Lixo Eletrônico


Lixo eletrônico

Capacete de Ouro 2007

O Capacete de Ouro, prêmio entregue pela revista Racing, mais uma vez seguiu o padrão das edições anteriores, norteado pela surpresa de não aparições de pilotos e convidados e saias-justas.

Ouvia-se grilos feitos por alguns convidados, "faltou" e "não veio" em situações como estas, em que se esperava alguém ao palco e ninguém sabia se a pessoa havia comparecido. Os apresentadores fizeram perguntas, seguindo o script, um tanto quanto descabidas. Por exemplo, para um menino de não mais do que dez anos como planejava sua carreira. A aparição da vice-presidente da editora, que realmente queria mesmo tal papel, o de aparecer, foi por muitas vezes deselegante. Chegou ao ponto até de se esquecer do outro candidato que concorria com Felipe Massa ao prêmio de brasileiro da F-1. E, claro, Otávio Mesquita exerceu mais uma vez o papel de animador, expondo que também é piloto e vencedor de corridas.

Arrastada, a cerimônia premiou a música "Hung Up", de Madonna, usada sempre para mostrar os concorrentes a determinada categoria ou vídeos, no geral, nem tão bem-feitos no PowerPoint.

Como diz um trecho do hit da cantora, "time goes by so slowly" no Capacete. Parece que nunca acaba.



Lixo eletrônico

Capacete de Ouro 2007

O Capacete de Ouro, prêmio entregue pela revista Racing, mais uma vez seguiu o padrão das edições anteriores, norteado pela surpresa de não aparições de pilotos e convidados e saias-justas.

Ouvia-se grilos feitos por alguns convidados, "faltou" e "não veio" em situações como estas, em que se esperava alguém ao palco e ninguém sabia se a pessoa havia comparecido. Os apresentadores fizeram perguntas, seguindo o script, um tanto quanto descabidas. Por exemplo, para um menino de não mais do que dez anos como planejava sua carreira. A aparição da vice-presidente da editora, que realmente queria mesmo tal papel, o de aparecer, foi por muitas vezes deselegante. Chegou ao ponto até de se esquecer do outro candidato que concorria com Felipe Massa ao prêmio de brasileiro da F-1. E, claro, Otávio Mesquita exerceu mais uma vez o papel de animador, expondo que também é piloto e vencedor de corridas.

Arrastada, a cerimônia premiou a música "Hung Up", de Madonna, usada sempre para mostrar os concorrentes a determinada categoria ou vídeos, no geral, nem tão bem-feitos no PowerPoint.

Como diz um trecho do hit da cantora, "time goes by so slowly" no Capacete. Parece que nunca acaba.



Lixo eletrônico

Capacete de Ouro 2007

O Capacete de Ouro, prêmio entregue pela revista Racing, mais uma vez seguiu o padrão das edições anteriores, norteado pela surpresa de não aparições de pilotos e convidados e saias-justas.

Ouvia-se grilos feitos por alguns convidados, "faltou" e "não veio" em situações como estas, em que se esperava alguém ao palco e ninguém sabia se a pessoa havia comparecido. Os apresentadores fizeram perguntas, seguindo o script, um tanto quanto descabidas. Por exemplo, para um menino de não mais do que dez anos como planejava sua carreira. A aparição da vice-presidente da editora, que realmente queria mesmo tal papel, o de aparecer, foi por muitas vezes deselegante. Chegou ao ponto até de se esquecer do outro candidato que concorria com Felipe Massa ao prêmio de brasileiro da F-1. E, claro, Otávio Mesquita exerceu mais uma vez o papel de animador, expondo que também é piloto e vencedor de corridas.

Arrastada, a cerimônia premiou a música "Hung Up", de Madonna, usada sempre para mostrar os concorrentes a determinada categoria ou vídeos, no geral, nem tão bem-feitos no PowerPoint.

Como diz um trecho do hit da cantora, "time goes by so slowly" no Capacete. Parece que nunca acaba.



Pataquada de Vitonez às 13h19
[] [mande para quem quiser] []



GP do Brasil terá Hino da Fórmula 1

Da série notícias bizarras e falta do que fazer: o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promulgou uma série de leis ontem relativa a hinos. O cantante e pimpão membro do Democratas, além de obrigar a cantoria para a Zona Leste, a Mooca e a Negritude, determina que a minha, a sua, a nossa F-1 também seja “modificada” com a medida.

 

Lembra o Estadão e me alerta o palhaço Rodrigo Borges que, a partir do GP do Brasil deste ano, que novamente encerra a temporada, o Hino da F-1 terá de ser executado pelo menos duas vezes: na abertura e no encerramento das atividades em Interlagos. E nada de CD ou playback: uma banda terá de estar no autódromo José Carlos Pace para executar a canção, que existe desde 1993.

 

A letra de Adolphino Rosário Cruz (?) é de uma profundidade e emoção imensas. Para quem for ao autódromo, decore e cante:

 

Em Interlagos
A Fórmula
1
É uma parada!
É uma suada!
Os gritos dos espectadores
Aplaudindo
Os competidores!...
Com uma rapidez extraordinária
Vão se aproximando da faixa final
Os integrantes dessa corrida
Evento monumental

 

Além disso, os estudantes das escolas municipais terão de cantar toda semana, com a Bandeira hasteada, o Hino Nacional.

 

Fazia tempo que não escrevia nada para o Lixo Eletrônico...



GP do Brasil terá Hino da Fórmula 1

Da série notícias bizarras e falta do que fazer: o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promulgou uma série de leis ontem relativa a hinos. O cantante e pimpão membro do Democratas, além de obrigar a cantoria para a Zona Leste, a Mooca e a Negritude, determina que a minha, a sua, a nossa F-1 também seja “modificada” com a medida.

 

Lembra o Estadão e me alerta o palhaço Rodrigo Borges que, a partir do GP do Brasil deste ano, que novamente encerra a temporada, o Hino da F-1 terá de ser executado pelo menos duas vezes: na abertura e no encerramento das atividades em Interlagos. E nada de CD ou playback: uma banda terá de estar no autódromo José Carlos Pace para executar a canção, que existe desde 1993.

 

A letra de Adolphino Rosário Cruz (?) é de uma profundidade e emoção imensas. Para quem for ao autódromo, decore e cante:

 

Em Interlagos
A Fórmula
1
É uma parada!
É uma suada!
Os gritos dos espectadores
Aplaudindo
Os competidores!...
Com uma rapidez extraordinária
Vão se aproximando da faixa final
Os integrantes dessa corrida
Evento monumental

 

Além disso, os estudantes das escolas municipais terão de cantar toda semana, com a Bandeira hasteada, o Hino Nacional.

 

Fazia tempo que não escrevia nada para o Lixo Eletrônico...



GP do Brasil terá Hino da Fórmula 1

Da série notícias bizarras e falta do que fazer: o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promulgou uma série de leis ontem relativa a hinos. O cantante e pimpão membro do Democratas, além de obrigar a cantoria para a Zona Leste, a Mooca e a Negritude, determina que a minha, a sua, a nossa F-1 também seja “modificada” com a medida.

 

Lembra o Estadão e me alerta o palhaço Rodrigo Borges que, a partir do GP do Brasil deste ano, que novamente encerra a temporada, o Hino da F-1 terá de ser executado pelo menos duas vezes: na abertura e no encerramento das atividades em Interlagos. E nada de CD ou playback: uma banda terá de estar no autódromo José Carlos Pace para executar a canção, que existe desde 1993.

 

A letra de Adolphino Rosário Cruz (?) é de uma profundidade e emoção imensas. Para quem for ao autódromo, decore e cante:

 

Em Interlagos
A Fórmula
1
É uma parada!
É uma suada!
Os gritos dos espectadores
Aplaudindo
Os competidores!...
Com uma rapidez extraordinária
Vão se aproximando da faixa final
Os integrantes dessa corrida
Evento monumental

 

Além disso, os estudantes das escolas municipais terão de cantar toda semana, com a Bandeira hasteada, o Hino Nacional.

 

Fazia tempo que não escrevia nada para o Lixo Eletrônico...



Pataquada de Vitonez às 14h40
[] [mande para quem quiser] []



Ó, que porcaria, ó

O propósito da saída para elas era ver o tal filme "Ó, Pai, Ó"; o meu, apenas espairecer e refestelar-me com a pizza e a salada de uma famosa pizzaria. Chegamos ao shopping às 20h, sentamo-nos rapidamente ao local alimentício, pedimos a promoção para três, com direito à carteirinha falsiê de estudante de Administração da Unip que sou, e esperamos os comes e bebes. Pusemos a conversa em dia, ainda que havia visto ambas tinha nove dias. Veio a vasilha de alface americana com frango, tempero italiano e cogumelos, os pães finos com calabresa e molho cheddar à parte, sucos, chope e refrigerantes. Então veio a massa redonda, de tamanho errado — era gigante, recebemos grande; ganhamos outra grande pelo preço da maioral. Diria Gugu: "Pontoooo".

Notei que elas estavam empolgadas para assistir a película, otimistas que são em relação ao cinema nacional, "está melhorando, é de primeiro mundo", arrotavam enquanto devoravam o pedaço brasileiro misturado com os quatro queijos da outra metade. Confesso que só fui porque me venderam que o peixe que passaria no projetor era uma comédia, com Lázaro Ramos "e grande elenco".

Vinte minutos antes do começo de tal pérola mundial, deixamos a pizzaria, partimos para o outro lado do shopping, famoso pelas lojas de vendas de produtos do lar, um centro do lar, subimos os andares até chegarmos no velho corredor do velho cinema. Vazio, desviamos das divisórias e, utilizando da combinação quarta-feira/carteirinha, gastei mais R$ 5. Sem indicação de qual sala era, caminhamos até a 3. Lá estavam duas pessoas. Um casal. Abraçado na sétima ou oitava fileira de baixo para cima.

Logo pensei em sexo.

Subimos até o topo das cadeiras. Logo que sentamos, as imagens do filme se iniciaram. Lamentei a perda dos trâileres. O estado de lamentação prolongou-se até a aparição dos créditos, sendo que na saída, os funcionários que ficavam a vender badulaques e acepipes de cinema quase imploravam por uma dispersão mais rápida daquele vasto contingente para chegarem logo a suas casas. 

Um filme sem pé nem cabeça rodado no carnaval baiano do Pelô que, nos passou tal impressão, funciona como antipropaganda para visitar aquele local. Meninos que roubam, polícias que matam os meninos, vendedor de loja fazendo acordos escusos, proprietária de bar sapatão que sai brigando com meio mundo, dona de pensão falsamente devota e beata que prejudica os demais inquilinos, traveco que dá em cima de rapaz que tem esposa grávida, drogado que quer levar a vida no seu estilo, brasileira que volta da Europa prostituída, irmã médica que faz aborto, espaço aberto para liberar a putaria que há em nós. E, claro, o mocinho do filme, honesto, mas que também se deixa seduzir pela magia do feriado e permite receber um sexo oral do travesti.

Saímos na solidão do local que estava sob controle dos funcionários de limpeza, eu mais queixante por ter perdido preciosos cinco reais. "Da próxima vez, eu pago nossa próxima vinda", consolou-me a loira das garotas. Viemos para casa. Atordoado, ainda esqueci meus óculos no banco traseiro. Tive de pedir para que voltassem e me trouxessem o desembaçador de visões astigmatísticas e míopes.

A indústria de filmes nacional tem muito que melhorar. Iluminai a cabeça dos diretores, cineastas e roteiristas, ó, Pai.



Ó, que porcaria, ó

O propósito da saída para elas era ver o tal filme "Ó, Pai, Ó"; o meu, apenas espairecer e refestelar-me com a pizza e a salada de uma famosa pizzaria. Chegamos ao shopping às 20h, sentamo-nos rapidamente ao local alimentício, pedimos a promoção para três, com direito à carteirinha falsiê de estudante de Administração da Unip que sou, e esperamos os comes e bebes. Pusemos a conversa em dia, ainda que havia visto ambas tinha nove dias. Veio a vasilha de alface americana com frango, tempero italiano e cogumelos, os pães finos com calabresa e molho cheddar à parte, sucos, chope e refrigerantes. Então veio a massa redonda, de tamanho errado — era gigante, recebemos grande; ganhamos outra grande pelo preço da maioral. Diria Gugu: "Pontoooo".

Notei que elas estavam empolgadas para assistir a película, otimistas que são em relação ao cinema nacional, "está melhorando, é de primeiro mundo", arrotavam enquanto devoravam o pedaço brasileiro misturado com os quatro queijos da outra metade. Confesso que só fui porque me venderam que o peixe que passaria no projetor era uma comédia, com Lázaro Ramos "e grande elenco".

Vinte minutos antes do começo de tal pérola mundial, deixamos a pizzaria, partimos para o outro lado do shopping, famoso pelas lojas de vendas de produtos do lar, um centro do lar, subimos os andares até chegarmos no velho corredor do velho cinema. Vazio, desviamos das divisórias e, utilizando da combinação quarta-feira/carteirinha, gastei mais R$ 5. Sem indicação de qual sala era, caminhamos até a 3. Lá estavam duas pessoas. Um casal. Abraçado na sétima ou oitava fileira de baixo para cima.

Logo pensei em sexo.

Subimos até o topo das cadeiras. Logo que sentamos, as imagens do filme se iniciaram. Lamentei a perda dos trâileres. O estado de lamentação prolongou-se até a aparição dos créditos, sendo que na saída, os funcionários que ficavam a vender badulaques e acepipes de cinema quase imploravam por uma dispersão mais rápida daquele vasto contingente para chegarem logo a suas casas. 

Um filme sem pé nem cabeça rodado no carnaval baiano do Pelô que, nos passou tal impressão, funciona como antipropaganda para visitar aquele local. Meninos que roubam, polícias que matam os meninos, vendedor de loja fazendo acordos escusos, proprietária de bar sapatão que sai brigando com meio mundo, dona de pensão falsamente devota e beata que prejudica os demais inquilinos, traveco que dá em cima de rapaz que tem esposa grávida, drogado que quer levar a vida no seu estilo, brasileira que volta da Europa prostituída, irmã médica que faz aborto, espaço aberto para liberar a putaria que há em nós. E, claro, o mocinho do filme, honesto, mas que também se deixa seduzir pela magia do feriado e permite receber um sexo oral do travesti.

Saímos na solidão do local que estava sob controle dos funcionários de limpeza, eu mais queixante por ter perdido preciosos cinco reais. "Da próxima vez, eu pago nossa próxima vinda", consolou-me a loira das garotas. Viemos para casa. Atordoado, ainda esqueci meus óculos no banco traseiro. Tive de pedir para que voltassem e me trouxessem o desembaçador de visões astigmatísticas e míopes.

A indústria de filmes nacional tem muito que melhorar. Iluminai a cabeça dos diretores, cineastas e roteiristas, ó, Pai.



Ó, que porcaria, ó

O propósito da saída para elas era ver o tal filme "Ó, Pai, Ó"; o meu, apenas espairecer e refestelar-me com a pizza e a salada de uma famosa pizzaria. Chegamos ao shopping às 20h, sentamo-nos rapidamente ao local alimentício, pedimos a promoção para três, com direito à carteirinha falsiê de estudante de Administração da Unip que sou, e esperamos os comes e bebes. Pusemos a conversa em dia, ainda que havia visto ambas tinha nove dias. Veio a vasilha de alface americana com frango, tempero italiano e cogumelos, os pães finos com calabresa e molho cheddar à parte, sucos, chope e refrigerantes. Então veio a massa redonda, de tamanho errado — era gigante, recebemos grande; ganhamos outra grande pelo preço da maioral. Diria Gugu: "Pontoooo".

Notei que elas estavam empolgadas para assistir a película, otimistas que são em relação ao cinema nacional, "está melhorando, é de primeiro mundo", arrotavam enquanto devoravam o pedaço brasileiro misturado com os quatro queijos da outra metade. Confesso que só fui porque me venderam que o peixe que passaria no projetor era uma comédia, com Lázaro Ramos "e grande elenco".

Vinte minutos antes do começo de tal pérola mundial, deixamos a pizzaria, partimos para o outro lado do shopping, famoso pelas lojas de vendas de produtos do lar, um centro do lar, subimos os andares até chegarmos no velho corredor do velho cinema. Vazio, desviamos das divisórias e, utilizando da combinação quarta-feira/carteirinha, gastei mais R$ 5. Sem indicação de qual sala era, caminhamos até a 3. Lá estavam duas pessoas. Um casal. Abraçado na sétima ou oitava fileira de baixo para cima.

Logo pensei em sexo.

Subimos até o topo das cadeiras. Logo que sentamos, as imagens do filme se iniciaram. Lamentei a perda dos trâileres. O estado de lamentação prolongou-se até a aparição dos créditos, sendo que na saída, os funcionários que ficavam a vender badulaques e acepipes de cinema quase imploravam por uma dispersão mais rápida daquele vasto contingente para chegarem logo a suas casas. 

Um filme sem pé nem cabeça rodado no carnaval baiano do Pelô que, nos passou tal impressão, funciona como antipropaganda para visitar aquele local. Meninos que roubam, polícias que matam os meninos, vendedor de loja fazendo acordos escusos, proprietária de bar sapatão que sai brigando com meio mundo, dona de pensão falsamente devota e beata que prejudica os demais inquilinos, traveco que dá em cima de rapaz que tem esposa grávida, drogado que quer levar a vida no seu estilo, brasileira que volta da Europa prostituída, irmã médica que faz aborto, espaço aberto para liberar a putaria que há em nós. E, claro, o mocinho do filme, honesto, mas que também se deixa seduzir pela magia do feriado e permite receber um sexo oral do travesti.

Saímos na solidão do local que estava sob controle dos funcionários de limpeza, eu mais queixante por ter perdido preciosos cinco reais. "Da próxima vez, eu pago nossa próxima vinda", consolou-me a loira das garotas. Viemos para casa. Atordoado, ainda esqueci meus óculos no banco traseiro. Tive de pedir para que voltassem e me trouxessem o desembaçador de visões astigmatísticas e míopes.

A indústria de filmes nacional tem muito que melhorar. Iluminai a cabeça dos diretores, cineastas e roteiristas, ó, Pai.



Pataquada de Vitonez às 22h24
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