntei, vi Evelyn rindo desbragadamente. "Como você foi parar lá?", quis saber. E nem eu conhecia a resposta. Estava lá, aproveitei o momento.

Depois chegou ao mecânico do kart 23, "muito prazer, eu sou Michael".

Simpático, o Schumacher. Sortudo, o Victor.



Foi engraçado, no mínimo.

Porque Schumacher chegou às 16h09, cumprimentou Massa, conversou com mais três ou quatro, sorriu, distribuiu até simpatia. Daí pegou a moto e levou Badoer na garupa. E eu lá, olhando ao lado, e a RG fazendo o auê de sempre, toda pimpona, dona do evento, dona de tudo, dona do mundo. Estranhei a ausência dos colegas.

Vira Fonseca, o assessor. "Ô cabeça de bagre, você não vai poder ficar aqui". Tudo bem. Fui para os boxes.

Lá comecei a conversar com Marsili e os Sperafico, que precisavam usar a internet e vieram até meu laptop. De repente, Schumacher volta, Massa ciceroneia, Barrichello chega, "e aí, bicha?", e o alemão ri, e eu lá perto. E aí vejo, atrás da catraca, o resto da imprensa espremida. E eu olho para a área e ninguém lá comigo.

Não tive dúvida: fui falar com Schumacher.

A conversa não durou mais do que 30 segundos. Acho que nem 20, quem sabe 10. "Michael", chamei, como se Michael fosse meu brother havia anos ou como se aquela fosse a sétima ou oitava entrevista que ele me desse. Fiz lá duas perguntas, fiquei satisfeito e sem querer incomodar, saí dali e fiquei prestando atenção.

Quando ao resto me juntei, vi Evelyn rindo desbragadamente. "Como você foi parar lá?", quis saber. E nem eu conhecia a resposta. Estava lá, aproveitei o momento.

Depois chegou ao mecânico do kart 23, "muito prazer, eu sou Michael".

Simpático, o Schumacher. Sortudo, o Victor.



Pataquada de Vitonez às 23h25
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Floripa ao vivo

Já estou no kartódromo de Floripa. A sala de imprensa mudou, e é permitido ver a pista como um todo. Está acima dos boxes.

Michael Schumacher está a caminho, deve chegar em breve. Leda Fonseca cuida do local. Claro, com Márcio.

Estou pelo GP e pela Folha de S.Paulo. Um frila.

Daqui a pouco, volto.



Já estou no kartódromo de Floripa. A sala de imprensa mudou, e é permitido ver a pista como um todo. Está acima dos boxes.

Michael Schumacher está a caminho, deve chegar em breve. Leda Fonseca cuida do local. Claro, com Márcio.

Estou pelo GP e pela Folha de S.Paulo. Um frila.

Daqui a pouco, volto.



Já estou no kartódromo de Floripa. A sala de imprensa mudou, e é permitido ver a pista como um todo. Está acima dos boxes.

Michael Schumacher está a caminho, deve chegar em breve. Leda Fonseca cuida do local. Claro, com Márcio.

Estou pelo GP e pela Folha de S.Paulo. Um frila.

Daqui a pouco, volto.



Pataquada de Vitonez às 14h51
[] [mande para quem quiser] []



Bendita sois vós entre as terras

201, segundo andar, praia dos Ingleses. A Lua sobre mim, sobre o mar à minha frente, faz o brilho de cena de filme.

O paraíso.

O barulho das ondas quebrando, a maresia, um vento até que frio, viv'alma alguma passa na rua. Marte também está logo ali, dizem os colegas. As minhas noções de astros celestiais já se foram faz algum tempo, pena, queria um dia mexer com isso, gostava de estudar os planetas e os demais corpos.

Tem seu significado, este lugar. Especialmente a sacada. Lidei de prima com a notícia que culminaria na morte de meu avô há quatro meses.

Chorei.

O prédio está vazio, a internet wi-fi tem a senha roubada do hotel contíguo, a lasanha à bolonhesa que trouxe foi assada, os frangos empanados, idem. Vida se torna mais simples, mais calma, nirvana vem à tona, pensamento flui, liberdade vem.

Bom é pouco para expressar o estar em Floripa.

 



201, segundo andar, praia dos Ingleses. A Lua sobre mim, sobre o mar à minha frente, faz o brilho de cena de filme.

O paraíso.

O barulho das ondas quebrando, a maresia, um vento até que frio, viv'alma alguma passa na rua. Marte também está logo ali, dizem os colegas. As minhas noções de astros celestiais já se foram faz algum tempo, pena, queria um dia mexer com isso, gostava de estudar os planetas e os demais corpos.

Tem seu significado, este lugar. Especialmente a sacada. Lidei de prima com a notícia que culminaria na morte de meu avô há quatro meses.

Chorei.

O prédio está vazio, a internet wi-fi tem a senha roubada do hotel contíguo, a lasanha à bolonhesa que trouxe foi assada, os frangos empanados, idem. Vida se torna mais simples, mais calma, nirvana vem à tona, pensamento flui, liberdade vem.

Bom é pouco para expressar o estar em Floripa.

 



201, segundo andar, praia dos Ingleses. A Lua sobre mim, sobre o mar à minha frente, faz o brilho de cena de filme.

O paraíso.

O barulho das ondas quebrando, a maresia, um vento até que frio, viv'alma alguma passa na rua. Marte também está logo ali, dizem os colegas. As minhas noções de astros celestiais já se foram faz algum tempo, pena, queria um dia mexer com isso, gostava de estudar os planetas e os demais corpos.

Tem seu significado, este lugar. Especialmente a sacada. Lidei de prima com a notícia que culminaria na morte de meu avô há quatro meses.

Chorei.

O prédio está vazio, a internet wi-fi tem a senha roubada do hotel contíguo, a lasanha à bolonhesa que trouxe foi assada, os frangos empanados, idem. Vida se torna mais simples, mais calma, nirvana vem à tona, pensamento flui, liberdade vem.

Bom é pouco para expressar o estar em Floripa.

 



Pataquada de Vitonez às 00h50
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Sutil está fora dos testes pela Force India

LATNão se sabe o motivo, mas Adrian Sutil, outrora escalado para os testes com a Force India em Jerez, foi sacado da programação. Fisichella, Montagny, Rodríguez e Van der Garde andam com um carro nos quatro dias de treino; noutro sentam Ralf (sem trocadalhos), Klien e Liuzzi.

Dólar cai 4% por conta disso, certamente.



LATNão se sabe o motivo, mas Adrian Sutil, outrora escalado para os testes com a Force India em Jerez, foi sacado da programação. Fisichella, Montagny, Rodríguez e Van der Garde andam com um carro nos quatro dias de treino; noutro sentam Ralf (sem trocadalhos), Klien e Liuzzi.

Dólar cai 4% por conta disso, certamente.



LATNão se sabe o motivo, mas Adrian Sutil, outrora escalado para os testes com a Force India em Jerez, foi sacado da programação. Fisichella, Montagny, Rodríguez e Van der Garde andam com um carro nos quatro dias de treino; noutro sentam Ralf (sem trocadalhos), Klien e Liuzzi.

Dólar cai 4% por conta disso, certamente.



Pataquada de Vitonez às 02h06
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De Pira a Floripa, de Suzuki a Schumacher

Mal cheguei da terra pamonhística, e já rearrumo as malas. Parto com Bruno Terena, Carsten Horst e Evelyn Guimarães para a capital de Santa Catarina, para a cidade que considero a mais bonita do Brasil em todos os sentidos. Dos montes verdejantes, da gente com sotaque carregado, quase anglicanizado, para as praias e mulheres que cantam ao falar. De um kart a outro, de Rafael Suzuki, o campeão da Seletiva Petrobras, para viver Michael Schumacher.

Quatro dias, que seriam mais para descanso e regozijo, mas terão um trabalho extra para mim. Logo mais saberão o quê.

Relacionado a isso, parabenizo Fábio Seixas, o mais novo pai do mundo. Julia nasceu bem, saudável. Sê bem-vinda.



Mal cheguei da terra pamonhística, e já rearrumo as malas. Parto com Bruno Terena, Carsten Horst e Evelyn Guimarães para a capital de Santa Catarina, para a cidade que considero a mais bonita do Brasil em todos os sentidos. Dos montes verdejantes, da gente com sotaque carregado, quase anglicanizado, para as praias e mulheres que cantam ao falar. De um kart a outro, de Rafael Suzuki, o campeão da Seletiva Petrobras, para viver Michael Schumacher.

Quatro dias, que seriam mais para descanso e regozijo, mas terão um trabalho extra para mim. Logo mais saberão o quê.

Relacionado a isso, parabenizo Fábio Seixas, o mais novo pai do mundo. Julia nasceu bem, saudável. Sê bem-vinda.



Mal cheguei da terra pamonhística, e já rearrumo as malas. Parto com Bruno Terena, Carsten Horst e Evelyn Guimarães para a capital de Santa Catarina, para a cidade que considero a mais bonita do Brasil em todos os sentidos. Dos montes verdejantes, da gente com sotaque carregado, quase anglicanizado, para as praias e mulheres que cantam ao falar. De um kart a outro, de Rafael Suzuki, o campeão da Seletiva Petrobras, para viver Michael Schumacher.

Quatro dias, que seriam mais para descanso e regozijo, mas terão um trabalho extra para mim. Logo mais saberão o quê.

Relacionado a isso, parabenizo Fábio Seixas, o mais novo pai do mundo. Julia nasceu bem, saudável. Sê bem-vinda.



Pataquada de Vitonez às 01h57
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Pamonha, pamonha, pamonha

É Dennis Dirani a meu lado, é Ricardo Belussi na diagonal esquerda, Danilo Dirani, recém-chegado dos EUA, chupando seu sorvete cônico mais atrás, Fred Sabino colocando um papel "Marcelo Eduardo Braga" na sala de imprensa, que tem chão móvel e sem fim, Tiago Mendonça falando que vai acessar o blog.

Pois é um dia especial hoje. Primeira vez em Piracicaba. Cobertura da Seletiva de Kart Petrobras. Tiago que nos fez esperar quase duas horas num aeroporto sem precisar pegar avião, entrar numa van para alugar um carro, esperar um tempo, e partir para um lugar que era no próprio aeroporto, divulgar informações erradas de vencedores de baterias, enfim... Mendonça, espero, procurará outro emprego em outra profissão.

Betto D'Elboux também está aqui, como sempre nada fazendo. Conheci a bela goiana Paula Parreira, "companheira" de site da época de Diários de Bordo do Rali dos Sertões. Também Marcos Koboldt, direto do Sul do Brasil, e Rodrigo Favoretto.

Muito calor, sol, divertido como sempre.



É Dennis Dirani a meu lado, é Ricardo Belussi na diagonal esquerda, Danilo Dirani, recém-chegado dos EUA, chupando seu sorvete cônico mais atrás, Fred Sabino colocando um papel "Marcelo Eduardo Braga" na sala de imprensa, que tem chão móvel e sem fim, Tiago Mendonça falando que vai acessar o blog.

Pois é um dia especial hoje. Primeira vez em Piracicaba. Cobertura da Seletiva de Kart Petrobras. Tiago que nos fez esperar quase duas horas num aeroporto sem precisar pegar avião, entrar numa van para alugar um carro, esperar um tempo, e partir para um lugar que era no próprio aeroporto, divulgar informações erradas de vencedores de baterias, enfim... Mendonça, espero, procurará outro emprego em outra profissão.

Betto D'Elboux também está aqui, como sempre nada fazendo. Conheci a bela goiana Paula Parreira, "companheira" de site da época de Diários de Bordo do Rali dos Sertões. Também Marcos Koboldt, direto do Sul do Brasil, e Rodrigo Favoretto.

Muito calor, sol, divertido como sempre.



É Dennis Dirani a meu lado, é Ricardo Belussi na diagonal esquerda, Danilo Dirani, recém-chegado dos EUA, chupando seu sorvete cônico mais atrás, Fred Sabino colocando um papel "Marcelo Eduardo Braga" na sala de imprensa, que tem chão móvel e sem fim, Tiago Mendonça falando que vai acessar o blog.

Pois é um dia especial hoje. Primeira vez em Piracicaba. Cobertura da Seletiva de Kart Petrobras. Tiago que nos fez esperar quase duas horas num aeroporto sem precisar pegar avião, entrar numa van para alugar um carro, esperar um tempo, e partir para um lugar que era no próprio aeroporto, divulgar informações erradas de vencedores de baterias, enfim... Mendonça, espero, procurará outro emprego em outra profissão.

Betto D'Elboux também está aqui, como sempre nada fazendo. Conheci a bela goiana Paula Parreira, "companheira" de site da época de Diários de Bordo do Rali dos Sertões. Também Marcos Koboldt, direto do Sul do Brasil, e Rodrigo Favoretto.

Muito calor, sol, divertido como sempre.



Pataquada de Vitonez às 15h51
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Alonso fez molde de banco na Red Bull

Deve ir para a Renault, mas o Blog Victal recebeu a informação de que Fernando Alonso já visitou a sede da Red Bull e fez um banco para um eventual teste no time principal de Dietrich Mateschitz.

Não é tão incomum os pilotos de F-1 fazerem molde numa equipe e sequer testarem. Aliás, até é bem possível que o espanhol sequer ande no RB3. Na Renault, só falta acertar os detalhes do contrato. O que ainda pega é que Flavio Briatore insiste com um contrato a longo prazo. Fora isso, Alonso terá carta branca para decidir quem será seu companheiro e até o test-driver.

Também soube este blog que Franck Montagny fez nesta segunda-feira chuvosa e gélida na Inglaterra seu banco para os testes do começo de dezembro em Jerez de la Frontera com a Force India. Amanhã, quem visitará a sede do time com este mesmo intuito é Giancarlo Fisichella.

Outra da FI: é verdade a história de que, se a equipe contratar Ralf Schumacher, Mike Gascoyne cai fora.



Deve ir para a Renault, mas o Blog Victal recebeu a informação de que Fernando Alonso já visitou a sede da Red Bull e fez um banco para um eventual teste no time principal de Dietrich Mateschitz.

Não é tão incomum os pilotos de F-1 fazerem molde numa equipe e sequer testarem. Aliás, até é bem possível que o espanhol sequer ande no RB3. Na Renault, só falta acertar os detalhes do contrato. O que ainda pega é que Flavio Briatore insiste com um contrato a longo prazo. Fora isso, Alonso terá carta branca para decidir quem será seu companheiro e até o test-driver.

Também soube este blog que Franck Montagny fez nesta segunda-feira chuvosa e gélida na Inglaterra seu banco para os testes do começo de dezembro em Jerez de la Frontera com a Force India. Amanhã, quem visitará a sede do time com este mesmo intuito é Giancarlo Fisichella.

Outra da FI: é verdade a história de que, se a equipe contratar Ralf Schumacher, Mike Gascoyne cai fora.



Deve ir para a Renault, mas o Blog Victal recebeu a informação de que Fernando Alonso já visitou a sede da Red Bull e fez um banco para um eventual teste no time principal de Dietrich Mateschitz.

Não é tão incomum os pilotos de F-1 fazerem molde numa equipe e sequer testarem. Aliás, até é bem possível que o espanhol sequer ande no RB3. Na Renault, só falta acertar os detalhes do contrato. O que ainda pega é que Flavio Briatore insiste com um contrato a longo prazo. Fora isso, Alonso terá carta branca para decidir quem será seu companheiro e até o test-driver.

Também soube este blog que Franck Montagny fez nesta segunda-feira chuvosa e gélida na Inglaterra seu banco para os testes do começo de dezembro em Jerez de la Frontera com a Force India. Amanhã, quem visitará a sede do time com este mesmo intuito é Giancarlo Fisichella.

Outra da FI: é verdade a história de que, se a equipe contratar Ralf Schumacher, Mike Gascoyne cai fora.



Pataquada de Vitonez às 17h14
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Comentários e boatos stockísticos do Rio

Também por sugestão do Léo Pereira, falo da dança das cadeiras que promete ser intensa na Stock Car. Não que vá mudar muita coisa na minha ou na vida de quem a lê. Mas a coisa está no seguinte pé:

1) A L&M será de Ricardo Zonta, que gostaria de ter Giuliano Losacco. É uma meta, mas quase impossível. Losacco tem contrato com a Texaco por dois anos. A Texaco não deixa a Vogel nem o Thiago Camilo, que esteve nos EUA em conversas com a cúpula da matriz petrolífera.

2) Enrique Bernoldi vai sair da Biosintética Action Power. Quer correr lá fora. Para mim disse que "não sei, ainda nada está definido". Mas vai sair, sim. Le Mans Series é seu destino, provavelmente. Quem deve ocupar seu lugar é Luciano Burti, que deixa a Cimed Action Power, a equipe co-irmã — ambas pertencentes a Paulo de Tarso.

3) A Cimed, aliás, deixa a equipe e passa a se dedicar exclusivamente à L&M.

4) Na vaga que se abre na Action Power sem Cimed, é bem possível que os irmãos Marques façam dupla (Thiago e Tarso), transformando a equipe em algo bem familiar.

5) Eurofarma RC (Cacá Bueno e Antonio Jorge Neto) e Medley A. Mattheis (Ricardo Maurício e Marcos Gomes) seguem como estão. A JF, que terá duas equipes, terá Valdeno Brito confirmado em uma e André Bragantini na outra. Ruben Fontes não fica na equipe que tem a NeoQuímica como patrocínio. Aliás, nem a empresa farmacêutica fica. Alceu Feldmann deve ser companheiro de Bragantini na Nova/RR.

6) A Red Bull fica com Daniel Serra. Mas tem dúvidas se deve seguir com o ídolo Hoover Orsi.

7) Certeza que a WB, de Washington Bezerra, será convidada a fazer parte do grid em 2008, por tudo que o veterano dirigente representa à categoria. A questão é os comentários que rondam a Win. O time surgiu da compra da RS. Trouxe Antonio Pizzonia como piloto principal e é para ele que trabalha prioritaria e quase que exclusivamente. Renato Jader David ficou tão puto com isso que a deixou sem mais nem menos. Só somaram um ponto, no entanto. Mas tem um patrocínio pomposo e a influência da Buenolândia — no caso Letícia Galvão Bueno, irmã de Cacá e Popó, que faz parte, junto ao marido C. Graminho, da WE, empresa que faz o marketing da Stock. Graminho me disse que "não haverá virada de mesa". A ver.

8) Não estranhem se Rafael Daniel, que fez parte da temporada da Light e duas provas pela Scuderia 111 na categoria principal — e foi convidado às pressas pela A. Guaraná, da série de acesso, para correr em Jacarepaguá, aparecer na F-Truck em 2008.



Também por sugestão do Léo Pereira, falo da dança das cadeiras que promete ser intensa na Stock Car. Não que vá mudar muita coisa na minha ou na vida de quem a lê. Mas a coisa está no seguinte pé:

1) A L&M será de Ricardo Zonta, que gostaria de ter Giuliano Losacco. É uma meta, mas quase impossível. Losacco tem contrato com a Texaco por dois anos. A Texaco não deixa a Vogel nem o Thiago Camilo, que esteve nos EUA em conversas com a cúpula da matriz petrolífera.

2) Enrique Bernoldi vai sair da Biosintética Action Power. Quer correr lá fora. Para mim disse que "não sei, ainda nada está definido". Mas vai sair, sim. Le Mans Series é seu destino, provavelmente. Quem deve ocupar seu lugar é Luciano Burti, que deixa a Cimed Action Power, a equipe co-irmã — ambas pertencentes a Paulo de Tarso.

3) A Cimed, aliás, deixa a equipe e passa a se dedicar exclusivamente à L&M.

4) Na vaga que se abre na Action Power sem Cimed, é bem possível que os irmãos Marques façam dupla (Thiago e Tarso), transformando a equipe em algo bem familiar.

5) Eurofarma RC (Cacá Bueno e Antonio Jorge Neto) e Medley A. Mattheis (Ricardo Maurício e Marcos Gomes) seguem como estão. A JF, que terá duas equipes, terá Valdeno Brito confirmado em uma e André Bragantini na outra. Ruben Fontes não fica na equipe que tem a NeoQuímica como patrocínio. Aliás, nem a empresa farmacêutica fica. Alceu Feldmann deve ser companheiro de Bragantini na Nova/RR.

6) A Red Bull fica com Daniel Serra. Mas tem dúvidas se deve seguir com o ídolo Hoover Orsi.

7) Certeza que a WB, de Washington Bezerra, será convidada a fazer parte do grid em 2008, por tudo que o veterano dirigente representa à categoria. A questão é os comentários que rondam a Win. O time surgiu da compra da RS. Trouxe Antonio Pizzonia como piloto principal e é para ele que trabalha prioritaria e quase que exclusivamente. Renato Jader David ficou tão puto com isso que a deixou sem mais nem menos. Só somaram um ponto, no entanto. Mas tem um patrocínio pomposo e a influência da Buenolândia — no caso Letícia Galvão Bueno, irmã de Cacá e Popó, que faz parte, junto ao marido C. Graminho, da WE, empresa que faz o marketing da Stock. Graminho me disse que "não haverá virada de mesa". A ver.

8) Não estranhem se Rafael Daniel, que fez parte da temporada da Light e duas provas pela Scuderia 111 na categoria principal — e foi convidado às pressas pela A. Guaraná, da série de acesso, para correr em Jacarepaguá, aparecer na F-Truck em 2008.



Também por sugestão do Léo Pereira, falo da dança das cadeiras que promete ser intensa na Stock Car. Não que vá mudar muita coisa na minha ou na vida de quem a lê. Mas a coisa está no seguinte pé:

1) A L&M será de Ricardo Zonta, que gostaria de ter Giuliano Losacco. É uma meta, mas quase impossível. Losacco tem contrato com a Texaco por dois anos. A Texaco não deixa a Vogel nem o Thiago Camilo, que esteve nos EUA em conversas com a cúpula da matriz petrolífera.

2) Enrique Bernoldi vai sair da Biosintética Action Power. Quer correr lá fora. Para mim disse que "não sei, ainda nada está definido". Mas vai sair, sim. Le Mans Series é seu destino, provavelmente. Quem deve ocupar seu lugar é Luciano Burti, que deixa a Cimed Action Power, a equipe co-irmã — ambas pertencentes a Paulo de Tarso.

3) A Cimed, aliás, deixa a equipe e passa a se dedicar exclusivamente à L&M.

4) Na vaga que se abre na Action Power sem Cimed, é bem possível que os irmãos Marques façam dupla (Thiago e Tarso), transformando a equipe em algo bem familiar.

5) Eurofarma RC (Cacá Bueno e Antonio Jorge Neto) e Medley A. Mattheis (Ricardo Maurício e Marcos Gomes) seguem como estão. A JF, que terá duas equipes, terá Valdeno Brito confirmado em uma e André Bragantini na outra. Ruben Fontes não fica na equipe que tem a NeoQuímica como patrocínio. Aliás, nem a empresa farmacêutica fica. Alceu Feldmann deve ser companheiro de Bragantini na Nova/RR.

6) A Red Bull fica com Daniel Serra. Mas tem dúvidas se deve seguir com o ídolo Hoover Orsi.

7) Certeza que a WB, de Washington Bezerra, será convidada a fazer parte do grid em 2008, por tudo que o veterano dirigente representa à categoria. A questão é os comentários que rondam a Win. O time surgiu da compra da RS. Trouxe Antonio Pizzonia como piloto principal e é para ele que trabalha prioritaria e quase que exclusivamente. Renato Jader David ficou tão puto com isso que a deixou sem mais nem menos. Só somaram um ponto, no entanto. Mas tem um patrocínio pomposo e a influência da Buenolândia — no caso Letícia Galvão Bueno, irmã de Cacá e Popó, que faz parte, junto ao marido C. Graminho, da WE, empresa que faz o marketing da Stock. Graminho me disse que "não haverá virada de mesa". A ver.

8) Não estranhem se Rafael Daniel, que fez parte da temporada da Light e duas provas pela Scuderia 111 na categoria principal — e foi convidado às pressas pela A. Guaraná, da série de acesso, para correr em Jacarepaguá, aparecer na F-Truck em 2008.



Pataquada de Vitonez às 17h02
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Ah, o Rio

Pois foi só agora que encontrei um tempo para vir aqui. Sábado à noite, pós-kart, um oitavo lugar honroso depois de um ótimo quinto lugar no grid de largada.

Confesso que vim meio sem vontade para cá, por n motivos que são inefáveis por ora. Logo o ânimo veio.

Adoro o Rio, diferente da grande maioria dos paulistas. Acho certas partes da cidade horríveis, mas a sensação que tenho nos bons lugares é das melhores.

Merecem menção o taxista, na quinta-feira, que não sabia chegar ao destino e deu três voltas no mesmo lugar; o autódromo, pessimamente cuidado em relação ao automobilismo; o Amigo Secreto que organizei, com presença de 29 malacabados jornalistas e fotógrafos; o aniversário do Braga; os comentários da balada funk dos pilotos na última quarta; o "assalto" da churrascaria da noite de ontem; o quase-par da jornalista da WE com o piloto da Júnior; os trocos rápidos que a vida dá a quem fala demais.

Ricardo Sperafico, mais tímido que o irmão, é gente boa quanto. Pediu desculpas assim que chegou à sala de imprensa diante da demora ocasionada pela reportagem da RG. Bela, a atitude de falar que vai ajudar o irmão a ser campeão se for preciso, sem titubear. Gente simples, boa. Aposto nele para amanhã. Neles, aliás. Deve fazer sol. O tempo começou a abrir, finalmente.

A qualquer momento, volto.



Pois foi só agora que encontrei um tempo para vir aqui. Sábado à noite, pós-kart, um oitavo lugar honroso depois de um ótimo quinto lugar no grid de largada.

Confesso que vim meio sem vontade para cá, por n motivos que são inefáveis por ora. Logo o ânimo veio.

Adoro o Rio, diferente da grande maioria dos paulistas. Acho certas partes da cidade horríveis, mas a sensação que tenho nos bons lugares é das melhores.

Merecem menção o taxista, na quinta-feira, que não sabia chegar ao destino e deu três voltas no mesmo lugar; o autódromo, pessimamente cuidado em relação ao automobilismo; o Amigo Secreto que organizei, com presença de 29 malacabados jornalistas e fotógrafos; o aniversário do Braga; os comentários da balada funk dos pilotos na última quarta; o "assalto" da churrascaria da noite de ontem; o quase-par da jornalista da WE com o piloto da Júnior; os trocos rápidos que a vida dá a quem fala demais.

Ricardo Sperafico, mais tímido que o irmão, é gente boa quanto. Pediu desculpas assim que chegou à sala de imprensa diante da demora ocasionada pela reportagem da RG. Bela, a atitude de falar que vai ajudar o irmão a ser campeão se for preciso, sem titubear. Gente simples, boa. Aposto nele para amanhã. Neles, aliás. Deve fazer sol. O tempo começou a abrir, finalmente.

A qualquer momento, volto.



Pois foi só agora que encontrei um tempo para vir aqui. Sábado à noite, pós-kart, um oitavo lugar honroso depois de um ótimo quinto lugar no grid de largada.

Confesso que vim meio sem vontade para cá, por n motivos que são inefáveis por ora. Logo o ânimo veio.

Adoro o Rio, diferente da grande maioria dos paulistas. Acho certas partes da cidade horríveis, mas a sensação que tenho nos bons lugares é das melhores.

Merecem menção o taxista, na quinta-feira, que não sabia chegar ao destino e deu três voltas no mesmo lugar; o autódromo, pessimamente cuidado em relação ao automobilismo; o Amigo Secreto que organizei, com presença de 29 malacabados jornalistas e fotógrafos; o aniversário do Braga; os comentários da balada funk dos pilotos na última quarta; o "assalto" da churrascaria da noite de ontem; o quase-par da jornalista da WE com o piloto da Júnior; os trocos rápidos que a vida dá a quem fala demais.

Ricardo Sperafico, mais tímido que o irmão, é gente boa quanto. Pediu desculpas assim que chegou à sala de imprensa diante da demora ocasionada pela reportagem da RG. Bela, a atitude de falar que vai ajudar o irmão a ser campeão se for preciso, sem titubear. Gente simples, boa. Aposto nele para amanhã. Neles, aliás. Deve fazer sol. O tempo começou a abrir, finalmente.

A qualquer momento, volto.



Pataquada de Vitonez às 00h24
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Do incômodo à vergonha

Nunca fui lá muito fã de Schumacher. Como não fui de Senna, é bom dizer.

Tive poucos ídolos, aliás. E talvez o único das pistas me ajudou a conseguir o emprego que hoje tenho.

Mas não tem como não ficar ao menos impressionado pelo que foi conquistado por ele em dois dias de testes após passar mais de 380 sem andar para valer. Colocar tempo na patuléia toda, assim, sem mais nem menos, sem controle de tração, sem muito esforço, pelo jeito. "Com duas voltas, já sabia o que fazer", disse. E os caras, que conhecem de cor e salteado os meandros dos carros e só ficaram três semanas de férias, apanharam.

Digo mais de De la Rosa, Massa e Badoer. Um pouco menos para Kovalainen e Paffett. Não sei eles, mas eu me sentiria profundamente incomodado, no mínimo. Com a convicção de que um ex-trabalhador, longe da forma ideal, poderia roubar meu emprego assim, num estalar de dedos, na hora que o patrão desejasse. E que teria de engolir a seco e aceitar, sem muito reclamar. O que Schumacher fez — e vou acreditar que não houve nenhuma artimanha para tal, afinal não teria razão de ele testar, bem como precisar aparecer — é a amostra empírica de que hoje a F-1 abriga pilotos de medianos a bons, e que por isso o campeonato pareceu mais disputado em 2007 — ajudado pelas chuvas na China e no Japão. Massa está abaixo do trio Raikkonen-Alonso-Hamilton, que também não é tão superior ao brasileiro. E que tomaria de Michael uma sova nas condições de igualdade apresentadas pelo Mundial deste ano.

É bom mesmo, para eles, que sejam apenas dois dias. Porque rapidamente o incômodo transformar-se-ia em vergonha.



Nunca fui lá muito fã de Schumacher. Como não fui de Senna, é bom dizer.

Tive poucos ídolos, aliás. E talvez o único das pistas me ajudou a conseguir o emprego que hoje tenho.

Mas não tem como não ficar ao menos impressionado pelo que foi conquistado por ele em dois dias de testes após passar mais de 380 sem andar para valer. Colocar tempo na patuléia toda, assim, sem mais nem menos, sem controle de tração, sem muito esforço, pelo jeito. "Com duas voltas, já sabia o que fazer", disse. E os caras, que conhecem de cor e salteado os meandros dos carros e só ficaram três semanas de férias, apanharam.

Digo mais de De la Rosa, Massa e Badoer. Um pouco menos para Kovalainen e Paffett. Não sei eles, mas eu me sentiria profundamente incomodado, no mínimo. Com a convicção de que um ex-trabalhador, longe da forma ideal, poderia roubar meu emprego assim, num estalar de dedos, na hora que o patrão desejasse. E que teria de engolir a seco e aceitar, sem muito reclamar. O que Schumacher fez — e vou acreditar que não houve nenhuma artimanha para tal, afinal não teria razão de ele testar, bem como precisar aparecer — é a amostra empírica de que hoje a F-1 abriga pilotos de medianos a bons, e que por isso o campeonato pareceu mais disputado em 2007 — ajudado pelas chuvas na China e no Japão. Massa está abaixo do trio Raikkonen-Alonso-Hamilton, que também não é tão superior ao brasileiro. E que tomaria de Michael uma sova nas condições de igualdade apresentadas pelo Mundial deste ano.

É bom mesmo, para eles, que sejam apenas dois dias. Porque rapidamente o incômodo transformar-se-ia em vergonha.



Nunca fui lá muito fã de Schumacher. Como não fui de Senna, é bom dizer.

Tive poucos ídolos, aliás. E talvez o único das pistas me ajudou a conseguir o emprego que hoje tenho.

Mas não tem como não ficar ao menos impressionado pelo que foi conquistado por ele em dois dias de testes após passar mais de 380 sem andar para valer. Colocar tempo na patuléia toda, assim, sem mais nem menos, sem controle de tração, sem muito esforço, pelo jeito. "Com duas voltas, já sabia o que fazer", disse. E os caras, que conhecem de cor e salteado os meandros dos carros e só ficaram três semanas de férias, apanharam.

Digo mais de De la Rosa, Massa e Badoer. Um pouco menos para Kovalainen e Paffett. Não sei eles, mas eu me sentiria profundamente incomodado, no mínimo. Com a convicção de que um ex-trabalhador, longe da forma ideal, poderia roubar meu emprego assim, num estalar de dedos, na hora que o patrão desejasse. E que teria de engolir a seco e aceitar, sem muito reclamar. O que Schumacher fez — e vou acreditar que não houve nenhuma artimanha para tal, afinal não teria razão de ele testar, bem como precisar aparecer — é a amostra empírica de que hoje a F-1 abriga pilotos de medianos a bons, e que por isso o campeonato pareceu mais disputado em 2007 — ajudado pelas chuvas na China e no Japão. Massa está abaixo do trio Raikkonen-Alonso-Hamilton, que também não é tão superior ao brasileiro. E que tomaria de Michael uma sova nas condições de igualdade apresentadas pelo Mundial deste ano.

É bom mesmo, para eles, que sejam apenas dois dias. Porque rapidamente o incômodo transformar-se-ia em vergonha.



Pataquada de Vitonez às 17h58
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Os 25 da lista

Moreno e Camilo também correm o Desafio. A lista tá fechada, já.

Massa, Schumacher, Barrichello, Liuzzi, Badoer, De Ferran, Klien, Piquet, Kanaan, Meira, Maurício, M Gomes, Filippi, Pizzonia, Bernoldi, Burti, C Bueno, P Bueno, Zonta, Di Grassi, Xy Negrão, Barros e Giaffone são os outros.



Moreno e Camilo também correm o Desafio. A lista tá fechada, já.

Massa, Schumacher, Barrichello, Liuzzi, Badoer, De Ferran, Klien, Piquet, Kanaan, Meira, Maurício, M Gomes, Filippi, Pizzonia, Bernoldi, Burti, C Bueno, P Bueno, Zonta, Di Grassi, Xy Negrão, Barros e Giaffone são os outros.



Moreno e Camilo também correm o Desafio. A lista tá fechada, já.

Massa, Schumacher, Barrichello, Liuzzi, Badoer, De Ferran, Klien, Piquet, Kanaan, Meira, Maurício, M Gomes, Filippi, Pizzonia, Bernoldi, Burti, C Bueno, P Bueno, Zonta, Di Grassi, Xy Negrão, Barros e Giaffone são os outros.



Pataquada de Vitonez às 14h24
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Perguntinha

Qual foi o ponto alto da temporada 2007?

Vale qualquer coisa: uma ultrapassagem, uma discussão, uma prova.

Espaço aberto.



Qual foi o ponto alto da temporada 2007?

Vale qualquer coisa: uma ultrapassagem, uma discussão, uma prova.

Espaço aberto.



Qual foi o ponto alto da temporada 2007?

Vale qualquer coisa: uma ultrapassagem, uma discussão, uma prova.

Espaço aberto.



Pataquada de Vitonez às 18h34
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Pneus de 2009, slicks, serão testados neste ano

É provável em Barcelona, mas garantido em Jerez de la Frontera, durante os primeiros testes de pré-temporada, que as equipes já comecem a testar os pneus que a F-1 vai usar em 2009. Slicks, como apurou o Blog Victal.

Realmente não me recordo de a F-1 já ter batido o martelo para a volta dos pneus sem ranhuras daqui dois anos. A princípio, os times e a Bridgestone estudavam diminuir de quatro para três o número de bandas. Mas temeu-se por um aumento significativo na vibração dos carros, que exigiria uma alteração nas suspensões e nos freios. Assim, serão postos à prova calçados no estilo que a GP2 utiliza, sem alteração em seu tamanho.



É provável em Barcelona, mas garantido em Jerez de la Frontera, durante os primeiros testes de pré-temporada, que as equipes já comecem a testar os pneus que a F-1 vai usar em 2009. Slicks, como apurou o Blog Victal.

Realmente não me recordo de a F-1 já ter batido o martelo para a volta dos pneus sem ranhuras daqui dois anos. A princípio, os times e a Bridgestone estudavam diminuir de quatro para três o número de bandas. Mas temeu-se por um aumento significativo na vibração dos carros, que exigiria uma alteração nas suspensões e nos freios. Assim, serão postos à prova calçados no estilo que a GP2 utiliza, sem alteração em seu tamanho.



É provável em Barcelona, mas garantido em Jerez de la Frontera, durante os primeiros testes de pré-temporada, que as equipes já comecem a testar os pneus que a F-1 vai usar em 2009. Slicks, como apurou o Blog Victal.

Realmente não me recordo de a F-1 já ter batido o martelo para a volta dos pneus sem ranhuras daqui dois anos. A princípio, os times e a Bridgestone estudavam diminuir de quatro para três o número de bandas. Mas temeu-se por um aumento significativo na vibração dos carros, que exigiria uma alteração nas suspensões e nos freios. Assim, serão postos à prova calçados no estilo que a GP2 utiliza, sem alteração em seu tamanho.



Pataquada de Vitonez às 17h54
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Pausa eletrônica para festa eletrônica

Dar-me-ei descanso no fim de semana. Se vir um computador, claro, atualizarei. Vou para Indaiatuba, na casa do "cumpanhêro" Mario André Monteiro, do iG. Amanhã tem rave.

Bom fim de semana a todos.



Dar-me-ei descanso no fim de semana. Se vir um computador, claro, atualizarei. Vou para Indaiatuba, na casa do "cumpanhêro" Mario André Monteiro, do iG. Amanhã tem rave.

Bom fim de semana a todos.



Dar-me-ei descanso no fim de semana. Se vir um computador, claro, atualizarei. Vou para Indaiatuba, na casa do "cumpanhêro" Mario André Monteiro, do iG. Amanhã tem rave.

Bom fim de semana a todos.



Pataquada de Vitonez às 16h32
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Coração de mãe

Na semana que vem, Vitantonio Liuzzi e Christian Klien vão testar pela Force India, antiga Spyker, em Barcelona. Mas o Blog Victal apurou que Giancarlo Fisichella é outro que vai sentar no carro da equipe que ficou com o décimo lugar no Mundial.

Fisichella está sem vaga para o ano que vem. Mesmo se Fernando Alonso não escolher a Renault, a equipe vai apostar em Heikki Kovalainen e Nelsinho Piquet. Para a McLaren, só vai se o time inglês pensar em um ano de calmaria, em que, alegando condições de igualdade, notoriamente formaria um primeiro — Lewis Hamilton — e um segundo piloto. O italiano anda com o modelo F8-VII em Jerez de la Frontera, com Ralf, que foi seu ex-parceiro na Jordan. 

A Force India não anunciou nenhum piloto para o ano que vem. Roldán Rodríguez diz-se dentro. Ralf é "forte candidato". A escuderia vai aparecer nos treinos com um carro branco e um vermelho metálico.



Na semana que vem, Vitantonio Liuzzi e Christian Klien vão testar pela Force India, antiga Spyker, em Barcelona. Mas o Blog Victal apurou que Giancarlo Fisichella é outro que vai sentar no carro da equipe que ficou com o décimo lugar no Mundial.

Fisichella está sem vaga para o ano que vem. Mesmo se Fernando Alonso não escolher a Renault, a equipe vai apostar em Heikki Kovalainen e Nelsinho Piquet. Para a McLaren, só vai se o time inglês pensar em um ano de calmaria, em que, alegando condições de igualdade, notoriamente formaria um primeiro — Lewis Hamilton — e um segundo piloto. O italiano anda com o modelo F8-VII em Jerez de la Frontera, com Ralf, que foi seu ex-parceiro na Jordan. 

A Force India não anunciou nenhum piloto para o ano que vem. Roldán Rodríguez diz-se dentro. Ralf é "forte candidato". A escuderia vai aparecer nos treinos com um carro branco e um vermelho metálico.



Na semana que vem, Vitantonio Liuzzi e Christian Klien vão testar pela Force India, antiga Spyker, em Barcelona. Mas o Blog Victal apurou que Giancarlo Fisichella é outro que vai sentar no carro da equipe que ficou com o décimo lugar no Mundial.

Fisichella está sem vaga para o ano que vem. Mesmo se Fernando Alonso não escolher a Renault, a equipe vai apostar em Heikki Kovalainen e Nelsinho Piquet. Para a McLaren, só vai se o time inglês pensar em um ano de calmaria, em que, alegando condições de igualdade, notoriamente formaria um primeiro — Lewis Hamilton — e um segundo piloto. O italiano anda com o modelo F8-VII em Jerez de la Frontera, com Ralf, que foi seu ex-parceiro na Jordan. 

A Force India não anunciou nenhum piloto para o ano que vem. Roldán Rodríguez diz-se dentro. Ralf é "forte candidato". A escuderia vai aparecer nos treinos com um carro branco e um vermelho metálico.



Pataquada de Vitonez às 14h55
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A caminho das asas

Só pode ser a Red Bull.

Porque se a Toyota vai de Trulli e Glock e já assumiu não ter condições de receber Alonso — como pode? —, a Williams já anunciou Rosberg e Nakajima e a BMW não se manifesta para modificar Heidfeld ou Kubica, a Renault levou o grande tiro não só no pé.

Alonso não vai querer reviver toda uma história de espionagem, já que sabe Deus até quando esse novo capítulo de espionagem vai se arrastar. Alonso não vai querer uma equipe preocupada em livrar a sua num julgamento, em dois, em quantos forem precisos e deixar de focar no trabalho do ano que vem. Alonso precisa de atenção, e se um deles na Renault não der, ele chia e chora. Alonso vai evitar isso.

A questão é quem sai na Red Bull. Porque não vão sacrificar o pobre Bourdais, há anos esperando tanto, cansado de ganhar aquele petardo meia-bomba de ChampCar. Se for no lugar de Coulthard, o escocês não tem chance alguma na McLaren, de voltar. Se for Webber, acho que idem. Paredão para ambos.

E tá tudo tão louco que não duvido ser o tal Spengler o companheiro de Hamilton. 



Só pode ser a Red Bull.

Porque se a Toyota vai de Trulli e Glock e já assumiu não ter condições de receber Alonso — como pode? —, a Williams já anunciou Rosberg e Nakajima e a BMW não se manifesta para modificar Heidfeld ou Kubica, a Renault levou o grande tiro não só no pé.

Alonso não vai querer reviver toda uma história de espionagem, já que sabe Deus até quando esse novo capítulo de espionagem vai se arrastar. Alonso não vai querer uma equipe preocupada em livrar a sua num julgamento, em dois, em quantos forem precisos e deixar de focar no trabalho do ano que vem. Alonso precisa de atenção, e se um deles na Renault não der, ele chia e chora. Alonso vai evitar isso.

A questão é quem sai na Red Bull. Porque não vão sacrificar o pobre Bourdais, há anos esperando tanto, cansado de ganhar aquele petardo meia-bomba de ChampCar. Se for no lugar de Coulthard, o escocês não tem chance alguma na McLaren, de voltar. Se for Webber, acho que idem. Paredão para ambos.

E tá tudo tão louco que não duvido ser o tal Spengler o companheiro de Hamilton. 



Só pode ser a Red Bull.

Porque se a Toyota vai de Trulli e Glock e já assumiu não ter condições de receber Alonso — como pode? —, a Williams já anunciou Rosberg e Nakajima e a BMW não se manifesta para modificar Heidfeld ou Kubica, a Renault levou o grande tiro não só no pé.

Alonso não vai querer reviver toda uma história de espionagem, já que sabe Deus até quando esse novo capítulo de espionagem vai se arrastar. Alonso não vai querer uma equipe preocupada em livrar a sua num julgamento, em dois, em quantos forem precisos e deixar de focar no trabalho do ano que vem. Alonso precisa de atenção, e se um deles na Renault não der, ele chia e chora. Alonso vai evitar isso.

A questão é quem sai na Red Bull. Porque não vão sacrificar o pobre Bourdais, há anos esperando tanto, cansado de ganhar aquele petardo meia-bomba de ChampCar. Se for no lugar de Coulthard, o escocês não tem chance alguma na McLaren, de voltar. Se for Webber, acho que idem. Paredão para ambos.

E tá tudo tão louco que não duvido ser o tal Spengler o companheiro de Hamilton. 



Pataquada de Vitonez às 13h38
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Uma tese

Brotou isso na minha cabeça desde o começo da semana, e falei ontem para Mendonça, Marsili, França, Danny Alencar e Dennis Dirani: Fisichella será o companheiro de Hamilton.

"Absurdo", disseram.

É o rito de passagem. A McLaren pega alguém para amenizar a situação, diz que dará condições de igualdade e trabalha 1) para Hamilton ser campeão e 2) para negociar melhor com a Williams o contrato de Rosberg, hoje anunciado pelo time de Grove. Daí em 2009, voilà.

Agora há pouco, falava com a mamãe Alessandra Alves sobre isso, e ela se perguntava porque não pensar em De la Rosa. E simplesmente acho que, por mais que Fisichella seja um banana, o espanhol não tem pinta de titular. Seria um Wurz, sem ajudar muito em pontos.

É só um palpite.



Brotou isso na minha cabeça desde o começo da semana, e falei ontem para Mendonça, Marsili, França, Danny Alencar e Dennis Dirani: Fisichella será o companheiro de Hamilton.

"Absurdo", disseram.

É o rito de passagem. A McLaren pega alguém para amenizar a situação, diz que dará condições de igualdade e trabalha 1) para Hamilton ser campeão e 2) para negociar melhor com a Williams o contrato de Rosberg, hoje anunciado pelo time de Grove. Daí em 2009, voilà.

Agora há pouco, falava com a mamãe Alessandra Alves sobre isso, e ela se perguntava porque não pensar em De la Rosa. E simplesmente acho que, por mais que Fisichella seja um banana, o espanhol não tem pinta de titular. Seria um Wurz, sem ajudar muito em pontos.

É só um palpite.



Brotou isso na minha cabeça desde o começo da semana, e falei ontem para Mendonça, Marsili, França, Danny Alencar e Dennis Dirani: Fisichella será o companheiro de Hamilton.

"Absurdo", disseram.

É o rito de passagem. A McLaren pega alguém para amenizar a situação, diz que dará condições de igualdade e trabalha 1) para Hamilton ser campeão e 2) para negociar melhor com a Williams o contrato de Rosberg, hoje anunciado pelo time de Grove. Daí em 2009, voilà.

Agora há pouco, falava com a mamãe Alessandra Alves sobre isso, e ela se perguntava porque não pensar em De la Rosa. E simplesmente acho que, por mais que Fisichella seja um banana, o espanhol não tem pinta de titular. Seria um Wurz, sem ajudar muito em pontos.

É só um palpite.



Pataquada de Vitonez às 09h26
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Mudança no planejamento

Como já anunciaram, GdF entra no lugar de SV.

Dos cinco lá do Norte, três não vêm. Serão substituídos por RM e MG, da categoria local, e chamarão LF, da base da F-1.



Como já anunciaram, GdF entra no lugar de SV.

Dos cinco lá do Norte, três não vêm. Serão substituídos por RM e MG, da categoria local, e chamarão LF, da base da F-1.



Como já anunciaram, GdF entra no lugar de SV.

Dos cinco lá do Norte, três não vêm. Serão substituídos por RM e MG, da categoria local, e chamarão LF, da base da F-1.



Pataquada de Vitonez às 01h32
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Rave: s.f., festival de música eletrônica que concentra drogados

Muito se tem dito (mal) sobre as festas de música eletrônica, como padroniza a RG, tão-somente raves, depois que um rapaz de 17 anos morreu na Tribe carioca semana passada por conta de drogas. Questiona-se, agora, a validade e a essência deste tipo de evento, um reduto de maconha, ecstasy e outros alucinógenos sintéticos.

De fato, raves concentram um alto consumo de "balas", "doces" e "ervas". As favelas, também; os centros das megalópoles, idem; bem como as mansões dos playboys e as baladas em casas convencionais. Rave, agora, virou alvo da sociedade pseudo-ativa na batalha contra o tráfico. A campanha anti-rave é a solução, no fundo apregoam. E a hipocrisia prolifera.

Em tempo: tirando Skol Beats, vou à XXXperience sábado. Seria a segunda, não fosse não conseguir entrar na Tribe de dois anos atrás. Vou para curtir o ambiente. Quem achar que deve e quiser tomar, sabe dos riscos.  



Muito se tem dito (mal) sobre as festas de música eletrônica, como padroniza a RG, tão-somente raves, depois que um rapaz de 17 anos morreu na Tribe carioca semana passada por conta de drogas. Questiona-se, agora, a validade e a essência deste tipo de evento, um reduto de maconha, ecstasy e outros alucinógenos sintéticos.

De fato, raves concentram um alto consumo de "balas", "doces" e "ervas". As favelas, também; os centros das megalópoles, idem; bem como as mansões dos playboys e as baladas em casas convencionais. Rave, agora, virou alvo da sociedade pseudo-ativa na batalha contra o tráfico. A campanha anti-rave é a solução, no fundo apregoam. E a hipocrisia prolifera.

Em tempo: tirando Skol Beats, vou à XXXperience sábado. Seria a segunda, não fosse não conseguir entrar na Tribe de dois anos atrás. Vou para curtir o ambiente. Quem achar que deve e quiser tomar, sabe dos riscos.  



Muito se tem dito (mal) sobre as festas de música eletrônica, como padroniza a RG, tão-somente raves, depois que um rapaz de 17 anos morreu na Tribe carioca semana passada por conta de drogas. Questiona-se, agora, a validade e a essência deste tipo de evento, um reduto de maconha, ecstasy e outros alucinógenos sintéticos.

De fato, raves concentram um alto consumo de "balas", "doces" e "ervas". As favelas, também; os centros das megalópoles, idem; bem como as mansões dos playboys e as baladas em casas convencionais. Rave, agora, virou alvo da sociedade pseudo-ativa na batalha contra o tráfico. A campanha anti-rave é a solução, no fundo apregoam. E a hipocrisia prolifera.

Em tempo: tirando Skol Beats, vou à XXXperience sábado. Seria a segunda, não fosse não conseguir entrar na Tribe de dois anos atrás. Vou para curtir o ambiente. Quem achar que deve e quiser tomar, sabe dos riscos.  



Pataquada de Vitonez às 15h27
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Essa é quente

Tudo que posso dizer no momento é que Interlagos enfrentará concorrência para continuar sediando o GP do Brasil depois de 2014.



Tudo que posso dizer no momento é que Interlagos enfrentará concorrência para continuar sediando o GP do Brasil depois de 2014.



Tudo que posso dizer no momento é que Interlagos enfrentará concorrência para continuar sediando o GP do Brasil depois de 2014.



Pataquada de Vitonez às 16h58
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As mais recentes

Domingo úmido, chato, cretino. Mas estou a falar com uma pessoa que me diz o seguinte:

1) Já tem gente falando que Alonso pode ir para a Ferrari e o Massa, para a Red Bull. Comentário de quem falou: "Eu acho quase impossível, mas é uma pessoa de dentro da F-1 que contou".

Eu acho mais do que impossível. Ainda mais pela ajuda que Felipe deu a Kimi Raikkonen no título.

2) Nico Rosberg é nome praticamente certo como companheiro de Lewis Hamilton na McLaren. "Que o Nico vai, vai".

A Williams voltou a negar hoje. O empresário de Adrian Sutil disse que não houve contatos da equipe. E Heikki Kovalainen, creio, fica na Renault porque Alonso não vai para lá. Nico é favorito.

3) A saída de Timo Glock da BMW pode tirar Augusto Farfus Jr. do WTCC e colocá-lo como test-driver do time bávaro. "Bem provável".

Também acho.



Domingo úmido, chato, cretino. Mas estou a falar com uma pessoa que me diz o seguinte:

1) Já tem gente falando que Alonso pode ir para a Ferrari e o Massa, para a Red Bull. Comentário de quem falou: "Eu acho quase impossível, mas é uma pessoa de dentro da F-1 que contou".

Eu acho mais do que impossível. Ainda mais pela ajuda que Felipe deu a Kimi Raikkonen no título.

2) Nico Rosberg é nome praticamente certo como companheiro de Lewis Hamilton na McLaren. "Que o Nico vai, vai".

A Williams voltou a negar hoje. O empresário de Adrian Sutil disse que não houve contatos da equipe. E Heikki Kovalainen, creio, fica na Renault porque Alonso não vai para lá. Nico é favorito.

3) A saída de Timo Glock da BMW pode tirar Augusto Farfus Jr. do WTCC e colocá-lo como test-driver do time bávaro. "Bem provável".

Também acho.



Domingo úmido, chato, cretino. Mas estou a falar com uma pessoa que me diz o seguinte:

1) Já tem gente falando que Alonso pode ir para a Ferrari e o Massa, para a Red Bull. Comentário de quem falou: "Eu acho quase impossível, mas é uma pessoa de dentro da F-1 que contou".

Eu acho mais do que impossível. Ainda mais pela ajuda que Felipe deu a Kimi Raikkonen no título.

2) Nico Rosberg é nome praticamente certo como companheiro de Lewis Hamilton na McLaren. "Que o Nico vai, vai".

A Williams voltou a negar hoje. O empresário de Adrian Sutil disse que não houve contatos da equipe. E Heikki Kovalainen, creio, fica na Renault porque Alonso não vai para lá. Nico é favorito.

3) A saída de Timo Glock da BMW pode tirar Augusto Farfus Jr. do WTCC e colocá-lo como test-driver do time bávaro. "Bem provável".

Também acho.



Pataquada de Vitonez às 14h23
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E quem vai acertar?

A guerra que outrora se dava com a imprensa inglesa, agora se dará internamente na Espanha. Tudo porque os dois principais jornais da Espanha, ao menos no que se refere à F-1, divergem completamente sobre o futuro de Fernando Alonso.

O "AS" se mostrava sempre um pouco à frente do "Marca" na questão de furos. As coisas parecem ter se invertido. O "Marca" adiantou a rescisão de contrato e cravou que a Renault é a principal porta, mas a meta do piloto é a BMW, e não a Ferrari, em 2009. Diz que a Red Bull tem parcas chances.

Ao contrário do "AS", que garante que a equipe-bebida é o caminho de Alonso, principalmente por ser a única a atender os requisitos do garoto-enxaqueca. E os periodistas também afirmam que não há chance de Fernandito retornar à casa.

Capaz de dar Toyota.



A guerra que outrora se dava com a imprensa inglesa, agora se dará internamente na Espanha. Tudo porque os dois principais jornais da Espanha, ao menos no que se refere à F-1, divergem completamente sobre o futuro de Fernando Alonso.

O "AS" se mostrava sempre um pouco à frente do "Marca" na questão de furos. As coisas parecem ter se invertido. O "Marca" adiantou a rescisão de contrato e cravou que a Renault é a principal porta, mas a meta do piloto é a BMW, e não a Ferrari, em 2009. Diz que a Red Bull tem parcas chances.

Ao contrário do "AS", que garante que a equipe-bebida é o caminho de Alonso, principalmente por ser a única a atender os requisitos do garoto-enxaqueca. E os periodistas também afirmam que não há chance de Fernandito retornar à casa.

Capaz de dar Toyota.



A guerra que outrora se dava com a imprensa inglesa, agora se dará internamente na Espanha. Tudo porque os dois principais jornais da Espanha, ao menos no que se refere à F-1, divergem completamente sobre o futuro de Fernando Alonso.

O "AS" se mostrava sempre um pouco à frente do "Marca" na questão de furos. As coisas parecem ter se invertido. O "Marca" adiantou a rescisão de contrato e cravou que a Renault é a principal porta, mas a meta do piloto é a BMW, e não a Ferrari, em 2009. Diz que a Red Bull tem parcas chances.

Ao contrário do "AS", que garante que a equipe-bebida é o caminho de Alonso, principalmente por ser a única a atender os requisitos do garoto-enxaqueca. E os periodistas também afirmam que não há chance de Fernandito retornar à casa.

Capaz de dar Toyota.



Pataquada de Vitonez às 16h22
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O racha-cuca

No Dia dos Mortos, morre a relação McLaren-Alonso. E nasce uma gama de especulações sobre quem ocupa seu lugar na equipe e para onde ele vai.

Tudo deveria começar em torno da questão: Alonso só teve carta branca para evitar um time-montadora? Aí já mata quatro coelhos e deixa dois na disputa, Red Bull e Williams.

Se for a RB, tira o lugar de quem? Webber, provavelmente, que poderia ocupar o lugar de Fernando na McLaren. Coulthard não tem para onde ir e não deve abrir mão de seu provavelmente bem feito contrato.

Se for a Williams, deve trocar de posto com Rosberg. E o time de Grove fica sem ninguém. E quem defenderia a escuderia? Fisichella? Nakajima?

Caso a condição não tenha sido posta, a Renault é favorita. Permuta com Kovalainen? Alonso e Nelsinho em 2008?

Toyota? Até pode ser, encaixando um fato novo: o duplo contrato de Glock, que já tinha fechado com os nipo-germânicos. É a situação perfeita para Alonso, que faria de Trulli novamente submisso.

A BMW não tem cara de que abriria mão de seus pilotos agora. Palpite, só. E a Honda, o mesmo. É Button e Barrichello. Não tem jeito. 

Brinque. O quebra-cabeça é pior que aqueles de mil peças.



No Dia dos Mortos, morre a relação McLaren-Alonso. E nasce uma gama de especulações sobre quem ocupa seu lugar na equipe e para onde ele vai.

Tudo deveria começar em torno da questão: Alonso só teve carta branca para evitar um time-montadora? Aí já mata quatro coelhos e deixa dois na disputa, Red Bull e Williams.

Se for a RB, tira o lugar de quem? Webber, provavelmente, que poderia ocupar o lugar de Fernando na McLaren. Coulthard não tem para onde ir e não deve abrir mão de seu provavelmente bem feito contrato.

Se for a Williams, deve trocar de posto com Rosberg. E o time de Grove fica sem ninguém. E quem defenderia a escuderia? Fisichella? Nakajima?

Caso a condição não tenha sido posta, a Renault é favorita. Permuta com Kovalainen? Alonso e Nelsinho em 2008?

Toyota? Até pode ser, encaixando um fato novo: o duplo contrato de Glock, que já tinha fechado com os nipo-germânicos. É a situação perfeita para Alonso, que faria de Trulli novamente submisso.

A BMW não tem cara de que abriria mão de seus pilotos agora. Palpite, só. E a Honda, o mesmo. É Button e Barrichello. Não tem jeito. 

Brinque. O quebra-cabeça é pior que aqueles de mil peças.



No Dia dos Mortos, morre a relação McLaren-Alonso. E nasce uma gama de especulações sobre quem ocupa seu lugar na equipe e para onde ele vai.

Tudo deveria começar em torno da questão: Alonso só teve carta branca para evitar um time-montadora? Aí já mata quatro coelhos e deixa dois na disputa, Red Bull e Williams.

Se for a RB, tira o lugar de quem? Webber, provavelmente, que poderia ocupar o lugar de Fernando na McLaren. Coulthard não tem para onde ir e não deve abrir mão de seu provavelmente bem feito contrato.

Se for a Williams, deve trocar de posto com Rosberg. E o time de Grove fica sem ninguém. E quem defenderia a escuderia? Fisichella? Nakajima?

Caso a condição não tenha sido posta, a Renault é favorita. Permuta com Kovalainen? Alonso e Nelsinho em 2008?

Toyota? Até pode ser, encaixando um fato novo: o duplo contrato de Glock, que já tinha fechado com os nipo-germânicos. É a situação perfeita para Alonso, que faria de Trulli novamente submisso.

A BMW não tem cara de que abriria mão de seus pilotos agora. Palpite, só. E a Honda, o mesmo. É Button e Barrichello. Não tem jeito. 

Brinque. O quebra-cabeça é pior que aqueles de mil peças.



Pataquada de Vitonez às 12h04
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Notas, notas

Meu dia em resumo.

Fui ao Morumbi para acompanhar o tal Jogo dos Pilotos. Um dia depois do time local conquistar o título brasileiro pela quinta vez.

Nada de mais. Thiago Camilo joga bem, Antonio Pizzonia é um fanfarrão, Thiago Marques é o sossego em pessoa.

Fui entrevistar Felipe Massa e Dudu, seu irmão semicalvo, gritou: "Não fala com o Grande Prêmio". Daí o piloto perguntou quem era, Dudu apontou para mim e continuou: "Ele que dá as notas." Felipe me cumprimentou e agradeceu. Em tom meio sarcástico, creio. Fiz a entrevista e não avaliei, de zero a dez, as respostas. Dei dez para Massa na corrida do Brasil. Seis no Japão, e critiquei.

O pessoal dá importância para notas. Sendo que só valem para o Capelli.

Zero.

Edit: Só para não deixar dúvidas: Dudu falou de brincadeira. Tenho um bom relacionamento com ele. Ontem, ele dizia que lê este blog, coisa que nem sabia. Fosse de outra forma, o texto seria de uma forma, digamos, mais ácida... 



Meu dia em resumo.

Fui ao Morumbi para acompanhar o tal Jogo dos Pilotos. Um dia depois do time local conquistar o título brasileiro pela quinta vez.

Nada de mais. Thiago Camilo joga bem, Antonio Pizzonia é um fanfarrão, Thiago Marques é o sossego em pessoa.

Fui entrevistar Felipe Massa e Dudu, seu irmão semicalvo, gritou: "Não fala com o Grande Prêmio". Daí o piloto perguntou quem era, Dudu apontou para mim e continuou: "Ele que dá as notas." Felipe me cumprimentou e agradeceu. Em tom meio sarcástico, creio. Fiz a entrevista e não avaliei, de zero a dez, as respostas. Dei dez para Massa na corrida do Brasil. Seis no Japão, e critiquei.

O pessoal dá importância para notas. Sendo que só valem para o Capelli.

Zero.

Edit: Só para não deixar dúvidas: Dudu falou de brincadeira. Tenho um bom relacionamento com ele. Ontem, ele dizia que lê este blog, coisa que nem sabia. Fosse de outra forma, o texto seria de uma forma, digamos, mais ácida... 



Meu dia em resumo.

Fui ao Morumbi para acompanhar o tal Jogo dos Pilotos. Um dia depois do time local conquistar o título brasileiro pela quinta vez.

Nada de mais. Thiago Camilo joga bem, Antonio Pizzonia é um fanfarrão, Thiago Marques é o sossego em pessoa.

Fui entrevistar Felipe Massa e Dudu, seu irmão semicalvo, gritou: "Não fala com o Grande Prêmio". Daí o piloto perguntou quem era, Dudu apontou para mim e continuou: "Ele que dá as notas." Felipe me cumprimentou e agradeceu. Em tom meio sarcástico, creio. Fiz a entrevista e não avaliei, de zero a dez, as respostas. Dei dez para Massa na corrida do Brasil. Seis no Japão, e critiquei.

O pessoal dá importância para notas. Sendo que só valem para o Capelli.

Zero.

Edit: Só para não deixar dúvidas: Dudu falou de brincadeira. Tenho um bom relacionamento com ele. Ontem, ele dizia que lê este blog, coisa que nem sabia. Fosse de outra forma, o texto seria de uma forma, digamos, mais ácida... 



Pataquada de Vitonez às 21h00
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