Velho safado

Eu me pergunto várias coisas em relação ao caso Max Mosley:

1) teria o News of the World qual interesse em montar um vídeo e armar algo contra o presidente da FIA?;

2) interessa tanto a vida pessoal para afetar o que ela faz em sua profissão?;

3) com que autoridade ele continuará como mandatário da F-1?;

4) os pilotos, chefes de equipe e demais, quando o virem no paddock, não vão passar a associá-lo ao fetiche, segurarem o riso ou até mesmo perder o respeito?;

5) quem seria o sucessor natural de Mosley?

Enquanto isso, prefiro associá-lo ao caso da Velha Safada.



Eu me pergunto várias coisas em relação ao caso Max Mosley:

1) teria o News of the World qual interesse em montar um vídeo e armar algo contra o presidente da FIA?;

2) interessa tanto a vida pessoal para afetar o que ela faz em sua profissão?;

3) com que autoridade ele continuará como mandatário da F-1?;

4) os pilotos, chefes de equipe e demais, quando o virem no paddock, não vão passar a associá-lo ao fetiche, segurarem o riso ou até mesmo perder o respeito?;

5) quem seria o sucessor natural de Mosley?

Enquanto isso, prefiro associá-lo ao caso da Velha Safada.



Eu me pergunto várias coisas em relação ao caso Max Mosley:

1) teria o News of the World qual interesse em montar um vídeo e armar algo contra o presidente da FIA?;

2) interessa tanto a vida pessoal para afetar o que ela faz em sua profissão?;

3) com que autoridade ele continuará como mandatário da F-1?;

4) os pilotos, chefes de equipe e demais, quando o virem no paddock, não vão passar a associá-lo ao fetiche, segurarem o riso ou até mesmo perder o respeito?;

5) quem seria o sucessor natural de Mosley?

Enquanto isso, prefiro associá-lo ao caso da Velha Safada.



Pataquada de Vitonez às 14h37
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Enquete do dia

Começa hoje a Indy, finalmente. A expectativa é das maiores.

Seis brasileiros, 25 carros no grid. Vale a pergunta: depois da F-1, é a categoria de que você mais gosta, meu caro internauta?

Explane em nossa área de comentários.



Começa hoje a Indy, finalmente. A expectativa é das maiores.

Seis brasileiros, 25 carros no grid. Vale a pergunta: depois da F-1, é a categoria de que você mais gosta, meu caro internauta?

Explane em nossa área de comentários.



Começa hoje a Indy, finalmente. A expectativa é das maiores.

Seis brasileiros, 25 carros no grid. Vale a pergunta: depois da F-1, é a categoria de que você mais gosta, meu caro internauta?

Explane em nossa área de comentários.



Pataquada de Vitonez às 13h51
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O autor do tri, e não do tetra

Balestre morreu.

Tem muita gente que vai falar que o mundo está mais limpo, como se Balestre fosse Pinochet, Hitler ou Mussolini.

Balestre tirou um título de Senna, assumidamente, para privilegiar Prost.



Balestre morreu.

Tem muita gente que vai falar que o mundo está mais limpo, como se Balestre fosse Pinochet, Hitler ou Mussolini.

Balestre tirou um título de Senna, assumidamente, para privilegiar Prost.



Balestre morreu.

Tem muita gente que vai falar que o mundo está mais limpo, como se Balestre fosse Pinochet, Hitler ou Mussolini.

Balestre tirou um título de Senna, assumidamente, para privilegiar Prost.



Pataquada de Vitonez às 17h27
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Quem é o piloto?, pista 9

Oh, quanto riso, oh, quanta alegria...

E o pessoal se mobilizando, cada vez mais, para descobrir.

Muita gente acha isso, outros cravam. Mas ainda é cedo para falar dos comentários dos respeitáveis senhores e das mademoiselles sobre este delicioso jogo.

Acrescento às anotações que a diferença de idade entre os dois pilotos mencionados é de aproximadamente sete anos.

Hum, mas esta, também, hein?... já risca muitos palpites...



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 9

Oh, quanto riso, oh, quanta alegria...

E o pessoal se mobilizando, cada vez mais, para descobrir.

Muita gente acha isso, outros cravam. Mas ainda é cedo para falar dos comentários dos respeitáveis senhores e das mademoiselles sobre este delicioso jogo.

Acrescento às anotações que a diferença de idade entre os dois pilotos mencionados é de aproximadamente sete anos.

Hum, mas esta, também, hein?... já risca muitos palpites...



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 9

Oh, quanto riso, oh, quanta alegria...

E o pessoal se mobilizando, cada vez mais, para descobrir.

Muita gente acha isso, outros cravam. Mas ainda é cedo para falar dos comentários dos respeitáveis senhores e das mademoiselles sobre este delicioso jogo.

Acrescento às anotações que a diferença de idade entre os dois pilotos mencionados é de aproximadamente sete anos.

Hum, mas esta, também, hein?... já risca muitos palpites...



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 14h36
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Ok, ok, você foi visto

Correção: Diria assim Nelson Rubens.

Amadeu Rodrigues (e não Eduardo Bassani) e Chico Serra estavam em longa conversa aqui no autódromo de Interlagos.

A Hot Car (e não a RC3 Bassani) ainda tem um piloto a definir; Chico tinha se transferido para a F-Truck, onde já correu a primeira etapa em Guaporé.



Correção: Diria assim Nelson Rubens.

Amadeu Rodrigues (e não Eduardo Bassani) e Chico Serra estavam em longa conversa aqui no autódromo de Interlagos.

A Hot Car (e não a RC3 Bassani) ainda tem um piloto a definir; Chico tinha se transferido para a F-Truck, onde já correu a primeira etapa em Guaporé.



Correção: Diria assim Nelson Rubens.

Amadeu Rodrigues (e não Eduardo Bassani) e Chico Serra estavam em longa conversa aqui no autódromo de Interlagos.

A Hot Car (e não a RC3 Bassani) ainda tem um piloto a definir; Chico tinha se transferido para a F-Truck, onde já correu a primeira etapa em Guaporé.



Pataquada de Vitonez às 18h03
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Quem é o piloto?, pista 8

Acabo de encontrar o piloto X aqui nos boxes de Interlagos.

Mostrou um sorriso entre o sem-graça e a surpresa quando soube que eu sabia de suas intenções.

"Mas não tem nada acertado", apressou-se em dizer.

Sei que não tem. Mas me permita dizer, piloto X, que o substituto que você crê ser ideal não é brasileiro.

A oitava pista mata meio mundo...



Acabo de encontrar o piloto X aqui nos boxes de Interlagos.

Mostrou um sorriso entre o sem-graça e a surpresa quando soube que eu sabia de suas intenções.

"Mas não tem nada acertado", apressou-se em dizer.

Sei que não tem. Mas me permita dizer, piloto X, que o substituto que você crê ser ideal não é brasileiro.

A oitava pista mata meio mundo...



Acabo de encontrar o piloto X aqui nos boxes de Interlagos.

Mostrou um sorriso entre o sem-graça e a surpresa quando soube que eu sabia de suas intenções.

"Mas não tem nada acertado", apressou-se em dizer.

Sei que não tem. Mas me permita dizer, piloto X, que o substituto que você crê ser ideal não é brasileiro.

A oitava pista mata meio mundo...



Pataquada de Vitonez às 13h59
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A prestação de desserviços

Noto na caixa uma mensagem enviada só para mim, que não me faz sentir privilégio.

É que uma equipe da Stock Car "tem vaga disponível para temporada 2008".

No conteúdo do e-mail, diz ser "uma das escuderias mais tradicionais da história do automobilismo brasileiro", com "18 mecânicos muito bem preparados, além de infra-estrutura completa", e tal.

A assessoria, e isento o profissional que fez o release, omite as duas informações que interessam ao jornalista e ao leitor/internauta, no caso: quem e por que saiu para que o lugar estivesse disponível? Como esta empresa que está por trás dos interesses de mídia protege o mais novo de seu clã, Popó, minha dedução agiu.

Liguei para o gaúcho Juliano Moro, então, que me contou que um dos patrocinadores dele deu para trás. "Fiquei sabendo ontem à noite, às 11h", disse. Daí tal time podou-o. "Estou tentando ver se dá para andar lá ainda. Se tiver de ser, vai ser", completou.



Noto na caixa uma mensagem enviada só para mim, que não me faz sentir privilégio.

É que uma equipe da Stock Car "tem vaga disponível para temporada 2008".

No conteúdo do e-mail, diz ser "uma das escuderias mais tradicionais da história do automobilismo brasileiro", com "18 mecânicos muito bem preparados, além de infra-estrutura completa", e tal.

A assessoria, e isento o profissional que fez o release, omite as duas informações que interessam ao jornalista e ao leitor/internauta, no caso: quem e por que saiu para que o lugar estivesse disponível? Como esta empresa que está por trás dos interesses de mídia protege o mais novo de seu clã, Popó, minha dedução agiu.

Liguei para o gaúcho Juliano Moro, então, que me contou que um dos patrocinadores dele deu para trás. "Fiquei sabendo ontem à noite, às 11h", disse. Daí tal time podou-o. "Estou tentando ver se dá para andar lá ainda. Se tiver de ser, vai ser", completou.



Noto na caixa uma mensagem enviada só para mim, que não me faz sentir privilégio.

É que uma equipe da Stock Car "tem vaga disponível para temporada 2008".

No conteúdo do e-mail, diz ser "uma das escuderias mais tradicionais da história do automobilismo brasileiro", com "18 mecânicos muito bem preparados, além de infra-estrutura completa", e tal.

A assessoria, e isento o profissional que fez o release, omite as duas informações que interessam ao jornalista e ao leitor/internauta, no caso: quem e por que saiu para que o lugar estivesse disponível? Como esta empresa que está por trás dos interesses de mídia protege o mais novo de seu clã, Popó, minha dedução agiu.

Liguei para o gaúcho Juliano Moro, então, que me contou que um dos patrocinadores dele deu para trás. "Fiquei sabendo ontem à noite, às 11h", disse. Daí tal time podou-o. "Estou tentando ver se dá para andar lá ainda. Se tiver de ser, vai ser", completou.



Pataquada de Vitonez às 19h53
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Quem é o piloto?, pista 7

O rapaz não consegue se conter. Passa os dias perguntando para conhecidos quem são os pilotos. Pede dicas, pede implorando, pede, pede.

E, coitado, sofre.

Que sofra. Falando em sofrimento, o 11 de setembro de 2001 ajuda a fazer uma relação com o piloto Y, o que substituirá ou substituiria X, em seu atual emprego.

Pista sete misteriosa, hein?



O rapaz não consegue se conter. Passa os dias perguntando para conhecidos quem são os pilotos. Pede dicas, pede implorando, pede, pede.

E, coitado, sofre.

Que sofra. Falando em sofrimento, o 11 de setembro de 2001 ajuda a fazer uma relação com o piloto Y, o que substituirá ou substituiria X, em seu atual emprego.

Pista sete misteriosa, hein?



O rapaz não consegue se conter. Passa os dias perguntando para conhecidos quem são os pilotos. Pede dicas, pede implorando, pede, pede.

E, coitado, sofre.

Que sofra. Falando em sofrimento, o 11 de setembro de 2001 ajuda a fazer uma relação com o piloto Y, o que substituirá ou substituiria X, em seu atual emprego.

Pista sete misteriosa, hein?



Pataquada de Vitonez às 12h34
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Duas rodadas depois...

Quando apareceu ali Dudu Massa na festa de 16 anos do Anuário do Reginaldo Leme, teve quem o provocasse por causa do irmão.

Imitando choro, começaram: "Volta, TC! Volta..."

Maldosos.



Quando apareceu ali Dudu Massa na festa de 16 anos do Anuário do Reginaldo Leme, teve quem o provocasse por causa do irmão.

Imitando choro, começaram: "Volta, TC! Volta..."

Maldosos.



Quando apareceu ali Dudu Massa na festa de 16 anos do Anuário do Reginaldo Leme, teve quem o provocasse por causa do irmão.

Imitando choro, começaram: "Volta, TC! Volta..."

Maldosos.



Pataquada de Vitonez às 12h26
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Mais dois carros da Stock Car







Pataquada de Vitonez às 04h09
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Quem é o piloto?, pista 6

Bem interessantes, os comentários. Mas não é hora de comentar em cima deles.

Comentarei, pois, que, numa análise dos números de ambos em outra categoria, Y, o substituto, ganha de X, o titular, em absolutamente tudo: quantidade de corridas, pontos, melhor posição de largada e melhor resultado.

A sexta pista, então, exige uma pesquisa.



Bem interessantes, os comentários. Mas não é hora de comentar em cima deles.

Comentarei, pois, que, numa análise dos números de ambos em outra categoria, Y, o substituto, ganha de X, o titular, em absolutamente tudo: quantidade de corridas, pontos, melhor posição de largada e melhor resultado.

A sexta pista, então, exige uma pesquisa.



Bem interessantes, os comentários. Mas não é hora de comentar em cima deles.

Comentarei, pois, que, numa análise dos números de ambos em outra categoria, Y, o substituto, ganha de X, o titular, em absolutamente tudo: quantidade de corridas, pontos, melhor posição de largada e melhor resultado.

A sexta pista, então, exige uma pesquisa.



Pataquada de Vitonez às 02h56
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Quando a verdade dói

Assim que Massa atolou na brita, a transmissão da RG tentou poupar, como sempre faz, o "sobrinho" do narrador. Com muito medo, soltaram que não pareceu falha mecânica, a camuflagem eufemística para a culpa do piloto. O "vamos esperar" deu a idéia da continuidade de que admitir a verdade torna-se difícil para que 1) o público continue acreditando em Felipe; 2) o público continue assistindo às corridas; 3) o público continue sendo ignorante e aceite aquela "verdade".

Galvão Bueno, na chamada que a RG faz para sua programação de 2008, logo ele, fala na liberdade de expressão que a casa lhe proporciona. Uma casa em que a verdade dói.

E pelos lados de Massa, a aleivosia de deixar fluir o óbvio, do erro, inerente ao ser humano, inerente na profissão, no relacionamento com os amigos, no dia e na noite, como se no contrato dele houvesse a cláusula pétrea de que é proibido assumi-lo.

Só que o silêncio da Ferrari, por ora, em explicar uma eventual falha técnica coloca sobre o brasileiro mais uma crítica, a da natureza deste post.

Massa não é virtuose, não vai ser campeão pelo que apresentou e vem apresentando, não será ídolo nacional nos mesmos moldes que Senna acabou se transformando, e entenda-se muito além por moldes, e não é ele jogando para o ar e colocando em dúvida o que aconteceu para mais um insucesso que mãos serão passadas sobre sua cabeça e que se pense que se trata de mais um coitado que os europeus tentam prejudicar em prol de um dos seus.

Raikkonen é mais piloto, Hamilton é mais piloto, Kubica é mais piloto, Alonso, então, vixe, muito mais. Até Heidfeld, que eu achava um zero bem à esquerda, tem sido melhor. La Gazzetta dello Sport coloca em pesquisa em seu site se Massa é um segundo piloto de luxo, se seu tempo já passou na Ferrari ou se é injusto culpá-lo. Começo a crer que as duas primeiras hipóteses se fundem.

Da mesma forma que é injusto culpá-lo, como um todo. Barrichello, que é melhor que ele, também, não conseguiu ser campeão, e está aí, ao que parece, curtindo a vida. Logo Massa há de se acostumar.



Assim que Massa atolou na brita, a transmissão da RG tentou poupar, como sempre faz, o "sobrinho" do narrador. Com muito medo, soltaram que não pareceu falha mecânica, a camuflagem eufemística para a culpa do piloto. O "vamos esperar" deu a idéia da continuidade de que admitir a verdade torna-se difícil para que 1) o público continue acreditando em Felipe; 2) o público continue assistindo às corridas; 3) o público continue sendo ignorante e aceite aquela "verdade".

Galvão Bueno, na chamada que a RG faz para sua programação de 2008, logo ele, fala na liberdade de expressão que a casa lhe proporciona. Uma casa em que a verdade dói.

E pelos lados de Massa, a aleivosia de deixar fluir o óbvio, do erro, inerente ao ser humano, inerente na profissão, no relacionamento com os amigos, no dia e na noite, como se no contrato dele houvesse a cláusula pétrea de que é proibido assumi-lo.

Só que o silêncio da Ferrari, por ora, em explicar uma eventual falha técnica coloca sobre o brasileiro mais uma crítica, a da natureza deste post.

Massa não é virtuose, não vai ser campeão pelo que apresentou e vem apresentando, não será ídolo nacional nos mesmos moldes que Senna acabou se transformando, e entenda-se muito além por moldes, e não é ele jogando para o ar e colocando em dúvida o que aconteceu para mais um insucesso que mãos serão passadas sobre sua cabeça e que se pense que se trata de mais um coitado que os europeus tentam prejudicar em prol de um dos seus.

Raikkonen é mais piloto, Hamilton é mais piloto, Kubica é mais piloto, Alonso, então, vixe, muito mais. Até Heidfeld, que eu achava um zero bem à esquerda, tem sido melhor. La Gazzetta dello Sport coloca em pesquisa em seu site se Massa é um segundo piloto de luxo, se seu tempo já passou na Ferrari ou se é injusto culpá-lo. Começo a crer que as duas primeiras hipóteses se fundem.

Da mesma forma que é injusto culpá-lo, como um todo. Barrichello, que é melhor que ele, também, não conseguiu ser campeão, e está aí, ao que parece, curtindo a vida. Logo Massa há de se acostumar.



Assim que Massa atolou na brita, a transmissão da RG tentou poupar, como sempre faz, o "sobrinho" do narrador. Com muito medo, soltaram que não pareceu falha mecânica, a camuflagem eufemística para a culpa do piloto. O "vamos esperar" deu a idéia da continuidade de que admitir a verdade torna-se difícil para que 1) o público continue acreditando em Felipe; 2) o público continue assistindo às corridas; 3) o público continue sendo ignorante e aceite aquela "verdade".

Galvão Bueno, na chamada que a RG faz para sua programação de 2008, logo ele, fala na liberdade de expressão que a casa lhe proporciona. Uma casa em que a verdade dói.

E pelos lados de Massa, a aleivosia de deixar fluir o óbvio, do erro, inerente ao ser humano, inerente na profissão, no relacionamento com os amigos, no dia e na noite, como se no contrato dele houvesse a cláusula pétrea de que é proibido assumi-lo.

Só que o silêncio da Ferrari, por ora, em explicar uma eventual falha técnica coloca sobre o brasileiro mais uma crítica, a da natureza deste post.

Massa não é virtuose, não vai ser campeão pelo que apresentou e vem apresentando, não será ídolo nacional nos mesmos moldes que Senna acabou se transformando, e entenda-se muito além por moldes, e não é ele jogando para o ar e colocando em dúvida o que aconteceu para mais um insucesso que mãos serão passadas sobre sua cabeça e que se pense que se trata de mais um coitado que os europeus tentam prejudicar em prol de um dos seus.

Raikkonen é mais piloto, Hamilton é mais piloto, Kubica é mais piloto, Alonso, então, vixe, muito mais. Até Heidfeld, que eu achava um zero bem à esquerda, tem sido melhor. La Gazzetta dello Sport coloca em pesquisa em seu site se Massa é um segundo piloto de luxo, se seu tempo já passou na Ferrari ou se é injusto culpá-lo. Começo a crer que as duas primeiras hipóteses se fundem.

Da mesma forma que é injusto culpá-lo, como um todo. Barrichello, que é melhor que ele, também, não conseguiu ser campeão, e está aí, ao que parece, curtindo a vida. Logo Massa há de se acostumar.



Pataquada de Vitonez às 02h31
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Palpites, palpites

1) Vai chover no meio da corrida.

2) Nesta situação, Massa não vai ter bom rendimento...

3) Ganha Raikkonen...

4) Vettel será destaque.



1) Vai chover no meio da corrida.

2) Nesta situação, Massa não vai ter bom rendimento...

3) Ganha Raikkonen...

4) Vettel será destaque.



1) Vai chover no meio da corrida.

2) Nesta situação, Massa não vai ter bom rendimento...

3) Ganha Raikkonen...

4) Vettel será destaque.



Pataquada de Vitonez às 23h14
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Quem é o piloto?, pista 5

A Milene Rios, jovial jornalista de um periódico feito em corridas, resmungou: "Puta merda, Vi. Não se faz isso com ninguém. Que maldito piloto é esse?"

Indicou chantagem: "Se eu comentar no blog, você me diz quem é?"

"Claro...", respondi. Ela foi e deu uma de quem sabia. "...que não", completei depois.

"Não podia ficar por baixo", e riu a loira, que quis se mostrar nos comentários, tal como outros, achando que eu havia contado.

Essas meninas, viu... são tão serelepes...

Ficará ainda mais quando souber que não há registros que o piloto Y, aquele que faria as tais cinco provas no lugar de X, já tenha feito corridas de turismo. 

Certamente nunca o fez na Stock Car.

A pista 5 começa a eliminar alguns favoritos, não?



A Milene Rios, jovial jornalista de um periódico feito em corridas, resmungou: "Puta merda, Vi. Não se faz isso com ninguém. Que maldito piloto é esse?"

Indicou chantagem: "Se eu comentar no blog, você me diz quem é?"

"Claro...", respondi. Ela foi e deu uma de quem sabia. "...que não", completei depois.

"Não podia ficar por baixo", e riu a loira, que quis se mostrar nos comentários, tal como outros, achando que eu havia contado.

Essas meninas, viu... são tão serelepes...

Ficará ainda mais quando souber que não há registros que o piloto Y, aquele que faria as tais cinco provas no lugar de X, já tenha feito corridas de turismo. 

Certamente nunca o fez na Stock Car.

A pista 5 começa a eliminar alguns favoritos, não?



A Milene Rios, jovial jornalista de um periódico feito em corridas, resmungou: "Puta merda, Vi. Não se faz isso com ninguém. Que maldito piloto é esse?"

Indicou chantagem: "Se eu comentar no blog, você me diz quem é?"

"Claro...", respondi. Ela foi e deu uma de quem sabia. "...que não", completei depois.

"Não podia ficar por baixo", e riu a loira, que quis se mostrar nos comentários, tal como outros, achando que eu havia contado.

Essas meninas, viu... são tão serelepes...

Ficará ainda mais quando souber que não há registros que o piloto Y, aquele que faria as tais cinco provas no lugar de X, já tenha feito corridas de turismo. 

Certamente nunca o fez na Stock Car.

A pista 5 começa a eliminar alguns favoritos, não?



Pataquada de Vitonez às 17h08
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A primeira vez a gente não esquece

Eu duvidava, mas não é que puniram Hamilton?

Vai ver que é porque só estamos na segunda etapa do ano...

Eu duvidava, mas não é que puniram Hamilton?

Vai ver que é porque só estamos na segunda etapa do ano...

Eu duvidava, mas não é que puniram Hamilton?

Vai ver que é porque só estamos na segunda etapa do ano...

Pataquada de Vitonez às 17h04
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Quem é o piloto?, pista 4

Evelyn Guimarães chegou na manhã de ontem, nem falou bom dia e já veio com um quem: "Quem é, quem é o piloto?".

Veio dizer até que tem uma lista. Não citou nomes. Bateu desespero depois. "Me fala quem é. Anda, fala. Fala!"

Tsc, tsc. Que dó... vou rezar por ela.

E acontece.

Isso porque nem quero dar mais atenção para CB, que estava atrás de Ivan Capelli, gaúcho que não sabe de porcaria nenhuma, para satisfazer sua curiosidade voraz. Que vai consumi-lo, e nós vamos agradecer. 

Acho que vai dar tempo para saberem que o patrocinador que será estampado no carro do piloto que é o "dono" da vaga, aquele que chamei de X, veio por conta de seu companheiro de equipe e que não é a primeira vez que ele o exibirá na carreira.

Simples como um pudim de leite condensado, esta quarta pista...



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 4

Evelyn Guimarães chegou na manhã de ontem, nem falou bom dia e já veio com um quem: "Quem é, quem é o piloto?".

Veio dizer até que tem uma lista. Não citou nomes. Bateu desespero depois. "Me fala quem é. Anda, fala. Fala!"

Tsc, tsc. Que dó... vou rezar por ela.

E acontece.

Isso porque nem quero dar mais atenção para CB, que estava atrás de Ivan Capelli, gaúcho que não sabe de porcaria nenhuma, para satisfazer sua curiosidade voraz. Que vai consumi-lo, e nós vamos agradecer. 

Acho que vai dar tempo para saberem que o patrocinador que será estampado no carro do piloto que é o "dono" da vaga, aquele que chamei de X, veio por conta de seu companheiro de equipe e que não é a primeira vez que ele o exibirá na carreira.

Simples como um pudim de leite condensado, esta quarta pista...



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 4

Evelyn Guimarães chegou na manhã de ontem, nem falou bom dia e já veio com um quem: "Quem é, quem é o piloto?".

Veio dizer até que tem uma lista. Não citou nomes. Bateu desespero depois. "Me fala quem é. Anda, fala. Fala!"

Tsc, tsc. Que dó... vou rezar por ela.

E acontece.

Isso porque nem quero dar mais atenção para CB, que estava atrás de Ivan Capelli, gaúcho que não sabe de porcaria nenhuma, para satisfazer sua curiosidade voraz. Que vai consumi-lo, e nós vamos agradecer. 

Acho que vai dar tempo para saberem que o patrocinador que será estampado no carro do piloto que é o "dono" da vaga, aquele que chamei de X, veio por conta de seu companheiro de equipe e que não é a primeira vez que ele o exibirá na carreira.

Simples como um pudim de leite condensado, esta quarta pista...



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 08h15
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Se não mata, morre

Para bom entendedor...

Tem gente que precisa matar a sua curiosidade. Antes que ela mate alguém.



Para bom entendedor...

Tem gente que precisa matar a sua curiosidade. Antes que ela mate alguém.



Para bom entendedor...

Tem gente que precisa matar a sua curiosidade. Antes que ela mate alguém.



Pataquada de Vitonez às 18h21
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Mentiras da Stock Car

Reproduzo indignação de indivíduo envolvido com as corridas: 

"Olha como a Stock mente. Como diz o prefeito [Gilberto Kassab], 'com construção de mais um módulo de arquibancadas fixas para cinco mil pessoas, totalizando 23 mil lugares permanentes'.

São 23 mil com a construção de mais um módulo de 5 mil. Logo são 18 mil lugares hoje em Interlagos. E como a Stock, com arquibancadas vazias, coloca 30 mil?".

Mente? Não, não. Falta com a verdade.

O eufemismo é tudo.



Reproduzo indignação de indivíduo envolvido com as corridas: 

"Olha como a Stock mente. Como diz o prefeito [Gilberto Kassab], 'com construção de mais um módulo de arquibancadas fixas para cinco mil pessoas, totalizando 23 mil lugares permanentes'.

São 23 mil com a construção de mais um módulo de 5 mil. Logo são 18 mil lugares hoje em Interlagos. E como a Stock, com arquibancadas vazias, coloca 30 mil?".

Mente? Não, não. Falta com a verdade.

O eufemismo é tudo.



Reproduzo indignação de indivíduo envolvido com as corridas: 

"Olha como a Stock mente. Como diz o prefeito [Gilberto Kassab], 'com construção de mais um módulo de arquibancadas fixas para cinco mil pessoas, totalizando 23 mil lugares permanentes'.

São 23 mil com a construção de mais um módulo de 5 mil. Logo são 18 mil lugares hoje em Interlagos. E como a Stock, com arquibancadas vazias, coloca 30 mil?".

Mente? Não, não. Falta com a verdade.

O eufemismo é tudo.



Pataquada de Vitonez às 12h27
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Quem é o piloto?, pista 3

Não tem como descrever o que Cleber Bernuci, assessor de imprensa, fez ontem para tentar descobrir a resposta deste Jogo das Pistas.

Chegou para Nei Tessari e pediu encarecidamente que lhe dissesse. "Eu juro que não conto para ninguém nem falo que você me disse."

Partiu para Bruno Terena, no mesmo tom de piedade, de joelhos e mãos apertadas. Logo Terena, outro que vem se torturando. Mas que se saiu bem. "Não sei de nada", dando a impressão que sabia de tudo, deixando o rapaz em estado de quase-neurose.

Tentou diretamente comigo. "Não posso dizer", respondi. Fez que riu, "tranqüilo", mas logo pegou o telefone e prometeu a alma para Tessari. "Não digo, não digo, não digo", disse o oriundo de Piedade ao nascido em Americana.

Pobre Bernuci.

Mal sabe ele que as negociações esfriaram muito nos últimos dias. Enquanto estava na fase da teoria e da conversa em si, uma beleza. Mas agora, os conflitos das empresas que patrocinam os dois pilotos pode afastar o que consideramos Y, que faria cinco provas, da Stock Car. Uma dessas companhias tem matriz alemã.

É a terceira pista, Bernuci...



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 3

Não tem como descrever o que Cleber Bernuci, assessor de imprensa, fez ontem para tentar descobrir a resposta deste Jogo das Pistas.

Chegou para Nei Tessari e pediu encarecidamente que lhe dissesse. "Eu juro que não conto para ninguém nem falo que você me disse."

Partiu para Bruno Terena, no mesmo tom de piedade, de joelhos e mãos apertadas. Logo Terena, outro que vem se torturando. Mas que se saiu bem. "Não sei de nada", dando a impressão que sabia de tudo, deixando o rapaz em estado de quase-neurose.

Tentou diretamente comigo. "Não posso dizer", respondi. Fez que riu, "tranqüilo", mas logo pegou o telefone e prometeu a alma para Tessari. "Não digo, não digo, não digo", disse o oriundo de Piedade ao nascido em Americana.

Pobre Bernuci.

Mal sabe ele que as negociações esfriaram muito nos últimos dias. Enquanto estava na fase da teoria e da conversa em si, uma beleza. Mas agora, os conflitos das empresas que patrocinam os dois pilotos pode afastar o que consideramos Y, que faria cinco provas, da Stock Car. Uma dessas companhias tem matriz alemã.

É a terceira pista, Bernuci...



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 3

Não tem como descrever o que Cleber Bernuci, assessor de imprensa, fez ontem para tentar descobrir a resposta deste Jogo das Pistas.

Chegou para Nei Tessari e pediu encarecidamente que lhe dissesse. "Eu juro que não conto para ninguém nem falo que você me disse."

Partiu para Bruno Terena, no mesmo tom de piedade, de joelhos e mãos apertadas. Logo Terena, outro que vem se torturando. Mas que se saiu bem. "Não sei de nada", dando a impressão que sabia de tudo, deixando o rapaz em estado de quase-neurose.

Tentou diretamente comigo. "Não posso dizer", respondi. Fez que riu, "tranqüilo", mas logo pegou o telefone e prometeu a alma para Tessari. "Não digo, não digo, não digo", disse o oriundo de Piedade ao nascido em Americana.

Pobre Bernuci.

Mal sabe ele que as negociações esfriaram muito nos últimos dias. Enquanto estava na fase da teoria e da conversa em si, uma beleza. Mas agora, os conflitos das empresas que patrocinam os dois pilotos pode afastar o que consideramos Y, que faria cinco provas, da Stock Car. Uma dessas companhias tem matriz alemã.

É a terceira pista, Bernuci...



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 01h23
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Imagem é tudo

 da AFP

Parecem aquelas fotos em que a pessoa parece segurar o sol. Tem algo mais.



 da AFP

Parecem aquelas fotos em que a pessoa parece segurar o sol. Tem algo mais.



 da AFP

Parecem aquelas fotos em que a pessoa parece segurar o sol. Tem algo mais.



Pataquada de Vitonez às 01h15
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Sobre PHA, Mino e iG

Paulo Henrique Amorim foi calado pelo iG. Tiraram seu Conversa Afiada do ar por oito horas e 58 minutos, segundo o próprio, que está em novo endereço. Em solidariedade — cabe aí, também, uma percepção, uma indução ou uma dedução de que a ele sobraria —, Mino Carta abandonou o portal.

O caso ecoa na internet e reabre a discussão da liberdade de imprensa, do papel do jornalismo e da subserviência a quem mais tem.

PHA e seu "olá, tudo bem?" empreenderam-se em combater sua ex-empregadora, a RG, desde que de lá saiu, colocando-se naturalmente como líder de um grupo de profissionais da área descontentes com o modus operandi político-econômico padronizado pela empresa de comunicação, mais afetado, assim, por dizer, nos tempos de Ali Kamel, dos quais os mais conhecidos e recentes são Rodrigo Vianna e Luiz Carlos Azenha. Por conta disso, a bandeira que Paulo Henrique levantou foi a de expor o que se passava no PSDB, partido protegido da RG e da grande mídia, a qual ele inclui Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, igualmente com linha editorial antigovernista. PHA, agora contratado da Record, foi responsável, nos últimos meses, por entrevistas com Edir Macedo, bispo-mor da Igreja Universal do Reino de Deus e dono desta televisão, para alavancar as vendas do livro biográfico de seu patrão, além de apresentar uma reportagem atacando a matéria de Elvira Lobato, na Folha, que evidenciava o uso dos recursos financeiros conseguidos pela IURD, relacionando-os aos bens patrimoniais obtidos por Edir e seus colegas de religião. Fato que me fez duvidar das reais intenções jornalísticas e até mesmo da pessoa PHA, ainda que só o tivesse visto uma vez, no ano passado, no próprio iG. 

Creio ser pleonástico discorrer — e, via de regra, falar bem de — Mino Carta, sua Olivetti e sua contribuição à imprensa. Ao lado de Claudio Zaidan, da Rádio Bandeirantes, representa o que há de supremo em termos jornalísticos.

O "petismo" de PHA e, por conseqüência e relação, de MC chocou-se contra o comando do iG — cujo presidente, Caio Túlio Costa, é historicamente tucano, e que terá, provavelmente, a BrOi como seu novo proprietário. BrOi — parceria da Oi com a Brasil Telecom — que vem sendo acharcada por Paulo Henrique. Aí está, e me contam os colegas do portal, uns até com cautela eufemística para usar o termo "especulação", a grã-razão para a expulsão do jornalista.

Azenha, ex-repórter da F-Indy no SBT, bem lembra em seu Vi o Mundo que deve ser o primeiro caso da internet brasileira em que um site é retirado do ar sem aviso prévio. Escancaradamente uma censura — e não há outro termo que melhor defina — que remete aos tempos ditatoriais numa época que repudia qualquer ato de mordaça. Sobretudo na internet, em que não há respeito de fronteiras políticas, e tem-se a liberdade de obter um domínio, em linguagem apropriada, para expor o que se pensa.

Logo o próprio PHA tratará de explanar, provavelmente com riqueza de detalhes, a "rescisão" de seu contrato, que vigoraria até o fim do ano. Cabe a função metalingüística, do meio falar do meio, de continuar na prática da denúncia e da abonimação às tentativas de silenciar o que seus membros têm a opinar ou informar. Ainda que um montante de notas e cifras façam oposição.



Paulo Henrique Amorim foi calado pelo iG. Tiraram seu Conversa Afiada do ar por oito horas e 58 minutos, segundo o próprio, que está em novo endereço. Em solidariedade — cabe aí, também, uma percepção, uma indução ou uma dedução de que a ele sobraria —, Mino Carta abandonou o portal.

O caso ecoa na internet e reabre a discussão da liberdade de imprensa, do papel do jornalismo e da subserviência a quem mais tem.

PHA e seu "olá, tudo bem?" empreenderam-se em combater sua ex-empregadora, a RG, desde que de lá saiu, colocando-se naturalmente como líder de um grupo de profissionais da área descontentes com o modus operandi político-econômico padronizado pela empresa de comunicação, mais afetado, assim, por dizer, nos tempos de Ali Kamel, dos quais os mais conhecidos e recentes são Rodrigo Vianna e Luiz Carlos Azenha. Por conta disso, a bandeira que Paulo Henrique levantou foi a de expor o que se passava no PSDB, partido protegido da RG e da grande mídia, a qual ele inclui Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, igualmente com linha editorial antigovernista. PHA, agora contratado da Record, foi responsável, nos últimos meses, por entrevistas com Edir Macedo, bispo-mor da Igreja Universal do Reino de Deus e dono desta televisão, para alavancar as vendas do livro biográfico de seu patrão, além de apresentar uma reportagem atacando a matéria de Elvira Lobato, na Folha, que evidenciava o uso dos recursos financeiros conseguidos pela IURD, relacionando-os aos bens patrimoniais obtidos por Edir e seus colegas de religião. Fato que me fez duvidar das reais intenções jornalísticas e até mesmo da pessoa PHA, ainda que só o tivesse visto uma vez, no ano passado, no próprio iG. 

Creio ser pleonástico discorrer — e, via de regra, falar bem de — Mino Carta, sua Olivetti e sua contribuição à imprensa. Ao lado de Claudio Zaidan, da Rádio Bandeirantes, representa o que há de supremo em termos jornalísticos.

O "petismo" de PHA e, por conseqüência e relação, de MC chocou-se contra o comando do iG — cujo presidente, Caio Túlio Costa, é historicamente tucano, e que terá, provavelmente, a BrOi como seu novo proprietário. BrOi — parceria da Oi com a Brasil Telecom — que vem sendo acharcada por Paulo Henrique. Aí está, e me contam os colegas do portal, uns até com cautela eufemística para usar o termo "especulação", a grã-razão para a expulsão do jornalista.

Azenha, ex-repórter da F-Indy no SBT, bem lembra em seu Vi o Mundo que deve ser o primeiro caso da internet brasileira em que um site é retirado do ar sem aviso prévio. Escancaradamente uma censura — e não há outro termo que melhor defina — que remete aos tempos ditatoriais numa época que repudia qualquer ato de mordaça. Sobretudo na internet, em que não há respeito de fronteiras políticas, e tem-se a liberdade de obter um domínio, em linguagem apropriada, para expor o que se pensa.

Logo o próprio PHA tratará de explanar, provavelmente com riqueza de detalhes, a "rescisão" de seu contrato, que vigoraria até o fim do ano. Cabe a função metalingüística, do meio falar do meio, de continuar na prática da denúncia e da abonimação às tentativas de silenciar o que seus membros têm a opinar ou informar. Ainda que um montante de notas e cifras façam oposição.



Paulo Henrique Amorim foi calado pelo iG. Tiraram seu Conversa Afiada do ar por oito horas e 58 minutos, segundo o próprio, que está em novo endereço. Em solidariedade — cabe aí, também, uma percepção, uma indução ou uma dedução de que a ele sobraria —, Mino Carta abandonou o portal.

O caso ecoa na internet e reabre a discussão da liberdade de imprensa, do papel do jornalismo e da subserviência a quem mais tem.

PHA e seu "olá, tudo bem?" empreenderam-se em combater sua ex-empregadora, a RG, desde que de lá saiu, colocando-se naturalmente como líder de um grupo de profissionais da área descontentes com o modus operandi político-econômico padronizado pela empresa de comunicação, mais afetado, assim, por dizer, nos tempos de Ali Kamel, dos quais os mais conhecidos e recentes são Rodrigo Vianna e Luiz Carlos Azenha. Por conta disso, a bandeira que Paulo Henrique levantou foi a de expor o que se passava no PSDB, partido protegido da RG e da grande mídia, a qual ele inclui Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, igualmente com linha editorial antigovernista. PHA, agora contratado da Record, foi responsável, nos últimos meses, por entrevistas com Edir Macedo, bispo-mor da Igreja Universal do Reino de Deus e dono desta televisão, para alavancar as vendas do livro biográfico de seu patrão, além de apresentar uma reportagem atacando a matéria de Elvira Lobato, na Folha, que evidenciava o uso dos recursos financeiros conseguidos pela IURD, relacionando-os aos bens patrimoniais obtidos por Edir e seus colegas de religião. Fato que me fez duvidar das reais intenções jornalísticas e até mesmo da pessoa PHA, ainda que só o tivesse visto uma vez, no ano passado, no próprio iG. 

Creio ser pleonástico discorrer — e, via de regra, falar bem de — Mino Carta, sua Olivetti e sua contribuição à imprensa. Ao lado de Claudio Zaidan, da Rádio Bandeirantes, representa o que há de supremo em termos jornalísticos.

O "petismo" de PHA e, por conseqüência e relação, de MC chocou-se contra o comando do iG — cujo presidente, Caio Túlio Costa, é historicamente tucano, e que terá, provavelmente, a BrOi como seu novo proprietário. BrOi — parceria da Oi com a Brasil Telecom — que vem sendo acharcada por Paulo Henrique. Aí está, e me contam os colegas do portal, uns até com cautela eufemística para usar o termo "especulação", a grã-razão para a expulsão do jornalista.

Azenha, ex-repórter da F-Indy no SBT, bem lembra em seu Vi o Mundo que deve ser o primeiro caso da internet brasileira em que um site é retirado do ar sem aviso prévio. Escancaradamente uma censura — e não há outro termo que melhor defina — que remete aos tempos ditatoriais numa época que repudia qualquer ato de mordaça. Sobretudo na internet, em que não há respeito de fronteiras políticas, e tem-se a liberdade de obter um domínio, em linguagem apropriada, para expor o que se pensa.

Logo o próprio PHA tratará de explanar, provavelmente com riqueza de detalhes, a "rescisão" de seu contrato, que vigoraria até o fim do ano. Cabe a função metalingüística, do meio falar do meio, de continuar na prática da denúncia e da abonimação às tentativas de silenciar o que seus membros têm a opinar ou informar. Ainda que um montante de notas e cifras façam oposição.



Pataquada de Vitonez às 15h14
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Quem é o piloto?, pista 2

Marcus Lellis veio no MSN e perguntou quem era. Ficou nervosinho.

Bruno Terena, em meio a energéticos e vodca, está se remoendo desde as três da madrugada para descobrir. Tenta se enganar dizendo que não está nem aí quando respondo que não posso dizer.

Acionistas temem a queda brusca registrada na Bolsa de Valores nesta manhã, 4,73%, com as especulações.

Dalai Lama ameaça renunciar se não souber logo quem é. 

Coitados...

Aí vai a segunda pista: os dois pilotos envolvidos — claro, porque um fará X provas e outro, Y — estiveram juntos em menos de 20 corridas, em outra categoria.

Ajudou? Droga.



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 2

Marcus Lellis veio no MSN e perguntou quem era. Ficou nervosinho.

Bruno Terena, em meio a energéticos e vodca, está se remoendo desde as três da madrugada para descobrir. Tenta se enganar dizendo que não está nem aí quando respondo que não posso dizer.

Acionistas temem a queda brusca registrada na Bolsa de Valores nesta manhã, 4,73%, com as especulações.

Dalai Lama ameaça renunciar se não souber logo quem é. 

Coitados...

Aí vai a segunda pista: os dois pilotos envolvidos — claro, porque um fará X provas e outro, Y — estiveram juntos em menos de 20 corridas, em outra categoria.

Ajudou? Droga.



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?, pista 2

Marcus Lellis veio no MSN e perguntou quem era. Ficou nervosinho.

Bruno Terena, em meio a energéticos e vodca, está se remoendo desde as três da madrugada para descobrir. Tenta se enganar dizendo que não está nem aí quando respondo que não posso dizer.

Acionistas temem a queda brusca registrada na Bolsa de Valores nesta manhã, 4,73%, com as especulações.

Dalai Lama ameaça renunciar se não souber logo quem é. 

Coitados...

Aí vai a segunda pista: os dois pilotos envolvidos — claro, porque um fará X provas e outro, Y — estiveram juntos em menos de 20 corridas, em outra categoria.

Ajudou? Droga.



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 13h21
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Quem é o piloto?

Essa é para pensar. O contrato está praticamente fechado. Um piloto vai fazer algumas provas da temporada da Stock Car. Reitero: algumas.

Por enquanto, a primeira pista.



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?

Essa é para pensar. O contrato está praticamente fechado. Um piloto vai fazer algumas provas da temporada da Stock Car. Reitero: algumas.

Por enquanto, a primeira pista.



Categoria: Jogo das Pistas

Quem é o piloto?

Essa é para pensar. O contrato está praticamente fechado. Um piloto vai fazer algumas provas da temporada da Stock Car. Reitero: algumas.

Por enquanto, a primeira pista.



Categoria: Jogo das Pistas
Pataquada de Vitonez às 15h10
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ICQ pros dentes

Incrível como a História passa por nós, e a gente só se dá conta quando ela faz parte do passado. Faz uns dez anos que grande parte de nós usava o computador, ainda na conexão discada, e tinha um programa de conversas instantâneo que revolucionava o contato virtual. A mensagem vinha por meio de um som agudo, era possível falar sem que os outros vissem, repassar determinada mensagem para os demais que estivessem online, colocar quantas pessoas quiséssemos numa janela de conversa, enviar um arquivo e ver seu ícone piscando.

O ICQ era tudo. O meu era o #42631881, entrei nele por curiosidade não tem nem um mês. Não tinha um ser sequer conectado. De tanta tentativa de evolução, ficou pesado e perdeu terreno para o MSN.

Uma década depois, o I Seek You é uma relíquia.

Hoje li na Folha Online que é bem possível que em Israel transformem o programa em pasta dental para melhorar o relacionamento na vida real.

Se acontecer e se vier para cá, vou comprar. Ainda que a mudança seja radical, tomara que tenha o som característico quando o tubo for apertado.



Incrível como a História passa por nós, e a gente só se dá conta quando ela faz parte do passado. Faz uns dez anos que grande parte de nós usava o computador, ainda na conexão discada, e tinha um programa de conversas instantâneo que revolucionava o contato virtual. A mensagem vinha por meio de um som agudo, era possível falar sem que os outros vissem, repassar determinada mensagem para os demais que estivessem online, colocar quantas pessoas quiséssemos numa janela de conversa, enviar um arquivo e ver seu ícone piscando.

O ICQ era tudo. O meu era o #42631881, entrei nele por curiosidade não tem nem um mês. Não tinha um ser sequer conectado. De tanta tentativa de evolução, ficou pesado e perdeu terreno para o MSN.

Uma década depois, o I Seek You é uma relíquia.

Hoje li na Folha Online que é bem possível que em Israel transformem o programa em pasta dental para melhorar o relacionamento na vida real.

Se acontecer e se vier para cá, vou comprar. Ainda que a mudança seja radical, tomara que tenha o som característico quando o tubo for apertado.



Incrível como a História passa por nós, e a gente só se dá conta quando ela faz parte do passado. Faz uns dez anos que grande parte de nós usava o computador, ainda na conexão discada, e tinha um programa de conversas instantâneo que revolucionava o contato virtual. A mensagem vinha por meio de um som agudo, era possível falar sem que os outros vissem, repassar determinada mensagem para os demais que estivessem online, colocar quantas pessoas quiséssemos numa janela de conversa, enviar um arquivo e ver seu ícone piscando.

O ICQ era tudo. O meu era o #42631881, entrei nele por curiosidade não tem nem um mês. Não tinha um ser sequer conectado. De tanta tentativa de evolução, ficou pesado e perdeu terreno para o MSN.

Uma década depois, o I Seek You é uma relíquia.

Hoje li na Folha Online que é bem possível que em Israel transformem o programa em pasta dental para melhorar o relacionamento na vida real.

Se acontecer e se vier para cá, vou comprar. Ainda que a mudança seja radical, tomara que tenha o som característico quando o tubo for apertado.



Pataquada de Vitonez às 14h51
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GP da Austrália

Não vi com a maior das atenções a corrida australiana, mas ao menos a temporada se desenha bem mais promissora do que as anteriores, com a série de erros que antes eram camuflados pelo controle de tração. A se destacar:

1) A afobação de Massa, que veio com um "não sei por que" a primeira marcha entrou em vez da segunda na primeira curva e com o otimismo na tentativa de ultrapassagem sobre Coulthard;

2) A estréia de Bourdais, que já merecia ter ido para a F-1 bem antes pelos feitos nos EUA;

3) A (má) estréia de Piquet, quase tão ruim quanto a de Kovalainen no ano passado na Renault;

4) Os carros se desfazendo nos acidentes, como nos de Coulthard e de Glock;

5) A comemoração animada de Ron Dennis ao ver Kovalainen passando Alonso — e qual teria sido a reação ao vê-lo perdendo a posição na reta logo depois?

6) A comemoração bem mais animada de Hamilton e Rosberg na sala de espera após a prova;



Não vi com a maior das atenções a corrida australiana, mas ao menos a temporada se desenha bem mais promissora do que as anteriores, com a série de erros que antes eram camuflados pelo controle de tração. A se destacar:

1) A afobação de Massa, que veio com um "não sei por que" a primeira marcha entrou em vez da segunda na primeira curva e com o otimismo na tentativa de ultrapassagem sobre Coulthard;

2) A estréia de Bourdais, que já merecia ter ido para a F-1 bem antes pelos feitos nos EUA;

3) A (má) estréia de Piquet, quase tão ruim quanto a de Kovalainen no ano passado na Renault;

4) Os carros se desfazendo nos acidentes, como nos de Coulthard e de Glock;

5) A comemoração animada de Ron Dennis ao ver Kovalainen passando Alonso — e qual teria sido a reação ao vê-lo perdendo a posição na reta logo depois?

6) A comemoração bem mais animada de Hamilton e Rosberg na sala de espera após a prova;



Não vi com a maior das atenções a corrida australiana, mas ao menos a temporada se desenha bem mais promissora do que as anteriores, com a série de erros que antes eram camuflados pelo controle de tração. A se destacar:

1) A afobação de Massa, que veio com um "não sei por que" a primeira marcha entrou em vez da segunda na primeira curva e com o otimismo na tentativa de ultrapassagem sobre Coulthard;

2) A estréia de Bourdais, que já merecia ter ido para a F-1 bem antes pelos feitos nos EUA;

3) A (má) estréia de Piquet, quase tão ruim quanto a de Kovalainen no ano passado na Renault;

4) Os carros se desfazendo nos acidentes, como nos de Coulthard e de Glock;

5) A comemoração animada de Ron Dennis ao ver Kovalainen passando Alonso — e qual teria sido a reação ao vê-lo perdendo a posição na reta logo depois?

6) A comemoração bem mais animada de Hamilton e Rosberg na sala de espera após a prova;



Pataquada de Vitonez às 12h03
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O gráfico em árabe

Ah, tá.



Ah, tá.



Ah, tá.



Pataquada de Vitonez às 17h14
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Ainda vale

Há três dias fui a Santos para pegar o passaporte, a demora, o saco inflado, etc.. Mas o que quase me fez parar para ir até um local ali no centro da cidade foi que no topo de um prédio, ao lado de uma praça, havia três bandeiras: uma que não pude identificar, outra do Brasil e outra da Dinamarca.

Que fazia tão bela bandeira escandinava ali? Homenagem, sem sombra de dúvida.



Há três dias fui a Santos para pegar o passaporte, a demora, o saco inflado, etc.. Mas o que quase me fez parar para ir até um local ali no centro da cidade foi que no topo de um prédio, ao lado de uma praça, havia três bandeiras: uma que não pude identificar, outra do Brasil e outra da Dinamarca.

Que fazia tão bela bandeira escandinava ali? Homenagem, sem sombra de dúvida.



Há três dias fui a Santos para pegar o passaporte, a demora, o saco inflado, etc.. Mas o que quase me fez parar para ir até um local ali no centro da cidade foi que no topo de um prédio, ao lado de uma praça, havia três bandeiras: uma que não pude identificar, outra do Brasil e outra da Dinamarca.

Que fazia tão bela bandeira escandinava ali? Homenagem, sem sombra de dúvida.



Pataquada de Vitonez às 13h39
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Austrália lá, nóis aqui...

Massa em estréia normal, Barrichello andando lá atrás e Piquet, um pouco aquém do esperado.

Foi o começo dos brasileiros em Melbourne.

Nada de muito interessante, a não ser a diferença que parece separar Ferrari e McLaren das demais, a opção da BMW em usar aquele ridículo chifre frontal e os caracteres da TV agora com foto e informações dos pilotos. Só que há uma falta de padrão, pelo que notei.

Reparem que, quando um piloto está em volta rápida, sua identificação aparece à esquerda, com a primeira letra do nome mais o sobrenome. O melhor da sessão aparece à direita, para a comparação. E só aparece o sobrenome.

Pfff...



Massa em estréia normal, Barrichello andando lá atrás e Piquet, um pouco aquém do esperado.

Foi o começo dos brasileiros em Melbourne.

Nada de muito interessante, a não ser a diferença que parece separar Ferrari e McLaren das demais, a opção da BMW em usar aquele ridículo chifre frontal e os caracteres da TV agora com foto e informações dos pilotos. Só que há uma falta de padrão, pelo que notei.

Reparem que, quando um piloto está em volta rápida, sua identificação aparece à esquerda, com a primeira letra do nome mais o sobrenome. O melhor da sessão aparece à direita, para a comparação. E só aparece o sobrenome.

Pfff...



Massa em estréia normal, Barrichello andando lá atrás e Piquet, um pouco aquém do esperado.

Foi o começo dos brasileiros em Melbourne.

Nada de muito interessante, a não ser a diferença que parece separar Ferrari e McLaren das demais, a opção da BMW em usar aquele ridículo chifre frontal e os caracteres da TV agora com foto e informações dos pilotos. Só que há uma falta de padrão, pelo que notei.

Reparem que, quando um piloto está em volta rápida, sua identificação aparece à esquerda, com a primeira letra do nome mais o sobrenome. O melhor da sessão aparece à direita, para a comparação. E só aparece o sobrenome.

Pfff...



Pataquada de Vitonez às 13h36
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Pizzonia fica a pé na Stock Car

Mateus Greipel será o novo companheiro de Thiago Marques na Action Power. O Blog Victal soube que a vaga, que estava nas mãos de Antonio Pizzonia, passou para o catarinense, que levará patrocínio para o time de Paulo de Tarso.

Greipel fechou a temporada passada pela M4T, não conseguindo, junto com Paulo Salustiano, classificar a equipe entre as 16 melhores do campeonato — que teriam direito de permanecer na principal divisão da Stock Car. Pizzonia já havia sido confirmado, inclusive, como piloto da Action Power na lista de inscritos distribuída pela assessoria da categoria.

Thiago e Mateus correrão no grupo que terá patrocínio da Cimed, empresa farmacêutica, e da K-Med, lubrificante íntimo. Assim, apenas uma das 34 vagas na V8 está disponível, na RC3 Bassani. Pedro Gomes e Ruben Fontes disputam tal lugar.

Este blog também obteve com exclusividade o layout do carro dos dois pilotos, mostrado na imagem abaixo:



Mateus Greipel será o novo companheiro de Thiago Marques na Action Power. O Blog Victal soube que a vaga, que estava nas mãos de Antonio Pizzonia, passou para o catarinense, que levará patrocínio para o time de Paulo de Tarso.

Greipel fechou a temporada passada pela M4T, não conseguindo, junto com Paulo Salustiano, classificar a equipe entre as 16 melhores do campeonato — que teriam direito de permanecer na principal divisão da Stock Car. Pizzonia já havia sido confirmado, inclusive, como piloto da Action Power na lista de inscritos distribuída pela assessoria da categoria.

Thiago e Mateus correrão no grupo que terá patrocínio da Cimed, empresa farmacêutica, e da K-Med, lubrificante íntimo. Assim, apenas uma das 34 vagas na V8 está disponível, na RC3 Bassani. Pedro Gomes e Ruben Fontes disputam tal lugar.

Este blog também obteve com exclusividade o layout do carro dos dois pilotos, mostrado na imagem abaixo:



Mateus Greipel será o novo companheiro de Thiago Marques na Action Power. O Blog Victal soube que a vaga, que estava nas mãos de Antonio Pizzonia, passou para o catarinense, que levará patrocínio para o time de Paulo de Tarso.

Greipel fechou a temporada passada pela M4T, não conseguindo, junto com Paulo Salustiano, classificar a equipe entre as 16 melhores do campeonato — que teriam direito de permanecer na principal divisão da Stock Car. Pizzonia já havia sido confirmado, inclusive, como piloto da Action Power na lista de inscritos distribuída pela assessoria da categoria.

Thiago e Mateus correrão no grupo que terá patrocínio da Cimed, empresa farmacêutica, e da K-Med, lubrificante íntimo. Assim, apenas uma das 34 vagas na V8 está disponível, na RC3 Bassani. Pedro Gomes e Ruben Fontes disputam tal lugar.

Este blog também obteve com exclusividade o layout do carro dos dois pilotos, mostrado na imagem abaixo:



Pataquada de Vitonez às 16h20
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Passaporte, passatempo

Era só para ficar uns dez minutos em Santos e pegar o ônibus de volta para São Paulo. Mas não, a Polícia Federal de lá tinha de prestar bons serviços ao povo.

Quando fui semanas atrás entregar a papelada para requerer o documento, precisei pegar senha até ser atendido, enquanto as pessoas que lá estavam para retirá-lo foram atendidas de pronto. Mas não, o esquema mudou, como disse aquela obesa com cara glútea de função nenhuma que ficava sentada vendo o povo se emputecer diante do tempo gasto e do não andar da carruagem.

A senha parou no 789 desde minutos antes do meio-dia. Foi andar perto de uma da tarde. O 791 desistiu, e comemorei o piscar do meu número, o seguinte. Havia umas 15 pessoas para pegar aquela caderneta azul de cinco anos de validade. Mas não, eles deram prioridade para quem agendou o pedido.

E poderia ver alguém famoso como a Juliana Góes, do BBB, recém-eliminada da casa. Mas não, apareceu por lá o Kléber, aquele lateral do Santos, e mais um pessoal do clube praiano.

Tempo encoberto, calor excessivo, passaporte na mochila, passagem de volta comprada, água, idem, ônibus adentro, dia perdido.



Era só para ficar uns dez minutos em Santos e pegar o ônibus de volta para São Paulo. Mas não, a Polícia Federal de lá tinha de prestar bons serviços ao povo.

Quando fui semanas atrás entregar a papelada para requerer o documento, precisei pegar senha até ser atendido, enquanto as pessoas que lá estavam para retirá-lo foram atendidas de pronto. Mas não, o esquema mudou, como disse aquela obesa com cara glútea de função nenhuma que ficava sentada vendo o povo se emputecer diante do tempo gasto e do não andar da carruagem.

A senha parou no 789 desde minutos antes do meio-dia. Foi andar perto de uma da tarde. O 791 desistiu, e comemorei o piscar do meu número, o seguinte. Havia umas 15 pessoas para pegar aquela caderneta azul de cinco anos de validade. Mas não, eles deram prioridade para quem agendou o pedido.

E poderia ver alguém famoso como a Juliana Góes, do BBB, recém-eliminada da casa. Mas não, apareceu por lá o Kléber, aquele lateral do Santos, e mais um pessoal do clube praiano.

Tempo encoberto, calor excessivo, passaporte na mochila, passagem de volta comprada, água, idem, ônibus adentro, dia perdido.



Era só para ficar uns dez minutos em Santos e pegar o ônibus de volta para São Paulo. Mas não, a Polícia Federal de lá tinha de prestar bons serviços ao povo.

Quando fui semanas atrás entregar a papelada para requerer o documento, precisei pegar senha até ser atendido, enquanto as pessoas que lá estavam para retirá-lo foram atendidas de pronto. Mas não, o esquema mudou, como disse aquela obesa com cara glútea de função nenhuma que ficava sentada vendo o povo se emputecer diante do tempo gasto e do não andar da carruagem.

A senha parou no 789 desde minutos antes do meio-dia. Foi andar perto de uma da tarde. O 791 desistiu, e comemorei o piscar do meu número, o seguinte. Havia umas 15 pessoas para pegar aquela caderneta azul de cinco anos de validade. Mas não, eles deram prioridade para quem agendou o pedido.

E poderia ver alguém famoso como a Juliana Góes, do BBB, recém-eliminada da casa. Mas não, apareceu por lá o Kléber, aquele lateral do Santos, e mais um pessoal do clube praiano.

Tempo encoberto, calor excessivo, passaporte na mochila, passagem de volta comprada, água, idem, ônibus adentro, dia perdido.



Pataquada de Vitonez às 18h14
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Vale maratonista, meio-maratonista, fundista...

É o que procura a Katalogo...

De quem contribuiu, nasalmente, para este post: "Sugiro consultarem o Vanderlei Cordeiro de Lima e o Ronaldo da Costa..."



Categoria: Defecatório da Imprensa

Vale maratonista, meio-maratonista, fundista...

É o que procura a Katalogo...

De quem contribuiu, nasalmente, para este post: "Sugiro consultarem o Vanderlei Cordeiro de Lima e o Ronaldo da Costa..."



Categoria: Defecatório da Imprensa

Vale maratonista, meio-maratonista, fundista...

É o que procura a Katalogo...

De quem contribuiu, nasalmente, para este post: "Sugiro consultarem o Vanderlei Cordeiro de Lima e o Ronaldo da Costa..."



Categoria: Defecatório da Imprensa
Pataquada de Vitonez às 16h11
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F2008, MP4-23, R28

O "Marca" traz em sua edição eletrônica um infográfico com os "segredos" dos carros de Ferrari, McLaren e Renault para esta temporada.

Vale a pena. Clique aqui para ver.



O "Marca" traz em sua edição eletrônica um infográfico com os "segredos" dos carros de Ferrari, McLaren e Renault para esta temporada.

Vale a pena. Clique aqui para ver.



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Vale a pena. Clique aqui para ver.



Pataquada de Vitonez às 12h02
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Mudança de cor

Sabe onde tinha o cinza no carro da Force India? Não?

Vai ser vermelho fluorescente.



Sabe onde tinha o cinza no carro da Force India? Não?

Vai ser vermelho fluorescente.



Sabe onde tinha o cinza no carro da Force India? Não?

Vai ser vermelho fluorescente.



Pataquada de Vitonez às 17h15
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BRV 2008

Começou oficialmente hoje o BRV 2008, a maior competição de apostas que eu já organizei. Tentarei defender meu título neste bolão da F-1, sempre utilizando a lisura e a mão grande.

Já temos mais de R$ 5 mil em prêmios. Se quiser participar, corra, afinal as inscrições antes da temporada começar acabam na próxima quinta-feira. E neste ano são dois campeonatos paralelos.

Mande um e-mail para vitonez@terra.com.br e se garanta na competição, que está em sua lindíssima e laureada quinta edição.

É diversão na certa.



Começou oficialmente hoje o BRV 2008, a maior competição de apostas que eu já organizei. Tentarei defender meu título neste bolão da F-1, sempre utilizando a lisura e a mão grande.

Já temos mais de R$ 5 mil em prêmios. Se quiser participar, corra, afinal as inscrições antes da temporada começar acabam na próxima quinta-feira. E neste ano são dois campeonatos paralelos.

Mande um e-mail para vitonez@terra.com.br e se garanta na competição, que está em sua lindíssima e laureada quinta edição.

É diversão na certa.



Começou oficialmente hoje o BRV 2008, a maior competição de apostas que eu já organizei. Tentarei defender meu título neste bolão da F-1, sempre utilizando a lisura e a mão grande.

Já temos mais de R$ 5 mil em prêmios. Se quiser participar, corra, afinal as inscrições antes da temporada começar acabam na próxima quinta-feira. E neste ano são dois campeonatos paralelos.

Mande um e-mail para vitonez@terra.com.br e se garanta na competição, que está em sua lindíssima e laureada quinta edição.

É diversão na certa.



Pataquada de Vitonez às 16h41
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Competência se vai

Competente, a cobertura do Grande Prêmio da morte de Aurélio Batista Félix, mentor, criador e presidente da F-Truck. Competente era Aurélio.

Sempre houve comentários de que as corridas eram arranjadas, que tudo funcionava como o dirigente queria. Isso nunca se confirmou, claro, e seu poder ao menos mostrava que ele soube transformar uma categoria numa das maiores competições do País, com público que comparece aos autódromos e com envolvimento direto de seis montadoras.

Para quem fica, destes aí de cargos de direção, a lição. E no fundo a vergonha por não terem feito nem um décimo do que Aurélio ousou fazer.



Competente, a cobertura do Grande Prêmio da morte de Aurélio Batista Félix, mentor, criador e presidente da F-Truck. Competente era Aurélio.

Sempre houve comentários de que as corridas eram arranjadas, que tudo funcionava como o dirigente queria. Isso nunca se confirmou, claro, e seu poder ao menos mostrava que ele soube transformar uma categoria numa das maiores competições do País, com público que comparece aos autódromos e com envolvimento direto de seis montadoras.

Para quem fica, destes aí de cargos de direção, a lição. E no fundo a vergonha por não terem feito nem um décimo do que Aurélio ousou fazer.



Competente, a cobertura do Grande Prêmio da morte de Aurélio Batista Félix, mentor, criador e presidente da F-Truck. Competente era Aurélio.

Sempre houve comentários de que as corridas eram arranjadas, que tudo funcionava como o dirigente queria. Isso nunca se confirmou, claro, e seu poder ao menos mostrava que ele soube transformar uma categoria numa das maiores competições do País, com público que comparece aos autódromos e com envolvimento direto de seis montadoras.

Para quem fica, destes aí de cargos de direção, a lição. E no fundo a vergonha por não terem feito nem um décimo do que Aurélio ousou fazer.



Pataquada de Vitonez às 11h34
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É sigla, mesmo

Para não ficar no ar a questão STR ou Toro Rosso, digo que falei com três pessoas infiltradas no sistema RG-SporTV, e reproduzo as opiniões, já que não há uma confirmação por parte de nenhuma delas.

Mencionando a "filosofia da casa", que foi justamente exemplificada no caso de alteração de nomes de equipes, como acontece amplamente no vôlei, STR — e RBR, por conseqüência —, devem continuar sendo o padrão. O que foi visto no programete da F-1, Toro Rosso escrito nos caracteres e dito no texto, tratou-se apenas de um lapso, meio que inexplicável pelo critério rigoroso da RG.



Para não ficar no ar a questão STR ou Toro Rosso, digo que falei com três pessoas infiltradas no sistema RG-SporTV, e reproduzo as opiniões, já que não há uma confirmação por parte de nenhuma delas.

Mencionando a "filosofia da casa", que foi justamente exemplificada no caso de alteração de nomes de equipes, como acontece amplamente no vôlei, STR — e RBR, por conseqüência —, devem continuar sendo o padrão. O que foi visto no programete da F-1, Toro Rosso escrito nos caracteres e dito no texto, tratou-se apenas de um lapso, meio que inexplicável pelo critério rigoroso da RG.



Para não ficar no ar a questão STR ou Toro Rosso, digo que falei com três pessoas infiltradas no sistema RG-SporTV, e reproduzo as opiniões, já que não há uma confirmação por parte de nenhuma delas.

Mencionando a "filosofia da casa", que foi justamente exemplificada no caso de alteração de nomes de equipes, como acontece amplamente no vôlei, STR — e RBR, por conseqüência —, devem continuar sendo o padrão. O que foi visto no programete da F-1, Toro Rosso escrito nos caracteres e dito no texto, tratou-se apenas de um lapso, meio que inexplicável pelo critério rigoroso da RG.



Pataquada de Vitonez às 11h07
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Uma de F-1, outra de Stock

Foi só um comentário de passagem que me fizeram ontem, mas devo registrar: a Super Aguri não deve ir à Austrália para a abertura do Mundial de F-1. Provável.

E já tinham me dito na semana passada, na noite da quarta-feira. Hoje me reiteraram: Antonio Pizzonia deve ser o novo companheiro de Thiago Marques numa das Action Power na Stock Car. Daí será aberta uma vaga na Hot Car, que já tem confirmado, quase que ad eternum, Popó Bueno.



Foi só um comentário de passagem que me fizeram ontem, mas devo registrar: a Super Aguri não deve ir à Austrália para a abertura do Mundial de F-1. Provável.

E já tinham me dito na semana passada, na noite da quarta-feira. Hoje me reiteraram: Antonio Pizzonia deve ser o novo companheiro de Thiago Marques numa das Action Power na Stock Car. Daí será aberta uma vaga na Hot Car, que já tem confirmado, quase que ad eternum, Popó Bueno.



Foi só um comentário de passagem que me fizeram ontem, mas devo registrar: a Super Aguri não deve ir à Austrália para a abertura do Mundial de F-1. Provável.

E já tinham me dito na semana passada, na noite da quarta-feira. Hoje me reiteraram: Antonio Pizzonia deve ser o novo companheiro de Thiago Marques numa das Action Power na Stock Car. Daí será aberta uma vaga na Hot Car, que já tem confirmado, quase que ad eternum, Popó Bueno.



Pataquada de Vitonez às 11h32
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Minicontos no Circo

Rodrigo Borges lança no Circo a segunda edição do Concurso do Miniconto. São três semanas de muita criatividade e, se for que nem no ano passado, pouca eficácia para o relato de uma história de entre 140 e 150 caracteres, contando os espaços.

Serei, mais uma vez, um dos jurados desta incrível competição. Além de mim, Ale Rocha, jornalista que escreve o ótimo blog Poltrona.tv, e Viviane Pires, vencedora da primeira edição do Miniconto, que faz o Prétérito Passado.

O vencedor ganha o livro Mofolândia — Volume 1, de Antonio Carlos Cabrera.

Eu não li, mas o Rodrigo disse que é muito bom.



Rodrigo Borges lança no Circo a segunda edição do Concurso do Miniconto. São três semanas de muita criatividade e, se for que nem no ano passado, pouca eficácia para o relato de uma história de entre 140 e 150 caracteres, contando os espaços.

Serei, mais uma vez, um dos jurados desta incrível competição. Além de mim, Ale Rocha, jornalista que escreve o ótimo blog Poltrona.tv, e Viviane Pires, vencedora da primeira edição do Miniconto, que faz o Prétérito Passado.

O vencedor ganha o livro Mofolândia — Volume 1, de Antonio Carlos Cabrera.

Eu não li, mas o Rodrigo disse que é muito bom.



Rodrigo Borges lança no Circo a segunda edição do Concurso do Miniconto. São três semanas de muita criatividade e, se for que nem no ano passado, pouca eficácia para o relato de uma história de entre 140 e 150 caracteres, contando os espaços.

Serei, mais uma vez, um dos jurados desta incrível competição. Além de mim, Ale Rocha, jornalista que escreve o ótimo blog Poltrona.tv, e Viviane Pires, vencedora da primeira edição do Miniconto, que faz o Prétérito Passado.

O vencedor ganha o livro Mofolândia — Volume 1, de Antonio Carlos Cabrera.

Eu não li, mas o Rodrigo disse que é muito bom.



Pataquada de Vitonez às 18h32
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Histórias de aeroporto

Após ler a coluna de Andre Jung no GP, em que relata um encontro em um aeroporto com Nelson Piquet, seu ídolo, me recordei de uma ocorrida há sete anos — só não me lembro se já a mencionei neste espaço.

De qualquer forma, aí vai.

Havia ganhado uma promoção da ESPN para assistir à final da então Cart em Fontana, na Califórnia. As 500 Milhas tiveram 29 voltas no domingo e o restante na segunda-feira por conta da chuva. Um dia a mais nos EUA, e logo deixávamos Santa Mônica, onde fiquei hospedado, rumo a Miami, onde o avião faria escala.

Atravessar a costa norte-americana não era das coisas mais aprazíveis.

No vôo vim ao lado de um primo do Tarso Marques, que participou daquela corrida — ele estava naquele vôo, na classe executiva —, e André Marques, então o Mocotó da Malhação. Cheguei à cidade da Flórida, com minha mãe, e na época a fumante inveterada saiu da aeronave e foi direto para fora do aeroporto para acender seu cigarro junto ao vencedor da promoção na Argentina. Eu fiquei onde estava.

Uns minutos depois, surge minha mãe, toda pimpa e feliz. "Ai, encontrei um rapaz e comecei a conversar em português com ele." Não me importei muito.

Mais à frente, ela aponta: "Foi com aquele moço."

Era o Tarso. Fui e tirei uma foto com ele. Minha mãe continua. "Ah, e ele estava com aquele rapaz ali. Também conversei com ele. Muito simpático."

Tratava-se de Juan Pablo Montoya.



Após ler a coluna de Andre Jung no GP, em que relata um encontro em um aeroporto com Nelson Piquet, seu ídolo, me recordei de uma ocorrida há sete anos — só não me lembro se já a mencionei neste espaço.

De qualquer forma, aí vai.

Havia ganhado uma promoção da ESPN para assistir à final da então Cart em Fontana, na Califórnia. As 500 Milhas tiveram 29 voltas no domingo e o restante na segunda-feira por conta da chuva. Um dia a mais nos EUA, e logo deixávamos Santa Mônica, onde fiquei hospedado, rumo a Miami, onde o avião faria escala.

Atravessar a costa norte-americana não era das coisas mais aprazíveis.

No vôo vim ao lado de um primo do Tarso Marques, que participou daquela corrida — ele estava naquele vôo, na classe executiva —, e André Marques, então o Mocotó da Malhação. Cheguei à cidade da Flórida, com minha mãe, e na época a fumante inveterada saiu da aeronave e foi direto para fora do aeroporto para acender seu cigarro junto ao vencedor da promoção na Argentina. Eu fiquei onde estava.

Uns minutos depois, surge minha mãe, toda pimpa e feliz. "Ai, encontrei um rapaz e comecei a conversar em português com ele." Não me importei muito.

Mais à frente, ela aponta: "Foi com aquele moço."

Era o Tarso. Fui e tirei uma foto com ele. Minha mãe continua. "Ah, e ele estava com aquele rapaz ali. Também conversei com ele. Muito simpático."

Tratava-se de Juan Pablo Montoya.



Após ler a coluna de Andre Jung no GP, em que relata um encontro em um aeroporto com Nelson Piquet, seu ídolo, me recordei de uma ocorrida há sete anos — só não me lembro se já a mencionei neste espaço.

De qualquer forma, aí vai.

Havia ganhado uma promoção da ESPN para assistir à final da então Cart em Fontana, na Califórnia. As 500 Milhas tiveram 29 voltas no domingo e o restante na segunda-feira por conta da chuva. Um dia a mais nos EUA, e logo deixávamos Santa Mônica, onde fiquei hospedado, rumo a Miami, onde o avião faria escala.

Atravessar a costa norte-americana não era das coisas mais aprazíveis.

No vôo vim ao lado de um primo do Tarso Marques, que participou daquela corrida — ele estava naquele vôo, na classe executiva —, e André Marques, então o Mocotó da Malhação. Cheguei à cidade da Flórida, com minha mãe, e na época a fumante inveterada saiu da aeronave e foi direto para fora do aeroporto para acender seu cigarro junto ao vencedor da promoção na Argentina. Eu fiquei onde estava.

Uns minutos depois, surge minha mãe, toda pimpa e feliz. "Ai, encontrei um rapaz e comecei a conversar em português com ele." Não me importei muito.

Mais à frente, ela aponta: "Foi com aquele moço."

Era o Tarso. Fui e tirei uma foto com ele. Minha mãe continua. "Ah, e ele estava com aquele rapaz ali. Também conversei com ele. Muito simpático."

Tratava-se de Juan Pablo Montoya.



Pataquada de Vitonez às 18h24
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