Até 2009
Parto para a Bahia em algumas horas.
Agora só no ano que vem.
A todos, um 2009 repleto de paz, saúde e felicidade. O resto é conseqüência.
Fui.
Parto para a Bahia em algumas horas.
Agora só no ano que vem.
A todos, um 2009 repleto de paz, saúde e felicidade. O resto é conseqüência.
Fui.
Parto para a Bahia em algumas horas.
Agora só no ano que vem.
A todos, um 2009 repleto de paz, saúde e felicidade. O resto é conseqüência.
Fui.
Pataquada de Vitonez às 16h03
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Então é Natal
Não sou o maior fã do Natal, muito pelo contrário. Quem tiver a paciência de buscar nos arquivos o que escrevo (e repito) sobre esta data, vai notar. Numa linguagem mais purista, acho hipócrita e triste; numa mais descolada, me deixa numa "bad".
De qualquer forma, procurei coisas que me deixassem menos para baixo. Quando minha mãe falou que iria fazer uma lasanha para o dia 25, propus preparar um molho quatro queijos, do jeito que tinha composto tempo atrás e ficado supimpa, coisa que minhas avós falariam se elas cá estivessem.
Acontece que talhou. Três vezes. Desisti.
Daí saí ontem à noite com um pessoal para comer a última comida japonesa do ano. Na volta, o assunto licor surgiu. Sou um exímio feitor de licores — manga, morango, jabuticaba, o de acerola está prestes a ser coado —, a modéstia permite-me contar. Daí me aventurei, instigado por uma menina que havia acabado de conhecer, a tentar um de chocolate.
Ficou uma delícia. Tanto que fiz mais agora à tarde.
A lasanha, que fique com seu molho de tomate com carne moída. Depois do enche-pança, é reunir a galera, "celebrar" e conversar regado a licor.
Aos caríssimos leitores do Blog Victal, a lasanha, o pernil, o peru, o chester, o tender, o arroz rebuscado, a maionese, a farofa, o licor, o vinho, a champanhe, o uísque, a cerveja, a marvada da pinga, mas, sobretudo, a paz, a saúde, a felicidade, a companhia, a energia positiva e o sorriso.
Tim-tim.
Não sou o maior fã do Natal, muito pelo contrário. Quem tiver a paciência de buscar nos arquivos o que escrevo (e repito) sobre esta data, vai notar. Numa linguagem mais purista, acho hipócrita e triste; numa mais descolada, me deixa numa "bad".
De qualquer forma, procurei coisas que me deixassem menos para baixo. Quando minha mãe falou que iria fazer uma lasanha para o dia 25, propus preparar um molho quatro queijos, do jeito que tinha composto tempo atrás e ficado supimpa, coisa que minhas avós falariam se elas cá estivessem.
Acontece que talhou. Três vezes. Desisti.
Daí saí ontem à noite com um pessoal para comer a última comida japonesa do ano. Na volta, o assunto licor surgiu. Sou um exímio feitor de licores — manga, morango, jabuticaba, o de acerola está prestes a ser coado —, a modéstia permite-me contar. Daí me aventurei, instigado por uma menina que havia acabado de conhecer, a tentar um de chocolate.
Ficou uma delícia. Tanto que fiz mais agora à tarde.
A lasanha, que fique com seu molho de tomate com carne moída. Depois do enche-pança, é reunir a galera, "celebrar" e conversar regado a licor.
Aos caríssimos leitores do Blog Victal, a lasanha, o pernil, o peru, o chester, o tender, o arroz rebuscado, a maionese, a farofa, o licor, o vinho, a champanhe, o uísque, a cerveja, a marvada da pinga, mas, sobretudo, a paz, a saúde, a felicidade, a companhia, a energia positiva e o sorriso.
Tim-tim.
Não sou o maior fã do Natal, muito pelo contrário. Quem tiver a paciência de buscar nos arquivos o que escrevo (e repito) sobre esta data, vai notar. Numa linguagem mais purista, acho hipócrita e triste; numa mais descolada, me deixa numa "bad".
De qualquer forma, procurei coisas que me deixassem menos para baixo. Quando minha mãe falou que iria fazer uma lasanha para o dia 25, propus preparar um molho quatro queijos, do jeito que tinha composto tempo atrás e ficado supimpa, coisa que minhas avós falariam se elas cá estivessem.
Acontece que talhou. Três vezes. Desisti.
Daí saí ontem à noite com um pessoal para comer a última comida japonesa do ano. Na volta, o assunto licor surgiu. Sou um exímio feitor de licores — manga, morango, jabuticaba, o de acerola está prestes a ser coado —, a modéstia permite-me contar. Daí me aventurei, instigado por uma menina que havia acabado de conhecer, a tentar um de chocolate.
Ficou uma delícia. Tanto que fiz mais agora à tarde.
A lasanha, que fique com seu molho de tomate com carne moída. Depois do enche-pança, é reunir a galera, "celebrar" e conversar regado a licor.
Aos caríssimos leitores do Blog Victal, a lasanha, o pernil, o peru, o chester, o tender, o arroz rebuscado, a maionese, a farofa, o licor, o vinho, a champanhe, o uísque, a cerveja, a marvada da pinga, mas, sobretudo, a paz, a saúde, a felicidade, a companhia, a energia positiva e o sorriso.
Tim-tim.
Pataquada de Vitonez às 19h33
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Camilo e Vogel
Está quase fechado o acordo de Thiago Camilo para correr mais um ano na Vogel pela Stock Car, pode confirmar o Blog Victal.
O patrocinador principal de seu carro segue sendo a Texaco, com envolvimento também do Ipiranga. O único empecilho é a "testeira": enquanto a petrolífera quer para si o espaço para expor sua marca, o piloto o pleiteia. No ano passado, a Dolly pagou R$ 200 mil a Camilo pelo anúncio.
Seu salário, firmado o acordo, estará próximo dos R$ 80 mil mensais.
Está quase fechado o acordo de Thiago Camilo para correr mais um ano na Vogel pela Stock Car, pode confirmar o Blog Victal.
O patrocinador principal de seu carro segue sendo a Texaco, com envolvimento também do Ipiranga. O único empecilho é a "testeira": enquanto a petrolífera quer para si o espaço para expor sua marca, o piloto o pleiteia. No ano passado, a Dolly pagou R$ 200 mil a Camilo pelo anúncio.
Seu salário, firmado o acordo, estará próximo dos R$ 80 mil mensais.
Está quase fechado o acordo de Thiago Camilo para correr mais um ano na Vogel pela Stock Car, pode confirmar o Blog Victal.
O patrocinador principal de seu carro segue sendo a Texaco, com envolvimento também do Ipiranga. O único empecilho é a "testeira": enquanto a petrolífera quer para si o espaço para expor sua marca, o piloto o pleiteia. No ano passado, a Dolly pagou R$ 200 mil a Camilo pelo anúncio.
Seu salário, firmado o acordo, estará próximo dos R$ 80 mil mensais.
Pataquada de Vitonez às 21h41
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Votação melhores do ano
Os caríssimos internautas não precisam se alongar nas respostas. Não precisam explicar, pois. Vale para todas as categorias do automobilismo em 2008.
1) Melhor piloto;
2) Melhor corrida;
3) Melhor ultrapassagem;
4) Momento especial;
5) Maior mancada/presepada;
6) Melhor jornalista.
Os caríssimos internautas não precisam se alongar nas respostas. Não precisam explicar, pois. Vale para todas as categorias do automobilismo em 2008.
1) Melhor piloto;
2) Melhor corrida;
3) Melhor ultrapassagem;
4) Momento especial;
5) Maior mancada/presepada;
6) Melhor jornalista.
Os caríssimos internautas não precisam se alongar nas respostas. Não precisam explicar, pois. Vale para todas as categorias do automobilismo em 2008.
1) Melhor piloto;
2) Melhor corrida;
3) Melhor ultrapassagem;
4) Momento especial;
5) Maior mancada/presepada;
6) Melhor jornalista.
Pataquada de Vitonez às 15h04
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Toyota e os tempos de crise
O GrandPrix disse hoje que Jarno Trulli pode ser substituído por Kamui Kobayashi na Toyota no ano que vem.
A equipe, na verdade, em nenhum momento fez o anúncio da renovação de seus pilotos para 2009 porque parecia desnecessário.
Mas tudo encontra resposta e desculpa na crise.
A Toyota, creio, pretende fazer valer os milhões que injetou para criar um programa de desenvolvimento de pilotos. E para agradar os japoneses, nada melhor que um de seus convivas.
Seria uma sacanagem das grandes com Trulli. Igual a que a Honda faria com Rubens Barrichello.
O GrandPrix disse hoje que Jarno Trulli pode ser substituído por Kamui Kobayashi na Toyota no ano que vem.
A equipe, na verdade, em nenhum momento fez o anúncio da renovação de seus pilotos para 2009 porque parecia desnecessário.
Mas tudo encontra resposta e desculpa na crise.
A Toyota, creio, pretende fazer valer os milhões que injetou para criar um programa de desenvolvimento de pilotos. E para agradar os japoneses, nada melhor que um de seus convivas.
Seria uma sacanagem das grandes com Trulli. Igual a que a Honda faria com Rubens Barrichello.
O GrandPrix disse hoje que Jarno Trulli pode ser substituído por Kamui Kobayashi na Toyota no ano que vem.
A equipe, na verdade, em nenhum momento fez o anúncio da renovação de seus pilotos para 2009 porque parecia desnecessário.
Mas tudo encontra resposta e desculpa na crise.
A Toyota, creio, pretende fazer valer os milhões que injetou para criar um programa de desenvolvimento de pilotos. E para agradar os japoneses, nada melhor que um de seus convivas.
Seria uma sacanagem das grandes com Trulli. Igual a que a Honda faria com Rubens Barrichello.
Pataquada de Vitonez às 14h54
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
BBB: Bernoldi, Burti e Billy
Sobre a Stock Car em 2009, o Blog Victal pode dizer, sempre sem comunicado de imprensa de equipe, que:
1) Enrique Bernoldi, sem sucesso na empreitada da Indy, tenta voltar à categoria brasileira. Tem disponível R$ 1,2 milhão. Já conversou com duas equipes: Boettger, onde há a vaga deixada por William Starostik, o Billy, e com a RCM, equipe de Rosinei Campos, o Meinha, que subiu da Copa Vicar com Fábio Carreira;
2) Luciano Burti corre para achar uma vaga no ano que vem. Há quem diga que o piloto-comentarista está apreensivo. Tem só R$ 800 mil para oferecer a um time, que não será a Action Power;
3) Billy e a A.Mattheis: o piloto pagou mais do que havia desembolsado na Boettger. A quantia proposta por Xandy Negrão: R$ 3 milhões. E ele aceitou prontamente para pagar e correr defendendo a Medley no ano que vem;
4) A corrida de Marcos Gomes por uma lugar é intensa. Já houve contatos pelo menos com dois times, feitos pelo pai, Paulão;
5) Fala-se que Paulo Bonifácio vai chamar André Bragantini para que, com um time forte, subam da Copa Vicar para a Stock em 2010.
Sobre a Stock Car em 2009, o Blog Victal pode dizer, sempre sem comunicado de imprensa de equipe, que:
1) Enrique Bernoldi, sem sucesso na empreitada da Indy, tenta voltar à categoria brasileira. Tem disponível R$ 1,2 milhão. Já conversou com duas equipes: Boettger, onde há a vaga deixada por William Starostik, o Billy, e com a RCM, equipe de Rosinei Campos, o Meinha, que subiu da Copa Vicar com Fábio Carreira;
2) Luciano Burti corre para achar uma vaga no ano que vem. Há quem diga que o piloto-comentarista está apreensivo. Tem só R$ 800 mil para oferecer a um time, que não será a Action Power;
3) Billy e a A.Mattheis: o piloto pagou mais do que havia desembolsado na Boettger. A quantia proposta por Xandy Negrão: R$ 3 milhões. E ele aceitou prontamente para pagar e correr defendendo a Medley no ano que vem;
4) A corrida de Marcos Gomes por uma lugar é intensa. Já houve contatos pelo menos com dois times, feitos pelo pai, Paulão;
5) Fala-se que Paulo Bonifácio vai chamar André Bragantini para que, com um time forte, subam da Copa Vicar para a Stock em 2010.
Sobre a Stock Car em 2009, o Blog Victal pode dizer, sempre sem comunicado de imprensa de equipe, que:
1) Enrique Bernoldi, sem sucesso na empreitada da Indy, tenta voltar à categoria brasileira. Tem disponível R$ 1,2 milhão. Já conversou com duas equipes: Boettger, onde há a vaga deixada por William Starostik, o Billy, e com a RCM, equipe de Rosinei Campos, o Meinha, que subiu da Copa Vicar com Fábio Carreira;
2) Luciano Burti corre para achar uma vaga no ano que vem. Há quem diga que o piloto-comentarista está apreensivo. Tem só R$ 800 mil para oferecer a um time, que não será a Action Power;
3) Billy e a A.Mattheis: o piloto pagou mais do que havia desembolsado na Boettger. A quantia proposta por Xandy Negrão: R$ 3 milhões. E ele aceitou prontamente para pagar e correr defendendo a Medley no ano que vem;
4) A corrida de Marcos Gomes por uma lugar é intensa. Já houve contatos pelo menos com dois times, feitos pelo pai, Paulão;
5) Fala-se que Paulo Bonifácio vai chamar André Bragantini para que, com um time forte, subam da Copa Vicar para a Stock em 2010.
Pataquada de Vitonez às 18h05
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Bassani escolhe Jorge Neto
O companheiro de David Muffato na RC3 Bassani no ano que vem será Antonio Jorge Neto, pode confirmar o Blog Victal.
Jorge Neto, depois de temporadas na RC, contará com o apoio da Eurofarma — de R$ 1 milhão — nos carros patrocinados pela Itaipava. Seu contrato é de um ano.
Antonio começou sua carreira nas motos, nos anos 70. Foi sete vezes campeão brasileiro, cinco vezes campeão paulista e duas vezes campeão sul-americano nas duas rodas. Na Stock, ficou com o vice-campeonato em 2006.
O companheiro de David Muffato na RC3 Bassani no ano que vem será Antonio Jorge Neto, pode confirmar o Blog Victal.
Jorge Neto, depois de temporadas na RC, contará com o apoio da Eurofarma — de R$ 1 milhão — nos carros patrocinados pela Itaipava. Seu contrato é de um ano.
Antonio começou sua carreira nas motos, nos anos 70. Foi sete vezes campeão brasileiro, cinco vezes campeão paulista e duas vezes campeão sul-americano nas duas rodas. Na Stock, ficou com o vice-campeonato em 2006.
O companheiro de David Muffato na RC3 Bassani no ano que vem será Antonio Jorge Neto, pode confirmar o Blog Victal.
Jorge Neto, depois de temporadas na RC, contará com o apoio da Eurofarma — de R$ 1 milhão — nos carros patrocinados pela Itaipava. Seu contrato é de um ano.
Antonio começou sua carreira nas motos, nos anos 70. Foi sete vezes campeão brasileiro, cinco vezes campeão paulista e duas vezes campeão sul-americano nas duas rodas. Na Stock, ficou com o vice-campeonato em 2006.
Pataquada de Vitonez às 11h53
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
O 2009 da Stock e do GT3 com a crise
A história da contenção de custos na F-1 nasceu e cresceu nos últimos anos, com movimentos lentos. Mas Max Mosley, nos primeiros meses de 2008, enquanto se preocupava em limpar sua imagem de participante de orgias, bradava por cortes mais profundos com propostas mais ousadas, como padronização de peças e motores. Daí veio a crise, cuja profundidade e extensão esboçavam-se duvidosas. Só que os estragos no cenário automobilístico, já se mostram colossais.
E se o mundo contabiliza suas perdas de impressão, o Brasil tende a apresentar um 2009 também mais restrito nas competições. Se todas sobreviverem.
Antes da etapa de Tarumã, dirigentes e pilotos da Stock Car participaram de reuniões para ouvir de Carlos Col e sua trupe o que deve "mudar" para que não se gaste tanto. Há proposta para limitação de material nos boxes e quantidade de caminhões das equipes, além da eliminação da sexta-feira na categoria, deixando os treinos livres para o sábado. "Isso significaria um dia a menos nos autódromos. As equipes chegam muito cedo à toa", falou Amir Nasr ao Blog Victal. O dirigente teve sua equipe arrendada pela Red Bull nas últimas temporadas e busca um patrocinador principal para o ano que vem.
A Red Bull, aliás, deve rever seus conceitos. Pegou o período pré-crise e planejou um investimento que seria irreal para os padrões dos dias atuais. Serão quase R$ 4,5 milhões aplicados no segundo time de Andreas Mattheis, mais um salário de R$ 1,5 milhão para Cacá Bueno e R$ 300 mil para Daniel Serra. O time também terá o patrocínio da SKY, que pretendia retirar seu time de campo e resolveu ficar para aparecer — como a Texaco.
Inclui-se um erro grave da Stock, bancado pela Globo e não corrigido por Col: concentrar sua atenção em uma figura, a de Cacá, fato que gera reclamações crescentes e desveladas. Seguem alguns fatos:
1) Em Tarumã, Col teve de se reunir com todos os pilotos após os treinos de sexta para explicar o porquê das quatro primeiras corridas do campeonato do ano que vem passarem apenas em VT. No plano de mídia que a Globo entregara dias antes, São Paulo, Curitiba, Brasília e Santa Cruz aparecem com um "compacto" do lado. "Não é bem a palavra certa", tentou convencer o dirigente. O encontro demorou mais de uma hora, e os pilotos continuavam reclamando. Principalmente pela forma como é conduzida a transmissão e a edição das imagens das corridas;
2) Segundo um funcionário da Globo, as quatro provas em VT serão exibidas durante o Esporte Espetacular. Em determinado momento, serão mostrados os melhores momentos, e a transmissão acontecerá ao vivo das últimas voltas ou dos últimos minutos;
3) Pilotos como David Muffato e Felipe Maluhy reclamavam que as disputas do meio do pelotão nunca eram transmitidas. O paranaense falou algo no sentido de que ver a corrida da cabine de edição era outra coisa, mais emocionante, só que as imagens exibidas se concentravam entre os líderes e Cacá;
4) A Globo já começa a dizer, sem siglas, o nome da Red Bull; a emissora tem participação na composição acionária da SKY;
5) A audiência da Stock é baixa: não passou dos 4 pontos no Ibope em Brasília e deu média de 11 em Tarumã só porque se agregou ao skate com a Megarampa - que chegou a 15 pontos. A idéia de realizar corridas aos sábados, aproveitando a audiência da F-1, não vingou: logo os telespectadores trocavam de canal — assistiam ao Pica-Pau na Record.
A crise e a postura da Stock/Globo podem representar uma injeção letal lenta. A Nascar correu no Sul e em Interlagos com um carro só, o de Juliano Moro. Os pilotos que ainda estão sem vagas para o ano que vem vão esperar por mais um tempo para que as equipes cobrem menos. Teve gente que pagou antes da derrocada da economia mundial quase R$ 2 milhões para correr; espera-se que os times vendam seus carros por cerca de R$ 800 mil em futuras negociações.
Teme-se que não haverá espaço para mais ninguém na Stock além de Cacá. "Se a coisa não for independente ali, ela vai se voltar contra o próprio evento", reclamou um empresário de pilotos da categoria. No último fim de semana, a equipe Panasonic promoveu o filme Batman - Cavaleiro das Trevas, que foi lançado semana passada em DVD. O site da Stock Car, gerenciado pela WE — encabeçado pela família Bueno — "não divulgou nada sobre a ação".
Registre-se que o site registrou a ação no domingo de manhã. Mas entende-se o "não divulgou nada".
Por mais que Cacá seja bom piloto, talvez o melhor da categoria, sua rejeição é alta. "Quando você força muito algo na goela de alguém, a pessoa vomita", comentou uma pessoa influente da Stock. Assim, empresas, sem aparecer, começam a concluir que não é tão válido investir ou jorrar dinheiro às turras. É só ver as decisões:
1) A Medley, grande vencedora do ano com Ricardo Maurício e Marcos Gomes — e também com Valdeno Brito na corrida que valeu US$ 1 milhão —, vai patrocinar no máximo dois carros em vez de três;
2) O Terra tira o patrocínio do time de José Avallone;
3) A Action Power, que viu uma das equipes ser rebaixada para a Copa Vicar, não teria de nenhuma maneira as duas novamente na categoria principal;
4) O mesmo aconteceria com a Nova RR, igualmente relegada, que pertence a Jorge Freitas - que já tem a JF.
O GT3 Brasil aliou-se nesta temporada a uma grande empresa de marketing esportivo, a Reunion, e tentou emplacar a categoria de supercarros chamando superpilotos como Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet. Deu 25% certo, se possível fosse mensurar. Conseguiu trazer o bicampeão da F-1 e campeão da Indy, mas só por algumas provas; e o tricampeão da F-1 - que tem dois Ford GT — ficou só na promessa, que chegou a ser insistente. Piquet, aliás, disse há poucos dias ao Grande Prêmio: "A última coisa que eu vou fazer é sentar num carro de corrida". A organização também cogitou trazer Nelsinho Piquet para a etapa final em Interlagos; o piloto negou com veemência que correria. E, de fato, nem apareceu no autódromo paulistano.
Nos bastidores, a contenção de despesas foi vista até nos convites aos jornalistas para cobertura das etapas. E durante o evento deste fim de semana da Porsche Cup em Jacarepaguá, um rumor eclodiu: o de que a categoria seria extinta no ano que vem.
A base da especulação é de que a família Derani, que integra o SRO Latin America — a Vicar da categoria —, notou que o GT3 é deficitário e que não haveria mais interesse de investimento.
A assessoria do GT3 contestou ao Blog Victal o boato e garantiu que "até agora, nunca foi falado nada". "Se conversas como estas estivessem rolando, com certeza ouviríamos de alguém", disse. "O GT3 vai acontecer, mas dentro de uma realidade: sem luxo e com dinheiro cortado."
Se ocorrer, então, vai se dar certamente sem a dupla campeã. A Medley, nessa reprogramação, também resolveu cortar o dinheiro investido no GT3. Nada de Xandy Negrão e Andreas Mattheis em 2009, pois. Os Lamborghini Gallardo de Paulo Bonifácio — companheiro de Ingo Hoffmann — e de Thiago Marques — também serão vendidos. Walter Salles, parceiro de Ricardo Rosset, inclusive, já teria negociado o Ford GT com que correu nesta temporada — o cineasta deve participar da série européia.
Uma temporada de GT3 custa a uma dupla R$ 1 milhão. E três são os problemas principais, sem contar aqueles que surgem em decorrência de quebras - as peças têm de ser importadas: a falta de visibilidade e a presença de pilotos amadores. "A solução seria passar a categoria em uma TV aberta", comentou uma fonte ao Blog Victal. "Também, ter empresários no GT3 é ruim no sentido da falta de comprometimento de alguns pela agenda que acabam tendo com suas empresas. E o GT3 ainda não é prioridade para os pilotos."
O GT3 combina profissionais com "gentlemen drivers". Que não podem ser descartados por representarem, ainda, sua "sobrevivência". "A Stock fez isso um tempo, quando estava em crise [entre os anos de 1991 e 1993]", apontou a fonte. Por conta dos compromissos dos empresários-pilotos, os grids do GT3 têm variado entre 14 e 18 carros, sendo que 21 estão disponíveis para correr.
O Blog Victal apurou que uma das garantias de que o GT3 vai continuar seria que, por causa dos carros de naturezas diferentes e das pistas brasileiras, a organização vai tentar realizar uma equalização, nos moldes em que é feito nos caminhões da F-Truck. Os carros têm caixas pretas que registram todas as informações. Os dados são enviados a uma empresa terceirizada na Europa e repassados à FIA. A igualdade deverá ser feita ou por membros da própria entidade ou da CBA.
A história da contenção de custos na F-1 nasceu e cresceu nos últimos anos, com movimentos lentos. Mas Max Mosley, nos primeiros meses de 2008, enquanto se preocupava em limpar sua imagem de participante de orgias, bradava por cortes mais profundos com propostas mais ousadas, como padronização de peças e motores. Daí veio a crise, cuja profundidade e extensão esboçavam-se duvidosas. Só que os estragos no cenário automobilístico, já se mostram colossais.
E se o mundo contabiliza suas perdas de impressão, o Brasil tende a apresentar um 2009 também mais restrito nas competições. Se todas sobreviverem.
Antes da etapa de Tarumã, dirigentes e pilotos da Stock Car participaram de reuniões para ouvir de Carlos Col e sua trupe o que deve "mudar" para que não se gaste tanto. Há proposta para limitação de material nos boxes e quantidade de caminhões das equipes, além da eliminação da sexta-feira na categoria, deixando os treinos livres para o sábado. "Isso significaria um dia a menos nos autódromos. As equipes chegam muito cedo à toa", falou Amir Nasr ao Blog Victal. O dirigente teve sua equipe arrendada pela Red Bull nas últimas temporadas e busca um patrocinador principal para o ano que vem.
A Red Bull, aliás, deve rever seus conceitos. Pegou o período pré-crise e planejou um investimento que seria irreal para os padrões dos dias atuais. Serão quase R$ 4,5 milhões aplicados no segundo time de Andreas Mattheis, mais um salário de R$ 1,5 milhão para Cacá Bueno e R$ 300 mil para Daniel Serra. O time também terá o patrocínio da SKY, que pretendia retirar seu time de campo e resolveu ficar para aparecer — como a Texaco.
Inclui-se um erro grave da Stock, bancado pela Globo e não corrigido por Col: concentrar sua atenção em uma figura, a de Cacá, fato que gera reclamações crescentes e desveladas. Seguem alguns fatos:
1) Em Tarumã, Col teve de se reunir com todos os pilotos após os treinos de sexta para explicar o porquê das quatro primeiras corridas do campeonato do ano que vem passarem apenas em VT. No plano de mídia que a Globo entregara dias antes, São Paulo, Curitiba, Brasília e Santa Cruz aparecem com um "compacto" do lado. "Não é bem a palavra certa", tentou convencer o dirigente. O encontro demorou mais de uma hora, e os pilotos continuavam reclamando. Principalmente pela forma como é conduzida a transmissão e a edição das imagens das corridas;
2) Segundo um funcionário da Globo, as quatro provas em VT serão exibidas durante o Esporte Espetacular. Em determinado momento, serão mostrados os melhores momentos, e a transmissão acontecerá ao vivo das últimas voltas ou dos últimos minutos;
3) Pilotos como David Muffato e Felipe Maluhy reclamavam que as disputas do meio do pelotão nunca eram transmitidas. O paranaense falou algo no sentido de que ver a corrida da cabine de edição era outra coisa, mais emocionante, só que as imagens exibidas se concentravam entre os líderes e Cacá;
4) A Globo já começa a dizer, sem siglas, o nome da Red Bull; a emissora tem participação na composição acionária da SKY;
5) A audiência da Stock é baixa: não passou dos 4 pontos no Ibope em Brasília e deu média de 11 em Tarumã só porque se agregou ao skate com a Megarampa - que chegou a 15 pontos. A idéia de realizar corridas aos sábados, aproveitando a audiência da F-1, não vingou: logo os telespectadores trocavam de canal — assistiam ao Pica-Pau na Record.
A crise e a postura da Stock/Globo podem representar uma injeção letal lenta. A Nascar correu no Sul e em Interlagos com um carro só, o de Juliano Moro. Os pilotos que ainda estão sem vagas para o ano que vem vão esperar por mais um tempo para que as equipes cobrem menos. Teve gente que pagou antes da derrocada da economia mundial quase R$ 2 milhões para correr; espera-se que os times vendam seus carros por cerca de R$ 800 mil em futuras negociações.
Teme-se que não haverá espaço para mais ninguém na Stock além de Cacá. "Se a coisa não for independente ali, ela vai se voltar contra o próprio evento", reclamou um empresário de pilotos da categoria. No último fim de semana, a equipe Panasonic promoveu o filme Batman - Cavaleiro das Trevas, que foi lançado semana passada em DVD. O site da Stock Car, gerenciado pela WE — encabeçado pela família Bueno — "não divulgou nada sobre a ação".
Registre-se que o site registrou a ação no domingo de manhã. Mas entende-se o "não divulgou nada".
Por mais que Cacá seja bom piloto, talvez o melhor da categoria, sua rejeição é alta. "Quando você força muito algo na goela de alguém, a pessoa vomita", comentou uma pessoa influente da Stock. Assim, empresas, sem aparecer, começam a concluir que não é tão válido investir ou jorrar dinheiro às turras. É só ver as decisões:
1) A Medley, grande vencedora do ano com Ricardo Maurício e Marcos Gomes — e também com Valdeno Brito na corrida que valeu US$ 1 milhão —, vai patrocinar no máximo dois carros em vez de três;
2) O Terra tira o patrocínio do time de José Avallone;
3) A Action Power, que viu uma das equipes ser rebaixada para a Copa Vicar, não teria de nenhuma maneira as duas novamente na categoria principal;
4) O mesmo aconteceria com a Nova RR, igualmente relegada, que pertence a Jorge Freitas - que já tem a JF.
O GT3 Brasil aliou-se nesta temporada a uma grande empresa de marketing esportivo, a Reunion, e tentou emplacar a categoria de supercarros chamando superpilotos como Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet. Deu 25% certo, se possível fosse mensurar. Conseguiu trazer o bicampeão da F-1 e campeão da Indy, mas só por algumas provas; e o tricampeão da F-1 - que tem dois Ford GT — ficou só na promessa, que chegou a ser insistente. Piquet, aliás, disse há poucos dias ao Grande Prêmio: "A última coisa que eu vou fazer é sentar num carro de corrida". A organização também cogitou trazer Nelsinho Piquet para a etapa final em Interlagos; o piloto negou com veemência que correria. E, de fato, nem apareceu no autódromo paulistano.
Nos bastidores, a contenção de despesas foi vista até nos convites aos jornalistas para cobertura das etapas. E durante o evento deste fim de semana da Porsche Cup em Jacarepaguá, um rumor eclodiu: o de que a categoria seria extinta no ano que vem.
A base da especulação é de que a família Derani, que integra o SRO Latin America — a Vicar da categoria —, notou que o GT3 é deficitário e que não haveria mais interesse de investimento.
A assessoria do GT3 contestou ao Blog Victal o boato e garantiu que "até agora, nunca foi falado nada". "Se conversas como estas estivessem rolando, com certeza ouviríamos de alguém", disse. "O GT3 vai acontecer, mas dentro de uma realidade: sem luxo e com dinheiro cortado."
Se ocorrer, então, vai se dar certamente sem a dupla campeã. A Medley, nessa reprogramação, também resolveu cortar o dinheiro investido no GT3. Nada de Xandy Negrão e Andreas Mattheis em 2009, pois. Os Lamborghini Gallardo de Paulo Bonifácio — companheiro de Ingo Hoffmann — e de Thiago Marques — também serão vendidos. Walter Salles, parceiro de Ricardo Rosset, inclusive, já teria negociado o Ford GT com que correu nesta temporada — o cineasta deve participar da série européia.
Uma temporada de GT3 custa a uma dupla R$ 1 milhão. E três são os problemas principais, sem contar aqueles que surgem em decorrência de quebras - as peças têm de ser importadas: a falta de visibilidade e a presença de pilotos amadores. "A solução seria passar a categoria em uma TV aberta", comentou uma fonte ao Blog Victal. "Também, ter empresários no GT3 é ruim no sentido da falta de comprometimento de alguns pela agenda que acabam tendo com suas empresas. E o GT3 ainda não é prioridade para os pilotos."
O GT3 combina profissionais com "gentlemen drivers". Que não podem ser descartados por representarem, ainda, sua "sobrevivência". "A Stock fez isso um tempo, quando estava em crise [entre os anos de 1991 e 1993]", apontou a fonte. Por conta dos compromissos dos empresários-pilotos, os grids do GT3 têm variado entre 14 e 18 carros, sendo que 21 estão disponíveis para correr.
O Blog Victal apurou que uma das garantias de que o GT3 vai continuar seria que, por causa dos carros de naturezas diferentes e das pistas brasileiras, a organização vai tentar realizar uma equalização, nos moldes em que é feito nos caminhões da F-Truck. Os carros têm caixas pretas que registram todas as informações. Os dados são enviados a uma empresa terceirizada na Europa e repassados à FIA. A igualdade deverá ser feita ou por membros da própria entidade ou da CBA.
A história da contenção de custos na F-1 nasceu e cresceu nos últimos anos, com movimentos lentos. Mas Max Mosley, nos primeiros meses de 2008, enquanto se preocupava em limpar sua imagem de participante de orgias, bradava por cortes mais profundos com propostas mais ousadas, como padronização de peças e motores. Daí veio a crise, cuja profundidade e extensão esboçavam-se duvidosas. Só que os estragos no cenário automobilístico, já se mostram colossais.
E se o mundo contabiliza suas perdas de impressão, o Brasil tende a apresentar um 2009 também mais restrito nas competições. Se todas sobreviverem.
Antes da etapa de Tarumã, dirigentes e pilotos da Stock Car participaram de reuniões para ouvir de Carlos Col e sua trupe o que deve "mudar" para que não se gaste tanto. Há proposta para limitação de material nos boxes e quantidade de caminhões das equipes, além da eliminação da sexta-feira na categoria, deixando os treinos livres para o sábado. "Isso significaria um dia a menos nos autódromos. As equipes chegam muito cedo à toa", falou Amir Nasr ao Blog Victal. O dirigente teve sua equipe arrendada pela Red Bull nas últimas temporadas e busca um patrocinador principal para o ano que vem.
A Red Bull, aliás, deve rever seus conceitos. Pegou o período pré-crise e planejou um investimento que seria irreal para os padrões dos dias atuais. Serão quase R$ 4,5 milhões aplicados no segundo time de Andreas Mattheis, mais um salário de R$ 1,5 milhão para Cacá Bueno e R$ 300 mil para Daniel Serra. O time também terá o patrocínio da SKY, que pretendia retirar seu time de campo e resolveu ficar para aparecer — como a Texaco.
Inclui-se um erro grave da Stock, bancado pela Globo e não corrigido por Col: concentrar sua atenção em uma figura, a de Cacá, fato que gera reclamações crescentes e desveladas. Seguem alguns fatos:
1) Em Tarumã, Col teve de se reunir com todos os pilotos após os treinos de sexta para explicar o porquê das quatro primeiras corridas do campeonato do ano que vem passarem apenas em VT. No plano de mídia que a Globo entregara dias antes, São Paulo, Curitiba, Brasília e Santa Cruz aparecem com um "compacto" do lado. "Não é bem a palavra certa", tentou convencer o dirigente. O encontro demorou mais de uma hora, e os pilotos continuavam reclamando. Principalmente pela forma como é conduzida a transmissão e a edição das imagens das corridas;
2) Segundo um funcionário da Globo, as quatro provas em VT serão exibidas durante o Esporte Espetacular. Em determinado momento, serão mostrados os melhores momentos, e a transmissão acontecerá ao vivo das últimas voltas ou dos últimos minutos;
3) Pilotos como David Muffato e Felipe Maluhy reclamavam que as disputas do meio do pelotão nunca eram transmitidas. O paranaense falou algo no sentido de que ver a corrida da cabine de edição era outra coisa, mais emocionante, só que as imagens exibidas se concentravam entre os líderes e Cacá;
4) A Globo já começa a dizer, sem siglas, o nome da Red Bull; a emissora tem participação na composição acionária da SKY;
5) A audiência da Stock é baixa: não passou dos 4 pontos no Ibope em Brasília e deu média de 11 em Tarumã só porque se agregou ao skate com a Megarampa - que chegou a 15 pontos. A idéia de realizar corridas aos sábados, aproveitando a audiência da F-1, não vingou: logo os telespectadores trocavam de canal — assistiam ao Pica-Pau na Record.
A crise e a postura da Stock/Globo podem representar uma injeção letal lenta. A Nascar correu no Sul e em Interlagos com um carro só, o de Juliano Moro. Os pilotos que ainda estão sem vagas para o ano que vem vão esperar por mais um tempo para que as equipes cobrem menos. Teve gente que pagou antes da derrocada da economia mundial quase R$ 2 milhões para correr; espera-se que os times vendam seus carros por cerca de R$ 800 mil em futuras negociações.
Teme-se que não haverá espaço para mais ninguém na Stock além de Cacá. "Se a coisa não for independente ali, ela vai se voltar contra o próprio evento", reclamou um empresário de pilotos da categoria. No último fim de semana, a equipe Panasonic promoveu o filme Batman - Cavaleiro das Trevas, que foi lançado semana passada em DVD. O site da Stock Car, gerenciado pela WE — encabeçado pela família Bueno — "não divulgou nada sobre a ação".
Registre-se que o site registrou a ação no domingo de manhã. Mas entende-se o "não divulgou nada".
Por mais que Cacá seja bom piloto, talvez o melhor da categoria, sua rejeição é alta. "Quando você força muito algo na goela de alguém, a pessoa vomita", comentou uma pessoa influente da Stock. Assim, empresas, sem aparecer, começam a concluir que não é tão válido investir ou jorrar dinheiro às turras. É só ver as decisões:
1) A Medley, grande vencedora do ano com Ricardo Maurício e Marcos Gomes — e também com Valdeno Brito na corrida que valeu US$ 1 milhão —, vai patrocinar no máximo dois carros em vez de três;
2) O Terra tira o patrocínio do time de José Avallone;
3) A Action Power, que viu uma das equipes ser rebaixada para a Copa Vicar, não teria de nenhuma maneira as duas novamente na categoria principal;
4) O mesmo aconteceria com a Nova RR, igualmente relegada, que pertence a Jorge Freitas - que já tem a JF.
O GT3 Brasil aliou-se nesta temporada a uma grande empresa de marketing esportivo, a Reunion, e tentou emplacar a categoria de supercarros chamando superpilotos como Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet. Deu 25% certo, se possível fosse mensurar. Conseguiu trazer o bicampeão da F-1 e campeão da Indy, mas só por algumas provas; e o tricampeão da F-1 - que tem dois Ford GT — ficou só na promessa, que chegou a ser insistente. Piquet, aliás, disse há poucos dias ao Grande Prêmio: "A última coisa que eu vou fazer é sentar num carro de corrida". A organização também cogitou trazer Nelsinho Piquet para a etapa final em Interlagos; o piloto negou com veemência que correria. E, de fato, nem apareceu no autódromo paulistano.
Nos bastidores, a contenção de despesas foi vista até nos convites aos jornalistas para cobertura das etapas. E durante o evento deste fim de semana da Porsche Cup em Jacarepaguá, um rumor eclodiu: o de que a categoria seria extinta no ano que vem.
A base da especulação é de que a família Derani, que integra o SRO Latin America — a Vicar da categoria —, notou que o GT3 é deficitário e que não haveria mais interesse de investimento.
A assessoria do GT3 contestou ao Blog Victal o boato e garantiu que "até agora, nunca foi falado nada". "Se conversas como estas estivessem rolando, com certeza ouviríamos de alguém", disse. "O GT3 vai acontecer, mas dentro de uma realidade: sem luxo e com dinheiro cortado."
Se ocorrer, então, vai se dar certamente sem a dupla campeã. A Medley, nessa reprogramação, também resolveu cortar o dinheiro investido no GT3. Nada de Xandy Negrão e Andreas Mattheis em 2009, pois. Os Lamborghini Gallardo de Paulo Bonifácio — companheiro de Ingo Hoffmann — e de Thiago Marques — também serão vendidos. Walter Salles, parceiro de Ricardo Rosset, inclusive, já teria negociado o Ford GT com que correu nesta temporada — o cineasta deve participar da série européia.
Uma temporada de GT3 custa a uma dupla R$ 1 milhão. E três são os problemas principais, sem contar aqueles que surgem em decorrência de quebras - as peças têm de ser importadas: a falta de visibilidade e a presença de pilotos amadores. "A solução seria passar a categoria em uma TV aberta", comentou uma fonte ao Blog Victal. "Também, ter empresários no GT3 é ruim no sentido da falta de comprometimento de alguns pela agenda que acabam tendo com suas empresas. E o GT3 ainda não é prioridade para os pilotos."
O GT3 combina profissionais com "gentlemen drivers". Que não podem ser descartados por representarem, ainda, sua "sobrevivência". "A Stock fez isso um tempo, quando estava em crise [entre os anos de 1991 e 1993]", apontou a fonte. Por conta dos compromissos dos empresários-pilotos, os grids do GT3 têm variado entre 14 e 18 carros, sendo que 21 estão disponíveis para correr.
O Blog Victal apurou que uma das garantias de que o GT3 vai continuar seria que, por causa dos carros de naturezas diferentes e das pistas brasileiras, a organização vai tentar realizar uma equalização, nos moldes em que é feito nos caminhões da F-Truck. Os carros têm caixas pretas que registram todas as informações. Os dados são enviados a uma empresa terceirizada na Europa e repassados à FIA. A igualdade deverá ser feita ou por membros da própria entidade ou da CBA.
Pataquada de Vitonez às 14h38
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
As mudanças e os votos
A FIA divulgou o que muda para 2009 e 2010. De fato, como foi antecipado aqui, os testes foram proibidos durante a temporada e os giros do motor foram limitados em 18 mil rpm. O motor dobra a vida, mas continua valendo para três corridas no mínimo. E o túnel de vento terá operação restringida.
E isso tende a alterar a F-1. Não treinar ao longo do ano significa que, se uma equipe começar bem a temporada, tende a manter-se no topo; um carro mal nascido vai ficar irremediável. Ou ainda: quem aparecer bem na Austrália e na Malásia, por exemplo, denota fortemente que vai lutar pelo título. Limitar os giros também tende a padronizá-los indiretamente, já que a idéia de homologação de motores foi descartada — parcialmente.
Quem quiser os motores da Cosworth a partir de 2010, pagando não mais que R$ 7 milhões, têm de avisar à FIA até o dia 20.
O fato que eu achei mais interessante é a tal "pesquisa de mercado". A FIA vai perguntar ao público se quer um novo treino de classificação, se deve mudar o sistema de pontos para medalhas e se deve diminuir a duração das corridas.
Para as três voto não. E os caros internautas?
A FIA divulgou o que muda para 2009 e 2010. De fato, como foi antecipado aqui, os testes foram proibidos durante a temporada e os giros do motor foram limitados em 18 mil rpm. O motor dobra a vida, mas continua valendo para três corridas no mínimo. E o túnel de vento terá operação restringida.
E isso tende a alterar a F-1. Não treinar ao longo do ano significa que, se uma equipe começar bem a temporada, tende a manter-se no topo; um carro mal nascido vai ficar irremediável. Ou ainda: quem aparecer bem na Austrália e na Malásia, por exemplo, denota fortemente que vai lutar pelo título. Limitar os giros também tende a padronizá-los indiretamente, já que a idéia de homologação de motores foi descartada — parcialmente.
Quem quiser os motores da Cosworth a partir de 2010, pagando não mais que R$ 7 milhões, têm de avisar à FIA até o dia 20.
O fato que eu achei mais interessante é a tal "pesquisa de mercado". A FIA vai perguntar ao público se quer um novo treino de classificação, se deve mudar o sistema de pontos para medalhas e se deve diminuir a duração das corridas.
Para as três voto não. E os caros internautas?
A FIA divulgou o que muda para 2009 e 2010. De fato, como foi antecipado aqui, os testes foram proibidos durante a temporada e os giros do motor foram limitados em 18 mil rpm. O motor dobra a vida, mas continua valendo para três corridas no mínimo. E o túnel de vento terá operação restringida.
E isso tende a alterar a F-1. Não treinar ao longo do ano significa que, se uma equipe começar bem a temporada, tende a manter-se no topo; um carro mal nascido vai ficar irremediável. Ou ainda: quem aparecer bem na Austrália e na Malásia, por exemplo, denota fortemente que vai lutar pelo título. Limitar os giros também tende a padronizá-los indiretamente, já que a idéia de homologação de motores foi descartada — parcialmente.
Quem quiser os motores da Cosworth a partir de 2010, pagando não mais que R$ 7 milhões, têm de avisar à FIA até o dia 20.
O fato que eu achei mais interessante é a tal "pesquisa de mercado". A FIA vai perguntar ao público se quer um novo treino de classificação, se deve mudar o sistema de pontos para medalhas e se deve diminuir a duração das corridas.
Para as três voto não. E os caros internautas?
Pataquada de Vitonez às 13h19
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
O vaivém de Starostik
Interessante o anúncio que pingou na caixa de e-mail. William Starostik "continua" na equipe de Andreas Mattheis. Sai da WA e vai para A.Mattheis em 2009.
Alguns comentários aqui no blog dias atrás já indicavam isso.
Starostik tinha sido avisado de que não continuaria na WA e já havia assinado com a Boettger para o lugar de Allam Khodair. O acordo foi assinado em 17 de setembro.
Veio a crise. A Medley fez uma reavaliação de sua participação na Stock Car e na equipe. Segundo o Blog Victal ouviu de uma fonte, a empresa farmacêutica só iria bancar um carro no ano que vem e só o faria no segundo com uma "ajuda financeira". Foi aí que contataram o paranaense novamente. Já que pagaria para correr na Boettger, "Billy", como é conhecido, decidiu quebrar o acordo — que era muito vantajoso —, há não mais do que duas semanas, e aceitar o "convite" de Xandy Negrão e Andreas Mattheis.
Starostik vai formar dupla com Xandinho Negrão, que andou treinando...
A vaga da Boettger já foi sondada por Antonio Jorge Neto.
Interessante o anúncio que pingou na caixa de e-mail. William Starostik "continua" na equipe de Andreas Mattheis. Sai da WA e vai para A.Mattheis em 2009.
Alguns comentários aqui no blog dias atrás já indicavam isso.
Starostik tinha sido avisado de que não continuaria na WA e já havia assinado com a Boettger para o lugar de Allam Khodair. O acordo foi assinado em 17 de setembro.
Veio a crise. A Medley fez uma reavaliação de sua participação na Stock Car e na equipe. Segundo o Blog Victal ouviu de uma fonte, a empresa farmacêutica só iria bancar um carro no ano que vem e só o faria no segundo com uma "ajuda financeira". Foi aí que contataram o paranaense novamente. Já que pagaria para correr na Boettger, "Billy", como é conhecido, decidiu quebrar o acordo — que era muito vantajoso —, há não mais do que duas semanas, e aceitar o "convite" de Xandy Negrão e Andreas Mattheis.
Starostik vai formar dupla com Xandinho Negrão, que andou treinando...
A vaga da Boettger já foi sondada por Antonio Jorge Neto.
Interessante o anúncio que pingou na caixa de e-mail. William Starostik "continua" na equipe de Andreas Mattheis. Sai da WA e vai para A.Mattheis em 2009.
Alguns comentários aqui no blog dias atrás já indicavam isso.
Starostik tinha sido avisado de que não continuaria na WA e já havia assinado com a Boettger para o lugar de Allam Khodair. O acordo foi assinado em 17 de setembro.
Veio a crise. A Medley fez uma reavaliação de sua participação na Stock Car e na equipe. Segundo o Blog Victal ouviu de uma fonte, a empresa farmacêutica só iria bancar um carro no ano que vem e só o faria no segundo com uma "ajuda financeira". Foi aí que contataram o paranaense novamente. Já que pagaria para correr na Boettger, "Billy", como é conhecido, decidiu quebrar o acordo — que era muito vantajoso —, há não mais do que duas semanas, e aceitar o "convite" de Xandy Negrão e Andreas Mattheis.
Starostik vai formar dupla com Xandinho Negrão, que andou treinando...
A vaga da Boettger já foi sondada por Antonio Jorge Neto.
Pataquada de Vitonez às 10h55
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Gomes e Mattheis: fim
Marcos Gomes, peça que se desenhava certa para 2009 no grupo de Andreas Mattheis, está fora da equipe.
Gomes foi vice-campeão da temporada, terminando dois pontos atrás de Ricardo Maurício na classificação geral.
Sem chegar a um acordo, o contrato, que vigoraria até o ano que vem, foi quebrado.
Marcos Gomes, peça que se desenhava certa para 2009 no grupo de Andreas Mattheis, está fora da equipe.
Gomes foi vice-campeão da temporada, terminando dois pontos atrás de Ricardo Maurício na classificação geral.
Sem chegar a um acordo, o contrato, que vigoraria até o ano que vem, foi quebrado.
Marcos Gomes, peça que se desenhava certa para 2009 no grupo de Andreas Mattheis, está fora da equipe.
Gomes foi vice-campeão da temporada, terminando dois pontos atrás de Ricardo Maurício na classificação geral.
Sem chegar a um acordo, o contrato, que vigoraria até o ano que vem, foi quebrado.
Pataquada de Vitonez às 18h18
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Venda antecipada
Quem quiser adquirir ingressos para o GP do Brasil de 2009, que acontece entre 17 e 19 de outubro, já vai poder fazê-lo a partir de segunda-feira.
A 38ª edição da prova em território nacional vai começar as vendas de suas entradas em 15 de dezembro para "atender a solicitações do público" e "facilitar o parcelamento no cartão de crédito", neste caso em até nove vezes parceladas, não no mesmo valor.
Valor que foi reajustado pelo IGPM de novembro. O setor G, mais popular, pulou para R$ 416 nos três dias; o A custará R$ 550; o mais caro é o E, R$ 2.220.
Quem quiser adquirir ingressos para o GP do Brasil de 2009, que acontece entre 17 e 19 de outubro, já vai poder fazê-lo a partir de segunda-feira.
A 38ª edição da prova em território nacional vai começar as vendas de suas entradas em 15 de dezembro para "atender a solicitações do público" e "facilitar o parcelamento no cartão de crédito", neste caso em até nove vezes parceladas, não no mesmo valor.
Valor que foi reajustado pelo IGPM de novembro. O setor G, mais popular, pulou para R$ 416 nos três dias; o A custará R$ 550; o mais caro é o E, R$ 2.220.
Quem quiser adquirir ingressos para o GP do Brasil de 2009, que acontece entre 17 e 19 de outubro, já vai poder fazê-lo a partir de segunda-feira.
A 38ª edição da prova em território nacional vai começar as vendas de suas entradas em 15 de dezembro para "atender a solicitações do público" e "facilitar o parcelamento no cartão de crédito", neste caso em até nove vezes parceladas, não no mesmo valor.
Valor que foi reajustado pelo IGPM de novembro. O setor G, mais popular, pulou para R$ 416 nos três dias; o A custará R$ 550; o mais caro é o E, R$ 2.220.
Pataquada de Vitonez às 12h10
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Diversão na Granja
Rubens Barrichello apareceu hoje na Granja Viana para treinar de kart.
O decano da F-1 foi "aconselhado" por Nelson Piquet a deixar a categoria. "Tá na hora de parar", disse o tricampeão em Salvador, em material de Felipe Paranhos, um dos novos membros da equipe do Grande Prêmio.
Piquet que disse que o filho teve "um ano muito bom" na F-1.
Rubens Barrichello apareceu hoje na Granja Viana para treinar de kart.
O decano da F-1 foi "aconselhado" por Nelson Piquet a deixar a categoria. "Tá na hora de parar", disse o tricampeão em Salvador, em material de Felipe Paranhos, um dos novos membros da equipe do Grande Prêmio.
Piquet que disse que o filho teve "um ano muito bom" na F-1.
Rubens Barrichello apareceu hoje na Granja Viana para treinar de kart.
O decano da F-1 foi "aconselhado" por Nelson Piquet a deixar a categoria. "Tá na hora de parar", disse o tricampeão em Salvador, em material de Felipe Paranhos, um dos novos membros da equipe do Grande Prêmio.
Piquet que disse que o filho teve "um ano muito bom" na F-1.
Pataquada de Vitonez às 11h40
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Para frente ou para trás?
Só nesta sexta-feira é que virão à tona as medidas tomadas pela FIA e pela Fota para contenção de custos já a partir da próxima temporada. O Blog Victal apurou que pelo menos cinco temas foram discutidos na reunião que aconteceu em Mônaco:
1) Proibição de testes durante a temporada;
2) Motor com vida para quatro corridas;
3) Proibição do uso do túnel de vento entre janeiro e agosto;
4) Novo formato do treino de classificação;
5) Limitação dos giros do motor em 18 mil rpm.
Pondo tudo na balança, representaria um retrocesso ou um avanço?
Só nesta sexta-feira é que virão à tona as medidas tomadas pela FIA e pela Fota para contenção de custos já a partir da próxima temporada. O Blog Victal apurou que pelo menos cinco temas foram discutidos na reunião que aconteceu em Mônaco:
1) Proibição de testes durante a temporada;
2) Motor com vida para quatro corridas;
3) Proibição do uso do túnel de vento entre janeiro e agosto;
4) Novo formato do treino de classificação;
5) Limitação dos giros do motor em 18 mil rpm.
Pondo tudo na balança, representaria um retrocesso ou um avanço?
Só nesta sexta-feira é que virão à tona as medidas tomadas pela FIA e pela Fota para contenção de custos já a partir da próxima temporada. O Blog Victal apurou que pelo menos cinco temas foram discutidos na reunião que aconteceu em Mônaco:
1) Proibição de testes durante a temporada;
2) Motor com vida para quatro corridas;
3) Proibição do uso do túnel de vento entre janeiro e agosto;
4) Novo formato do treino de classificação;
5) Limitação dos giros do motor em 18 mil rpm.
Pondo tudo na balança, representaria um retrocesso ou um avanço?
Pataquada de Vitonez às 11h33
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
O inexpressivo
De Kimi Raikkonen, perguntado sobre a saída da Honda da F-1:
"Não quero comentar o que está acontecendo neste momento."
Nada é válido ou o motiva a opinar. Existe algum piloto tão insosso para falar quanto ele na história do automobilismo?
Vou criar a seção "Kimimporta".
De Kimi Raikkonen, perguntado sobre a saída da Honda da F-1:
"Não quero comentar o que está acontecendo neste momento."
Nada é válido ou o motiva a opinar. Existe algum piloto tão insosso para falar quanto ele na história do automobilismo?
Vou criar a seção "Kimimporta".
De Kimi Raikkonen, perguntado sobre a saída da Honda da F-1:
"Não quero comentar o que está acontecendo neste momento."
Nada é válido ou o motiva a opinar. Existe algum piloto tão insosso para falar quanto ele na história do automobilismo?
Vou criar a seção "Kimimporta".
Pataquada de Vitonez às 17h59
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Não tão ruim

Não é que a asa dianteira da McLaren não ficou tão feia?

Não é que a asa dianteira da McLaren não ficou tão feia?

Não é que a asa dianteira da McLaren não ficou tão feia?
Pataquada de Vitonez às 14h20
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
F-1 Histórica: sim ou não?
Um dos responsáveis pelo projeto da F-1 Histórica, Oliver McCrudden falou ao Blog Victal hoje de manhã que, por enquanto, não há confirmação de que Interlagos receberá a categoria no ano que vem, diferente do que o próprio site da categoria tem informado desde 5 de dezembro.
Ao passo que Chico Rosa, um dos administradores do autódromo, ratificou à repórter Evelyn Guimarães que houve um contato dos organizadores da F-1 H. Bem como a assessoria de imprensa de Interlagos.
"Como um dos organizadores do campeonato da F-1 Histórica, temos explorado maneiras de levá-lo ao Brasil, já que sabemos que os fãs maravilhosos deste país adorariam ver os carros. Estamos trabalhando, mas no momento não confirmamos nenhuma etapa do calendário de 2009", declarou McCrudden.
Rosa foi na direção contrária. "Fomos contatados, e a corrida deve acontecer. Somente a data da realização da prova é que não temos confirmada."
Marília Frias, porta-voz, também corroborou ao Blog Victal que, "de fato, conversas estão em andamento". "Vai ser realizada [a corrida] no começo do ano que vem, no primeiro semestre. Só não temos os detalhes, ainda."
A F-1 Histórica utiliza-se de carros feitos entre 1968 e 1985 e, de acordo com sua página, viria ao autódromo paulistano para corridas entre 21 e 22 de março, com transmissão pela Globo. "Nós vamos continuar trabalhando para alcançarmos esta meta, mas até o momento, não há acordo algum. Nem temos datas confirmadas para o campeonato do ano que vem", repetiu McCruden.
Um dos responsáveis pelo projeto da F-1 Histórica, Oliver McCrudden falou ao Blog Victal hoje de manhã que, por enquanto, não há confirmação de que Interlagos receberá a categoria no ano que vem, diferente do que o próprio site da categoria tem informado desde 5 de dezembro.
Ao passo que Chico Rosa, um dos administradores do autódromo, ratificou à repórter Evelyn Guimarães que houve um contato dos organizadores da F-1 H. Bem como a assessoria de imprensa de Interlagos.
"Como um dos organizadores do campeonato da F-1 Histórica, temos explorado maneiras de levá-lo ao Brasil, já que sabemos que os fãs maravilhosos deste país adorariam ver os carros. Estamos trabalhando, mas no momento não confirmamos nenhuma etapa do calendário de 2009", declarou McCrudden.
Rosa foi na direção contrária. "Fomos contatados, e a corrida deve acontecer. Somente a data da realização da prova é que não temos confirmada."
Marília Frias, porta-voz, também corroborou ao Blog Victal que, "de fato, conversas estão em andamento". "Vai ser realizada [a corrida] no começo do ano que vem, no primeiro semestre. Só não temos os detalhes, ainda."
A F-1 Histórica utiliza-se de carros feitos entre 1968 e 1985 e, de acordo com sua página, viria ao autódromo paulistano para corridas entre 21 e 22 de março, com transmissão pela Globo. "Nós vamos continuar trabalhando para alcançarmos esta meta, mas até o momento, não há acordo algum. Nem temos datas confirmadas para o campeonato do ano que vem", repetiu McCruden.
Um dos responsáveis pelo projeto da F-1 Histórica, Oliver McCrudden falou ao Blog Victal hoje de manhã que, por enquanto, não há confirmação de que Interlagos receberá a categoria no ano que vem, diferente do que o próprio site da categoria tem informado desde 5 de dezembro.
Ao passo que Chico Rosa, um dos administradores do autódromo, ratificou à repórter Evelyn Guimarães que houve um contato dos organizadores da F-1 H. Bem como a assessoria de imprensa de Interlagos.
"Como um dos organizadores do campeonato da F-1 Histórica, temos explorado maneiras de levá-lo ao Brasil, já que sabemos que os fãs maravilhosos deste país adorariam ver os carros. Estamos trabalhando, mas no momento não confirmamos nenhuma etapa do calendário de 2009", declarou McCrudden.
Rosa foi na direção contrária. "Fomos contatados, e a corrida deve acontecer. Somente a data da realização da prova é que não temos confirmada."
Marília Frias, porta-voz, também corroborou ao Blog Victal que, "de fato, conversas estão em andamento". "Vai ser realizada [a corrida] no começo do ano que vem, no primeiro semestre. Só não temos os detalhes, ainda."
A F-1 Histórica utiliza-se de carros feitos entre 1968 e 1985 e, de acordo com sua página, viria ao autódromo paulistano para corridas entre 21 e 22 de março, com transmissão pela Globo. "Nós vamos continuar trabalhando para alcançarmos esta meta, mas até o momento, não há acordo algum. Nem temos datas confirmadas para o campeonato do ano que vem", repetiu McCruden.
Pataquada de Vitonez às 11h54
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Dacar no Brasil
O Rali Dacar fica pelo menos até 2011, com possibilidade de prorrogação até 2013, na América do Sul.
Há grande chance de o Brasil entrar na rota do rali, que deixou a África por conta de ameaças terroristas, a partir de 2010. O país sediaria duas das 15 etapas.
No ano que vem, o Dacar atravessa a Argentina e o Chile, tendo como pontos de partida e chegada Buenos Aires.
O Rali Dacar fica pelo menos até 2011, com possibilidade de prorrogação até 2013, na América do Sul.
Há grande chance de o Brasil entrar na rota do rali, que deixou a África por conta de ameaças terroristas, a partir de 2010. O país sediaria duas das 15 etapas.
No ano que vem, o Dacar atravessa a Argentina e o Chile, tendo como pontos de partida e chegada Buenos Aires.
O Rali Dacar fica pelo menos até 2011, com possibilidade de prorrogação até 2013, na América do Sul.
Há grande chance de o Brasil entrar na rota do rali, que deixou a África por conta de ameaças terroristas, a partir de 2010. O país sediaria duas das 15 etapas.
No ano que vem, o Dacar atravessa a Argentina e o Chile, tendo como pontos de partida e chegada Buenos Aires.
Pataquada de Vitonez às 15h49
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Igual, mas bem diferente
Saíram os resultados dos primeiros treinos coletivos em Jerez, e a única coisa diferente foi a chuva, na verdade — tirando, claro, a ausência da Honda.
Porque a Toro Rosso, líder, continua com o carro deste ano, e a McLaren, com peças de 2009, apareceu logo atrás.
A Williams e a BMW é quem estão mais avançadas e já treinam com um modelo híbrido bem próximo do que será o do ano que vem.
A Ferrari foi com o F2008K, mas sem o K, de KERS. Vai entender.
A Renault andou com Nelsinho Piquet. Lucas Di Grassi está na Espanha e deve guiar o carro da equipe francesa.
E muita gente da F-1 falando que pode haver surpresa no ano que vem em relação às forças. Uma fonte bem influente na categoria garantiu ao Blog Victal: "Acredito em Renault e Red Bull."
Não sei se Renault ou Red Bull, A ou B. Mas começo a crer que alguma coisa está fora da ordem, como diria Caetano.
Saíram os resultados dos primeiros treinos coletivos em Jerez, e a única coisa diferente foi a chuva, na verdade — tirando, claro, a ausência da Honda.
Porque a Toro Rosso, líder, continua com o carro deste ano, e a McLaren, com peças de 2009, apareceu logo atrás.
A Williams e a BMW é quem estão mais avançadas e já treinam com um modelo híbrido bem próximo do que será o do ano que vem.
A Ferrari foi com o F2008K, mas sem o K, de KERS. Vai entender.
A Renault andou com Nelsinho Piquet. Lucas Di Grassi está na Espanha e deve guiar o carro da equipe francesa.
E muita gente da F-1 falando que pode haver surpresa no ano que vem em relação às forças. Uma fonte bem influente na categoria garantiu ao Blog Victal: "Acredito em Renault e Red Bull."
Não sei se Renault ou Red Bull, A ou B. Mas começo a crer que alguma coisa está fora da ordem, como diria Caetano.
Saíram os resultados dos primeiros treinos coletivos em Jerez, e a única coisa diferente foi a chuva, na verdade — tirando, claro, a ausência da Honda.
Porque a Toro Rosso, líder, continua com o carro deste ano, e a McLaren, com peças de 2009, apareceu logo atrás.
A Williams e a BMW é quem estão mais avançadas e já treinam com um modelo híbrido bem próximo do que será o do ano que vem.
A Ferrari foi com o F2008K, mas sem o K, de KERS. Vai entender.
A Renault andou com Nelsinho Piquet. Lucas Di Grassi está na Espanha e deve guiar o carro da equipe francesa.
E muita gente da F-1 falando que pode haver surpresa no ano que vem em relação às forças. Uma fonte bem influente na categoria garantiu ao Blog Victal: "Acredito em Renault e Red Bull."
Não sei se Renault ou Red Bull, A ou B. Mas começo a crer que alguma coisa está fora da ordem, como diria Caetano.
Pataquada de Vitonez às 14h49
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Adriano, Ronaldo e Roque
No ano passado, o São Paulo contratou Adriano para um Campeonato Paulista.
Agora, ao que parece, o Corinthians vai ter Ronaldo — por tempo não sabido.
O Palmeiras, com Traffic, contratou Roque Júnior para parte do Brasileiro.
É, Vanderlei Luxemburgo já foi melhor. Bem melhor.
No ano passado, o São Paulo contratou Adriano para um Campeonato Paulista.
Agora, ao que parece, o Corinthians vai ter Ronaldo — por tempo não sabido.
O Palmeiras, com Traffic, contratou Roque Júnior para parte do Brasileiro.
É, Vanderlei Luxemburgo já foi melhor. Bem melhor.
No ano passado, o São Paulo contratou Adriano para um Campeonato Paulista.
Agora, ao que parece, o Corinthians vai ter Ronaldo — por tempo não sabido.
O Palmeiras, com Traffic, contratou Roque Júnior para parte do Brasileiro.
É, Vanderlei Luxemburgo já foi melhor. Bem melhor.
Pataquada de Vitonez às 13h01
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Maurício fecha com RC
Campeão da temporada 2008, Ricardo Maurício será piloto da Eurofarma RC, pode confirmar o Blog Victal.
Maurício, de 29 anos, está na Stock Car desde 2004 e teve passagens pela Katalogo e pela L&M antes de se transferir para as equipes de Andreas Mattheis. Foi campeão ontem com um 14º lugar, beneficiado também pela quebra de Marcos Gomes. Já vinha negociando com o time de Rosinei Campos há um bom tempo. O que pegava era a questão salarial.
A RC, assim, fecha com Maurício e Max Wilson. Na WA Mattheis, time pelo qual corria Ricardo, estarão Cacá Bueno e Daniel Serra, junto com a Red Bull.
O anúncio será feito ainda hoje.
Acréscimo: Rodrigo Mattar dera antes a informação em seu A Mil por Hora.
Campeão da temporada 2008, Ricardo Maurício será piloto da Eurofarma RC, pode confirmar o Blog Victal.
Maurício, de 29 anos, está na Stock Car desde 2004 e teve passagens pela Katalogo e pela L&M antes de se transferir para as equipes de Andreas Mattheis. Foi campeão ontem com um 14º lugar, beneficiado também pela quebra de Marcos Gomes. Já vinha negociando com o time de Rosinei Campos há um bom tempo. O que pegava era a questão salarial.
A RC, assim, fecha com Maurício e Max Wilson. Na WA Mattheis, time pelo qual corria Ricardo, estarão Cacá Bueno e Daniel Serra, junto com a Red Bull.
O anúncio será feito ainda hoje.
Acréscimo: Rodrigo Mattar dera antes a informação em seu A Mil por Hora.
Campeão da temporada 2008, Ricardo Maurício será piloto da Eurofarma RC, pode confirmar o Blog Victal.
Maurício, de 29 anos, está na Stock Car desde 2004 e teve passagens pela Katalogo e pela L&M antes de se transferir para as equipes de Andreas Mattheis. Foi campeão ontem com um 14º lugar, beneficiado também pela quebra de Marcos Gomes. Já vinha negociando com o time de Rosinei Campos há um bom tempo. O que pegava era a questão salarial.
A RC, assim, fecha com Maurício e Max Wilson. Na WA Mattheis, time pelo qual corria Ricardo, estarão Cacá Bueno e Daniel Serra, junto com a Red Bull.
O anúncio será feito ainda hoje.
Acréscimo: Rodrigo Mattar dera antes a informação em seu A Mil por Hora.
Pataquada de Vitonez às 16h42
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Khodair e Vogel
Allam Khodair negocia para ser o companheiro de Thiago Camilo na Vogel na Stock Car.
Khodair, na Boettger, ficou em décimo no campeonato deste ano. Passou aos playoffs, mas não teve chance alguma de disputar o título - só fez sete pontos em quatro corridas. Camilo ainda negocia sua permanência, mas tem conversas com a RC3 Bassani.
Allam Khodair negocia para ser o companheiro de Thiago Camilo na Vogel na Stock Car.
Khodair, na Boettger, ficou em décimo no campeonato deste ano. Passou aos playoffs, mas não teve chance alguma de disputar o título - só fez sete pontos em quatro corridas. Camilo ainda negocia sua permanência, mas tem conversas com a RC3 Bassani.
Allam Khodair negocia para ser o companheiro de Thiago Camilo na Vogel na Stock Car.
Khodair, na Boettger, ficou em décimo no campeonato deste ano. Passou aos playoffs, mas não teve chance alguma de disputar o título - só fez sete pontos em quatro corridas. Camilo ainda negocia sua permanência, mas tem conversas com a RC3 Bassani.
Pataquada de Vitonez às 13h57
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Fala, Barrichello
Enfim, falou Rubens Barrichello.
Confirmou que testaria pela Honda na semana que vem e que só recebeu a informação 20 minutos antes do anúncio oficial da saída da equipe.
Como Bruno Senna, mostrou-se chocado.
Afirmou que, se alguém do meio do automobilismo comprar a Honda — tipo a Prodrive — tem chances de continuar na F-1. "Acho que vão querer um piloto experiente", disse em Interlagos. E descartou a Toro Rosso, já.
Por fim, falou que voltará ao Brasil se ficar sem a F-1.
Creio que as chances de Barrichello são remotas. A não ser que o novo dono, por exemplo David Richards, entregue o projeto totalmente na mão de Ross Brawn, que é um dos que apóia o piloto. É bem provável, aliás, que sendo Richards o comprador, Jenson Button seja um dos pilotos. E nessa história toda, é necessário ver onde se encaixam também Bruno Senna e a Petrobras.
E pensar que 2008 tinha acabado no GP do Brasil...
Enfim, falou Rubens Barrichello.
Confirmou que testaria pela Honda na semana que vem e que só recebeu a informação 20 minutos antes do anúncio oficial da saída da equipe.
Como Bruno Senna, mostrou-se chocado.
Afirmou que, se alguém do meio do automobilismo comprar a Honda — tipo a Prodrive — tem chances de continuar na F-1. "Acho que vão querer um piloto experiente", disse em Interlagos. E descartou a Toro Rosso, já.
Por fim, falou que voltará ao Brasil se ficar sem a F-1.
Creio que as chances de Barrichello são remotas. A não ser que o novo dono, por exemplo David Richards, entregue o projeto totalmente na mão de Ross Brawn, que é um dos que apóia o piloto. É bem provável, aliás, que sendo Richards o comprador, Jenson Button seja um dos pilotos. E nessa história toda, é necessário ver onde se encaixam também Bruno Senna e a Petrobras.
E pensar que 2008 tinha acabado no GP do Brasil...
Enfim, falou Rubens Barrichello.
Confirmou que testaria pela Honda na semana que vem e que só recebeu a informação 20 minutos antes do anúncio oficial da saída da equipe.
Como Bruno Senna, mostrou-se chocado.
Afirmou que, se alguém do meio do automobilismo comprar a Honda — tipo a Prodrive — tem chances de continuar na F-1. "Acho que vão querer um piloto experiente", disse em Interlagos. E descartou a Toro Rosso, já.
Por fim, falou que voltará ao Brasil se ficar sem a F-1.
Creio que as chances de Barrichello são remotas. A não ser que o novo dono, por exemplo David Richards, entregue o projeto totalmente na mão de Ross Brawn, que é um dos que apóia o piloto. É bem provável, aliás, que sendo Richards o comprador, Jenson Button seja um dos pilotos. E nessa história toda, é necessário ver onde se encaixam também Bruno Senna e a Petrobras.
E pensar que 2008 tinha acabado no GP do Brasil...
Pataquada de Vitonez às 14h49
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
O choque térmico dos pneus
No paddock há pouco, estava no paddock, diante dos boxes da AMG, equipe de Ingo Hoffmann. Em companhia de um engenheiro de uma equipe da Copa Vicar, víamos a ação dos mecânicos, que jogavam os pneus que haviam sido retirados de um dos carros e jogados em tinas d'água. "É um dos 'segredos' da Medley", disse. "A Medley começou a fazer, e todo mundo copiou."
Todo mundo em termos. As duas equipes de Andreas Mattheis, a AMG e a Vogel, pelo que vi, fazem.
Sabe-se que os pneus Goodyear, com o passar do tempo, perdem aderência. Isso é visto nos treinos e na corrida: as voltas rápidas sempre vêem no começo. O que acontece é um processo de vulcanização da borracha, que se dilata e perde componentes que são imprescindíveis na manutenção do "grip". Quando postos na água, seja em temperatura ambiente ou gelada, o choque térmico causado barra esta vulcanização, permitindo que o pneu seja reutilizado de forma proveitosa.
No caso, nesta sexta, como o sol se faz presente no autódromo José Carlos Pace, as equipes de Mattheis colocam um saco de gelo seco na água, onde o pneu é imediatamente jogado. Ficam cerca de 15 segundos em determinada posição, e depois é girado.
Ricardo Maurício, da WA Mattheis, e Marcos Gomes, da A.Mattheis, disputam o título deste fim de semana da Stock Car.
No paddock há pouco, estava no paddock, diante dos boxes da AMG, equipe de Ingo Hoffmann. Em companhia de um engenheiro de uma equipe da Copa Vicar, víamos a ação dos mecânicos, que jogavam os pneus que haviam sido retirados de um dos carros e jogados em tinas d'água. "É um dos 'segredos' da Medley", disse. "A Medley começou a fazer, e todo mundo copiou."
Todo mundo em termos. As duas equipes de Andreas Mattheis, a AMG e a Vogel, pelo que vi, fazem.
Sabe-se que os pneus Goodyear, com o passar do tempo, perdem aderência. Isso é visto nos treinos e na corrida: as voltas rápidas sempre vêem no começo. O que acontece é um processo de vulcanização da borracha, que se dilata e perde componentes que são imprescindíveis na manutenção do "grip". Quando postos na água, seja em temperatura ambiente ou gelada, o choque térmico causado barra esta vulcanização, permitindo que o pneu seja reutilizado de forma proveitosa.
No caso, nesta sexta, como o sol se faz presente no autódromo José Carlos Pace, as equipes de Mattheis colocam um saco de gelo seco na água, onde o pneu é imediatamente jogado. Ficam cerca de 15 segundos em determinada posição, e depois é girado.
Ricardo Maurício, da WA Mattheis, e Marcos Gomes, da A.Mattheis, disputam o título deste fim de semana da Stock Car.
No paddock há pouco, estava no paddock, diante dos boxes da AMG, equipe de Ingo Hoffmann. Em companhia de um engenheiro de uma equipe da Copa Vicar, víamos a ação dos mecânicos, que jogavam os pneus que haviam sido retirados de um dos carros e jogados em tinas d'água. "É um dos 'segredos' da Medley", disse. "A Medley começou a fazer, e todo mundo copiou."
Todo mundo em termos. As duas equipes de Andreas Mattheis, a AMG e a Vogel, pelo que vi, fazem.
Sabe-se que os pneus Goodyear, com o passar do tempo, perdem aderência. Isso é visto nos treinos e na corrida: as voltas rápidas sempre vêem no começo. O que acontece é um processo de vulcanização da borracha, que se dilata e perde componentes que são imprescindíveis na manutenção do "grip". Quando postos na água, seja em temperatura ambiente ou gelada, o choque térmico causado barra esta vulcanização, permitindo que o pneu seja reutilizado de forma proveitosa.
No caso, nesta sexta, como o sol se faz presente no autódromo José Carlos Pace, as equipes de Mattheis colocam um saco de gelo seco na água, onde o pneu é imediatamente jogado. Ficam cerca de 15 segundos em determinada posição, e depois é girado.
Ricardo Maurício, da WA Mattheis, e Marcos Gomes, da A.Mattheis, disputam o título deste fim de semana da Stock Car.
Pataquada de Vitonez às 16h16
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
A pergunta que cabe
Se a Honda deixou a F-1 porque, entre outros, suas vendas nos EUA caíram mais de 30%, como é que fica a F-Indy?
Se a Honda deixou a F-1 porque, entre outros, suas vendas nos EUA caíram mais de 30%, como é que fica a F-Indy?
Se a Honda deixou a F-1 porque, entre outros, suas vendas nos EUA caíram mais de 30%, como é que fica a F-Indy?
Pataquada de Vitonez às 10h20
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Honda fora da F-1
Está no Grande Prêmio.
E o Blog Victal soube que os funcionários foram convocados para uma reunião às 18h de Londres (e de Brackley), em que foram informados da decisão da montadora.
O anúncio da saída acontecerá às 2h30 (de Brasília), 11h a menos que o horário de Tóquio, às 13h30.
Se continuar, a equipe irá atrás da Ferrari para fornecimento de motores, via Ross Brawn.
A Toyota pode seguir o mesmo caminho. Não em 2009, mas em 2010.
Acho que é o fim da carreira de Rubens Barrichello e uma rasteira grande nas pretensões de se ter um Senna de volta à F-1 em 2009.
E vocês, internautas, que acham?
Está no Grande Prêmio.
E o Blog Victal soube que os funcionários foram convocados para uma reunião às 18h de Londres (e de Brackley), em que foram informados da decisão da montadora.
O anúncio da saída acontecerá às 2h30 (de Brasília), 11h a menos que o horário de Tóquio, às 13h30.
Se continuar, a equipe irá atrás da Ferrari para fornecimento de motores, via Ross Brawn.
A Toyota pode seguir o mesmo caminho. Não em 2009, mas em 2010.
Acho que é o fim da carreira de Rubens Barrichello e uma rasteira grande nas pretensões de se ter um Senna de volta à F-1 em 2009.
E vocês, internautas, que acham?
Está no Grande Prêmio.
E o Blog Victal soube que os funcionários foram convocados para uma reunião às 18h de Londres (e de Brackley), em que foram informados da decisão da montadora.
O anúncio da saída acontecerá às 2h30 (de Brasília), 11h a menos que o horário de Tóquio, às 13h30.
Se continuar, a equipe irá atrás da Ferrari para fornecimento de motores, via Ross Brawn.
A Toyota pode seguir o mesmo caminho. Não em 2009, mas em 2010.
Acho que é o fim da carreira de Rubens Barrichello e uma rasteira grande nas pretensões de se ter um Senna de volta à F-1 em 2009.
E vocês, internautas, que acham?
Pataquada de Vitonez às 17h44
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
E sobre o Brasileirão
Voltava de Florianópolis e era obrigado a ouvir o importante embate entre Figueirense e Botafogo. Só depois de algum tempo, da comemoração efusiva dos repórteres catarinenses, fui saber que o campeonato não havia sido decidido.
Não sei se os internautas perceberam, mas a grande parte dos campeonatos deste ano, na maioria dos esportes, tiveram decisões nos minutos finais.
Tenho uma intuição de que o São Paulo perdeu o título no domingo. Vai perder do Goiás. E o Grêmio faz a sua no Sul e vence o Atlético-MG e bate os paulistas por quantidade de vitórias.
E os caros leitores, o que acham? Seja o que for, que o domingo será muito interessante, será.
Voltava de Florianópolis e era obrigado a ouvir o importante embate entre Figueirense e Botafogo. Só depois de algum tempo, da comemoração efusiva dos repórteres catarinenses, fui saber que o campeonato não havia sido decidido.
Não sei se os internautas perceberam, mas a grande parte dos campeonatos deste ano, na maioria dos esportes, tiveram decisões nos minutos finais.
Tenho uma intuição de que o São Paulo perdeu o título no domingo. Vai perder do Goiás. E o Grêmio faz a sua no Sul e vence o Atlético-MG e bate os paulistas por quantidade de vitórias.
E os caros leitores, o que acham? Seja o que for, que o domingo será muito interessante, será.
Voltava de Florianópolis e era obrigado a ouvir o importante embate entre Figueirense e Botafogo. Só depois de algum tempo, da comemoração efusiva dos repórteres catarinenses, fui saber que o campeonato não havia sido decidido.
Não sei se os internautas perceberam, mas a grande parte dos campeonatos deste ano, na maioria dos esportes, tiveram decisões nos minutos finais.
Tenho uma intuição de que o São Paulo perdeu o título no domingo. Vai perder do Goiás. E o Grêmio faz a sua no Sul e vence o Atlético-MG e bate os paulistas por quantidade de vitórias.
E os caros leitores, o que acham? Seja o que for, que o domingo será muito interessante, será.
Pataquada de Vitonez às 13h33
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Barrichello participa dos testes em Jerez
Antes das 9 da matina de amanhã, o Grande Prêmio vai informar que Rubens Barrichello participará dos testes marcados para Jerez entre 9 e 11 de dezembro.
Barrichello será uma espécie de parâmetro ou referência para Bruno Senna, como Jenson Button foi em Barcelona.
Aliás, como não foi.
Lucas Di Grassi está fora da disputa, de fato.
Antes das 9 da matina de amanhã, o Grande Prêmio vai informar que Rubens Barrichello participará dos testes marcados para Jerez entre 9 e 11 de dezembro.
Barrichello será uma espécie de parâmetro ou referência para Bruno Senna, como Jenson Button foi em Barcelona.
Aliás, como não foi.
Lucas Di Grassi está fora da disputa, de fato.
Antes das 9 da matina de amanhã, o Grande Prêmio vai informar que Rubens Barrichello participará dos testes marcados para Jerez entre 9 e 11 de dezembro.
Barrichello será uma espécie de parâmetro ou referência para Bruno Senna, como Jenson Button foi em Barcelona.
Aliás, como não foi.
Lucas Di Grassi está fora da disputa, de fato.
Pataquada de Vitonez às 23h41
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
Santa Catarina precisa
Foram 18 km em duas horas até sair da parte norte da ilha de Florianópolis para chegar à ponte. O trecho de Cacupé que estava interditado quando o pegamos na madrugada de sexta-feira seguia desta forma – e deverá continuar assim por um bom tempo; a terra voltou a deslizar e tomar conta do trajeto.
O governador Luiz Henrique da Silveira falou ao Grande Prêmio que Santa Catarina está há quatro meses sob chuva e que “a terra não suporta mais”, que Itajaí e Blumenau são as cidades onde a preocupação é grande e que há o temor de uma epidemia com leptospirose.
As doações já chegaram a mais de R$ 5 milhões. Os pilotos também contribuíram. Michael Schumacher, por exemplo, resolveu dar € 10 mil.
E precisam de mais. Pecado aquele lado tão lindo da natureza estar passando por tudo isso.
Bem... labuta que segue daqui de São Paulo.
Foram 18 km em duas horas até sair da parte norte da ilha de Florianópolis para chegar à ponte. O trecho de Cacupé que estava interditado quando o pegamos na madrugada de sexta-feira seguia desta forma – e deverá continuar assim por um bom tempo; a terra voltou a deslizar e tomar conta do trajeto.
O governador Luiz Henrique da Silveira falou ao Grande Prêmio que Santa Catarina está há quatro meses sob chuva e que “a terra não suporta mais”, que Itajaí e Blumenau são as cidades onde a preocupação é grande e que há o temor de uma epidemia com leptospirose.
As doações já chegaram a mais de R$ 5 milhões. Os pilotos também contribuíram. Michael Schumacher, por exemplo, resolveu dar € 10 mil.
E precisam de mais. Pecado aquele lado tão lindo da natureza estar passando por tudo isso.
Bem... labuta que segue daqui de São Paulo.
Foram 18 km em duas horas até sair da parte norte da ilha de Florianópolis para chegar à ponte. O trecho de Cacupé que estava interditado quando o pegamos na madrugada de sexta-feira seguia desta forma – e deverá continuar assim por um bom tempo; a terra voltou a deslizar e tomar conta do trajeto.
O governador Luiz Henrique da Silveira falou ao Grande Prêmio que Santa Catarina está há quatro meses sob chuva e que “a terra não suporta mais”, que Itajaí e Blumenau são as cidades onde a preocupação é grande e que há o temor de uma epidemia com leptospirose.
As doações já chegaram a mais de R$ 5 milhões. Os pilotos também contribuíram. Michael Schumacher, por exemplo, resolveu dar € 10 mil.
E precisam de mais. Pecado aquele lado tão lindo da natureza estar passando por tudo isso.
Bem... labuta que segue daqui de São Paulo.
Pataquada de Vitonez às 14h58
[]
[mande para quem quiser]
[link do post]
|
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |
|