O que é a crise?

Pouco mais de dez anos atrás, na colação do meu colegial, o professor paraninfo escolhido, Henrique Vailati Neto — também Diretor da Faculdade de Administração da FAAP — soltou em seu discurso quando o Colégio de São Bento já apresentava dificuldades financeiras e esboçava um fechamento de portas:

"A crise é uma desculpa para os incompetentes."

Bom fim de semana.



Pouco mais de dez anos atrás, na colação do meu colegial, o professor paraninfo escolhido, Henrique Vailati Neto — também Diretor da Faculdade de Administração da FAAP — soltou em seu discurso quando o Colégio de São Bento já apresentava dificuldades financeiras e esboçava um fechamento de portas:

"A crise é uma desculpa para os incompetentes."

Bom fim de semana.



Pouco mais de dez anos atrás, na colação do meu colegial, o professor paraninfo escolhido, Henrique Vailati Neto — também Diretor da Faculdade de Administração da FAAP — soltou em seu discurso quando o Colégio de São Bento já apresentava dificuldades financeiras e esboçava um fechamento de portas:

"A crise é uma desculpa para os incompetentes."

Bom fim de semana.



Pataquada de Vitonez às 19h16
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Vai ter a TV?

A Panasonic se reúne hoje para definir se continua seu patrocínio ao time de Ricardo Zonta na Stock Car, soube o Blog Victal.

As vendas da empresa caíram quase 70%. Empurradas, claro, pela crise mundial.

Daí, pois, ser bem provável que a companhia de eletrônicos retire seu aporte financeiro total aos dois carros — para mim os mais bonitos do ano passado. Haverá, no mínimo, espaço mais abundante para outras marcas.

Como os irmãos dizem, o Dilso, pai de Ricardo e Rodrigo, "vai ter que rasgar a fôia".

Em meio a tal cenário, Valdeno Brito tem a oferecer R$ 1 milhão para ocupar uma vaga na equipe, apurou o Blog Victal.



A Panasonic se reúne hoje para definir se continua seu patrocínio ao time de Ricardo Zonta na Stock Car, soube o Blog Victal.

As vendas da empresa caíram quase 70%. Empurradas, claro, pela crise mundial.

Daí, pois, ser bem provável que a companhia de eletrônicos retire seu aporte financeiro total aos dois carros — para mim os mais bonitos do ano passado. Haverá, no mínimo, espaço mais abundante para outras marcas.

Como os irmãos dizem, o Dilso, pai de Ricardo e Rodrigo, "vai ter que rasgar a fôia".

Em meio a tal cenário, Valdeno Brito tem a oferecer R$ 1 milhão para ocupar uma vaga na equipe, apurou o Blog Victal.



A Panasonic se reúne hoje para definir se continua seu patrocínio ao time de Ricardo Zonta na Stock Car, soube o Blog Victal.

As vendas da empresa caíram quase 70%. Empurradas, claro, pela crise mundial.

Daí, pois, ser bem provável que a companhia de eletrônicos retire seu aporte financeiro total aos dois carros — para mim os mais bonitos do ano passado. Haverá, no mínimo, espaço mais abundante para outras marcas.

Como os irmãos dizem, o Dilso, pai de Ricardo e Rodrigo, "vai ter que rasgar a fôia".

Em meio a tal cenário, Valdeno Brito tem a oferecer R$ 1 milhão para ocupar uma vaga na equipe, apurou o Blog Victal.



Pataquada de Vitonez às 18h44
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Honda e Bernie

Assisti à entrevista de Bruno Senna ontem no Arena SporTV, e uma informação que de certa forma era sabida me chamou atenção, na questão da quantidade de carros no grid: Bernie Ecclestone tem obrigação de pôr 20 carros para correr, no mínimo.

Daí o interesse dele em, numa situação de emergência, pedir a algumas equipes para que corram com um terceiro carro.

Há alguns dias, um amigo buzinou que a nova Honda não teria ajuda de governo, de monarca, de xeque, de mais ninguém a não ser do próprio Bernie.

O presidente da FOM é quem iria injetar a grana necessária para a equipe sobreviver. Nick Fry seria seu dono. A Mercedes forneceria os motores. O KERS não estaria incluso no pacote.

Outra: depois de avaliações profundas, a Honda teria chegado à conclusão que Lucas Di Grassi foi mais rápido que Senna naqueles testes realizados em Barcelona, por 0s1. O que, se for isso mesmo, não muda em nada a vida de ambos: Di Grassi segue sem espaço na F-1 e Senna está bem próximo dela.



Assisti à entrevista de Bruno Senna ontem no Arena SporTV, e uma informação que de certa forma era sabida me chamou atenção, na questão da quantidade de carros no grid: Bernie Ecclestone tem obrigação de pôr 20 carros para correr, no mínimo.

Daí o interesse dele em, numa situação de emergência, pedir a algumas equipes para que corram com um terceiro carro.

Há alguns dias, um amigo buzinou que a nova Honda não teria ajuda de governo, de monarca, de xeque, de mais ninguém a não ser do próprio Bernie.

O presidente da FOM é quem iria injetar a grana necessária para a equipe sobreviver. Nick Fry seria seu dono. A Mercedes forneceria os motores. O KERS não estaria incluso no pacote.

Outra: depois de avaliações profundas, a Honda teria chegado à conclusão que Lucas Di Grassi foi mais rápido que Senna naqueles testes realizados em Barcelona, por 0s1. O que, se for isso mesmo, não muda em nada a vida de ambos: Di Grassi segue sem espaço na F-1 e Senna está bem próximo dela.



Assisti à entrevista de Bruno Senna ontem no Arena SporTV, e uma informação que de certa forma era sabida me chamou atenção, na questão da quantidade de carros no grid: Bernie Ecclestone tem obrigação de pôr 20 carros para correr, no mínimo.

Daí o interesse dele em, numa situação de emergência, pedir a algumas equipes para que corram com um terceiro carro.

Há alguns dias, um amigo buzinou que a nova Honda não teria ajuda de governo, de monarca, de xeque, de mais ninguém a não ser do próprio Bernie.

O presidente da FOM é quem iria injetar a grana necessária para a equipe sobreviver. Nick Fry seria seu dono. A Mercedes forneceria os motores. O KERS não estaria incluso no pacote.

Outra: depois de avaliações profundas, a Honda teria chegado à conclusão que Lucas Di Grassi foi mais rápido que Senna naqueles testes realizados em Barcelona, por 0s1. O que, se for isso mesmo, não muda em nada a vida de ambos: Di Grassi segue sem espaço na F-1 e Senna está bem próximo dela.



Pataquada de Vitonez às 16h03
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Noticiário econômico 2

Sexta, 5 de dezembro de 2008.

Bradesco e Safra.

Março saberá.



Sexta, 5 de dezembro de 2008.

Bradesco e Safra.

Março saberá.



Sexta, 5 de dezembro de 2008.

Bradesco e Safra.

Março saberá.



Pataquada de Vitonez às 19h03
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Stock sem Mitsubishi

No ano passado, a Stock Car, que se gabou um dia de ter o "apoio" de quatro montadoras — só em 2007 —, perdeu a Volkswagen, presente na categoria por apenas duas temporadas. Em meio à crise econômica mundial, agora, é certa a saída d'outra.


A Mitsubishi não vai ceder mais a bolha do Lancer à parte das 16 equipes da Stock Car. Isso é indicado no "Guia de Marcas" que a Vicar, empresa que promove e organiza o campeonato, enviou aos times hoje de tarde, ao qual o Blog Victal teve acesso. 

 

O tal guia aponta as diretrizes dos espaços comerciais que devem aparecer nos carros e no macacão do piloto. Divide os bólidos, que serão novos em 2009, em cinco cotas (A a E) e três apoios (1 a 3), além de apresentar tipografias e tamanhos para nomes dos pilotos, números e aplicação de adesivos e patches de patrocinadores da categoria. As "regras finais", como assinala o e-mail Vicar-equipes, dos layouts só são aplicadas apenas às mencionadas Chevrolet e Peugeot.

 

Em conversa com Marcelo Braga, assessor da Stock Car, o Blog Victal ouviu que ainda não há uma confirmação da saída da Mitsubishi. "Ela fica na Pick-up e está estudando as demais [categorias]", disse. Já a resposta-pergunta de um dirigente foi mais esclarecedora. "Mas a saída já não tinha sido oficializada?" 

 

A Mitsubishi entrou na Stock em 2005 para, pela primeira vez, apresentar uma "concorrência" à Chevrolet, "fundadora" da série.

 



No ano passado, a Stock Car, que se gabou um dia de ter o "apoio" de quatro montadoras — só em 2007 —, perdeu a Volkswagen, presente na categoria por apenas duas temporadas. Em meio à crise econômica mundial, agora, é certa a saída d'outra.


A Mitsubishi não vai ceder mais a bolha do Lancer à parte das 16 equipes da Stock Car. Isso é indicado no "Guia de Marcas" que a Vicar, empresa que promove e organiza o campeonato, enviou aos times hoje de tarde, ao qual o Blog Victal teve acesso. 

 

O tal guia aponta as diretrizes dos espaços comerciais que devem aparecer nos carros e no macacão do piloto. Divide os bólidos, que serão novos em 2009, em cinco cotas (A a E) e três apoios (1 a 3), além de apresentar tipografias e tamanhos para nomes dos pilotos, números e aplicação de adesivos e patches de patrocinadores da categoria. As "regras finais", como assinala o e-mail Vicar-equipes, dos layouts só são aplicadas apenas às mencionadas Chevrolet e Peugeot.

 

Em conversa com Marcelo Braga, assessor da Stock Car, o Blog Victal ouviu que ainda não há uma confirmação da saída da Mitsubishi. "Ela fica na Pick-up e está estudando as demais [categorias]", disse. Já a resposta-pergunta de um dirigente foi mais esclarecedora. "Mas a saída já não tinha sido oficializada?" 

 

A Mitsubishi entrou na Stock em 2005 para, pela primeira vez, apresentar uma "concorrência" à Chevrolet, "fundadora" da série.

 



No ano passado, a Stock Car, que se gabou um dia de ter o "apoio" de quatro montadoras — só em 2007 —, perdeu a Volkswagen, presente na categoria por apenas duas temporadas. Em meio à crise econômica mundial, agora, é certa a saída d'outra.


A Mitsubishi não vai ceder mais a bolha do Lancer à parte das 16 equipes da Stock Car. Isso é indicado no "Guia de Marcas" que a Vicar, empresa que promove e organiza o campeonato, enviou aos times hoje de tarde, ao qual o Blog Victal teve acesso. 

 

O tal guia aponta as diretrizes dos espaços comerciais que devem aparecer nos carros e no macacão do piloto. Divide os bólidos, que serão novos em 2009, em cinco cotas (A a E) e três apoios (1 a 3), além de apresentar tipografias e tamanhos para nomes dos pilotos, números e aplicação de adesivos e patches de patrocinadores da categoria. As "regras finais", como assinala o e-mail Vicar-equipes, dos layouts só são aplicadas apenas às mencionadas Chevrolet e Peugeot.

 

Em conversa com Marcelo Braga, assessor da Stock Car, o Blog Victal ouviu que ainda não há uma confirmação da saída da Mitsubishi. "Ela fica na Pick-up e está estudando as demais [categorias]", disse. Já a resposta-pergunta de um dirigente foi mais esclarecedora. "Mas a saída já não tinha sido oficializada?" 

 

A Mitsubishi entrou na Stock em 2005 para, pela primeira vez, apresentar uma "concorrência" à Chevrolet, "fundadora" da série.

 



Pataquada de Vitonez às 18h41
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Tempo inteiro para Khodair

A equipe de Allam Khodair para a temporada 2009 da Stock Car é a Full Time, apurou o Blog Victal.

Khodair, 27 anos, será companheiro de Paulo Salustiano, velho colega dos tempos de monopostos.



A equipe de Allam Khodair para a temporada 2009 da Stock Car é a Full Time, apurou o Blog Victal.

Khodair, 27 anos, será companheiro de Paulo Salustiano, velho colega dos tempos de monopostos.



A equipe de Allam Khodair para a temporada 2009 da Stock Car é a Full Time, apurou o Blog Victal.

Khodair, 27 anos, será companheiro de Paulo Salustiano, velho colega dos tempos de monopostos.



Pataquada de Vitonez às 17h41
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Não é spam

Ereneu Boettger e Paulo de Tarso.

A rinha da Stock mencionada no Blog do Seixas.

E tem a ver com um engenheiro que Luciano Burti quis levar de sua ex-equipe para a atual. 



Ereneu Boettger e Paulo de Tarso.

A rinha da Stock mencionada no Blog do Seixas.

E tem a ver com um engenheiro que Luciano Burti quis levar de sua ex-equipe para a atual. 



Ereneu Boettger e Paulo de Tarso.

A rinha da Stock mencionada no Blog do Seixas.

E tem a ver com um engenheiro que Luciano Burti quis levar de sua ex-equipe para a atual. 



Pataquada de Vitonez às 17h35
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Com quem sobra a TV

A Panasonic, principal patrocinadora da equipe de Ricardo Zonta na Stock Car, renovou contrato por mais um ano. E está escolhendo dentre algumas opções quem é que vai ficar com a segunda vaga.

Segundo o Blog Victal soube, os irmãos Rodrigo e Ricardo têm uma proposta de correrem juntos. A idéia foi aceita de início, mas não ganhou força. Ricardo é preferido no time, e se desistir de ter o gêmeo como companheiro, tem lugar garantido.

Os outros pilotos são o próprio Zonta e Marcos Gomes.

O vice-campeão da temporada passada está sendo analisado pela empresa de eletrônicos. A marca precisa aparecer bem — claro que não como a Red Bull-SKY.

Rodrigo e Ricardo foram bater à porta da Action Power.



A Panasonic, principal patrocinadora da equipe de Ricardo Zonta na Stock Car, renovou contrato por mais um ano. E está escolhendo dentre algumas opções quem é que vai ficar com a segunda vaga.

Segundo o Blog Victal soube, os irmãos Rodrigo e Ricardo têm uma proposta de correrem juntos. A idéia foi aceita de início, mas não ganhou força. Ricardo é preferido no time, e se desistir de ter o gêmeo como companheiro, tem lugar garantido.

Os outros pilotos são o próprio Zonta e Marcos Gomes.

O vice-campeão da temporada passada está sendo analisado pela empresa de eletrônicos. A marca precisa aparecer bem — claro que não como a Red Bull-SKY.

Rodrigo e Ricardo foram bater à porta da Action Power.



A Panasonic, principal patrocinadora da equipe de Ricardo Zonta na Stock Car, renovou contrato por mais um ano. E está escolhendo dentre algumas opções quem é que vai ficar com a segunda vaga.

Segundo o Blog Victal soube, os irmãos Rodrigo e Ricardo têm uma proposta de correrem juntos. A idéia foi aceita de início, mas não ganhou força. Ricardo é preferido no time, e se desistir de ter o gêmeo como companheiro, tem lugar garantido.

Os outros pilotos são o próprio Zonta e Marcos Gomes.

O vice-campeão da temporada passada está sendo analisado pela empresa de eletrônicos. A marca precisa aparecer bem — claro que não como a Red Bull-SKY.

Rodrigo e Ricardo foram bater à porta da Action Power.



Pataquada de Vitonez às 17h02
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Campanha Burkina Fasso na Copa

Já que hoje é o dia que marca a contagem regressiva de 500 dias para a Copa do Mundo, inicio a campanha neste blog por...

...Burkina Fasso na África do Sul em 2010!

A gloriosa Burkina fez uma das melhores campanhas da fase inicial das Eliminatórias de seu continente, vencendo cinco dos seis jogos de seu grupo.

Agora, reagrupada na chave 5, terá pela frente a difícil Costa do Marfim, a combativa Guiné e o fácil Maláui. Tem de vencer o grupo.

O primeiro jogo acontece em 28 de março contra Guiné, em casa.

Adesões, como certamente a do velho companheiro Rodrigo Borges, são sempre bem-vindas para que ajudemos o antigo Alto Volta, das belas Uagadugu e Bobo Dioulasso, a chegar lá.

Une seule nuit.



Já que hoje é o dia que marca a contagem regressiva de 500 dias para a Copa do Mundo, inicio a campanha neste blog por...

...Burkina Fasso na África do Sul em 2010!

A gloriosa Burkina fez uma das melhores campanhas da fase inicial das Eliminatórias de seu continente, vencendo cinco dos seis jogos de seu grupo.

Agora, reagrupada na chave 5, terá pela frente a difícil Costa do Marfim, a combativa Guiné e o fácil Maláui. Tem de vencer o grupo.

O primeiro jogo acontece em 28 de março contra Guiné, em casa.

Adesões, como certamente a do velho companheiro Rodrigo Borges, são sempre bem-vindas para que ajudemos o antigo Alto Volta, das belas Uagadugu e Bobo Dioulasso, a chegar lá.

Une seule nuit.



Já que hoje é o dia que marca a contagem regressiva de 500 dias para a Copa do Mundo, inicio a campanha neste blog por...

...Burkina Fasso na África do Sul em 2010!

A gloriosa Burkina fez uma das melhores campanhas da fase inicial das Eliminatórias de seu continente, vencendo cinco dos seis jogos de seu grupo.

Agora, reagrupada na chave 5, terá pela frente a difícil Costa do Marfim, a combativa Guiné e o fácil Maláui. Tem de vencer o grupo.

O primeiro jogo acontece em 28 de março contra Guiné, em casa.

Adesões, como certamente a do velho companheiro Rodrigo Borges, são sempre bem-vindas para que ajudemos o antigo Alto Volta, das belas Uagadugu e Bobo Dioulasso, a chegar lá.

Une seule nuit.



Pataquada de Vitonez às 23h26
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5 anos

Foi numa sexta-feira de janeiro em 2004 que este blog começou suas atividades.

Ontem, sexta, completou cinco anos.

Escrevi tanta coisa aqui de tanta natureza que às vezes me pergunto se eu fui capaz, tanto para coisas boas quanto para ruins.

Principalmente desde o ano passado este espaço é mais voltado ao automobilismo e as notícias relativas do que propriamente meus textos, o que é um erro. Muitas das vezes perdi a capacidade de colocar neste espaço pensamentos, crônicas ou textos por alguns motivos que deveria relevá-los. Meio que dei um passo atrás, mas não pensando que daria muitos tantos à frente.

Enfim, vida e blog que seguem.  



Foi numa sexta-feira de janeiro em 2004 que este blog começou suas atividades.

Ontem, sexta, completou cinco anos.

Escrevi tanta coisa aqui de tanta natureza que às vezes me pergunto se eu fui capaz, tanto para coisas boas quanto para ruins.

Principalmente desde o ano passado este espaço é mais voltado ao automobilismo e as notícias relativas do que propriamente meus textos, o que é um erro. Muitas das vezes perdi a capacidade de colocar neste espaço pensamentos, crônicas ou textos por alguns motivos que deveria relevá-los. Meio que dei um passo atrás, mas não pensando que daria muitos tantos à frente.

Enfim, vida e blog que seguem.  



Foi numa sexta-feira de janeiro em 2004 que este blog começou suas atividades.

Ontem, sexta, completou cinco anos.

Escrevi tanta coisa aqui de tanta natureza que às vezes me pergunto se eu fui capaz, tanto para coisas boas quanto para ruins.

Principalmente desde o ano passado este espaço é mais voltado ao automobilismo e as notícias relativas do que propriamente meus textos, o que é um erro. Muitas das vezes perdi a capacidade de colocar neste espaço pensamentos, crônicas ou textos por alguns motivos que deveria relevá-los. Meio que dei um passo atrás, mas não pensando que daria muitos tantos à frente.

Enfim, vida e blog que seguem.  



Pataquada de Vitonez às 16h09
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Chocolate

A propaganda, quando bem feita, me atrai e me leva a consumir/adquirir o produto dentro das minhas possibilidades. Ontem, em meus átimos de mentira de férias, encaminhava-me para uma reunião de trabalho utilizando o esquema metrô-ônibus — o carro está na concessionária...

Num dos corredores da Nove de Julho, entrou pela porta dos fundos à esquerda um rapaz de relativa estatura, ainda que relativa estatura não queira dizer absolutamente nada, camiseta em listras horizontais revezando o branco e o vinho e calça estilo Jamaica. Tinha lá seus 40 anos.

Daí ele esperou a porta ser fechada e ônibus seguir seu rumo para começar quase em tom postado o discurso da venda de um chocolate. Convincente, falava da nova Passatempo em barras. "É Nestlé, e Nestlé não precisa de muita propaganda", falou prontamente em determinada hora quando o monólogo já se alongava demais.

As pessoas, diferente do que costumeiramente noto, prestavam atenção e mostraram alto interesse na compra. Então o vendedor acertou em cheio. "No mercado você vai encontrar por um preço muito caro. E eu vou vendê-lo por apenas R$ 2."

Na cabeça de todos deve ter surgido aquele oh! de espanto e de pronta aquisição. Aqueles que estavam nos últimos bancos sacaram das carteiras e remexiam as bolsas em busca da nota azul. Uma senhora pediu duas barras. Um moleque comprou e o dividiu educadamente com a moça ao lado. Até o rapaz ao lado que fazia secretamente o jogo da Loteca no jornal se mexeu acenando com a compra. O vendedor foi lá, feliz, agradecendo.

Daí soltou: "É bem mais barato que o 'Sufré'".

Entre meus amigos temos, quando alguém desliza na língua ou comete um erro crasso sobre algo, o momento mobral. "Sufré". A Nestlé, vá lá, numa análise extremista, complicou no nome do chocolate. Mas pô, o vendedor, daquela estirpe, fazendo a prova para tirar o dez, e solta o "Sufré".

Contive o riso, e a dúvida surgiu se o chocolate deveria ser adquirido. E deveria ser resolvida logo: o ponto de descida era o próximo.

O chocolate é bom.  



A propaganda, quando bem feita, me atrai e me leva a consumir/adquirir o produto dentro das minhas possibilidades. Ontem, em meus átimos de mentira de férias, encaminhava-me para uma reunião de trabalho utilizando o esquema metrô-ônibus — o carro está na concessionária...

Num dos corredores da Nove de Julho, entrou pela porta dos fundos à esquerda um rapaz de relativa estatura, ainda que relativa estatura não queira dizer absolutamente nada, camiseta em listras horizontais revezando o branco e o vinho e calça estilo Jamaica. Tinha lá seus 40 anos.

Daí ele esperou a porta ser fechada e ônibus seguir seu rumo para começar quase em tom postado o discurso da venda de um chocolate. Convincente, falava da nova Passatempo em barras. "É Nestlé, e Nestlé não precisa de muita propaganda", falou prontamente em determinada hora quando o monólogo já se alongava demais.

As pessoas, diferente do que costumeiramente noto, prestavam atenção e mostraram alto interesse na compra. Então o vendedor acertou em cheio. "No mercado você vai encontrar por um preço muito caro. E eu vou vendê-lo por apenas R$ 2."

Na cabeça de todos deve ter surgido aquele oh! de espanto e de pronta aquisição. Aqueles que estavam nos últimos bancos sacaram das carteiras e remexiam as bolsas em busca da nota azul. Uma senhora pediu duas barras. Um moleque comprou e o dividiu educadamente com a moça ao lado. Até o rapaz ao lado que fazia secretamente o jogo da Loteca no jornal se mexeu acenando com a compra. O vendedor foi lá, feliz, agradecendo.

Daí soltou: "É bem mais barato que o 'Sufré'".

Entre meus amigos temos, quando alguém desliza na língua ou comete um erro crasso sobre algo, o momento mobral. "Sufré". A Nestlé, vá lá, numa análise extremista, complicou no nome do chocolate. Mas pô, o vendedor, daquela estirpe, fazendo a prova para tirar o dez, e solta o "Sufré".

Contive o riso, e a dúvida surgiu se o chocolate deveria ser adquirido. E deveria ser resolvida logo: o ponto de descida era o próximo.

O chocolate é bom.  



A propaganda, quando bem feita, me atrai e me leva a consumir/adquirir o produto dentro das minhas possibilidades. Ontem, em meus átimos de mentira de férias, encaminhava-me para uma reunião de trabalho utilizando o esquema metrô-ônibus — o carro está na concessionária...

Num dos corredores da Nove de Julho, entrou pela porta dos fundos à esquerda um rapaz de relativa estatura, ainda que relativa estatura não queira dizer absolutamente nada, camiseta em listras horizontais revezando o branco e o vinho e calça estilo Jamaica. Tinha lá seus 40 anos.

Daí ele esperou a porta ser fechada e ônibus seguir seu rumo para começar quase em tom postado o discurso da venda de um chocolate. Convincente, falava da nova Passatempo em barras. "É Nestlé, e Nestlé não precisa de muita propaganda", falou prontamente em determinada hora quando o monólogo já se alongava demais.

As pessoas, diferente do que costumeiramente noto, prestavam atenção e mostraram alto interesse na compra. Então o vendedor acertou em cheio. "No mercado você vai encontrar por um preço muito caro. E eu vou vendê-lo por apenas R$ 2."

Na cabeça de todos deve ter surgido aquele oh! de espanto e de pronta aquisição. Aqueles que estavam nos últimos bancos sacaram das carteiras e remexiam as bolsas em busca da nota azul. Uma senhora pediu duas barras. Um moleque comprou e o dividiu educadamente com a moça ao lado. Até o rapaz ao lado que fazia secretamente o jogo da Loteca no jornal se mexeu acenando com a compra. O vendedor foi lá, feliz, agradecendo.

Daí soltou: "É bem mais barato que o 'Sufré'".

Entre meus amigos temos, quando alguém desliza na língua ou comete um erro crasso sobre algo, o momento mobral. "Sufré". A Nestlé, vá lá, numa análise extremista, complicou no nome do chocolate. Mas pô, o vendedor, daquela estirpe, fazendo a prova para tirar o dez, e solta o "Sufré".

Contive o riso, e a dúvida surgiu se o chocolate deveria ser adquirido. E deveria ser resolvida logo: o ponto de descida era o próximo.

O chocolate é bom.  



Pataquada de Vitonez às 15h55
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Stock sem pintura e números

No primeiro teste coletivo, a Stock Car vai respirar os mesmos ares que a F-1.

O Blog Victal apurou que apenas um carro por equipe será permitido na sessão marcada para o meio do mês de fevereiro em Interlagos.

A melhor: os carros não poderão ser pintados (!). 

Daniel Serra voltará a usar o número 29. O 3 ficará com o pai, Chico, mesmo. E Max Wilson vai de 65, número que pertenceu temporadas atrás a Luiz Felipe Gama.

Férias...



No primeiro teste coletivo, a Stock Car vai respirar os mesmos ares que a F-1.

O Blog Victal apurou que apenas um carro por equipe será permitido na sessão marcada para o meio do mês de fevereiro em Interlagos.

A melhor: os carros não poderão ser pintados (!). 

Daniel Serra voltará a usar o número 29. O 3 ficará com o pai, Chico, mesmo. E Max Wilson vai de 65, número que pertenceu temporadas atrás a Luiz Felipe Gama.

Férias...



No primeiro teste coletivo, a Stock Car vai respirar os mesmos ares que a F-1.

O Blog Victal apurou que apenas um carro por equipe será permitido na sessão marcada para o meio do mês de fevereiro em Interlagos.

A melhor: os carros não poderão ser pintados (!). 

Daniel Serra voltará a usar o número 29. O 3 ficará com o pai, Chico, mesmo. E Max Wilson vai de 65, número que pertenceu temporadas atrás a Luiz Felipe Gama.

Férias...



Pataquada de Vitonez às 19h24
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Serra e Amir

São grandes as chances de Chico Serra voltar à Stock Car nesta temporada.

O Blog Victal soube que Chico, que se aventurou por algumas etapas na F-Truck em 2008, deve ser o parceiro de Hoover Orsi na Amir Nasr, time que perdeu o patrocínio da Red Bull.

O filho Daniel terá de devolver, se for o caso, o número 3 ao pai.

Ah, férias...



São grandes as chances de Chico Serra voltar à Stock Car nesta temporada.

O Blog Victal soube que Chico, que se aventurou por algumas etapas na F-Truck em 2008, deve ser o parceiro de Hoover Orsi na Amir Nasr, time que perdeu o patrocínio da Red Bull.

O filho Daniel terá de devolver, se for o caso, o número 3 ao pai.

Ah, férias...



São grandes as chances de Chico Serra voltar à Stock Car nesta temporada.

O Blog Victal soube que Chico, que se aventurou por algumas etapas na F-Truck em 2008, deve ser o parceiro de Hoover Orsi na Amir Nasr, time que perdeu o patrocínio da Red Bull.

O filho Daniel terá de devolver, se for o caso, o número 3 ao pai.

Ah, férias...



Pataquada de Vitonez às 14h35
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Pinteiro é aclamado presidente

Cleyton Pinteiro acaba de ser eleito presidente da CBA pelos próximos quatro anos.

O pernambucano foi escolhido por aclamação nesta sexta, dia para o qual estava marcado o pleito, no Rio de Janeiro. Paulo Scaglione, atual presidente, desistiu de concorrer.

"Minha presidência vai ser voltada ao automobilismo regional. Vamos desenvolver o esporte em cada uma das federações, fortalecendo também o kart e o rali. E pretendo já nesses primeiros criar um forte campeonato de marcas", declarou Pinteiro ao Blog Victal há pouco.

A hierarquia está definida: o primeiro vice-presidente é Dione Rodrigues de Souza (DF) e o segundo é Antônio Neto (PA).

O kart deixará de ter em Pedro Sereno de Mattos (MG) a figura principal. Haverá uma comissão, de fato. Os homens que comandarão a categoria de base do automobilismo brasileiro são os competentes Binho Carcasci e Felipe Giaffone, além de Rubens Gatti, da federação do PR.

Scaglione vai seguir no comando da entidade até 16 (e não 30; obrigado, Beegola) de março.



Cleyton Pinteiro acaba de ser eleito presidente da CBA pelos próximos quatro anos.

O pernambucano foi escolhido por aclamação nesta sexta, dia para o qual estava marcado o pleito, no Rio de Janeiro. Paulo Scaglione, atual presidente, desistiu de concorrer.

"Minha presidência vai ser voltada ao automobilismo regional. Vamos desenvolver o esporte em cada uma das federações, fortalecendo também o kart e o rali. E pretendo já nesses primeiros criar um forte campeonato de marcas", declarou Pinteiro ao Blog Victal há pouco.

A hierarquia está definida: o primeiro vice-presidente é Dione Rodrigues de Souza (DF) e o segundo é Antônio Neto (PA).

O kart deixará de ter em Pedro Sereno de Mattos (MG) a figura principal. Haverá uma comissão, de fato. Os homens que comandarão a categoria de base do automobilismo brasileiro são os competentes Binho Carcasci e Felipe Giaffone, além de Rubens Gatti, da federação do PR.

Scaglione vai seguir no comando da entidade até 16 (e não 30; obrigado, Beegola) de março.



Cleyton Pinteiro acaba de ser eleito presidente da CBA pelos próximos quatro anos.

O pernambucano foi escolhido por aclamação nesta sexta, dia para o qual estava marcado o pleito, no Rio de Janeiro. Paulo Scaglione, atual presidente, desistiu de concorrer.

"Minha presidência vai ser voltada ao automobilismo regional. Vamos desenvolver o esporte em cada uma das federações, fortalecendo também o kart e o rali. E pretendo já nesses primeiros criar um forte campeonato de marcas", declarou Pinteiro ao Blog Victal há pouco.

A hierarquia está definida: o primeiro vice-presidente é Dione Rodrigues de Souza (DF) e o segundo é Antônio Neto (PA).

O kart deixará de ter em Pedro Sereno de Mattos (MG) a figura principal. Haverá uma comissão, de fato. Os homens que comandarão a categoria de base do automobilismo brasileiro são os competentes Binho Carcasci e Felipe Giaffone, além de Rubens Gatti, da federação do PR.

Scaglione vai seguir no comando da entidade até 16 (e não 30; obrigado, Beegola) de março.



Pataquada de Vitonez às 11h36
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Cofres dos céus

O Manchester City quer Kaká por mais de R$ 300 milhões. Maior negociação da história do futebol.

A bispa Sônia deve estar rindo à toa.



O Manchester City quer Kaká por mais de R$ 300 milhões. Maior negociação da história do futebol.

A bispa Sônia deve estar rindo à toa.



O Manchester City quer Kaká por mais de R$ 300 milhões. Maior negociação da história do futebol.

A bispa Sônia deve estar rindo à toa.



Pataquada de Vitonez às 21h36
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Reunião da Indy em Indy

Férias, pra quê?

Ontem a F-Indy organizou uma reunião anual de equipes e pilotos, meio que de apresentação da temporada, planos para 2009, segurança e formas de promoção na bucólica Indianápolis. Neste encontro, alguns temas são discutidos, e os pilotos que já estão assinados realizam testes médicos.

Alguns destaques, segundo apurou o Blog Victal, foram dois brasileiros: o primeiro, claro, Helio Castroneves, na maior parte do tempo bem sorridente e solícito, que falou de seu problema com a Justiça dos EUA en passant; o segundo era Lucas Di Grassi.

Bruno Junqueira, Justin Wilson e Ryan Hunter-Reay, que não têm contrato assinado ainda, estiveram na reunião. Mike Conway, que busca lugar na categoria, idem.

A Indy vai adotar os pneus vermelhos que eram usados na Champ Car nos circuitos mistos. E a Dallara, diante da crise, vai baratear suas peças para os times.

Em férias, daqui a pouco devo voltar.



Férias, pra quê?

Ontem a F-Indy organizou uma reunião anual de equipes e pilotos, meio que de apresentação da temporada, planos para 2009, segurança e formas de promoção na bucólica Indianápolis. Neste encontro, alguns temas são discutidos, e os pilotos que já estão assinados realizam testes médicos.

Alguns destaques, segundo apurou o Blog Victal, foram dois brasileiros: o primeiro, claro, Helio Castroneves, na maior parte do tempo bem sorridente e solícito, que falou de seu problema com a Justiça dos EUA en passant; o segundo era Lucas Di Grassi.

Bruno Junqueira, Justin Wilson e Ryan Hunter-Reay, que não têm contrato assinado ainda, estiveram na reunião. Mike Conway, que busca lugar na categoria, idem.

A Indy vai adotar os pneus vermelhos que eram usados na Champ Car nos circuitos mistos. E a Dallara, diante da crise, vai baratear suas peças para os times.

Em férias, daqui a pouco devo voltar.



Férias, pra quê?

Ontem a F-Indy organizou uma reunião anual de equipes e pilotos, meio que de apresentação da temporada, planos para 2009, segurança e formas de promoção na bucólica Indianápolis. Neste encontro, alguns temas são discutidos, e os pilotos que já estão assinados realizam testes médicos.

Alguns destaques, segundo apurou o Blog Victal, foram dois brasileiros: o primeiro, claro, Helio Castroneves, na maior parte do tempo bem sorridente e solícito, que falou de seu problema com a Justiça dos EUA en passant; o segundo era Lucas Di Grassi.

Bruno Junqueira, Justin Wilson e Ryan Hunter-Reay, que não têm contrato assinado ainda, estiveram na reunião. Mike Conway, que busca lugar na categoria, idem.

A Indy vai adotar os pneus vermelhos que eram usados na Champ Car nos circuitos mistos. E a Dallara, diante da crise, vai baratear suas peças para os times.

Em férias, daqui a pouco devo voltar.



Pataquada de Vitonez às 16h16
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CBA sem eleições e Scaglione

A CBA terá um novo mandatário pelos próximos quatro anos.

Trata-se de Cleyton Pinteiro.

O Blog Victal soube que Paulo Scaglione desistiu de concorrer às eleições que estavam marcadas para a próxima sexta-feira, dia 16.

Apenas a chapa liderada pelo pernambucano foi inscrita na última sexta, dia 9

Em termos gerais, Scaglione, que está no comando da entidade há oito anos, optou por não concorrer principamente depois da mudança estatutária realizada na assembléia de 8 de dezembro, em que os votos das 18 federações filiadas à CBA foram igualados — antes, cada uma tinha peso por conta de sua importância, por obras, realizações e quantidade de pilotos.

Ou seja, São Paulo, que tinha peso 6, passou a ter o mesmo que o Pará, que não tem mais de 30 pilotos. Os votos, que chegavam a quase 80 nesta equação, passaram a ser simplesmente 18. O grupo de Pinteiro, autor da eliminação desta cláusula de proporcionalidade, garantiu aí sua vitória.

Scaglione tem seu mandato garantido até 30 de março.

Mas há quem tema, ao lado de Scaglione, que haja alguma manobra do grupo de oposição para que Pinteiro já assuma até o fim do mês.

Pinteiro terá na figura de Nestor Valduga seu grande aliado.

Valduga foi defenestrado do cargo de diretor do Conselho Técnico Desportivo Nacional no fim do ano passado, por Scaglione, depois que o atual presidente descobriu que o primeiro agia em duas frentes.

Pinteiro, em determinado momento, teve ajuda de Reginaldo Bufáiçal, antigo presidente da CBA que não deixou resquícios dos mais proveitosos no automobilismo nacional.

E não há registros dos mais elogiosos sobre a ação de Pinteiro no esporte nordestino.

Dúvida é palavra de ordem.



A CBA terá um novo mandatário pelos próximos quatro anos.

Trata-se de Cleyton Pinteiro.

O Blog Victal soube que Paulo Scaglione desistiu de concorrer às eleições que estavam marcadas para a próxima sexta-feira, dia 16.

Apenas a chapa liderada pelo pernambucano foi inscrita na última sexta, dia 9

Em termos gerais, Scaglione, que está no comando da entidade há oito anos, optou por não concorrer principamente depois da mudança estatutária realizada na assembléia de 8 de dezembro, em que os votos das 18 federações filiadas à CBA foram igualados — antes, cada uma tinha peso por conta de sua importância, por obras, realizações e quantidade de pilotos.

Ou seja, São Paulo, que tinha peso 6, passou a ter o mesmo que o Pará, que não tem mais de 30 pilotos. Os votos, que chegavam a quase 80 nesta equação, passaram a ser simplesmente 18. O grupo de Pinteiro, autor da eliminação desta cláusula de proporcionalidade, garantiu aí sua vitória.

Scaglione tem seu mandato garantido até 30 de março.

Mas há quem tema, ao lado de Scaglione, que haja alguma manobra do grupo de oposição para que Pinteiro já assuma até o fim do mês.

Pinteiro terá na figura de Nestor Valduga seu grande aliado.

Valduga foi defenestrado do cargo de diretor do Conselho Técnico Desportivo Nacional no fim do ano passado, por Scaglione, depois que o atual presidente descobriu que o primeiro agia em duas frentes.

Pinteiro, em determinado momento, teve ajuda de Reginaldo Bufáiçal, antigo presidente da CBA que não deixou resquícios dos mais proveitosos no automobilismo nacional.

E não há registros dos mais elogiosos sobre a ação de Pinteiro no esporte nordestino.

Dúvida é palavra de ordem.



A CBA terá um novo mandatário pelos próximos quatro anos.

Trata-se de Cleyton Pinteiro.

O Blog Victal soube que Paulo Scaglione desistiu de concorrer às eleições que estavam marcadas para a próxima sexta-feira, dia 16.

Apenas a chapa liderada pelo pernambucano foi inscrita na última sexta, dia 9

Em termos gerais, Scaglione, que está no comando da entidade há oito anos, optou por não concorrer principamente depois da mudança estatutária realizada na assembléia de 8 de dezembro, em que os votos das 18 federações filiadas à CBA foram igualados — antes, cada uma tinha peso por conta de sua importância, por obras, realizações e quantidade de pilotos.

Ou seja, São Paulo, que tinha peso 6, passou a ter o mesmo que o Pará, que não tem mais de 30 pilotos. Os votos, que chegavam a quase 80 nesta equação, passaram a ser simplesmente 18. O grupo de Pinteiro, autor da eliminação desta cláusula de proporcionalidade, garantiu aí sua vitória.

Scaglione tem seu mandato garantido até 30 de março.

Mas há quem tema, ao lado de Scaglione, que haja alguma manobra do grupo de oposição para que Pinteiro já assuma até o fim do mês.

Pinteiro terá na figura de Nestor Valduga seu grande aliado.

Valduga foi defenestrado do cargo de diretor do Conselho Técnico Desportivo Nacional no fim do ano passado, por Scaglione, depois que o atual presidente descobriu que o primeiro agia em duas frentes.

Pinteiro, em determinado momento, teve ajuda de Reginaldo Bufáiçal, antigo presidente da CBA que não deixou resquícios dos mais proveitosos no automobilismo nacional.

E não há registros dos mais elogiosos sobre a ação de Pinteiro no esporte nordestino.

Dúvida é palavra de ordem.



Pataquada de Vitonez às 12h48
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2000 inove nas pistas

Estão muitíssimo avançadas, diria que quase completas, as negociações do GT3 Brasil com o Bradesco, pode confirmar o Blog Victal nesta sexta.

Seria a segunda empresa de grande porte a patrocinar a categoria de supercarros em 2009.

O GT3 já prolongou acordo com a Telefônica.



Estão muitíssimo avançadas, diria que quase completas, as negociações do GT3 Brasil com o Bradesco, pode confirmar o Blog Victal nesta sexta.

Seria a segunda empresa de grande porte a patrocinar a categoria de supercarros em 2009.

O GT3 já prolongou acordo com a Telefônica.



Estão muitíssimo avançadas, diria que quase completas, as negociações do GT3 Brasil com o Bradesco, pode confirmar o Blog Victal nesta sexta.

Seria a segunda empresa de grande porte a patrocinar a categoria de supercarros em 2009.

O GT3 já prolongou acordo com a Telefônica.



Pataquada de Vitonez às 11h39
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Telefônica e GT3

A Telefônica segue como patrocinadora oficial do GT3 Brasil, pode confirmar o Blog Victal nesta quarta.

A empresa de telefonia que atua em São Paulo foi o "title sponsor" da categoria no ano passado. Ainda pairavam algumas dúvidas até sobre a continuidade da série dos supercarros, mas segundo informou a assessoria a este blog, a situação no fim do ano passado era melhor diante da crise do que em 2007.



A Telefônica segue como patrocinadora oficial do GT3 Brasil, pode confirmar o Blog Victal nesta quarta.

A empresa de telefonia que atua em São Paulo foi o "title sponsor" da categoria no ano passado. Ainda pairavam algumas dúvidas até sobre a continuidade da série dos supercarros, mas segundo informou a assessoria a este blog, a situação no fim do ano passado era melhor diante da crise do que em 2007.



A Telefônica segue como patrocinadora oficial do GT3 Brasil, pode confirmar o Blog Victal nesta quarta.

A empresa de telefonia que atua em São Paulo foi o "title sponsor" da categoria no ano passado. Ainda pairavam algumas dúvidas até sobre a continuidade da série dos supercarros, mas segundo informou a assessoria a este blog, a situação no fim do ano passado era melhor diante da crise do que em 2007.



Pataquada de Vitonez às 11h06
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De volta

Estou pondo a casa em ordem. Foram mais de sete dias de muita aventura, digamos assim.

Assim que tudo estiver bem, volto. 



Estou pondo a casa em ordem. Foram mais de sete dias de muita aventura, digamos assim.

Assim que tudo estiver bem, volto. 



Estou pondo a casa em ordem. Foram mais de sete dias de muita aventura, digamos assim.

Assim que tudo estiver bem, volto. 



Pataquada de Vitonez às 14h40
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