Comentários e conseqüências

Abro dizendo que os caros internautas estão bem de palpite.

Fecho completando sobre dois outros fatos de Nelsinho Piquet: 1) o pai comentou com amigos que o filho está se dando muito mal, não exatamente nestes termos. Disse que a obrigação de Nelsinho era terminar as corridas, e que nem isso estava fazendo. Piquet só chegou ao fim de duas das seis etapas disputadas; 2) uma pessoa ligada ao grupo de trabalho de Nelsinho entrou em contato tão logo a matéria foi publicada no Grande Prêmio hoje. Em nenhum momento negou a info.



Abro dizendo que os caros internautas estão bem de palpite.

Fecho completando sobre dois outros fatos de Nelsinho Piquet: 1) o pai comentou com amigos que o filho está se dando muito mal, não exatamente nestes termos. Disse que a obrigação de Nelsinho era terminar as corridas, e que nem isso estava fazendo. Piquet só chegou ao fim de duas das seis etapas disputadas; 2) uma pessoa ligada ao grupo de trabalho de Nelsinho entrou em contato tão logo a matéria foi publicada no Grande Prêmio hoje. Em nenhum momento negou a info.



Abro dizendo que os caros internautas estão bem de palpite.

Fecho completando sobre dois outros fatos de Nelsinho Piquet: 1) o pai comentou com amigos que o filho está se dando muito mal, não exatamente nestes termos. Disse que a obrigação de Nelsinho era terminar as corridas, e que nem isso estava fazendo. Piquet só chegou ao fim de duas das seis etapas disputadas; 2) uma pessoa ligada ao grupo de trabalho de Nelsinho entrou em contato tão logo a matéria foi publicada no Grande Prêmio hoje. Em nenhum momento negou a info.



Pataquada de Vitonez às 13h42
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Nos mínimos detalhes

Só para "desvendar" o mistério: são duas histórias paralelas: um dos pilotos deixa a Williams no fim da temporada e um brasileiro, que vocês bem sabem qual, vai fazer a alegria da RG, não no lugar vago do time da gasolina brasileira. 

Só para "desvendar" o mistério: são duas histórias paralelas: um dos pilotos deixa a Williams no fim da temporada e um brasileiro, que vocês bem sabem qual, vai fazer a alegria da RG, não no lugar vago do time da gasolina brasileira. 

Só para "desvendar" o mistério: são duas histórias paralelas: um dos pilotos deixa a Williams no fim da temporada e um brasileiro, que vocês bem sabem qual, vai fazer a alegria da RG, não no lugar vago do time da gasolina brasileira. 

Pataquada de Vitonez às 23h29
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Até quando?

Começou novamente o tráfego de helicópteros aqui perto de casa. Bastaram mexer no vespeiro do caso Isabella para que a imprensa reacendesse a cobertura extensiva.

Tem um caso que soube hoje de manhã. Um casal de amigos estava no Guarujá e foi abordado por assaltantes, que os obrigaram a entrar no carro. O rapaz, em determinado momento, acabou se mexendo e um dos meliantes, pensando que se tratava de reação, atirou na perna dele. Perfurou a cabeça do fêmur. A moça também levou um tiro, de perfil. Tinha silicone, e os seios foram despedaçados.

Dez meses depois, ambos se recuperam com fisioterapia e muita força psicológica.

O caso é triste, tal, mas, pelamor!, é o único caso de crime, assassinato, terror no Brasil? O mal do Brasil se resume ao caso Isabella? E o policial que foi fuzilado, em Santo André se não me engano?

Paciência tem limite. Bom-senso, pelo jeito, não.



Começou novamente o tráfego de helicópteros aqui perto de casa. Bastaram mexer no vespeiro do caso Isabella para que a imprensa reacendesse a cobertura extensiva.

Tem um caso que soube hoje de manhã. Um casal de amigos estava no Guarujá e foi abordado por assaltantes, que os obrigaram a entrar no carro. O rapaz, em determinado momento, acabou se mexendo e um dos meliantes, pensando que se tratava de reação, atirou na perna dele. Perfurou a cabeça do fêmur. A moça também levou um tiro, de perfil. Tinha silicone, e os seios foram despedaçados.

Dez meses depois, ambos se recuperam com fisioterapia e muita força psicológica.

O caso é triste, tal, mas, pelamor!, é o único caso de crime, assassinato, terror no Brasil? O mal do Brasil se resume ao caso Isabella? E o policial que foi fuzilado, em Santo André se não me engano?

Paciência tem limite. Bom-senso, pelo jeito, não.



Começou novamente o tráfego de helicópteros aqui perto de casa. Bastaram mexer no vespeiro do caso Isabella para que a imprensa reacendesse a cobertura extensiva.

Tem um caso que soube hoje de manhã. Um casal de amigos estava no Guarujá e foi abordado por assaltantes, que os obrigaram a entrar no carro. O rapaz, em determinado momento, acabou se mexendo e um dos meliantes, pensando que se tratava de reação, atirou na perna dele. Perfurou a cabeça do fêmur. A moça também levou um tiro, de perfil. Tinha silicone, e os seios foram despedaçados.

Dez meses depois, ambos se recuperam com fisioterapia e muita força psicológica.

O caso é triste, tal, mas, pelamor!, é o único caso de crime, assassinato, terror no Brasil? O mal do Brasil se resume ao caso Isabella? E o policial que foi fuzilado, em Santo André se não me engano?

Paciência tem limite. Bom-senso, pelo jeito, não.



Pataquada de Vitonez às 14h31
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Mais quentinhas da F-1

Revelou-me grandiosa fonte de saber na manhã desta quarta-feira que a Williams tem uma vaga aberta para o ano que vem.

Também falou mais coisas. Para o Brasil-sil-sil, o Tema da Vitória, o ufanismo — e se preparem, porque 2009 será mais difícil ainda de agüentar —, ótimas.



Revelou-me grandiosa fonte de saber na manhã desta quarta-feira que a Williams tem uma vaga aberta para o ano que vem.

Também falou mais coisas. Para o Brasil-sil-sil, o Tema da Vitória, o ufanismo — e se preparem, porque 2009 será mais difícil ainda de agüentar —, ótimas.



Revelou-me grandiosa fonte de saber na manhã desta quarta-feira que a Williams tem uma vaga aberta para o ano que vem.

Também falou mais coisas. Para o Brasil-sil-sil, o Tema da Vitória, o ufanismo — e se preparem, porque 2009 será mais difícil ainda de agüentar —, ótimas.



Pataquada de Vitonez às 13h01
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Vitinho? Argh!, pelo próprio

Hoje o dia está bom de infos. Essa é menos caliente.

Vitor Meira, tem algum tempo, pediu pessoalmente para Luciano do Valle não o chamar de "Vitinho" nas narrações. Simplesmente porque ele odeia.

Não tive paciência para contar quantas vezes aconteceu isso durante as 500 Milhas de Indianápolis. Até porque baixei o som e ouvi a narração do site da Indy.



Hoje o dia está bom de infos. Essa é menos caliente.

Vitor Meira, tem algum tempo, pediu pessoalmente para Luciano do Valle não o chamar de "Vitinho" nas narrações. Simplesmente porque ele odeia.

Não tive paciência para contar quantas vezes aconteceu isso durante as 500 Milhas de Indianápolis. Até porque baixei o som e ouvi a narração do site da Indy.



Hoje o dia está bom de infos. Essa é menos caliente.

Vitor Meira, tem algum tempo, pediu pessoalmente para Luciano do Valle não o chamar de "Vitinho" nas narrações. Simplesmente porque ele odeia.

Não tive paciência para contar quantas vezes aconteceu isso durante as 500 Milhas de Indianápolis. Até porque baixei o som e ouvi a narração do site da Indy.



Pataquada de Vitonez às 15h25
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Japonês no lugar de brasileiro. Deve ser

O assunto Piquet-Barrichello rendeu. Bastante. Uma segunda fonte, muitíssimo ligada com o caso, falou com o Blog Victal há pouco.

Seguinte: a Nelsinho foi dado, sim, um ultimato de duas provas, e não três, como os boatos apontam. Se fosse por Flavio Briatore, o rapaz "que só passeia", como o filho do tricampeão tem sido tratado, a demissão já estava consumada.

Ninguém na Renault espera ou coloca um euro furado que Nelsinho se salve no Canadá e na França. Já está tudo acertado para que Takuma Sato seja seu substituto. Até porque Piquet falhou no primeiro "aviso" de que estava correndo sob olhares mais atentos.

Acrescente-se que há mais três ou quatro pessoas que dizem se tratar de um castigo para Piquet por tudo que "conseguiu" ao longo da carreira. Falam até que antes de chegar na GP2, comprou um carro de World Series e mandou — não propriamente Nelsinho — que fosse montado nos moldes da categoria de acesso da F-1. E quando nela corria, os pilotos rivais sabiam que o brasileiro nascido na Alemanha treinava secretamente em pistas alternativas, além de alguns métodos para ter motores novos nas provas.

A Renault não quer ascender Lucas Di Grassi para poupar o piloto que vem apoiando há várias temporadas. Muito porque o vice-campeão da GP2 só participou de três dias de testes neste ano — 12 e 14 de março em Jerez e em 14 de maio, data linda e bela, em Paul Ricard.

Sobre Barrichello, esta fonte afirmou o seguinte: é improvável que deixe a Honda; se acontecer, Sato corre em seu lugar e Romain Grosjean, que tem sido bastante ajudado, se é que me entendem, para ganhar a GP2 neste ano, vai guiar o carro número 6 na F-1. Mas a informação é de que a montadora japonesa acha importante manter o paulista, até porque vão considerar sua opinião sobre quem deve substituí-lo.



O assunto Piquet-Barrichello rendeu. Bastante. Uma segunda fonte, muitíssimo ligada com o caso, falou com o Blog Victal há pouco.

Seguinte: a Nelsinho foi dado, sim, um ultimato de duas provas, e não três, como os boatos apontam. Se fosse por Flavio Briatore, o rapaz "que só passeia", como o filho do tricampeão tem sido tratado, a demissão já estava consumada.

Ninguém na Renault espera ou coloca um euro furado que Nelsinho se salve no Canadá e na França. Já está tudo acertado para que Takuma Sato seja seu substituto. Até porque Piquet falhou no primeiro "aviso" de que estava correndo sob olhares mais atentos.

Acrescente-se que há mais três ou quatro pessoas que dizem se tratar de um castigo para Piquet por tudo que "conseguiu" ao longo da carreira. Falam até que antes de chegar na GP2, comprou um carro de World Series e mandou — não propriamente Nelsinho — que fosse montado nos moldes da categoria de acesso da F-1. E quando nela corria, os pilotos rivais sabiam que o brasileiro nascido na Alemanha treinava secretamente em pistas alternativas, além de alguns métodos para ter motores novos nas provas.

A Renault não quer ascender Lucas Di Grassi para poupar o piloto que vem apoiando há várias temporadas. Muito porque o vice-campeão da GP2 só participou de três dias de testes neste ano — 12 e 14 de março em Jerez e em 14 de maio, data linda e bela, em Paul Ricard.

Sobre Barrichello, esta fonte afirmou o seguinte: é improvável que deixe a Honda; se acontecer, Sato corre em seu lugar e Romain Grosjean, que tem sido bastante ajudado, se é que me entendem, para ganhar a GP2 neste ano, vai guiar o carro número 6 na F-1. Mas a informação é de que a montadora japonesa acha importante manter o paulista, até porque vão considerar sua opinião sobre quem deve substituí-lo.



O assunto Piquet-Barrichello rendeu. Bastante. Uma segunda fonte, muitíssimo ligada com o caso, falou com o Blog Victal há pouco.

Seguinte: a Nelsinho foi dado, sim, um ultimato de duas provas, e não três, como os boatos apontam. Se fosse por Flavio Briatore, o rapaz "que só passeia", como o filho do tricampeão tem sido tratado, a demissão já estava consumada.

Ninguém na Renault espera ou coloca um euro furado que Nelsinho se salve no Canadá e na França. Já está tudo acertado para que Takuma Sato seja seu substituto. Até porque Piquet falhou no primeiro "aviso" de que estava correndo sob olhares mais atentos.

Acrescente-se que há mais três ou quatro pessoas que dizem se tratar de um castigo para Piquet por tudo que "conseguiu" ao longo da carreira. Falam até que antes de chegar na GP2, comprou um carro de World Series e mandou — não propriamente Nelsinho — que fosse montado nos moldes da categoria de acesso da F-1. E quando nela corria, os pilotos rivais sabiam que o brasileiro nascido na Alemanha treinava secretamente em pistas alternativas, além de alguns métodos para ter motores novos nas provas.

A Renault não quer ascender Lucas Di Grassi para poupar o piloto que vem apoiando há várias temporadas. Muito porque o vice-campeão da GP2 só participou de três dias de testes neste ano — 12 e 14 de março em Jerez e em 14 de maio, data linda e bela, em Paul Ricard.

Sobre Barrichello, esta fonte afirmou o seguinte: é improvável que deixe a Honda; se acontecer, Sato corre em seu lugar e Romain Grosjean, que tem sido bastante ajudado, se é que me entendem, para ganhar a GP2 neste ano, vai guiar o carro número 6 na F-1. Mas a informação é de que a montadora japonesa acha importante manter o paulista, até porque vão considerar sua opinião sobre quem deve substituí-lo.



Pataquada de Vitonez às 13h18
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Brasileiro no lugar de brasileiro. Não?

Dias atrás, escrevi aqui no blog sobre o que poderia mudar na F-1 em relação aos brasileiros. É claro que um todos acertaram; o outro, não. Depois do resultado de ontem em Mônaco, aquele que os internautas deram tiro certeiro está cada vez mais na berlinda; já o segundo, que teve bom desempenho, pode ter ganhado sobrevida.

Esperei uma semana a partir do momento em que recebi a informação, entrei em contato com as assessorias e pedi umas palavras dos pilotos em perguntas diretas. A do primeiro respondeu que "ele não fala em semana de corrrida"; a do segundo disse que encaminhou um e-mail e que assim que tivesse a resposta, repassaria.

Hoje, ao porta-voz do primeiro piloto, repliquei com um "agora que a semana de corrida já passou, ele pode responder?".

Eis o texto como ele estava, na série dos boatos que rolam com intensidade, apenas com mudanças em áreas em que são citados períodos de tempo para melhor compreensão.

Nelsinho tem duas provas; Barrichello o substitui
 
Já não é assunto sigiloso entre as paredes da Honda que 1) Rubens Barrichello faz uma temporada aquém do que a montadora esperava e que 2) faz-se necessário encontrar um lugar para Takuma Sato na F-1. E para que os dois pilotos ou não fiquem no prejuízo ou saiam contentes, o desempenho, no caso ruim, de Nelsinho Piquet é determinante.

A revista "AutoHebdo" contou semanas atrás que é possível um teste de Sato na Renault, em que seria avaliado numa espécie de "vestibular" com o francês Romain Grosjean, segundo piloto de testes do time. O Blog Victal ouviu de uma fonte que a idéia da Honda é, na verdade, utilizar-se de Sato, no caso no lugar de Barrichello. Mas para não deixar o brasileiro na mão e a pé, a substituição só teria base se Piquet não der sinais de evolução nos GPs de Mônaco e do Canadá. Porque é o ultimato que a Renault teria dado a Nelsinho.

Barrichello não termina um GP entre os oito primeiros desde 2006. Quando teve a grande oportunidade para desencantar, na Austrália, foi avisado para entrar nos pits em período de safety-car na pista, deixou-os quando a saída não era permitida, tomou um drive-through pela primeira falta e depois desclassificação por desobediência ao sinal vermelho. Se tinha chance remota na Malásia, esvaiu-se por conta de nova punição — agora por excesso de velocidade nos pits. No Bahrein, um 11º lugar, na Turquia um 14º e na Espanha um acidente, novamente nos boxes, com Giancarlo Fisichella, forçando-o a abandonar. E o companheiro Jenson Button completando a corrida em sexto.

Já Nelsinho só teve átimos de competição com o companheiro Fernando Alonso nos treinos em Sakhir. Na corrida, foi lá para trás. Por duas vezes mal passou da primeira fase do treino classificatório — Austrália e Turquia, em outras duas sofreu acidentes — novamente na prova sediada em Melbourne e na Espanha. Em Istambul, enquanto Alonso chegou solidamente em sexto, Piquet só apareceu bem ao fazer uma ultrapassagem sobre Button, acabando em 15º, só à frente da Force India de Adrian Sutil e da STR de Sebastian Vettel.

Steve Nielsen, gerente da área esportiva da Renault, também dias atrás, foi claro à agência "Reuters": "Ele [Piquet] precisa passar a mostrar algo de bom, e o mais rápido possível. A F-1 é um negócio que exige muito, e quem não mostra resultados só tem um caminho a seguir". Flavio Briatore, o chefe, já tem no histórico uma demissão de piloto: Jarno Trulli, que venceu corrida naquele ano, no fim da temporada de 2004. Jacques Villeneuve disputou as últimas três provas daquele ano como companheiro de Alonso, sem êxito algum.
 
Nelsinho diz que vai fazer "tudo como de costume" em Monte Carlo. Se assim agir, o novato brasileiro corre grande risco de a partir do GP da França, casa da Renault, ver seu lugar tomado pelo decano compatriota da categoria.
 
Barrichello terminou o GP de Mônaco em sexto, fazendo seus primeiros pontos desde 2006; Nelsinho não agüentou os pneus de pista seca na pista úmida e ficou pela Sainte Dévote. "Foi decepcionante", definiu Briatore.


Dias atrás, escrevi aqui no blog sobre o que poderia mudar na F-1 em relação aos brasileiros. É claro que um todos acertaram; o outro, não. Depois do resultado de ontem em Mônaco, aquele que os internautas deram tiro certeiro está cada vez mais na berlinda; já o segundo, que teve bom desempenho, pode ter ganhado sobrevida.

Esperei uma semana a partir do momento em que recebi a informação, entrei em contato com as assessorias e pedi umas palavras dos pilotos em perguntas diretas. A do primeiro respondeu que "ele não fala em semana de corrrida"; a do segundo disse que encaminhou um e-mail e que assim que tivesse a resposta, repassaria.

Hoje, ao porta-voz do primeiro piloto, repliquei com um "agora que a semana de corrida já passou, ele pode responder?".

Eis o texto como ele estava, na série dos boatos que rolam com intensidade, apenas com mudanças em áreas em que são citados períodos de tempo para melhor compreensão.

Nelsinho tem duas provas; Barrichello o substitui
 
Já não é assunto sigiloso entre as paredes da Honda que 1) Rubens Barrichello faz uma temporada aquém do que a montadora esperava e que 2) faz-se necessário encontrar um lugar para Takuma Sato na F-1. E para que os dois pilotos ou não fiquem no prejuízo ou saiam contentes, o desempenho, no caso ruim, de Nelsinho Piquet é determinante.

A revista "AutoHebdo" contou semanas atrás que é possível um teste de Sato na Renault, em que seria avaliado numa espécie de "vestibular" com o francês Romain Grosjean, segundo piloto de testes do time. O Blog Victal ouviu de uma fonte que a idéia da Honda é, na verdade, utilizar-se de Sato, no caso no lugar de Barrichello. Mas para não deixar o brasileiro na mão e a pé, a substituição só teria base se Piquet não der sinais de evolução nos GPs de Mônaco e do Canadá. Porque é o ultimato que a Renault teria dado a Nelsinho.

Barrichello não termina um GP entre os oito primeiros desde 2006. Quando teve a grande oportunidade para desencantar, na Austrália, foi avisado para entrar nos pits em período de safety-car na pista, deixou-os quando a saída não era permitida, tomou um drive-through pela primeira falta e depois desclassificação por desobediência ao sinal vermelho. Se tinha chance remota na Malásia, esvaiu-se por conta de nova punição — agora por excesso de velocidade nos pits. No Bahrein, um 11º lugar, na Turquia um 14º e na Espanha um acidente, novamente nos boxes, com Giancarlo Fisichella, forçando-o a abandonar. E o companheiro Jenson Button completando a corrida em sexto.

Já Nelsinho só teve átimos de competição com o companheiro Fernando Alonso nos treinos em Sakhir. Na corrida, foi lá para trás. Por duas vezes mal passou da primeira fase do treino classificatório — Austrália e Turquia, em outras duas sofreu acidentes — novamente na prova sediada em Melbourne e na Espanha. Em Istambul, enquanto Alonso chegou solidamente em sexto, Piquet só apareceu bem ao fazer uma ultrapassagem sobre Button, acabando em 15º, só à frente da Force India de Adrian Sutil e da STR de Sebastian Vettel.

Steve Nielsen, gerente da área esportiva da Renault, também dias atrás, foi claro à agência "Reuters": "Ele [Piquet] precisa passar a mostrar algo de bom, e o mais rápido possível. A F-1 é um negócio que exige muito, e quem não mostra resultados só tem um caminho a seguir". Flavio Briatore, o chefe, já tem no histórico uma demissão de piloto: Jarno Trulli, que venceu corrida naquele ano, no fim da temporada de 2004. Jacques Villeneuve disputou as últimas três provas daquele ano como companheiro de Alonso, sem êxito algum.
 
Nelsinho diz que vai fazer "tudo como de costume" em Monte Carlo. Se assim agir, o novato brasileiro corre grande risco de a partir do GP da França, casa da Renault, ver seu lugar tomado pelo decano compatriota da categoria.
 
Barrichello terminou o GP de Mônaco em sexto, fazendo seus primeiros pontos desde 2006; Nelsinho não agüentou os pneus de pista seca na pista úmida e ficou pela Sainte Dévote. "Foi decepcionante", definiu Briatore.


Dias atrás, escrevi aqui no blog sobre o que poderia mudar na F-1 em relação aos brasileiros. É claro que um todos acertaram; o outro, não. Depois do resultado de ontem em Mônaco, aquele que os internautas deram tiro certeiro está cada vez mais na berlinda; já o segundo, que teve bom desempenho, pode ter ganhado sobrevida.

Esperei uma semana a partir do momento em que recebi a informação, entrei em contato com as assessorias e pedi umas palavras dos pilotos em perguntas diretas. A do primeiro respondeu que "ele não fala em semana de corrrida"; a do segundo disse que encaminhou um e-mail e que assim que tivesse a resposta, repassaria.

Hoje, ao porta-voz do primeiro piloto, repliquei com um "agora que a semana de corrida já passou, ele pode responder?".

Eis o texto como ele estava, na série dos boatos que rolam com intensidade, apenas com mudanças em áreas em que são citados períodos de tempo para melhor compreensão.

Nelsinho tem duas provas; Barrichello o substitui
 
Já não é assunto sigiloso entre as paredes da Honda que 1) Rubens Barrichello faz uma temporada aquém do que a montadora esperava e que 2) faz-se necessário encontrar um lugar para Takuma Sato na F-1. E para que os dois pilotos ou não fiquem no prejuízo ou saiam contentes, o desempenho, no caso ruim, de Nelsinho Piquet é determinante.

A revista "AutoHebdo" contou semanas atrás que é possível um teste de Sato na Renault, em que seria avaliado numa espécie de "vestibular" com o francês Romain Grosjean, segundo piloto de testes do time. O Blog Victal ouviu de uma fonte que a idéia da Honda é, na verdade, utilizar-se de Sato, no caso no lugar de Barrichello. Mas para não deixar o brasileiro na mão e a pé, a substituição só teria base se Piquet não der sinais de evolução nos GPs de Mônaco e do Canadá. Porque é o ultimato que a Renault teria dado a Nelsinho.

Barrichello não termina um GP entre os oito primeiros desde 2006. Quando teve a grande oportunidade para desencantar, na Austrália, foi avisado para entrar nos pits em período de safety-car na pista, deixou-os quando a saída não era permitida, tomou um drive-through pela primeira falta e depois desclassificação por desobediência ao sinal vermelho. Se tinha chance remota na Malásia, esvaiu-se por conta de nova punição — agora por excesso de velocidade nos pits. No Bahrein, um 11º lugar, na Turquia um 14º e na Espanha um acidente, novamente nos boxes, com Giancarlo Fisichella, forçando-o a abandonar. E o companheiro Jenson Button completando a corrida em sexto.

Já Nelsinho só teve átimos de competição com o companheiro Fernando Alonso nos treinos em Sakhir. Na corrida, foi lá para trás. Por duas vezes mal passou da primeira fase do treino classificatório — Austrália e Turquia, em outras duas sofreu acidentes — novamente na prova sediada em Melbourne e na Espanha. Em Istambul, enquanto Alonso chegou solidamente em sexto, Piquet só apareceu bem ao fazer uma ultrapassagem sobre Button, acabando em 15º, só à frente da Force India de Adrian Sutil e da STR de Sebastian Vettel.

Steve Nielsen, gerente da área esportiva da Renault, também dias atrás, foi claro à agência "Reuters": "Ele [Piquet] precisa passar a mostrar algo de bom, e o mais rápido possível. A F-1 é um negócio que exige muito, e quem não mostra resultados só tem um caminho a seguir". Flavio Briatore, o chefe, já tem no histórico uma demissão de piloto: Jarno Trulli, que venceu corrida naquele ano, no fim da temporada de 2004. Jacques Villeneuve disputou as últimas três provas daquele ano como companheiro de Alonso, sem êxito algum.
 
Nelsinho diz que vai fazer "tudo como de costume" em Monte Carlo. Se assim agir, o novato brasileiro corre grande risco de a partir do GP da França, casa da Renault, ver seu lugar tomado pelo decano compatriota da categoria.
 
Barrichello terminou o GP de Mônaco em sexto, fazendo seus primeiros pontos desde 2006; Nelsinho não agüentou os pneus de pista seca na pista úmida e ficou pela Sainte Dévote. "Foi decepcionante", definiu Briatore.


Pataquada de Vitonez às 11h09
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Sutil e o brusco fim

A gente não ganha nada, vê que está cada vez mais que o esporte está robótico, mas ainda é capaz de ter alguma emoção com o automobilismo.

Foi com um soco na parede e um tapa no peitoril da janela que reagi pelo acidente de Kimi Raikkonen em Adrian Sutil. E de no mínimo engolir para disfarçar a dor mútua de ver que o pequeno que tem a chance de ser grande por um dia, como se houvesse esfregado a lâmpada, e que o desejo tinha fim programado e não seria dos mais felizes.

Sutil não vinha bem, e Mike Gascoyne já pensava em trocá-lo, provavelmente por Vitantonio Liuzzi. A seqüência de voltas rápidas, o desempenho sólido, não ter cometido um erro sequer. Tudo por causa de um cara que é campeão do mundo, parecia caminhar tranqüilo para conquistar o bicampeonato, mas vem atuando como Lewis Hamilton se comportou na China e no Brasil no ano passado, fazia uma prova ridícula e teve como "prêmio" o primeiro dos lugares que não dão ponto.

Hoje eu me permiti xingar todas as gerações finlandesas e lamentei demais ao ver a cena primeiro do desespero de Sutil ainda no cockpit, segundo pelos mecânicos e terceiro, e principalmente, por a cabeça apoiada no balcão e o choro incontido.

Na corrida que vem volta tudo ao normal, provavelmente. Mas isso ainda serve para mostrar que, como diz a canção, ainda somos os mesmos.



A gente não ganha nada, vê que está cada vez mais que o esporte está robótico, mas ainda é capaz de ter alguma emoção com o automobilismo.

Foi com um soco na parede e um tapa no peitoril da janela que reagi pelo acidente de Kimi Raikkonen em Adrian Sutil. E de no mínimo engolir para disfarçar a dor mútua de ver que o pequeno que tem a chance de ser grande por um dia, como se houvesse esfregado a lâmpada, e que o desejo tinha fim programado e não seria dos mais felizes.

Sutil não vinha bem, e Mike Gascoyne já pensava em trocá-lo, provavelmente por Vitantonio Liuzzi. A seqüência de voltas rápidas, o desempenho sólido, não ter cometido um erro sequer. Tudo por causa de um cara que é campeão do mundo, parecia caminhar tranqüilo para conquistar o bicampeonato, mas vem atuando como Lewis Hamilton se comportou na China e no Brasil no ano passado, fazia uma prova ridícula e teve como "prêmio" o primeiro dos lugares que não dão ponto.

Hoje eu me permiti xingar todas as gerações finlandesas e lamentei demais ao ver a cena primeiro do desespero de Sutil ainda no cockpit, segundo pelos mecânicos e terceiro, e principalmente, por a cabeça apoiada no balcão e o choro incontido.

Na corrida que vem volta tudo ao normal, provavelmente. Mas isso ainda serve para mostrar que, como diz a canção, ainda somos os mesmos.



A gente não ganha nada, vê que está cada vez mais que o esporte está robótico, mas ainda é capaz de ter alguma emoção com o automobilismo.

Foi com um soco na parede e um tapa no peitoril da janela que reagi pelo acidente de Kimi Raikkonen em Adrian Sutil. E de no mínimo engolir para disfarçar a dor mútua de ver que o pequeno que tem a chance de ser grande por um dia, como se houvesse esfregado a lâmpada, e que o desejo tinha fim programado e não seria dos mais felizes.

Sutil não vinha bem, e Mike Gascoyne já pensava em trocá-lo, provavelmente por Vitantonio Liuzzi. A seqüência de voltas rápidas, o desempenho sólido, não ter cometido um erro sequer. Tudo por causa de um cara que é campeão do mundo, parecia caminhar tranqüilo para conquistar o bicampeonato, mas vem atuando como Lewis Hamilton se comportou na China e no Brasil no ano passado, fazia uma prova ridícula e teve como "prêmio" o primeiro dos lugares que não dão ponto.

Hoje eu me permiti xingar todas as gerações finlandesas e lamentei demais ao ver a cena primeiro do desespero de Sutil ainda no cockpit, segundo pelos mecânicos e terceiro, e principalmente, por a cabeça apoiada no balcão e o choro incontido.

Na corrida que vem volta tudo ao normal, provavelmente. Mas isso ainda serve para mostrar que, como diz a canção, ainda somos os mesmos.



Pataquada de Vitonez às 21h37
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Senna e o automobilismo

Dizem que coincidência não existe. Mas falar o que da vitória de Bruno Senna hoje, exatos 15 depois da última do tio Ayrton em Mônaco?

Vi a corrida toda e confesso que me surpreendi, tão-somente com o desempenho de Bruno, capaz de escapar com facilidade de Pastor Maldonado, deste tipo de piloto que se dá muitíssimo bem em um ou dois circuitos, como é o caso de Monte Carlo para o venezuelano.

Com as restrições devidas e as arestas aparadas, Senna pode ser talvez o último grande nome do automobilismo nacional que fará sucesso no País. Porque, vejam, quem desta safra dos últimos três anos conseguiu algo de importante lá fora? Por onde anda, por exemplo, Clemente Faria Jr., campeão da F-3 Sul-americana? O que o destino fez com Danilo Dirani? Por qual motivo, só agora, Bia Figueiredo começou a despontar, e não na Europa, mas, sim, nos EUA? E, claro, não se pode esquecer da importância que o sobrenome de Bruno lhe dá na carreira.

O automobilismo nacional vai bem mal das pernas, não é novidade. Mas é muito bom que todos, sem exceção, já estejam conscientes do processo de extinção que podemos sofrer.

Temos um mico-leão nas mãos. Não dourado, mas negro.



Dizem que coincidência não existe. Mas falar o que da vitória de Bruno Senna hoje, exatos 15 depois da última do tio Ayrton em Mônaco?

Vi a corrida toda e confesso que me surpreendi, tão-somente com o desempenho de Bruno, capaz de escapar com facilidade de Pastor Maldonado, deste tipo de piloto que se dá muitíssimo bem em um ou dois circuitos, como é o caso de Monte Carlo para o venezuelano.

Com as restrições devidas e as arestas aparadas, Senna pode ser talvez o último grande nome do automobilismo nacional que fará sucesso no País. Porque, vejam, quem desta safra dos últimos três anos conseguiu algo de importante lá fora? Por onde anda, por exemplo, Clemente Faria Jr., campeão da F-3 Sul-americana? O que o destino fez com Danilo Dirani? Por qual motivo, só agora, Bia Figueiredo começou a despontar, e não na Europa, mas, sim, nos EUA? E, claro, não se pode esquecer da importância que o sobrenome de Bruno lhe dá na carreira.

O automobilismo nacional vai bem mal das pernas, não é novidade. Mas é muito bom que todos, sem exceção, já estejam conscientes do processo de extinção que podemos sofrer.

Temos um mico-leão nas mãos. Não dourado, mas negro.



Dizem que coincidência não existe. Mas falar o que da vitória de Bruno Senna hoje, exatos 15 depois da última do tio Ayrton em Mônaco?

Vi a corrida toda e confesso que me surpreendi, tão-somente com o desempenho de Bruno, capaz de escapar com facilidade de Pastor Maldonado, deste tipo de piloto que se dá muitíssimo bem em um ou dois circuitos, como é o caso de Monte Carlo para o venezuelano.

Com as restrições devidas e as arestas aparadas, Senna pode ser talvez o último grande nome do automobilismo nacional que fará sucesso no País. Porque, vejam, quem desta safra dos últimos três anos conseguiu algo de importante lá fora? Por onde anda, por exemplo, Clemente Faria Jr., campeão da F-3 Sul-americana? O que o destino fez com Danilo Dirani? Por qual motivo, só agora, Bia Figueiredo começou a despontar, e não na Europa, mas, sim, nos EUA? E, claro, não se pode esquecer da importância que o sobrenome de Bruno lhe dá na carreira.

O automobilismo nacional vai bem mal das pernas, não é novidade. Mas é muito bom que todos, sem exceção, já estejam conscientes do processo de extinção que podemos sofrer.

Temos um mico-leão nas mãos. Não dourado, mas negro.



Pataquada de Vitonez às 17h09
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O doping e a história que não acaba aqui

Paulo Salustiano foi pego hoje no antidoping. O piloto e o pai dele confirmaram a mim na tarde de hoje que se trata da mesma substância que acusou o golpe em Romário, a finasterida, que é encontrada em produtos utilizados para prevenir a queda de cabelo.

Salustiano tem 24 anos e é quase calvo. O pai, idem. Disse que sofre deste problema há mais de três e que já fez implante.

O piloto, abatido e chateado, ainda deve sofrer muito mais do que as perdas das vitórias e os 30 dias, já cumpridos, de punição. A história corre em sigilo médico e judicial. Mas não vai acabar tão cedo.



Paulo Salustiano foi pego hoje no antidoping. O piloto e o pai dele confirmaram a mim na tarde de hoje que se trata da mesma substância que acusou o golpe em Romário, a finasterida, que é encontrada em produtos utilizados para prevenir a queda de cabelo.

Salustiano tem 24 anos e é quase calvo. O pai, idem. Disse que sofre deste problema há mais de três e que já fez implante.

O piloto, abatido e chateado, ainda deve sofrer muito mais do que as perdas das vitórias e os 30 dias, já cumpridos, de punição. A história corre em sigilo médico e judicial. Mas não vai acabar tão cedo.



Paulo Salustiano foi pego hoje no antidoping. O piloto e o pai dele confirmaram a mim na tarde de hoje que se trata da mesma substância que acusou o golpe em Romário, a finasterida, que é encontrada em produtos utilizados para prevenir a queda de cabelo.

Salustiano tem 24 anos e é quase calvo. O pai, idem. Disse que sofre deste problema há mais de três e que já fez implante.

O piloto, abatido e chateado, ainda deve sofrer muito mais do que as perdas das vitórias e os 30 dias, já cumpridos, de punição. A história corre em sigilo médico e judicial. Mas não vai acabar tão cedo.



Pataquada de Vitonez às 20h11
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Grande Prêmio ganha o iBest

Para divulgação imediata.

Martins: "Hoje me sinto completo"

SÃO PAULO, 20 de maio de 2008 — Há quase um mês e meio, talvez exatamente um mês e meio, eu escrevi em meu blog sobre meus cinco anos "fixos" no Grande Prêmio. Falava do orgulho e dos muitos bons momentos que já tive, da entrevista com Cristiano da Matta, do primeiro furo furado, das notícias exclusivas que se concretizaram, dos maus bocados, da osmose da morte, dos suspiros profundos nos finais dos longos dias de trabalho ciente de que o trabalho estava completo.

E hoje eu me sinto completo.

Ganhar um prêmio como o iBest é sobretudo averiguar que, se eu acho meu trabalho completo, muitas outras pessoas ao menos estão na mesma sintonia, tendem a pensar o mesmo. Mais, derrotar o gigantismo e a pluraridade esportiva da Globo e o poderio de quatro anos da ESPN Brasil é ainda mais gratificante. Não é uma vitória fácil, um empurrar de bêbado em ladeira. Não sinto, e envolvo todos os meus colegas de trabalho, que somos Davi contra Golias. Não somos pequenos. Mas nunca me senti tão grande. 

Tem mais de dois anos que me tornei editor-chefe do GP. E mal ou bem, às vezes de forma ríspida e enérgica, às vezes, e atualmente, mais calmo e tolerante (nem tanto, diriam eles...), o que procuro fazer é o melhor. Por saber o potencial do grupo e porque sou extremamente perfeccionista e exigente a ponto de querer o máximo, de sentir indiretamente um clima de competição, e saber que temos concorrência, e que precisamos sempre estar mais do que um passo à frente, e vejo que chegamos a um resultado.

Se estivesse neste momento com o troféu na mão, faria alguns agradecimentos. A Gomes, claro, que me deu a oportunidade de trabalhar; a Villeneuve, que foi o tema do texto que escrevi e que mandei a FG, e que resultou nisso; a Borges, que por muitas vezes foi um professor — ele não sabe disso, talvez nunca tenha dito, mas como foram validíssimos os anos de ensinamento com alguém tão fora-de-série como ele; a Arantes, que foi a primeira aposta que fiz, certeira; a Julyana, que virou a primeira cria, uma grande amiga e hoje, com seu teor santista aflorado, alça vôos muito maiores e merecidos; a Tuvuca e Mindu, vindos de um programa de seleção do qual tive prazer de fazer e de colher os resultados; a Vicaria, que sempre sonhou em estar no site e hoje, com competência, dele faz parte; a Evelyn, com seu peculiar jeito delicado, seu potencial, sua dedicação e sua paixão; a Marcus e Chico, a segunda safra do "vestibular" que criei, certezas de grandes profissionais e inteligências diferenciadas; a Capelli, Lava e Ico, que emprestaram ou emprestam suas qualidades, os três com suas loucuras e fascínios pelo automobilismo, e que por isso fizeram e fazem parte deste timaço.  

Sem voz eu fiquei no fim de semana de tanto dar risada. Acho que assim vou continuar. Eu tenho um evidente motivo para tal.



Para divulgação imediata.

Martins: "Hoje me sinto completo"

SÃO PAULO, 20 de maio de 2008 — Há quase um mês e meio, talvez exatamente um mês e meio, eu escrevi em meu blog sobre meus cinco anos "fixos" no Grande Prêmio. Falava do orgulho e dos muitos bons momentos que já tive, da entrevista com Cristiano da Matta, do primeiro furo furado, das notícias exclusivas que se concretizaram, dos maus bocados, da osmose da morte, dos suspiros profundos nos finais dos longos dias de trabalho ciente de que o trabalho estava completo.

E hoje eu me sinto completo.

Ganhar um prêmio como o iBest é sobretudo averiguar que, se eu acho meu trabalho completo, muitas outras pessoas ao menos estão na mesma sintonia, tendem a pensar o mesmo. Mais, derrotar o gigantismo e a pluraridade esportiva da Globo e o poderio de quatro anos da ESPN Brasil é ainda mais gratificante. Não é uma vitória fácil, um empurrar de bêbado em ladeira. Não sinto, e envolvo todos os meus colegas de trabalho, que somos Davi contra Golias. Não somos pequenos. Mas nunca me senti tão grande. 

Tem mais de dois anos que me tornei editor-chefe do GP. E mal ou bem, às vezes de forma ríspida e enérgica, às vezes, e atualmente, mais calmo e tolerante (nem tanto, diriam eles...), o que procuro fazer é o melhor. Por saber o potencial do grupo e porque sou extremamente perfeccionista e exigente a ponto de querer o máximo, de sentir indiretamente um clima de competição, e saber que temos concorrência, e que precisamos sempre estar mais do que um passo à frente, e vejo que chegamos a um resultado.

Se estivesse neste momento com o troféu na mão, faria alguns agradecimentos. A Gomes, claro, que me deu a oportunidade de trabalhar; a Villeneuve, que foi o tema do texto que escrevi e que mandei a FG, e que resultou nisso; a Borges, que por muitas vezes foi um professor — ele não sabe disso, talvez nunca tenha dito, mas como foram validíssimos os anos de ensinamento com alguém tão fora-de-série como ele; a Arantes, que foi a primeira aposta que fiz, certeira; a Julyana, que virou a primeira cria, uma grande amiga e hoje, com seu teor santista aflorado, alça vôos muito maiores e merecidos; a Tuvuca e Mindu, vindos de um programa de seleção do qual tive prazer de fazer e de colher os resultados; a Vicaria, que sempre sonhou em estar no site e hoje, com competência, dele faz parte; a Evelyn, com seu peculiar jeito delicado, seu potencial, sua dedicação e sua paixão; a Marcus e Chico, a segunda safra do "vestibular" que criei, certezas de grandes profissionais e inteligências diferenciadas; a Capelli, Lava e Ico, que emprestaram ou emprestam suas qualidades, os três com suas loucuras e fascínios pelo automobilismo, e que por isso fizeram e fazem parte deste timaço.  

Sem voz eu fiquei no fim de semana de tanto dar risada. Acho que assim vou continuar. Eu tenho um evidente motivo para tal.



Para divulgação imediata.

Martins: "Hoje me sinto completo"

SÃO PAULO, 20 de maio de 2008 — Há quase um mês e meio, talvez exatamente um mês e meio, eu escrevi em meu blog sobre meus cinco anos "fixos" no Grande Prêmio. Falava do orgulho e dos muitos bons momentos que já tive, da entrevista com Cristiano da Matta, do primeiro furo furado, das notícias exclusivas que se concretizaram, dos maus bocados, da osmose da morte, dos suspiros profundos nos finais dos longos dias de trabalho ciente de que o trabalho estava completo.

E hoje eu me sinto completo.

Ganhar um prêmio como o iBest é sobretudo averiguar que, se eu acho meu trabalho completo, muitas outras pessoas ao menos estão na mesma sintonia, tendem a pensar o mesmo. Mais, derrotar o gigantismo e a pluraridade esportiva da Globo e o poderio de quatro anos da ESPN Brasil é ainda mais gratificante. Não é uma vitória fácil, um empurrar de bêbado em ladeira. Não sinto, e envolvo todos os meus colegas de trabalho, que somos Davi contra Golias. Não somos pequenos. Mas nunca me senti tão grande. 

Tem mais de dois anos que me tornei editor-chefe do GP. E mal ou bem, às vezes de forma ríspida e enérgica, às vezes, e atualmente, mais calmo e tolerante (nem tanto, diriam eles...), o que procuro fazer é o melhor. Por saber o potencial do grupo e porque sou extremamente perfeccionista e exigente a ponto de querer o máximo, de sentir indiretamente um clima de competição, e saber que temos concorrência, e que precisamos sempre estar mais do que um passo à frente, e vejo que chegamos a um resultado.

Se estivesse neste momento com o troféu na mão, faria alguns agradecimentos. A Gomes, claro, que me deu a oportunidade de trabalhar; a Villeneuve, que foi o tema do texto que escrevi e que mandei a FG, e que resultou nisso; a Borges, que por muitas vezes foi um professor — ele não sabe disso, talvez nunca tenha dito, mas como foram validíssimos os anos de ensinamento com alguém tão fora-de-série como ele; a Arantes, que foi a primeira aposta que fiz, certeira; a Julyana, que virou a primeira cria, uma grande amiga e hoje, com seu teor santista aflorado, alça vôos muito maiores e merecidos; a Tuvuca e Mindu, vindos de um programa de seleção do qual tive prazer de fazer e de colher os resultados; a Vicaria, que sempre sonhou em estar no site e hoje, com competência, dele faz parte; a Evelyn, com seu peculiar jeito delicado, seu potencial, sua dedicação e sua paixão; a Marcus e Chico, a segunda safra do "vestibular" que criei, certezas de grandes profissionais e inteligências diferenciadas; a Capelli, Lava e Ico, que emprestaram ou emprestam suas qualidades, os três com suas loucuras e fascínios pelo automobilismo, e que por isso fizeram e fazem parte deste timaço.  

Sem voz eu fiquei no fim de semana de tanto dar risada. Acho que assim vou continuar. Eu tenho um evidente motivo para tal.



Pataquada de Vitonez às 17h10
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Stock Car vira álbum de figurinhas

A Vicar, empresa que promove e organiza a Stock Car, e a WE, que faz o marketing da categoria, já definiram que vão lançar, muito provavelmente em julho, período de férias escolares, um álbum de figurinhas. No fim de semana em Curitiba, um funcionário do grupo de Carlos Col passou em todas as 17 equipes para obter as autorizações de pilotos e chefes de equipes, cedendo o uso de imagem.

O dinheiro oriundo das vendas do álbum servirá para a própria Stock, compondo um "fundo de desenvolvimento". A parceria foi feita com a Panini, que tem tradição nesta área, e fará figurinhas também dos carros, pistas e cidades, além das cromadas — as especiais, mais complicadas de se encontrar.

Será que alguém tem idéia de quais serão as cromadas?



A Vicar, empresa que promove e organiza a Stock Car, e a WE, que faz o marketing da categoria, já definiram que vão lançar, muito provavelmente em julho, período de férias escolares, um álbum de figurinhas. No fim de semana em Curitiba, um funcionário do grupo de Carlos Col passou em todas as 17 equipes para obter as autorizações de pilotos e chefes de equipes, cedendo o uso de imagem.

O dinheiro oriundo das vendas do álbum servirá para a própria Stock, compondo um "fundo de desenvolvimento". A parceria foi feita com a Panini, que tem tradição nesta área, e fará figurinhas também dos carros, pistas e cidades, além das cromadas — as especiais, mais complicadas de se encontrar.

Será que alguém tem idéia de quais serão as cromadas?



A Vicar, empresa que promove e organiza a Stock Car, e a WE, que faz o marketing da categoria, já definiram que vão lançar, muito provavelmente em julho, período de férias escolares, um álbum de figurinhas. No fim de semana em Curitiba, um funcionário do grupo de Carlos Col passou em todas as 17 equipes para obter as autorizações de pilotos e chefes de equipes, cedendo o uso de imagem.

O dinheiro oriundo das vendas do álbum servirá para a própria Stock, compondo um "fundo de desenvolvimento". A parceria foi feita com a Panini, que tem tradição nesta área, e fará figurinhas também dos carros, pistas e cidades, além das cromadas — as especiais, mais complicadas de se encontrar.

Será que alguém tem idéia de quais serão as cromadas?



Pataquada de Vitonez às 12h50
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Antônio Carvalho

Foram diversas as vezes que eu o citei neste blog e inúmeras as que ouvi no rádio, principalmente nos últimos anos, nas madrugadas sem sono ou só pelos 15 minutinhos daquela conversinha ao pé-de-ouvido, para absorver um pouco sobre aquelas mensagens de tamanha validade, às vezes tão profundas ou tão simples que, igualmente, não eram por nós pensadas.  

O câncer no sangue, que Antônio Carvalho havia combatido algumas vezes, prevaleceu e o tirou depois de 62 anos na madrugada de sábado.

Para mentes mais atrasadas ou mais discrentes, Carvalho até podia ser taxado louco. Falava com propriedade das vidas em outros planetas, de vidas passadas, de nossas vidas, dando a cada fato uma razão coerente e uma explicação plausível.

Seu último programa na Rádio Bandeirantes aconteceu em 8 de abril, e agora percebo quanto tempo faz que eu não ligava o pequeno rádio prata, colocava o fone de ouvido e bem recebia o "boa noite, gente", seguido do que "o dia de hoje seja melhor que o de ontem e pior que o de amanhã", tempo que representa o impacto da notícia de sua morte e do quanto me deixa chateado.

Menos mal saber que Carvalho, doutrinado no espiritismo, receberá com naturalidade sua passagem, que é o que importa a ele próprio e aos parentes e amigos próximos. A nós, como sempre neste caso, resta a saudade.



Foram diversas as vezes que eu o citei neste blog e inúmeras as que ouvi no rádio, principalmente nos últimos anos, nas madrugadas sem sono ou só pelos 15 minutinhos daquela conversinha ao pé-de-ouvido, para absorver um pouco sobre aquelas mensagens de tamanha validade, às vezes tão profundas ou tão simples que, igualmente, não eram por nós pensadas.  

O câncer no sangue, que Antônio Carvalho havia combatido algumas vezes, prevaleceu e o tirou depois de 62 anos na madrugada de sábado.

Para mentes mais atrasadas ou mais discrentes, Carvalho até podia ser taxado louco. Falava com propriedade das vidas em outros planetas, de vidas passadas, de nossas vidas, dando a cada fato uma razão coerente e uma explicação plausível.

Seu último programa na Rádio Bandeirantes aconteceu em 8 de abril, e agora percebo quanto tempo faz que eu não ligava o pequeno rádio prata, colocava o fone de ouvido e bem recebia o "boa noite, gente", seguido do que "o dia de hoje seja melhor que o de ontem e pior que o de amanhã", tempo que representa o impacto da notícia de sua morte e do quanto me deixa chateado.

Menos mal saber que Carvalho, doutrinado no espiritismo, receberá com naturalidade sua passagem, que é o que importa a ele próprio e aos parentes e amigos próximos. A nós, como sempre neste caso, resta a saudade.



Foram diversas as vezes que eu o citei neste blog e inúmeras as que ouvi no rádio, principalmente nos últimos anos, nas madrugadas sem sono ou só pelos 15 minutinhos daquela conversinha ao pé-de-ouvido, para absorver um pouco sobre aquelas mensagens de tamanha validade, às vezes tão profundas ou tão simples que, igualmente, não eram por nós pensadas.  

O câncer no sangue, que Antônio Carvalho havia combatido algumas vezes, prevaleceu e o tirou depois de 62 anos na madrugada de sábado.

Para mentes mais atrasadas ou mais discrentes, Carvalho até podia ser taxado louco. Falava com propriedade das vidas em outros planetas, de vidas passadas, de nossas vidas, dando a cada fato uma razão coerente e uma explicação plausível.

Seu último programa na Rádio Bandeirantes aconteceu em 8 de abril, e agora percebo quanto tempo faz que eu não ligava o pequeno rádio prata, colocava o fone de ouvido e bem recebia o "boa noite, gente", seguido do que "o dia de hoje seja melhor que o de ontem e pior que o de amanhã", tempo que representa o impacto da notícia de sua morte e do quanto me deixa chateado.

Menos mal saber que Carvalho, doutrinado no espiritismo, receberá com naturalidade sua passagem, que é o que importa a ele próprio e aos parentes e amigos próximos. A nós, como sempre neste caso, resta a saudade.



Pataquada de Vitonez às 23h44
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Sai um brazuca, entra outro

Vou dar uma apurada, mas não deve ter muito a ser acrescido porque as partes, obviamente, não vão confirmar. Mas tem piloto brasileiro na F-1 que pode ser substituído por um compatriota num futuro não muito distante.

Foi o que me passaram. E a fonte é boa.



Vou dar uma apurada, mas não deve ter muito a ser acrescido porque as partes, obviamente, não vão confirmar. Mas tem piloto brasileiro na F-1 que pode ser substituído por um compatriota num futuro não muito distante.

Foi o que me passaram. E a fonte é boa.



Vou dar uma apurada, mas não deve ter muito a ser acrescido porque as partes, obviamente, não vão confirmar. Mas tem piloto brasileiro na F-1 que pode ser substituído por um compatriota num futuro não muito distante.

Foi o que me passaram. E a fonte é boa.



Pataquada de Vitonez às 17h09
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Na ativa

Um fim de semana para comemorar, uma voz que se foi, atividades do blog retomadas.

Corridas da Stock e da MotoGP? Náutico na liderança?

A pergunta é: após quantas rodadas o Ipatinga vai ser rebaixado?



Um fim de semana para comemorar, uma voz que se foi, atividades do blog retomadas.

Corridas da Stock e da MotoGP? Náutico na liderança?

A pergunta é: após quantas rodadas o Ipatinga vai ser rebaixado?



Um fim de semana para comemorar, uma voz que se foi, atividades do blog retomadas.

Corridas da Stock e da MotoGP? Náutico na liderança?

A pergunta é: após quantas rodadas o Ipatinga vai ser rebaixado?



Pataquada de Vitonez às 12h32
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Programação normal

Tudo normalizado, ao que parece. 15h08. Ufa!

Tudo normalizado, ao que parece. 15h08. Ufa!

Tudo normalizado, ao que parece. 15h08. Ufa!

Pataquada de Vitonez às 15h08
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Aparte: na Stock, pilotos devem reaver resultados

Diz-me boa fonte que os pilotos que foram punidos na etapa de Brasília — Luciano Burti, Antonio Jorge Neto, Allam Khodair e Thiago Marques — vão recuperar as posições que obtiveram em pista. Os quatro tomaram 20 segundos por terem ou desrespeitado a linha de entrada ou a de saída dos pits.

Os quatro recorreram das penas e vão ganhá-las.

A direção de prova, em seus vários braços, anda com crédito...



Diz-me boa fonte que os pilotos que foram punidos na etapa de Brasília — Luciano Burti, Antonio Jorge Neto, Allam Khodair e Thiago Marques — vão recuperar as posições que obtiveram em pista. Os quatro tomaram 20 segundos por terem ou desrespeitado a linha de entrada ou a de saída dos pits.

Os quatro recorreram das penas e vão ganhá-las.

A direção de prova, em seus vários braços, anda com crédito...



Diz-me boa fonte que os pilotos que foram punidos na etapa de Brasília — Luciano Burti, Antonio Jorge Neto, Allam Khodair e Thiago Marques — vão recuperar as posições que obtiveram em pista. Os quatro tomaram 20 segundos por terem ou desrespeitado a linha de entrada ou a de saída dos pits.

Os quatro recorreram das penas e vão ganhá-las.

A direção de prova, em seus vários braços, anda com crédito...



Pataquada de Vitonez às 11h53
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24 Horas (de problemas)

Os leitores do Grande Prêmio devem notar que há exatamente um dia estamos apresentando em nossa home um "revival de notícias". Hora apresentamos a capa do último dia 9, primeiro dia de testes para o GP da Turquia, em que destacamos o "habital natural" de Felipe Massa; muito raramente, aponta para 23 de abril, quando falamos do período pré-desgraça da Super Aguri.

Que é, respeitadas as proporções, o que estamos vivendo.

Não é de hoje que temos apresentado problemas, todos oriundos do iG, portal parceiro que nos hospeda. Desde fevereiro, a área responsável por cuidar tecnologicamente do site mostra-se inapta para cuidar do GP e das falhas que ocorrem eventualmente em outros sites agregados e os do próprio iG. Ontem, às 11h, progravámos o lançamento de uma ferramenta exclusiva. Mas o golpe, o "pau homérico", como classificaram alguns, fez-nos refutar da idéia para hoje.

Só que hoje ainda é ontem para o grupo de TI do iG.

Hoje ainda seguimos com o problema. Eu, particularmente, completei aniversário e tinha motivos para celebrar 24 horas; o site, um dia inteiro de "comemoração" por não apresentar uma notícia sequer. Pior é não ter uma pessoa responsável a dar uma satisfação. A última que havíamos recebido era de que às 11h30 de ontem o problema parecia estar solucionado.

Beira o absurdo e ultrapassa a indignação. Porque envolve, primeirente, nossos fiéis internautas e o desrespeito do iG — limitemo-nos, por ora, ainda que sejam já mais de 24, ao já citado centro de tecnologia —, os jornalistas que trabalham no site — Flavio Gomes, Bruno Vicaria, Evelyn Guimarães, Marcus Lellis, Francisco Luz e eu — e os parceiros comerciais que temos. Em 12 anos, jamais houve problema parecido. E não é questão de que tudo tem sua primeira vez. Nunca deveria haver, ainda mais para um portal que, após a consolidação de sua aquisição pela BrOi, sai dizendo ser o dominante no País.

Lamento, em nome de todos aqueles que fizeram do GP sua página inicial e referência em notícia de automobilismo e em nome de meus colegas esta inestimável e imensurável falha, o ápice e a situação ideal para que algo seja drasticamente mudado. 



Os leitores do Grande Prêmio devem notar que há exatamente um dia estamos apresentando em nossa home um "revival de notícias". Hora apresentamos a capa do último dia 9, primeiro dia de testes para o GP da Turquia, em que destacamos o "habital natural" de Felipe Massa; muito raramente, aponta para 23 de abril, quando falamos do período pré-desgraça da Super Aguri.

Que é, respeitadas as proporções, o que estamos vivendo.

Não é de hoje que temos apresentado problemas, todos oriundos do iG, portal parceiro que nos hospeda. Desde fevereiro, a área responsável por cuidar tecnologicamente do site mostra-se inapta para cuidar do GP e das falhas que ocorrem eventualmente em outros sites agregados e os do próprio iG. Ontem, às 11h, progravámos o lançamento de uma ferramenta exclusiva. Mas o golpe, o "pau homérico", como classificaram alguns, fez-nos refutar da idéia para hoje.

Só que hoje ainda é ontem para o grupo de TI do iG.

Hoje ainda seguimos com o problema. Eu, particularmente, completei aniversário e tinha motivos para celebrar 24 horas; o site, um dia inteiro de "comemoração" por não apresentar uma notícia sequer. Pior é não ter uma pessoa responsável a dar uma satisfação. A última que havíamos recebido era de que às 11h30 de ontem o problema parecia estar solucionado.

Beira o absurdo e ultrapassa a indignação. Porque envolve, primeirente, nossos fiéis internautas e o desrespeito do iG — limitemo-nos, por ora, ainda que sejam já mais de 24, ao já citado centro de tecnologia —, os jornalistas que trabalham no site — Flavio Gomes, Bruno Vicaria, Evelyn Guimarães, Marcus Lellis, Francisco Luz e eu — e os parceiros comerciais que temos. Em 12 anos, jamais houve problema parecido. E não é questão de que tudo tem sua primeira vez. Nunca deveria haver, ainda mais para um portal que, após a consolidação de sua aquisição pela BrOi, sai dizendo ser o dominante no País.

Lamento, em nome de todos aqueles que fizeram do GP sua página inicial e referência em notícia de automobilismo e em nome de meus colegas esta inestimável e imensurável falha, o ápice e a situação ideal para que algo seja drasticamente mudado. 



Os leitores do Grande Prêmio devem notar que há exatamente um dia estamos apresentando em nossa home um "revival de notícias". Hora apresentamos a capa do último dia 9, primeiro dia de testes para o GP da Turquia, em que destacamos o "habital natural" de Felipe Massa; muito raramente, aponta para 23 de abril, quando falamos do período pré-desgraça da Super Aguri.

Que é, respeitadas as proporções, o que estamos vivendo.

Não é de hoje que temos apresentado problemas, todos oriundos do iG, portal parceiro que nos hospeda. Desde fevereiro, a área responsável por cuidar tecnologicamente do site mostra-se inapta para cuidar do GP e das falhas que ocorrem eventualmente em outros sites agregados e os do próprio iG. Ontem, às 11h, progravámos o lançamento de uma ferramenta exclusiva. Mas o golpe, o "pau homérico", como classificaram alguns, fez-nos refutar da idéia para hoje.

Só que hoje ainda é ontem para o grupo de TI do iG.

Hoje ainda seguimos com o problema. Eu, particularmente, completei aniversário e tinha motivos para celebrar 24 horas; o site, um dia inteiro de "comemoração" por não apresentar uma notícia sequer. Pior é não ter uma pessoa responsável a dar uma satisfação. A última que havíamos recebido era de que às 11h30 de ontem o problema parecia estar solucionado.

Beira o absurdo e ultrapassa a indignação. Porque envolve, primeirente, nossos fiéis internautas e o desrespeito do iG — limitemo-nos, por ora, ainda que sejam já mais de 24, ao já citado centro de tecnologia —, os jornalistas que trabalham no site — Flavio Gomes, Bruno Vicaria, Evelyn Guimarães, Marcus Lellis, Francisco Luz e eu — e os parceiros comerciais que temos. Em 12 anos, jamais houve problema parecido. E não é questão de que tudo tem sua primeira vez. Nunca deveria haver, ainda mais para um portal que, após a consolidação de sua aquisição pela BrOi, sai dizendo ser o dominante no País.

Lamento, em nome de todos aqueles que fizeram do GP sua página inicial e referência em notícia de automobilismo e em nome de meus colegas esta inestimável e imensurável falha, o ápice e a situação ideal para que algo seja drasticamente mudado. 



Pataquada de Vitonez às 11h12
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Enfim, o 14 de maio.

Agradeço a todos. Aos que estão sempre ao lado. E às demonstrações claras de amizade.

Um trecho da música do momento, que na balada é muito melhor...



Enfim, o 14 de maio.

Agradeço a todos. Aos que estão sempre ao lado. E às demonstrações claras de amizade.

Um trecho da música do momento, que na balada é muito melhor...



Enfim, o 14 de maio.

Agradeço a todos. Aos que estão sempre ao lado. E às demonstrações claras de amizade.

Um trecho da música do momento, que na balada é muito melhor...



Pataquada de Vitonez às 02h47
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Quase lá

Estranho pensar que é o último dia de mais um ano de existência.

Pensa-se em tudo. Na hora em que acorda, nos movimentos que faz, em detalhes que passam despercebidos, no almoço. No que foi o último ano, no que será o amanhã, no destino.

Começa a ver que coisas que eram tão marcantes vão sumindo, principalmente porque o tempo voa depois dos 18. E vê como tanta coisa muda.

São certos rituais e dogmas que a vida segue. Por exemplo, a meia-noite de hoje é um sinal. De que se deve comemorar e agradecer e refletir e pensar mais ainda, erros, acertos, promessas, propostas, metas. O fim que dá início a um novo começo, um ciclo do qual ninguém escapa.

O que um aniversário significa para você? Para mim, nota-se, muito.



Estranho pensar que é o último dia de mais um ano de existência.

Pensa-se em tudo. Na hora em que acorda, nos movimentos que faz, em detalhes que passam despercebidos, no almoço. No que foi o último ano, no que será o amanhã, no destino.

Começa a ver que coisas que eram tão marcantes vão sumindo, principalmente porque o tempo voa depois dos 18. E vê como tanta coisa muda.

São certos rituais e dogmas que a vida segue. Por exemplo, a meia-noite de hoje é um sinal. De que se deve comemorar e agradecer e refletir e pensar mais ainda, erros, acertos, promessas, propostas, metas. O fim que dá início a um novo começo, um ciclo do qual ninguém escapa.

O que um aniversário significa para você? Para mim, nota-se, muito.



Estranho pensar que é o último dia de mais um ano de existência.

Pensa-se em tudo. Na hora em que acorda, nos movimentos que faz, em detalhes que passam despercebidos, no almoço. No que foi o último ano, no que será o amanhã, no destino.

Começa a ver que coisas que eram tão marcantes vão sumindo, principalmente porque o tempo voa depois dos 18. E vê como tanta coisa muda.

São certos rituais e dogmas que a vida segue. Por exemplo, a meia-noite de hoje é um sinal. De que se deve comemorar e agradecer e refletir e pensar mais ainda, erros, acertos, promessas, propostas, metas. O fim que dá início a um novo começo, um ciclo do qual ninguém escapa.

O que um aniversário significa para você? Para mim, nota-se, muito.



Pataquada de Vitonez às 17h11
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Turquia é Brasil?

Ao ver a cena de Bruno Senna atropelando um cachorro, lembrei de Interlagos 2004.

O primeiro treino da sexta ou do sábado, não me lembro, foi paralisado porque um vira-lata invadiu a pista. E houve uma baita correria para que o animal fosse retirado, e a sala de imprensa ria e os gringos pensavam: que várzea!, dando voz aos que viam a diferença entre o autódromo paulistano em relação aos asiáticos e europeus.

Agora a história se repete. Na Turquia, país que virou segunda pátria nossa por conta do Fenerbahçe.

O que muita gente não soube, e só me contaram ontem à noite, é que no treino de sexta da GP2, uma van entrou na pista. Uma van!

Istambul tem seu valor histórico, já teve problemas por conta do pódio que mostrou um representante da República Turca do Norte do Chipre, não tem público nos autódromos, o trânsito é o caos das Marginais em hora de pico.

Vejo dias contados para o Brasil europeu na F-1. 



Ao ver a cena de Bruno Senna atropelando um cachorro, lembrei de Interlagos 2004.

O primeiro treino da sexta ou do sábado, não me lembro, foi paralisado porque um vira-lata invadiu a pista. E houve uma baita correria para que o animal fosse retirado, e a sala de imprensa ria e os gringos pensavam: que várzea!, dando voz aos que viam a diferença entre o autódromo paulistano em relação aos asiáticos e europeus.

Agora a história se repete. Na Turquia, país que virou segunda pátria nossa por conta do Fenerbahçe.

O que muita gente não soube, e só me contaram ontem à noite, é que no treino de sexta da GP2, uma van entrou na pista. Uma van!

Istambul tem seu valor histórico, já teve problemas por conta do pódio que mostrou um representante da República Turca do Norte do Chipre, não tem público nos autódromos, o trânsito é o caos das Marginais em hora de pico.

Vejo dias contados para o Brasil europeu na F-1. 



Ao ver a cena de Bruno Senna atropelando um cachorro, lembrei de Interlagos 2004.

O primeiro treino da sexta ou do sábado, não me lembro, foi paralisado porque um vira-lata invadiu a pista. E houve uma baita correria para que o animal fosse retirado, e a sala de imprensa ria e os gringos pensavam: que várzea!, dando voz aos que viam a diferença entre o autódromo paulistano em relação aos asiáticos e europeus.

Agora a história se repete. Na Turquia, país que virou segunda pátria nossa por conta do Fenerbahçe.

O que muita gente não soube, e só me contaram ontem à noite, é que no treino de sexta da GP2, uma van entrou na pista. Uma van!

Istambul tem seu valor histórico, já teve problemas por conta do pódio que mostrou um representante da República Turca do Norte do Chipre, não tem público nos autódromos, o trânsito é o caos das Marginais em hora de pico.

Vejo dias contados para o Brasil europeu na F-1. 



Pataquada de Vitonez às 12h19
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Indy tem bingo para definir entrada

Tenho acompanhado bastante a movimentação em Indianápolis. E relato o que vi hoje à tarde.

Forçada a ficar encorujada por mais uma aparição da d. Chuva, que gostou de Indianápolis e tem ido visitar o superoval todos os dias, parte da comunidade da F-Indy logo se achou ali num cobertinho que já estava preparado para algo que alguém julgava importante e foi antecipado porque não havia simplesmente nada a se fazer. Daí veio o sr. Brent, que nas horas de ocupação faz a narração do site da categoria, pediu que todos se sentassem, viu ali atrás de uma mesa uma senhorita que tinha papel e caneta na mão e deu início ao que era uma clara rodada de bingo.

O bingo não era daqueles sofisticados em que a bolinha era eletrônica, nem do tipo em que eram colocadas num saquinho de cor parda. Um capacete quadriculado continha as pequenas pelotas numeradas, e convidados até renomados apareciam para tirá-las. De repente surge o sr. Rahal, e fala lá alguns números: "16, 16T, 17 and 17T". E o sr. Brent acompanha o sorteio. Para o 17T, por exemplo, sai o "number four", dito com ímpeto e vontade.

Aí começam a vir representantes das equipes, quando não os chefes. O sr. Bachelart, da Conquest, pega o 39, o 52 e o 56. Ninguém grita "cinquina", muito menos cartela cheia, chega o próximo. A próxima, aliás, a srta. Fisher, agora dona de equipe. 61 na mão.

Aparecem um, dois ou três, e alguém da equipe Roth, comandada pelo magnata canadense que anda devagar e na maioria das vezes bate, representa os números 24 e 25 e seus repectivos Ts. Momentos de ansiedade e o número 1 é gritado, "número 1 para o 24, Jay Howard", diz o sr. Brent, cabelos alvos, agasalhado com malha preta, todo pimpão, comandante daquela farra. Era o prêmio. Jay Howard levava o prêmio.

O prêmio de Howard, apenas o 29º colocado no meio treino que aconteceu nesta sexta (9), é ser o primeiro a tentar classificação no Pole Day deste sábado. O número 24, que aqui no Brasil tirariam sarro, terá a honra de dar o pontapé, ao meio-dia local, para quatro voltas rápidas e conseguir o impossível, no caso para Jay, que é alojar-se entre os 11 melhores do dia.

O "bingo", então, não dava bicicletas, motos, liqüidificadores ou eletro-eletrônicos. Era apenas uma das ações místicas que perfazem toda a tradição de Indy. O número 2, por exemplo, caiu para o carro 6, de Ryan Briscoe, da Penske; o 3, para o 19, Mario Moraes, da Dale Coyne.

Equipes inscrevem, também, seus carros-reserva, os Ts. O primeiro T é o de Ryan Hunter-Reay, carro 17T, número 4. Coitado do 5, que é do carro 98, equipe Beck, que nem piloto ainda definiu — talvez Jaques Lazier ou Roger Yasukawa. E assim vai até o 61, que Sarah Fisher tirou para ela mesma.

E assim o sábado transcorrerá, com a ordem definida, não necessariamente para todos os carros, afinal os Ts são apenas garantia. Um piloto/carro pode entrar na pista três vezes — caso não estiver contente com o tempo obtido, que será excluído, ou não tiver completado sua tentativa de classificação porque observou que não seria rápida o suficiente.

Indy é isso. Até bingo estilizado tem.



Tenho acompanhado bastante a movimentação em Indianápolis. E relato o que vi hoje à tarde.

Forçada a ficar encorujada por mais uma aparição da d. Chuva, que gostou de Indianápolis e tem ido visitar o superoval todos os dias, parte da comunidade da F-Indy logo se achou ali num cobertinho que já estava preparado para algo que alguém julgava importante e foi antecipado porque não havia simplesmente nada a se fazer. Daí veio o sr. Brent, que nas horas de ocupação faz a narração do site da categoria, pediu que todos se sentassem, viu ali atrás de uma mesa uma senhorita que tinha papel e caneta na mão e deu início ao que era uma clara rodada de bingo.

O bingo não era daqueles sofisticados em que a bolinha era eletrônica, nem do tipo em que eram colocadas num saquinho de cor parda. Um capacete quadriculado continha as pequenas pelotas numeradas, e convidados até renomados apareciam para tirá-las. De repente surge o sr. Rahal, e fala lá alguns números: "16, 16T, 17 and 17T". E o sr. Brent acompanha o sorteio. Para o 17T, por exemplo, sai o "number four", dito com ímpeto e vontade.

Aí começam a vir representantes das equipes, quando não os chefes. O sr. Bachelart, da Conquest, pega o 39, o 52 e o 56. Ninguém grita "cinquina", muito menos cartela cheia, chega o próximo. A próxima, aliás, a srta. Fisher, agora dona de equipe. 61 na mão.

Aparecem um, dois ou três, e alguém da equipe Roth, comandada pelo magnata canadense que anda devagar e na maioria das vezes bate, representa os números 24 e 25 e seus repectivos Ts. Momentos de ansiedade e o número 1 é gritado, "número 1 para o 24, Jay Howard", diz o sr. Brent, cabelos alvos, agasalhado com malha preta, todo pimpão, comandante daquela farra. Era o prêmio. Jay Howard levava o prêmio.

O prêmio de Howard, apenas o 29º colocado no meio treino que aconteceu nesta sexta (9), é ser o primeiro a tentar classificação no Pole Day deste sábado. O número 24, que aqui no Brasil tirariam sarro, terá a honra de dar o pontapé, ao meio-dia local, para quatro voltas rápidas e conseguir o impossível, no caso para Jay, que é alojar-se entre os 11 melhores do dia.

O "bingo", então, não dava bicicletas, motos, liqüidificadores ou eletro-eletrônicos. Era apenas uma das ações místicas que perfazem toda a tradição de Indy. O número 2, por exemplo, caiu para o carro 6, de Ryan Briscoe, da Penske; o 3, para o 19, Mario Moraes, da Dale Coyne.

Equipes inscrevem, também, seus carros-reserva, os Ts. O primeiro T é o de Ryan Hunter-Reay, carro 17T, número 4. Coitado do 5, que é do carro 98, equipe Beck, que nem piloto ainda definiu — talvez Jaques Lazier ou Roger Yasukawa. E assim vai até o 61, que Sarah Fisher tirou para ela mesma.

E assim o sábado transcorrerá, com a ordem definida, não necessariamente para todos os carros, afinal os Ts são apenas garantia. Um piloto/carro pode entrar na pista três vezes — caso não estiver contente com o tempo obtido, que será excluído, ou não tiver completado sua tentativa de classificação porque observou que não seria rápida o suficiente.

Indy é isso. Até bingo estilizado tem.



Tenho acompanhado bastante a movimentação em Indianápolis. E relato o que vi hoje à tarde.

Forçada a ficar encorujada por mais uma aparição da d. Chuva, que gostou de Indianápolis e tem ido visitar o superoval todos os dias, parte da comunidade da F-Indy logo se achou ali num cobertinho que já estava preparado para algo que alguém julgava importante e foi antecipado porque não havia simplesmente nada a se fazer. Daí veio o sr. Brent, que nas horas de ocupação faz a narração do site da categoria, pediu que todos se sentassem, viu ali atrás de uma mesa uma senhorita que tinha papel e caneta na mão e deu início ao que era uma clara rodada de bingo.

O bingo não era daqueles sofisticados em que a bolinha era eletrônica, nem do tipo em que eram colocadas num saquinho de cor parda. Um capacete quadriculado continha as pequenas pelotas numeradas, e convidados até renomados apareciam para tirá-las. De repente surge o sr. Rahal, e fala lá alguns números: "16, 16T, 17 and 17T". E o sr. Brent acompanha o sorteio. Para o 17T, por exemplo, sai o "number four", dito com ímpeto e vontade.

Aí começam a vir representantes das equipes, quando não os chefes. O sr. Bachelart, da Conquest, pega o 39, o 52 e o 56. Ninguém grita "cinquina", muito menos cartela cheia, chega o próximo. A próxima, aliás, a srta. Fisher, agora dona de equipe. 61 na mão.

Aparecem um, dois ou três, e alguém da equipe Roth, comandada pelo magnata canadense que anda devagar e na maioria das vezes bate, representa os números 24 e 25 e seus repectivos Ts. Momentos de ansiedade e o número 1 é gritado, "número 1 para o 24, Jay Howard", diz o sr. Brent, cabelos alvos, agasalhado com malha preta, todo pimpão, comandante daquela farra. Era o prêmio. Jay Howard levava o prêmio.

O prêmio de Howard, apenas o 29º colocado no meio treino que aconteceu nesta sexta (9), é ser o primeiro a tentar classificação no Pole Day deste sábado. O número 24, que aqui no Brasil tirariam sarro, terá a honra de dar o pontapé, ao meio-dia local, para quatro voltas rápidas e conseguir o impossível, no caso para Jay, que é alojar-se entre os 11 melhores do dia.

O "bingo", então, não dava bicicletas, motos, liqüidificadores ou eletro-eletrônicos. Era apenas uma das ações místicas que perfazem toda a tradição de Indy. O número 2, por exemplo, caiu para o carro 6, de Ryan Briscoe, da Penske; o 3, para o 19, Mario Moraes, da Dale Coyne.

Equipes inscrevem, também, seus carros-reserva, os Ts. O primeiro T é o de Ryan Hunter-Reay, carro 17T, número 4. Coitado do 5, que é do carro 98, equipe Beck, que nem piloto ainda definiu — talvez Jaques Lazier ou Roger Yasukawa. E assim vai até o 61, que Sarah Fisher tirou para ela mesma.

E assim o sábado transcorrerá, com a ordem definida, não necessariamente para todos os carros, afinal os Ts são apenas garantia. Um piloto/carro pode entrar na pista três vezes — caso não estiver contente com o tempo obtido, que será excluído, ou não tiver completado sua tentativa de classificação porque observou que não seria rápida o suficiente.

Indy é isso. Até bingo estilizado tem.



Pataquada de Vitonez às 21h15
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Surpresa, 14/5, ZN, SP

Conta-me fonte sabida que Emerson Fittipaldi fará uma surpresa no dia 14 de maio, às 16h, no Expo Center Norte.

14 de maio? Perto de casa?

Não sabia que estavam organizando uma festinha para mim.

Mas não quero só suco de laranja e leite de arroz, Emerson.



Conta-me fonte sabida que Emerson Fittipaldi fará uma surpresa no dia 14 de maio, às 16h, no Expo Center Norte.

14 de maio? Perto de casa?

Não sabia que estavam organizando uma festinha para mim.

Mas não quero só suco de laranja e leite de arroz, Emerson.



Conta-me fonte sabida que Emerson Fittipaldi fará uma surpresa no dia 14 de maio, às 16h, no Expo Center Norte.

14 de maio? Perto de casa?

Não sabia que estavam organizando uma festinha para mim.

Mas não quero só suco de laranja e leite de arroz, Emerson.



Pataquada de Vitonez às 18h23
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Sem chuva, sem importância

Mais um dia sem treinos em Indianápolis por causa da chuva. Amanhã é a última chance de os pilotos e equipes acertarem os carros. É o que importa no fim de semana, o Pole Day.

Como eu faria quando todos olham surpresos para mim... "Não?"



Mais um dia sem treinos em Indianápolis por causa da chuva. Amanhã é a última chance de os pilotos e equipes acertarem os carros. É o que importa no fim de semana, o Pole Day.

Como eu faria quando todos olham surpresos para mim... "Não?"



Mais um dia sem treinos em Indianápolis por causa da chuva. Amanhã é a última chance de os pilotos e equipes acertarem os carros. É o que importa no fim de semana, o Pole Day.

Como eu faria quando todos olham surpresos para mim... "Não?"



Pataquada de Vitonez às 13h37
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Barrichello pode dar lugar a Sato na Honda

Sabe o tipo de coisa que você fala um "não", a pessoa pergunta um "tem certeza?", e você devolve com outro reticente "não"?

Pois o Italiaracing diz que são grandes as chances de Takuma Sato sentar no cockpit de Rubens Barrichello a partir do GP de Mônaco.

À primeira vista, pensa-se que é impossível, como quem está perto do brasileiro me afirmou. Mas se alguém vier com a pergunta da confirmação, a hesitação é natural.

Porque quem está por trás disso é a Honda, que se mobilizou, depois das manifestações do povo japonês, em criar uma equipe só para que Sato corresse. A Super Aguri afundou sem grana, os pró-Aguri — leia-se pró-Sato — foram chiar na frente da sede da montadora, e já falam que milhares de e-mails foram mandados para a fabricante nipônica em tom de queixa.

Convenhamos que tirar um piloto para pôr outro é muito, mais muito mais fácil do que montar uma escuderia de F-1. E custa muito menos.



Sabe o tipo de coisa que você fala um "não", a pessoa pergunta um "tem certeza?", e você devolve com outro reticente "não"?

Pois o Italiaracing diz que são grandes as chances de Takuma Sato sentar no cockpit de Rubens Barrichello a partir do GP de Mônaco.

À primeira vista, pensa-se que é impossível, como quem está perto do brasileiro me afirmou. Mas se alguém vier com a pergunta da confirmação, a hesitação é natural.

Porque quem está por trás disso é a Honda, que se mobilizou, depois das manifestações do povo japonês, em criar uma equipe só para que Sato corresse. A Super Aguri afundou sem grana, os pró-Aguri — leia-se pró-Sato — foram chiar na frente da sede da montadora, e já falam que milhares de e-mails foram mandados para a fabricante nipônica em tom de queixa.

Convenhamos que tirar um piloto para pôr outro é muito, mais muito mais fácil do que montar uma escuderia de F-1. E custa muito menos.



Sabe o tipo de coisa que você fala um "não", a pessoa pergunta um "tem certeza?", e você devolve com outro reticente "não"?

Pois o Italiaracing diz que são grandes as chances de Takuma Sato sentar no cockpit de Rubens Barrichello a partir do GP de Mônaco.

À primeira vista, pensa-se que é impossível, como quem está perto do brasileiro me afirmou. Mas se alguém vier com a pergunta da confirmação, a hesitação é natural.

Porque quem está por trás disso é a Honda, que se mobilizou, depois das manifestações do povo japonês, em criar uma equipe só para que Sato corresse. A Super Aguri afundou sem grana, os pró-Aguri — leia-se pró-Sato — foram chiar na frente da sede da montadora, e já falam que milhares de e-mails foram mandados para a fabricante nipônica em tom de queixa.

Convenhamos que tirar um piloto para pôr outro é muito, mais muito mais fácil do que montar uma escuderia de F-1. E custa muito menos.



Pataquada de Vitonez às 15h40
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O símbolo da derrota

Quando o pequeno perde, a sensação de vazio nos preenche, porém sua natureza nos conforma; quando ganha, faz de nós, além de surpresos, satisfeitos.

A F-1 perde muito com o adeus da Super Aguri.

Primeiro porque denota a dor de um ex-piloto mediano em tentar formar um grupo que pretendia brigar com as colossais e tradicionais equipes, abarrotada se envolvidas pela soberba e pelas pompas. Segundo por formar uma legião de desempregados. Terceiro porque é sempre ruim ter um grid menor.

Interessante é o e-mail de Emma Bearpark, que nos últimos meses passou a assinar os comunicados de imprensa como Emma Buxton (alusão à uma das integrantes das Spice Girls), que mandou uma mensagem de agradecimento aos colegas.

"Essa é uma nota pessoal para agradecer àqueles que deram apoio ao "pequeno time com grande coração", cooperativos, simpáticos e divertidos de se trabalhar nos últimos dois anos e meio com a Super Aguri e, dois anos antes, com a BAR. Foi um privilégio fazer parte deste mundo único e, sem vocês, a Aguri não teria sido este time tão amado quanto foi... é."

E com um abraço e certamente dor no coração, o grande coração, Emma passa seu e-mail para que entrem em contato com ela.

Emma, Emma, Emma... cada um sente muito seu problema.



Quando o pequeno perde, a sensação de vazio nos preenche, porém sua natureza nos conforma; quando ganha, faz de nós, além de surpresos, satisfeitos.

A F-1 perde muito com o adeus da Super Aguri.

Primeiro porque denota a dor de um ex-piloto mediano em tentar formar um grupo que pretendia brigar com as colossais e tradicionais equipes, abarrotada se envolvidas pela soberba e pelas pompas. Segundo por formar uma legião de desempregados. Terceiro porque é sempre ruim ter um grid menor.

Interessante é o e-mail de Emma Bearpark, que nos últimos meses passou a assinar os comunicados de imprensa como Emma Buxton (alusão à uma das integrantes das Spice Girls), que mandou uma mensagem de agradecimento aos colegas.

"Essa é uma nota pessoal para agradecer àqueles que deram apoio ao "pequeno time com grande coração", cooperativos, simpáticos e divertidos de se trabalhar nos últimos dois anos e meio com a Super Aguri e, dois anos antes, com a BAR. Foi um privilégio fazer parte deste mundo único e, sem vocês, a Aguri não teria sido este time tão amado quanto foi... é."

E com um abraço e certamente dor no coração, o grande coração, Emma passa seu e-mail para que entrem em contato com ela.

Emma, Emma, Emma... cada um sente muito seu problema.



Quando o pequeno perde, a sensação de vazio nos preenche, porém sua natureza nos conforma; quando ganha, faz de nós, além de surpresos, satisfeitos.

A F-1 perde muito com o adeus da Super Aguri.

Primeiro porque denota a dor de um ex-piloto mediano em tentar formar um grupo que pretendia brigar com as colossais e tradicionais equipes, abarrotada se envolvidas pela soberba e pelas pompas. Segundo por formar uma legião de desempregados. Terceiro porque é sempre ruim ter um grid menor.

Interessante é o e-mail de Emma Bearpark, que nos últimos meses passou a assinar os comunicados de imprensa como Emma Buxton (alusão à uma das integrantes das Spice Girls), que mandou uma mensagem de agradecimento aos colegas.

"Essa é uma nota pessoal para agradecer àqueles que deram apoio ao "pequeno time com grande coração", cooperativos, simpáticos e divertidos de se trabalhar nos últimos dois anos e meio com a Super Aguri e, dois anos antes, com a BAR. Foi um privilégio fazer parte deste mundo único e, sem vocês, a Aguri não teria sido este time tão amado quanto foi... é."

E com um abraço e certamente dor no coração, o grande coração, Emma passa seu e-mail para que entrem em contato com ela.

Emma, Emma, Emma... cada um sente muito seu problema.



Pataquada de Vitonez às 18h35
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O retorno

De volta de Brasília.

Onde as coisas não correram como poderiam ter corrido. Diriam que é inferno astral, alguns. Que fase!, diria Milton Leite.

Seguindo em frente, um boato que surgiu é que houve um acordo entre dois pilotos da Copa Vicar para que o desclassificado, que não conseguiu vaga entre os 34 melhores, "comprasse" o lugar de um estreante na categoria, afinal tinha muitos patrocínios a mostrar ao vivo no SporTV.

Outro é que a F-1 pode vir antes para o Brasil. Aguardem mais detalhes sobre tal.



De volta de Brasília.

Onde as coisas não correram como poderiam ter corrido. Diriam que é inferno astral, alguns. Que fase!, diria Milton Leite.

Seguindo em frente, um boato que surgiu é que houve um acordo entre dois pilotos da Copa Vicar para que o desclassificado, que não conseguiu vaga entre os 34 melhores, "comprasse" o lugar de um estreante na categoria, afinal tinha muitos patrocínios a mostrar ao vivo no SporTV.

Outro é que a F-1 pode vir antes para o Brasil. Aguardem mais detalhes sobre tal.



De volta de Brasília.

Onde as coisas não correram como poderiam ter corrido. Diriam que é inferno astral, alguns. Que fase!, diria Milton Leite.

Seguindo em frente, um boato que surgiu é que houve um acordo entre dois pilotos da Copa Vicar para que o desclassificado, que não conseguiu vaga entre os 34 melhores, "comprasse" o lugar de um estreante na categoria, afinal tinha muitos patrocínios a mostrar ao vivo no SporTV.

Outro é que a F-1 pode vir antes para o Brasil. Aguardem mais detalhes sobre tal.



Pataquada de Vitonez às 14h45
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BRV Turquia

Os meus palpites para o GP da Turquia, que apostarei no BRV:

Pole, Massa
Grid aleatório, Kovalainen
Líder do terço, Raikkonen
Melhor volta, Massa
Primeiro abandono, Glock

De primeiro a oitavo, na ordem: Massa, Raikkonen, Hamilton, Kubica, Heidfeld, Trulli, Webber, Alonso



Os meus palpites para o GP da Turquia, que apostarei no BRV:

Pole, Massa
Grid aleatório, Kovalainen
Líder do terço, Raikkonen
Melhor volta, Massa
Primeiro abandono, Glock

De primeiro a oitavo, na ordem: Massa, Raikkonen, Hamilton, Kubica, Heidfeld, Trulli, Webber, Alonso



Os meus palpites para o GP da Turquia, que apostarei no BRV:

Pole, Massa
Grid aleatório, Kovalainen
Líder do terço, Raikkonen
Melhor volta, Massa
Primeiro abandono, Glock

De primeiro a oitavo, na ordem: Massa, Raikkonen, Hamilton, Kubica, Heidfeld, Trulli, Webber, Alonso



Pataquada de Vitonez às 00h00
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Um brasileiro e outro austríaco

E no Grande Prêmio, a revelação, enfim, dos pilotos X e Y da Stock Car.

E no Grande Prêmio, a revelação, enfim, dos pilotos X e Y da Stock Car.

E no Grande Prêmio, a revelação, enfim, dos pilotos X e Y da Stock Car.

Pataquada de Vitonez às 16h53
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O piloto que vai juntar alianças

Luciano Burti saiu pelos pits em Brasília com convites nas mãos. Era de casamento. Será no próximo dia 31.

Luciano Burti saiu pelos pits em Brasília com convites nas mãos. Era de casamento. Será no próximo dia 31.

Luciano Burti saiu pelos pits em Brasília com convites nas mãos. Era de casamento. Será no próximo dia 31.

Pataquada de Vitonez às 16h03
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Os três que querem ir para a pista

Chicão grita durante o treino livre da Stock Car, que está em seu início: "Os três que estão tentando ir para a pista, por favor, voltem para a arquibancada. É determinação da direção de prova?"

Hã?



Chicão grita durante o treino livre da Stock Car, que está em seu início: "Os três que estão tentando ir para a pista, por favor, voltem para a arquibancada. É determinação da direção de prova?"

Hã?



Chicão grita durante o treino livre da Stock Car, que está em seu início: "Os três que estão tentando ir para a pista, por favor, voltem para a arquibancada. É determinação da direção de prova?"

Hã?



Pataquada de Vitonez às 15h50
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A F-1 em Brasília

A Red Bull vai fazer uma demonstração com seu modelo de F-1 — o RB4, provavelmente — nas ruas de Brasília em outubro, antes do GP do Brasil, nos moldes da aparição que fez em São Paulo em 2006. Mais: o Blog Victal apurou na Capital Federal que a idéia adicional é fazer com o que o carro ande no autódromo Nelson Piquet, em seu todo e não no que é considerado anel externo.

A proposta envolve a cúpula da equipe Red Bull da Stock Car, liderada por Amir Nasr. "É certo que vão vir para cá às vésperas da corrida [da F-1], e eu sugeri para o pessoal de lá que trouxessem o F-1 para cá", explicou o dirigente. Uma das alegações de Amir é de que "Brasília é, talvez, a única pista do mundo que recebeu a F-1 e de lá para cá não foi mudada uma zebra". "O asfalto é o mesmo e o traçado não foi alterado. Na época, andaram em 1min52s; a Stock anda em 1min44s. Então gostaria de ver o que um F-1 é capaz de fazer aqui".

De fato, o argentino Carlos Reutemann, de Brabham, na prova extra-campeonato de 1974, o "I Grande Prêmio Presidente Médici", saiu na pole-position com o tempo de 1min51s18, apenas 0s09 melhor que Emerson Fittipaldi, campeão naquele ano com a McLaren. A corrida foi vencida pelo brasileiro, em uma hora e 15 minutos. O sul-africano Jody Scheckter e o italiano Arturo Merzario completaram o pódio. O irmão de Emerson, Wilson — também de Brabham —, e José Carlos Pace — com Surtees —  também estiveram naquela corrida.

A aparição do carro da Red Bull que já está garantida não vai acontecer de madrugada, como ocorreu na capital paulista, bem no sentido centro da Avenida 23 de Maio. Então o carro viria para o autódromo Nelson Piquet, com abertura de arquibancadas para o público, onde desfilaria pelo circuito de 5,4 km e não só o traçado que a Stock Car vai utilizar neste fim de semana.

 

Há dois anos, Michael Ammermüller, então piloto de testes do time das bebidas energéticas, substituiu Robert Doornbos, que vinha como titular naquela prova, foi o responsável pela apresentação da Red Bull. O alemão percorreu quase 8 km, saindo da sede da prefeitura, passando em frente ao Teatro Municipal e chegando ao Ibirapuera. Os pilotos desta temporada são David Coulthard e Mark Webber (titulares) e Sébastien Buémi (reserva). 



A Red Bull vai fazer uma demonstração com seu modelo de F-1 — o RB4, provavelmente — nas ruas de Brasília em outubro, antes do GP do Brasil, nos moldes da aparição que fez em São Paulo em 2006. Mais: o Blog Victal apurou na Capital Federal que a idéia adicional é fazer com o que o carro ande no autódromo Nelson Piquet, em seu todo e não no que é considerado anel externo.

A proposta envolve a cúpula da equipe Red Bull da Stock Car, liderada por Amir Nasr. "É certo que vão vir para cá às vésperas da corrida [da F-1], e eu sugeri para o pessoal de lá que trouxessem o F-1 para cá", explicou o dirigente. Uma das alegações de Amir é de que "Brasília é, talvez, a única pista do mundo que recebeu a F-1 e de lá para cá não foi mudada uma zebra". "O asfalto é o mesmo e o traçado não foi alterado. Na época, andaram em 1min52s; a Stock anda em 1min44s. Então gostaria de ver o que um F-1 é capaz de fazer aqui".

De fato, o argentino Carlos Reutemann, de Brabham, na prova extra-campeonato de 1974, o "I Grande Prêmio Presidente Médici", saiu na pole-position com o tempo de 1min51s18, apenas 0s09 melhor que Emerson Fittipaldi, campeão naquele ano com a McLaren. A corrida foi vencida pelo brasileiro, em uma hora e 15 minutos. O sul-africano Jody Scheckter e o italiano Arturo Merzario completaram o pódio. O irmão de Emerson, Wilson — também de Brabham —, e José Carlos Pace — com Surtees —  também estiveram naquela corrida.

A aparição do carro da Red Bull que já está garantida não vai acontecer de madrugada, como ocorreu na capital paulista, bem no sentido centro da Avenida 23 de Maio. Então o carro viria para o autódromo Nelson Piquet, com abertura de arquibancadas para o público, onde desfilaria pelo circuito de 5,4 km e não só o traçado que a Stock Car vai utilizar neste fim de semana.

 

Há dois anos, Michael Ammermüller, então piloto de testes do time das bebidas energéticas, substituiu Robert Doornbos, que vinha como titular naquela prova, foi o responsável pela apresentação da Red Bull. O alemão percorreu quase 8 km, saindo da sede da prefeitura, passando em frente ao Teatro Municipal e chegando ao Ibirapuera. Os pilotos desta temporada são David Coulthard e Mark Webber (titulares) e Sébastien Buémi (reserva). 



A Red Bull vai fazer uma demonstração com seu modelo de F-1 — o RB4, provavelmente — nas ruas de Brasília em outubro, antes do GP do Brasil, nos moldes da aparição que fez em São Paulo em 2006. Mais: o Blog Victal apurou na Capital Federal que a idéia adicional é fazer com o que o carro ande no autódromo Nelson Piquet, em seu todo e não no que é considerado anel externo.

A proposta envolve a cúpula da equipe Red Bull da Stock Car, liderada por Amir Nasr. "É certo que vão vir para cá às vésperas da corrida [da F-1], e eu sugeri para o pessoal de lá que trouxessem o F-1 para cá", explicou o dirigente. Uma das alegações de Amir é de que "Brasília é, talvez, a única pista do mundo que recebeu a F-1 e de lá para cá não foi mudada uma zebra". "O asfalto é o mesmo e o traçado não foi alterado. Na época, andaram em 1min52s; a Stock anda em 1min44s. Então gostaria de ver o que um F-1 é capaz de fazer aqui".

De fato, o argentino Carlos Reutemann, de Brabham, na prova extra-campeonato de 1974, o "I Grande Prêmio Presidente Médici", saiu na pole-position com o tempo de 1min51s18, apenas 0s09 melhor que Emerson Fittipaldi, campeão naquele ano com a McLaren. A corrida foi vencida pelo brasileiro, em uma hora e 15 minutos. O sul-africano Jody Scheckter e o italiano Arturo Merzario completaram o pódio. O irmão de Emerson, Wilson — também de Brabham —, e José Carlos Pace — com Surtees —  também estiveram naquela corrida.

A aparição do carro da Red Bull que já está garantida não vai acontecer de madrugada, como ocorreu na capital paulista, bem no sentido centro da Avenida 23 de Maio. Então o carro viria para o autódromo Nelson Piquet, com abertura de arquibancadas para o público, onde desfilaria pelo circuito de 5,4 km e não só o traçado que a Stock Car vai utilizar neste fim de semana.

 

Há dois anos, Michael Ammermüller, então piloto de testes do time das bebidas energéticas, substituiu Robert Doornbos, que vinha como titular naquela prova, foi o responsável pela apresentação da Red Bull. O alemão percorreu quase 8 km, saindo da sede da prefeitura, passando em frente ao Teatro Municipal e chegando ao Ibirapuera. Os pilotos desta temporada são David Coulthard e Mark Webber (titulares) e Sébastien Buémi (reserva). 



Pataquada de Vitonez às 13h53
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Blog Victal no mundo

Fazia um bom tempo que não acessava os dados de audiência e de proveniência dos acessos deste blog. E um lugar especialmente me chamou atenção: Malta.

Malta é só lembrada pela cruz. Uma vez, quando tinha um jornal na época da faculdade, fiz uma espécie de matéria falando desta ilhota européia, a capital Valeta, Birkirkara como um de seus times de futebol, a boniteza de suas praias. Um destes lugares que a gente sabe que nunca vai conhecer mas que gostaria, e como, de visitar.

Foi da principal cidade maltesa que veio um acesso. Quem em Malta me acessa?

Da mesma forma que Dubai, nos EAU, Jamaica, Moçambique e Indonésia.



Fazia um bom tempo que não acessava os dados de audiência e de proveniência dos acessos deste blog. E um lugar especialmente me chamou atenção: Malta.

Malta é só lembrada pela cruz. Uma vez, quando tinha um jornal na época da faculdade, fiz uma espécie de matéria falando desta ilhota européia, a capital Valeta, Birkirkara como um de seus times de futebol, a boniteza de suas praias. Um destes lugares que a gente sabe que nunca vai conhecer mas que gostaria, e como, de visitar.

Foi da principal cidade maltesa que veio um acesso. Quem em Malta me acessa?

Da mesma forma que Dubai, nos EAU, Jamaica, Moçambique e Indonésia.



Fazia um bom tempo que não acessava os dados de audiência e de proveniência dos acessos deste blog. E um lugar especialmente me chamou atenção: Malta.

Malta é só lembrada pela cruz. Uma vez, quando tinha um jornal na época da faculdade, fiz uma espécie de matéria falando desta ilhota européia, a capital Valeta, Birkirkara como um de seus times de futebol, a boniteza de suas praias. Um destes lugares que a gente sabe que nunca vai conhecer mas que gostaria, e como, de visitar.

Foi da principal cidade maltesa que veio um acesso. Quem em Malta me acessa?

Da mesma forma que Dubai, nos EAU, Jamaica, Moçambique e Indonésia.



Pataquada de Vitonez às 20h56
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O choro do piloto que pagou a conta

Átila Abreu foi à BSB, churrascaria aqui de Brasília, com mais duas pessoas, uma delas seu chefe de equipe, Jorge Freitas. Bocó, foi ao banheiro e deixou sua carteira na mesa. Aqueles que sobraram pegaram seu cartão de crédito e pagaram a conta.

O piloto de Sorocaba chegou todo choroso pelo gasto. "Quanto foi?", perguntaram alguns três ou quatro. "R$ 270", respondeu.

Como piloto chora...



Átila Abreu foi à BSB, churrascaria aqui de Brasília, com mais duas pessoas, uma delas seu chefe de equipe, Jorge Freitas. Bocó, foi ao banheiro e deixou sua carteira na mesa. Aqueles que sobraram pegaram seu cartão de crédito e pagaram a conta.

O piloto de Sorocaba chegou todo choroso pelo gasto. "Quanto foi?", perguntaram alguns três ou quatro. "R$ 270", respondeu.

Como piloto chora...



Átila Abreu foi à BSB, churrascaria aqui de Brasília, com mais duas pessoas, uma delas seu chefe de equipe, Jorge Freitas. Bocó, foi ao banheiro e deixou sua carteira na mesa. Aqueles que sobraram pegaram seu cartão de crédito e pagaram a conta.

O piloto de Sorocaba chegou todo choroso pelo gasto. "Quanto foi?", perguntaram alguns três ou quatro. "R$ 270", respondeu.

Como piloto chora...



Pataquada de Vitonez às 14h16
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Categoria depravada

Soube agora há pouco de fonte fidedigna aqui em Brasília que David Muffato, da RC3 Bassani, vai correr na etapa em Curitiba com o patrocínio das camisinhas Olla.

A Stock Car está virando uma categoria bem sexual. Já tem a K-Med, lubrificante, e a Blausigel, que faz o preservativo Prevent.

E pensar que em 2006 o Linneu Linardi apareceu com o patrocínio da Buttman e uma série de gostosas em Londrina, que, ao olhar para elas, mostravam a língua em ato libidinoso, e logo enxotaram e proibiram...

Comentário de Francisco Podboy, o Boto, sub-assessor da sala de imprensa: "É que eles só deixam entrar por trás..."



Soube agora há pouco de fonte fidedigna aqui em Brasília que David Muffato, da RC3 Bassani, vai correr na etapa em Curitiba com o patrocínio das camisinhas Olla.

A Stock Car está virando uma categoria bem sexual. Já tem a K-Med, lubrificante, e a Blausigel, que faz o preservativo Prevent.

E pensar que em 2006 o Linneu Linardi apareceu com o patrocínio da Buttman e uma série de gostosas em Londrina, que, ao olhar para elas, mostravam a língua em ato libidinoso, e logo enxotaram e proibiram...

Comentário de Francisco Podboy, o Boto, sub-assessor da sala de imprensa: "É que eles só deixam entrar por trás..."



Soube agora há pouco de fonte fidedigna aqui em Brasília que David Muffato, da RC3 Bassani, vai correr na etapa em Curitiba com o patrocínio das camisinhas Olla.

A Stock Car está virando uma categoria bem sexual. Já tem a K-Med, lubrificante, e a Blausigel, que faz o preservativo Prevent.

E pensar que em 2006 o Linneu Linardi apareceu com o patrocínio da Buttman e uma série de gostosas em Londrina, que, ao olhar para elas, mostravam a língua em ato libidinoso, e logo enxotaram e proibiram...

Comentário de Francisco Podboy, o Boto, sub-assessor da sala de imprensa: "É que eles só deixam entrar por trás..."



Pataquada de Vitonez às 12h38
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Primeiro dia do quinto mês do ano

Na Esplanada, que fica ao lado do hotel, há uma série de barracas e, por conseguinte, como adora ler Luiz Alberto Pandini, gente que transita à beça em virtude do feriado do Dia do Trabalho. Foram montados um palco, tendas para alimentação e até uma mini-área de lazer com aqueles jumps freqüentemente usados em academias para exercícios.

Tocava por um momento uma seqüência de hits do Lulu Santos, e quando resolvi deixar o local de onde acompanhava à manifestação, trocaram para algo ligeiramente distante, "Sweet Child O' Mine", do Guns.

Geralmente estes atos que reúnem alguns milhares protestam contra as condições salariais. Em SP, a maioria é liderada pela CUT. Aqui, ao que parece, vão parar na Praça dos Três Poderes. E em sua cidade, há alguma mobilização de 1º de maio?



Na Esplanada, que fica ao lado do hotel, há uma série de barracas e, por conseguinte, como adora ler Luiz Alberto Pandini, gente que transita à beça em virtude do feriado do Dia do Trabalho. Foram montados um palco, tendas para alimentação e até uma mini-área de lazer com aqueles jumps freqüentemente usados em academias para exercícios.

Tocava por um momento uma seqüência de hits do Lulu Santos, e quando resolvi deixar o local de onde acompanhava à manifestação, trocaram para algo ligeiramente distante, "Sweet Child O' Mine", do Guns.

Geralmente estes atos que reúnem alguns milhares protestam contra as condições salariais. Em SP, a maioria é liderada pela CUT. Aqui, ao que parece, vão parar na Praça dos Três Poderes. E em sua cidade, há alguma mobilização de 1º de maio?



Na Esplanada, que fica ao lado do hotel, há uma série de barracas e, por conseguinte, como adora ler Luiz Alberto Pandini, gente que transita à beça em virtude do feriado do Dia do Trabalho. Foram montados um palco, tendas para alimentação e até uma mini-área de lazer com aqueles jumps freqüentemente usados em academias para exercícios.

Tocava por um momento uma seqüência de hits do Lulu Santos, e quando resolvi deixar o local de onde acompanhava à manifestação, trocaram para algo ligeiramente distante, "Sweet Child O' Mine", do Guns.

Geralmente estes atos que reúnem alguns milhares protestam contra as condições salariais. Em SP, a maioria é liderada pela CUT. Aqui, ao que parece, vão parar na Praça dos Três Poderes. E em sua cidade, há alguma mobilização de 1º de maio?



Pataquada de Vitonez às 10h52
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Aqui, com a cabeça lá

Cheguei. Depois de uma rápida passada no Santa Genoveva, onde o comandante inicialmente disse que estava chovendo, com 31 graus, mas na realidade eram 25, em tempo plenamente nublado e nada indicando que água caiu ali. Aterrissei no Juscelino Kubitschek sob estrelas mil, temperatura agradável, também.

Brasília é uma cidade muito bem planejada. Ainda do avião é possível ver o desenho das ruas e sua iluminação, e ao fundo é possível perceber a perfeita congruência das vias que só a genialidade de Niemeyer pôde conceber neste lugar em que espaço sobra. Não me habituei ao sistema de blocos, quadras e setores, mas nada que uma ou duas outras visitas me faça acostumar.

É que não estou com a cabeça aqui. As duas situações que tenho enfrentado de onde vim continuam presentes, uma que quero viver a pleno e a outra que pretendo cortar a partir de segunda, com uma visita, que o destino pode apontar, dependendo, talvez, da minha intuição e de minha condição. Duas ligações resumem. A primeira: "A gente vai sair, é a primeira vez sem você, é estranho". Imagine para mim, então, que sou siamês de pessoas tão amigas nos momentos bons e que já deram mostras que nos ruins, idem. E a segunda: "Você viu que eu liguei aí?", e os dois segundos sem resposta foram tão evidentes que representam tanta coisa nestes últimos dois meses, símbolos de uma relação que se desgasta em proporção geométrica, com a voz sem ânimo, a voz sem vida e sem vontade.

Serão mais quatro dias, que só servem para alimentar a saudade de um lado e a esperança de dias melhores para um outro. Para que então tudo volte a ser uno e próspero e que seja possível aproveitar cada minuto de cada momento. Mais hora, menos hora, tem de acontecer, e vai.

Em Brasília, zero hora.



Cheguei. Depois de uma rápida passada no Santa Genoveva, onde o comandante inicialmente disse que estava chovendo, com 31 graus, mas na realidade eram 25, em tempo plenamente nublado e nada indicando que água caiu ali. Aterrissei no Juscelino Kubitschek sob estrelas mil, temperatura agradável, também.

Brasília é uma cidade muito bem planejada. Ainda do avião é possível ver o desenho das ruas e sua iluminação, e ao fundo é possível perceber a perfeita congruência das vias que só a genialidade de Niemeyer pôde conceber neste lugar em que espaço sobra. Não me habituei ao sistema de blocos, quadras e setores, mas nada que uma ou duas outras visitas me faça acostumar.

É que não estou com a cabeça aqui. As duas situações que tenho enfrentado de onde vim continuam presentes, uma que quero viver a pleno e a outra que pretendo cortar a partir de segunda, com uma visita, que o destino pode apontar, dependendo, talvez, da minha intuição e de minha condição. Duas ligações resumem. A primeira: "A gente vai sair, é a primeira vez sem você, é estranho". Imagine para mim, então, que sou siamês de pessoas tão amigas nos momentos bons e que já deram mostras que nos ruins, idem. E a segunda: "Você viu que eu liguei aí?", e os dois segundos sem resposta foram tão evidentes que representam tanta coisa nestes últimos dois meses, símbolos de uma relação que se desgasta em proporção geométrica, com a voz sem ânimo, a voz sem vida e sem vontade.

Serão mais quatro dias, que só servem para alimentar a saudade de um lado e a esperança de dias melhores para um outro. Para que então tudo volte a ser uno e próspero e que seja possível aproveitar cada minuto de cada momento. Mais hora, menos hora, tem de acontecer, e vai.

Em Brasília, zero hora.



Cheguei. Depois de uma rápida passada no Santa Genoveva, onde o comandante inicialmente disse que estava chovendo, com 31 graus, mas na realidade eram 25, em tempo plenamente nublado e nada indicando que água caiu ali. Aterrissei no Juscelino Kubitschek sob estrelas mil, temperatura agradável, também.

Brasília é uma cidade muito bem planejada. Ainda do avião é possível ver o desenho das ruas e sua iluminação, e ao fundo é possível perceber a perfeita congruência das vias que só a genialidade de Niemeyer pôde conceber neste lugar em que espaço sobra. Não me habituei ao sistema de blocos, quadras e setores, mas nada que uma ou duas outras visitas me faça acostumar.

É que não estou com a cabeça aqui. As duas situações que tenho enfrentado de onde vim continuam presentes, uma que quero viver a pleno e a outra que pretendo cortar a partir de segunda, com uma visita, que o destino pode apontar, dependendo, talvez, da minha intuição e de minha condição. Duas ligações resumem. A primeira: "A gente vai sair, é a primeira vez sem você, é estranho". Imagine para mim, então, que sou siamês de pessoas tão amigas nos momentos bons e que já deram mostras que nos ruins, idem. E a segunda: "Você viu que eu liguei aí?", e os dois segundos sem resposta foram tão evidentes que representam tanta coisa nestes últimos dois meses, símbolos de uma relação que se desgasta em proporção geométrica, com a voz sem ânimo, a voz sem vida e sem vontade.

Serão mais quatro dias, que só servem para alimentar a saudade de um lado e a esperança de dias melhores para um outro. Para que então tudo volte a ser uno e próspero e que seja possível aproveitar cada minuto de cada momento. Mais hora, menos hora, tem de acontecer, e vai.

Em Brasília, zero hora.



Pataquada de Vitonez às 00h00
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