Já tem quase duas horas que estou em Cumbica. Tempo ridículo lá fora, frio. Arrumei uma tomada porque em menos de dois minutos a bateria foi para o saco.
Pus a conversa em dia com o nasal Bruno Terena, com quem dividirei essa viagem a Brasília. Nos cantos, duas televisões de plasma mostram o embate inglês pela Liga dos Campeões da UEFA entre Chelsea e Liverpool. Do lado direito, um irritante anúncio triangular gira sem parar.
Já vi Fábio Villaverde, aquele ator que não sei que fim levou, e o pessoal daquele adorado grupo Jamil e Uma Noites.
Ana Hickmann e Karina Bacchi, nada.
Quatro dias longe de São Paulo e de casa — ótimo, por sinal. Espero atualizar com freqüência — sempre prometo isso, mas no ano passado foi complicado. Vamos ver se cumpro a meta neste ano.
Previsão para os três dias na Capital Federal é de tempo fechado, calor e chuva. No dia da corrida, 80%, por sinal. Nos treinos, 70%.
Já tem quase duas horas que estou em Cumbica. Tempo ridículo lá fora, frio. Arrumei uma tomada porque em menos de dois minutos a bateria foi para o saco.
Pus a conversa em dia com o nasal Bruno Terena, com quem dividirei essa viagem a Brasília. Nos cantos, duas televisões de plasma mostram o embate inglês pela Liga dos Campeões da UEFA entre Chelsea e Liverpool. Do lado direito, um irritante anúncio triangular gira sem parar.
Já vi Fábio Villaverde, aquele ator que não sei que fim levou, e o pessoal daquele adorado grupo Jamil e Uma Noites.
Ana Hickmann e Karina Bacchi, nada.
Quatro dias longe de São Paulo e de casa — ótimo, por sinal. Espero atualizar com freqüência — sempre prometo isso, mas no ano passado foi complicado. Vamos ver se cumpro a meta neste ano.
Previsão para os três dias na Capital Federal é de tempo fechado, calor e chuva. No dia da corrida, 80%, por sinal. Nos treinos, 70%.
Já tem quase duas horas que estou em Cumbica. Tempo ridículo lá fora, frio. Arrumei uma tomada porque em menos de dois minutos a bateria foi para o saco.
Pus a conversa em dia com o nasal Bruno Terena, com quem dividirei essa viagem a Brasília. Nos cantos, duas televisões de plasma mostram o embate inglês pela Liga dos Campeões da UEFA entre Chelsea e Liverpool. Do lado direito, um irritante anúncio triangular gira sem parar.
Já vi Fábio Villaverde, aquele ator que não sei que fim levou, e o pessoal daquele adorado grupo Jamil e Uma Noites.
Ana Hickmann e Karina Bacchi, nada.
Quatro dias longe de São Paulo e de casa — ótimo, por sinal. Espero atualizar com freqüência — sempre prometo isso, mas no ano passado foi complicado. Vamos ver se cumpro a meta neste ano.
Previsão para os três dias na Capital Federal é de tempo fechado, calor e chuva. No dia da corrida, 80%, por sinal. Nos treinos, 70%.
Evidentemente que não vou ganhar nem passar à fase final. Mas gostaria de ter uma votação digna, 1% já me deixaria deveras alegre.
Hoje se encerra a primeira fase do Prêmio iBest 2008. E para escolher este humilde e amável blog, peço que cliquem aqui.
Não tomará mais do que cinco minutos de seu precioso dia. Campanha final e de pouco menos de 22 horas para que o Blog Victal conquiste seu porcentozinho, como diria Silvio Lancellotti.
O dono deste espaço agradece encarecidamente.
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Evidentemente que não vou ganhar nem passar à fase final. Mas gostaria de ter uma votação digna, 1% já me deixaria deveras alegre.
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Não tomará mais do que cinco minutos de seu precioso dia. Campanha final e de pouco menos de 22 horas para que o Blog Victal conquiste seu porcentozinho, como diria Silvio Lancellotti.
Luz vermelha passa a piscar quando corrida tiver sob SC
A última reunião do Grupo de Trabalho Esportivo (Sporting Working Group) da F-1, que ocorreu na semana passada no circuito de Barcelona, resultou, dentre outras, numa alteração de regra que é um alento para Felipe Massa e Rubens Barrichello. O Blog Victal verificou que, já a partir do último GP na Espanha, quando for acionada, a luz vermelha no fim dos boxes vai piscar para chamar a atenção do piloto no momento em que o safety-car comandar as ações.
As equipes apresentaram propostas ao SWG e foram discutidas, tendo ou não sua aprovação, dias antes do GP da Espanha. A maioria dos tópicos, como permitir sem punição a troca de motor do carro de um piloto que tenha pontuado mas não terminado a corrida, publicar o peso dos carros após o treino classificatório e restringir a um por roda o número de mecânicos em uma troca de pneus, foi vetada.
Alguns foram aprovados e terão aplicação imediata, tipo: os carros que estiverem uma volta atrás poderão descontá-la quando a prova estiver sob comando do safety-car desde que ultrapassem os demais pelo lado direito — que é até estranho de ser debatido; carros que tiverem a célula de sobrevivência trocada depois da classificação não precisam ir para o Parque Fechado; proibir o serviço ao mesmo tempo dos dois carros da mesma equipe durante o Q3; obrigar o uso de pneus para chuva "extrema" quando a prova começar sob safety-car.
E há outros assuntos que foram reprovados, porém com abertura de brechas. Caso do artigo 3.5 da reunião, incluso no tema SC. Os times pediram que a luz vermelha fosse eliminada no período em que o carro de segurança estiver na pista. O Grupo Esportivo bateu o pé, porém concordou que o sinal passará a piscar a partir de agora para alertar os pilotos.
Massa e Giancarlo Fisichella foram desclassificados do GP do Canadá do ano passado por darem de ombros à sinalização. O mesmo aconteceu com Barrichello no GP da Austrália desta temporada.
Outros pontos levantados que chamam atenção são dois que se referem ao GP de Cingapura, sendo o primeiro uma proposta da Toro Rosso de jogar mais para a noite o começo dos treinos livres e da classificação. A STR queria que as sessões de sexta tivessem início às 19h e 22h locais — a programação aponta, até agora, que vão ter início às 16h e 20h — e que no sábado fossem remarcados para estes mesmos os horários, respectivamente, o TL3 e o TC — atualmente às 17h e 20h. O SWG refutou. Uma nova escala foi sugerida, com a inclusão de um treino extra na quinta-feira, agora suscetível à aprovação do promotor da corrida na cidade-estado. Também foi solicitado um teste sob luzes artificiais em junho ou julho, que será discutido em nova reunião.
As escuderias também apontaram que a duração por quatro provas de uma caixa de câmbio tem provocado mais gastos. A resposta do Grupo Esportivo: "Isso vai melhorar ao longo da temporada".
A última reunião do Grupo de Trabalho Esportivo (Sporting Working Group) da F-1, que ocorreu na semana passada no circuito de Barcelona, resultou, dentre outras, numa alteração de regra que é um alento para Felipe Massa e Rubens Barrichello. O Blog Victal verificou que, já a partir do último GP na Espanha, quando for acionada, a luz vermelha no fim dos boxes vai piscar para chamar a atenção do piloto no momento em que o safety-car comandar as ações.
As equipes apresentaram propostas ao SWG e foram discutidas, tendo ou não sua aprovação, dias antes do GP da Espanha. A maioria dos tópicos, como permitir sem punição a troca de motor do carro de um piloto que tenha pontuado mas não terminado a corrida, publicar o peso dos carros após o treino classificatório e restringir a um por roda o número de mecânicos em uma troca de pneus, foi vetada.
Alguns foram aprovados e terão aplicação imediata, tipo: os carros que estiverem uma volta atrás poderão descontá-la quando a prova estiver sob comando do safety-car desde que ultrapassem os demais pelo lado direito — que é até estranho de ser debatido; carros que tiverem a célula de sobrevivência trocada depois da classificação não precisam ir para o Parque Fechado; proibir o serviço ao mesmo tempo dos dois carros da mesma equipe durante o Q3; obrigar o uso de pneus para chuva "extrema" quando a prova começar sob safety-car.
E há outros assuntos que foram reprovados, porém com abertura de brechas. Caso do artigo 3.5 da reunião, incluso no tema SC. Os times pediram que a luz vermelha fosse eliminada no período em que o carro de segurança estiver na pista. O Grupo Esportivo bateu o pé, porém concordou que o sinal passará a piscar a partir de agora para alertar os pilotos.
Massa e Giancarlo Fisichella foram desclassificados do GP do Canadá do ano passado por darem de ombros à sinalização. O mesmo aconteceu com Barrichello no GP da Austrália desta temporada.
Outros pontos levantados que chamam atenção são dois que se referem ao GP de Cingapura, sendo o primeiro uma proposta da Toro Rosso de jogar mais para a noite o começo dos treinos livres e da classificação. A STR queria que as sessões de sexta tivessem início às 19h e 22h locais — a programação aponta, até agora, que vão ter início às 16h e 20h — e que no sábado fossem remarcados para estes mesmos os horários, respectivamente, o TL3 e o TC — atualmente às 17h e 20h. O SWG refutou. Uma nova escala foi sugerida, com a inclusão de um treino extra na quinta-feira, agora suscetível à aprovação do promotor da corrida na cidade-estado. Também foi solicitado um teste sob luzes artificiais em junho ou julho, que será discutido em nova reunião.
As escuderias também apontaram que a duração por quatro provas de uma caixa de câmbio tem provocado mais gastos. A resposta do Grupo Esportivo: "Isso vai melhorar ao longo da temporada".
A última reunião do Grupo de Trabalho Esportivo (Sporting Working Group) da F-1, que ocorreu na semana passada no circuito de Barcelona, resultou, dentre outras, numa alteração de regra que é um alento para Felipe Massa e Rubens Barrichello. O Blog Victal verificou que, já a partir do último GP na Espanha, quando for acionada, a luz vermelha no fim dos boxes vai piscar para chamar a atenção do piloto no momento em que o safety-car comandar as ações.
As equipes apresentaram propostas ao SWG e foram discutidas, tendo ou não sua aprovação, dias antes do GP da Espanha. A maioria dos tópicos, como permitir sem punição a troca de motor do carro de um piloto que tenha pontuado mas não terminado a corrida, publicar o peso dos carros após o treino classificatório e restringir a um por roda o número de mecânicos em uma troca de pneus, foi vetada.
Alguns foram aprovados e terão aplicação imediata, tipo: os carros que estiverem uma volta atrás poderão descontá-la quando a prova estiver sob comando do safety-car desde que ultrapassem os demais pelo lado direito — que é até estranho de ser debatido; carros que tiverem a célula de sobrevivência trocada depois da classificação não precisam ir para o Parque Fechado; proibir o serviço ao mesmo tempo dos dois carros da mesma equipe durante o Q3; obrigar o uso de pneus para chuva "extrema" quando a prova começar sob safety-car.
E há outros assuntos que foram reprovados, porém com abertura de brechas. Caso do artigo 3.5 da reunião, incluso no tema SC. Os times pediram que a luz vermelha fosse eliminada no período em que o carro de segurança estiver na pista. O Grupo Esportivo bateu o pé, porém concordou que o sinal passará a piscar a partir de agora para alertar os pilotos.
Massa e Giancarlo Fisichella foram desclassificados do GP do Canadá do ano passado por darem de ombros à sinalização. O mesmo aconteceu com Barrichello no GP da Austrália desta temporada.
Outros pontos levantados que chamam atenção são dois que se referem ao GP de Cingapura, sendo o primeiro uma proposta da Toro Rosso de jogar mais para a noite o começo dos treinos livres e da classificação. A STR queria que as sessões de sexta tivessem início às 19h e 22h locais — a programação aponta, até agora, que vão ter início às 16h e 20h — e que no sábado fossem remarcados para estes mesmos os horários, respectivamente, o TL3 e o TC — atualmente às 17h e 20h. O SWG refutou. Uma nova escala foi sugerida, com a inclusão de um treino extra na quinta-feira, agora suscetível à aprovação do promotor da corrida na cidade-estado. Também foi solicitado um teste sob luzes artificiais em junho ou julho, que será discutido em nova reunião.
As escuderias também apontaram que a duração por quatro provas de uma caixa de câmbio tem provocado mais gastos. A resposta do Grupo Esportivo: "Isso vai melhorar ao longo da temporada".
Engenheiro pensou que acidente de Glock era com Trulli
Oitavo colocado no GP da Espanha deste domingo, Jarno Trulli poderia pelo menos ter conseguido um ponto a mais não fosse um erro crasso de seu engenheiro.
O italiano entrou nos pits na abertura da volta 54 e passou reto. Após a corrida, no comunicado oficial à imprensa, Trulli e a Toyota explicam que houve um "erro de comunicação". O Blog Victal apurou que, na verdade, o engenheiro Gianluca Pisanello estava desatento.
É que o preparador do carro de Trulli viu o acidente de um carro de sua equipe com David Coulthard, da Red Bull, e apavorou-se. Pensou que se tratava de seu piloto, sendo que o envolvido era o alemão Timo Glock. Acabou rapidamente chamando Jarno via rádio para trocar o bico do carro.
Só quando Trulli apontou nos pits é que viram que seu TF108 estava inteiro. Jarno vinha na sétima colocação, que perdeu para Kazuki Nakajima.
No paddock após a corrida, Trulli estava irritadíssimo, digamos assim, pela "pisanellada". Que não deve se repetir porque a tendência é sua cabeça rolar.
Oitavo colocado no GP da Espanha deste domingo, Jarno Trulli poderia pelo menos ter conseguido um ponto a mais não fosse um erro crasso de seu engenheiro.
O italiano entrou nos pits na abertura da volta 54 e passou reto. Após a corrida, no comunicado oficial à imprensa, Trulli e a Toyota explicam que houve um "erro de comunicação". O Blog Victal apurou que, na verdade, o engenheiro Gianluca Pisanello estava desatento.
É que o preparador do carro de Trulli viu o acidente de um carro de sua equipe com David Coulthard, da Red Bull, e apavorou-se. Pensou que se tratava de seu piloto, sendo que o envolvido era o alemão Timo Glock. Acabou rapidamente chamando Jarno via rádio para trocar o bico do carro.
Só quando Trulli apontou nos pits é que viram que seu TF108 estava inteiro. Jarno vinha na sétima colocação, que perdeu para Kazuki Nakajima.
No paddock após a corrida, Trulli estava irritadíssimo, digamos assim, pela "pisanellada". Que não deve se repetir porque a tendência é sua cabeça rolar.
Oitavo colocado no GP da Espanha deste domingo, Jarno Trulli poderia pelo menos ter conseguido um ponto a mais não fosse um erro crasso de seu engenheiro.
O italiano entrou nos pits na abertura da volta 54 e passou reto. Após a corrida, no comunicado oficial à imprensa, Trulli e a Toyota explicam que houve um "erro de comunicação". O Blog Victal apurou que, na verdade, o engenheiro Gianluca Pisanello estava desatento.
É que o preparador do carro de Trulli viu o acidente de um carro de sua equipe com David Coulthard, da Red Bull, e apavorou-se. Pensou que se tratava de seu piloto, sendo que o envolvido era o alemão Timo Glock. Acabou rapidamente chamando Jarno via rádio para trocar o bico do carro.
Só quando Trulli apontou nos pits é que viram que seu TF108 estava inteiro. Jarno vinha na sétima colocação, que perdeu para Kazuki Nakajima.
No paddock após a corrida, Trulli estava irritadíssimo, digamos assim, pela "pisanellada". Que não deve se repetir porque a tendência é sua cabeça rolar.
Quatro provas, nove pontos a mais que o concorrente mais próximo.
Se Raikkonen arrancou para o título no ano passado do meio da temporada para a frente, o finlandês já tem gordura suficiente para começar a pensar em um campeonato mais tranqüilo.
Ainda mais porque a Ferrari destoa do resto.
Massa teria de vencer cinco provas seguidas e Raikkonen ser segundo, por exemplo, para que ultrapasse o companheiro. O que não vai acontecer. Nem para um nem para outro.
Raikkonen é mais do que favorito ao título.
Mas o mais interessante é ver que a ausência do controle de tração não fez das corridas algo melhor de se assistir.
A solução parece ser carros mais largos usando slicks.
Porque as manhãs de domingo tendem a ser missas do padre Marcelo.
Quatro provas, nove pontos a mais que o concorrente mais próximo.
Se Raikkonen arrancou para o título no ano passado do meio da temporada para a frente, o finlandês já tem gordura suficiente para começar a pensar em um campeonato mais tranqüilo.
Ainda mais porque a Ferrari destoa do resto.
Massa teria de vencer cinco provas seguidas e Raikkonen ser segundo, por exemplo, para que ultrapasse o companheiro. O que não vai acontecer. Nem para um nem para outro.
Raikkonen é mais do que favorito ao título.
Mas o mais interessante é ver que a ausência do controle de tração não fez das corridas algo melhor de se assistir.
A solução parece ser carros mais largos usando slicks.
Porque as manhãs de domingo tendem a ser missas do padre Marcelo.
Quatro provas, nove pontos a mais que o concorrente mais próximo.
Se Raikkonen arrancou para o título no ano passado do meio da temporada para a frente, o finlandês já tem gordura suficiente para começar a pensar em um campeonato mais tranqüilo.
Ainda mais porque a Ferrari destoa do resto.
Massa teria de vencer cinco provas seguidas e Raikkonen ser segundo, por exemplo, para que ultrapasse o companheiro. O que não vai acontecer. Nem para um nem para outro.
Raikkonen é mais do que favorito ao título.
Mas o mais interessante é ver que a ausência do controle de tração não fez das corridas algo melhor de se assistir.
A solução parece ser carros mais largos usando slicks.
Porque as manhãs de domingo tendem a ser missas do padre Marcelo.
Registro aqui os pêsames pela morte da mãe de Ana Ziviani da Matta, velha apreciadora deste blog, amiga de relativo tempo, prima de Cristiano, nesta sexta-feira. D. Ivone faleceu vencida por aquela que considero a mais severa e avassaladora das doenças, o câncer — e tenho tal impressão face o estado em que encontrei meu avô em seus dias finais.
Ana também está em estado delicado, em recuperação de uma cirurgia em Santiago, no hospital. Força e prece, e sinceras condolências à família.
Registro aqui os pêsames pela morte da mãe de Ana Ziviani da Matta, velha apreciadora deste blog, amiga de relativo tempo, prima de Cristiano, nesta sexta-feira. D. Ivone faleceu vencida por aquela que considero a mais severa e avassaladora das doenças, o câncer — e tenho tal impressão face o estado em que encontrei meu avô em seus dias finais.
Ana também está em estado delicado, em recuperação de uma cirurgia em Santiago, no hospital. Força e prece, e sinceras condolências à família.
Registro aqui os pêsames pela morte da mãe de Ana Ziviani da Matta, velha apreciadora deste blog, amiga de relativo tempo, prima de Cristiano, nesta sexta-feira. D. Ivone faleceu vencida por aquela que considero a mais severa e avassaladora das doenças, o câncer — e tenho tal impressão face o estado em que encontrei meu avô em seus dias finais.
Ana também está em estado delicado, em recuperação de uma cirurgia em Santiago, no hospital. Força e prece, e sinceras condolências à família.
Não estranhem se Ingo Hoffmann e Paulo Roberto Bonifácio deixarem de lado a parceria que têm no GT3 Brasil.
Tem gente na equipe que garante que os dois não correm mais juntos.
Ingo, no entanto, nega. "Ele conversou ontem à noite com o Boni, que não tem nada a ver, que tá tudo ótimo", garantiu a assessora Meg Cotrim, depois de falar com o Alemão, que faz seu último ano como piloto.
Não estranhem se Ingo Hoffmann e Paulo Roberto Bonifácio deixarem de lado a parceria que têm no GT3 Brasil.
Tem gente na equipe que garante que os dois não correm mais juntos.
Ingo, no entanto, nega. "Ele conversou ontem à noite com o Boni, que não tem nada a ver, que tá tudo ótimo", garantiu a assessora Meg Cotrim, depois de falar com o Alemão, que faz seu último ano como piloto.
Não estranhem se Ingo Hoffmann e Paulo Roberto Bonifácio deixarem de lado a parceria que têm no GT3 Brasil.
Tem gente na equipe que garante que os dois não correm mais juntos.
Ingo, no entanto, nega. "Ele conversou ontem à noite com o Boni, que não tem nada a ver, que tá tudo ótimo", garantiu a assessora Meg Cotrim, depois de falar com o Alemão, que faz seu último ano como piloto.
Participei de uma reunião com uma operadora de telefonia no começo da tarde visando vocês imaginam o quê, sendo que não são telefones, e a pedido de uma amiga, acompanhei-a à delegacia para que ela soubesse o resultado do inquérito que abriu sobre um crime de internet, que quase, ainda bem que não, contou com meu depoimento.
Um dia que serviria para uma série de crônicas, destas que brotam em virtude de um semelhante não tão semelhante a nós.
Tipo a do senhor de bengala, faixa na mão esquerda, fios esvoaçantes grisalhos e uma disposição atroz para tagarelar sentado ao lado da moça negra vestida de branco, visivelmente incomodada e encontrando em seu livro aberto a escapatória para sua frustração. Tinha dificuldade na fala, ele, um neo-Moisés, e virava para a senhora, de meia estatura, do cabelo caju, tingido, para dizer que seu assunto no momento era astrologia. "Os piores signos são Leão e...", disse lá um outro representante do zodíaco, inaudível. "Eu, na verdade, é que sou do pior signo", e logo desfiz a imagem do ser que podia abrir o mar e que no máximo só abria a boca, e como abria a boca.
Aí a gente acaba olhando para os demais para acompanhar a reação, que geralmente costuma ser a de olhar para a atração do momento, olhar para você e erguer as sobrancelhas, balbuciar qualquer coisa ou abrir um sorriso.
As pessoas abrem sorrisos pela loucura das outras, ainda. Mas são incapazes de abrir a boca para um gesto de educação, um desculpe ou um com licença. O metrô é pródigo nestas situações, em que a preocupação é chegar logo ao destino, superando os obstáculos bolsas, mochilas e, principalmente, pessoas. Abre passagem, pensam as pessoas, porque o foda-se está ligado.
Depois de tudo, fui conversar com um amigo que foi, digamos, reduzido à diarréia no fim de semana por um grupo de amigos em comum. E não há quem abra sua cabeça e peça para que tire tudo, no que, no fundo, está bem certo, coitado, foi pego para Cristo, sem chagas ou cruz, menos mal. E concluímos onde se encontrava o erro e que o passar dos dias não era dos melhores se o nada fosse nosso único acréscimo em nossos relacionamentos com nossos semelhantes. Que riem, bastante, pela loucura das outras e suas, sobretudo.
Abrir a mente é preciso, verifico neste dia e tanto.
Um dia e tanto.
Participei de uma reunião com uma operadora de telefonia no começo da tarde visando vocês imaginam o quê, sendo que não são telefones, e a pedido de uma amiga, acompanhei-a à delegacia para que ela soubesse o resultado do inquérito que abriu sobre um crime de internet, que quase, ainda bem que não, contou com meu depoimento.
Um dia que serviria para uma série de crônicas, destas que brotam em virtude de um semelhante não tão semelhante a nós.
Tipo a do senhor de bengala, faixa na mão esquerda, fios esvoaçantes grisalhos e uma disposição atroz para tagarelar sentado ao lado da moça negra vestida de branco, visivelmente incomodada e encontrando em seu livro aberto a escapatória para sua frustração. Tinha dificuldade na fala, ele, um neo-Moisés, e virava para a senhora, de meia estatura, do cabelo caju, tingido, para dizer que seu assunto no momento era astrologia. "Os piores signos são Leão e...", disse lá um outro representante do zodíaco, inaudível. "Eu, na verdade, é que sou do pior signo", e logo desfiz a imagem do ser que podia abrir o mar e que no máximo só abria a boca, e como abria a boca.
Aí a gente acaba olhando para os demais para acompanhar a reação, que geralmente costuma ser a de olhar para a atração do momento, olhar para você e erguer as sobrancelhas, balbuciar qualquer coisa ou abrir um sorriso.
As pessoas abrem sorrisos pela loucura das outras, ainda. Mas são incapazes de abrir a boca para um gesto de educação, um desculpe ou um com licença. O metrô é pródigo nestas situações, em que a preocupação é chegar logo ao destino, superando os obstáculos bolsas, mochilas e, principalmente, pessoas. Abre passagem, pensam as pessoas, porque o foda-se está ligado.
Depois de tudo, fui conversar com um amigo que foi, digamos, reduzido à diarréia no fim de semana por um grupo de amigos em comum. E não há quem abra sua cabeça e peça para que tire tudo, no que, no fundo, está bem certo, coitado, foi pego para Cristo, sem chagas ou cruz, menos mal. E concluímos onde se encontrava o erro e que o passar dos dias não era dos melhores se o nada fosse nosso único acréscimo em nossos relacionamentos com nossos semelhantes. Que riem, bastante, pela loucura das outras e suas, sobretudo.
Abrir a mente é preciso, verifico neste dia e tanto.
Um dia e tanto.
Participei de uma reunião com uma operadora de telefonia no começo da tarde visando vocês imaginam o quê, sendo que não são telefones, e a pedido de uma amiga, acompanhei-a à delegacia para que ela soubesse o resultado do inquérito que abriu sobre um crime de internet, que quase, ainda bem que não, contou com meu depoimento.
Um dia que serviria para uma série de crônicas, destas que brotam em virtude de um semelhante não tão semelhante a nós.
Tipo a do senhor de bengala, faixa na mão esquerda, fios esvoaçantes grisalhos e uma disposição atroz para tagarelar sentado ao lado da moça negra vestida de branco, visivelmente incomodada e encontrando em seu livro aberto a escapatória para sua frustração. Tinha dificuldade na fala, ele, um neo-Moisés, e virava para a senhora, de meia estatura, do cabelo caju, tingido, para dizer que seu assunto no momento era astrologia. "Os piores signos são Leão e...", disse lá um outro representante do zodíaco, inaudível. "Eu, na verdade, é que sou do pior signo", e logo desfiz a imagem do ser que podia abrir o mar e que no máximo só abria a boca, e como abria a boca.
Aí a gente acaba olhando para os demais para acompanhar a reação, que geralmente costuma ser a de olhar para a atração do momento, olhar para você e erguer as sobrancelhas, balbuciar qualquer coisa ou abrir um sorriso.
As pessoas abrem sorrisos pela loucura das outras, ainda. Mas são incapazes de abrir a boca para um gesto de educação, um desculpe ou um com licença. O metrô é pródigo nestas situações, em que a preocupação é chegar logo ao destino, superando os obstáculos bolsas, mochilas e, principalmente, pessoas. Abre passagem, pensam as pessoas, porque o foda-se está ligado.
Depois de tudo, fui conversar com um amigo que foi, digamos, reduzido à diarréia no fim de semana por um grupo de amigos em comum. E não há quem abra sua cabeça e peça para que tire tudo, no que, no fundo, está bem certo, coitado, foi pego para Cristo, sem chagas ou cruz, menos mal. E concluímos onde se encontrava o erro e que o passar dos dias não era dos melhores se o nada fosse nosso único acréscimo em nossos relacionamentos com nossos semelhantes. Que riem, bastante, pela loucura das outras e suas, sobretudo.
Abrir a mente é preciso, verifico neste dia e tanto.
Estou a ver o Jô. Começa no lugar de Osmar, o pianista, simulando tocar piano. De cara, já era possível notar que se tratava de um engodo, mas o apresentador estava lá, abafando. Na esperança de que fosse surgir algo interessante, continuei acompanhando. Não. Logo mostraram de outro lugar o "titular" da vaga dedilhando o instrumento.
Jô levantou-se, curvou-se quatro vezes e perguntou, olhando para o chão: "Onde deixei cair minha caneta?"
Desde que voltou de férias, tenho visto a atração da madrugada. E não consegui achar uma única entrevista boa. Nem as piadinhas. Não é de hoje, aliás.
Não sei se tenho estado crítico demais, mas não há mais propósito um programa cujo enredo é a entrevista não ter resultados decentes. Ou, como diria José Luiz Datena, "estou errado?"
(Atualização: depois de ver o tal Asdrubal, ex-interno da Febem, com o tal do "viva/o presidente/morreu", em um mini-jogral, confirmei que o "Programa do Jô" já não surpreende mais...)
Na sua opinião, qual é o pior programa da TV?
Estou a ver o Jô. Começa no lugar de Osmar, o pianista, simulando tocar piano. De cara, já era possível notar que se tratava de um engodo, mas o apresentador estava lá, abafando. Na esperança de que fosse surgir algo interessante, continuei acompanhando. Não. Logo mostraram de outro lugar o "titular" da vaga dedilhando o instrumento.
Jô levantou-se, curvou-se quatro vezes e perguntou, olhando para o chão: "Onde deixei cair minha caneta?"
Desde que voltou de férias, tenho visto a atração da madrugada. E não consegui achar uma única entrevista boa. Nem as piadinhas. Não é de hoje, aliás.
Não sei se tenho estado crítico demais, mas não há mais propósito um programa cujo enredo é a entrevista não ter resultados decentes. Ou, como diria José Luiz Datena, "estou errado?"
(Atualização: depois de ver o tal Asdrubal, ex-interno da Febem, com o tal do "viva/o presidente/morreu", em um mini-jogral, confirmei que o "Programa do Jô" já não surpreende mais...)
Na sua opinião, qual é o pior programa da TV?
Estou a ver o Jô. Começa no lugar de Osmar, o pianista, simulando tocar piano. De cara, já era possível notar que se tratava de um engodo, mas o apresentador estava lá, abafando. Na esperança de que fosse surgir algo interessante, continuei acompanhando. Não. Logo mostraram de outro lugar o "titular" da vaga dedilhando o instrumento.
Jô levantou-se, curvou-se quatro vezes e perguntou, olhando para o chão: "Onde deixei cair minha caneta?"
Desde que voltou de férias, tenho visto a atração da madrugada. E não consegui achar uma única entrevista boa. Nem as piadinhas. Não é de hoje, aliás.
Não sei se tenho estado crítico demais, mas não há mais propósito um programa cujo enredo é a entrevista não ter resultados decentes. Ou, como diria José Luiz Datena, "estou errado?"
(Atualização: depois de ver o tal Asdrubal, ex-interno da Febem, com o tal do "viva/o presidente/morreu", em um mini-jogral, confirmei que o "Programa do Jô" já não surpreende mais...)
Tinha entrado em contato com uma pessoa muito ligada a Rubens Barrichello para falar do assunto Indy. "Tá louco?", foi a resposta.
E dias depois, a história ganhou volume, com o próprio Barrichello admitindo o contato da Andretti Green. Claro, muito deve se dever a Tony Kanaan, "amigo particular", como muitos diriam.
Pensei em duas hipóteses: a primeira: à pessoa chegada foi pedido segredo para que o próprio Barrichello admitisse — e o silêncio se mostraria ineficaz pelo próprio brasileiro ter falado sem rodeios; a segunda: nem a pessoa sabia, o que é difícil, bem difícil, por sua proximidade, e teria ficado surpresa com semelhante revelação.
Seja qual for, é um caminho interessante, correr tendo um "professor particular" — aí, sim, cabe — e com chances de vitória e campeonato, já que na Honda nunca vai encontrar.
E também para evitar a Stock Car.
Tinha entrado em contato com uma pessoa muito ligada a Rubens Barrichello para falar do assunto Indy. "Tá louco?", foi a resposta.
E dias depois, a história ganhou volume, com o próprio Barrichello admitindo o contato da Andretti Green. Claro, muito deve se dever a Tony Kanaan, "amigo particular", como muitos diriam.
Pensei em duas hipóteses: a primeira: à pessoa chegada foi pedido segredo para que o próprio Barrichello admitisse — e o silêncio se mostraria ineficaz pelo próprio brasileiro ter falado sem rodeios; a segunda: nem a pessoa sabia, o que é difícil, bem difícil, por sua proximidade, e teria ficado surpresa com semelhante revelação.
Seja qual for, é um caminho interessante, correr tendo um "professor particular" — aí, sim, cabe — e com chances de vitória e campeonato, já que na Honda nunca vai encontrar.
E também para evitar a Stock Car.
Tinha entrado em contato com uma pessoa muito ligada a Rubens Barrichello para falar do assunto Indy. "Tá louco?", foi a resposta.
E dias depois, a história ganhou volume, com o próprio Barrichello admitindo o contato da Andretti Green. Claro, muito deve se dever a Tony Kanaan, "amigo particular", como muitos diriam.
Pensei em duas hipóteses: a primeira: à pessoa chegada foi pedido segredo para que o próprio Barrichello admitisse — e o silêncio se mostraria ineficaz pelo próprio brasileiro ter falado sem rodeios; a segunda: nem a pessoa sabia, o que é difícil, bem difícil, por sua proximidade, e teria ficado surpresa com semelhante revelação.
Seja qual for, é um caminho interessante, correr tendo um "professor particular" — aí, sim, cabe — e com chances de vitória e campeonato, já que na Honda nunca vai encontrar.
E na despedida de mais um dia, aproveito o tchau da simpática repórter japonesa em Motegi, atrapalhada pela chuva e pelo vento, ao encerrar sua transmissão direto do autódromo japonês.
E na despedida de mais um dia, aproveito o tchau da simpática repórter japonesa em Motegi, atrapalhada pela chuva e pelo vento, ao encerrar sua transmissão direto do autódromo japonês.
E na despedida de mais um dia, aproveito o tchau da simpática repórter japonesa em Motegi, atrapalhada pela chuva e pelo vento, ao encerrar sua transmissão direto do autódromo japonês.
Toca o celular, é Rodrigo, ofegante. "Cara, preciso ser internado."
Então, a história. "Saí da faculdade, vim para o estacionamento, daí comecei a procurar o carro. Procurei, procurei, nada. Pronto, roubaram meu carro."
"Putz, já acionou o seguro?", perguntei. "Calma..."
Deu seqüência ao relato. "Fui até o segurança, falei com ele, perguntei se não tinham visto o carro, falou que não, daí fui até outro segurança, também não viu, fiquei puto, xinguei a mãe deles, os filhos da puta dos pais deles, saí de lá e fui pegar o metrô."
"E aí?"
"Aí que, quando tava chegando no Tietê, lembrei que era rodízio do meu carro. E que eu tinha deixado no estacionamento ao lado da rodoviária..."
Como sou bom amigo, aceito indicações de manicômios ao referido.
Toca o celular, é Rodrigo, ofegante. "Cara, preciso ser internado."
Então, a história. "Saí da faculdade, vim para o estacionamento, daí comecei a procurar o carro. Procurei, procurei, nada. Pronto, roubaram meu carro."
"Putz, já acionou o seguro?", perguntei. "Calma..."
Deu seqüência ao relato. "Fui até o segurança, falei com ele, perguntei se não tinham visto o carro, falou que não, daí fui até outro segurança, também não viu, fiquei puto, xinguei a mãe deles, os filhos da puta dos pais deles, saí de lá e fui pegar o metrô."
"E aí?"
"Aí que, quando tava chegando no Tietê, lembrei que era rodízio do meu carro. E que eu tinha deixado no estacionamento ao lado da rodoviária..."
Como sou bom amigo, aceito indicações de manicômios ao referido.
Toca o celular, é Rodrigo, ofegante. "Cara, preciso ser internado."
Então, a história. "Saí da faculdade, vim para o estacionamento, daí comecei a procurar o carro. Procurei, procurei, nada. Pronto, roubaram meu carro."
"Putz, já acionou o seguro?", perguntei. "Calma..."
Deu seqüência ao relato. "Fui até o segurança, falei com ele, perguntei se não tinham visto o carro, falou que não, daí fui até outro segurança, também não viu, fiquei puto, xinguei a mãe deles, os filhos da puta dos pais deles, saí de lá e fui pegar o metrô."
"E aí?"
"Aí que, quando tava chegando no Tietê, lembrei que era rodízio do meu carro. E que eu tinha deixado no estacionamento ao lado da rodoviária..."
Como sou bom amigo, aceito indicações de manicômios ao referido.
Em 3d, 25 anot, td ZN, 2 ou 3 dorms, alug ou comp, à vista ou financ., ap, sob ou casa ter, com ste, sl, coz, lav, quint, wc, edic, vag na gar, churrasq, port aut.
A busca continua nestes tempos de rumos novos.
Em 3d, 25 anot, td ZN, 2 ou 3 dorms, alug ou comp, à vista ou financ., ap, sob ou casa ter, com ste, sl, coz, lav, quint, wc, edic, vag na gar, churrasq, port aut.
A busca continua nestes tempos de rumos novos.
Em 3d, 25 anot, td ZN, 2 ou 3 dorms, alug ou comp, à vista ou financ., ap, sob ou casa ter, com ste, sl, coz, lav, quint, wc, edic, vag na gar, churrasq, port aut.
Já havia visto ontem à noite e agora voltei a reparar, na reprise: as cadeiras utilizadas para comportar a "platéia" do programa de comemoração dos cinco anos do "Bem, Amigos", de Galvão Bueno, são as mesmas da sala de imprensa da Stock Car.
Stock Car que tem assessoria de Letícia Galvão Bueno e C. Graminho, filha e genro do narrador.
Já havia visto ontem à noite e agora voltei a reparar, na reprise: as cadeiras utilizadas para comportar a "platéia" do programa de comemoração dos cinco anos do "Bem, Amigos", de Galvão Bueno, são as mesmas da sala de imprensa da Stock Car.
Stock Car que tem assessoria de Letícia Galvão Bueno e C. Graminho, filha e genro do narrador.
Já havia visto ontem à noite e agora voltei a reparar, na reprise: as cadeiras utilizadas para comportar a "platéia" do programa de comemoração dos cinco anos do "Bem, Amigos", de Galvão Bueno, são as mesmas da sala de imprensa da Stock Car.
Stock Car que tem assessoria de Letícia Galvão Bueno e C. Graminho, filha e genro do narrador.
Anúncio do público da Stock ontem em Interlagos: 43 mil.
Retas vazias na arquibancada.
O que a Stock considera como público? Quem passa nos arredores de Interlagos desde a primeira hora do domingo até a bandeirada final da última corrida? Colônias de insetos que habitam o complexo automobílistico? Invocação espírita para presença de almas d'outra vida?
A Stock deve usar a contagem do Ibope, inversa. Para cada ponto no Ibope, uns 550 mil domicílios assistem a determinado programa; para quem vai ver a corrida, cada pessoa conta como 5,5.
Tem os motorhomes, esqueci. Os motorhomes são vários ali na região do estacionamento de Interlagos.
Neles devem se esconder umas 30 mil pessoas.
Anúncio do público da Stock ontem em Interlagos: 43 mil.
Retas vazias na arquibancada.
O que a Stock considera como público? Quem passa nos arredores de Interlagos desde a primeira hora do domingo até a bandeirada final da última corrida? Colônias de insetos que habitam o complexo automobílistico? Invocação espírita para presença de almas d'outra vida?
A Stock deve usar a contagem do Ibope, inversa. Para cada ponto no Ibope, uns 550 mil domicílios assistem a determinado programa; para quem vai ver a corrida, cada pessoa conta como 5,5.
Tem os motorhomes, esqueci. Os motorhomes são vários ali na região do estacionamento de Interlagos.
Neles devem se esconder umas 30 mil pessoas.
Anúncio do público da Stock ontem em Interlagos: 43 mil.
Retas vazias na arquibancada.
O que a Stock considera como público? Quem passa nos arredores de Interlagos desde a primeira hora do domingo até a bandeirada final da última corrida? Colônias de insetos que habitam o complexo automobílistico? Invocação espírita para presença de almas d'outra vida?
A Stock deve usar a contagem do Ibope, inversa. Para cada ponto no Ibope, uns 550 mil domicílios assistem a determinado programa; para quem vai ver a corrida, cada pessoa conta como 5,5.
Tem os motorhomes, esqueci. Os motorhomes são vários ali na região do estacionamento de Interlagos.
Quando pintaram os tempos do treino coletivo de hoje em Barcelona, a atenção concentrou-se na diferença 2s720 entre a Ferrari de Felipe Massa e a Honda de Alexander Wurz. A informação de que o brasileiro havia andado com os slicks explicaria, e muito, a razão de tamanha vantagem.
Então fui procurar outras motivos que ajudassem a formar uma opinião. Que levaram à conclusão rápida de que a BMW deve ser a grande pedra no sapatilha vermelha.
Dois ajudam: o primeiro foi o que a Ferrari ofereceu à imprensa, de que, com pneus sulcados, Massa virou 1min22s007; o segundo, de que BMW e Toyota não usaram os slicks.
Tomo como base a diferença dos tempos de Massa com as duas especificações de pneus, quase 3s7, bem considerável. Wurz virou 1min21s059 com os lisos; De la Rosa, McLaren, 1min21s566, também com tais calçados. Nick Heidfeld, 1min21s679, com as listras. Tempo 0s3 melhor que o de Massa na mesma condição.
Amanhã a BMW deve andar com os pneus que serão usados em 2009. Se andar no ritmo imposto por Massa hoje, trará um indício um tanto quanto ameaçador; se for pouca coisa melhor, palmas para quem ousou colocar aqueles dois buracos na asa dianteira para "limpar" o ar.
Premissas à parte, a certeza é de que a McLaren se perdeu.
Quando pintaram os tempos do treino coletivo de hoje em Barcelona, a atenção concentrou-se na diferença 2s720 entre a Ferrari de Felipe Massa e a Honda de Alexander Wurz. A informação de que o brasileiro havia andado com os slicks explicaria, e muito, a razão de tamanha vantagem.
Então fui procurar outras motivos que ajudassem a formar uma opinião. Que levaram à conclusão rápida de que a BMW deve ser a grande pedra no sapatilha vermelha.
Dois ajudam: o primeiro foi o que a Ferrari ofereceu à imprensa, de que, com pneus sulcados, Massa virou 1min22s007; o segundo, de que BMW e Toyota não usaram os slicks.
Tomo como base a diferença dos tempos de Massa com as duas especificações de pneus, quase 3s7, bem considerável. Wurz virou 1min21s059 com os lisos; De la Rosa, McLaren, 1min21s566, também com tais calçados. Nick Heidfeld, 1min21s679, com as listras. Tempo 0s3 melhor que o de Massa na mesma condição.
Amanhã a BMW deve andar com os pneus que serão usados em 2009. Se andar no ritmo imposto por Massa hoje, trará um indício um tanto quanto ameaçador; se for pouca coisa melhor, palmas para quem ousou colocar aqueles dois buracos na asa dianteira para "limpar" o ar.
Premissas à parte, a certeza é de que a McLaren se perdeu.
Quando pintaram os tempos do treino coletivo de hoje em Barcelona, a atenção concentrou-se na diferença 2s720 entre a Ferrari de Felipe Massa e a Honda de Alexander Wurz. A informação de que o brasileiro havia andado com os slicks explicaria, e muito, a razão de tamanha vantagem.
Então fui procurar outras motivos que ajudassem a formar uma opinião. Que levaram à conclusão rápida de que a BMW deve ser a grande pedra no sapatilha vermelha.
Dois ajudam: o primeiro foi o que a Ferrari ofereceu à imprensa, de que, com pneus sulcados, Massa virou 1min22s007; o segundo, de que BMW e Toyota não usaram os slicks.
Tomo como base a diferença dos tempos de Massa com as duas especificações de pneus, quase 3s7, bem considerável. Wurz virou 1min21s059 com os lisos; De la Rosa, McLaren, 1min21s566, também com tais calçados. Nick Heidfeld, 1min21s679, com as listras. Tempo 0s3 melhor que o de Massa na mesma condição.
Amanhã a BMW deve andar com os pneus que serão usados em 2009. Se andar no ritmo imposto por Massa hoje, trará um indício um tanto quanto ameaçador; se for pouca coisa melhor, palmas para quem ousou colocar aqueles dois buracos na asa dianteira para "limpar" o ar.
Premissas à parte, a certeza é de que a McLaren se perdeu.
Espaço aberto para os comentários do fim de semana.
A Stock Car, a vitória de Marcos Gomes, o anúncio da aposentadoria de Ingo Hoffmann e a "colheita" de urina para o exame antidoping, como me alertou Henrique Lambert, líder da F-SP; o novo ídolo espanhol Jorge Lorenzo, vencedor na MotoGP; a Audi dominando no DTM; o maldito gol de mão do São Paulo.
O Lambert tem permissão para falar porque não corre na Stock.
Espaço aberto para os comentários do fim de semana.
A Stock Car, a vitória de Marcos Gomes, o anúncio da aposentadoria de Ingo Hoffmann e a "colheita" de urina para o exame antidoping, como me alertou Henrique Lambert, líder da F-SP; o novo ídolo espanhol Jorge Lorenzo, vencedor na MotoGP; a Audi dominando no DTM; o maldito gol de mão do São Paulo.
O Lambert tem permissão para falar porque não corre na Stock.
Espaço aberto para os comentários do fim de semana.
A Stock Car, a vitória de Marcos Gomes, o anúncio da aposentadoria de Ingo Hoffmann e a "colheita" de urina para o exame antidoping, como me alertou Henrique Lambert, líder da F-SP; o novo ídolo espanhol Jorge Lorenzo, vencedor na MotoGP; a Audi dominando no DTM; o maldito gol de mão do São Paulo.
O Lambert tem permissão para falar porque não corre na Stock.
Não acordei bem hoje. Aliás, não dormi direito. Ainda, fui acordado. Umas cinco vezes. Quatro por um amigo que passava mal na casa de uma colega dele, outra por três amigas que estavam em uma balada relativamente embriagadas. Até aí tudo bem.
Mas foi após o banho que veio a sucção de ânimo.
É preciso conversar para definir rumos e é mais do que necessário ter calma para evitar outros tantos. Ouvir julgamentos, críticas, reclamações, ouvir coisas que não se tem o direito de ouvir. Às vezes me pergunto até quando. Continuo me perguntando isso desde que cheguei a Interlagos.
Rolam os treinos da Stock, rola a vida, bola pra frente.
Bom dia a todos. Tentarei ter um.
Não acordei bem hoje. Aliás, não dormi direito. Ainda, fui acordado. Umas cinco vezes. Quatro por um amigo que passava mal na casa de uma colega dele, outra por três amigas que estavam em uma balada relativamente embriagadas. Até aí tudo bem.
Mas foi após o banho que veio a sucção de ânimo.
É preciso conversar para definir rumos e é mais do que necessário ter calma para evitar outros tantos. Ouvir julgamentos, críticas, reclamações, ouvir coisas que não se tem o direito de ouvir. Às vezes me pergunto até quando. Continuo me perguntando isso desde que cheguei a Interlagos.
Rolam os treinos da Stock, rola a vida, bola pra frente.
Bom dia a todos. Tentarei ter um.
Não acordei bem hoje. Aliás, não dormi direito. Ainda, fui acordado. Umas cinco vezes. Quatro por um amigo que passava mal na casa de uma colega dele, outra por três amigas que estavam em uma balada relativamente embriagadas. Até aí tudo bem.
Mas foi após o banho que veio a sucção de ânimo.
É preciso conversar para definir rumos e é mais do que necessário ter calma para evitar outros tantos. Ouvir julgamentos, críticas, reclamações, ouvir coisas que não se tem o direito de ouvir. Às vezes me pergunto até quando. Continuo me perguntando isso desde que cheguei a Interlagos.
Rolam os treinos da Stock, rola a vida, bola pra frente.
1) A Cronomap vai deixar de oferecer às equipes e aos jornalistas as parciais dos tempos, como acontece na F-1. Na Stock eram três parciais mais a volta final. Agora, nada de trechos das marcas obtidas pelos pilotos.
2) Paulo Scaglione participará do briefing com os chefes de equipes no início da noite desta quinta. Há boatos de que o presidente da CBA ouvirá bastante queixa. E responderá na seguinte forma: "Eu avisei..."
3) Edson Viana segue sendo o repórter da RG na categoria. Veio acompanhado de Felipe Diniz, que ainda não vestia o traje laranja da emissora.
4) O comentário maldoso é de que a Stock Júnior vai ser exibida na TV Globinho...
As primeiras de Interlagos, onde faz muito calor:
1) A Cronomap vai deixar de oferecer às equipes e aos jornalistas as parciais dos tempos, como acontece na F-1. Na Stock eram três parciais mais a volta final. Agora, nada de trechos das marcas obtidas pelos pilotos.
2) Paulo Scaglione participará do briefing com os chefes de equipes no início da noite desta quinta. Há boatos de que o presidente da CBA ouvirá bastante queixa. E responderá na seguinte forma: "Eu avisei..."
3) Edson Viana segue sendo o repórter da RG na categoria. Veio acompanhado de Felipe Diniz, que ainda não vestia o traje laranja da emissora.
4) O comentário maldoso é de que a Stock Júnior vai ser exibida na TV Globinho...
As primeiras de Interlagos, onde faz muito calor:
1) A Cronomap vai deixar de oferecer às equipes e aos jornalistas as parciais dos tempos, como acontece na F-1. Na Stock eram três parciais mais a volta final. Agora, nada de trechos das marcas obtidas pelos pilotos.
2) Paulo Scaglione participará do briefing com os chefes de equipes no início da noite desta quinta. Há boatos de que o presidente da CBA ouvirá bastante queixa. E responderá na seguinte forma: "Eu avisei..."
3) Edson Viana segue sendo o repórter da RG na categoria. Veio acompanhado de Felipe Diniz, que ainda não vestia o traje laranja da emissora.
4) O comentário maldoso é de que a Stock Júnior vai ser exibida na TV Globinho...
A fonte que me havia dito que a Globo não havia feito exigência alguma em relação à cláusula sétima do acordo entre Vicar e pilotos na Stock Car me ligou na noite desta quarta, enquanto eu estava na festa de lançamento da Race TV. Houve uma retificação: a emissora pediu, sim, que a regra fosse colocada no contrato.
"Foi a Globo quem pediu a cláusula, mas em comum acordo com a Vicar", ressaltou. "O que a gente não quer realmente é que um piloto que a gente destaque ao longo da temporada deixe a categoria para se projetar em outra categoria. Quem corre na F-1, por exemplo, não corre em outro campeonato. Queremos só uma garantia de que o piloto que começa a temporada termine a temporada."
A fonte que me havia dito que a Globo não havia feito exigência alguma em relação à cláusula sétima do acordo entre Vicar e pilotos na Stock Car me ligou na noite desta quarta, enquanto eu estava na festa de lançamento da Race TV. Houve uma retificação: a emissora pediu, sim, que a regra fosse colocada no contrato.
"Foi a Globo quem pediu a cláusula, mas em comum acordo com a Vicar", ressaltou. "O que a gente não quer realmente é que um piloto que a gente destaque ao longo da temporada deixe a categoria para se projetar em outra categoria. Quem corre na F-1, por exemplo, não corre em outro campeonato. Queremos só uma garantia de que o piloto que começa a temporada termine a temporada."
A fonte que me havia dito que a Globo não havia feito exigência alguma em relação à cláusula sétima do acordo entre Vicar e pilotos na Stock Car me ligou na noite desta quarta, enquanto eu estava na festa de lançamento da Race TV. Houve uma retificação: a emissora pediu, sim, que a regra fosse colocada no contrato.
"Foi a Globo quem pediu a cláusula, mas em comum acordo com a Vicar", ressaltou. "O que a gente não quer realmente é que um piloto que a gente destaque ao longo da temporada deixe a categoria para se projetar em outra categoria. Quem corre na F-1, por exemplo, não corre em outro campeonato. Queremos só uma garantia de que o piloto que começa a temporada termine a temporada."
Não recebi o convite, mas meu nome está na lista. Vou, pois.
Hoje será inaugurada a Race TV, o primeiro canal de internet dedicado ao automobilismo. Quem está por trás dele é o etílico Kaká Ambrósio e um dos filhos de Antonio Ermírio de Moraes.
A festa será chique, no Fasano.
Disseram-me há pouco que tem uma atração interessante lá.
Quem? Michael Schumacher? Banda Calipso? Jane e Erondi?
Vamos ver que destino terá tal emissora...
Não recebi o convite, mas meu nome está na lista. Vou, pois.
Hoje será inaugurada a Race TV, o primeiro canal de internet dedicado ao automobilismo. Quem está por trás dele é o etílico Kaká Ambrósio e um dos filhos de Antonio Ermírio de Moraes.
A festa será chique, no Fasano.
Disseram-me há pouco que tem uma atração interessante lá.
Quem? Michael Schumacher? Banda Calipso? Jane e Erondi?
Vamos ver que destino terá tal emissora...
Não recebi o convite, mas meu nome está na lista. Vou, pois.
Hoje será inaugurada a Race TV, o primeiro canal de internet dedicado ao automobilismo. Quem está por trás dele é o etílico Kaká Ambrósio e um dos filhos de Antonio Ermírio de Moraes.
A festa será chique, no Fasano.
Disseram-me há pouco que tem uma atração interessante lá.
Quem? Michael Schumacher? Banda Calipso? Jane e Erondi?
Com Renan Calheiros, a votação secreta protegeu o então presidente do Senado, e o político lá ficou um tempo mais até que optasse pela renúncia dada a pressão.
Agora a FIA anuncia que seu Senado vai reunir seus membros para que, em sufrágio às escuras, definam o futuro de Max Mosley.
Alguém vai se espantar se o resultado for a favor do dirigente pró-orgia sado?
Com Renan Calheiros, a votação secreta protegeu o então presidente do Senado, e o político lá ficou um tempo mais até que optasse pela renúncia dada a pressão.
Agora a FIA anuncia que seu Senado vai reunir seus membros para que, em sufrágio às escuras, definam o futuro de Max Mosley.
Alguém vai se espantar se o resultado for a favor do dirigente pró-orgia sado?
Com Renan Calheiros, a votação secreta protegeu o então presidente do Senado, e o político lá ficou um tempo mais até que optasse pela renúncia dada a pressão.
Agora a FIA anuncia que seu Senado vai reunir seus membros para que, em sufrágio às escuras, definam o futuro de Max Mosley.
Alguém vai se espantar se o resultado for a favor do dirigente pró-orgia sado?
Este foi o lide que fiz da matéria que vai ao ar nos primeiros minutos desta quarta:
"A três dias do início do campeonato da Stock Car, a Vicar retirou do acordo que tem com os pilotos uma cláusula que se tornaria a nova polêmica do campeonato depois que eu soube de sua existência. Na minuta mandada às equipes na semana pasada, a organização da Stock Car impunha uma restrição aos 34 pilotos que fazem parte do grid da V8 no contrato que credencia os competidores a participarem das 12 provas do calendário. A sétima das 30 cláusulas impedia que Cacá Bueno, Rodrigo Sperafico, Thiago Camilo e companhia fossem inscritos em outros campeonatos nacionais que não fossem transmitidos pela Globo."
A história tomou rumos inimagináveis, foi de quente à fria, à morna, à borbulhante, e terminou meio a meio. No fim, um trabalho interessante.
Leia na íntegra a reportagem e o caminhar da apuração dos fatos que tive nos últimos dois dias no Grande Prêmio.
Este foi o lide que fiz da matéria que vai ao ar nos primeiros minutos desta quarta:
"A três dias do início do campeonato da Stock Car, a Vicar retirou do acordo que tem com os pilotos uma cláusula que se tornaria a nova polêmica do campeonato depois que eu soube de sua existência. Na minuta mandada às equipes na semana pasada, a organização da Stock Car impunha uma restrição aos 34 pilotos que fazem parte do grid da V8 no contrato que credencia os competidores a participarem das 12 provas do calendário. A sétima das 30 cláusulas impedia que Cacá Bueno, Rodrigo Sperafico, Thiago Camilo e companhia fossem inscritos em outros campeonatos nacionais que não fossem transmitidos pela Globo."
A história tomou rumos inimagináveis, foi de quente à fria, à morna, à borbulhante, e terminou meio a meio. No fim, um trabalho interessante.
Leia na íntegra a reportagem e o caminhar da apuração dos fatos que tive nos últimos dois dias no Grande Prêmio.
Este foi o lide que fiz da matéria que vai ao ar nos primeiros minutos desta quarta:
"A três dias do início do campeonato da Stock Car, a Vicar retirou do acordo que tem com os pilotos uma cláusula que se tornaria a nova polêmica do campeonato depois que eu soube de sua existência. Na minuta mandada às equipes na semana pasada, a organização da Stock Car impunha uma restrição aos 34 pilotos que fazem parte do grid da V8 no contrato que credencia os competidores a participarem das 12 provas do calendário. A sétima das 30 cláusulas impedia que Cacá Bueno, Rodrigo Sperafico, Thiago Camilo e companhia fossem inscritos em outros campeonatos nacionais que não fossem transmitidos pela Globo."
A história tomou rumos inimagináveis, foi de quente à fria, à morna, à borbulhante, e terminou meio a meio. No fim, um trabalho interessante.
Leia na íntegra a reportagem e o caminhar da apuração dos fatos que tive nos últimos dois dias no Grande Prêmio.
"Popó Bueno foi o mais rápido no treino coletivo da Stock Car, para alegria de toda família. Porém, o que não foi divulgado é que o sr. Popó usou todos os pneus zero a que uma equipe tinha direito para os dois carros. Juliano Moro foi proibido de treinar no primeiro dia e no segundo, teve problemas. Popó passou cinco jogos zero, enquanto outros pilotos utilizaram dois ou três zeros.
Já Moro não pode deixar a Hot Car... por livre e espontânea pressão de Letícia Galvão Bueno e patrocínio da Dow. Ou Juliano ficava na Hot Car com a Dow ou o patrocínio dele iria para Pedro Gomes correr na Hot car. Para não ficar a pé, o gaúcho vai correr contra sua vontade na HC."
"Popó Bueno foi o mais rápido no treino coletivo da Stock Car, para alegria de toda família. Porém, o que não foi divulgado é que o sr. Popó usou todos os pneus zero a que uma equipe tinha direito para os dois carros. Juliano Moro foi proibido de treinar no primeiro dia e no segundo, teve problemas. Popó passou cinco jogos zero, enquanto outros pilotos utilizaram dois ou três zeros.
Já Moro não pode deixar a Hot Car... por livre e espontânea pressão de Letícia Galvão Bueno e patrocínio da Dow. Ou Juliano ficava na Hot Car com a Dow ou o patrocínio dele iria para Pedro Gomes correr na Hot car. Para não ficar a pé, o gaúcho vai correr contra sua vontade na HC."
"Popó Bueno foi o mais rápido no treino coletivo da Stock Car, para alegria de toda família. Porém, o que não foi divulgado é que o sr. Popó usou todos os pneus zero a que uma equipe tinha direito para os dois carros. Juliano Moro foi proibido de treinar no primeiro dia e no segundo, teve problemas. Popó passou cinco jogos zero, enquanto outros pilotos utilizaram dois ou três zeros.
Já Moro não pode deixar a Hot Car... por livre e espontânea pressão de Letícia Galvão Bueno e patrocínio da Dow. Ou Juliano ficava na Hot Car com a Dow ou o patrocínio dele iria para Pedro Gomes correr na Hot car. Para não ficar a pé, o gaúcho vai correr contra sua vontade na HC."
Dia em que recebi uma informação quente, fui atrás, tornou-se borbulhante, chegou aos ouvidos das autoridades e dos promotores de grã-importância, mas que virou abóbora praticamente. De qualquer forma, procurarei um enfoque num assunto que envolve uma emissora, uma categoria e um veto. Não, não é um jogo das pistas.
No mais tardar até quarta-feira, colocarei neste blog e no Grande Prêmio o resultado, meio frustrante, desta apuração.
Dia do jornalista hoje.
Dia em que recebi uma informação quente, fui atrás, tornou-se borbulhante, chegou aos ouvidos das autoridades e dos promotores de grã-importância, mas que virou abóbora praticamente. De qualquer forma, procurarei um enfoque num assunto que envolve uma emissora, uma categoria e um veto. Não, não é um jogo das pistas.
No mais tardar até quarta-feira, colocarei neste blog e no Grande Prêmio o resultado, meio frustrante, desta apuração.
Dia do jornalista hoje.
Dia em que recebi uma informação quente, fui atrás, tornou-se borbulhante, chegou aos ouvidos das autoridades e dos promotores de grã-importância, mas que virou abóbora praticamente. De qualquer forma, procurarei um enfoque num assunto que envolve uma emissora, uma categoria e um veto. Não, não é um jogo das pistas.
No mais tardar até quarta-feira, colocarei neste blog e no Grande Prêmio o resultado, meio frustrante, desta apuração.
Pararei um pouco para um descanso. Acho que mereço uma breja depois no bar com os amigos.
Enquanto isso, comentem: Massa mais rápido, "NOTW" prometendo mais uma para a cabeça do Mosley, os times da CC se aproximando da IRL, o Carlos Gil no lugar da Mariana Becker, o show do Ozzy Osbourne, o dossiê, a dengue, a vida.
Um dia e tanto, este.
Desde as dez, só na labuta.
Pararei um pouco para um descanso. Acho que mereço uma breja depois no bar com os amigos.
Enquanto isso, comentem: Massa mais rápido, "NOTW" prometendo mais uma para a cabeça do Mosley, os times da CC se aproximando da IRL, o Carlos Gil no lugar da Mariana Becker, o show do Ozzy Osbourne, o dossiê, a dengue, a vida.
Um dia e tanto, este.
Desde as dez, só na labuta.
Pararei um pouco para um descanso. Acho que mereço uma breja depois no bar com os amigos.
Enquanto isso, comentem: Massa mais rápido, "NOTW" prometendo mais uma para a cabeça do Mosley, os times da CC se aproximando da IRL, o Carlos Gil no lugar da Mariana Becker, o show do Ozzy Osbourne, o dossiê, a dengue, a vida.
Era para estar entre o segundo e o terceiro sono, mas à frente está a TV, Roger Federer sacando para o set no jogo em VT, no colo, o laptop, à esquerda, a bolacha recheada que restou e a vontade de escrever.
Depois que vi o blog do FG, pus a memória para trabalhar, e ela me advertiu que também deveria comemorar algo. O 3 de abril foi o ato final de uma das mais conscientes decisões que tomei em minha vida: a de deixar os cinco meses de banco, a rotina e a chatice do mundo corporativo e financeiro e aceitar o emprego "full-time" no Grande Prêmio, onde já fazia bicos, também por conta do então "colega" de trabalho, aos finais de de semana desde fevereiro.
Fizeram uma despedida para mim na agência, a esfiha e os salgados sempre encomendados pela Bete, o discurso com voz um pouco embargada pelos laços que havia criado, as palavras que já eram ácidas para quem eu não gostava, e a retribuição com o olhar torto, o agradecimento aos seguranças, às faxineiras, às telefonistas e aos cozinheiros, à página que se virava.
Os dois dias seguintes eram os primeiros em dois meses que tinha conseguido uma folga. Tinha o GP do Brasil naquele final de semana, e no site, um outro funcionário e Rodrigo Borges cobriam com Gomes em Interlagos aquele caos de corrida que na pista deram vitória a Kimi Raikkonen e dias depois, a Giancarlo Fisichella.
Por causa do italiano naquele dia, aliás, quase perdi o emprego pela seqüência de erros que vinha cometendo em textos, ou que a mim caía a culpa — tempos depois, o fato repetiu-se com RB, e uma mudança de senha trouxe a resposta da, digamos, sabotagem gramatical que sofremos. Chorei preocupado, até, e se o medo de uma demissão chegou a se fazer presente, nunca o arrependimento bateu pela escolha que hoje classifico como imprescindível, no mínimo. Arrependimento é ainda uma palavra que nunca figurou no meu modus operandi.
E o tempo, tantas vezes já discorri sobre este velho-de-guerra, cada vez mais rápido, como o meio que cubro profissionalmente, cinco longos anos após o rumo que desde pequeno quis dar à vida, apagando lembranças que tanto senti e que hoje não são mais que isso, meras lembranças, árduas de florescerem, até as primeiras vezes que, sim, até posso esquecer, o primeiro salário, o primeiro GP do Brasil, a primeira entrevista, a primeira viagem, o primeiro furo, a primeira grande cagada, o primeiro aumento, o primeiro jabá, a primeira temporada, a primeira mudança na equipe, a primeira ascensão de cargo, a primeira briga, o primeiro reconhecimento, a primeira morte.
Qüinqüênio depois, e se nem tudo, como tudo, ainda bem, não foi um mar de rosas, sorrio por momento mais marcante, pelo momento em que vi meu único ídolo, pelas amizades e também pelas máscaras que foram despencando, pelo amadurecimento e pela consciência. De que tudo foi feito com a melhor das intenções e com o maior dos esforços, sem passar por cima de ninguém, principalmente.
Juntando tudo, cinco anos que me dão orgulho.
Era para estar entre o segundo e o terceiro sono, mas à frente está a TV, Roger Federer sacando para o set no jogo em VT, no colo, o laptop, à esquerda, a bolacha recheada que restou e a vontade de escrever.
Depois que vi o blog do FG, pus a memória para trabalhar, e ela me advertiu que também deveria comemorar algo. O 3 de abril foi o ato final de uma das mais conscientes decisões que tomei em minha vida: a de deixar os cinco meses de banco, a rotina e a chatice do mundo corporativo e financeiro e aceitar o emprego "full-time" no Grande Prêmio, onde já fazia bicos, também por conta do então "colega" de trabalho, aos finais de de semana desde fevereiro.
Fizeram uma despedida para mim na agência, a esfiha e os salgados sempre encomendados pela Bete, o discurso com voz um pouco embargada pelos laços que havia criado, as palavras que já eram ácidas para quem eu não gostava, e a retribuição com o olhar torto, o agradecimento aos seguranças, às faxineiras, às telefonistas e aos cozinheiros, à página que se virava.
Os dois dias seguintes eram os primeiros em dois meses que tinha conseguido uma folga. Tinha o GP do Brasil naquele final de semana, e no site, um outro funcionário e Rodrigo Borges cobriam com Gomes em Interlagos aquele caos de corrida que na pista deram vitória a Kimi Raikkonen e dias depois, a Giancarlo Fisichella.
Por causa do italiano naquele dia, aliás, quase perdi o emprego pela seqüência de erros que vinha cometendo em textos, ou que a mim caía a culpa — tempos depois, o fato repetiu-se com RB, e uma mudança de senha trouxe a resposta da, digamos, sabotagem gramatical que sofremos. Chorei preocupado, até, e se o medo de uma demissão chegou a se fazer presente, nunca o arrependimento bateu pela escolha que hoje classifico como imprescindível, no mínimo. Arrependimento é ainda uma palavra que nunca figurou no meu modus operandi.
E o tempo, tantas vezes já discorri sobre este velho-de-guerra, cada vez mais rápido, como o meio que cubro profissionalmente, cinco longos anos após o rumo que desde pequeno quis dar à vida, apagando lembranças que tanto senti e que hoje não são mais que isso, meras lembranças, árduas de florescerem, até as primeiras vezes que, sim, até posso esquecer, o primeiro salário, o primeiro GP do Brasil, a primeira entrevista, a primeira viagem, o primeiro furo, a primeira grande cagada, o primeiro aumento, o primeiro jabá, a primeira temporada, a primeira mudança na equipe, a primeira ascensão de cargo, a primeira briga, o primeiro reconhecimento, a primeira morte.
Qüinqüênio depois, e se nem tudo, como tudo, ainda bem, não foi um mar de rosas, sorrio por momento mais marcante, pelo momento em que vi meu único ídolo, pelas amizades e também pelas máscaras que foram despencando, pelo amadurecimento e pela consciência. De que tudo foi feito com a melhor das intenções e com o maior dos esforços, sem passar por cima de ninguém, principalmente.
Juntando tudo, cinco anos que me dão orgulho.
Era para estar entre o segundo e o terceiro sono, mas à frente está a TV, Roger Federer sacando para o set no jogo em VT, no colo, o laptop, à esquerda, a bolacha recheada que restou e a vontade de escrever.
Depois que vi o blog do FG, pus a memória para trabalhar, e ela me advertiu que também deveria comemorar algo. O 3 de abril foi o ato final de uma das mais conscientes decisões que tomei em minha vida: a de deixar os cinco meses de banco, a rotina e a chatice do mundo corporativo e financeiro e aceitar o emprego "full-time" no Grande Prêmio, onde já fazia bicos, também por conta do então "colega" de trabalho, aos finais de de semana desde fevereiro.
Fizeram uma despedida para mim na agência, a esfiha e os salgados sempre encomendados pela Bete, o discurso com voz um pouco embargada pelos laços que havia criado, as palavras que já eram ácidas para quem eu não gostava, e a retribuição com o olhar torto, o agradecimento aos seguranças, às faxineiras, às telefonistas e aos cozinheiros, à página que se virava.
Os dois dias seguintes eram os primeiros em dois meses que tinha conseguido uma folga. Tinha o GP do Brasil naquele final de semana, e no site, um outro funcionário e Rodrigo Borges cobriam com Gomes em Interlagos aquele caos de corrida que na pista deram vitória a Kimi Raikkonen e dias depois, a Giancarlo Fisichella.
Por causa do italiano naquele dia, aliás, quase perdi o emprego pela seqüência de erros que vinha cometendo em textos, ou que a mim caía a culpa — tempos depois, o fato repetiu-se com RB, e uma mudança de senha trouxe a resposta da, digamos, sabotagem gramatical que sofremos. Chorei preocupado, até, e se o medo de uma demissão chegou a se fazer presente, nunca o arrependimento bateu pela escolha que hoje classifico como imprescindível, no mínimo. Arrependimento é ainda uma palavra que nunca figurou no meu modus operandi.
E o tempo, tantas vezes já discorri sobre este velho-de-guerra, cada vez mais rápido, como o meio que cubro profissionalmente, cinco longos anos após o rumo que desde pequeno quis dar à vida, apagando lembranças que tanto senti e que hoje não são mais que isso, meras lembranças, árduas de florescerem, até as primeiras vezes que, sim, até posso esquecer, o primeiro salário, o primeiro GP do Brasil, a primeira entrevista, a primeira viagem, o primeiro furo, a primeira grande cagada, o primeiro aumento, o primeiro jabá, a primeira temporada, a primeira mudança na equipe, a primeira ascensão de cargo, a primeira briga, o primeiro reconhecimento, a primeira morte.
Qüinqüênio depois, e se nem tudo, como tudo, ainda bem, não foi um mar de rosas, sorrio por momento mais marcante, pelo momento em que vi meu único ídolo, pelas amizades e também pelas máscaras que foram despencando, pelo amadurecimento e pela consciência. De que tudo foi feito com a melhor das intenções e com o maior dos esforços, sem passar por cima de ninguém, principalmente.
Acompanhei o Arena SporTV esses dias todos, menos ontem, e não vi comentário algum sobre o caso de Max Mosley. Lito Cavalcanti e Claudio Carsughi, nos cinco minutos que têm direito à falar de F-1, debatem com Cleber Machado o que Michael Schumacher falou sobre Felipe Massa, "não pode cometer mais erros", e sobre o retrospecto do brasileiro no Bahrein.
Não creio que acontecerá o mesmo durante a transmissão da RG na classificação e na corrida. Aliás, prefiro não crer nisso. E seria inexplicável não mencionar um assunto que, indiretamente, foi assumido pelo seu autor e que pode levá-lo a deixar o cargo mais pela pressão alheia do que sua vontade. Até porque, se isso acontecesse, seria no mínimo patético tratar absolutamente do nada o caso sem nenhum "prévio aviso".
Alguém viu algo sobre Mosley na RG e noticiário de suas TVs a cabo?
Acompanhei o Arena SporTV esses dias todos, menos ontem, e não vi comentário algum sobre o caso de Max Mosley. Lito Cavalcanti e Claudio Carsughi, nos cinco minutos que têm direito à falar de F-1, debatem com Cleber Machado o que Michael Schumacher falou sobre Felipe Massa, "não pode cometer mais erros", e sobre o retrospecto do brasileiro no Bahrein.
Não creio que acontecerá o mesmo durante a transmissão da RG na classificação e na corrida. Aliás, prefiro não crer nisso. E seria inexplicável não mencionar um assunto que, indiretamente, foi assumido pelo seu autor e que pode levá-lo a deixar o cargo mais pela pressão alheia do que sua vontade. Até porque, se isso acontecesse, seria no mínimo patético tratar absolutamente do nada o caso sem nenhum "prévio aviso".
Alguém viu algo sobre Mosley na RG e noticiário de suas TVs a cabo?
Acompanhei o Arena SporTV esses dias todos, menos ontem, e não vi comentário algum sobre o caso de Max Mosley. Lito Cavalcanti e Claudio Carsughi, nos cinco minutos que têm direito à falar de F-1, debatem com Cleber Machado o que Michael Schumacher falou sobre Felipe Massa, "não pode cometer mais erros", e sobre o retrospecto do brasileiro no Bahrein.
Não creio que acontecerá o mesmo durante a transmissão da RG na classificação e na corrida. Aliás, prefiro não crer nisso. E seria inexplicável não mencionar um assunto que, indiretamente, foi assumido pelo seu autor e que pode levá-lo a deixar o cargo mais pela pressão alheia do que sua vontade. Até porque, se isso acontecesse, seria no mínimo patético tratar absolutamente do nada o caso sem nenhum "prévio aviso".
Alguém viu algo sobre Mosley na RG e noticiário de suas TVs a cabo?
Estou cá ao lado de Wagner Gonzalez, o ex-assessor da FIA, de Max Mosley, o senhor que confessou os atos sados e Milton Alves, agora funcionário da empresa de WG. O evento de apresentação da Officer para a temporada 2008 acontece no Transamérica Expo.
E que ânus chegar aqui.
Não dá para trafegar mais em São Paulo, definitivamente. Um metrô, um ônibus e um táxi. E não seria muito diferente se eu estivesse de carro. Cheguei quase uma hora atrasado à coletiva que Luiz Felipe Scolari, não vi o técnico de Portugal. Meu nome não estava na lista, demoraram para me cadastrar, entrei, vi alguns acepipes, a maioria pequenos e ligeiramente insossos, achei a sala de imprensa.
Cá estou.
Seis e pouco da tarde, o carro ainda está para ser apresentado. Conversa vai e quase não vem. Bruno Terena foi lá se preparar para as fotos. Só vejo água, e mais nada, para molhar o bico.
Cá estou.
E de cá sair será mais um longo inferno.
Coisas que só São Paulo pode fazer por nós todos.
Estou cá ao lado de Wagner Gonzalez, o ex-assessor da FIA, de Max Mosley, o senhor que confessou os atos sados e Milton Alves, agora funcionário da empresa de WG. O evento de apresentação da Officer para a temporada 2008 acontece no Transamérica Expo.
E que ânus chegar aqui.
Não dá para trafegar mais em São Paulo, definitivamente. Um metrô, um ônibus e um táxi. E não seria muito diferente se eu estivesse de carro. Cheguei quase uma hora atrasado à coletiva que Luiz Felipe Scolari, não vi o técnico de Portugal. Meu nome não estava na lista, demoraram para me cadastrar, entrei, vi alguns acepipes, a maioria pequenos e ligeiramente insossos, achei a sala de imprensa.
Cá estou.
Seis e pouco da tarde, o carro ainda está para ser apresentado. Conversa vai e quase não vem. Bruno Terena foi lá se preparar para as fotos. Só vejo água, e mais nada, para molhar o bico.
Cá estou.
E de cá sair será mais um longo inferno.
Coisas que só São Paulo pode fazer por nós todos.
Estou cá ao lado de Wagner Gonzalez, o ex-assessor da FIA, de Max Mosley, o senhor que confessou os atos sados e Milton Alves, agora funcionário da empresa de WG. O evento de apresentação da Officer para a temporada 2008 acontece no Transamérica Expo.
E que ânus chegar aqui.
Não dá para trafegar mais em São Paulo, definitivamente. Um metrô, um ônibus e um táxi. E não seria muito diferente se eu estivesse de carro. Cheguei quase uma hora atrasado à coletiva que Luiz Felipe Scolari, não vi o técnico de Portugal. Meu nome não estava na lista, demoraram para me cadastrar, entrei, vi alguns acepipes, a maioria pequenos e ligeiramente insossos, achei a sala de imprensa.
Cá estou.
Seis e pouco da tarde, o carro ainda está para ser apresentado. Conversa vai e quase não vem. Bruno Terena foi lá se preparar para as fotos. Só vejo água, e mais nada, para molhar o bico.
Francisco Luz me informou lá do Sul que Glauce Schütz e Cacá Rabello estavam em polvorosa para tentar saber de quem se trata. "Bah, me fala quem é...", diziam.
Ah, aquele par de vasos tão belos...
Ficaram loucas sem as dicas dos últimos dias.
Por enquanto, posso dizer que o piloto Y, o substituto, não está correndo em nenhuma categoria.
Entendam bem a frase.
A dica acima é melhor que a pista dez.
Francisco Luz me informou lá do Sul que Glauce Schütz e Cacá Rabello estavam em polvorosa para tentar saber de quem se trata. "Bah, me fala quem é...", diziam.
Ah, aquele par de vasos tão belos...
Ficaram loucas sem as dicas dos últimos dias.
Por enquanto, posso dizer que o piloto Y, o substituto, não está correndo em nenhuma categoria.
Entendam bem a frase.
A dica acima é melhor que a pista dez.
Francisco Luz me informou lá do Sul que Glauce Schütz e Cacá Rabello estavam em polvorosa para tentar saber de quem se trata. "Bah, me fala quem é...", diziam.
Ah, aquele par de vasos tão belos...
Ficaram loucas sem as dicas dos últimos dias.
Por enquanto, posso dizer que o piloto Y, o substituto, não está correndo em nenhuma categoria.
Informa-me fonte confiável que a Band comemorou o resultado no Ibope da primeira prova do campeonato, o GP de Miami. A corrida do sábado à noite deu 5 pontos de pico — a média foi de 3.
Informa-me fonte confiável que a Band comemorou o resultado no Ibope da primeira prova do campeonato, o GP de Miami. A corrida do sábado à noite deu 5 pontos de pico — a média foi de 3.
Informa-me fonte confiável que a Band comemorou o resultado no Ibope da primeira prova do campeonato, o GP de Miami. A corrida do sábado à noite deu 5 pontos de pico — a média foi de 3.