As quentes de Interlagos

O que eu ouvi de bom de gente boa:

1) Há possibilidade de Augusto Farfus Jr. deixar o Mundial de Turismo. Ainda manteria vínculo com a BMW.

2) A história de Bruno Senna e os R$ 14 milhões está parcialmente certa. Não é para a Toro Rosso, mas para a Honda. Para a STR seriam R$ 20 milhões, sendo que já estaria definido que o espaço do cockpit é todo do piloto.

3) Bruno Senna é o nome forte da Honda. 



O que eu ouvi de bom de gente boa:

1) Há possibilidade de Augusto Farfus Jr. deixar o Mundial de Turismo. Ainda manteria vínculo com a BMW.

2) A história de Bruno Senna e os R$ 14 milhões está parcialmente certa. Não é para a Toro Rosso, mas para a Honda. Para a STR seriam R$ 20 milhões, sendo que já estaria definido que o espaço do cockpit é todo do piloto.

3) Bruno Senna é o nome forte da Honda. 



O que eu ouvi de bom de gente boa:

1) Há possibilidade de Augusto Farfus Jr. deixar o Mundial de Turismo. Ainda manteria vínculo com a BMW.

2) A história de Bruno Senna e os R$ 14 milhões está parcialmente certa. Não é para a Toro Rosso, mas para a Honda. Para a STR seriam R$ 20 milhões, sendo que já estaria definido que o espaço do cockpit é todo do piloto.

3) Bruno Senna é o nome forte da Honda. 



Pataquada de Vitonez às 19h12
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Palpites da decisão

Rapidamente os palpites, atrasados, corridos, sacumé.

Pole de Massa, último lugar no grid de Sutil.

Líder do terço, Raikkonen, que fará a melhor volta. Primeiro a abandonar, Webber.

Ordem: Massa, Raikkonen, Alonso, Hamilton, Kovalainen, Vettel, Piquet e Heidfeld.

Não vai dar nada disso.



Rapidamente os palpites, atrasados, corridos, sacumé.

Pole de Massa, último lugar no grid de Sutil.

Líder do terço, Raikkonen, que fará a melhor volta. Primeiro a abandonar, Webber.

Ordem: Massa, Raikkonen, Alonso, Hamilton, Kovalainen, Vettel, Piquet e Heidfeld.

Não vai dar nada disso.



Rapidamente os palpites, atrasados, corridos, sacumé.

Pole de Massa, último lugar no grid de Sutil.

Líder do terço, Raikkonen, que fará a melhor volta. Primeiro a abandonar, Webber.

Ordem: Massa, Raikkonen, Alonso, Hamilton, Kovalainen, Vettel, Piquet e Heidfeld.

Não vai dar nada disso.



Pataquada de Vitonez às 11h56
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Um erro e uma informação

Caros, vi pelos comentários que o d'além-mar provocou confusões. Nem quis me referir a nada, especificamente.

Mas alguns ainda assim acertaram.

Amanhã de manhã.

E mais: tem dossiê no meio.



Caros, vi pelos comentários que o d'além-mar provocou confusões. Nem quis me referir a nada, especificamente.

Mas alguns ainda assim acertaram.

Amanhã de manhã.

E mais: tem dossiê no meio.



Caros, vi pelos comentários que o d'além-mar provocou confusões. Nem quis me referir a nada, especificamente.

Mas alguns ainda assim acertaram.

Amanhã de manhã.

E mais: tem dossiê no meio.



Pataquada de Vitonez às 19h59
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Barrichello sem cortes

Eis a entrevista coletiva de Rubens Barrichello aos jornalistas aqui em Interlagos. Tirem conclusões, caros:

 

- O sentimento para a corrida

 

"Eu estou me sentindo normal, tratando como uma corrida normal, minha última corrida da temporada, a melhor delas. Só posso dar tudo de mim em um carro que não foi satisfatório durante o ano. E chegar aos pontos seria uma vitória. "

 

- As chances de ficar

 

"Teoricamente são 50%. [A Honda] vai fazer alguns testes para depois ter uma decisão. Só um pensamento positivo agora é que vai resolver, porque o trabalho já foi mostrado. Não tenho mais nada para convencê-los com velocidade e experiência. Minha motivação está extra. "

 

- Existe um plano B?

 

"Não, nunca pensei. Não tenho pensamento fora da F-1 no momento. Vou deixar para pensar se tiver de pensar. Quero muito ficar, mereço ficar, são três anos dedicados a carros ruins, então seria uma situação em que mereceria ficar num carro competitivo pro ano que vem."

 

- A promessa para o fico

 

"Com essa história do KERS, vai ter um aumento de peso muito grande no carro, então o piloto vai de ter de perder peso. E apesar de estar no peso ideal, estou disposto a perder 5 kg em dois meses para mostrar para eles, ainda mais, a motivação. Estou guiando o carro da melhor forma possível. Eu treino pra caramba, não vai ser fácil. Tem que entrar aí numa dieta oposta a do Michael Phelps. Hoje eu peso 76, sem macacão e capacete. "

 

- A Toro Rosso

 

"As conversas estão acontecendo, mas acho que eles têm uma pressão interna. Eles precisam de dinheiro. Se um piloto mais jovem trouxer dinheiro, eles também precisam de experiência. Acho que as duas estão no mesmo plano."

 

- Os três anos de Honda

 

"Com certeza a Honda não preencheu [as expectativas]. No primeiro ano o carro tinha até um certo valor competitivo, mas o pneu Michelin para mim era uma dificuldade muito grande. Depois de ter vivido um bom tempo com os Bridgestone, os Michelin exigiam um outro tipo de tocada no carro. Levei até o meio do ano para pegar a mão. E depois disso, dois anos onde basicamente o carro não foi competitivo. Eu fui parte da negociação do Ross (Brawn) vindo para a equipe e acredito que no ano que vem, com a entrada dele, seria uma falha muito grande se o carro não fosse competitivo. É meio que vai ou racha."

 

- As chances no GP

 

"Em condições de seco, dá para passar para a classificação 2, para classificar ali no meio do bolo, e chegar entre os dez primeiros. É a situação do carro, mas no Brasil sempre dá para tirar um pouquinho mais. Mas se a condição for normalíssima, é muito difícil. Fora isso, eu gostaria muito de acabar nos pontos." (Sobre a previsão do tempo) "Pelo que eu vi da última vez, a chance de chuva era de 90%. Preciso ligar para minha avó para confirmar. É com certeza a melhor chance que tenho para a corrida."

 

- Hamilton ou Massa?

 

"Eu acho que, tirando o fato de ser brasileiro, e nem querendo ser político, é meio 50-50. O Felipe foi desacreditado depois de três corridas pela imprensa em geral, tinha zero ponto, ganhou todo tipo de xingamento e ressurgiu de uma forma muito boa. Então ele merece ser campeão. E o Hamilton, pela falta de experiência sem o Alonso, teve de tirar de onde não tinha para desenvolver um carro com uma equipe logicamente competente, mas teve de trabalhar em dobro. Teve ótimas corridas,  alguns pormenores, só que também merece. É inevitável quando se tem um atleta que está batendo na trave, que já chegou perto e que deixou escapar uma situação como a do ano passado, é inevitável que ele não volte para ganhar. E o Felipe deve estar tirando o peso das costas dele, o que é válido para deixar a coisa correr. Mas ver a Ferrari ganhar duas vezes tirando sete pontos é uma coisa difícil."

 

- O carro 2008 da Honda

 

"Não existe essa história de jogar a toalha. Você joga no domingo à noite, depois de acabar a temporada. A gente começou com um carro que era horrível — não era nem ruim —, mas tinha uma programação de um pacote aerodinâmico de um segundo melhor para a corrida da Austrália. E esse pacote realmente trouxe um segundo, que nos levou para o meio do pelotão. E a gente tinha outros dois pacotes para o meio do ano. Só que os outros dois não funcionaram. Aí a casa caiu.

 

- A análise da temporada

 

Em cada corrida você tem que sonhar com coisas possíveis, e eu sempre fui positivo. Fiz mais pontos do que o carro merecia e teria feito muito mais se não fossem problemas como aquele de Cingapura, onde você passa o fim de semana inteiro falando: 'Olha, se acontecer isso, safety-car, você olha para a luz e entra nos boxes', e fiz tudo certinho, e de repente o carro morre no meio da pista. Se não fossem esses problemas, a gente teria mais de 20 pontos. Que para um carro considerado o penúltimo das equipes é mais do que suficiente.

 



Eis a entrevista coletiva de Rubens Barrichello aos jornalistas aqui em Interlagos. Tirem conclusões, caros:

 

- O sentimento para a corrida

 

"Eu estou me sentindo normal, tratando como uma corrida normal, minha última corrida da temporada, a melhor delas. Só posso dar tudo de mim em um carro que não foi satisfatório durante o ano. E chegar aos pontos seria uma vitória. "

 

- As chances de ficar

 

"Teoricamente são 50%. [A Honda] vai fazer alguns testes para depois ter uma decisão. Só um pensamento positivo agora é que vai resolver, porque o trabalho já foi mostrado. Não tenho mais nada para convencê-los com velocidade e experiência. Minha motivação está extra. "

 

- Existe um plano B?

 

"Não, nunca pensei. Não tenho pensamento fora da F-1 no momento. Vou deixar para pensar se tiver de pensar. Quero muito ficar, mereço ficar, são três anos dedicados a carros ruins, então seria uma situação em que mereceria ficar num carro competitivo pro ano que vem."

 

- A promessa para o fico

 

"Com essa história do KERS, vai ter um aumento de peso muito grande no carro, então o piloto vai de ter de perder peso. E apesar de estar no peso ideal, estou disposto a perder 5 kg em dois meses para mostrar para eles, ainda mais, a motivação. Estou guiando o carro da melhor forma possível. Eu treino pra caramba, não vai ser fácil. Tem que entrar aí numa dieta oposta a do Michael Phelps. Hoje eu peso 76, sem macacão e capacete. "

 

- A Toro Rosso

 

"As conversas estão acontecendo, mas acho que eles têm uma pressão interna. Eles precisam de dinheiro. Se um piloto mais jovem trouxer dinheiro, eles também precisam de experiência. Acho que as duas estão no mesmo plano."

 

- Os três anos de Honda

 

"Com certeza a Honda não preencheu [as expectativas]. No primeiro ano o carro tinha até um certo valor competitivo, mas o pneu Michelin para mim era uma dificuldade muito grande. Depois de ter vivido um bom tempo com os Bridgestone, os Michelin exigiam um outro tipo de tocada no carro. Levei até o meio do ano para pegar a mão. E depois disso, dois anos onde basicamente o carro não foi competitivo. Eu fui parte da negociação do Ross (Brawn) vindo para a equipe e acredito que no ano que vem, com a entrada dele, seria uma falha muito grande se o carro não fosse competitivo. É meio que vai ou racha."

 

- As chances no GP

 

"Em condições de seco, dá para passar para a classificação 2, para classificar ali no meio do bolo, e chegar entre os dez primeiros. É a situação do carro, mas no Brasil sempre dá para tirar um pouquinho mais. Mas se a condição for normalíssima, é muito difícil. Fora isso, eu gostaria muito de acabar nos pontos." (Sobre a previsão do tempo) "Pelo que eu vi da última vez, a chance de chuva era de 90%. Preciso ligar para minha avó para confirmar. É com certeza a melhor chance que tenho para a corrida."

 

- Hamilton ou Massa?

 

"Eu acho que, tirando o fato de ser brasileiro, e nem querendo ser político, é meio 50-50. O Felipe foi desacreditado depois de três corridas pela imprensa em geral, tinha zero ponto, ganhou todo tipo de xingamento e ressurgiu de uma forma muito boa. Então ele merece ser campeão. E o Hamilton, pela falta de experiência sem o Alonso, teve de tirar de onde não tinha para desenvolver um carro com uma equipe logicamente competente, mas teve de trabalhar em dobro. Teve ótimas corridas,  alguns pormenores, só que também merece. É inevitável quando se tem um atleta que está batendo na trave, que já chegou perto e que deixou escapar uma situação como a do ano passado, é inevitável que ele não volte para ganhar. E o Felipe deve estar tirando o peso das costas dele, o que é válido para deixar a coisa correr. Mas ver a Ferrari ganhar duas vezes tirando sete pontos é uma coisa difícil."

 

- O carro 2008 da Honda

 

"Não existe essa história de jogar a toalha. Você joga no domingo à noite, depois de acabar a temporada. A gente começou com um carro que era horrível — não era nem ruim —, mas tinha uma programação de um pacote aerodinâmico de um segundo melhor para a corrida da Austrália. E esse pacote realmente trouxe um segundo, que nos levou para o meio do pelotão. E a gente tinha outros dois pacotes para o meio do ano. Só que os outros dois não funcionaram. Aí a casa caiu.

 

- A análise da temporada

 

Em cada corrida você tem que sonhar com coisas possíveis, e eu sempre fui positivo. Fiz mais pontos do que o carro merecia e teria feito muito mais se não fossem problemas como aquele de Cingapura, onde você passa o fim de semana inteiro falando: 'Olha, se acontecer isso, safety-car, você olha para a luz e entra nos boxes', e fiz tudo certinho, e de repente o carro morre no meio da pista. Se não fossem esses problemas, a gente teria mais de 20 pontos. Que para um carro considerado o penúltimo das equipes é mais do que suficiente.

 



Eis a entrevista coletiva de Rubens Barrichello aos jornalistas aqui em Interlagos. Tirem conclusões, caros:

 

- O sentimento para a corrida

 

"Eu estou me sentindo normal, tratando como uma corrida normal, minha última corrida da temporada, a melhor delas. Só posso dar tudo de mim em um carro que não foi satisfatório durante o ano. E chegar aos pontos seria uma vitória. "

 

- As chances de ficar

 

"Teoricamente são 50%. [A Honda] vai fazer alguns testes para depois ter uma decisão. Só um pensamento positivo agora é que vai resolver, porque o trabalho já foi mostrado. Não tenho mais nada para convencê-los com velocidade e experiência. Minha motivação está extra. "

 

- Existe um plano B?

 

"Não, nunca pensei. Não tenho pensamento fora da F-1 no momento. Vou deixar para pensar se tiver de pensar. Quero muito ficar, mereço ficar, são três anos dedicados a carros ruins, então seria uma situação em que mereceria ficar num carro competitivo pro ano que vem."

 

- A promessa para o fico

 

"Com essa história do KERS, vai ter um aumento de peso muito grande no carro, então o piloto vai de ter de perder peso. E apesar de estar no peso ideal, estou disposto a perder 5 kg em dois meses para mostrar para eles, ainda mais, a motivação. Estou guiando o carro da melhor forma possível. Eu treino pra caramba, não vai ser fácil. Tem que entrar aí numa dieta oposta a do Michael Phelps. Hoje eu peso 76, sem macacão e capacete. "

 

- A Toro Rosso

 

"As conversas estão acontecendo, mas acho que eles têm uma pressão interna. Eles precisam de dinheiro. Se um piloto mais jovem trouxer dinheiro, eles também precisam de experiência. Acho que as duas estão no mesmo plano."

 

- Os três anos de Honda

 

"Com certeza a Honda não preencheu [as expectativas]. No primeiro ano o carro tinha até um certo valor competitivo, mas o pneu Michelin para mim era uma dificuldade muito grande. Depois de ter vivido um bom tempo com os Bridgestone, os Michelin exigiam um outro tipo de tocada no carro. Levei até o meio do ano para pegar a mão. E depois disso, dois anos onde basicamente o carro não foi competitivo. Eu fui parte da negociação do Ross (Brawn) vindo para a equipe e acredito que no ano que vem, com a entrada dele, seria uma falha muito grande se o carro não fosse competitivo. É meio que vai ou racha."

 

- As chances no GP

 

"Em condições de seco, dá para passar para a classificação 2, para classificar ali no meio do bolo, e chegar entre os dez primeiros. É a situação do carro, mas no Brasil sempre dá para tirar um pouquinho mais. Mas se a condição for normalíssima, é muito difícil. Fora isso, eu gostaria muito de acabar nos pontos." (Sobre a previsão do tempo) "Pelo que eu vi da última vez, a chance de chuva era de 90%. Preciso ligar para minha avó para confirmar. É com certeza a melhor chance que tenho para a corrida."

 

- Hamilton ou Massa?

 

"Eu acho que, tirando o fato de ser brasileiro, e nem querendo ser político, é meio 50-50. O Felipe foi desacreditado depois de três corridas pela imprensa em geral, tinha zero ponto, ganhou todo tipo de xingamento e ressurgiu de uma forma muito boa. Então ele merece ser campeão. E o Hamilton, pela falta de experiência sem o Alonso, teve de tirar de onde não tinha para desenvolver um carro com uma equipe logicamente competente, mas teve de trabalhar em dobro. Teve ótimas corridas,  alguns pormenores, só que também merece. É inevitável quando se tem um atleta que está batendo na trave, que já chegou perto e que deixou escapar uma situação como a do ano passado, é inevitável que ele não volte para ganhar. E o Felipe deve estar tirando o peso das costas dele, o que é válido para deixar a coisa correr. Mas ver a Ferrari ganhar duas vezes tirando sete pontos é uma coisa difícil."

 

- O carro 2008 da Honda

 

"Não existe essa história de jogar a toalha. Você joga no domingo à noite, depois de acabar a temporada. A gente começou com um carro que era horrível — não era nem ruim —, mas tinha uma programação de um pacote aerodinâmico de um segundo melhor para a corrida da Austrália. E esse pacote realmente trouxe um segundo, que nos levou para o meio do pelotão. E a gente tinha outros dois pacotes para o meio do ano. Só que os outros dois não funcionaram. Aí a casa caiu.

 

- A análise da temporada

 

Em cada corrida você tem que sonhar com coisas possíveis, e eu sempre fui positivo. Fiz mais pontos do que o carro merecia e teria feito muito mais se não fossem problemas como aquele de Cingapura, onde você passa o fim de semana inteiro falando: 'Olha, se acontecer isso, safety-car, você olha para a luz e entra nos boxes', e fiz tudo certinho, e de repente o carro morre no meio da pista. Se não fossem esses problemas, a gente teria mais de 20 pontos. Que para um carro considerado o penúltimo das equipes é mais do que suficiente.

 



Pataquada de Vitonez às 18h24
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A quinta começa

Primeiro que fui encontrar a chefia, daí aparece do nada um advogado com uma intimação, não para mim nem para Gomes, que, com fala de batata na boca, pede para chamar o Roberto. A funcionária chama, o Roberto não está, e o advogado, Zé Roberto, pede para falar com a pessoa que atendeu.

Aí eu me deparo com a cena. O rapaz, baixo, usava uma peruca. Mas era uma peruca que começava no meio da cabeça e terminava muito antes da nuca. Seu começo estava desgrudado. Parecia a kippa, a touca judaica.

Então fomos para a coletiva da Ferrari. Nenhuma declaração que prestasse, e viemos para Interlagos.

Encontrei Lucas Di Grassi, que me contou que a situação na Renault está dividida em três alas: a primeira, que o quer; a segunda, que quer Nelsinho; a terceira, que insiste com Grosjean. A vantagem é para Nelsinho.

Eu diria mais: que é muito difícil que tirem a vaga de Piquet.

Di Grassi terá uma chance d'além-mar. Aguardem o fim de semana.

Serveria para o velho "Jogo das Pistas", mas seria fácil de matar.

Brinquem de adivinhar, caríssimos. Vocês sempre trazem as respostas.



Primeiro que fui encontrar a chefia, daí aparece do nada um advogado com uma intimação, não para mim nem para Gomes, que, com fala de batata na boca, pede para chamar o Roberto. A funcionária chama, o Roberto não está, e o advogado, Zé Roberto, pede para falar com a pessoa que atendeu.

Aí eu me deparo com a cena. O rapaz, baixo, usava uma peruca. Mas era uma peruca que começava no meio da cabeça e terminava muito antes da nuca. Seu começo estava desgrudado. Parecia a kippa, a touca judaica.

Então fomos para a coletiva da Ferrari. Nenhuma declaração que prestasse, e viemos para Interlagos.

Encontrei Lucas Di Grassi, que me contou que a situação na Renault está dividida em três alas: a primeira, que o quer; a segunda, que quer Nelsinho; a terceira, que insiste com Grosjean. A vantagem é para Nelsinho.

Eu diria mais: que é muito difícil que tirem a vaga de Piquet.

Di Grassi terá uma chance d'além-mar. Aguardem o fim de semana.

Serveria para o velho "Jogo das Pistas", mas seria fácil de matar.

Brinquem de adivinhar, caríssimos. Vocês sempre trazem as respostas.



Primeiro que fui encontrar a chefia, daí aparece do nada um advogado com uma intimação, não para mim nem para Gomes, que, com fala de batata na boca, pede para chamar o Roberto. A funcionária chama, o Roberto não está, e o advogado, Zé Roberto, pede para falar com a pessoa que atendeu.

Aí eu me deparo com a cena. O rapaz, baixo, usava uma peruca. Mas era uma peruca que começava no meio da cabeça e terminava muito antes da nuca. Seu começo estava desgrudado. Parecia a kippa, a touca judaica.

Então fomos para a coletiva da Ferrari. Nenhuma declaração que prestasse, e viemos para Interlagos.

Encontrei Lucas Di Grassi, que me contou que a situação na Renault está dividida em três alas: a primeira, que o quer; a segunda, que quer Nelsinho; a terceira, que insiste com Grosjean. A vantagem é para Nelsinho.

Eu diria mais: que é muito difícil que tirem a vaga de Piquet.

Di Grassi terá uma chance d'além-mar. Aguardem o fim de semana.

Serveria para o velho "Jogo das Pistas", mas seria fácil de matar.

Brinquem de adivinhar, caríssimos. Vocês sempre trazem as respostas.



Pataquada de Vitonez às 12h45
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O tempo passa...

20h30. Só nós aqui.

A inflamação da garganta, que havia desaparecido no começo da tarde, voltou a dar sinal de vida. Em outro lugar. Da garganta, lógico.

É chegar em casa, comer alguma coisa — estou com um pão de queijo e uma empada de palmito no estômago, além de dois ou três cappuccinos — e cama.

Antes um Cataflan, um Voltaren, uma morfina e um gargarejo com água quente, vinagre e sal.



20h30. Só nós aqui.

A inflamação da garganta, que havia desaparecido no começo da tarde, voltou a dar sinal de vida. Em outro lugar. Da garganta, lógico.

É chegar em casa, comer alguma coisa — estou com um pão de queijo e uma empada de palmito no estômago, além de dois ou três cappuccinos — e cama.

Antes um Cataflan, um Voltaren, uma morfina e um gargarejo com água quente, vinagre e sal.



20h30. Só nós aqui.

A inflamação da garganta, que havia desaparecido no começo da tarde, voltou a dar sinal de vida. Em outro lugar. Da garganta, lógico.

É chegar em casa, comer alguma coisa — estou com um pão de queijo e uma empada de palmito no estômago, além de dois ou três cappuccinos — e cama.

Antes um Cataflan, um Voltaren, uma morfina e um gargarejo com água quente, vinagre e sal.



Pataquada de Vitonez às 20h33
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Equipe dos sonhos

Eram antes de 3 da tarde. Na McLaren, uma reunião que chamou atenção; na Ferrari, motor ligado; até na Force India, trabalho.

E na Honda? Tudo fechado.



Eram antes de 3 da tarde. Na McLaren, uma reunião que chamou atenção; na Ferrari, motor ligado; até na Force India, trabalho.

E na Honda? Tudo fechado.



Eram antes de 3 da tarde. Na McLaren, uma reunião que chamou atenção; na Ferrari, motor ligado; até na Force India, trabalho.

E na Honda? Tudo fechado.



Pataquada de Vitonez às 17h43
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Os quatro querendo três

Tá lá no ar, no Grande Prêmio, caríssimos. Barrichello deve deixar a Honda e batalha por patrocínios para tentar ficar na F-1 na Toro Rosso. Nelsinho Piquet, com apoio de Bernie Ecclestone e do pai, fica na Renault por mais um ano. Lucas Di Grassi, que teve convite da F-Indy, e Bruno Senna brigam pela vaga na Honda.

Fiquem à vontade para comentar as últimas da base em Interlagos.



Tá lá no ar, no Grande Prêmio, caríssimos. Barrichello deve deixar a Honda e batalha por patrocínios para tentar ficar na F-1 na Toro Rosso. Nelsinho Piquet, com apoio de Bernie Ecclestone e do pai, fica na Renault por mais um ano. Lucas Di Grassi, que teve convite da F-Indy, e Bruno Senna brigam pela vaga na Honda.

Fiquem à vontade para comentar as últimas da base em Interlagos.



Tá lá no ar, no Grande Prêmio, caríssimos. Barrichello deve deixar a Honda e batalha por patrocínios para tentar ficar na F-1 na Toro Rosso. Nelsinho Piquet, com apoio de Bernie Ecclestone e do pai, fica na Renault por mais um ano. Lucas Di Grassi, que teve convite da F-Indy, e Bruno Senna brigam pela vaga na Honda.

Fiquem à vontade para comentar as últimas da base em Interlagos.



Pataquada de Vitonez às 17h37
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Interlagos, enfim

Cá estou, Interlagos, garganta menos inflamada do que de manhã, mas vambora.

Um autódromo bem mais bonito com todas as reformas e uma circulação bem mais sossegada do que a quarta-feira do ano passado.

Julyana Travaglia, Fábio Seixas, Tatiana Cunha e Rafael Lopes já deram as caras. Os fotógrafos Carsten Horst, Sérgio Sanderson e a taquara Bruno Terena, idem.

Tudo tranqüilo, por enquanto. Não esperava.

Logo mais, infos. Dos quatro brasileiros.

Só para adiantar: Rubens Barrichello fora da Honda.



Cá estou, Interlagos, garganta menos inflamada do que de manhã, mas vambora.

Um autódromo bem mais bonito com todas as reformas e uma circulação bem mais sossegada do que a quarta-feira do ano passado.

Julyana Travaglia, Fábio Seixas, Tatiana Cunha e Rafael Lopes já deram as caras. Os fotógrafos Carsten Horst, Sérgio Sanderson e a taquara Bruno Terena, idem.

Tudo tranqüilo, por enquanto. Não esperava.

Logo mais, infos. Dos quatro brasileiros.

Só para adiantar: Rubens Barrichello fora da Honda.



Cá estou, Interlagos, garganta menos inflamada do que de manhã, mas vambora.

Um autódromo bem mais bonito com todas as reformas e uma circulação bem mais sossegada do que a quarta-feira do ano passado.

Julyana Travaglia, Fábio Seixas, Tatiana Cunha e Rafael Lopes já deram as caras. Os fotógrafos Carsten Horst, Sérgio Sanderson e a taquara Bruno Terena, idem.

Tudo tranqüilo, por enquanto. Não esperava.

Logo mais, infos. Dos quatro brasileiros.

Só para adiantar: Rubens Barrichello fora da Honda.



Pataquada de Vitonez às 15h57
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Um dia em poucas linhas

O piloto que deu o cano, o outro que achou a história do livro hilária, o pai que não há meio de atender, a mãe que viaja, a aparecida que não retorna o e-mail, a placa que finalmente funciona, a modernidade que chegou, o convite para a festa, o bico com o line, a conversa com o cara da equipe, o frio que voltou, o sol que depois apareceu e se escondeu, o dia se vai.

Vai piorar a partir de amanhã. Interlagos.

Que eu não passe por meliante de novo.

Atualização: a garganta inflamou. Haja.



O piloto que deu o cano, o outro que achou a história do livro hilária, o pai que não há meio de atender, a mãe que viaja, a aparecida que não retorna o e-mail, a placa que finalmente funciona, a modernidade que chegou, o convite para a festa, o bico com o line, a conversa com o cara da equipe, o frio que voltou, o sol que depois apareceu e se escondeu, o dia se vai.

Vai piorar a partir de amanhã. Interlagos.

Que eu não passe por meliante de novo.

Atualização: a garganta inflamou. Haja.



O piloto que deu o cano, o outro que achou a história do livro hilária, o pai que não há meio de atender, a mãe que viaja, a aparecida que não retorna o e-mail, a placa que finalmente funciona, a modernidade que chegou, o convite para a festa, o bico com o line, a conversa com o cara da equipe, o frio que voltou, o sol que depois apareceu e se escondeu, o dia se vai.

Vai piorar a partir de amanhã. Interlagos.

Que eu não passe por meliante de novo.

Atualização: a garganta inflamou. Haja.



Pataquada de Vitonez às 18h49
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A segunda e os prognósticos

Garoou em Interlagos, Renault ouvindo Phil Collins, McLaren com o box 13, obras ainda terminando.

Tudo isso foi a segunda-feira do automobilismo em Interlagos.

E, claro, Massa falando e falando — não, não é crítica, longe disso.

Será uma semana intensa. Como não poderia deixar de ser.

Aliás, caríssimos: o que a intuição de vocês diz para a corrida?

Quem se aproximar mais da realidade fatura um... um parabéns esfuziante! 



Garoou em Interlagos, Renault ouvindo Phil Collins, McLaren com o box 13, obras ainda terminando.

Tudo isso foi a segunda-feira do automobilismo em Interlagos.

E, claro, Massa falando e falando — não, não é crítica, longe disso.

Será uma semana intensa. Como não poderia deixar de ser.

Aliás, caríssimos: o que a intuição de vocês diz para a corrida?

Quem se aproximar mais da realidade fatura um... um parabéns esfuziante! 



Garoou em Interlagos, Renault ouvindo Phil Collins, McLaren com o box 13, obras ainda terminando.

Tudo isso foi a segunda-feira do automobilismo em Interlagos.

E, claro, Massa falando e falando — não, não é crítica, longe disso.

Será uma semana intensa. Como não poderia deixar de ser.

Aliás, caríssimos: o que a intuição de vocês diz para a corrida?

Quem se aproximar mais da realidade fatura um... um parabéns esfuziante! 



Pataquada de Vitonez às 18h59
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Porque perdemos os líderes

Fiquei dois dias sem postar no blog e tentando me afastar daquilo que já me consumiu em meio dia, o automobilismo e a decisão iminente da F-1. Saí com amigos, é a coisa de que mais gosto, fui a um bar na serra da Cantareira, tomei acho que cinco caipirinhas, gostei bastante da de uva Itália, no sábado comprei uma garrafa de Amarula e uma de Stock de Gianduia, seis Smirnoff Ices, ficamos jogando conversa fora no sábado, e no dia seguinte, após noite mal dormida pelo calor excessivo, acordei cônscio de que meu voto não ia mudar a decisão que as pesquisas apontavam com tanta certeza e garantia, sem esperar um cenário dos casos Erundina-Maluf e Jânio-FHC.

 

Fui a pé, reclamando de novo por terem mudado meu colégio eleitoral, três descidas longas e uma subida relativa, quase dois quilômetros, bermuda e chinelo, celular na mão esquerda, andar calmo, ruas na mesma base, sem sujeira, sem os santinhos, sem manifestantes, bandeiras, sem jingle, quase sem vida. Entrei na escola, a menina-madame com seu chiuaua no colo batendo pé por os seguranças não a deixarem subir com aquele esboço de cachorro, subi os lances de escada, ninguém na fila, ninguém na sala, os mesários correram e pediram para que eu assinasse o folheto, fui, digitei os dois números, saí, a garota subindo com seu namorado e o cão lá perto da lata de lixo, amarrado, enquanto um segurança ameaçou brincar e aquilo se pôs a rosnar.

 

Não acho que Kassab faça o pior dos governos, mas a espécie de raiz no 13 que tenho familiar — portanto sem a babaquice do discurso de que sigo meu chefe —, aliado ao fato de que não tenho plano algum, só o de saúde que cobre problemas neurológicos, de votar no partido do coronelismo e da ditadura, disfarçado de democracia no nome, me levaram a votar na Marta. Também dispenso qualquer relação com o "relaxa e goza" porque também teve o negócio do "vagabundo", e não acho que ninguém é infalível, muito menos na política, de evitar dizer coisas que são contra o padrão do moralismo e do bom costume, e como não quero a Madre Tereza nem o Bispo Crivella, muito menos uma eventual candidatura da Bispa Sônia, no comando da minha cidade, relevo e prefiro acreditar no lado bom das pessoas.

 

Mas não sei, vejo um tremendo desinteresse na política. Não sei se a população ou está cansada do marasmo, ou está mais preocupada nesses tempos em que o coletivo vale muito menos e a preocupação pessoal é supervalorizada, vai à praia, descansa no interior, justifica e pronto, está quite eleitoralmente, foda-se, eu estou bem, nós somos nós e o resto é resto. Ou ainda porque não há realmente um líder, mas produtos fabricados pela alma do negócio. Só ver o que houve no Rio, onde a quantidade dos que não votaram é quase 18 vezes mais que a diferença de Gabeira, este, sim, uma tentativa de renovação aos quase 70 pela honra — o que deveria ser normalidade e não espanto —, para o ínfimo Paes. Só ver nas ruas, as tais ruas brandas, sem aquela gente que se encontra de lei, bienalmente.

 

Desta vez foi o filho do Dema, que engordou à beça e está careca, o Cesinha, agora cabeludo, e as irmãs Fabiane e Juliane, diferentes, andando de carro. Demorei mais de dez segundos para reconhecê-los.

 

Não somos os mesmos, não vivemos como nossos pais, as pessoas não se juntam mais para votar, poucos acordam cedo, não saímos às ruas pedindo por nossos direitos nem reivindicamos nem queremos muito, olhamos para o umbigo e para a frente e temos habilidade notória em esquecer o passado, esquecemos quem fez parte dele, no micro e no macrocosmos. Estamos contentes porque nos acomodamos. Poderíamos ser muito mais.

 

Nossos líderes internos não existem mais.

 



Fiquei dois dias sem postar no blog e tentando me afastar daquilo que já me consumiu em meio dia, o automobilismo e a decisão iminente da F-1. Saí com amigos, é a coisa de que mais gosto, fui a um bar na serra da Cantareira, tomei acho que cinco caipirinhas, gostei bastante da de uva Itália, no sábado comprei uma garrafa de Amarula e uma de Stock de Gianduia, seis Smirnoff Ices, ficamos jogando conversa fora no sábado, e no dia seguinte, após noite mal dormida pelo calor excessivo, acordei cônscio de que meu voto não ia mudar a decisão que as pesquisas apontavam com tanta certeza e garantia, sem esperar um cenário dos casos Erundina-Maluf e Jânio-FHC.

 

Fui a pé, reclamando de novo por terem mudado meu colégio eleitoral, três descidas longas e uma subida relativa, quase dois quilômetros, bermuda e chinelo, celular na mão esquerda, andar calmo, ruas na mesma base, sem sujeira, sem os santinhos, sem manifestantes, bandeiras, sem jingle, quase sem vida. Entrei na escola, a menina-madame com seu chiuaua no colo batendo pé por os seguranças não a deixarem subir com aquele esboço de cachorro, subi os lances de escada, ninguém na fila, ninguém na sala, os mesários correram e pediram para que eu assinasse o folheto, fui, digitei os dois números, saí, a garota subindo com seu namorado e o cão lá perto da lata de lixo, amarrado, enquanto um segurança ameaçou brincar e aquilo se pôs a rosnar.

 

Não acho que Kassab faça o pior dos governos, mas a espécie de raiz no 13 que tenho familiar — portanto sem a babaquice do discurso de que sigo meu chefe —, aliado ao fato de que não tenho plano algum, só o de saúde que cobre problemas neurológicos, de votar no partido do coronelismo e da ditadura, disfarçado de democracia no nome, me levaram a votar na Marta. Também dispenso qualquer relação com o "relaxa e goza" porque também teve o negócio do "vagabundo", e não acho que ninguém é infalível, muito menos na política, de evitar dizer coisas que são contra o padrão do moralismo e do bom costume, e como não quero a Madre Tereza nem o Bispo Crivella, muito menos uma eventual candidatura da Bispa Sônia, no comando da minha cidade, relevo e prefiro acreditar no lado bom das pessoas.

 

Mas não sei, vejo um tremendo desinteresse na política. Não sei se a população ou está cansada do marasmo, ou está mais preocupada nesses tempos em que o coletivo vale muito menos e a preocupação pessoal é supervalorizada, vai à praia, descansa no interior, justifica e pronto, está quite eleitoralmente, foda-se, eu estou bem, nós somos nós e o resto é resto. Ou ainda porque não há realmente um líder, mas produtos fabricados pela alma do negócio. Só ver o que houve no Rio, onde a quantidade dos que não votaram é quase 18 vezes mais que a diferença de Gabeira, este, sim, uma tentativa de renovação aos quase 70 pela honra — o que deveria ser normalidade e não espanto —, para o ínfimo Paes. Só ver nas ruas, as tais ruas brandas, sem aquela gente que se encontra de lei, bienalmente.

 

Desta vez foi o filho do Dema, que engordou à beça e está careca, o Cesinha, agora cabeludo, e as irmãs Fabiane e Juliane, diferentes, andando de carro. Demorei mais de dez segundos para reconhecê-los.

 

Não somos os mesmos, não vivemos como nossos pais, as pessoas não se juntam mais para votar, poucos acordam cedo, não saímos às ruas pedindo por nossos direitos nem reivindicamos nem queremos muito, olhamos para o umbigo e para a frente e temos habilidade notória em esquecer o passado, esquecemos quem fez parte dele, no micro e no macrocosmos. Estamos contentes porque nos acomodamos. Poderíamos ser muito mais.

 

Nossos líderes internos não existem mais.

 



Fiquei dois dias sem postar no blog e tentando me afastar daquilo que já me consumiu em meio dia, o automobilismo e a decisão iminente da F-1. Saí com amigos, é a coisa de que mais gosto, fui a um bar na serra da Cantareira, tomei acho que cinco caipirinhas, gostei bastante da de uva Itália, no sábado comprei uma garrafa de Amarula e uma de Stock de Gianduia, seis Smirnoff Ices, ficamos jogando conversa fora no sábado, e no dia seguinte, após noite mal dormida pelo calor excessivo, acordei cônscio de que meu voto não ia mudar a decisão que as pesquisas apontavam com tanta certeza e garantia, sem esperar um cenário dos casos Erundina-Maluf e Jânio-FHC.

 

Fui a pé, reclamando de novo por terem mudado meu colégio eleitoral, três descidas longas e uma subida relativa, quase dois quilômetros, bermuda e chinelo, celular na mão esquerda, andar calmo, ruas na mesma base, sem sujeira, sem os santinhos, sem manifestantes, bandeiras, sem jingle, quase sem vida. Entrei na escola, a menina-madame com seu chiuaua no colo batendo pé por os seguranças não a deixarem subir com aquele esboço de cachorro, subi os lances de escada, ninguém na fila, ninguém na sala, os mesários correram e pediram para que eu assinasse o folheto, fui, digitei os dois números, saí, a garota subindo com seu namorado e o cão lá perto da lata de lixo, amarrado, enquanto um segurança ameaçou brincar e aquilo se pôs a rosnar.

 

Não acho que Kassab faça o pior dos governos, mas a espécie de raiz no 13 que tenho familiar — portanto sem a babaquice do discurso de que sigo meu chefe —, aliado ao fato de que não tenho plano algum, só o de saúde que cobre problemas neurológicos, de votar no partido do coronelismo e da ditadura, disfarçado de democracia no nome, me levaram a votar na Marta. Também dispenso qualquer relação com o "relaxa e goza" porque também teve o negócio do "vagabundo", e não acho que ninguém é infalível, muito menos na política, de evitar dizer coisas que são contra o padrão do moralismo e do bom costume, e como não quero a Madre Tereza nem o Bispo Crivella, muito menos uma eventual candidatura da Bispa Sônia, no comando da minha cidade, relevo e prefiro acreditar no lado bom das pessoas.

 

Mas não sei, vejo um tremendo desinteresse na política. Não sei se a população ou está cansada do marasmo, ou está mais preocupada nesses tempos em que o coletivo vale muito menos e a preocupação pessoal é supervalorizada, vai à praia, descansa no interior, justifica e pronto, está quite eleitoralmente, foda-se, eu estou bem, nós somos nós e o resto é resto. Ou ainda porque não há realmente um líder, mas produtos fabricados pela alma do negócio. Só ver o que houve no Rio, onde a quantidade dos que não votaram é quase 18 vezes mais que a diferença de Gabeira, este, sim, uma tentativa de renovação aos quase 70 pela honra — o que deveria ser normalidade e não espanto —, para o ínfimo Paes. Só ver nas ruas, as tais ruas brandas, sem aquela gente que se encontra de lei, bienalmente.

 

Desta vez foi o filho do Dema, que engordou à beça e está careca, o Cesinha, agora cabeludo, e as irmãs Fabiane e Juliane, diferentes, andando de carro. Demorei mais de dez segundos para reconhecê-los.

 

Não somos os mesmos, não vivemos como nossos pais, as pessoas não se juntam mais para votar, poucos acordam cedo, não saímos às ruas pedindo por nossos direitos nem reivindicamos nem queremos muito, olhamos para o umbigo e para a frente e temos habilidade notória em esquecer o passado, esquecemos quem fez parte dele, no micro e no macrocosmos. Estamos contentes porque nos acomodamos. Poderíamos ser muito mais.

 

Nossos líderes internos não existem mais.

 



Pataquada de Vitonez às 15h59
[] [mande para quem quiser] []



GT3: Pirelli no lugar de Michelin

E os pneus Pirelli, criticados à boca mais do que pequena por 11 entre dez pilotos da Stock no ano passado?

Sinal dos tempos de crise, que começa a afetar o automobilismo brasileiro: serão os calçados dos carros do GT3 no ano que vem, no lugar da Michelin, pode informar o Blog Victal, com ciência de Bruno Vicaria. Os pneus são os nacionais, estilo PZero.



E os pneus Pirelli, criticados à boca mais do que pequena por 11 entre dez pilotos da Stock no ano passado?

Sinal dos tempos de crise, que começa a afetar o automobilismo brasileiro: serão os calçados dos carros do GT3 no ano que vem, no lugar da Michelin, pode informar o Blog Victal, com ciência de Bruno Vicaria. Os pneus são os nacionais, estilo PZero.



E os pneus Pirelli, criticados à boca mais do que pequena por 11 entre dez pilotos da Stock no ano passado?

Sinal dos tempos de crise, que começa a afetar o automobilismo brasileiro: serão os calçados dos carros do GT3 no ano que vem, no lugar da Michelin, pode informar o Blog Victal, com ciência de Bruno Vicaria. Os pneus são os nacionais, estilo PZero.



Pataquada de Vitonez às 19h59
[] [mande para quem quiser] []



Autor da chamada do livro, Marcelo Duarte diz não duvidar de Lemyr

Marcelo Duarte, o "Louco por Futebol" que é dono da Panda Books, confirmou ao Blog Victal na tarde de hoje que a história publicada no livro de Lemyr Martins a respeito da polêmica suposta conversa de Rubens Barrichello e Jean Todt não se trata de ficção, que foi informado de quem passou a história para o jornalista de F-1 e que foi o responsável pela chamada de capa da obra.

"Quando eu li os originais, foi uma história que me chamou muita atenção, e eu perguntei para o Lemyr como ele tinha conseguido aquele diálogo. E ele relatou quem foi o cara da F-1 que passou para ele", afirmou Duarte. "Eu conheço o Lemyr há 20 e poucos anos e acreditei na fonte que ele disse, um alto funcionário da F-1."

 

A repercussão da história levou Marcelo a conversar duas vezes com Lemyr. "A pessoa que deu [o diálogo] a ele é confiável." Mencionando o fórum que contém a conversa em inglês quatro dias depois da corrida da Áustria em 2002, Duarte disse que "se ficar comprovado que ele tirou da internet, a gente vai tomar alguma atitude, mas por enquanto... eu perguntei, ele confirmou".

 

Marcelo defendeu Martins — não eu, claro —, falando do respeito ao veterano jornalista. "Eu estou esperando o desenrolar dos fatos, porque o Lemyr é um cara que, quando eu era leitor da Placar, eu lia, eu acompanhava. E nas coberturas de F-1, eu sempre contei com ele, é uma fonte de maior confiança."

 

O jornalista da ESPN Brasil e da Rádio Bandeirantes voltou a dizer que se surpreendeu com a história — "é algo fora do normal" — e que "não tinha do que duvidar, como ainda não tenho".

 

Lemyr afirmou a Marcelo que tem o áudio da conversa. Ao Grande Prêmio, disse que só tem a transcrição. "Você está me dando argumentos sólidos, como ele também deu. A gente vai ter de juntar tudo. Vamos ver, segunda-feira ele vai vir para cá [para o lançamento oficial]", falou Marcelo, que rechaçou qualquer jogada de marketing. "Eu fiz a quarta-capa porque achei que era a melhor história do livro."

 



Marcelo Duarte, o "Louco por Futebol" que é dono da Panda Books, confirmou ao Blog Victal na tarde de hoje que a história publicada no livro de Lemyr Martins a respeito da polêmica suposta conversa de Rubens Barrichello e Jean Todt não se trata de ficção, que foi informado de quem passou a história para o jornalista de F-1 e que foi o responsável pela chamada de capa da obra.

"Quando eu li os originais, foi uma história que me chamou muita atenção, e eu perguntei para o Lemyr como ele tinha conseguido aquele diálogo. E ele relatou quem foi o cara da F-1 que passou para ele", afirmou Duarte. "Eu conheço o Lemyr há 20 e poucos anos e acreditei na fonte que ele disse, um alto funcionário da F-1."

 

A repercussão da história levou Marcelo a conversar duas vezes com Lemyr. "A pessoa que deu [o diálogo] a ele é confiável." Mencionando o fórum que contém a conversa em inglês quatro dias depois da corrida da Áustria em 2002, Duarte disse que "se ficar comprovado que ele tirou da internet, a gente vai tomar alguma atitude, mas por enquanto... eu perguntei, ele confirmou".

 

Marcelo defendeu Martins — não eu, claro —, falando do respeito ao veterano jornalista. "Eu estou esperando o desenrolar dos fatos, porque o Lemyr é um cara que, quando eu era leitor da Placar, eu lia, eu acompanhava. E nas coberturas de F-1, eu sempre contei com ele, é uma fonte de maior confiança."

 

O jornalista da ESPN Brasil e da Rádio Bandeirantes voltou a dizer que se surpreendeu com a história — "é algo fora do normal" — e que "não tinha do que duvidar, como ainda não tenho".

 

Lemyr afirmou a Marcelo que tem o áudio da conversa. Ao Grande Prêmio, disse que só tem a transcrição. "Você está me dando argumentos sólidos, como ele também deu. A gente vai ter de juntar tudo. Vamos ver, segunda-feira ele vai vir para cá [para o lançamento oficial]", falou Marcelo, que rechaçou qualquer jogada de marketing. "Eu fiz a quarta-capa porque achei que era a melhor história do livro."

 



Marcelo Duarte, o "Louco por Futebol" que é dono da Panda Books, confirmou ao Blog Victal na tarde de hoje que a história publicada no livro de Lemyr Martins a respeito da polêmica suposta conversa de Rubens Barrichello e Jean Todt não se trata de ficção, que foi informado de quem passou a história para o jornalista de F-1 e que foi o responsável pela chamada de capa da obra.

"Quando eu li os originais, foi uma história que me chamou muita atenção, e eu perguntei para o Lemyr como ele tinha conseguido aquele diálogo. E ele relatou quem foi o cara da F-1 que passou para ele", afirmou Duarte. "Eu conheço o Lemyr há 20 e poucos anos e acreditei na fonte que ele disse, um alto funcionário da F-1."

 

A repercussão da história levou Marcelo a conversar duas vezes com Lemyr. "A pessoa que deu [o diálogo] a ele é confiável." Mencionando o fórum que contém a conversa em inglês quatro dias depois da corrida da Áustria em 2002, Duarte disse que "se ficar comprovado que ele tirou da internet, a gente vai tomar alguma atitude, mas por enquanto... eu perguntei, ele confirmou".

 

Marcelo defendeu Martins — não eu, claro —, falando do respeito ao veterano jornalista. "Eu estou esperando o desenrolar dos fatos, porque o Lemyr é um cara que, quando eu era leitor da Placar, eu lia, eu acompanhava. E nas coberturas de F-1, eu sempre contei com ele, é uma fonte de maior confiança."

 

O jornalista da ESPN Brasil e da Rádio Bandeirantes voltou a dizer que se surpreendeu com a história — "é algo fora do normal" — e que "não tinha do que duvidar, como ainda não tenho".

 

Lemyr afirmou a Marcelo que tem o áudio da conversa. Ao Grande Prêmio, disse que só tem a transcrição. "Você está me dando argumentos sólidos, como ele também deu. A gente vai ter de juntar tudo. Vamos ver, segunda-feira ele vai vir para cá [para o lançamento oficial]", falou Marcelo, que rechaçou qualquer jogada de marketing. "Eu fiz a quarta-capa porque achei que era a melhor história do livro."

 



Pataquada de Vitonez às 19h09
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Lemyr não tem a gravação do diálogo de Barrichello

Bruno Vicaria acabou de falar com Lemyr Martins. Que, confrontado com a pergunta "A Ferrari acabou de desmentir, através de sua assessoria de imprensa, o diálogo que você publicou em seu livro. Você continua o sustentando?", disse: "Tenho a transcrição e confio nela. Não ouvi a gravação, confiei na transcrição."

 

Isto é, Lemyr não tem a gravação.

 



Bruno Vicaria acabou de falar com Lemyr Martins. Que, confrontado com a pergunta "A Ferrari acabou de desmentir, através de sua assessoria de imprensa, o diálogo que você publicou em seu livro. Você continua o sustentando?", disse: "Tenho a transcrição e confio nela. Não ouvi a gravação, confiei na transcrição."

 

Isto é, Lemyr não tem a gravação.

 



Bruno Vicaria acabou de falar com Lemyr Martins. Que, confrontado com a pergunta "A Ferrari acabou de desmentir, através de sua assessoria de imprensa, o diálogo que você publicou em seu livro. Você continua o sustentando?", disse: "Tenho a transcrição e confio nela. Não ouvi a gravação, confiei na transcrição."

 

Isto é, Lemyr não tem a gravação.

 



Pataquada de Vitonez às 17h25
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O caso Lemyr: a gravação, o desmentido e o pensamento

Fábio Seixas conversou com Lemyr Martins hoje. O autor do livro alega que "recebeu uma gravação e mandou traduzir". Seixas me disse que Lemyr falou se tratar de "algo real, que assina embaixo".

 

Ivan Capelli me atentou para o seguinte: "A tradução não foi feita com base no áudio". E como um dos exemplos, cita o "slim French toad", que ficou como "sapo magrelo francês". E deveria ser "sapo pegajoso francês". "Baseado num áudio, você nunca vai confundir "slim" com "slime".

 

Seixas e Capelli repercutem o assunto em seus blogs.

 

Também falou sobre o assunto Luis Fernando Ramos, o Ico, que conversou com Luca Colajanni, assessor de imprensa da Ferrari. Ao Capelli, Ico comentou que "nunca houve um  Karl Scheider", "nenhuma passagem do diálogo é verdadeira" e que Colajanni "riu muito, principalmente no trecho sobre a cachorrinha Lulu".

 

Um fato que acrescento, que é para pensar e se concluir rapidamente: em sã consciência, se acontecesse isso com qualquer um dos caros internautas deste blog, em seus respectivos trabalhos, em que houvesse uma ameaça deste naipe à mãe, algum de vocês continuaria neste lugar de trabalho por mais três anos?

 



Fábio Seixas conversou com Lemyr Martins hoje. O autor do livro alega que "recebeu uma gravação e mandou traduzir". Seixas me disse que Lemyr falou se tratar de "algo real, que assina embaixo".

 

Ivan Capelli me atentou para o seguinte: "A tradução não foi feita com base no áudio". E como um dos exemplos, cita o "slim French toad", que ficou como "sapo magrelo francês". E deveria ser "sapo pegajoso francês". "Baseado num áudio, você nunca vai confundir "slim" com "slime".

 

Seixas e Capelli repercutem o assunto em seus blogs.

 

Também falou sobre o assunto Luis Fernando Ramos, o Ico, que conversou com Luca Colajanni, assessor de imprensa da Ferrari. Ao Capelli, Ico comentou que "nunca houve um  Karl Scheider", "nenhuma passagem do diálogo é verdadeira" e que Colajanni "riu muito, principalmente no trecho sobre a cachorrinha Lulu".

 

Um fato que acrescento, que é para pensar e se concluir rapidamente: em sã consciência, se acontecesse isso com qualquer um dos caros internautas deste blog, em seus respectivos trabalhos, em que houvesse uma ameaça deste naipe à mãe, algum de vocês continuaria neste lugar de trabalho por mais três anos?

 



Fábio Seixas conversou com Lemyr Martins hoje. O autor do livro alega que "recebeu uma gravação e mandou traduzir". Seixas me disse que Lemyr falou se tratar de "algo real, que assina embaixo".

 

Ivan Capelli me atentou para o seguinte: "A tradução não foi feita com base no áudio". E como um dos exemplos, cita o "slim French toad", que ficou como "sapo magrelo francês". E deveria ser "sapo pegajoso francês". "Baseado num áudio, você nunca vai confundir "slim" com "slime".

 

Seixas e Capelli repercutem o assunto em seus blogs.

 

Também falou sobre o assunto Luis Fernando Ramos, o Ico, que conversou com Luca Colajanni, assessor de imprensa da Ferrari. Ao Capelli, Ico comentou que "nunca houve um  Karl Scheider", "nenhuma passagem do diálogo é verdadeira" e que Colajanni "riu muito, principalmente no trecho sobre a cachorrinha Lulu".

 

Um fato que acrescento, que é para pensar e se concluir rapidamente: em sã consciência, se acontecesse isso com qualquer um dos caros internautas deste blog, em seus respectivos trabalhos, em que houvesse uma ameaça deste naipe à mãe, algum de vocês continuaria neste lugar de trabalho por mais três anos?

 



Pataquada de Vitonez às 15h48
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Sobre o diálogo de Barrichello na Áustria 2002

O Lance! expôs na última noite na internet um trecho do livro de Lemyr Martins, Histórias, Lendas, Mistérios e Loucuras da Fórmula 1, em que relata, entre as páginas 71 a 77, um suposto diálogo entre Rubens Barrichello e Jean Todt nas cinco voltas finais do GP da Áustria de 2002.

 

A conversa retrata trechos surreais, em que Todt obrigaria o brasileiro a ceder a liderança da prova para Michael Schumacher. Indignado, Rubens chamou o dirigente de "sapo francês magrelo". Ainda, Barrichello mencionaria que houve um pagamento da Ferrari à Mercedes por conta do funcionário rebelde que interveio no GP da Alemanha de 2000, primeiro ganho pelo piloto. Mais: supõe que a mãe de Barrichello, Idely, estaria sob posse da cúpula da escuderia, vendada. Fato semelhante teria ocorrido com a cadela de Rubens, Lulu. E para arrebatar, Schumacher teria comemorado a vitória com "eu ganhei, eu ganhei".

 

O Lance! foi atrás da família de Barrichello, muito possivelmente via assessoria aqui no Brasil, e não obteve nenhuma declaração. Levou a história ao ar, explicando-a sempre no condicional.

 

O Blog Victal entrou em contato com Lemyr e o questionou sobre a veracidade do fato. "Você leu o livro?", devolveu. Diante do não como resposta, acrescido de "li um trecho, o que não impede de perguntar se tal trecho é verdade ou ficção", o autor da obra insistiu na questão da leitura. "Senão não adianta escrever um livro". A réplica do blog: "Você procurou alguém da família do Barrichello para perguntar sobre essa conversa?". A tréplica seguiu as linhas acima.

 

A editora que publicou o livro, Panda Books, confirmou que não se trata de ficção.

 

Conversei também com um colega que já tem o livro. Que me passou a frase da contra-capa: "O jornalista (...) revela pela primeira vez o diálogo entre Rubinho e o chefão da Ferrari, Jean Todt". Que subentende se tratar de informação exclusiva.

 

Minutos mais tarde encontrei Ivan Capelli no MSN. Claro que o assunto não poderia ser outro. Entre predicados e conjecturas, o gaúcho chama para seu o post em seu blog, cujo título é "É apenas uma piada (velha)". O diálogo está na internet há seis anos, em inglês, em fóruns, tratado como brincadeira. A tradução tem erros, como explica Capelli. Além do cão Lulu ser Sparkles no original.

 

O Blog Victal se lembrou de que a transmissão daquela prova no Brasil teve narração de Cleber Machado na TV Globo e que mencionava a mãe de Barrichello no fim da corrida. O vídeo no YouTube comprova que, de fato, na última volta, o narrador fala que "das 14 mães que foram pra corrida, a do Barrichello, a dona Idely, não foi, ela não tá aí perto pra comemorar a vitória", e em seguida o conhecido e difundido "hoje não, hoje não... hoje sim, hoje sim?..." 

 

Para finalizar, o tal Karl Scheister não existe.

 

Bem como toda a história do diálogo.

 

Acréscimo: o Lance! divulgou uma errata nesta sexta. 

 



O Lance! expôs na última noite na internet um trecho do livro de Lemyr Martins, Histórias, Lendas, Mistérios e Loucuras da Fórmula 1, em que relata, entre as páginas 71 a 77, um suposto diálogo entre Rubens Barrichello e Jean Todt nas cinco voltas finais do GP da Áustria de 2002.

 

A conversa retrata trechos surreais, em que Todt obrigaria o brasileiro a ceder a liderança da prova para Michael Schumacher. Indignado, Rubens chamou o dirigente de "sapo francês magrelo". Ainda, Barrichello mencionaria que houve um pagamento da Ferrari à Mercedes por conta do funcionário rebelde que interveio no GP da Alemanha de 2000, primeiro ganho pelo piloto. Mais: supõe que a mãe de Barrichello, Idely, estaria sob posse da cúpula da escuderia, vendada. Fato semelhante teria ocorrido com a cadela de Rubens, Lulu. E para arrebatar, Schumacher teria comemorado a vitória com "eu ganhei, eu ganhei".

 

O Lance! foi atrás da família de Barrichello, muito possivelmente via assessoria aqui no Brasil, e não obteve nenhuma declaração. Levou a história ao ar, explicando-a sempre no condicional.

 

O Blog Victal entrou em contato com Lemyr e o questionou sobre a veracidade do fato. "Você leu o livro?", devolveu. Diante do não como resposta, acrescido de "li um trecho, o que não impede de perguntar se tal trecho é verdade ou ficção", o autor da obra insistiu na questão da leitura. "Senão não adianta escrever um livro". A réplica do blog: "Você procurou alguém da família do Barrichello para perguntar sobre essa conversa?". A tréplica seguiu as linhas acima.

 

A editora que publicou o livro, Panda Books, confirmou que não se trata de ficção.

 

Conversei também com um colega que já tem o livro. Que me passou a frase da contra-capa: "O jornalista (...) revela pela primeira vez o diálogo entre Rubinho e o chefão da Ferrari, Jean Todt". Que subentende se tratar de informação exclusiva.

 

Minutos mais tarde encontrei Ivan Capelli no MSN. Claro que o assunto não poderia ser outro. Entre predicados e conjecturas, o gaúcho chama para seu o post em seu blog, cujo título é "É apenas uma piada (velha)". O diálogo está na internet há seis anos, em inglês, em fóruns, tratado como brincadeira. A tradução tem erros, como explica Capelli. Além do cão Lulu ser Sparkles no original.

 

O Blog Victal se lembrou de que a transmissão daquela prova no Brasil teve narração de Cleber Machado na TV Globo e que mencionava a mãe de Barrichello no fim da corrida. O vídeo no YouTube comprova que, de fato, na última volta, o narrador fala que "das 14 mães que foram pra corrida, a do Barrichello, a dona Idely, não foi, ela não tá aí perto pra comemorar a vitória", e em seguida o conhecido e difundido "hoje não, hoje não... hoje sim, hoje sim?..." 

 

Para finalizar, o tal Karl Scheister não existe.

 

Bem como toda a história do diálogo.

 

Acréscimo: o Lance! divulgou uma errata nesta sexta. 

 



O Lance! expôs na última noite na internet um trecho do livro de Lemyr Martins, Histórias, Lendas, Mistérios e Loucuras da Fórmula 1, em que relata, entre as páginas 71 a 77, um suposto diálogo entre Rubens Barrichello e Jean Todt nas cinco voltas finais do GP da Áustria de 2002.

 

A conversa retrata trechos surreais, em que Todt obrigaria o brasileiro a ceder a liderança da prova para Michael Schumacher. Indignado, Rubens chamou o dirigente de "sapo francês magrelo". Ainda, Barrichello mencionaria que houve um pagamento da Ferrari à Mercedes por conta do funcionário rebelde que interveio no GP da Alemanha de 2000, primeiro ganho pelo piloto. Mais: supõe que a mãe de Barrichello, Idely, estaria sob posse da cúpula da escuderia, vendada. Fato semelhante teria ocorrido com a cadela de Rubens, Lulu. E para arrebatar, Schumacher teria comemorado a vitória com "eu ganhei, eu ganhei".

 

O Lance! foi atrás da família de Barrichello, muito possivelmente via assessoria aqui no Brasil, e não obteve nenhuma declaração. Levou a história ao ar, explicando-a sempre no condicional.

 

O Blog Victal entrou em contato com Lemyr e o questionou sobre a veracidade do fato. "Você leu o livro?", devolveu. Diante do não como resposta, acrescido de "li um trecho, o que não impede de perguntar se tal trecho é verdade ou ficção", o autor da obra insistiu na questão da leitura. "Senão não adianta escrever um livro". A réplica do blog: "Você procurou alguém da família do Barrichello para perguntar sobre essa conversa?". A tréplica seguiu as linhas acima.

 

A editora que publicou o livro, Panda Books, confirmou que não se trata de ficção.

 

Conversei também com um colega que já tem o livro. Que me passou a frase da contra-capa: "O jornalista (...) revela pela primeira vez o diálogo entre Rubinho e o chefão da Ferrari, Jean Todt". Que subentende se tratar de informação exclusiva.

 

Minutos mais tarde encontrei Ivan Capelli no MSN. Claro que o assunto não poderia ser outro. Entre predicados e conjecturas, o gaúcho chama para seu o post em seu blog, cujo título é "É apenas uma piada (velha)". O diálogo está na internet há seis anos, em inglês, em fóruns, tratado como brincadeira. A tradução tem erros, como explica Capelli. Além do cão Lulu ser Sparkles no original.

 

O Blog Victal se lembrou de que a transmissão daquela prova no Brasil teve narração de Cleber Machado na TV Globo e que mencionava a mãe de Barrichello no fim da corrida. O vídeo no YouTube comprova que, de fato, na última volta, o narrador fala que "das 14 mães que foram pra corrida, a do Barrichello, a dona Idely, não foi, ela não tá aí perto pra comemorar a vitória", e em seguida o conhecido e difundido "hoje não, hoje não... hoje sim, hoje sim?..." 

 

Para finalizar, o tal Karl Scheister não existe.

 

Bem como toda a história do diálogo.

 

Acréscimo: o Lance! divulgou uma errata nesta sexta. 

 



Pataquada de Vitonez às 00h35
[] [mande para quem quiser] []



Defecatório da Imprensa

Pinga na caixa de e-mail, 15h14, assessoria Pole Press. Felipe Massa tem novo rival. E, também lembrou o Grün, 2008 ainda não tem campeão, mas o ano que vem...

Demais, não?



Pinga na caixa de e-mail, 15h14, assessoria Pole Press. Felipe Massa tem novo rival. E, também lembrou o Grün, 2008 ainda não tem campeão, mas o ano que vem...

Demais, não?



Pinga na caixa de e-mail, 15h14, assessoria Pole Press. Felipe Massa tem novo rival. E, também lembrou o Grün, 2008 ainda não tem campeão, mas o ano que vem...

Demais, não?



Pataquada de Vitonez às 19h50
[] [mande para quem quiser] []



Stock sem céu

Patrocinadora da prova do milhão e uma das principais marcas da Stock Car, a Sky pode deixar a categoria, soube o Blog Victal.

 

A empresa, que apóia uma das equipes Action Power, e foi a responsável por premiar Valdeno Brito por sua vitória no Rio de Janeiro, encontra-se na "zona intermediária" do campeonato. A empresa de TV por assinatura já não vê retorno em sua exposição.

 



Patrocinadora da prova do milhão e uma das principais marcas da Stock Car, a Sky pode deixar a categoria, soube o Blog Victal.

 

A empresa, que apóia uma das equipes Action Power, e foi a responsável por premiar Valdeno Brito por sua vitória no Rio de Janeiro, encontra-se na "zona intermediária" do campeonato. A empresa de TV por assinatura já não vê retorno em sua exposição.

 



Patrocinadora da prova do milhão e uma das principais marcas da Stock Car, a Sky pode deixar a categoria, soube o Blog Victal.

 

A empresa, que apóia uma das equipes Action Power, e foi a responsável por premiar Valdeno Brito por sua vitória no Rio de Janeiro, encontra-se na "zona intermediária" do campeonato. A empresa de TV por assinatura já não vê retorno em sua exposição.

 



Pataquada de Vitonez às 11h22
[] [mande para quem quiser] []



De improvável a possível

Chegou a passar pela cabeça no dia da corrida, achei que seria absurdo por causa da situação da "vítima", dei de ombros e esqueci. Daí um amigo, muitíssimo envolvido no meio da F-1, deixou no ar numa conversa que tivemos há pouco: "A batida do Nelsinho em Cingapura foi intencional?"

 

Expliquei o que escrevi acima, e então veio a história, que foi contada nesta ordem: Alonso pára nos boxes na volta 12 e a Renault sabe que os líderes da prova lá estarão entre os giros 15 e 17. Piquet, assim, tem duas voltas para provocar a entrada do safety-car. Bate na 13.

 

Perguntei se não se tratava simplesmente de uma coincidência. Meu amigo insistiu, disse que um colega havia o questionado sobre tal, e ele, à Platão, pôs-se a pensar.

 

Principalmente pelo seguinte argumento, que tem respaldo de fonte interna da Renault: a equipe francesa tem uma cláusula no contrato com sua patrocinadora principal, o ING, que permite à instituição financeira rescindir o acordo sem pagar um tostão de multa se a Renault não acabar entre os quatro primeiros na classificação.

 

Hum, foi minha reação.

 

Fui procurar a situação do Mundial até o GP cingapuriano. Renault e Toyota estavam empatadas em 41 pontos.

 

Hum.

 

E o ING vai deixar a Renault e se mandar para a Honda...

 

A linha de raciocínio: a Renault, naquela altura do campeonato, fim de setembro, já sabia que podia ou ia perder o ING e não ia terminar sem nenhum centavo. Não ia levar a bota e se ferrar em amarelo e azul por não ter atingido a meta. Digamos que Briatore combina com Piquet e Alonso antes da prova — porque durante não daria; o rádio está aberto —, e o plano é executado — até com severidade, vide a batida. A Nelsinho, o pobre coitado da história, alguma garantia para 2009, digamos.

 

A Renault vence com Alonso em Cingapura e "de forma limpa" no Japão. Com os resultados da China, conquista o quarto lugar.

 

Hum. Era quase impossível. Agora não consigo deixar de achar plausível.

 



Chegou a passar pela cabeça no dia da corrida, achei que seria absurdo por causa da situação da "vítima", dei de ombros e esqueci. Daí um amigo, muitíssimo envolvido no meio da F-1, deixou no ar numa conversa que tivemos há pouco: "A batida do Nelsinho em Cingapura foi intencional?"

 

Expliquei o que escrevi acima, e então veio a história, que foi contada nesta ordem: Alonso pára nos boxes na volta 12 e a Renault sabe que os líderes da prova lá estarão entre os giros 15 e 17. Piquet, assim, tem duas voltas para provocar a entrada do safety-car. Bate na 13.

 

Perguntei se não se tratava simplesmente de uma coincidência. Meu amigo insistiu, disse que um colega havia o questionado sobre tal, e ele, à Platão, pôs-se a pensar.

 

Principalmente pelo seguinte argumento, que tem respaldo de fonte interna da Renault: a equipe francesa tem uma cláusula no contrato com sua patrocinadora principal, o ING, que permite à instituição financeira rescindir o acordo sem pagar um tostão de multa se a Renault não acabar entre os quatro primeiros na classificação.

 

Hum, foi minha reação.

 

Fui procurar a situação do Mundial até o GP cingapuriano. Renault e Toyota estavam empatadas em 41 pontos.

 

Hum.

 

E o ING vai deixar a Renault e se mandar para a Honda...

 

A linha de raciocínio: a Renault, naquela altura do campeonato, fim de setembro, já sabia que podia ou ia perder o ING e não ia terminar sem nenhum centavo. Não ia levar a bota e se ferrar em amarelo e azul por não ter atingido a meta. Digamos que Briatore combina com Piquet e Alonso antes da prova — porque durante não daria; o rádio está aberto —, e o plano é executado — até com severidade, vide a batida. A Nelsinho, o pobre coitado da história, alguma garantia para 2009, digamos.

 

A Renault vence com Alonso em Cingapura e "de forma limpa" no Japão. Com os resultados da China, conquista o quarto lugar.

 

Hum. Era quase impossível. Agora não consigo deixar de achar plausível.

 



Chegou a passar pela cabeça no dia da corrida, achei que seria absurdo por causa da situação da "vítima", dei de ombros e esqueci. Daí um amigo, muitíssimo envolvido no meio da F-1, deixou no ar numa conversa que tivemos há pouco: "A batida do Nelsinho em Cingapura foi intencional?"

 

Expliquei o que escrevi acima, e então veio a história, que foi contada nesta ordem: Alonso pára nos boxes na volta 12 e a Renault sabe que os líderes da prova lá estarão entre os giros 15 e 17. Piquet, assim, tem duas voltas para provocar a entrada do safety-car. Bate na 13.

 

Perguntei se não se tratava simplesmente de uma coincidência. Meu amigo insistiu, disse que um colega havia o questionado sobre tal, e ele, à Platão, pôs-se a pensar.

 

Principalmente pelo seguinte argumento, que tem respaldo de fonte interna da Renault: a equipe francesa tem uma cláusula no contrato com sua patrocinadora principal, o ING, que permite à instituição financeira rescindir o acordo sem pagar um tostão de multa se a Renault não acabar entre os quatro primeiros na classificação.

 

Hum, foi minha reação.

 

Fui procurar a situação do Mundial até o GP cingapuriano. Renault e Toyota estavam empatadas em 41 pontos.

 

Hum.

 

E o ING vai deixar a Renault e se mandar para a Honda...

 

A linha de raciocínio: a Renault, naquela altura do campeonato, fim de setembro, já sabia que podia ou ia perder o ING e não ia terminar sem nenhum centavo. Não ia levar a bota e se ferrar em amarelo e azul por não ter atingido a meta. Digamos que Briatore combina com Piquet e Alonso antes da prova — porque durante não daria; o rádio está aberto —, e o plano é executado — até com severidade, vide a batida. A Nelsinho, o pobre coitado da história, alguma garantia para 2009, digamos.

 

A Renault vence com Alonso em Cingapura e "de forma limpa" no Japão. Com os resultados da China, conquista o quarto lugar.

 

Hum. Era quase impossível. Agora não consigo deixar de achar plausível.

 



Pataquada de Vitonez às 00h25
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Wilson é confirmado na RC

A RC, como antecipou o Blog Victal, confirmou há pouco Max Wilson como um de seus pilotos para a temporada 2009.

Resta saber seu companheiro: Ricardo Maurício ou Antonio Jorge Neto.



A RC, como antecipou o Blog Victal, confirmou há pouco Max Wilson como um de seus pilotos para a temporada 2009.

Resta saber seu companheiro: Ricardo Maurício ou Antonio Jorge Neto.



A RC, como antecipou o Blog Victal, confirmou há pouco Max Wilson como um de seus pilotos para a temporada 2009.

Resta saber seu companheiro: Ricardo Maurício ou Antonio Jorge Neto.



Pataquada de Vitonez às 15h24
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Megalomania ou pequenez?

O telhado da F-1 não é feito de vidro. Não se pode quebrar. Nem passa perto o clichê do fale bem ou falem mal, mas falem. Só se pode ser súdito diante de sua grandeza reinante e da burguesia que simbioticamente se aproveita dela.

 

A FIA, que tem um presidente que se "salvou" de um caso tórrido de envolvimento em orgia sexual e luta junto com a FOM para que sua categoria principal não perca mais montadoras e equipes bradando por custos ínfimos, agora trabalha nos bastidores para que a BBC, emissora que passará a ter os direitos de transmissão da F-1 em território britânico, desista da idéia de contratar Martin Brundle como comentarista. Tudo porque a federação ainda não engoliu as palavras do ex-piloto relacionadas ao episódio de espionagem no ano passado.

 

Some-se a isso uma história próxima a nós, brasileiros. Reservo-me ao direito de omitir o nome da empresa. O meio de comunicação solicitou uma entrevista exclusiva com Felipe Massa na quinta-feira do GP do Japão. A entrevista estava marcada havia tempo. Dias antes, a assessoria da Ferrari mandou um e-mail à redação, discordando das palavras de uma matéria que criticava a postura da equipe durante o reabastecimento em Cingapura, evidenciando a falta de um líder, e que precisaria de uma razão deveras convincente para que seu piloto então concedesse a tal entrevista.

 

Massa falou até à imprensa marroquina. Não falou ao veículo citado.

 

Imagino que a FIA e a Ferrari sejam duas grandes entidades, de ação, caráter e envolvimento mundial, indiscutivelmente reconhecidas por sua importância histórica. E que pelas posturas que tomam ou pelos atos que desempenham, estão suscetíveis aos comentários da imprensa ou de quem quer que seja, visto que aqui no Brasil vivemos uma democracia e na Inglaterra, apesar da monarquia, há liberdade de expressão.

 

A FIA quer afagos e um comentarista inglês que lhe agrade. A Ferrari, puxa!, importa-se com uma matéria de um jornalista brasileiro a ponto de sua assessoria fazer beicinho, muxoxo, fifi-fufu, e não, não vai permitir nem se "Dio" ou "il Papa" ordenarem que o piloto compatriota, que decide o título em terras canárias, abra a boca, já que agora se trata de um medium non grato.

 

Não sei por que não me espanto. A FIA e a Ferrari são exemplos claros do mundo babaca e pequeno em que vivemos. 

 

Mais: agora veio a FOM se preocupar com os "quadrinhos" que fazemos e colocamos no fim de semana dos GPs. Um banner informativo, dos horários dos treinos e da corrida, e de quem vai transmitir. Encrencaram com o logo da F-1. Cu. 

 



O telhado da F-1 não é feito de vidro. Não se pode quebrar. Nem passa perto o clichê do fale bem ou falem mal, mas falem. Só se pode ser súdito diante de sua grandeza reinante e da burguesia que simbioticamente se aproveita dela.

 

A FIA, que tem um presidente que se "salvou" de um caso tórrido de envolvimento em orgia sexual e luta junto com a FOM para que sua categoria principal não perca mais montadoras e equipes bradando por custos ínfimos, agora trabalha nos bastidores para que a BBC, emissora que passará a ter os direitos de transmissão da F-1 em território britânico, desista da idéia de contratar Martin Brundle como comentarista. Tudo porque a federação ainda não engoliu as palavras do ex-piloto relacionadas ao episódio de espionagem no ano passado.

 

Some-se a isso uma história próxima a nós, brasileiros. Reservo-me ao direito de omitir o nome da empresa. O meio de comunicação solicitou uma entrevista exclusiva com Felipe Massa na quinta-feira do GP do Japão. A entrevista estava marcada havia tempo. Dias antes, a assessoria da Ferrari mandou um e-mail à redação, discordando das palavras de uma matéria que criticava a postura da equipe durante o reabastecimento em Cingapura, evidenciando a falta de um líder, e que precisaria de uma razão deveras convincente para que seu piloto então concedesse a tal entrevista.

 

Massa falou até à imprensa marroquina. Não falou ao veículo citado.

 

Imagino que a FIA e a Ferrari sejam duas grandes entidades, de ação, caráter e envolvimento mundial, indiscutivelmente reconhecidas por sua importância histórica. E que pelas posturas que tomam ou pelos atos que desempenham, estão suscetíveis aos comentários da imprensa ou de quem quer que seja, visto que aqui no Brasil vivemos uma democracia e na Inglaterra, apesar da monarquia, há liberdade de expressão.

 

A FIA quer afagos e um comentarista inglês que lhe agrade. A Ferrari, puxa!, importa-se com uma matéria de um jornalista brasileiro a ponto de sua assessoria fazer beicinho, muxoxo, fifi-fufu, e não, não vai permitir nem se "Dio" ou "il Papa" ordenarem que o piloto compatriota, que decide o título em terras canárias, abra a boca, já que agora se trata de um medium non grato.

 

Não sei por que não me espanto. A FIA e a Ferrari são exemplos claros do mundo babaca e pequeno em que vivemos. 

 

Mais: agora veio a FOM se preocupar com os "quadrinhos" que fazemos e colocamos no fim de semana dos GPs. Um banner informativo, dos horários dos treinos e da corrida, e de quem vai transmitir. Encrencaram com o logo da F-1. Cu. 

 



O telhado da F-1 não é feito de vidro. Não se pode quebrar. Nem passa perto o clichê do fale bem ou falem mal, mas falem. Só se pode ser súdito diante de sua grandeza reinante e da burguesia que simbioticamente se aproveita dela.

 

A FIA, que tem um presidente que se "salvou" de um caso tórrido de envolvimento em orgia sexual e luta junto com a FOM para que sua categoria principal não perca mais montadoras e equipes bradando por custos ínfimos, agora trabalha nos bastidores para que a BBC, emissora que passará a ter os direitos de transmissão da F-1 em território britânico, desista da idéia de contratar Martin Brundle como comentarista. Tudo porque a federação ainda não engoliu as palavras do ex-piloto relacionadas ao episódio de espionagem no ano passado.

 

Some-se a isso uma história próxima a nós, brasileiros. Reservo-me ao direito de omitir o nome da empresa. O meio de comunicação solicitou uma entrevista exclusiva com Felipe Massa na quinta-feira do GP do Japão. A entrevista estava marcada havia tempo. Dias antes, a assessoria da Ferrari mandou um e-mail à redação, discordando das palavras de uma matéria que criticava a postura da equipe durante o reabastecimento em Cingapura, evidenciando a falta de um líder, e que precisaria de uma razão deveras convincente para que seu piloto então concedesse a tal entrevista.

 

Massa falou até à imprensa marroquina. Não falou ao veículo citado.

 

Imagino que a FIA e a Ferrari sejam duas grandes entidades, de ação, caráter e envolvimento mundial, indiscutivelmente reconhecidas por sua importância histórica. E que pelas posturas que tomam ou pelos atos que desempenham, estão suscetíveis aos comentários da imprensa ou de quem quer que seja, visto que aqui no Brasil vivemos uma democracia e na Inglaterra, apesar da monarquia, há liberdade de expressão.

 

A FIA quer afagos e um comentarista inglês que lhe agrade. A Ferrari, puxa!, importa-se com uma matéria de um jornalista brasileiro a ponto de sua assessoria fazer beicinho, muxoxo, fifi-fufu, e não, não vai permitir nem se "Dio" ou "il Papa" ordenarem que o piloto compatriota, que decide o título em terras canárias, abra a boca, já que agora se trata de um medium non grato.

 

Não sei por que não me espanto. A FIA e a Ferrari são exemplos claros do mundo babaca e pequeno em que vivemos. 

 

Mais: agora veio a FOM se preocupar com os "quadrinhos" que fazemos e colocamos no fim de semana dos GPs. Um banner informativo, dos horários dos treinos e da corrida, e de quem vai transmitir. Encrencaram com o logo da F-1. Cu. 

 



Pataquada de Vitonez às 15h07
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É fota...

Foi-me mandado o arquivo abaixo por um Sábio, sobre matéria do site GE.com. Um ato falho? Um prenúncio de sexo grupal?



Foi-me mandado o arquivo abaixo por um Sábio, sobre matéria do site GE.com. Um ato falho? Um prenúncio de sexo grupal?



Foi-me mandado o arquivo abaixo por um Sábio, sobre matéria do site GE.com. Um ato falho? Um prenúncio de sexo grupal?



Pataquada de Vitonez às 12h59
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Nem um nem outro na Force India

A Force India acompanhou um ano todo de conflitos e choques entre Colin Kolles, o chefe de equipe, e Mike Gascoyne, diretor-técnico. Em quase nada concordaram. Quase dividiram o time. Não conseguiram gerar um ponto sequer no Mundial.

 

O Blog Victal soube que é provável que Vijay Mallya apresente aos dois, e não a só um, a serventia da casa. A dupla pouco dinâmica deve ser defenestrada. Jogada às traças. Enxotada e pisoteada como barata de esgoto de rua. 

 

Não se fala ainda em nomes para substituí-los até porque a FI ajeita com a McLaren seu acordo. Os indianos tentam o pacote completo, mas a missão é quase a do famoso filme. O motor Mercedes é certeza, então o câmbio deve acompanhar a aquisição. McLaren e Mercedes vão ajudar no desenvolvimento da "força indiana", tratando-a como equipe-cliente.

 

Sobre pilotos, Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil estão mantidos até "segunda ordem". Sutil é o ameaçado. Primeiro por Paul di Resta, que, dependendo da negociata, seria imposição dos prateados. E segundo por Vitantonio Liuzzi, que tem contrato de quatro anos com cláusula que o põe como titular em pelo menos dois.

 



A Force India acompanhou um ano todo de conflitos e choques entre Colin Kolles, o chefe de equipe, e Mike Gascoyne, diretor-técnico. Em quase nada concordaram. Quase dividiram o time. Não conseguiram gerar um ponto sequer no Mundial.

 

O Blog Victal soube que é provável que Vijay Mallya apresente aos dois, e não a só um, a serventia da casa. A dupla pouco dinâmica deve ser defenestrada. Jogada às traças. Enxotada e pisoteada como barata de esgoto de rua. 

 

Não se fala ainda em nomes para substituí-los até porque a FI ajeita com a McLaren seu acordo. Os indianos tentam o pacote completo, mas a missão é quase a do famoso filme. O motor Mercedes é certeza, então o câmbio deve acompanhar a aquisição. McLaren e Mercedes vão ajudar no desenvolvimento da "força indiana", tratando-a como equipe-cliente.

 

Sobre pilotos, Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil estão mantidos até "segunda ordem". Sutil é o ameaçado. Primeiro por Paul di Resta, que, dependendo da negociata, seria imposição dos prateados. E segundo por Vitantonio Liuzzi, que tem contrato de quatro anos com cláusula que o põe como titular em pelo menos dois.

 



A Force India acompanhou um ano todo de conflitos e choques entre Colin Kolles, o chefe de equipe, e Mike Gascoyne, diretor-técnico. Em quase nada concordaram. Quase dividiram o time. Não conseguiram gerar um ponto sequer no Mundial.

 

O Blog Victal soube que é provável que Vijay Mallya apresente aos dois, e não a só um, a serventia da casa. A dupla pouco dinâmica deve ser defenestrada. Jogada às traças. Enxotada e pisoteada como barata de esgoto de rua. 

 

Não se fala ainda em nomes para substituí-los até porque a FI ajeita com a McLaren seu acordo. Os indianos tentam o pacote completo, mas a missão é quase a do famoso filme. O motor Mercedes é certeza, então o câmbio deve acompanhar a aquisição. McLaren e Mercedes vão ajudar no desenvolvimento da "força indiana", tratando-a como equipe-cliente.

 

Sobre pilotos, Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil estão mantidos até "segunda ordem". Sutil é o ameaçado. Primeiro por Paul di Resta, que, dependendo da negociata, seria imposição dos prateados. E segundo por Vitantonio Liuzzi, que tem contrato de quatro anos com cláusula que o põe como titular em pelo menos dois.

 



Pataquada de Vitonez às 14h24
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O Grande Estagiário 3

Os internautas já devem ter visto no Grande Prêmio (não?) que estão abertas as inscrições para a terceira edição de O Grande Estagiário.

 

Formandos em Jornalismo e em outras áreas — neste caso, que se sintam aptos e capazes de redigir bem e tenham ao menos um inglês dominante, como aconteceu com Rafael Sola (por onde anda o Mindu?) — têm de mandar seu histórico para curriculo@warmup.com.br, junto com um texto de no máximo 30 linhas com o tema “A crise econômica e eu”. Se for bom, passa para a segunda fase.

 

Nos dois primeiros GE’s, tivemos Marcelo Freire — hoje na Folha de S.Paulo  —, o já citado Sola, Marcus Lellis e Francisco Luz — que continuam com nossa trupe.

 

O prazo é 5 de novembro, três dias após o GP do Brasil.

 

O Grande Estagiário é a forma-mirim de O Aprendiz. Só não demitimos ninguém. Pelo menos não à la Justus.

 

Não entendeu porra nenhuma? Clica no banner então:

 

 



Os internautas já devem ter visto no Grande Prêmio (não?) que estão abertas as inscrições para a terceira edição de O Grande Estagiário.

 

Formandos em Jornalismo e em outras áreas — neste caso, que se sintam aptos e capazes de redigir bem e tenham ao menos um inglês dominante, como aconteceu com Rafael Sola (por onde anda o Mindu?) — têm de mandar seu histórico para curriculo@warmup.com.br, junto com um texto de no máximo 30 linhas com o tema “A crise econômica e eu”. Se for bom, passa para a segunda fase.

 

Nos dois primeiros GE’s, tivemos Marcelo Freire — hoje na Folha de S.Paulo  —, o já citado Sola, Marcus Lellis e Francisco Luz — que continuam com nossa trupe.

 

O prazo é 5 de novembro, três dias após o GP do Brasil.

 

O Grande Estagiário é a forma-mirim de O Aprendiz. Só não demitimos ninguém. Pelo menos não à la Justus.

 

Não entendeu porra nenhuma? Clica no banner então:

 

 



Os internautas já devem ter visto no Grande Prêmio (não?) que estão abertas as inscrições para a terceira edição de O Grande Estagiário.

 

Formandos em Jornalismo e em outras áreas — neste caso, que se sintam aptos e capazes de redigir bem e tenham ao menos um inglês dominante, como aconteceu com Rafael Sola (por onde anda o Mindu?) — têm de mandar seu histórico para curriculo@warmup.com.br, junto com um texto de no máximo 30 linhas com o tema “A crise econômica e eu”. Se for bom, passa para a segunda fase.

 

Nos dois primeiros GE’s, tivemos Marcelo Freire — hoje na Folha de S.Paulo  —, o já citado Sola, Marcus Lellis e Francisco Luz — que continuam com nossa trupe.

 

O prazo é 5 de novembro, três dias após o GP do Brasil.

 

O Grande Estagiário é a forma-mirim de O Aprendiz. Só não demitimos ninguém. Pelo menos não à la Justus.

 

Não entendeu porra nenhuma? Clica no banner então:

 

 



Pataquada de Vitonez às 11h45
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O anúncio veio. E o processo?

Nunca uma notícia veio de tantas fontes. Foram quatro que me confirmaram a informação, mais outras duas que assentiram depois que a matéria foi publicada em 31 de julho. 11 minutos depois, veio um colega me falar: "Você fodeu eles."

 

Ri e continuei fazendo meu trabalho. A quinta-feira era o único dia em que visitei Interlagos naquele fim de semana de Stock Car. Passei na Red Bull e conversei normalmente com Amir Nasr e com Hoover Orsi.

 

O dia seguinte foi dedicado à F-1, GP da Hungria, mas sempre a maioria dos colegas vinha ao MSN, mandava um e-mail e passava um rádio. "Eles acharam um absurdo", disse um. Outro falou. "A Letícia [irmã do Cacá] veio me dizer: 'Como é que ele sabe algo que eu não sei?'." Veio, então, a história do processo.


Processo? Com base em quê?, perguntei. "Não sei, mano." Bruno Terena já aloprou. "Que lindo, você vai para a cadeia."

 

Fiquei pensando realmente qual era a razão para que alguém processasse um jornalista por ter dado uma notícia. Danos morais? Calúnia e difamação? Atentado ao pudor?

 

No sábado, Bruno Vicaria me trouxe as notícias da coletiva. Cacá: "O que publicaram foi uma falta de respeito, coisa de jornalista sem fundamento. Isso não é jornalismo. Prejudicou a mim, ao Hoover, ao Serra, a Eurofarma e a Red Bull. Tanto que a Red Bull e eu o processaremos."

 

Aí, ao que parece, Silvio Porto, outro jornalista, tentou fazer uma "defesa" da classe, dizendo que ele havia publicado no ano anterior que Luciano Burti ia para tal equipe e que Burti negou e que Burti o chamou de fofoqueiro e que Cacá falou que esse era um problema dele com o Burti e todo mundo ficou sem entender e Cacá afirmou que, o que eu tinha feito, sem me citar, "foi uma falta de respeito".

 

Primeiro que eu sempre duvidei que a Red Bull tivesse pensado em ação judicial. Até porque a Red Bull sabia que era a verdade. A Red Bull tem gente competente e lúcida, não iria se prestar a tal.

 

Fazendo as vezes de comentarista de F-1 na Rádio Bandeirantes, Cacá, no domingo, continuou seu repúdio e repulsa, apoiado pelo narrador de corridas que em 2005 pensou em rejeitar falar o nome Red Bull, como faz a Globo, alegando que a Red Bull era um produto maligno, até rejeitado na França, mas como a Red Bull virou anunciante, a Red Bull não virou RBR. "Ele só chuta", apoiou o narrador, e depois dizendo com aquele humor fake de Zorra Total, "vamos tomar um Red Bull para ficar acordado", uau, um arraso.

 

E eu fiquei esperando o oficial de justiça batendo palmas à porta, intimação na mão, camburão do outro lado da rua, algemas e os policiais sorrindo, com algum repórter da WE acompanhando o caso, que seria colocado no site oficial da grã-categoria, foto minha já no xilindró segurando as barras, berrando por meu advogado, e Cacá comentando algo tipo "foi justo".

 

A vida seguiu, o processo não apareceu. Soube que ontem, na mesma rádio, após o GP da China, Cacá mencionou algo próximo a "um ciclo chegou ao fim na RC". Uma jornalista próxima comentou comigo que "quanto maior a indignação, mais perto da verdade está o furo jornalístico". Hoje a Red Bull confirmou Cacá.

 

Ufa. Não serei preso.

 



Nunca uma notícia veio de tantas fontes. Foram quatro que me confirmaram a informação, mais outras duas que assentiram depois que a matéria foi publicada em 31 de julho. 11 minutos depois, veio um colega me falar: "Você fodeu eles."

 

Ri e continuei fazendo meu trabalho. A quinta-feira era o único dia em que visitei Interlagos naquele fim de semana de Stock Car. Passei na Red Bull e conversei normalmente com Amir Nasr e com Hoover Orsi.

 

O dia seguinte foi dedicado à F-1, GP da Hungria, mas sempre a maioria dos colegas vinha ao MSN, mandava um e-mail e passava um rádio. "Eles acharam um absurdo", disse um. Outro falou. "A Letícia [irmã do Cacá] veio me dizer: 'Como é que ele sabe algo que eu não sei?'." Veio, então, a história do processo.


Processo? Com base em quê?, perguntei. "Não sei, mano." Bruno Terena já aloprou. "Que lindo, você vai para a cadeia."

 

Fiquei pensando realmente qual era a razão para que alguém processasse um jornalista por ter dado uma notícia. Danos morais? Calúnia e difamação? Atentado ao pudor?

 

No sábado, Bruno Vicaria me trouxe as notícias da coletiva. Cacá: "O que publicaram foi uma falta de respeito, coisa de jornalista sem fundamento. Isso não é jornalismo. Prejudicou a mim, ao Hoover, ao Serra, a Eurofarma e a Red Bull. Tanto que a Red Bull e eu o processaremos."

 

Aí, ao que parece, Silvio Porto, outro jornalista, tentou fazer uma "defesa" da classe, dizendo que ele havia publicado no ano anterior que Luciano Burti ia para tal equipe e que Burti negou e que Burti o chamou de fofoqueiro e que Cacá falou que esse era um problema dele com o Burti e todo mundo ficou sem entender e Cacá afirmou que, o que eu tinha feito, sem me citar, "foi uma falta de respeito".

 

Primeiro que eu sempre duvidei que a Red Bull tivesse pensado em ação judicial. Até porque a Red Bull sabia que era a verdade. A Red Bull tem gente competente e lúcida, não iria se prestar a tal.

 

Fazendo as vezes de comentarista de F-1 na Rádio Bandeirantes, Cacá, no domingo, continuou seu repúdio e repulsa, apoiado pelo narrador de corridas que em 2005 pensou em rejeitar falar o nome Red Bull, como faz a Globo, alegando que a Red Bull era um produto maligno, até rejeitado na França, mas como a Red Bull virou anunciante, a Red Bull não virou RBR. "Ele só chuta", apoiou o narrador, e depois dizendo com aquele humor fake de Zorra Total, "vamos tomar um Red Bull para ficar acordado", uau, um arraso.

 

E eu fiquei esperando o oficial de justiça batendo palmas à porta, intimação na mão, camburão do outro lado da rua, algemas e os policiais sorrindo, com algum repórter da WE acompanhando o caso, que seria colocado no site oficial da grã-categoria, foto minha já no xilindró segurando as barras, berrando por meu advogado, e Cacá comentando algo tipo "foi justo".

 

A vida seguiu, o processo não apareceu. Soube que ontem, na mesma rádio, após o GP da China, Cacá mencionou algo próximo a "um ciclo chegou ao fim na RC". Uma jornalista próxima comentou comigo que "quanto maior a indignação, mais perto da verdade está o furo jornalístico". Hoje a Red Bull confirmou Cacá.

 

Ufa. Não serei preso.

 



Nunca uma notícia veio de tantas fontes. Foram quatro que me confirmaram a informação, mais outras duas que assentiram depois que a matéria foi publicada em 31 de julho. 11 minutos depois, veio um colega me falar: "Você fodeu eles."

 

Ri e continuei fazendo meu trabalho. A quinta-feira era o único dia em que visitei Interlagos naquele fim de semana de Stock Car. Passei na Red Bull e conversei normalmente com Amir Nasr e com Hoover Orsi.

 

O dia seguinte foi dedicado à F-1, GP da Hungria, mas sempre a maioria dos colegas vinha ao MSN, mandava um e-mail e passava um rádio. "Eles acharam um absurdo", disse um. Outro falou. "A Letícia [irmã do Cacá] veio me dizer: 'Como é que ele sabe algo que eu não sei?'." Veio, então, a história do processo.


Processo? Com base em quê?, perguntei. "Não sei, mano." Bruno Terena já aloprou. "Que lindo, você vai para a cadeia."

 

Fiquei pensando realmente qual era a razão para que alguém processasse um jornalista por ter dado uma notícia. Danos morais? Calúnia e difamação? Atentado ao pudor?

 

No sábado, Bruno Vicaria me trouxe as notícias da coletiva. Cacá: "O que publicaram foi uma falta de respeito, coisa de jornalista sem fundamento. Isso não é jornalismo. Prejudicou a mim, ao Hoover, ao Serra, a Eurofarma e a Red Bull. Tanto que a Red Bull e eu o processaremos."

 

Aí, ao que parece, Silvio Porto, outro jornalista, tentou fazer uma "defesa" da classe, dizendo que ele havia publicado no ano anterior que Luciano Burti ia para tal equipe e que Burti negou e que Burti o chamou de fofoqueiro e que Cacá falou que esse era um problema dele com o Burti e todo mundo ficou sem entender e Cacá afirmou que, o que eu tinha feito, sem me citar, "foi uma falta de respeito".

 

Primeiro que eu sempre duvidei que a Red Bull tivesse pensado em ação judicial. Até porque a Red Bull sabia que era a verdade. A Red Bull tem gente competente e lúcida, não iria se prestar a tal.

 

Fazendo as vezes de comentarista de F-1 na Rádio Bandeirantes, Cacá, no domingo, continuou seu repúdio e repulsa, apoiado pelo narrador de corridas que em 2005 pensou em rejeitar falar o nome Red Bull, como faz a Globo, alegando que a Red Bull era um produto maligno, até rejeitado na França, mas como a Red Bull virou anunciante, a Red Bull não virou RBR. "Ele só chuta", apoiou o narrador, e depois dizendo com aquele humor fake de Zorra Total, "vamos tomar um Red Bull para ficar acordado", uau, um arraso.

 

E eu fiquei esperando o oficial de justiça batendo palmas à porta, intimação na mão, camburão do outro lado da rua, algemas e os policiais sorrindo, com algum repórter da WE acompanhando o caso, que seria colocado no site oficial da grã-categoria, foto minha já no xilindró segurando as barras, berrando por meu advogado, e Cacá comentando algo tipo "foi justo".

 

A vida seguiu, o processo não apareceu. Soube que ontem, na mesma rádio, após o GP da China, Cacá mencionou algo próximo a "um ciclo chegou ao fim na RC". Uma jornalista próxima comentou comigo que "quanto maior a indignação, mais perto da verdade está o furo jornalístico". Hoje a Red Bull confirmou Cacá.

 

Ufa. Não serei preso.

 



Pataquada de Vitonez às 18h01
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Estamos de olho...

Recebo comunicado da Stock Car. Sou alertado por importante figura do meio. Trecho de abertura da nota:

 

"A Copa Vicar, divisão de acesso da Copa Nextel Stock Car, poderá se tornar internacional na temporada 2009. O piloto inglês Stuart Turvey, que em 2007 competiu no Campeonato Inglês de Turismo, poderá ser a novidade da categoria na próxima temporada. Com o apoio da equipe Hot Car, ele testou o carro na semana passado, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). Seu objetivo principal é a temporada do ano que vem, mas ele ainda estuda a possibilidade de participar da última etapa deste ano, em Interlagos, São Paulo, no dia 7 de dezembro.

Em Londrina, um traçado bastante técnico, ele completou 40 voltas e, apesar de ter sido seu primeiro contato com o carro e a pista, além de ter utilizado apenas pneus velhos, Stuart conseguiu ótimos tempos, que o colocariam entre os três mais rápidos no grid da Copa Vicar."

 

Mas como o glorioso Turvey registrou ótimos tempos, que o colocariam entre os três mais rápidos no grid da Copa Vicar, se a Copa Vicar não corre em Londrina?

 



Recebo comunicado da Stock Car. Sou alertado por importante figura do meio. Trecho de abertura da nota:

 

"A Copa Vicar, divisão de acesso da Copa Nextel Stock Car, poderá se tornar internacional na temporada 2009. O piloto inglês Stuart Turvey, que em 2007 competiu no Campeonato Inglês de Turismo, poderá ser a novidade da categoria na próxima temporada. Com o apoio da equipe Hot Car, ele testou o carro na semana passado, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). Seu objetivo principal é a temporada do ano que vem, mas ele ainda estuda a possibilidade de participar da última etapa deste ano, em Interlagos, São Paulo, no dia 7 de dezembro.

Em Londrina, um traçado bastante técnico, ele completou 40 voltas e, apesar de ter sido seu primeiro contato com o carro e a pista, além de ter utilizado apenas pneus velhos, Stuart conseguiu ótimos tempos, que o colocariam entre os três mais rápidos no grid da Copa Vicar."

 

Mas como o glorioso Turvey registrou ótimos tempos, que o colocariam entre os três mais rápidos no grid da Copa Vicar, se a Copa Vicar não corre em Londrina?

 



Recebo comunicado da Stock Car. Sou alertado por importante figura do meio. Trecho de abertura da nota:

 

"A Copa Vicar, divisão de acesso da Copa Nextel Stock Car, poderá se tornar internacional na temporada 2009. O piloto inglês Stuart Turvey, que em 2007 competiu no Campeonato Inglês de Turismo, poderá ser a novidade da categoria na próxima temporada. Com o apoio da equipe Hot Car, ele testou o carro na semana passado, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). Seu objetivo principal é a temporada do ano que vem, mas ele ainda estuda a possibilidade de participar da última etapa deste ano, em Interlagos, São Paulo, no dia 7 de dezembro.

Em Londrina, um traçado bastante técnico, ele completou 40 voltas e, apesar de ter sido seu primeiro contato com o carro e a pista, além de ter utilizado apenas pneus velhos, Stuart conseguiu ótimos tempos, que o colocariam entre os três mais rápidos no grid da Copa Vicar."

 

Mas como o glorioso Turvey registrou ótimos tempos, que o colocariam entre os três mais rápidos no grid da Copa Vicar, se a Copa Vicar não corre em Londrina?

 



Pataquada de Vitonez às 15h09
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Indiciamento segue na Flórida

Hoje acontece na Corte da Flórida a leitura do indiciamento do caso que acusa Helio Castroneves, a irmã Katiucia e o advogado Alan Miller de sonegação fiscal e conspiração fraudulenta contra os EUA.

Em específico, a leitura acontece para a defesa de Katiucia. Que não vai comparecer à audiência, sendo representada por seu advogado.



Hoje acontece na Corte da Flórida a leitura do indiciamento do caso que acusa Helio Castroneves, a irmã Katiucia e o advogado Alan Miller de sonegação fiscal e conspiração fraudulenta contra os EUA.

Em específico, a leitura acontece para a defesa de Katiucia. Que não vai comparecer à audiência, sendo representada por seu advogado.



Hoje acontece na Corte da Flórida a leitura do indiciamento do caso que acusa Helio Castroneves, a irmã Katiucia e o advogado Alan Miller de sonegação fiscal e conspiração fraudulenta contra os EUA.

Em específico, a leitura acontece para a defesa de Katiucia. Que não vai comparecer à audiência, sendo representada por seu advogado.



Pataquada de Vitonez às 13h58
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De Astra para Vectra

É grande a chance de a Chevrolet abandonar o Astra e usar o Vectra a partir da próxima temporada da Stock Car.

O Blog Victal soube que a forma da carroceria já foi concebida na JL, empresa da família Giaffone responsável por tal.

No ano que vem, os carros passarão por uma reformulação profunda.



É grande a chance de a Chevrolet abandonar o Astra e usar o Vectra a partir da próxima temporada da Stock Car.

O Blog Victal soube que a forma da carroceria já foi concebida na JL, empresa da família Giaffone responsável por tal.

No ano que vem, os carros passarão por uma reformulação profunda.



É grande a chance de a Chevrolet abandonar o Astra e usar o Vectra a partir da próxima temporada da Stock Car.

O Blog Victal soube que a forma da carroceria já foi concebida na JL, empresa da família Giaffone responsável por tal.

No ano que vem, os carros passarão por uma reformulação profunda.



Pataquada de Vitonez às 10h51
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Os coadjuvantes e a estratégia

Que Felipe Massa é abertamente o favorito à vitória em Interlagos, creio que não há nenhuma dúvida. E diante da situação da classificação, para o brasileiro ser campeão, Lewis Hamilton precisa chegar em sexto em diante.

A questão que se forma é quem são os quatro pilotos que precisam terminar entre eles, descontando Heikki Kovalainen.

O primeiro, claro, é Kimi Raikkonen. O segundo, mais claro ainda, é Fernando Alonso. E o terceiro, esse na base do pode ser, é Robert Kubica.

O quarto é a grande questão. E nesse sub-grupo, outros três tenderiam a se tornar o coadjuvante de luxo do campeonato.

Nick Heidfeld, que alterna resultados fracos e impressionantes em performances sempre medianas. Foi quinto colocado na China sem nem aparecer.  

Sebastian Vettel, que vem numa seqüência estelar e só na China não se deu muito bem. Tem motor Ferrari.

Nelsinho Piquet, que faz sua primeira corrida em casa e tenta se salvar, ainda que nem os aparelhos pareçam mantê-lo na Renault. Conta com a evolução do carro.

A McLaren e Lewis Hamilton vêm muito bem. Então alguém vai ter de fazer o papel que Ryan Briscoe desempenhou para Helio Castroneves na decisão da F-Indy em Chicago, bloqueando Scott Dixon e permitindo que os demais se aproximassem. Ou ainda, o que Jacques Villeneuve fez em 1997 no Japão, segurando Michael Schumacher. Deve ser Kimi, se a Ferrari ousar nessa estratégia. Deve ser a F-1, que notoriamente torce contra Hamilton.

A decisão vai ser ótima em Interlagos.  



Que Felipe Massa é abertamente o favorito à vitória em Interlagos, creio que não há nenhuma dúvida. E diante da situação da classificação, para o brasileiro ser campeão, Lewis Hamilton precisa chegar em sexto em diante.

A questão que se forma é quem são os quatro pilotos que precisam terminar entre eles, descontando Heikki Kovalainen.

O primeiro, claro, é Kimi Raikkonen. O segundo, mais claro ainda, é Fernando Alonso. E o terceiro, esse na base do pode ser, é Robert Kubica.

O quarto é a grande questão. E nesse sub-grupo, outros três tenderiam a se tornar o coadjuvante de luxo do campeonato.

Nick Heidfeld, que alterna resultados fracos e impressionantes em performances sempre medianas. Foi quinto colocado na China sem nem aparecer.  

Sebastian Vettel, que vem numa seqüência estelar e só na China não se deu muito bem. Tem motor Ferrari.

Nelsinho Piquet, que faz sua primeira corrida em casa e tenta se salvar, ainda que nem os aparelhos pareçam mantê-lo na Renault. Conta com a evolução do carro.

A McLaren e Lewis Hamilton vêm muito bem. Então alguém vai ter de fazer o papel que Ryan Briscoe desempenhou para Helio Castroneves na decisão da F-Indy em Chicago, bloqueando Scott Dixon e permitindo que os demais se aproximassem. Ou ainda, o que Jacques Villeneuve fez em 1997 no Japão, segurando Michael Schumacher. Deve ser Kimi, se a Ferrari ousar nessa estratégia. Deve ser a F-1, que notoriamente torce contra Hamilton.

A decisão vai ser ótima em Interlagos.  



Que Felipe Massa é abertamente o favorito à vitória em Interlagos, creio que não há nenhuma dúvida. E diante da situação da classificação, para o brasileiro ser campeão, Lewis Hamilton precisa chegar em sexto em diante.

A questão que se forma é quem são os quatro pilotos que precisam terminar entre eles, descontando Heikki Kovalainen.

O primeiro, claro, é Kimi Raikkonen. O segundo, mais claro ainda, é Fernando Alonso. E o terceiro, esse na base do pode ser, é Robert Kubica.

O quarto é a grande questão. E nesse sub-grupo, outros três tenderiam a se tornar o coadjuvante de luxo do campeonato.

Nick Heidfeld, que alterna resultados fracos e impressionantes em performances sempre medianas. Foi quinto colocado na China sem nem aparecer.  

Sebastian Vettel, que vem numa seqüência estelar e só na China não se deu muito bem. Tem motor Ferrari.

Nelsinho Piquet, que faz sua primeira corrida em casa e tenta se salvar, ainda que nem os aparelhos pareçam mantê-lo na Renault. Conta com a evolução do carro.

A McLaren e Lewis Hamilton vêm muito bem. Então alguém vai ter de fazer o papel que Ryan Briscoe desempenhou para Helio Castroneves na decisão da F-Indy em Chicago, bloqueando Scott Dixon e permitindo que os demais se aproximassem. Ou ainda, o que Jacques Villeneuve fez em 1997 no Japão, segurando Michael Schumacher. Deve ser Kimi, se a Ferrari ousar nessa estratégia. Deve ser a F-1, que notoriamente torce contra Hamilton.

A decisão vai ser ótima em Interlagos.  



Pataquada de Vitonez às 18h16
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Bernoldi não corre na Superliga

Enrique Bernoldi não vai correr a etapa deste fim de semana da F-Superliga, como prometia o próprio site da categoria.

Avisam ao Blog Victal Fernanda Gonçalves e Marcos Souza, ambos da assessoria do piloto, que ele foi contatado pelo Tottenham para participar da rodada dupla do Estoril, mas que, em virtude da lesão na mão adquirida ainda na etapa de Detroit da F-Indy, a penúltima do campeonato, teve de declinar do convite.

Bernoldi encontra-se em Florianópolis.



Enrique Bernoldi não vai correr a etapa deste fim de semana da F-Superliga, como prometia o próprio site da categoria.

Avisam ao Blog Victal Fernanda Gonçalves e Marcos Souza, ambos da assessoria do piloto, que ele foi contatado pelo Tottenham para participar da rodada dupla do Estoril, mas que, em virtude da lesão na mão adquirida ainda na etapa de Detroit da F-Indy, a penúltima do campeonato, teve de declinar do convite.

Bernoldi encontra-se em Florianópolis.



Enrique Bernoldi não vai correr a etapa deste fim de semana da F-Superliga, como prometia o próprio site da categoria.

Avisam ao Blog Victal Fernanda Gonçalves e Marcos Souza, ambos da assessoria do piloto, que ele foi contatado pelo Tottenham para participar da rodada dupla do Estoril, mas que, em virtude da lesão na mão adquirida ainda na etapa de Detroit da F-Indy, a penúltima do campeonato, teve de declinar do convite.

Bernoldi encontra-se em Florianópolis.



Pataquada de Vitonez às 11h49
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Frase do dia

De Francisco Luz, colega de GP, sobre a notícia da ING na Honda: "Tinha que voltar o cigarro. A Honda só funciona que nem meu avô: à base de Lucky Strike"



De Francisco Luz, colega de GP, sobre a notícia da ING na Honda: "Tinha que voltar o cigarro. A Honda só funciona que nem meu avô: à base de Lucky Strike"



De Francisco Luz, colega de GP, sobre a notícia da ING na Honda: "Tinha que voltar o cigarro. A Honda só funciona que nem meu avô: à base de Lucky Strike"



Pataquada de Vitonez às 23h27
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goING

Como assim, o ING deixando a Renault e indo para a Honda?

Honda que vai deixar o projeto ecológico e terá a instituição financeira por três anos, no mínimo?

E a Renault, como fica?

Logo mais no Grande Prêmio.



Como assim, o ING deixando a Renault e indo para a Honda?

Honda que vai deixar o projeto ecológico e terá a instituição financeira por três anos, no mínimo?

E a Renault, como fica?

Logo mais no Grande Prêmio.



Como assim, o ING deixando a Renault e indo para a Honda?

Honda que vai deixar o projeto ecológico e terá a instituição financeira por três anos, no mínimo?

E a Renault, como fica?

Logo mais no Grande Prêmio.



Pataquada de Vitonez às 21h46
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O piloto PAC

Lewis Hamilton disse que é passional.

Felipe Massa afirmou que o rival é agressivo e confiante.

A F-1 tem seu PAC.

Só que, em vez de crescer, cai justamente quando está para se mostrar perfeito.



Lewis Hamilton disse que é passional.

Felipe Massa afirmou que o rival é agressivo e confiante.

A F-1 tem seu PAC.

Só que, em vez de crescer, cai justamente quando está para se mostrar perfeito.



Lewis Hamilton disse que é passional.

Felipe Massa afirmou que o rival é agressivo e confiante.

A F-1 tem seu PAC.

Só que, em vez de crescer, cai justamente quando está para se mostrar perfeito.



Pataquada de Vitonez às 10h27
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Negócio da China

Aí vão os palpites sempre certeiros para o GP da China.

A pole ficará com Massa, sigo apostando nele. O 18º lugar no grid será de Button.

Na liderança do primeiro terço da prova, Hamilton. A melhor volta terá autoria de Raikkonen. E o primeiro a abandonar será Coulthard.

A ordem dos oito primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Kubica, Alonso, Kovalainen, Vettel e Heidfeld. 



Aí vão os palpites sempre certeiros para o GP da China.

A pole ficará com Massa, sigo apostando nele. O 18º lugar no grid será de Button.

Na liderança do primeiro terço da prova, Hamilton. A melhor volta terá autoria de Raikkonen. E o primeiro a abandonar será Coulthard.

A ordem dos oito primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Kubica, Alonso, Kovalainen, Vettel e Heidfeld. 



Aí vão os palpites sempre certeiros para o GP da China.

A pole ficará com Massa, sigo apostando nele. O 18º lugar no grid será de Button.

Na liderança do primeiro terço da prova, Hamilton. A melhor volta terá autoria de Raikkonen. E o primeiro a abandonar será Coulthard.

A ordem dos oito primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Kubica, Alonso, Kovalainen, Vettel e Heidfeld. 



Pataquada de Vitonez às 06h20
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Senna, Piquet e Di Grassi

A notícia saiu no Tazio: Bruno Senna testa com a Honda em novembro, dia 17.

Deve ser piloto de testes. A contragosto. Bruno quer ser titular.

E o Brasil deve ter mesmo três pilotos no ano que vem. Lucas Di Grassi deve ficar na Renault, mas, segundo o Blog Victal apurou, tem, sim, interesse na Honda — ainda não houve contato entre as partes. Nelsinho Piquet, então, ficaria com a vaga que hoje pertence a Rubens Barrichello.



A notícia saiu no Tazio: Bruno Senna testa com a Honda em novembro, dia 17.

Deve ser piloto de testes. A contragosto. Bruno quer ser titular.

E o Brasil deve ter mesmo três pilotos no ano que vem. Lucas Di Grassi deve ficar na Renault, mas, segundo o Blog Victal apurou, tem, sim, interesse na Honda — ainda não houve contato entre as partes. Nelsinho Piquet, então, ficaria com a vaga que hoje pertence a Rubens Barrichello.



A notícia saiu no Tazio: Bruno Senna testa com a Honda em novembro, dia 17.

Deve ser piloto de testes. A contragosto. Bruno quer ser titular.

E o Brasil deve ter mesmo três pilotos no ano que vem. Lucas Di Grassi deve ficar na Renault, mas, segundo o Blog Victal apurou, tem, sim, interesse na Honda — ainda não houve contato entre as partes. Nelsinho Piquet, então, ficaria com a vaga que hoje pertence a Rubens Barrichello.



Pataquada de Vitonez às 13h39
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Conversa com Helio Castroneves pai

O Blog Victal falou ontem com Helio Castroneves, o pai, que está em Coral Gables, nos Estados Unidos. Foi uma conversa rápida, de mais ou menos cinco minutos.

"Estamos muito tranqüilos. Vamos mostrar mais uma vez que isso não passa de uma armação", afirmou.

Perguntei, então, quem teria feito essa armação, já que o indiciamento da promotoria indica dados bem firmes de sonegação e fraude. "Bem, isso fica na cabeça de todos, de quem nos delatou..."

E quem teria delatado? "Isso não posso te dizer...", soltou após alguns segundos.

Seria alguém que tem envolvimento na história e não aparece no indiciamento? "Nós vamos provar que não temos nada que ver com isso", desviou.

E para encerrar, quis saber da Seven. Aquela empresa panamenha, pertence a quem? "Não sei, nunca ouvi falar dela."

Helio filho vai correr no fim de semana na ALMS em Monterey.



O Blog Victal falou ontem com Helio Castroneves, o pai, que está em Coral Gables, nos Estados Unidos. Foi uma conversa rápida, de mais ou menos cinco minutos.

"Estamos muito tranqüilos. Vamos mostrar mais uma vez que isso não passa de uma armação", afirmou.

Perguntei, então, quem teria feito essa armação, já que o indiciamento da promotoria indica dados bem firmes de sonegação e fraude. "Bem, isso fica na cabeça de todos, de quem nos delatou..."

E quem teria delatado? "Isso não posso te dizer...", soltou após alguns segundos.

Seria alguém que tem envolvimento na história e não aparece no indiciamento? "Nós vamos provar que não temos nada que ver com isso", desviou.

E para encerrar, quis saber da Seven. Aquela empresa panamenha, pertence a quem? "Não sei, nunca ouvi falar dela."

Helio filho vai correr no fim de semana na ALMS em Monterey.



O Blog Victal falou ontem com Helio Castroneves, o pai, que está em Coral Gables, nos Estados Unidos. Foi uma conversa rápida, de mais ou menos cinco minutos.

"Estamos muito tranqüilos. Vamos mostrar mais uma vez que isso não passa de uma armação", afirmou.

Perguntei, então, quem teria feito essa armação, já que o indiciamento da promotoria indica dados bem firmes de sonegação e fraude. "Bem, isso fica na cabeça de todos, de quem nos delatou..."

E quem teria delatado? "Isso não posso te dizer...", soltou após alguns segundos.

Seria alguém que tem envolvimento na história e não aparece no indiciamento? "Nós vamos provar que não temos nada que ver com isso", desviou.

E para encerrar, quis saber da Seven. Aquela empresa panamenha, pertence a quem? "Não sei, nunca ouvi falar dela."

Helio filho vai correr no fim de semana na ALMS em Monterey.



Pataquada de Vitonez às 10h25
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CBA e o futuro

Tempo atrás, falei da existência de Cleyton e do automobilismo brasileiro.

Os leitores do blog podem acompanhar no Grande Prêmio quem vem a ser.

Sugiro a opinião dos internautas do que pode vir.

 



Tempo atrás, falei da existência de Cleyton e do automobilismo brasileiro.

Os leitores do blog podem acompanhar no Grande Prêmio quem vem a ser.

Sugiro a opinião dos internautas do que pode vir.

 



Tempo atrás, falei da existência de Cleyton e do automobilismo brasileiro.

Os leitores do blog podem acompanhar no Grande Prêmio quem vem a ser.

Sugiro a opinião dos internautas do que pode vir.

 



Pataquada de Vitonez às 18h13
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Desempregado por pouco

Juliano Moro pode voltar à Stock Car correndo pela K-Med, soube o Blog Victal.

Moro será dispensado pela Hot Car por questões financeiras. Mário Romancini assume seu lugar a partir da etapa de Brasília.



Juliano Moro pode voltar à Stock Car correndo pela K-Med, soube o Blog Victal.

Moro será dispensado pela Hot Car por questões financeiras. Mário Romancini assume seu lugar a partir da etapa de Brasília.



Juliano Moro pode voltar à Stock Car correndo pela K-Med, soube o Blog Victal.

Moro será dispensado pela Hot Car por questões financeiras. Mário Romancini assume seu lugar a partir da etapa de Brasília.



Pataquada de Vitonez às 20h54
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Parabéns, Braga!

Não é fácil chegar aos 40 e tantos anos deste jeito.

Marcelo Eduardo Braga, um dos preferidos do blog, assessor de imprensa da Stock Car e d'outros eventos, faz aniversário.

Em breve, os cumprimentos pessoais ao mestre.

Parabéns, Braga!



Não é fácil chegar aos 40 e tantos anos deste jeito.

Marcelo Eduardo Braga, um dos preferidos do blog, assessor de imprensa da Stock Car e d'outros eventos, faz aniversário.

Em breve, os cumprimentos pessoais ao mestre.

Parabéns, Braga!



Não é fácil chegar aos 40 e tantos anos deste jeito.

Marcelo Eduardo Braga, um dos preferidos do blog, assessor de imprensa da Stock Car e d'outros eventos, faz aniversário.

Em breve, os cumprimentos pessoais ao mestre.

Parabéns, Braga!



Pataquada de Vitonez às 13h24
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Comentários nipônicos

Como ainda não comentei — uma dor de cabeça afeta —, darei, pois, minhas opiniões.

1) Não entendo que tipo de esporte querem os comissários da FIA. Os contatos são inerentes à F-1. Punir Hamilton, Massa e Bourdais, principalmente o francês, é macular as corridas. É colocar dúvidas sobre proteções a um ou outro. Agressividade, para estes seres que têm interferido decisivamente nos GPs, é cartão amarelo.

2) "Hamilton e Massa são os dois melhores pilotos da F-1", foi o que se ouviu provas atrás de Galvão Bueno. Alonso venceu duas. Kubica se aproximou e pode ser o novo Raikkonen do Mundial.

3) A decisão do campeonato, mais uma vez, vem para o Brasil. Primeiro porque Hamilton já mostrou que se "anima" demais. Segundo porque aumentar seis pontos na corrida chinesa é pedir uma história semelhante a que aconteceu neste fim de semana no Japão.



Como ainda não comentei — uma dor de cabeça afeta —, darei, pois, minhas opiniões.

1) Não entendo que tipo de esporte querem os comissários da FIA. Os contatos são inerentes à F-1. Punir Hamilton, Massa e Bourdais, principalmente o francês, é macular as corridas. É colocar dúvidas sobre proteções a um ou outro. Agressividade, para estes seres que têm interferido decisivamente nos GPs, é cartão amarelo.

2) "Hamilton e Massa são os dois melhores pilotos da F-1", foi o que se ouviu provas atrás de Galvão Bueno. Alonso venceu duas. Kubica se aproximou e pode ser o novo Raikkonen do Mundial.

3) A decisão do campeonato, mais uma vez, vem para o Brasil. Primeiro porque Hamilton já mostrou que se "anima" demais. Segundo porque aumentar seis pontos na corrida chinesa é pedir uma história semelhante a que aconteceu neste fim de semana no Japão.



Como ainda não comentei — uma dor de cabeça afeta —, darei, pois, minhas opiniões.

1) Não entendo que tipo de esporte querem os comissários da FIA. Os contatos são inerentes à F-1. Punir Hamilton, Massa e Bourdais, principalmente o francês, é macular as corridas. É colocar dúvidas sobre proteções a um ou outro. Agressividade, para estes seres que têm interferido decisivamente nos GPs, é cartão amarelo.

2) "Hamilton e Massa são os dois melhores pilotos da F-1", foi o que se ouviu provas atrás de Galvão Bueno. Alonso venceu duas. Kubica se aproximou e pode ser o novo Raikkonen do Mundial.

3) A decisão do campeonato, mais uma vez, vem para o Brasil. Primeiro porque Hamilton já mostrou que se "anima" demais. Segundo porque aumentar seis pontos na corrida chinesa é pedir uma história semelhante a que aconteceu neste fim de semana no Japão.



Pataquada de Vitonez às 12h28
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Pílulas do que vem por aí

1) Romain Grosjean é nome que voltou com força pelos lados da Renault na F-1.

2) O caso de Helio Castroneves envolve, direta ou indiretamente, outro piloto.

3) Um "carro quente" da Stock Car terá novo piloto, diz-me Bruno Vicaria.



1) Romain Grosjean é nome que voltou com força pelos lados da Renault na F-1.

2) O caso de Helio Castroneves envolve, direta ou indiretamente, outro piloto.

3) Um "carro quente" da Stock Car terá novo piloto, diz-me Bruno Vicaria.



1) Romain Grosjean é nome que voltou com força pelos lados da Renault na F-1.

2) O caso de Helio Castroneves envolve, direta ou indiretamente, outro piloto.

3) Um "carro quente" da Stock Car terá novo piloto, diz-me Bruno Vicaria.



Pataquada de Vitonez às 19h26
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Renault nas ruas de São Paulo

A Renault deve anunciar amanhã que vai trazer seu "Road Show" para São Paulo no fim de novembro.

Depois de se apresentar em Kiev e ter uma parada ainda neste mês em Lisboa, haverá uma apresentação do modelo R27 ou R28 na capital paulista, muito provavelmente com Lucas Di Grassi. 

Atualização: será Nelsinho Piquet, em 30 de novembro.



A Renault deve anunciar amanhã que vai trazer seu "Road Show" para São Paulo no fim de novembro.

Depois de se apresentar em Kiev e ter uma parada ainda neste mês em Lisboa, haverá uma apresentação do modelo R27 ou R28 na capital paulista, muito provavelmente com Lucas Di Grassi. 

Atualização: será Nelsinho Piquet, em 30 de novembro.



A Renault deve anunciar amanhã que vai trazer seu "Road Show" para São Paulo no fim de novembro.

Depois de se apresentar em Kiev e ter uma parada ainda neste mês em Lisboa, haverá uma apresentação do modelo R27 ou R28 na capital paulista, muito provavelmente com Lucas Di Grassi. 

Atualização: será Nelsinho Piquet, em 30 de novembro.



Pataquada de Vitonez às 22h29
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Os pitacos nipônicos

Vamos aos palpites certeiros.

Massa faz a pole, sendo que o 17º no grid será Rubens Barrichello.

O líder do primeiro terço da corrida será Hamilton. O autor da melhor volta, como sempre, Raikkonen. E o primeiro a abandonar, Sutil.

A ordem infalível dos oito primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Kubica, Kovalainen, Vettel, Heidfeld e Alonso.



Vamos aos palpites certeiros.

Massa faz a pole, sendo que o 17º no grid será Rubens Barrichello.

O líder do primeiro terço da corrida será Hamilton. O autor da melhor volta, como sempre, Raikkonen. E o primeiro a abandonar, Sutil.

A ordem infalível dos oito primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Kubica, Kovalainen, Vettel, Heidfeld e Alonso.



Vamos aos palpites certeiros.

Massa faz a pole, sendo que o 17º no grid será Rubens Barrichello.

O líder do primeiro terço da corrida será Hamilton. O autor da melhor volta, como sempre, Raikkonen. E o primeiro a abandonar, Sutil.

A ordem infalível dos oito primeiros: Massa, Hamilton, Raikkonen, Kubica, Kovalainen, Vettel, Heidfeld e Alonso.



Pataquada de Vitonez às 20h25
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Faça o que eu digo

Então Barrichello aconselhou Senna a não ser piloto da Honda em 2009.

"É queimar um cartucho", disse.

Acho que Barrichello, na verdade, se queimou. De vez.

E a aposentadoria parece mais próxima.



Então Barrichello aconselhou Senna a não ser piloto da Honda em 2009.

"É queimar um cartucho", disse.

Acho que Barrichello, na verdade, se queimou. De vez.

E a aposentadoria parece mais próxima.



Então Barrichello aconselhou Senna a não ser piloto da Honda em 2009.

"É queimar um cartucho", disse.

Acho que Barrichello, na verdade, se queimou. De vez.

E a aposentadoria parece mais próxima.



Pataquada de Vitonez às 14h46
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Red Bull no autódromo do DF

O Blog Victal confirma que a Red Bull também se apresentará no autódromo de Brasília, na próxima sexta-feira.

Como antecipado em maio, a idéia da cúpula da RBR aqui do Brasil era fazer com que o carro da F-1 andasse no misto do autódromo Nelson Piquet. Queriam Emerson Fittipaldi, ganhador do GP extra-campeonato de 1974. Tentaram Vitor Meira, que não pôde aceitar o convite por ter compromissos com a Foyt. Tiveram de se contentar com o canadense Robert Wickens.

Brasilienses, pois, não percam.



O Blog Victal confirma que a Red Bull também se apresentará no autódromo de Brasília, na próxima sexta-feira.

Como antecipado em maio, a idéia da cúpula da RBR aqui do Brasil era fazer com que o carro da F-1 andasse no misto do autódromo Nelson Piquet. Queriam Emerson Fittipaldi, ganhador do GP extra-campeonato de 1974. Tentaram Vitor Meira, que não pôde aceitar o convite por ter compromissos com a Foyt. Tiveram de se contentar com o canadense Robert Wickens.

Brasilienses, pois, não percam.



O Blog Victal confirma que a Red Bull também se apresentará no autódromo de Brasília, na próxima sexta-feira.

Como antecipado em maio, a idéia da cúpula da RBR aqui do Brasil era fazer com que o carro da F-1 andasse no misto do autódromo Nelson Piquet. Queriam Emerson Fittipaldi, ganhador do GP extra-campeonato de 1974. Tentaram Vitor Meira, que não pôde aceitar o convite por ter compromissos com a Foyt. Tiveram de se contentar com o canadense Robert Wickens.

Brasilienses, pois, não percam.



Pataquada de Vitonez às 12h40
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Da Lights para a Indy

Sim, é Raphael Matos o novo piloto da jovial Luczo Dragon, confirma o Blog Victal.

Matos, 27 anos, substitui Tomas Scheckter, que não terminou nenhuma das cinco provas das quais a equipe participou em 2008.

O mineiro vem de dois títulos seguidos. Em 2007, faturou a F-Atlantic, e teria direito a US$ 2 milhões para ingressar na Champ Car. Abdicou da grana para o caminho até então rival, quase que prevendo o colapso da CC. Assinou com a Andretti Green e ganhou o título da Indy Lights.

Curioso é o clima de mistério que acerca o caso. "Hoje é um dia importante", é o que diz Raphael. Só isso.



Sim, é Raphael Matos o novo piloto da jovial Luczo Dragon, confirma o Blog Victal.

Matos, 27 anos, substitui Tomas Scheckter, que não terminou nenhuma das cinco provas das quais a equipe participou em 2008.

O mineiro vem de dois títulos seguidos. Em 2007, faturou a F-Atlantic, e teria direito a US$ 2 milhões para ingressar na Champ Car. Abdicou da grana para o caminho até então rival, quase que prevendo o colapso da CC. Assinou com a Andretti Green e ganhou o título da Indy Lights.

Curioso é o clima de mistério que acerca o caso. "Hoje é um dia importante", é o que diz Raphael. Só isso.



Sim, é Raphael Matos o novo piloto da jovial Luczo Dragon, confirma o Blog Victal.

Matos, 27 anos, substitui Tomas Scheckter, que não terminou nenhuma das cinco provas das quais a equipe participou em 2008.

O mineiro vem de dois títulos seguidos. Em 2007, faturou a F-Atlantic, e teria direito a US$ 2 milhões para ingressar na Champ Car. Abdicou da grana para o caminho até então rival, quase que prevendo o colapso da CC. Assinou com a Andretti Green e ganhou o título da Indy Lights.

Curioso é o clima de mistério que acerca o caso. "Hoje é um dia importante", é o que diz Raphael. Só isso.



Pataquada de Vitonez às 13h17
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Luczo com brasileiro?

A Luczo Dragon anuncia nesta terça-feira (7) em Indianápolis o piloto com que disputará a temporada toda da F-Indy em 2009.

O Blog Victal ouviu que a equipe trata o assunto com segredo sepulcral. Mas que Raphael Matos é um dos cotados à vaga.

Matos foi campeão da Indy Lights neste ano.



A Luczo Dragon anuncia nesta terça-feira (7) em Indianápolis o piloto com que disputará a temporada toda da F-Indy em 2009.

O Blog Victal ouviu que a equipe trata o assunto com segredo sepulcral. Mas que Raphael Matos é um dos cotados à vaga.

Matos foi campeão da Indy Lights neste ano.



A Luczo Dragon anuncia nesta terça-feira (7) em Indianápolis o piloto com que disputará a temporada toda da F-Indy em 2009.

O Blog Victal ouviu que a equipe trata o assunto com segredo sepulcral. Mas que Raphael Matos é um dos cotados à vaga.

Matos foi campeão da Indy Lights neste ano.



Pataquada de Vitonez às 20h56
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A história de Helio

Convido o internauta que acessa este espaço a ler a história de Helio Castroneves no Grande Prêmio, tal como ela se iniciou.

E tem mais por vir.



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E tem mais por vir.



Convido o internauta que acessa este espaço a ler a história de Helio Castroneves no Grande Prêmio, tal como ela se iniciou.

E tem mais por vir.



Pataquada de Vitonez às 14h17
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A mudança eleitoral e a chatice

Mudaram meu local de votação quando solicitei a segunda via do título, e o colégio agora é aquele no qual quase estudei no colegial. A caminhada era mais longe e passava pela escola antiga, três descidas longas, a estação do metrô, o parque e a rua movimentada durante a semana que vinha plácida nos dois sentidos.

Fui para a entrada indicada pelo site do TSE, vi só duas pessoas entrando, estranhei, segui e ouvi do segurança que devia ir para o outro lado. Imbuído do espírito cívico, nem bufei muito até dar a volta no quarteirão. Três ou quatro policiais na entrada, as pessoas calmamente caminhavam para suas seções, como a senhora sexagenária provavelmente com o filho limpando o batom que sobrava dos lábios, as meninas que provavelmente votavam pela primeira vez e que seguiam os papéis escritos à mão, o outro que procurava o número do vereador no mural e a inexistência de pessoas justificando seus não-votos. 

A minha seção era a 441, dois lances de escada e a sala logo à direita. 

Nenhuma fila, eram dois mesários, um terceiro que chegou só depois que haviam averiguado meu título de eleitor, e logo veio a permissão para o voto que demorou quatro segundos. O primeiro foi para a legenda, não acompanhei a propaganda e não votaria em malandro, ex-jogador corintiano, lacraia, atriz pornô e filha de cantora que se aproxima disso, nem mesmo no meu vizinho que há anos tenta algo na política e não engata.

Desta vez, não trombei ninguém conhecido, gente que se vê só mesmo de dois em dois anos, até mesmo da família que mora a no máximo 500 metros daqui.

Sei lá, foi sem graça. Vou ter de pedir para voltar como era.



Mudaram meu local de votação quando solicitei a segunda via do título, e o colégio agora é aquele no qual quase estudei no colegial. A caminhada era mais longe e passava pela escola antiga, três descidas longas, a estação do metrô, o parque e a rua movimentada durante a semana que vinha plácida nos dois sentidos.

Fui para a entrada indicada pelo site do TSE, vi só duas pessoas entrando, estranhei, segui e ouvi do segurança que devia ir para o outro lado. Imbuído do espírito cívico, nem bufei muito até dar a volta no quarteirão. Três ou quatro policiais na entrada, as pessoas calmamente caminhavam para suas seções, como a senhora sexagenária provavelmente com o filho limpando o batom que sobrava dos lábios, as meninas que provavelmente votavam pela primeira vez e que seguiam os papéis escritos à mão, o outro que procurava o número do vereador no mural e a inexistência de pessoas justificando seus não-votos. 

A minha seção era a 441, dois lances de escada e a sala logo à direita. 

Nenhuma fila, eram dois mesários, um terceiro que chegou só depois que haviam averiguado meu título de eleitor, e logo veio a permissão para o voto que demorou quatro segundos. O primeiro foi para a legenda, não acompanhei a propaganda e não votaria em malandro, ex-jogador corintiano, lacraia, atriz pornô e filha de cantora que se aproxima disso, nem mesmo no meu vizinho que há anos tenta algo na política e não engata.

Desta vez, não trombei ninguém conhecido, gente que se vê só mesmo de dois em dois anos, até mesmo da família que mora a no máximo 500 metros daqui.

Sei lá, foi sem graça. Vou ter de pedir para voltar como era.



Mudaram meu local de votação quando solicitei a segunda via do título, e o colégio agora é aquele no qual quase estudei no colegial. A caminhada era mais longe e passava pela escola antiga, três descidas longas, a estação do metrô, o parque e a rua movimentada durante a semana que vinha plácida nos dois sentidos.

Fui para a entrada indicada pelo site do TSE, vi só duas pessoas entrando, estranhei, segui e ouvi do segurança que devia ir para o outro lado. Imbuído do espírito cívico, nem bufei muito até dar a volta no quarteirão. Três ou quatro policiais na entrada, as pessoas calmamente caminhavam para suas seções, como a senhora sexagenária provavelmente com o filho limpando o batom que sobrava dos lábios, as meninas que provavelmente votavam pela primeira vez e que seguiam os papéis escritos à mão, o outro que procurava o número do vereador no mural e a inexistência de pessoas justificando seus não-votos. 

A minha seção era a 441, dois lances de escada e a sala logo à direita. 

Nenhuma fila, eram dois mesários, um terceiro que chegou só depois que haviam averiguado meu título de eleitor, e logo veio a permissão para o voto que demorou quatro segundos. O primeiro foi para a legenda, não acompanhei a propaganda e não votaria em malandro, ex-jogador corintiano, lacraia, atriz pornô e filha de cantora que se aproxima disso, nem mesmo no meu vizinho que há anos tenta algo na política e não engata.

Desta vez, não trombei ninguém conhecido, gente que se vê só mesmo de dois em dois anos, até mesmo da família que mora a no máximo 500 metros daqui.

Sei lá, foi sem graça. Vou ter de pedir para voltar como era.



Pataquada de Vitonez às 18h28
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Penske vai atrás de alguém

de David Adame/AP

Com o caso de fraude fiscal e lavagem de dinheiro que envolve o nome de Helio Castroneves, tem gente nos EUA que já fala que a Penske começou a se mexer para procurar um substituto para o brasileiro na temporada 2009. Helio já não vai correr a prova comemorativa da Austrália no fim do mês, em Surfers Paradise.

Tudo porque entendem que dificilmente Helio escapa da prisão. O negócio é sério. Bem sério.

A imagem que Helio tinha muito em virtude da popularidade do Dancing with the Stars se foi. Os americanos se voltam contra aqueles que lesam sua pátria. Helio chegou algemado, chorou no início do julgamento e, como era esperado, seu advogado disse que o piloto nada fez de má-fé.



de David Adame/AP

Com o caso de fraude fiscal e lavagem de dinheiro que envolve o nome de Helio Castroneves, tem gente nos EUA que já fala que a Penske começou a se mexer para procurar um substituto para o brasileiro na temporada 2009. Helio já não vai correr a prova comemorativa da Austrália no fim do mês, em Surfers Paradise.

Tudo porque entendem que dificilmente Helio escapa da prisão. O negócio é sério. Bem sério.

A imagem que Helio tinha muito em virtude da popularidade do Dancing with the Stars se foi. Os americanos se voltam contra aqueles que lesam sua pátria. Helio chegou algemado, chorou no início do julgamento e, como era esperado, seu advogado disse que o piloto nada fez de má-fé.



de David Adame/AP

Com o caso de fraude fiscal e lavagem de dinheiro que envolve o nome de Helio Castroneves, tem gente nos EUA que já fala que a Penske começou a se mexer para procurar um substituto para o brasileiro na temporada 2009. Helio já não vai correr a prova comemorativa da Austrália no fim do mês, em Surfers Paradise.

Tudo porque entendem que dificilmente Helio escapa da prisão. O negócio é sério. Bem sério.

A imagem que Helio tinha muito em virtude da popularidade do Dancing with the Stars se foi. Os americanos se voltam contra aqueles que lesam sua pátria. Helio chegou algemado, chorou no início do julgamento e, como era esperado, seu advogado disse que o piloto nada fez de má-fé.



Pataquada de Vitonez às 15h55
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Wilson é o novo piloto da RC

Está fechado, e o Blog Victal já soube: Max Wilson ingressa na Stock Car em 2009.

O ex-piloto da Supercar V8 fará sua estréia na RC, depois que seu nome foi aprovado numa reunião da cúpula da equipe e da Eurofarma nesta quinta (2).

Wilson, 36 anos, é um nômade. Sua vida no automobilismo teve início no kart em 1985. Oito anos depois, saltava aos monopostos, andando de F-Ford. Na temporada seguinte, guiava na F-Chevrolet. Depois, partiu para a F-3 Sul-americana. Em 1996, mais um pulo, e na Alemanha disputava a F-3 local. Mais um ano se foi, e a F-3000 o recebia em 1997.

Chegou a ser piloto de testes da Williams em 1998. Recebeu da Minardi uma proposta para ser titular em 1999, mas a falta de recursos financeiros o fez demover da idéia. Em 2000, tentou a última cartada de se aproximar da F-1 ao ser test-driver da Michelin, que ensaiava seu retorno à categoria.

Sem oportunidade, partiu para a América em 2001, entrando para a já extinta Champ Car. A vida cigana seguiu em 2002, quando foi para a Austrália. Lá, então, estabeleceu-se por seis temporadas, correndo pela Supercar V8. Voltou para o Brasil neste ano.



Está fechado, e o Blog Victal já soube: Max Wilson ingressa na Stock Car em 2009.

O ex-piloto da Supercar V8 fará sua estréia na RC, depois que seu nome foi aprovado numa reunião da cúpula da equipe e da Eurofarma nesta quinta (2).

Wilson, 36 anos, é um nômade. Sua vida no automobilismo teve início no kart em 1985. Oito anos depois, saltava aos monopostos, andando de F-Ford. Na temporada seguinte, guiava na F-Chevrolet. Depois, partiu para a F-3 Sul-americana. Em 1996, mais um pulo, e na Alemanha disputava a F-3 local. Mais um ano se foi, e a F-3000 o recebia em 1997.

Chegou a ser piloto de testes da Williams em 1998. Recebeu da Minardi uma proposta para ser titular em 1999, mas a falta de recursos financeiros o fez demover da idéia. Em 2000, tentou a última cartada de se aproximar da F-1 ao ser test-driver da Michelin, que ensaiava seu retorno à categoria.

Sem oportunidade, partiu para a América em 2001, entrando para a já extinta Champ Car. A vida cigana seguiu em 2002, quando foi para a Austrália. Lá, então, estabeleceu-se por seis temporadas, correndo pela Supercar V8. Voltou para o Brasil neste ano.



Está fechado, e o Blog Victal já soube: Max Wilson ingressa na Stock Car em 2009.

O ex-piloto da Supercar V8 fará sua estréia na RC, depois que seu nome foi aprovado numa reunião da cúpula da equipe e da Eurofarma nesta quinta (2).

Wilson, 36 anos, é um nômade. Sua vida no automobilismo teve início no kart em 1985. Oito anos depois, saltava aos monopostos, andando de F-Ford. Na temporada seguinte, guiava na F-Chevrolet. Depois, partiu para a F-3 Sul-americana. Em 1996, mais um pulo, e na Alemanha disputava a F-3 local. Mais um ano se foi, e a F-3000 o recebia em 1997.

Chegou a ser piloto de testes da Williams em 1998. Recebeu da Minardi uma proposta para ser titular em 1999, mas a falta de recursos financeiros o fez demover da idéia. Em 2000, tentou a última cartada de se aproximar da F-1 ao ser test-driver da Michelin, que ensaiava seu retorno à categoria.

Sem oportunidade, partiu para a América em 2001, entrando para a já extinta Champ Car. A vida cigana seguiu em 2002, quando foi para a Austrália. Lá, então, estabeleceu-se por seis temporadas, correndo pela Supercar V8. Voltou para o Brasil neste ano.



Pataquada de Vitonez às 02h15
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Sutil pode ir parar na McLaren

O Blog Victal apurou que Lewis Hamilton tem feito um esforço imenso na McLaren para que Adrian Sutil, seu amigo de longa data, seja contratado para ser piloto de testes já a partir da próxima temporada.

Sutil pode ser envolvido numa negociata da Force India com a McLaren. O pior time da temporada está próximo de fechar acordo para ter o motor Mercedes e o câmbio da McLaren — e não mais o pacote completo com chassi — em 2009.

Se Sutil deixar os indianos, Vitantonio Liuzzi assume a vaga de titular. O italiano tem contrato de quatro anos com a escuderia, sendo que em pelo menos dois há a obrigatoriedade de ser piloto de corridas.



O Blog Victal apurou que Lewis Hamilton tem feito um esforço imenso na McLaren para que Adrian Sutil, seu amigo de longa data, seja contratado para ser piloto de testes já a partir da próxima temporada.

Sutil pode ser envolvido numa negociata da Force India com a McLaren. O pior time da temporada está próximo de fechar acordo para ter o motor Mercedes e o câmbio da McLaren — e não mais o pacote completo com chassi — em 2009.

Se Sutil deixar os indianos, Vitantonio Liuzzi assume a vaga de titular. O italiano tem contrato de quatro anos com a escuderia, sendo que em pelo menos dois há a obrigatoriedade de ser piloto de corridas.



O Blog Victal apurou que Lewis Hamilton tem feito um esforço imenso na McLaren para que Adrian Sutil, seu amigo de longa data, seja contratado para ser piloto de testes já a partir da próxima temporada.

Sutil pode ser envolvido numa negociata da Force India com a McLaren. O pior time da temporada está próximo de fechar acordo para ter o motor Mercedes e o câmbio da McLaren — e não mais o pacote completo com chassi — em 2009.

Se Sutil deixar os indianos, Vitantonio Liuzzi assume a vaga de titular. O italiano tem contrato de quatro anos com a escuderia, sendo que em pelo menos dois há a obrigatoriedade de ser piloto de corridas.



Pataquada de Vitonez às 17h42
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Maurício na RC, não

Falou, o rapaz: "Esqueça Ricardo Maurício na Eurofarma RC."

"Mas quem, então?", quis saber, e ele respondeu: "Não sei com quem fecharam para a vaga do Cacá, mas não é o Ricardo."

Max Wilson? Thiago Camilo? Giuliano Losacco?



Falou, o rapaz: "Esqueça Ricardo Maurício na Eurofarma RC."

"Mas quem, então?", quis saber, e ele respondeu: "Não sei com quem fecharam para a vaga do Cacá, mas não é o Ricardo."

Max Wilson? Thiago Camilo? Giuliano Losacco?



Falou, o rapaz: "Esqueça Ricardo Maurício na Eurofarma RC."

"Mas quem, então?", quis saber, e ele respondeu: "Não sei com quem fecharam para a vaga do Cacá, mas não é o Ricardo."

Max Wilson? Thiago Camilo? Giuliano Losacco?



Pataquada de Vitonez às 16h12
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Raikkonen faz corpo mole e festa

O afago de Luca di Montezemolo em Felipe Massa e o pito em Kimi Raikkonen um dia após ao GP de Cingapura que esboçava uma dobradinha e terminou no zero para a Ferrari tinha uma claríssima razão: o modus operandi do finlandês. Que, na definição brasileira, está aparentando fazer "corpo mole". Além de festinhas.

 

A queda de rendimento acentuada de Raikkonen nas últimas provas pouco tem a ver com qualquer problema de aquecimento de pneu em treino classificatório ou inabilidade do piloto diante de uma condição adversa, como a chuva do GP da Itália.

 

Soube o Blog Victal de fonte atrelada à Ferrari que os engenheiros já alastraram seu descontentamento com Raikkonen, que, notoriamente após a "derrota" na Bélgica na condição de segundão do time italiano, não tem feito questão alguma de ajudar Felipe Massa a ser campeão em 2008. Suspeitam os funcionários que Kimi está fazendo o tal "corpo mole".

 

Mais: após o treino classificatório, em que foi terceiro colocado, Kimi aproveitou os embalos de sábado à noite. Chegou ao hotel onde estava hospedado só por volta de 7 da manhã. Organizou uma festa em seu quarto.

 

Só não sabia que no quarto ao lado estava Jean Todt. Que viu a fuzarca e que o atual campeão, adepto da vida boêmia, dormiu pouco, se dormiu, na véspera da corrida do domingo.

 

Raikkonen errou sozinho faltando quatro voltas para o fim da corrida cingapuriana, dando com a Ferrari no muro posterior à curva 10. Foi seu quarto resultado consecutivo fora da zona de pontuação, a pior seqüência em seis anos.

 

O contrato de Raikkonen já não apresenta nenhuma regalia que um campeão mundial deveria apresentar. A extensão de contrato até 2010 é vista como uma forma de a Ferrari ter encontrado para dispensá-lo antes. Porque Kimi é diferente do que Montezemolo quer, de que todos os pilotos devem correr em prol da Scuderia.

 

Massa precisa, em tese, que o parceiro tire pontos de Lewis Hamilton nas três últimas corridas, completando eventuais 1-2. Semanas atrás, o brasileiro disse que não esperava ajuda de Kimi dando um ar de invidivualidade à natureza da F-1, mais ou menos da base do "quem guia o carro sou eu, quem erra sou eu, quem ganha sou eu". Felipe já deve ter mais certeza disso. A Ferrari, também.

 

E toda aquela história de Fernando Alonso na Ferrari, em 2009 ou 2010, ao fim e ao cabo, tem uma razão de ser: o jeito de ser de Raikkonen.  

 



O afago de Luca di Montezemolo em Felipe Massa e o pito em Kimi Raikkonen um dia após ao GP de Cingapura que esboçava uma dobradinha e terminou no zero para a Ferrari tinha uma claríssima razão: o modus operandi do finlandês. Que, na definição brasileira, está aparentando fazer "corpo mole". Além de festinhas.

 

A queda de rendimento acentuada de Raikkonen nas últimas provas pouco tem a ver com qualquer problema de aquecimento de pneu em treino classificatório ou inabilidade do piloto diante de uma condição adversa, como a chuva do GP da Itália.

 

Soube o Blog Victal de fonte atrelada à Ferrari que os engenheiros já alastraram seu descontentamento com Raikkonen, que, notoriamente após a "derrota" na Bélgica na condição de segundão do time italiano, não tem feito questão alguma de ajudar Felipe Massa a ser campeão em 2008. Suspeitam os funcionários que Kimi está fazendo o tal "corpo mole".

 

Mais: após o treino classificatório, em que foi terceiro colocado, Kimi aproveitou os embalos de sábado à noite. Chegou ao hotel onde estava hospedado só por volta de 7 da manhã. Organizou uma festa em seu quarto.

 

Só não sabia que no quarto ao lado estava Jean Todt. Que viu a fuzarca e que o atual campeão, adepto da vida boêmia, dormiu pouco, se dormiu, na véspera da corrida do domingo.

 

Raikkonen errou sozinho faltando quatro voltas para o fim da corrida cingapuriana, dando com a Ferrari no muro posterior à curva 10. Foi seu quarto resultado consecutivo fora da zona de pontuação, a pior seqüência em seis anos.

 

O contrato de Raikkonen já não apresenta nenhuma regalia que um campeão mundial deveria apresentar. A extensão de contrato até 2010 é vista como uma forma de a Ferrari ter encontrado para dispensá-lo antes. Porque Kimi é diferente do que Montezemolo quer, de que todos os pilotos devem correr em prol da Scuderia.

 

Massa precisa, em tese, que o parceiro tire pontos de Lewis Hamilton nas três últimas corridas, completando eventuais 1-2. Semanas atrás, o brasileiro disse que não esperava ajuda de Kimi dando um ar de invidivualidade à natureza da F-1, mais ou menos da base do "quem guia o carro sou eu, quem erra sou eu, quem ganha sou eu". Felipe já deve ter mais certeza disso. A Ferrari, também.

 

E toda aquela história de Fernando Alonso na Ferrari, em 2009 ou 2010, ao fim e ao cabo, tem uma razão de ser: o jeito de ser de Raikkonen.  

 



O afago de Luca di Montezemolo em Felipe Massa e o pito em Kimi Raikkonen um dia após ao GP de Cingapura que esboçava uma dobradinha e terminou no zero para a Ferrari tinha uma claríssima razão: o modus operandi do finlandês. Que, na definição brasileira, está aparentando fazer "corpo mole". Além de festinhas.

 

A queda de rendimento acentuada de Raikkonen nas últimas provas pouco tem a ver com qualquer problema de aquecimento de pneu em treino classificatório ou inabilidade do piloto diante de uma condição adversa, como a chuva do GP da Itália.

 

Soube o Blog Victal de fonte atrelada à Ferrari que os engenheiros já alastraram seu descontentamento com Raikkonen, que, notoriamente após a "derrota" na Bélgica na condição de segundão do time italiano, não tem feito questão alguma de ajudar Felipe Massa a ser campeão em 2008. Suspeitam os funcionários que Kimi está fazendo o tal "corpo mole".

 

Mais: após o treino classificatório, em que foi terceiro colocado, Kimi aproveitou os embalos de sábado à noite. Chegou ao hotel onde estava hospedado só por volta de 7 da manhã. Organizou uma festa em seu quarto.

 

Só não sabia que no quarto ao lado estava Jean Todt. Que viu a fuzarca e que o atual campeão, adepto da vida boêmia, dormiu pouco, se dormiu, na véspera da corrida do domingo.

 

Raikkonen errou sozinho faltando quatro voltas para o fim da corrida cingapuriana, dando com a Ferrari no muro posterior à curva 10. Foi seu quarto resultado consecutivo fora da zona de pontuação, a pior seqüência em seis anos.

 

O contrato de Raikkonen já não apresenta nenhuma regalia que um campeão mundial deveria apresentar. A extensão de contrato até 2010 é vista como uma forma de a Ferrari ter encontrado para dispensá-lo antes. Porque Kimi é diferente do que Montezemolo quer, de que todos os pilotos devem correr em prol da Scuderia.

 

Massa precisa, em tese, que o parceiro tire pontos de Lewis Hamilton nas três últimas corridas, completando eventuais 1-2. Semanas atrás, o brasileiro disse que não esperava ajuda de Kimi dando um ar de invidivualidade à natureza da F-1, mais ou menos da base do "quem guia o carro sou eu, quem erra sou eu, quem ganha sou eu". Felipe já deve ter mais certeza disso. A Ferrari, também.

 

E toda aquela história de Fernando Alonso na Ferrari, em 2009 ou 2010, ao fim e ao cabo, tem uma razão de ser: o jeito de ser de Raikkonen.  

 



Pataquada de Vitonez às 14h30
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Red Bull no autódromo de Brasília

O Blog Victal pode confirmar que o carro da Red Bull que vai andar nas ruas de Brasília em 11 de outubro, sábado, estará um dia antes no autódromo da capital.

Pela manhã do dia 10, o jornalista Adriano Griecco, da Quatro Rodas, vai andar no modelo, bem como o então comentarista Luciano Burti fará uma matéria para a RG.
À tarde, o canadense Robert Wickens, do Red Bull Junior Team, estará em ação.



O Blog Victal pode confirmar que o carro da Red Bull que vai andar nas ruas de Brasília em 11 de outubro, sábado, estará um dia antes no autódromo da capital.

Pela manhã do dia 10, o jornalista Adriano Griecco, da Quatro Rodas, vai andar no modelo, bem como o então comentarista Luciano Burti fará uma matéria para a RG.
À tarde, o canadense Robert Wickens, do Red Bull Junior Team, estará em ação.



O Blog Victal pode confirmar que o carro da Red Bull que vai andar nas ruas de Brasília em 11 de outubro, sábado, estará um dia antes no autódromo da capital.

Pela manhã do dia 10, o jornalista Adriano Griecco, da Quatro Rodas, vai andar no modelo, bem como o então comentarista Luciano Burti fará uma matéria para a RG.
À tarde, o canadense Robert Wickens, do Red Bull Junior Team, estará em ação.



Pataquada de Vitonez às 21h59
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Os dados curiosos

As análises que o Google traz sempre mostram coisas muito interessantes.

Por exemplo, os modos para se encontrar este blog.

Teve quem digitou "aniversário marcelo braga victal" (parabéns, Braga!). Outro colocou "implante capilar em rubens barriquelo" (ainda tem gente que escreve errado o nome do piloto?). Aí outro queria achar "casa do gil rugai pai" (é um blog mortífero). Mais um: "familia graminho no ceculo passado" (pronto, processo!). Segue: "jornalista victor meira" (ainda bem que não pôs "victinho"). Boa: "que dia mes e ano nasceu ketleyn quadrados (querem datas redondas). E para finalizar: "ocorrencias de tentativa de suicidio em hortolandia" (é, é de matar...).

Considerando setembro e tirando o Brasil, os EUA trazem o maior número de leitores. O Reino Unido aparece em seguida, Portugal está em terceiro, a Itália é a quarta e o Japão vem depois. E tem um das Ilhas Virgens Britânicas.

Em terras nacionais, São Paulo lidera, com Rio em segundo. Na seqüência: Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Porto Alegre, São Caetano do Sul, Campinas e Florianópolis. Destaque para Vilha Velha, em 11º.

Vila Velha? Que beleza. Vitória só está em 16º lá no Espírito Santo.

Hortolândia, das tentativas de suicídio, aparece em 44º.



As análises que o Google traz sempre mostram coisas muito interessantes.

Por exemplo, os modos para se encontrar este blog.

Teve quem digitou "aniversário marcelo braga victal" (parabéns, Braga!). Outro colocou "implante capilar em rubens barriquelo" (ainda tem gente que escreve errado o nome do piloto?). Aí outro queria achar "casa do gil rugai pai" (é um blog mortífero). Mais um: "familia graminho no ceculo passado" (pronto, processo!). Segue: "jornalista victor meira" (ainda bem que não pôs "victinho"). Boa: "que dia mes e ano nasceu ketleyn quadrados (querem datas redondas). E para finalizar: "ocorrencias de tentativa de suicidio em hortolandia" (é, é de matar...).

Considerando setembro e tirando o Brasil, os EUA trazem o maior número de leitores. O Reino Unido aparece em seguida, Portugal está em terceiro, a Itália é a quarta e o Japão vem depois. E tem um das Ilhas Virgens Britânicas.

Em terras nacionais, São Paulo lidera, com Rio em segundo. Na seqüência: Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Porto Alegre, São Caetano do Sul, Campinas e Florianópolis. Destaque para Vilha Velha, em 11º.

Vila Velha? Que beleza. Vitória só está em 16º lá no Espírito Santo.

Hortolândia, das tentativas de suicídio, aparece em 44º.



As análises que o Google traz sempre mostram coisas muito interessantes.

Por exemplo, os modos para se encontrar este blog.

Teve quem digitou "aniversário marcelo braga victal" (parabéns, Braga!). Outro colocou "implante capilar em rubens barriquelo" (ainda tem gente que escreve errado o nome do piloto?). Aí outro queria achar "casa do gil rugai pai" (é um blog mortífero). Mais um: "familia graminho no ceculo passado" (pronto, processo!). Segue: "jornalista victor meira" (ainda bem que não pôs "victinho"). Boa: "que dia mes e ano nasceu ketleyn quadrados (querem datas redondas). E para finalizar: "ocorrencias de tentativa de suicidio em hortolandia" (é, é de matar...).

Considerando setembro e tirando o Brasil, os EUA trazem o maior número de leitores. O Reino Unido aparece em seguida, Portugal está em terceiro, a Itália é a quarta e o Japão vem depois. E tem um das Ilhas Virgens Britânicas.

Em terras nacionais, São Paulo lidera, com Rio em segundo. Na seqüência: Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Porto Alegre, São Caetano do Sul, Campinas e Florianópolis. Destaque para Vilha Velha, em 11º.

Vila Velha? Que beleza. Vitória só está em 16º lá no Espírito Santo.

Hortolândia, das tentativas de suicídio, aparece em 44º.



Pataquada de Vitonez às 21h38
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Williams fica como está

A Williams acaba de anunciar: Nico Rosberg e Kazuki Nakajima ficam.

Fecha-se desta forma uma porta para Bruno Senna, Rubens Barrichello (estava aberta, mesmo?) e Nick Heidfeld.



A Williams acaba de anunciar: Nico Rosberg e Kazuki Nakajima ficam.

Fecha-se desta forma uma porta para Bruno Senna, Rubens Barrichello (estava aberta, mesmo?) e Nick Heidfeld.



A Williams acaba de anunciar: Nico Rosberg e Kazuki Nakajima ficam.

Fecha-se desta forma uma porta para Bruno Senna, Rubens Barrichello (estava aberta, mesmo?) e Nick Heidfeld.



Pataquada de Vitonez às 18h44
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A reunião do futuro campeão

Ricardo Maurício reuniu-se hoje de manhã com a cúpula da Eurofarma.

Até onde soube, o salário oferecido é o dobro do atual na WA-Mattheis.



Ricardo Maurício reuniu-se hoje de manhã com a cúpula da Eurofarma.

Até onde soube, o salário oferecido é o dobro do atual na WA-Mattheis.



Ricardo Maurício reuniu-se hoje de manhã com a cúpula da Eurofarma.

Até onde soube, o salário oferecido é o dobro do atual na WA-Mattheis.



Pataquada de Vitonez às 17h03
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Baita de uma emoção

"É uma bomba", me contou Bruno Vicaria há pouco.

Então o nobre colega mostrou sua reportagem. E conclui: "É uma bomba."

É uma salvação, pelo que li no texto vicariano. Do automobilismo.

E não é o Cleyton, que citei aqui após a viagem de São Luís.

Aliás... quando é que o Cleyton vai resolver falar? 



"É uma bomba", me contou Bruno Vicaria há pouco.

Então o nobre colega mostrou sua reportagem. E conclui: "É uma bomba."

É uma salvação, pelo que li no texto vicariano. Do automobilismo.

E não é o Cleyton, que citei aqui após a viagem de São Luís.

Aliás... quando é que o Cleyton vai resolver falar? 



"É uma bomba", me contou Bruno Vicaria há pouco.

Então o nobre colega mostrou sua reportagem. E conclui: "É uma bomba."

É uma salvação, pelo que li no texto vicariano. Do automobilismo.

E não é o Cleyton, que citei aqui após a viagem de São Luís.

Aliás... quando é que o Cleyton vai resolver falar? 



Pataquada de Vitonez às 15h58
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Di Grassi e a evolução

Quem lida com Lucas Di Grassi hoje vê uma diferença enorme da mesma pessoa há um ano. Quando saiu com o vice-campeonato da GP2, perdido na rodada final para Timo Glock, viu que havia também deixado a escapar a chance de entrar direto na F-1. E talvez tenha sido até bom.

 

Pessoas ligadas vêem um Di Grassi animado e confiante. Que, se não mudou a tocada nas pistas e seu modo de agir, entende a F-1 de uma outra forma. No ano passado, na mesma época, Lucas mostrava-se inseguro; hoje, está pronto. Também porque, se não for agora, não terá mais chance.

 

A entrada na GP2 ajudou muito. Tinhas pretensões de manter-se na ativa, já que pouco trabalhava como test-driver da Renault, e de, sim, deixar Romain Grosjean para trás. Três rodadas duplas a menos, ainda superou o francês por um ponto.

 

Em alta, Lucas ganhou da montadora francesa três dias com o R28 em Jerez. Bateu o recorde do carro na pista espanhola e ficou a menos de três décimos do tempo feito pela McLaren de Pedro de la Rosa, a quatro centésimos da BMW de Nick Heidfeld. Inflou-se. "O momento determina tudo", pensa.

 

Di Grassi tenta dar uma segurada no ânimo, afinal há alguns meses seu nome era até visto fora dos domínios da Renault, preterido pelas intenções de se alçar Grosjean a algo na F-1. O preparo físico mantém-se o mesmo: 11 km por dia de corridas, musculação intensa, aversão a "junk food" há mais de seis anos. "A obsessão por ganhar sempre passa da conta", comentou uma fonte.

 

Seu nome é o mais falado dentre aqueles que estão fora do atual grid da F-1, mais do que o de Bruno Senna. Suas chances, dizem, são de 90% de ser titular depois de mais um acidente de Nelsinho Piquet, no caso em Cingapura. Não para o fim da temporada. "Não existe essa possibilidade", disse o brasileiro ao Blog Victal. Que prefere que a Renault venha com o carro novo para que já pegue mão do R29.

 



Quem lida com Lucas Di Grassi hoje vê uma diferença enorme da mesma pessoa há um ano. Quando saiu com o vice-campeonato da GP2, perdido na rodada final para Timo Glock, viu que havia também deixado a escapar a chance de entrar direto na F-1. E talvez tenha sido até bom.

 

Pessoas ligadas vêem um Di Grassi animado e confiante. Que, se não mudou a tocada nas pistas e seu modo de agir, entende a F-1 de uma outra forma. No ano passado, na mesma época, Lucas mostrava-se inseguro; hoje, está pronto. Também porque, se não for agora, não terá mais chance.

 

A entrada na GP2 ajudou muito. Tinhas pretensões de manter-se na ativa, já que pouco trabalhava como test-driver da Renault, e de, sim, deixar Romain Grosjean para trás. Três rodadas duplas a menos, ainda superou o francês por um ponto.

 

Em alta, Lucas ganhou da montadora francesa três dias com o R28 em Jerez. Bateu o recorde do carro na pista espanhola e ficou a menos de três décimos do tempo feito pela McLaren de Pedro de la Rosa, a quatro centésimos da BMW de Nick Heidfeld. Inflou-se. "O momento determina tudo", pensa.

 

Di Grassi tenta dar uma segurada no ânimo, afinal há alguns meses seu nome era até visto fora dos domínios da Renault, preterido pelas intenções de se alçar Grosjean a algo na F-1. O preparo físico mantém-se o mesmo: 11 km por dia de corridas, musculação intensa, aversão a "junk food" há mais de seis anos. "A obsessão por ganhar sempre passa da conta", comentou uma fonte.

 

Seu nome é o mais falado dentre aqueles que estão fora do atual grid da F-1, mais do que o de Bruno Senna. Suas chances, dizem, são de 90% de ser titular depois de mais um acidente de Nelsinho Piquet, no caso em Cingapura. Não para o fim da temporada. "Não existe essa possibilidade", disse o brasileiro ao Blog Victal. Que prefere que a Renault venha com o carro novo para que já pegue mão do R29.

 



Quem lida com Lucas Di Grassi hoje vê uma diferença enorme da mesma pessoa há um ano. Quando saiu com o vice-campeonato da GP2, perdido na rodada final para Timo Glock, viu que havia também deixado a escapar a chance de entrar direto na F-1. E talvez tenha sido até bom.

 

Pessoas ligadas vêem um Di Grassi animado e confiante. Que, se não mudou a tocada nas pistas e seu modo de agir, entende a F-1 de uma outra forma. No ano passado, na mesma época, Lucas mostrava-se inseguro; hoje, está pronto. Também porque, se não for agora, não terá mais chance.

 

A entrada na GP2 ajudou muito. Tinhas pretensões de manter-se na ativa, já que pouco trabalhava como test-driver da Renault, e de, sim, deixar Romain Grosjean para trás. Três rodadas duplas a menos, ainda superou o francês por um ponto.

 

Em alta, Lucas ganhou da montadora francesa três dias com o R28 em Jerez. Bateu o recorde do carro na pista espanhola e ficou a menos de três décimos do tempo feito pela McLaren de Pedro de la Rosa, a quatro centésimos da BMW de Nick Heidfeld. Inflou-se. "O momento determina tudo", pensa.

 

Di Grassi tenta dar uma segurada no ânimo, afinal há alguns meses seu nome era até visto fora dos domínios da Renault, preterido pelas intenções de se alçar Grosjean a algo na F-1. O preparo físico mantém-se o mesmo: 11 km por dia de corridas, musculação intensa, aversão a "junk food" há mais de seis anos. "A obsessão por ganhar sempre passa da conta", comentou uma fonte.

 

Seu nome é o mais falado dentre aqueles que estão fora do atual grid da F-1, mais do que o de Bruno Senna. Suas chances, dizem, são de 90% de ser titular depois de mais um acidente de Nelsinho Piquet, no caso em Cingapura. Não para o fim da temporada. "Não existe essa possibilidade", disse o brasileiro ao Blog Victal. Que prefere que a Renault venha com o carro novo para que já pegue mão do R29.

 



Pataquada de Vitonez às 15h53
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Equipe? Não, a filha

Eu, que não estou com a melhor das cabeças hoje, vejo o envelope indicando a chegada de e-mail. Surgiu o "Takuma Sato announcement", e eu arregalei os olhos. Pronto, STR na cabeça.

Aí vem a notícia: o japonês é pai de uma menina.

Pff!



Eu, que não estou com a melhor das cabeças hoje, vejo o envelope indicando a chegada de e-mail. Surgiu o "Takuma Sato announcement", e eu arregalei os olhos. Pronto, STR na cabeça.

Aí vem a notícia: o japonês é pai de uma menina.

Pff!



Eu, que não estou com a melhor das cabeças hoje, vejo o envelope indicando a chegada de e-mail. Surgiu o "Takuma Sato announcement", e eu arregalei os olhos. Pronto, STR na cabeça.

Aí vem a notícia: o japonês é pai de uma menina.

Pff!



Pataquada de Vitonez às 12h27
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O nome para a fase final

O playoff da Stock Car já começou, mas a partir da próxima etapa em Brasília, terá um nome específico, apurou o Blog Victal.

A Vicar resolveu "vender" a fase final da categoria. Quem a adquiriu foi a Eurofarma. O nome ainda não foi definido. Algo como "Playoff by Eurofarma", digamos.



O playoff da Stock Car já começou, mas a partir da próxima etapa em Brasília, terá um nome específico, apurou o Blog Victal.

A Vicar resolveu "vender" a fase final da categoria. Quem a adquiriu foi a Eurofarma. O nome ainda não foi definido. Algo como "Playoff by Eurofarma", digamos.



O playoff da Stock Car já começou, mas a partir da próxima etapa em Brasília, terá um nome específico, apurou o Blog Victal.

A Vicar resolveu "vender" a fase final da categoria. Quem a adquiriu foi a Eurofarma. O nome ainda não foi definido. Algo como "Playoff by Eurofarma", digamos.



Pataquada de Vitonez às 23h40
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